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  • Série

    “The Witcher” dá boas vindas ao intérprete de Vasemir

    27 de setembro de 2021 /

    A Netflix aproveitou o lançamento do trailer da 2ª temporada de “The Witcher”, revelado durante o evento Tudum no fim de semana, para retomar a divulgação da série nas redes sociais. Um post publicado no site oficial da série destacou um detalhe do vídeo: a entrada de Kim Bodnia (de “Killing Eve”) no elenco para interpretar Vesemir, o mentor do protagonista Geralt de Rivia. Vesemir teve sua própria série lançada recentemente, a animação “The Witcher: Lenda do Lobo”, em que foi dublado por Theo James (de “Divergente”). Na série live-action ele vai aparecer bem mais velho. “É o ano de Vesemir! Bem-vindo Kim Bodnia como o mais antigo sobrevivente bruxo e mentor de Geralt, fazendo sua estreia na 2ª temporada de ‘The Witcher'”, diz o texto publicado no Twitter, junto de fotos do ator caracterizado. Nos livros de Andrzej Sapkowski, e também nos games da CD Projekt RED, Vesemir é apresentado como o bruxo responsável por criar e treinar Geralt de Rivia, além dos demais bruxos de Kaer Morhen, sede da Escola do Lobo. Ele também tem papel fundamental na criação de Ciri, situação que será abordada na 2ª temporada da série da Netflix. Nos próximos capítulos, o caçador de monstros Geralt de Rivia (Henry Cavill) vai cuidar da jovem princesa perdida Ciri (Freya Allan), levando-a ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen, iniciando um treinamento que a transformará numa guerreira. Ao mesmo tempo, a feiticeira Yennefer (Anya Chalotra), que sobreviveu aos eventos fatais do final do primeiro ano da produção, continua a correr perigo. A estreia está marcada para o dia 17 de dezembro. It’s the year of Vesemir! Welcome Kim Bodnia as the oldest surviving witcher and Geralt’s beloved mentor, making his debut in The Witcher Season 2. pic.twitter.com/8bojfrU97F — The Witcher (@witchernetflix) September 25, 2021

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  • Série

    “On My Block” terá série derivada após acabar na Netflix

    27 de setembro de 2021 /

    A série “On My Block” vai acabar em sua 4ª temporada, que estreia na próxima segunda (4/10), mas seu universo ficcional vai continuar a render histórias inéditas num spin-off. A Netflix anunciou a novidade em suas redes sociais nesta segunda (27/9), revelando que a série derivada vai se chamar “Freeridge”, nome da cidade fictícia onde a trama original se passa. De acordo com o anúncio, “Freeridge” terá um elenco diferente. A trama vai acompanhar um novo grupo de amigos, que acredita ter desencadeado uma antiga maldição que pode colocar toda a cidade em perigo. Os cocriadores de “On My Block”, Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”) e a dupla Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), são produtores da nova atração, que foi criada e será comandada por Jamie Uyeshiro, escritor das quatro temporadas de “On My Block”. Uyeshiro, Gonzalez e Haft trabalharão como showrunners de “Freeridge”, enquanto Iungerich se dedica a outro projeto, a comédia “Boo, Bitch”, com Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) para a Netflix. Não foram revelados outros detalhes, como elenco e previsão de estreia. Mas o site The Hollywood Reporter revelou que a decisão de encerrar a série original e lançar uma atração derivada foi motivada por interesses econômicos. “On My Block”, que tem impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi apontada pela própria plataforma como sua atração mais maratonada de 2018, ficou cara com as renovações de contratos de seus atores principais – Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco e até a coadjuvante Jessica Marie Garcia – , que negociaram com sucesso aumentos salariais consideráveis para a 3ª e 4ª temporadas. Eles passaram de US$ 200 mil dólares por episódio nas duas primeiras temporadas para US$ 650 mil na 3ª temporada e US$ 850 mil no quarto ano da produção. Se houvesse uma 5ª temporada, cada um deles veria seus salários pularem para US $ 1,05 milhão por episódio. A Netflix economizará milhões de dólares com um spin-off com um novo elenco. REVIRAVOLTA: a história dessa cidade ainda não acabou. O spin-off Freeridge vai acompanhar um novo grupo de amigos, que pode (ou não) ter desencadeado uma maldição mortal. 👀 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2021

