Chris Evans se junta a Jennifer Lawrence e Leonardo DiCaprio em filme da Netflix
O ator Chris Evans (o Capitão América da Marvel) estaria se juntando ao elenco estelar do próximo filme de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018). A informação é do site Deadline, que já conta o ator na produção de “Don’t Look Up”, ao lado de ninguém menos que Jennifer Lawrence (“Mãe!”), Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. “Don’t Look Up” está sendo desenvolvido para a Netfilx, que não fez comentários sobre a escalação. Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra de “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro.
Julia Roberts vai estrelar e produzir nova série de streaming
A atriz Julia Roberts está retornando para a televisão como estrela e produtora de uma nova série. Depois de “Homecoming”, ela fará “The Last Thing He Told Me”, minissérie dramática, que conta com produção de Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Baseada no vindouro romance homônimo de Laura Dave, a minissérie é uma coprodução da Hello Sunshine, empresa de Witherspoon, e a 20th Television para a plataforma Apple TV+. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista vencedor do Oscar Josh Singer (“Spotlight”) em parceria com sua esposa, que é justamente a escritora do livro original. A trama segue uma mulher (Roberts) que forma um relacionamento inesperado com sua enteada de 16 anos, enquanto busca a verdade sobre o porquê seu marido desapareceu misteriosamente. “The Last Thing He Told Me” ainda não foi lançado. O livro só será publicado pela editora Simon & Schuster em 4 de maio. Apesar disso, já tem uma arte de capa. Confira abaixo.
Netflix diz que brasileiros viram mais romances, filmes tristes e reality shows em 2020
A Netflix revelou nesta quinta-feira (10/12) quais foram os conteúdos mais assistidos da plataforma durante o ano de 2020. Mas ao contrário do que fez em 2019, a retrospectiva deste ano foi bem bagunçada, sem relação das dez séries, os dez filmes e, vá lá, os dez realities favoritos do público. Em vez disso, a plataforma decidiu dividir os sucessos em categorias relacionadas a estados de espírito, como “nós choramos”, “nós viajamos”, “nós comemos” e “nós amamos o amor”. Outra bagunça dos listões se deve à opção da empresa de combinar tudo por gênero. Assim, entre as produções de ação mais assistidas aparecem os filmes “Resgate”, “Power” e “The Old Guard”, a série espanhola “La Casa de Papel” e a brasileira “Bom Dia, Verônica”. O resumo das relações é que, ao longo do ano, os espectadores viram muitos reality shows, filmes tristes e romances. Foram duas vezes mais reality shows que no ano passado. Mas era barbada, porque a Netflix também produziu mais reality shows em 2020. O mesmo vale para as produções de chorar e suspirar. O público vê o que a Netflix produz e divulga. Mas muitas das produções da plataforma não são divulgadas nem por ela mesma. Logicamente, elas não emplacam e são escanteadas. Entre as tendências diagnosticadas, é possível reparar ainda que o Brasil dobrou o consumo em muita categorias. Além dos reality shows, o público consumiu duas vezes mais animes que no ano passado – “Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução”, “One Piece”, “The Seven Deadly Sins: A Ira Imperial dos Deuses” e “O Sangue de Zeus” foram os favoritos. Outro pico aconteceu entre as produções sul-coreanas, que bateram recorde de audiência no país, aumentando seu consumo em mais de 120% em relação ao número do ano passado. O conteúdo turco também se destacou, dobrando sua visualização. O motivo é sempre o óbvio: maior oferta de produtos dos dois países. Entre os sul-coreanos, o terror de zumbis “Alive” liderou a audiência no país, enquanto a série turca “O Último Guardião” esteve entre os mais assistidas da plataforma. A lista de histórias tristes traz o hit “Milagre na Cela 7”, que ficou 23 dias no Top 10, além de “Se Algo Acontecer… Te Amo” e “Por Lugares Incríveis”. Curiosamente, a tristeza aumentou apenas a partir de abril, quando os brasileiros completaram o primeiro mês de isolamento social devido à pandemia de coronavírus. Do mesmo modo, os romances estiveram em alta, refletindo, novamente, a ênfase dada pela plataforma a produções do gênero. A lista tem “A Barraca do Beijo 2”, “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”, “Amor Garantido” e “Ricos de Amor”. No gênero da fantasia, os assinantes brasileiros acompanharam mais “Locke & Key” e “Carta ao Rei”. Já entre os conteúdos para a família (que no Brasil costumavam ser chamados de infantis), os destaques foram “A Caminho da Lua”, “Os Irmãos Willoughby” e “Enola Holmes”.
