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  • Série

    Netflix reforça que “The Crown” é uma “dramatização fictícia”

    21 de outubro de 2022 /

    A Netfix esclareceu que a série “The Crown” é uma “dramatização fictícia” da história da família real britânica. O esclarecimento foi feito por meio da adição dessa informação na descrição do trailer da 5ª temporada, no YouTube. A descrição diz o seguinte: “Inspirada em eventos reais, esta dramatização fictícia retrata a história da rainha Elizabeth II e os eventos políticos e pessoais que moldaram seu reinado.” Um porta-voz da Netflix disse ao site Variety que “‘The Crown’ sempre foi apresentado como um drama baseado em eventos históricos. A 5ª temporada é uma dramatização fictícia, imaginando o que poderia ter acontecido entre portas fechadas durante uma década significativa para a Família Real – década que já foi escrutinada e bem documentada por jornalistas, biógrafos e historiadores”. Recentemente, a Netflix tem sido alvo de críticas por apresentar conteúdos relacionados à família real que podem ser compreendidos como genuínos pelo público. A imprensa britânica informou que fontes dentro do Palácio de Buckingham estão preocupadas com a representação do caso entre o agora Rei Charles e Camilla Parker-Bowles, caso este que aconteceu enquanto ele ainda era casado com a Princesa Diana. Após a morte de Diana (que deve ser apresentada apenas na 6ª e última temporada da série), Charles se casou com Camilla. E quando ele subiu ao trono no mês passado, após a morte da rainha Elizabeth II, Camilla se tornou rainha consorte. Entretanto, ao mostrar Charles como infiel, “The Crown” poderia prejudicar a sua imagem. Por isso, o reforço sobre “dramatização ficcional” foi incluído na descrição da série. No início desta semana, a atriz Judi Dench (“Belfast”) escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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  • Série

