Megan Thee Stallion vai aparecer na série da Mulher-Hulk
A rapper Megan Thee Stallion entrou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ela fará uma participação na série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, de acordo com informações do site The Cut, da revista New York, que publicou um perfil da estrela nesta segunda-feira (29/8). Sobre o papel e outras incursões na atuação, ela disse: “Eu não sinto que vou ser apenas uma atriz – eu sinto que também vou ser uma diretora e produtora”. Megan acrescentou que admira os caminhos traçados por Queen Latifah e Ice Cube em Hollywood. Por hora, a Marvel Studios não confirmou a informação, porém o site afirma que a artista estará no quarto episódio da produção, que vai ao ar no dia 8 de setembro na plataforma Disney+. Não há nenhum detalhe disponível sobre sua participação. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. A série foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”.
Netflix comemora 25 anos de atividade
A Netflix está completando 25 anos. Fundada em 29 de agosto de 1997 por Reed Hastings e Marc Randolph, a Netflix surgiu como um serviço de locação e compras de filmes pelo correio, bem antes de virar a plataforma líder do streaming mundial. Para marcar a data, a empresa divulgou um vídeo em tom nostálgico, que registra sua evolução desde a época em que entregava DVDs pelo correio. O vídeo também destaca a diversidade de suas produções originais, como as séries “Orange Is the New Black”, “Stranger Things” e “Round 6”. Segundo a lenda, a ideia para o serviço surgiu quando Hastings recebeu uma multa de US$ 40 pelo atraso na devolução do filme “Apollo 13” (1995) que ele havia alugado na locadora Blockbuster. Ele passou a imaginar, então, um modelo de negócios em que não haveriam multas por atraso de devolução. Em busca de patrocínio, ele e o sócio conseguiram um capital inicial de US$ 1,9 milhões para lançar o que, a princípio, seria apenas uma loja online para compra e aluguel de filmes. Mas o modelo não gerava lucro. Os DVDs eram caros, os custos com correios muito altos e o retorno era mínimo. Os fundadores chegaram a considerar a possibilidade de vender a Netflix para a Amazon – e para a própria Blockbuster – , mas resolveram insistir com outra ideia: um serviço com mensalidades fixas. Foi o que salvou a empresa, atraindo mais de 200 mil assinantes. Em 2002, o número de assinantes ultrapassou os 600 mil e, com os avanços em velocidade e a queda na instabilidade da internet, o serviço de streaming foi introduzido em 2010. Isso possibilitou um crescimento astronômico. Um ano após virar serviço de streaming, o número de assinantes da Neflix nos EUA chegou aos 20 milhões. Com o lançamento de “Lilyhammer” em 2012, a plataforma deu outro passo, iniciando a exibição de conteúdos exclusivos e originais. Logo aconteceu a expansão para outros países. E, durante uma década, a Netflix dominou sozinha o mercado de streaming, tornando-se sinônimo de filmes vistos na internet. Foi só recentemente que a empresa começou a perder o seu reinado, com perda de quase 1 milhão de usuários no trimestre passado. Confira o vídeo comemorativo.