WandaVision: Série derivada dos Vingadores ganha coleção de pôsteres
A Disney+ (Disney Plus) divulgou uma coleção de pôsteres de “WandaVision”, primeira série da Marvel produzida para a plataforma de streaming. As artes refletem a evolução das séries ao longo da História da Televisão, começando pelas sitcoms em preto e branco dos anos 1950 e chegando às produções de super-heróis em streaming dos anos 2020. Também evocam o trailer divulgado, que rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão, como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, mas em versão caseira. Sem medo de exagerar, “WandaVision” é a série mais aguardada do Disney+ (Disney Plus). Quando seu trailer foi lançado em setembro, teve 53 milhões de visualizações multiplataforma em seu primeiro dia, tornando-se a prévia de série mais vista em 24 horas de todos os tempos. Com o adiamento do filme da “Viúva Negra”, “WandaVision” ainda ganhou status de “blockbuster”, assumindo a responsabilidade de lançar a quarta fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), que será inaugurada em streaming no dia 15 de janeiro. Primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , a atração terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto os do passado, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, quanto os futuros títulos do estúdio. Estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda (a Feiticeira Escarlate) e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. Além disso, seu elenco também traz de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”.
Daisy Ridley negocia viver primeira mulher a nadar o Canal da Mancha
A atriz Daisy Ridley, intérprete de Rey nos filmes de “Star Wars”, está negociando estrelar a adaptação do livro “Young Woman and the Sea”, de Glenn Stout, que narra a aventura real da primeira mulher a completar a nado a travessia do Canal da Mancha. Gertrude “Trudy” Ederle completou o percurso de 33 quilômetros, entre França e Inglaterra, em 1926. Filha de um açougueiro alemão de Manhattan, Ederle já era uma nadadora profissional, vencedora de medalha de ouro nas Olimpíadas de 1924, quando decidiu tentar cruzar o canal. Ela realizou a façanha depois de nadar distância ainda maior, os 35 quilômetros entre Battery Park, em Nova York, e Sandy Hook, em Nova Jersey, estabelecendo um recorde que durou 81 anos. Após este feito, a nadadora fechou contrato com dois jornais para patrocinar sua aventura europeia. Na época, havia uma disputa acirrada entre as mulheres atletas para definir quem seria a primeiras a cruzar a Mancha, já que apenas cinco homens tinham conseguido realizar a façanha até então. A jovem fez isso com a ajuda de sua família: a irmã Meg a ajudou a criar um maiô de duas peças – um precursor do biquíni moderno, que ninguém ainda tinha visto na década de 1920, quando os maiôs comuns pareciam vestidos de verão. A família também teve a ideia de usar cera de vela para lacrar os óculos de natação e torná-los à prova de vazamentos. Tudo isso ajudou, mas foi a força e vontade de Ederle que a fez superar ondas, ventos e águas traiçoeiras para se tornar mundialmente famosa ao chegar à costa. Ela quebrou séculos de estereótipos femininos e recebeu um desfile com chuva de papel picado ao retornar a Nova York, onde duas milhões de pessoas a receberam nas ruas com aplausos efusivos. Apesar disso, seu feito foi amplamente esquecido logo depois, conforme o mundo seguiu em frente. O filme está em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Jeff Nathanson, direção de Joachim Rønning e produção de Jerry Bruckheimer. Os três trabalharam juntos em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, em 2017. Com o longa, Rønning se especializa em filmes passados no mar. Além do último “Piratas do Caribe”, o cineasta norueguês também filmou “Expedição Kon Tiki” (2012), baseado em outra história real de superação, que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Mais recentemente, ele dirigiu “Malévola: Dona do Mal” (2019) para a Disney. Nathanson também está envolvido com fábulas da Disney. Depois de escrever “O Rei Leão”, ele está atualmente criando a história inédita da continuação, que será dirigida por Barry Jenkins (“Moonlight”). A produção de “Young Woman and the Sea” deve começar no segundo trimestre de 2021.
Versão live-action do Clube das Winx ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou fotos e o trailer de “Fate: The Winx Saga”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi. A série acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, este é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). Com seis episódios, “Fate: The Winx Saga” estreia em 22 de janeiro, diante do ceticismo dos fãs de quase uma dezena de séries do gênero que a Netflix cancelou no começo de suas produções.