    Estreias: As 10 melhores séries da semana

    21 de outubro de 2022 /

    A série sobre Sílvio Santos concentra as atenções na semana, apesar da lista de estreias ser fortemente marcada pelo terror com o lançamento de quatro títulos. Há também a volta épica de “Bárbaros” e a estreia da sci-fi “Periféricos” com Chloë Grace Moretz. Confira abaixo as 10 melhores séries para maratonar ou começar a acompanhar nesta semana.   | O REI DA TV | STAR+   A minissérie sobre a vida de Sílvio Santos é divulgada como uma produção para quem gosta e quem não gosta de Sílvio Santos. Na obra, ele aparece diferente do personagem que tem sido apresentado ao público há décadas, como um homem ambicioso capaz de tomar decisões questionáveis por trás das câmeras. Sem compromisso de ser uma produção documental, a trama mistura fatos reais com extrapolações (ficção) e não tem aprovação da família Abravanel. O gancho é uma crise de Silvio Santos, após perder a voz ao vivo e descobrir um problema de saúde que poderia afastá-lo da TV. Esse momento vulnerável (e verídico) é o pano de fundo para apresentar a trajetória do apresentador, de uma forma que é, ao mesmo tempo, reverente e ousada. Cobrindo desde a juventude de Senor Abravanel como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, os episódios exploram sua relação inicial com os carnês do Baú da Felicidade e seguem sua escalada para chegar à TV, ao mesmo tempo em que registram seus dias mais recentes como dono de canal televisivo. Na fase madura, ele é interpretado por José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”), enquanto Mariano Mattos Martins (“Hebe: A Estrela do Brasil”) vive o apresentador na juventude. A direção é de Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”).   | PERIFÉRICOS | AMAZON PRIME VIDEO   A série sci-fi produzida pelos criadores de “Westworld” traz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como uma mulher desiludida dos EUA rural, que não vê futuro em sua vida. Até que o futuro chega pelas mãos de seu irmão, vivido por Jack Reynor (“Midsommar”): um novo simulador beta de realidade virtual. Impressionada com o realismo das imagens do aparelho que o irmão foi contratado para testar, ela logo muda de ideia ao perceber que pode ser ferida de verdade ao usar o aparelho perigoso. Na verdade, o que os irmãos pensam ser uma simulação do ciberespaço revela-se uma conexão real com o futuro, possibilitada por uma tecnologia de outra época. A trama é baseada no best-seller homônimo de William Gibson, criador do movimento cyberpunk, e lida com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação foi feita por Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Jonathan Nolan e Lisa Joy (os criadores de “Westworld”) atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A série é o primeiro fruto de um contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. Para completar, o primeiro episódio tem direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”)   | BÁRBAROS 2 | NETFLIX   No estilo das batalhas épicas de “Vikings”, a série alemã que se passa na época do Império Romano e conta como tribos guerreiras rivais formaram uma aliança estratégica para enfrentar as legiões invasoras e ocasionar a maior derrota já sofrida por Roma. A série é estrelada pelo austríaco Laurence Rupp (“Os Sonhados”) no papel histórico de Arminius, um bárbaro criado pelos romanos e que usou seu conhecimento militar dos rivais para se tornar um lendário herói germânico. Ele foi capaz de unir as tribos rivais para a batalha sangrenta, que forçou Roma a fugir da Germânia. A 2ª temporada explora a vingança romana, numa tentativa de retomar as terras além do rio Reno. Um ano após sua derrota, os romanos retornam liderados por Flavus (Daniel Donskoy), enquanto as tribos vencedoras buscam se fortalecer com novos aliados. Há traições, reviravoltas e muitas batalhas. A série tem produção executiva de Andreas Heckmann (“Out of Control”) em parceria com Arne Nolting e Jan Martin Scharf, os produtores-roteiristas da versão alemã da série hospitalar adolescente “The Red Band Society”, e direção de Steve Saint Leger, que comandou a sci-fi “Sequestro no Espaço” e vários episódios de “Vikings”.   | OS WINCHESTERS | HBO MAX   Prólogo de “Supernatural”, a nova série semanal de terror conta a história dos pais de Sam e Dean, os irmãos Winchester do programa original. Enquanto Mary Campbell é apresentada como uma jovem de 19 anos que tem lutado contra as forças das trevas desde a infância, John Winchester é um veterano da Guerra do Vietnã que até recentemente desconhecia a existência de demônios. Os personagens principais são interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). “The Winchesters” é comandada pelo showrunner Robbie Thompson, que foi co-produtor executivo de “Supernatural”, e conta com produção de Jensen Ackles, o Dean, que também participa como narrador da história. Outra curiosidade do elenco é a escalação de Tom Welling (o Clark Kent de “Smallville”) como Samuel Campbell, o pai de Mary, originalmente interpretado por Mitch Pileggi em “Supernatural”. Samuel é um caçador veterano e autoritário que ensinou a Mary tudo o que sabe, mas só vai aparecer a partir do episódio sete.   | DEIXA ELA ENTRAR | PARAMOUNT+   O livro do sueco John Ajvide Lindqvist já rendeu dois filmes: a adaptação original “Deixa Ela Entrar” (2008) e o remake hollywoodiano “Deixe-me Entrar” (2010), estrelado por Chloe Moretz e assinado por Matt Reeves (do novo “Batman”). Por ser uma história já bem conhecida, ela passou por grande transformação para virar série, ficando quase irreconhecível. Na produção de Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, a vampira mirim e sua família são latinos, e o menininho loiro que se torna o melhor amigo da predadora é interpretado por um adolescente negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). O que permanece é a história do menino que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos, que começaram a abalar a população local. A série enfatiza o relacionamento da vampira mirim com sua família, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) como o pai e a brasileira Fernanda Andrade (“A Filha do Mal”) como a mãe – personagem que não aparece nos filmes. Já a menina é vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”.   | AMERICAN HORROR STORY: NYC | STAR+   A 11ª temporada da série de antologia se passa em Nova York durante 1981, quando um serial killer espreita a comunidade gay – a trama é supostamente baseada nos ataques de um psicopata real, batizado de The Last Call Killer por escolher suas vítimas entre os frequentadores de bares gays. Nos dois primeiros episódios disponibilizados, os fãs da série vão encontrar telefonemas assustadores, drogas, sequestro, tortura, desmembramento, assassinato, erupções cutâneas bizarras e um monte de festas noturnas. E, claro, vários habitués da produção, como Denis O’Hare (integrante da série desde o primeiro episódio, de 2011), Zachary Quinto (que participou entre 2011 e 2013), Billie Lourd (entre 2017 e 2021), Leslie Grossman (também de 2017 a 2021), Isaac Powell (em 2021) e Patti LuPone (em 2013). Há também outros colaboradores recorrentes do produtor Ryan Murphy, como Sandra Bernhard (“Pose”), Joe Mantello (“Hollywood” e “The Normal Heart”) e Charlie Carver (“Ratched”). O destaque, porém, coube a Russell Tovey (“Looking”), que trabalha com o criador de “AHS” pela primeira vez. Ele vive um detetive enrustido que é a única esperança para a comunidade LGBTQIAP+, porque o resto dos policiais não pode se importar menos se alguém está matando gays.   | CHUCKY 2 | STAR+   “Chucky” está de volta para aterrorizar os sobreviventes da 1ª temporada e implantar um plano maligno de terror de plástico. Na trama, o personagem-título encontrou suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. Porém Jake e seus amigos acabam incriminados e enviados para um internato católico com regras rígidas. Paralelamente, o plano do brinquedo começa a ganhar vidas (plural) com a volta de Tiffany, a noiva de Chucky, e um exército de brinquedos assassinos com facas de açougueiro. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. O elenco da atração ainda destaca Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker).   | SAGRADA FAMÍLIA | NETFLIX   O novo suspense espanhol de Manolo Caro, criador de “A Casa das Flores”, tem como o tema a maternidade em todas as suas manifestações amorosas e às vezes assassinas. Os episódios se passam do final dos anos 90 ao início dos anos 2000, e acompanham uma família que se muda para Madri, na Espanha, para deixar seu passado para trás. Mas a medida que começam a formar diferentes relacionamentos com seus novos vizinhos, o segredo perturbador que tentam esconder ameaça vir à tona. O elenco é formado por vários conhecidos de séries espanholas, incluindo duas integrantes de “La Casa de Papel”, Najwa Nimri e Alba Flores.   | RECOMEÇO | NETFLIX   A minissérie dramática estrelada pela atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) começa como uma história romântica. A estrela vive uma americana que se apaixona por um chef (o novato Eugenio Mastrandrea) enquanto estuda na Itália. Posteriormente, ela constrói uma vida com ele nos Estados Unidos. Mas então vem a reviravolta tradicional do gênero – veja-se toda a prateleira de obras de Nicholas Sparks – , que envolve doença e a necessidade de seguir em frente. A diferença em relação aos vários exemplares similares é que essa história é real. A atração adapta um best-seller escrito pela também atriz Tembi Locke (das séries “Eureka” e “The Magician”) com base em sua própria vida. A adaptação é assinada pela irmã de Tambi, a roteirista Attica Locke, que escreveu episódios de “Empire” e da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), e é produzida pela própria Zoë Saldaña em parceria com Reese Witherspoon (de “Big Little Lies”).   | EXCEPTION | NETFLIX   o anime de terror espacial mistura animação tradicional e 3D. Passado num futuro distante, após a humanidade ter sido expulsa da Terra, a trama segue uma equipe de reconhecimento enviada para procurar um planeta adequado para terraformação. Toda a tripulação é criada através de uma impressora 3D biológica. Porém, o mau funcionamento do sistema faz com que um dos membros surja em um estado deformado e passe a enfrentar os demais tripulantes. Escrito por Hirotaka Adachi, também conhecido como Otsuichi (“Ultraman Jîdo”), a produção destaca uma trilha sonora de Ryuichi Sakamoto, veterano compositor japonês que venceu o Oscar por seu trabalho em “O Último Imperador” (1987) – e mais recentemente compôs a trilha de “O Regresso” (2015).