Criminosos cercam set e ameaçam matar equipe de série de Natalie Portman nos EUA
A série “Lady in the Lake”, estrelada por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), teve sua produção suspensa na sexta (26/8) em Baltimore, cidade mais populosa do estado americano de Maryland, após vários criminosos cercarem a produção e ameaçarem os produtores, informou a polícia local. Um porta-voz do Departamento de Polícia de Baltimore disse que a equipe estava gravando por volta das 16h no centro da cidade quando os produtores foram abordados por várias pessoas. O grupo alegou que, se não parassem de gravar, voltariam e atirariam em alguém, disse a polícia. Segundo a polícia, o problema não seria relacionado à temática específica da produção, mas diria respeito a uma “taxa territorial”. Os criminosos avisaram que nenhuma violência ocorreria com a equipe e os artistas se eles recebessem uma quantia para garantir a “proteção” de todos. A polícia não informou o montante exigido, mas a agência de notícias local The Baltimore Banner informou que os criminosos tentaram extorquir US$ 50 mil, que os produtores se recusaram a pagar. Em vez de ceder à chantagem, a equipe decidiu interromper as gravações e procurar um novo local para realizar o trabalho. “Lady in the Lake” é a primeira série da carreira da atriz Natalie Portman e se baseia no romance best-seller homônimo da jornalista Laura Lippman (“Um Passado Sombrio”), publicado em 2019. A trama se passa em Baltimore na década de 1960, onde um assassinato não resolvido leva a dona de casa e mãe Maddie Schwartz (Portman) a se reinventar como repórter investigativa. Sua nova vocação a coloca em rota de colisão com uma militante negra, Cleo Sherwood, que concilia a maternidade, vários empregos e um compromisso com a agenda progressista da cidade. O papel de Cleo Sherwood é vivido por Moses Ingram, que recentemente atraiu a ira de racistas e elogios da crítica ao viver a Terceira Irmã em “Obi-Wan Kenobi”. A série tem direção da cineasta Alma Har’el (“Honey Boy”), que também compartilha os roteiros com uma equipe que inclui Boaz Yakin (“Truque de Mestre”) e Zach Shields (“Godzilla vs. Kong”). O lançamento é esperado para 2023 na plataforma Apple TV+.
J.K. Rowling diz porque não foi à reunião de “Harry Potter” na HBO Max: “Não quis”
A ausência de J.K. Rowling, escritora que criou Harry Potter, do especial de reencontro dos filmes da franquia chamou muita atenção quando “Harry Potter: De Volta a Hogwarts” foi exibido em janeiro passado na HBO Max. Não faltaram especulações sobre o motivo, com muitos lembrando que Rowling se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter” por suas opiniões transfóbicas, disfarçadas de feminismo, nas redes sociais. De forma pública, o trio de atores centrais da franquia, Daniel Radcliffe, Emily Watson e Rupert Grint renegaram falas da criadora de seus personagens, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Sem querer aprofundar a polêmica, Rowling contou que não houve restrição à seu nome por parte da Warner Bros., apesar do clima que o encontro com os atores pudesse criar. Mas ela pesou os prós e contras e decidiu, por conta própria, não participar. “Eu fui convidada e decidi que não queria fazer aquilo”, disse. “Eu pensei que se tratava, verdadeiramente, de um evento mais sobre os filmes do que sobre os livros. Era sobre isso aquele aniversário”, contou a escritora, numa participação na Virgin Radio, da Inglaterra, neste fim de semana. Ela ainda acrescentou: “Ninguém me disse para não [ir]… Me pediram para participar e decidi não ir”. Foi a primeira vez que a escritora falou abertamente sobre sua ausência. Na época em que o programa foi divulgado, fontes ligadas à autora falaram à revista Entertainment Weekly que ela considerava o uso de suas falas de arquivo como suficientes e “adequadas para o programa”. Na atração, ela aparece apenas em gravações feitas na época do lançamento dos filmes. Durante a entrevista de rádio, Rowling também foi perguntada sobre sua relação com o elenco de Harry Potter. Ela também saiu pela tangente, afirmando que mantém contato com alguns. “Eu tenho uma relação com eles. Com alguns é mais próxima do que com outros. É sempre assim, você conhece alguns melhor do que outros”, afirmou.