George Clooney foi hospitalizado ao perder peso para filme
O ator George Clooney contou que, quatro dias antes de começar a rodar seu novo filme, “O Céu da Meia-Noite”, precisou ser hospitalizado com fortes dores no estômago. Ele explica que desenvolveu uma pancreatite pelo fato de ter perdido rapidamente 12 quilos para o papel de um cientista no longa, que ele também dirige. “Acho que estava me esforçando demais para perder peso rapidamente e provavelmente não estava cuidando de mim mesmo”, revelou, em entrevista ao tabloide britânico The Mirror. “Levou algumas semanas para ficar melhor, e, como diretor, não é fácil, uma vez que você precisa de energia”, contou. Mais magro, com olheiras e abatido, Clooney ainda deixou uma barba branca crescer, mudando completamente sua aparência para o filme. O que dividiu opiniões em sua família. “Eu deixei crescer uma barba grande e feia, e meu filho [Alexandre, 3 anos] adorou, porque ele escondia coisas na minha barba, das quais eu não sabia até chegar ao trabalho e perceber: ‘Tem um picolé preso aqui'”, contou. “Mas minha esposa [Amal] e filha [Ella, 3] ficaram muito felizes quando me barbeei, porque era muito difícil encontrar um rosto por trás de toda aquela bagunça”, brincou. No filme, Clooney interpreta um astrônomo que, depois de uma catástrofe mundial, precisa avisar a tripulação de uma nave sobre os perigos de voltar ao planeta Terra. O ator afirmou que o trabalho é “o maior” de sua carreira, acrescentando que gravar nas frias temperaturas na Finlândia ajudou na construção de seu personagem. Baseado no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton, “O Céu da Meia-Noite” foi roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”) e também inclui em seu elenco Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”) como astronautas, além da pequena estreante Caoilinn Springall como filha do personagem de Clooney. A estreia está marcada para 23 de dezembro.
Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner
A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”
Aplicativo de meditação Headspace vai virar série da Netflix
O aplicativo de meditação Headspace vai virar série na Netflix. A empresa responsável pelo app está fazendo três programas para a plataforma: um forcado em ensinar técnicas de meditação adequadas, outro em higiene do sono e um terceiro que será uma “experiência interativa” com mais detalhes por vir. O primeiro programa, “Headspace – Meditação Guiada” (Headspace Guide to Meditation), será disponibilizado em 1º de janeiro e vai explorar “os fundamentos da meditação e como ela pode nos ajudar a estar mais presentes e menos distraídos em nossas vidas diárias”, de acordo com comunicado da Netflix. Cada episódio enfocará um benefício diferente – desde o controle do estresse até a aceitação da gratidão – ensinando a abordagem, as técnicas e uma meditação guiada. O co-fundador do Headspace e ex-monge budista Andy Puddicombe vai apresentar e narrar os oito episódios de 20 minutos, combinando sua voz com animações divertidas e músicas relaxantes. A série também será legendada e dublada em 30 idiomas diferentes. Veja o trailer abaixo, nas versões original e dublada em português.
Google revela que Coronavírus, Tom Hanks e Parasita dominaram pesquisas de 2020
O Google divulgou uma lista dos assuntos mais pesquisados em seu mecanismo de buscas em 2020. Sem surpresas, “coronavírus” dominou as pesquisas mundiais, liderando o ranking do Google nos EUA e no Brasil. Mas, curiosamente, a relação de assuntos gerais também inclui muitas celebridades. O ator Tom Hanks, que foi um dos primeiros famosos a contrair covid-19, e o jogador de basquete Kobe Bryant, que morreu inesperadamente em janeiro, aparecem no Top 5 americano, atrás de coronavírus e “resultados da eleição” presidenciais dos EUA. Já as pesquisas brasileiras não se focaram em nenhuma pessoa específica. O 2º lugar foi “auxílio emergencial”, tema que também está relacionado à pandemia ou a seus reflexos. Pesquisas esportivas como o jogo “Flamengo x São Paulo”, “Copa do Brasil” e “NBA”, além das eleições – no Brasil e nos EUA – entraram no Top 10 nacional. Listas mais específicas das pesquisas americanas voltam a destacar Tom Hanks, desta vez como o ator mais pesquisado em 2020. Seu diagnóstico de coronavírus no início do ano gerou reações emocionais de fãs em todo o mundo, preocupados não apenas com seu bem-estar, mas também com o que poderia acontecer com o vírus que perturbaria o mundo. O filme vencedor do Oscar 2020, “Parasita”, lidera a lista de cinema, seguido por “1917” e “Pantera Negra” no Top 3. O antigo filme “Contágio”, lançado em 2011, aparece no 5º lugar dessa relação, devido ao fato de retratar uma pandemia muito similar à covid-19. Atores falecidos, como Naya Rivera, Chadwick Boseman e Sean Connery, também estão entre os indivíduos mais pesquisados neste ano nos EUA, enquanto os brasileiros preferiram saber mais sobre políticos e integrantes do Big Brother Brasil. Por sinal, os programas que renderam mais buscas incluem “A Máfia dos Tigres”, “Big Brother Brasil” (no mundo inteiro) e “La Casa de Papel”, nessa ordem. Séries da Netflix como “Outer Banks”, “Ozark”, “The Umbrella Academy”, “Emily em Paris” e “O Gâmbito da Rainha” também apareceram na lista.