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  • Filme

    Estreias: 10 filmes pra ver em casa

    21 de outubro de 2022 /

    A fantasia infantil “A Escola do Bem e do Mal” é o principal lançamento de uma semana sem grandes estreias de sucesso para ver em casa. Além desse título, há mais três atrações infantis, enquanto os destaques para os adultos são dois filmes nacionais: “A Viagem de Pedro”, que reflete o legado da independência do Brasil, e “Predestinado”, cinebiografia do médium Zé Arigó. Confira abaixo 10 sugestões dentre os títulos mais recentes das plataformas streaming e das locadoras digitais.   | A ESCOLA DO BEM E DO MAL | NETFLIX   A superprodução de fantasia tem estrelas famosas e cenários deslumbrantes, mas sua trama genérica reflete uma característica casa vez mais comum entre os filmes caros da Netflix: a falta de originalidade. Baseada no best-seller infantil de Soman Chainani, a história é uma combinação de “Harry Potter” e “Wicked: A História não Contada das Bruxas de Oz”, e acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de fábulas encantadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca a amizade das duas à prova. O elenco destaca Kerry Washington (da série “Scandal”) e Charlize Theron (do filme “O Escândalo”) como professoras dessa espécie de Hogwarts dos contos de fada, enquanto as protagonistas adolescentes são vividas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”) e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”). A adaptação foi escrita por David Magee (de “As Aventura de Pi” e da vindoura “A Pequena Sereia”) e a direção é de Paul Feig (“Missão Madrinha de Casamento”).   | O CLUBE DAS CRIANÇAS FEIAS | HBO MAX   A distopia infantil se passa num futuro em que o presidente da Holanda resolve se livrar de todas as crianças feias do país, mas um garoto orelhudo consegue escapar e iniciar uma revolta contra o governo, inspirando a resistência da nova geração contra o preconceito. Dirigida por Jonathan Elbers (“Fashion Chicks”), a adaptação do livro de Koos Meinderts venceu sete prêmios internacionais, incluindo Melhor Filme Infantil no Festival de Zurique, na Suíça.   | A AVÓ | HBO MAX   Uma modelo parisiense tem que voltar a Madri às pressas para cuidar de sua avó, que a criou, e que acaba de sofrer um derrame cerebral. Mas passar alguns dias com a mulher idosa se transforma em um pesadelo inesperado. Além de explorar a gerontofobia – medo de idosos – que ajudou a transformar “X: A Marca da Morte” num grande sucesso, o terror espanhol também é claustrofóbico, por se passar quase que inteiramente na casa da avó. Com direção de Paco Plaza, dos ótimos “[REC]” e “Verônica”, o filme venceu o Festival de Gérardmer, na França, e foi indicado a dois prêmios Goya (o Oscar espanhal). O lançamento em streaming acontece no sábado (22/10).   | O DESCONHECIDO | NETFLIX   O suspense australiano traz Joel Edgerton (“Obi-Wan Kenobi”) como um policial disfarçado, que constrói uma forte conexão com um suspeito de assassinato, vivido por Sean Harris (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), para ganhar a confiança dele e, assim, conseguir uma confissão. O roteiro se baseia numa história real: o sequestro de um adolescente seguido de assassinato, que motivou empenho de policiais durante anos a fio, mas que também os afetou profundamente. A princípio, Edgerton pretendia dirigir o filme, mas se impressionou com “Acute Misfortune”, estreia na direção do ator Thomas M. Wright (“Top of the Lake”), também baseada numa história real, e convidou o colega a assumir a adaptação do livro-reportagem sobre o crime. O resultado chega à Netflix após ser exibido em festivais internacionais e conquistar 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | A VIAGEM DE PEDRO | TELECINE   Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I no drama histórico, que chega aos cinemas na véspera dos 200 anos da proclamação da Independência. Entretanto, o longa de Laís Bodanzky, diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Como Nossos Pais” (2017), não é um filme para exaltar a data, como foi o marco dos 150 anos, “Independência ou Morte”. O drama de época acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, após ser expulso do país que ele fundou. Destronado, depressivo e doente, ele busca encontrar forças durante a travessia do Atlântico para enfrentar seu irmão, que usurpou seu trono em Portugal, enquanto recorda seu período no Brasil, desde a chegada na colônia à proclamação da independência. O retrato não é heroico, muito pelo contrário, e serve de contraponto à celebração acrítica do bicentenário. O elenco ainda destaca a alemã Luise Heyer (da série “Dark”) como a imperatriz Leopoldina, a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos, o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”), o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”) e vários atores portugueses, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”).   | PREDESTINADO | VOD*   O primeiro filme dirigido por Gustavo Fernández (da novela “Pantanal”) traz Danton Mello (“Vai que dá Certo”) como Zé Arigó, um homem comum que recebe o espírito de Dr. Fritz, médico alemão falecido durante a 1ª Guerra Mundial, e se torna um milagreiro. Criticado por céticos, ele teria salvo inúmeras vidas por intermédio da cirurgia espiritual. O drama espírita também destaca Juliana Paes (“Pantanal”) como sua esposa e o inglês James Falkner (“Da Vinci’s Demons”) como o espírito do Dr. Fritz. E chega aos cinemas com uma missão: recuperar a fé no espiritismo depois que o Brasil parou para acompanhar o escândalo do médium João de Deus, condenado por crimes sexuais contra mulheres que acreditavam em seu poder de cura. O biografado é exemplar neste sentido, já que sempre foi humilde. Perseguido, chegou a ser preso por curandeirismo, mas teve o trabalho documentado em filme por pesquisadores americanos, que não conseguiram contestá-lo. Como diz o filme, se tivesse nascido em outro país, Arigó seria motivo de estudo, não de rechaço.   | OPERAÇÃO CERVEJA | APPLE TV+   O novo longa de Peter Farrelly, diretor de “Green Book”, filme vencedor do Oscar 2019, tem uma premissa muito absurda, mas não inventada. O filme conta a história real de John “Chickie” Donohue, um jovem conservador americano que deixou Nova York em 1967 para, sem noção, ir ao Vietnã com a missão de levar cervejas e alegrar seus amigos de infância que serviam no Exército. A experiência acaba sendo transformadora, pois ao chegar lá ele percebe que a guerra não era nada como ele imaginava. Zac Efron (“Baywatch”) tem o papel principal e o elenco ainda destaca Bill Murray (“Os Mortos Não Morrem”), como o dono do bar em que ele tem a ideia maluca, e Russell Crowe (“Robin Hood”) no papel de um fotojornalista que ele conhece no Vietnã e lhe serve de guia na guerra. O roteiro é assinado por Brian Currie, que co-escreveu “Green Book”, por Pete Jones (“Passe Livre”) e pelo próprio Farrelly. Mas desta vez o resultado não render nenhum Oscar – teve só 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RAYMOND & RAY | APPLE TV+   Ewan McGregor (“Obi-Wan Kenobi”) e Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) interpretam meios-irmãos que tiveram um pai horrível e se reencontram, após muitos anos, quando este morre. Durante o funeral, eles descobrem que o último desejo do pai era que os dois cavassem a sepultura dele. Com isso, acabam desenterrando os ressentimentos de suas vidas, refletindo sobre os homens que se tornaram, tanto por causa do pai, quanto apesar dele. Roteiro e direção são do colombiano Rodrigo García (“Albert Nobbs”).   | O LENDÁRIO CÃO GUERREIRO | VOD*   A animação que traz dublagem em português do comediante Paulo Vieira (do “BBB 22”) acompanha Hank, um cão sem sorte que resolve trocar sua vizinhança de cachorros raivosos por uma cidade cheia de gatos, após ser salvo por um samurai gatuno. Seu objetivo é encontrar um gato mestre para treinar e virar um samurai, mas o problema desse plano é que os gatos odeiam cachorros. Na produção original americana, Hank é dublado pelo ator Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), enquanto Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel) interpreta seu sensei felino Jimbo, num elenco cheio de vozes de famosos. O filme conta com a direção de três veteranos da Disney, que trabalharam juntos no clássico “Rei Leão” (1994): Rob Minkoff (o diretor original), Mark Koetsier (animador) e Chris Bailey (animador). Mas não impressionou nem público nem crítica (55% de aprovação) nos EUA.   | TROMBA TREM – O FILME | VOD*   A animação brasileira, baseada na série homônima do Cartoon Network, acompanha Gajah, um elefante sem memória que, ao ficar célebre, acaba se afastando de seus velhos companheiros de viagem no Tromba Trem. O estrelato dura pouco, pois ele logo se torna o principal suspeito de misteriosos raptos. Desvendar o mistério só será possível com a ajuda dos amigos pré-fama: um grupo de cupins obstinados e Duda, uma empolgada e inocente tamanduá vegetariana. A direção é de Zé Brandão, criador dos personagens e produtor de “O Irmão do Jorel”.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Série