Netflix revela teaser e data de estreia do final de “Manifest”
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da 4ª temporada de “Manifest”, que reúne cenas antigas e trechos inéditos para anunciar a data de estreia dos capítulos finais. O mais interessante é que não será uma data qualquer. Os últimos episódios de “Manifest” vão chegar em 4 de novembro, dia importante na trama, porque foi quando os personagens desembarcaram de seu voo no episódio inaugural, após ficarem cinco anos desaparecidos. A série vai chegar na plataforma com exclusividade, após ser exibida na Globo e na Globoplay, porque foi cancelada em seu endereço televisivo original nos EUA, e a Netflix negociou seu salvamento com condições especiais, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar. A plataforma encomendou 20 capítulos inéditos, que darão um final à trama. De outro modo, a série acabaria sem fim em sua 3ª temporada. Assim, a 4ª será a maior temporada de toda a série, que geralmente tinha 13 episódios por ano. Mas isto também sugere que a Netflix pode dividir a exibição em duas partes. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, entre eles o célebre cineasta Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Matt Long (“Helix”), Daryl Edwards (“Demolidor”) e Holly Taylor (“The Americans”). Já Athena Karkanis (série “Zoo”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), integrantes das três temporadas originais, não vão voltar devido aos fatos vistos no final do último capítulo exibido.
Trailer de “The Handmaid’s Tale” anuncia data da 5ª temporada no Brasil
A plataforma Paramount+ divulgou o trailer nacional da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que destaca o acirramento da rivalidade entre June (Elisabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes), e anuncia a data de estreia dos novos capítulos no Brasil. A prévia explora o contraste entre o destino das duas antagonistas. Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar o governo extremista. Só que ela também se torna alvo prioritário da vingança de seus inimigos. A 5ª temporada estreia em 18 de setembro no Brasil, exclusivamente na Paramount+.
João Vicente de Castro vai viver o próprio pai em série sobre O Pasquim
O ator e apresentador João Vicente de Castro (da novela “Espelho da Vida” e do programa “Papo de Segunda”) vai viver o próprio o pai, Tarso de Castro, numa série dramática da Paramount+ sobre a história do jornal O Pasquim. Tarso foi um dos fundadores da famosa publicação de humor, comportamento e política que marcou o Brasil nos anos 1970. João Vicente é um dos produtores do projeto, atualmente em fase de piloto. Se tudo der certo, será sua segunda produção para o streaming, após a série de comédia e suspense “As Seguidoras”, lançada em março. Ele vai trabalhar na produção com a equipe do Porta dos Fundos. A atração terá seis episódios escritos por Murilo Hauser. “Vai ser uma loucura”, disse o ator-produtor ao jornal O Globo. “Ainda não sabemos quando vamos gravar. E estamos fazendo convites para o elenco”. “O Pasquim” foi fundado por Tarso de Castro, Jaguar e Sérgio Cabral em 1969 para enfrentar a ditadura militar com uma revolução comportamental. A publicação, editada até 1991, abordava temas como sexo, drogas, feminismo e trazia muitas tiras de humor, incomodando para valer a dita “moral e os bons costumes” que a ditatura pretendia impor com a força da censura no Brasil. De fato, em função de uma entrevista lendária feita por Tarso, Jaguar e Cabral com Leila Diniz em 1969, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, a infame Lei de Imprensa, que por um tempo se tornou popularmente conhecida pelo nome da atriz. Em novembro de 1970, a maior parte da redação de O Pasquim foi presa porque o jornal ousou satirizar o célebre quadro da Proclamação da Independência, de Pedro Américo. Mas Millôr Fernandes, que escapou da prisão, manteve o jornal funcionando com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Glauber Rocha e diversos intelectuais cariocas, vendendo cerca de 100 mil exemplares por semana, mais do que as revistas Veja e Manchete somadas. Ao longo de sua trajetória icônica, O Pasquim também contou com colaborações de Ziraldo, Manoel “Ciribelli” Braga, Miguel Paiva, Prósperi, Luiz Carlos Maciel, Henfil, Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam, Sérgio Augusto, Ruy Castro, Fausto Wolff, Claudius e Fortuna. Tarso foi editor de 80 edições do jornal e morreu de cirrose hepática em maio de 1991, aos 49 anos. Seis meses depois, O Pasquim fechou.