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  • Etc

    FBI investiga pai de Britney Spears após denúncias de novo documentário

    27 de setembro de 2021 /

    Após as novas denúncias feitas pelo documentário “Controlling Britney Spears”, o pai da cantora, Jamie Spears, virou alvo de uma investigação do FBI, que busca determinar se ele abusou do poder que lhe foi concedido pela tutela judicial da sua filha. Lançado de surpresa no fim de semana na plataforma americano Hulu, “Controlling Britney Spears” denunciou uma “rede de vigilância” pela qual Jamie espionava cada movimento e palavra dita por Britney, incluindo em seu quarto. Diante do conteúdo do documentário, o advogado de Britney, Matthew Rosengart, reforçou nesta segunda (27/9) sua petição para remover Jamie imediatamente do comando da tutela judicial. No documento, ele caracterizou o comportamento do pai da cantora como “uma apavorante e excessiva invasão da privacidade de sua filha adulta”. A petição de Rosengart ainda argumenta que “independente de para onde vão essas acusações, o que é impossível de negar é o quanto elas são alarmantes para a Srta. Spears, e o quanto elas ampliam a a urgência de remover o Sr. Spears [da tutela] imediatamente”. Segundo o site Deadline, a investigação do FBI está em seus estágios iniciais. “Controlling Britney Spears” é uma continuação de “Framing Britney Spears”, que chamou atenção mundial para o escândalo da tutela da cantora pop. Com a mesma equipe de “Framing”, comandada pela diretora Samantha Stark e a produtora-roteirista Liz Day, o filme chegou à Hulu quatro dias antes de um documentário similar desembarcar na Netflix. “Britney vs. Spears”, que estreia na terça (28/9), promete fazer revelações similares contra abusos cometidos pela tutela. A tutela judicial em questão foi estabelecida em 2008, após internação de Britney em clínica de reabilitação, e determinada numa audiência judicial de 10 minutos, que deixou Jamie Spears como responsável por todas as decisões relativas à vida e à carreira da artista. A decisão controversa perdura até hoje e enriqueceu o pai da cantora. Mas desde o lançamento de “Framing”, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão. Ela também conseguiu trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha. E graças à repercussão midiática da situação, levou Jaime a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha. Por sinal, a produção desses filmes, com depoimentos e vazamento de dados controversos, pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. Ele agora aceita participar de uma “fase de transição”. Mas o advogado de Britney tem sido firme em não aceitar acordo, buscando o fim imediato do controle de Jamie sobre a vida da artista. “Framing Britney Spears” foi lançado no Brasil pela Globoplay, mas ainda não há previsão para a chegada da continuação no mercado nacional.

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  • Série

    Imagens da 2ª temporada destacam novos protagonistas de “Bridgerton”

    27 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Bridgerton” em suas redes sociais. Entre as imagens é possível ver o primeiro encontro entre os novos protagonistas, com a introdução de Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) no papel de Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Durante o evento Tudum, no sábado passado (25/9), a plataforma chegou a divulgar um vídeo deste momento. Outra imagem mostra a família Sharma, incluindo ainda Shelley Conn (“Liar”) e Charithra Chandran (“Alex Rider”). Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton, como demonstra na prévia abaixo. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só chegarão em 2022, devido às interrupções não planejadas nas gravações e outras dificuldades criadas pela pandemia de covid-19. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”, tornando-se o maior hit da sua história. A Lady Whistledown acabou de me mostrar essas fotos e eu vim correndo compartilhar com vocês. A 2ª temporada de Bridgerton estreia em 2022. 🐝 pic.twitter.com/xYgZvlpytQ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2021

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  • Série

    “Only Murders in the Building” terá episódio mudo

    27 de setembro de 2021 /

    O sétimo episódio de “Only Murders in the Building”, intitulado “O Garoto do Apartamento 6B”, não terá falas. A inciativa é uma homenagem às comédias do Cinema Mudo e também à comunidade surda-muda, e vai girar em torno do personagem do título, introduzido no capítulo, que vai ao ar nesta terça-feira (28/6). O Garoto do apartamento 6B é surdo. Os únicos áudios presentes no episódio serão efeitos sonoros, como em “Tempos Modernos” (1936) de Charles Chaplin. O capítulo será lançado pouco depois do Dia Nacional dos Surdos que, no Brasil, é comemorado em 26 de setembro. A ideia é mostrar um pouco da perspectiva do dia a dia dos deficientes auditivos. Na trama, enquanto Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) descobrem uma série de crimes antigos que aconteceram dentro do Arconia, o Garoto inverte o jogo e decide espionar o trio de amigos fãs de podcasts de crimes reais. A série tem novos episódios disponibilizados no Brasil durante as terças-feiras na plataforma Star+ e já se encontra renovada para sua 2ª temporada.