    As We See It: Amazon cancela série elogiada sobre autismo

    20 de outubro de 2022 /

    A plataforma Prime Video, da Amazon, cancelou a série “As We See It” após uma temporada. Considerada uma boa surpresa e com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série girava em torno de três amigos autistas que decidem morar juntos, apesar de cada um deles manifestar uma forma de autismo diferente. Seu cancelamento aconteceu sem nenhum comentário da empresa. Adaptação da série israelense “On the Spectrum”, “As We See It” foi a primeira produção americana sobre autismo interpretada por atores que se enquadram na condição. Isto gerou um resultado extremamente genuíno, capaz de fazer rir e comover, sem cair nos clichês que séries sobre “autistas” normalmente caem. A adaptação foi feita pelo produtor Jason Katims, responsáveis por clássicos emocionais como “Friday Night Lights” e “Parenthood”. Por sinal, o tema é algo que ele conhece de perto, já que seu filho – que também inspirou um personagem em “Parenthood” – é autista. Os personagens de “As We See It” eram Jack (Rick Glassman), um programador de computação brilhante cuja capacidade de manter um emprego é prejudicada pela completa falta de filtros; Violet (Sue Ann Pien), funcionária de um Arby’s quer tanto um namorado que se tornou vítima de todas as colunas de conselhos de amor já escritas; e Harrison (Albert Rutecki), que sofre de agorafobia e não entende porque é inapropriado ser amigo do adolescente do apartamento de cima. As vidas desse trio eram facilitadas por Mandy (Sosie Bacon), uma assistente social que se tornou uma espécie de quebra-galho dos amigos, porque suas notas baixas impediram seu sonho de virar médica. Só que muitas vezes ela parecia ter mais problemas que eles. Veja o trailer da série.