Atriz da “Turma da Mônica” entra em sci-fi da Netflix
A jovem atriz Emilly Nayara, que vive a Milena da “Turma da Mônica”, entrou no elenco de “Biônicos”, filme de ficção científica em desenvolvimento para a Netflix. Ela tirou fotos nos bastidores da produção ao lado de Bruno Gagliasso (“Marighella”), um dos protagonistas do longa, mas não postou nas redes sociais. Em vez disso, ela publicou no Instagram uma cópia da coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, que deu a notícia. O diretor Daniel Rezende, dos filmes e da série da “Turma da Mônica”, comentou a novidade com um “Que amor” no Instagram de Nayara. E foi seguido por Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”), que dirige o filme “Biônicos”. “Você é tudo!!! Obrigado pelo talento e entrega”, escreveu Poyart. Segundo a sinopse divulgada pela Netflix, o filme se passa no futuro, “quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas”. A trama segue uma personagem chamada Maria, que sonha em competir contra a irmã. “Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência”. As duas irmãs serão vividas por Jessica Córes (“Cidade invisível”) e Gabz (“As Seguidoras”). “Biônicos” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emilly 🖤💗 (@euemillynayara)
Atriz de “Batgirl” faz apelo para que o filme seja exibido
O cancelamento do filme de Batgirl fez a atriz Ivory Aquino, que estava no elenco do longa, compartilhar uma carta aberta a David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, com um pedido emocionado para que o filme não seja destruído e tenha uma chance de ser visto pelo público. “Por mais que eu tenha tentado me manter forte nas últimas semanas, me pego chorando, por falta de um termo melhor, com o luto. A história de Batgirl refletia o mundo em que vivemos. Para mim, é uma trama de pai e filha muito pessoal, porque perdi meu pai há um ano, antes de ser convidada para esse projeto. Eu esperava que a história falasse a outras pessoas ao redor do mundo, crianças e adultas, que tomam os próprios pais na mais alta estima, e que enxergariam esse laço em ‘Batgirl’”, ela escreveu na carta, publicada em seu Instagram. Ela finaliza o texto pedindo que a Warner reconsidere a decisão de não mostrar o longa. “Agora, mais pessoas sabem do nosso trabalho e estão ansiosas para assistir ao filme. Eu espero que você [Zaslav] leia esta carta. Considere lançar Batgirl. Ela sempre foi uma azarona, e não tem mais aonde ir a não ser para o alto.” No filme, Aquino interpretava Alysia Yeoh, que seria a primeira personagem trans num filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. “Batgirl” foi cancelado após a mudança de gestão na Warner. Zaslav cortou todos os filmes que seriam feitos exclusivamente para a HBO Max, mas este trabalho em específico já estava praticamente pronto. Acreditando que ele não tinha apelo para ser lançado no cinema, o CEO ordenou que fosse arquivado. Após a decisão, os diretores do filme, Adil El Arbi e Bilall Fallah (que também trabalharam em “Ms. Marvel”), foram impedidos de continuar trabalhando no longa. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco também contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner Bros. está programando uma exibição secreta para o elenco, equipe, representantes e executivos do estúdio, antes de arquivar definitivamente a produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ivory Aquino (@msivoryaquino)
Netflix cancela “Resident Evil: A Série” após única temporada
A Netflix não vai produzir a 2ª temporada de “Resident Evil: A Série”. A primeira série live-action baseada no famoso videogame foi cancelada após apenas uma temporada, que terminou com um gancho sem resolução. Segundo apurou o site Deadline, a série não atraiu todo o público que a Netflix esperava para justificar o alto custo de sua produção. A série teve o “azar” (equívoco de programação) de estrear perto de “Stranger Things” e jamais chegou ao topo do ranking das mais vistas da plataforma. Em sua primeira semana no ar, atingiu o 2º lugar, caindo para o 3º na semana seguinte e desaparecendo do Top 10 em três semanas. Para complicar, teve uma péssima recepção da crítica, com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes. A nota do público no IMDb foi ainda pior: 3,9 (ou 39%), gerando manifestações de saudade dos filmes estrelados por Milla Jovovich. A atração apresentava uma história inédita na franquia, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, e narrada em duas cronologias paralelas. Uma parte é a história de origem, que acompanha as irmãs Jade e Billie Wesker aos 14 anos, quando se mudam para New Raccoon City e descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo. Já a segunda parte se passa em Londres, 15 anos depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, foi o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) viveram as versões adulta e adolescente de Jade, e Siena Agudong (“No Good Nick”) e Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) incorporaram as duas fases de sua irmã Billie.