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  • Série

    “Sex/Life” é renovada para 2ª temporada

    27 de setembro de 2021 /

    A Netflix anunciou pelas redes sociais que a série “Sex/Life” foi oficialmente renovada para a 2ª temporada. Melodrama típico de novela disfarçado de produção “adulta” (temática sexual), a série tem Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como protagonista. A trama gira em torno de um triangulo amoroso entre a personagem de Shahi, seu marido vivido por Mike Vogel (“Under the Dome”) e uma paixão nunca superada, interpretada por Adam Demos (“UnREAL”). A série é criação de Stacy Rukeyser, produtora-roteirista das séries teen “apimentadas” “Jogo de Mentiras” (The Lying Game) e “Twisted”, e estreou em junho passado. Segundo dados da própria plataforma, seus episódios foram vistos por 67 milhões de assinantes. Outro detalhe é que cerca de 20 milhões desses assinantes assistiram mais de uma vez a cena de nu frontal de um dos protagonistas. Todos os atores regulares da produção devem retornar para o segundo ano da produção, inclusive o agora casal Shahi e Demos. Os dois também acabaram se apaixonando na vida real, durante as gravações da atração da Netflix. O relacionamento foi assumido por Shahi em seu Instagram, ao desejar feliz aniversário para o namorado. “Não tenho certeza de como duas pessoas em lados opostos do mundo poderiam ter mais em comum, se encontrar e ficar juntas. Mas eu sei que conheci minha alma gêmea. Eu sei que encontrei o meu ‘para sempre’. Eu sei que nunca amei mais profundamente, mais e ferozmente. Eu sei que sou extremamente grato por ele. Eu sei que o amei por mil vidas antes e vou amá-lo por mais mil vidas. Feliz aniversário meu bebê”, ela se declarou. Demos também assumiu sua paixão durante o aniversário dela, mas com menos palavras. “Eu te amo f*didamente”, resumiu. Começar o dia com uma notícia dessas me deu até calor. Sex/Life volta pra uma segunda temporada em breve. 🔥🔥🔥 pic.twitter.com/aCHKzi1XBU — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2021

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  • Filme

    “Shang-Chi” vira filme mais bem-sucedido da pandemia na América do Norte

    26 de setembro de 2021 /

    Líder das bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou mais US$ 13,3 milhões para atingir um total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá. A quantia transformou a produção da Marvel/Disney no filme mais bem-sucedido da pandemia no mercado norte-americano. O montante superou com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. Mas o filme de Scarlett Johansson continua na frente na soma mundial. “Shang-Chi” tem US$ 166,9 milhões no exterior, totalizando US$ 363,4 milhões em todo o mundo, contra US$ 378 milhões globais de “Viúva Negra”, que foi lançada simultaneamente na Disney+. O bloqueio do lançamento na China, que vetou a produção devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o filme do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Apesar do sucesso norte-americano, o longa nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, com US$ 716,5 milhões de ingressos vendidos ao redor do mundo. Mas “Shang-Chi” demonstra ter fôlego para acrescentar ainda muitos milhões em sua conta. Neste fim de semana, sua bilheteria foi quase o dobro da obtida pelo segundo filme melhor colocado, o musical da Universal “Querido Evan Hansen”, que rendeu US$ 7,5 milhões. Principal estreia de sexta passada (24/9), a adaptação da Broadway amargou rejeição da crítica, atingindo apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes. O fracasso acontece num ano que experimenta excesso de lançamentos musicais, tanto nos cinemas quanto em streaming. Culpa de “La La Land”. A realidade das bilheterias tem demonstrado que o desempenho do filme de 2016 foi pontual e não um retorno à era de ouro dos musicais de Hollywood. Lançado poucos meses após o desastre de “Cats”, “Em um Bairro de Nova York”, adaptação da peça de Lin-Manuel Miranda, também chegou durante a pandemia e se saiu um pouco melhor, com um faturamento inicial de US$ 11,5 milhões, mas atingiu apenas US$ 29,8 milhões no mercado interno – ainda que com uma diferença: estreou simultaneamente na HBO Max. O desastre de “Querido Evan Hansen” deixa claro que aquilo que funciona no palco não tem garantia nas telas. A produção da Universal tentou repetir o fenômeno da montagem de 2016, premiada com seis troféus Tony (o Oscar do teatro), ao escalar o mesmo ator, Ben Platt, no papel principal. Só que, agora com 27 anos, ele foi ridicularizado por tentar passar por estudante do Ensino Médio na versão cinematográfica. O pódio das bilheterias norte-americanas se completa com “Free Guy – Assumindo o Controle”. A comédia fantasiosa estrelada por Ryan Reynolds faturou US$ 4,1 milhões em seu sétimo fim de semana, atingindo um total doméstico de US$ 114,1 milhões. Globalmente, o filme está com US$ 317,4 milhões graças à diferença feita pelo lançamento chinês, que responde por US$ 94 milhões da conta. O terror “A Lenda de Candyman” e o drama “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, estrelado e dirigido por Clint Eastwood, fecham o Top 5 com US$ 2,5 milhões e US$ 2,1 milhões de arrecadação no fim de semana, respectivamente.