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  • Série

    “Cyberpunk: Mercenários” não terá 2ª temporada

    20 de outubro de 2022 /

    “Cyberpunk: Mercenários”, anime da Netflix baseado no game “Cyberpunk 2077” da CD Projekt Red, não ganhará novas temporadas. O anúncio foi feito por Satoru Hanma, gerente de comunidade do estúdio, numa entrevista ao site japonês Famitsu. O executivo afirmou que a produção sempre foi idealizada como uma série de apenas uma temporada. Embora afirme ainda desejar fazer novos animes da franquia, Hanma garantiu que qualquer tipo de “continuação” será “completamente diferente de ‘Mercenários’”. “Pessoalmente, gostaria de continuar trabalhando com estúdios japoneses para produzir mais animes, em parte porque recebemos um feedback muito bom”. Lançada em setembro, “Cyberpunk: Mercenários” arrancou elogios rasgados da crítica especializada, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Muitas resenhas afirmaram que a série animada era melhor que o próprio jogo. Desenvolvida em estilo anime pelo Studio Trigger (“Star Wars: Visions”), a 1ª temporada tem direção de Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) e conta uma história independente de 10 episódios sobre um garoto de rua, que vira mercenário para sobreviver numa cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificação corporal. Veja o trailer da atração.

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  • Filme

    Allison Janney e Kristen Bell arrasam casamento em trailer de comédia

    20 de outubro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer da comédia “Os Odiados do Casamento” (The People We Hate at the Wedding), que traz Allison Janney (“Mom”) e Kristen Bell (“The Good Place”) como mãe e filha. A trama acompanha Alice (Bell) e Paul (Ben Platt, de “Querido Evan Hansen”), dois irmãos que viajam até Londres, acompanhados da mãe (Janney), para participarem do casamento da meia-irmã deles, Eloise (Cynthia Addai-Robinson, de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”). Mas o que deveria ser uma chance para a família se reconectar acaba se transformando em um pesadelo, com direito a brigas, discussões e até prisões. O elenco ainda conta com Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”), Isaach De Bankolé (“Godfather of Harlem”), Karan Soni (“Deadpool”), Tony Goldwyn (“Scandal”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Julian Ovenden (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”) e John Macmillan (“Back”). Baseado no livro de Grant Ginder, “Os Odiados do Casamento” foi escrito por Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin (ambas da animação “The Great North” e do vindouro “Deadpool 3”) e dirigido por Claire Scanlon (“Brooklyn Nine-Nine”). O filme estreia em 18 de novembro na Amazon Prime Video.

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    Judi Dench critica “The Crown”: “Sensacionalismo bruto”

    20 de outubro de 2022 /

    A atriz Judi Dench (“Belfast”) criticou a vindoura 5ª temporada da série “The Crown”. Numa carta aberta publicada pelo jornal londrino The Times, Dench acusou os produtores da atração de borrarem “as linhas entre a precisão histórica e o sensacionalismo bruto”. Entre as preocupações levantadas pela atriz na sua carta, destaca-se a possibilidade de a série convencer os espectadores, especialmente seu público internacional, de que a dramatização vista na tela é um retrato genuíno da história da família real. Dench aponta como exemplo problemático disso o relato de que a 5ª temporada mostraria o príncipe Charles conspirando para derrubar a sua mãe, a falecida rainha Elizabeth II, e assumir o trono durante o início dos anos 1990. Segundo a atriz, ao tentar empurrar essa narrativa como verdadeira, a série está sendo “cruelmente injusta com os indivíduos e prejudicial à instituição que eles representam”. Dench se diz defensora da liberdade artística, mas afirma que os pronunciamentos da Netflix de que “The Crown” é um “drama ficcional” não são suficientes para diminuir a noção de realidade histórica que a série passa. O ideal, segundo ela, é que a série insira um aviso mais explicito antes de cada episódio. A atriz também pede que a Netflix considere os sentimentos da família real e do Reino Unido, que ainda estão de luto pela morte da rainha. Segundo Dench, o ato de a Netflix assumir uma maior responsabilidade seria uma “marca de respeito a uma soberana que serviu seu povo tão obedientemente por 70 anos e uma forma de preservar sua reputação aos olhos de seus assinantes britânicos.” Judi Dench teve uma relação muito próxima com a família real. Ela foi nomeada dama pela falecida rainha em 1988 e já interpretou tanto a rainha Elizabeth I (no filme “Shakespeare Apaixonado”) quanto a rainha Victoria (em “Sua Majestade, Mrs. Brown” e “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”). Além dela, o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série, também criticou “The Crown” por apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou expulsar a rainha. Em uma declaração ao jornal Mail on Sunday, Major disse que a decisão da série de retratar essa história falsa nada mais é do que “um barril de bobagens jogado para fornecer o máximo de impacto dramático totalmente falso.” A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Leia abaixo a carta aberta de Judi Dench na íntegra. “Senhor, Sir John Major não está sozinho em suas preocupações de que a última série de ‘The Crown’ apresentará um relato impreciso e doloroso da história (News, 17 de outubro). De fato, quanto mais próximo o drama se aproxima de nossos tempos atuais, mais ele parece livremente disposto a borrar as linhas entre a precisão histórica e o grosseiro sensacionalismo. Embora muitos reconheçam ‘The Crown’ pelo relato brilhante, mas ficcional, dos eventos que ela é, temo que um número significativo de espectadores, principalmente no exterior, possa considerar sua versão da história totalmente verdadeira. Dadas algumas das sugestões dolorosas aparentemente contidas na nova série – que o rei Charles conspirou para sua mãe abdicar, por exemplo, ou que uma vez sugeriu que a paternidade de sua mãe era tão deficiente que ela poderia ter merecido uma sentença de prisão – isso é cruelmente injusto para os indivíduos e prejudiciais à instituição que representam. Ninguém acredita mais na liberdade artística do que eu, mas isso não pode passar sem contestação. Apesar de terem declarado publicamente esta semana que ‘The Crown’ sempre foi um ‘drama ficcional’, os criadores da série resistiram a todos os pedidos para que eles carregassem um aviso no início de cada episódio. Chegou a hora de a Netflix reconsiderar – pelo bem de uma família e de uma nação tão recentemente enlutada, como uma marca de respeito a uma soberana que serviu seu povo com tanto zelo por 70 anos e para preservar sua reputação aos olhos de seus assinantes britânicos. Dama Judi Dench Londres W1”