Hailee Steinfeld aparece com traje de heroína nas gravações da série do Gavião Arqueiro
A Marvel ainda não fez nenhum comentário oficial sobre a série “Hawkeye”, do herói Gavião Arqueiro, mas os fãs estão entregando todas as novidades com fotos das gravações, que acontecem atualmente em Nova York. A mais recente leva de imagens revela o uniforme da heroína Kate Bishop, vivida por Hailee Steinfeld (“Bumblebee”). Depois de ser vista em trajes civis, ela apareceu nesta quarta (9/12) com um traje similar ao dos quadrinhos. Nas fotos, ela aparece ao lado de Clint Barton (Jeremy Renner), o Gavião Arqueiro. Além dos atores já vistos, a série também contará com Vera Farmiga (“Bates Motel”), Tony Dalton (“Better Call Saul”), Fra Fee (“Les Misérables”), Zahn McClarnon (“Longmire”), a estreante Alaqua Cox e… Florence Pugh, que reprisará seu papel de “Viúva Negra”, como Yelena Belova. Nos quadrinhos, a personagem assume o lugar da “irmã” Viúva Negra (Scarlett Johansson). Escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”), “Hawkeye” é a quarta atração live-action da Marvel em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus), após “WandaVision”, “Falcão e o Soldado Invernal” e “Loki”. Todas continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” e terão sequência em novos filmes do estúdio. A primeira estreia será “WandaVision”, em 15 de janeiro, mas as demais ainda não têm previsão de lançamento. Hailee Steinfeld and Jeremy Renner seen on the set of #Hawkeye on the Lower East Side, New York#Marvel #DisneyPlus She's in the Kate Bishop outfit 🏹 4 MQ Photos. pic.twitter.com/PWFXUJGGAW — XRealm Matthews (@CreamOrScream) December 8, 2020 🚨 Hailee Steinfeld, a nossa Kate Bishop, no set de #Hawkeye O UNIFORMEEEE 🗣️ pic.twitter.com/xumSVUgH4K — Marvel News (@BRMarvelNews) December 8, 2020 Kate Bishop e Clint Barton 🏹 #Hawkeye pic.twitter.com/fWQcfbRsk0 — Updates Hailee Steinfeld Brasil (@updatesteinfeld) December 9, 2020
Ariana Grande vai lançar documentário da última turnê na Netflix
Ariana Grande vai cantar na Netflix. Ela anunciou nas redes sociais, nesta quarta (9/12), que vai lançar um registro da turnê “Sweeter” na plataforma de streaming em 21 de dezembro. Os shows da turnê ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. Intitulado “Excuse Me, I Love You”, o documentário vai incluir o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Ela já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande)
Nicolas Cage vai contar a história dos palavrões na Netflix
O ator Nicolas Cage vai apresentar uma série documental sobre a história dos palavrões. Intitulado “History of Swear Words”, o programa vai abordar as origens, popularização e significados atrelados a vários palavrões da língua inglesa. Prepare-se, portanto, para ouvir o ator falar palavras como “f*ck”, “sh*t”, “b*tch”, “d*ck” e “p*ssy” sem a preocupação de eventual intervenção sonora de censura televisiva, pois o lançamento vai acontecer em streaming, na Netflix. Serão seis episódios de vinte minutos, nos quais Cage vai contar com a ajuda de linguistas e historiadores, além de convidados como os comediantes Sarah Silverman (a voz de Vanellope em “WiFi Ralph”) e Nick Offerman (“Parks and Recreation”), para falar palavrões. A produção é da trupe do site Funny or Die e da B17 Entertainment. A estreia está marcada para 5 de janeiro.