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  • Etc

    Perdeu o Tudum? Veja a íntegra do evento estrelado da Netflix

    26 de setembro de 2021 /

    A Netflix disponibilizou a íntegra do evento Tudum em seu canal no YouTube. Além de todos os anúncios já detalhados por aqui, as 3h17 da apresentação de sábado (25/9) também foram preenchidas por esquetes, brincadeiras e muita conversa fiada, que podem ser conferidas abaixo. O tom meio infantilizado tem a ver com o público que a Netflix decidiu priorizar. Para se ter noção, os lançamentos adultos da plataforma foram basicamente esquecidos pelos produtores do evento. Nenhuma frase foi gasta com filmes como “Ataque dos Cães” (The Power of Dogs), “Passing”, “A Mão de Deus” (The Hand of God) ou mesmo o brasileiro “7 Prisioneiros”, que tem arrancado elogios e prêmios dos principais festivais do cinema mundial. Nem mesmo suspenses como “O Fio Invisível” (Distancia de Rescate) e “O Culpado” (The Guilty) foram citados. O viés juvenil está na origem do Tudum, que já foi chamado de festival e surgiu no Brasil no ano passado. Vale lembrar que a primeira edição do evento foi presencial em janeiro de 2020 no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, com participação de Lana Condor e Noah Centineo, astros da comédia romântica adolescente mais popular da plataforma, a trilogia “Para Todos os Garotos”. Já o segundo ano aconteceu de forma virtual devido à pandemia, contando com apresentação de Maisa Silva. Apenas em sua terceira e atual edição o evento se tornou global, com produção americana, mas sua história brasileira foi lembrada durante a apresentação, durante a primeira participação de Maisa, que mostrou enorme desenvoltura falando em inglês. A atriz também comandou um bloco da programação para apresentar os primeiros minutos de sua série “De Volta aos 15” e a produção nacional “Maldivas”, com Bruna Marquezine e Manu Gavassi. Para introduzir as séries brasileiras, Maisa falou em português. E logo vários idiomas surgiram na tela, como espanhol, francês e especialmente o coreano, que escancararam o grande diferencial da Netflix em relação às plataformas rivais. O serviço é realmente internacional, com produções vindas de diferentes lugares do mundo. E são produções de qualidade, como “La Casa de Papel”, “Lupin”, vários animes japoneses e séries sobrenaturais coreanas. Dividido em três blocos de cerca de uma hora cada, o caro infomercial teve como anfitriões a atriz Lilly Singh (“Perfeita É a Mãe”), os astros Finn Wolfhard e Caleb McLaughlin (de “Stranger Things”) e a estrela Nicola Coughlan (“Bridgerton”), além de contar com mais de 145 atores convidados para falar de 70 títulos exclusivos do streaming, incluindo novidades de “The Witcher”, “Emily em Paris”, “Cobra Kai”, “Bridgerton”, “Stranger Things”, “La Casa de Papel”, “Sandman” e “Vikings: Valhalla”, sem esquecer de filmes como “Resgate 2”, “Alerta Vermelho” e “Não Olhe Para Cima”. Eis a integra do evento.

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  • Música,  Série

    Trecho de documentário mostra Kanye West antes da fama

    26 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro trecho de “jeen-yuhs” (pronuncia-se “genius”), série documental sobre Kanye West que, segundo a revista Billboard, teria sido adquirida pela plataforma de streaming por cerca de US$ 30 milhões. A prévia foi exibida durante o evento Tudum e mostra o rapper em 2002, antes de lançar seu álbum de estreia e se tornar famoso, improvisando um free style com Mos Def. A série incluirá mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas, cobrindo a carreira de Kanye desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian, que acabou recentemente em divórcio. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. No entanto, o controle criativo é todo de Kanye, famoso por centralizar as decisões de sua carreira e também por ser uma pessoa difícil de lidar, graças a surtos causados por transtorno bipolar. Ainda não há data de lançamento confirmada, mas “jeen-yuhs” deve ser lançado em três partes.