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  • Série

    The Crown: Trailer da 5ª temporada destaca crise na monarquia

    20 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “The Crown”, que acompanha a saga da família real britânica durante a crise causada pelo fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. Os próximos episódios trazem Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como última intérprete da rainha Elizabeth II. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, além de Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed. A 5ª temporada vai estrear em 9 de novembro.

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    Trailer da 4ª temporada de “Titãs” é repleto de vilões

    19 de outubro de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Titãs”, que mostra alterações significativas em relação à adaptação dos quadrinhos. Embora o arco do Irmão Sangue indique uma inspiração nos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez – que ancoraram a 1ª temporada da série – , a prévia revela uma ligação do personagem com Lex Luthor, que é exclusiva da série. Na produção, o líder religioso carismático é vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”, enquanto Titus Welliver (“Bosch”) aparece como Luthor. A participação de um dos maiores vilões da DC gira em torno da dualidade de Superboy/Conner, que foi criado a partir de uma combinação do DNA do Superman com o de Luthor. Nesta temporada, o herói vai precisar avaliar o que isso significa. Mas há mais vilões na trama. Franka Potente (“Identidade Bourne”) foi escalada como May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue, e Lisa Ambalavanar (“The A List”) interpreta Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. A aparição de Jinx, porém, sugere uma ambivalência. Vilã assumida nos quadrinhos, ela é introduzida quase como uma versão de Lilith Clay, heroína dos Titãs nos anos 1970 – que posteriormente assumiu o codinome de Sina (Omen). Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a série reúne os heróis Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter), Superboy (Joshua Orpin) e Robin/Tim Drake (Jay Lycurgo). Os novos episódios estreiam em 3 de novembro nos EUA. Já no Brasil, a série chega pela Netflix, mas apenas após encerrar sua exibição completa nos EUA.

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  • Série

    2ª temporada de “A Vida Sexual das Universitárias” ganha trailer

    19 de outubro de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série de comédia “A Vida Sexual das Universitárias” (The Sex Lives of College Girls). Criada por Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”) em parceria com o roteirista Justin Noble (“Brooklyn Nine-Nine”), a série gira em torno de quatro colegas de quarto, que passam a conviver em meio à tensão sexual e situações constrangedoras na faculdade. A prévia dos novos episódios mostra as garotas cada vez mais amigas e animadas em meio a festas, vizinhos descamisados e até strippers masculinos. O elenco central destaca as atrizes Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur, Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. Sem experiências prévias, elas se tornaram rapidamente conhecidas com a atração, que atingiu 96% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada estreia em 17 de novembro.

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  • Série

    Slow Horses: Gary Oldman tenta impedir conspiração no trailer da 2ª temporada

    19 de outubro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série de espionagem “Slow Horses”, estrelada pelo vencedor do Oscar Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”). Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron acompanha os “pangarés”, uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman vive Jackson Lamb, o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de encabeçar “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Com o sucesso de sua primeira missão, os pangarés retornam para investigar segredos antigos da Guerra Fria, precisando superar novamente suas limitações para impedir uma conspiração que pode ocasionar um massacre nas ruas de Londres. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série já se encontra renovada até a 4ª temporada. A estreia dos novos episódios está marcada para 2 de dezembro.