Vídeo de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” apresenta um dos povos da série
A Prime Video, da Amazon, divulgou um novo vídeo legendado de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”, que apresenta os Sulistas, um dos povos da série. Eles são retratados como pessoas mais ligadas ao campo e com poucas riquezas materiais, que no passado se alinharam com “o lado errado” e por isso são vigiados de perto pelos elfos. A prévia ainda conta com depoimentos de alguns atores e parte da equipe de produção. Criada por J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), a superprodução se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da famosa trilogia do escritor britânico J.R.R. Tolkien, e pretende mostrar a forja dos icônicos Anéis do Poder que batizam a atração, além da ascensão do Lorde das Trevas Sauron e a Última Aliança de Elfos e Homens. Por conta disso, a produção tem mais de 20 personagens, interpretados por nomes como Morfydd (“His Dark Materials”), Clark Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. A direção dos episódios é assinada por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Wayne Yip (“Doctor Who”) e Charlotte Brändström (“The Witcher”), e a estreia está prevista para 2 de setembro.
Manhãs de Setembro: Liniker e Linn da Quebrada retornam nas fotos da 2ª temporada
A Amazon divulgou as fotos da 2ª temporada de “Manhãs de Setembro”, série brasileira estrelada pela cantora Liniker. Na história, Cassandra (Liniker) é uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça. As imagens destacam o elenco completo da atração, que incluem os retornos da ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”), a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”) e ainda marcam as estreias de Seu Jorge (“Marighella”) e Samantha Schmütz (“Tô Ryca!”). Principais novidades da temporada, ele viverão os pais de Cassandra, a personagem de Liniker. A 2ª temporada vai acompanhar os desdobramentos da vida de Cassandra após se assumir pai, enquanto sua vida muda drasticamente, aprofundando a sensação de descontrole. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”), e ainda vai contar nos novos episódios com participações especiais dos cantores Ney Matogrosso e Mart’nália. Os novos capítulos estreian em 23 de setembro.
Comédia sobre a última Blockbuster ganha primeiras fotos
A Netflix e o elenco da produção divulgaram nas redes sociais as primeiras fotos de “A Última Blockbuster”, série que se passa na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. A atração foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”, e destaca em seu elenco os atores Randall Park (“WandaVision”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Madeleine Arthur (“The Magicians”) e Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”). Não deixa de haver muito simbolismo – e ironia – na produção, dada a complicada história da Netflix com a Blockbuster. Para quem não lembra, a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, que foi quase esmagada pela então dominante Blockbuster. Os co-fundadores da Netflix, Marc Randolph e Reed Hastings, até tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000, mas foram rejeitados. A dupla então prometeu superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade e foi o tema de um documentário de 2020. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usarão toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 3 de novembro. 📀📼A ÚLTIMA BLOCKBUSTER📀📼 Randall Park, Melissa Fumero, J.B Smoove e Tyler Alvarez estrelam Blockbuster, minha nova série de comédia. Estreia dia 3 de novembro. pic.twitter.com/hU7trOfcO3 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 26, 2022 Blockbuster the series launches November 3, only on @netflix !!! 💙💛 pic.twitter.com/ZTszBP8F8p — Tyler Alvarez (@tyleralvarez) August 26, 2022 👋Meet Connie. Meet Eliza. You will love the Blockbuster employees. 📼😆 Blockbuster launches November 3. Only on @netflix.📼#blockbuster @NetflixIsAJoke @netflixgolden @contodonetflix #olgamerediz pic.twitter.com/mTRrwQnJ6r — Olga Merediz (@TheOlgaMerediz) August 26, 2022