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  • Série

    My Name: Cena de luta mostra clima de ação da série sul-coreana

    26 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou uma cena de “My Name”, nova série sul-coreana. Exibida no evento Tudum, a prévia mostra o clima de ação da atração, destacando uma luta da protagonista. A trama gira em torno de uma mulher que se junta a uma quadrilha do crime organizado e se infiltra na polícia como agente disfarçada para descobrir a verdade sobre a morte de seu pai. No entanto, sua vida dupla começa a convergir de maneiras inesperadas. O papel principal é interpretado por Han So-hee, estrela das séries “O Abismo Mágico” e “Apesar de Tudo, Amor”, também distribuídas pela Netflix. Já a direção está a cargo de Kim Jin-min, que comandou a série jurídica “Pride and Prejudice” estrelada pelo astro de “Parasita” Choi Woo-shik. A estreia está marcada para 15 de outubro.

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  • Série

    Teaser revela monstros de “Hellbound”, série do diretor de “Invasão Zumbi”

    26 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o teaser da série sul-coreana “Hellbound”, criada por Yeon Sang-ho, diretor do filme “Invasão Zumbi”. A série adapta o popular webtoon (quadrinhos digitais) “Hell” (Jiok) e acompanha o caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso começa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Além de produzir, Yeon também dirige os seis episódios da série e assina os roteiros em parceria com Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. O elenco destaca Ah-in Yoo, astro de outro filme de zumbis, “#Alive”, além de Min Park Jeong (“Tempo de Caça”), Won Jin-ah (“A Era da Escuridão) e Hyun-joo Kim (do clássico K-Drama “Meninos Antes de Flores”). Exibida durante o evento Tudum, a prévia revela o visual das criaturas e a data de estreia da atração: 19 de novembro de 2021. Veja o vídeo abaixo, disponibilizado com legendas em inglês.

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  • Série

    Departamento de Conspirações: Conheça a nova série animada do criador de “Gravity Falls”

    26 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Departamento de Conspirações” (Inside Job), nova série animada de Alex Hirsch, criador de “Gravity Falls”. Desenvolvida em parceria com Shion Takeuchi, roteirista de “Gravity Falls” que também trabalhou em “(Des)encanto”, a trama acompanha o trabalho da Cognito, uma divisão do Departamento de Conspirações dos EUA formada pelos poucos humanos e aliados da Terra que sabem que alienígenas reptilianos existem, mas o pouso na lua foi fake. Liderada por uma cientista antissocial, que precisa lutar contra seu desejo de dominar o mundo, a Cognito se dedica a manter a verdade secreta e… incognita. Com um elenco de dubladores liderado por Lizzy Caplan (“Masters of Sex”), a série estreia em 22 de outubro. Apesar de revelada no evento Tudum, a prévia não teve versão nacional liberada com legendas ou dublagem em português. Veja abaixo o trailer original da Netflix americana.

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  • Filme

    Trailer apresenta personagens e premissa do prólogo de “Army of The Dead”

    26 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Exército de Ladrões: Invasão da Europa” (ou simplesmente “Army of Thieves” em inglês), filme derivado de “Army of The Dead: Invasão em Las Vegas”. Revelada durante o evento Tudum, a prévia não ganhou versão nacional com legendas em português. O novo filme não é uma continuação, mas um prólogo, e gira em torno do personagem de Matthias Schweighöfer, intérprete do ladrão de bancos Ludwig Dieter. Antes de enfrentar zumbis, ele foi aliciado por Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”) para integrar uma equipe formada para um golpe ousado, precisando superar não um, mas três cofres diferentes. O trailer explica a premissa e apresenta cada um dos personagens e suas especialidades. O elenco também inclui Ruby O. Fee (“Polar”), Stuart Martin (“Jamestown”) e Guztavo “Guz Khan” Khanage (“Se Joga, Charlie”). Foi o próprio Schweighöfer que concebeu o projeto. Além de estrelar, ele assina a direção, voltando a trabalhar com o roteirista Shay Hatten, um dos escritores de “Army of the Dead” – e da franquia “John Wick” – , e o cineasta Zack Snyder, diretor de “Army of the Dead”, que está à frente da produção. A estreia está marcada para o dia 29 de outubro.

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