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  • Filme,  Música

    Netflix anuncia documentário dos Racionais pra novembro

    19 de outubro de 2022 /

    A Netflix anunciou o lançamento de um documentário sobre o grupo de rap Racionais MC’s. Intitulado “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo”, o documentário será lançado em 16 de novembro. Dirigida por Juliana Vicente (“Cidade Correria”), a obra mostrará a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock, com entrevistas exclusivas e imagens de arquivo de toda a trajetória do grupo. Com cenas inéditas gravadas ao longo demais de 30 anos, a produção também abordará o impacto e o legado dos músicos desde os primeiros shows nas ruas de São Paulo até os dias de hoje. Antes de chegar ao streaming, “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo” terá exibição na 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com sessão de gala marcada para 31 de outubro, na Cinemateca. 30 anos fazendo história. O documentário Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo chega dia 16 de novembro. pic.twitter.com/5MQAUxFTqU — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022 QUEM NÃO TÁ EMPOLGADO PODE DAR UNFOLLOW AÍ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022

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  • Série

    Série “O Rei da TV” estreia polemizando com família de Silvio Santos

    19 de outubro de 2022 /

    A apresentadora Patricia Abravanel decidiu reclamar da série “O Rei da TV”, que narra a trajetória do seu pai, Silvio Santos. Antes mesmo de assistir à atração, que estreou nessa quarta (19/10) no serviço de streaming Star+, Patricia comentou que a série não faz jus ao verdadeiro Silvio Santos. “Quem assistiu falou que não gostou. Não assisti ainda, mas quem viu e conhece o meu pai falou que não faz jus à pessoa maravilhosa que ele é”, contou ela, em entrevista ao canal Intervenção. “Vou ter que assistir para ver, mas me falaram isso. Não faz jus, há umas partes em que não é o Silvio Santos que a gente ama e conhece.” Diante desse comentário, o ator José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”), que interpreta a versão madura de Silvio Santos na série, afirmou não se importar se a família vai gostar ou não da atração. “Tem tudo para ele [Silvio Santos] não gostar da série”, disse Chachá ao Metropolis. “Porque a pessoa que é retratada sempre vai falar: ‘Ah, não é bem assim’, ‘eu não falo assim’, ‘eu não ajo assim’, ‘não foi isso que aconteceu’. Mas os redatores da série estavam muito bem amparados pelas pesquisas e por advogados que, porventura, possam agir caso haja alguma contra-ofensiva por parte da família.” Esse amparo jurídico se faz necessário porque “O Rei da TV” foi produzida sem a autorização de Silvio Santos e da sua família. Mas Chachá enxerga isso como um ponto positivo. “A gente não quis se aproximar dessa realidade, de conhecer as pessoas de perto. Acho desnecessário, porque é uma ficção, e a ficção dá essa liberdade de a gente intuir o que acontece nesses bastidores e nessas casas, nessas mansões do Morumbi, e poder retratar de uma forma artística, de uma forma bem-humorada ou não.” “Eu acho que se ele não gostar, ou se a Patricia não gostar, é problema dela”, continuou o ator. “Acho que ela tem tudo para não gostar porque é retratada na série e não vai se identificar tanto quanto a gente gostaria.” Produção da Gullane, “O Rei da TV” destaca em sua equipe o diretor Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”), que também comentou a expectativa sobre a reação da família Abravanel. “Espero que ele [Silvio] me ligue, porque vai adorar a série, vai achar incrível! Que toque meu telefone e ele fale: ‘Parabéns, Marcus Baldini, você arrasou! Eu adorei a série!’”, torce o diretor. O produtor Caio Gullane vai além: “Como o Silvio tem uma autoestima muito grande, de cara, como é uma série sobre ele, já deve achar que vai ser um sucesso. Trabalhamos para isso. Construímos uma série que quem gosta do Silvio vai adorar e quem talvez não goste do Silvio também vai gostar, porque estamos contando a história da televisão brasileira, a história de um personagem com suas nuances e suas contradições”. De fato, o público parece estar muito interessado em ver a produção. O trailer de “O Rei da TV”, que pode ser visto abaixo, foi assistido mais de 7,5 milhões de vezes no YouTube, o que faz dele o mais visto da história das produções brasileiras. A série cobre desde a juventude de Senor Abravanel como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, passando pela descoberta de como poderia ganhar dinheiro com carnês do Baú da Felicidade e sua ambição de chegar à TV, culminando em seus dias como dono de canal televisivo. Além de José Rubens Chachá, o elenco destaca Mariano Mattos Martins (“Hebe: A Estrela do Brasil”) como a versão jovem de Sílvio Santos e Leona Cavalli (“Órfãos da Terra”) como sua esposa Íris Abravanel.

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