Woody Harrelson e Matthew McConaughey e vão celebrar amizade em série de comédia
Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson vão voltar a trabalhar juntos numa série depois do sucesso da 1ª temporada de “True Detective”. A dupla vai celebrar sua amizade numa série de comédia ainda sem nome, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+. De acordo com a sinopse, a atração vai girar em torno do “estranho e belo vínculo” entre entre Matthew McConaughey e Woody Harrelson. Na trama, a amizade dos dois é testada quando suas famílias tentam viver juntas no rancho de McConaughey no Texas. Criada por David West Read (roteirista de “Schitt’s Creek”), a série terá 10 episódios e ainda não tem previsão de estreia. O projeto vai marcar a mais nova parceria de McConaughey e Harrelson. Além de terem trabalhado juntos em “True Detective” (2014), os atores (que são amigos na vida real) também dividiram a tela em “Bem-vindo a Hollywood” (1998), “EDtv” (1999) e “Profissão Surfista” (2008). Eles são tão amigos que tem o costume de passar férias juntos, como a viagem do ano passado a Dubrovnik, na Croácia, para comemorar o aniversário de Harrelson. Na ocasião, os dois fizeram canoagem juntos.
“A Lição” vira uma das 10 séries não faladas em inglês mais vistas da história da Netflix
O sucesso de “A Lição” (The Glory) reforça a capacidade da Netflix de lançar fenômenos sul-coreanos. A segunda parte da atração, que estreou na sexta (10/3), não só garantiu excelentes números em sua primeira semana de exibição como ajudou a série a se tornar uma das mais assistidas de todos os tempos da Netflix. A estreia da Parte 2 deixou para trás os números de várias séries populares da plataforma, incluindo a 4ª temporada de “Você” e a 3ª temporada de “Outer Banks”, ao atingir 124,46 milhões de horas em apenas três dias de exibição – de sexta a domingo (12/3). Somando a audiência dos episódios das duas partes, a produção de suspense alcançou excelentes 289,2 milhões de horas visualizadas. Com isso, superou as 275,3 milhões da 3ª temporada de “Elite” e se tornou a 9ª série não falada em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos. E tudo indica que, o seriado deve superar nos próximos dias as visualizações de “Lupin” (316 milhões) e “Café com Aroma de Mulher” (326 milhões) para ocupar o 7º lugar. Vale lembrar que a Netflix soma apenas os 28 primeiros dias de exibição de suas séries para organizar seu ranking histórico. Entretanto, burla a própria regra com temporadas divididas em duas partes. Como aconteceu com “Stranger Things”, a “Lição” continua a ter seu público contabilizado depois dos 28 dias. É que o lançamento da Parte 2 terá mais 28 dias para somar seus números aos da Parte 1. A trama de “A Lição” gira em torno de uma mulher que quer se vingar das pessoas que a atormentaram durante o Ensino Médio. Desde a adolescência, Dong Eun (Song Hye Kyo) planeja meticulosamente um elaborado plano contra os algozes de sua saúde mental. Agora que é adulta, ela finalmente tem a chance de botar seu plano de vingança em ação e, para isso, contará com a ajuda de um belo médico, que é secretamente apaixonado por ela. Entretanto, em meio ao sucesso, o diretor da série, Ahn Gil-ho, passou a ser acusado de ter praticado bullying, exatamente como os personagens da trama. Em uma postagem anônima realizada no dia da estreia da Parte 2, uma pessoa afirmou que o cineasta ameaçou e agrediu vários colegas de classe após descobrir que eles caçoavam de sua namorada em uma escola nas Filipinas. Inicialmente, o diretor negou todas as acusações. Porém, no domingo (12/3), o advogado de Ahn Gil-ho admitiu que o conteúdo da postagem era verdadeiro: “O diretor Ahn Gil-ho tinha uma namorada enquanto estudava nas Filipinas em 1996. Quando soube que sua namorada foi alvo de zoações na escola por causa dele, ele momentaneamente passou do ponto e causou mais traumas às pessoas envolvidas no assunto”. No comunicado, o representante do diretor também diz que ele pede desculpas pelos erros do passado: “Ele pede perdão do fundo de seu coração para aqueles que foram feridos por este incidente. Se tiver a oportunidade, ele gostaria de um encontro pessoal ou, pelo menos, um contato por telefone para transmitir suas desculpas”, explicou o advogado Kim Hun-hui. Em outro comunicado, Ahn Gil-ho afirmou que, no primeiro momento, negou ter cometido bullying por “não se lembrar muito bem do assunto”. Apesar da polêmica, o sucesso de “A Lição” é enorme e, mesmo com o desfecho conclusivo da 1ª temporada, pode ganhar novos capítulos.
“Você” continua a liderar Top 10 da Netflix
A 4ª temporada da série “Você” continua o seu domínio na Netflix. A atração, cuja segunda parte estreou em 9 de março, ficou em 1º lugar entre as séries mais vistas da plataforma de streaming, com 75 milhões de horas assistidas. A minissérie documental “Voo 370: O Avião que Desapareceu” garantiu o 2º lugar, com 59 milhões de horas assistidas em sua semana de estreia, seguida pela 2ª temporada de “Sex/Life”, que foi vista por 46 milhões de horas ao longo da última semana. A 3ª temporada de “Outer Banks” caiu para o 4º lugar, com 44 milhões de horas, e a 1ª temporada de “Sex/Life” fechou o Top 5, com 25 milhões de horas assistidas durante a última semana. Entre as séries estrangeiras, ou seja, aquelas que não são faladas em inglês, o destaque ficou com a atração sul-coreana “A Lição”, que acumulou incríveis 124 milhões de horas assistidas (mais do que as primeiras colocadas nos EUA). A atração é um novo fenômeno made in Korea da Netflix e entrou no Top 10 das séries mais vistas de todos os tempos de língua não inglesa da plataforma. Já entre os filmes, o destaque foi “Luther: O Cair da Noite”, estrelado por Idris Elba, vista por um total de 65 milhões de horas. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na semana passada. 1 | VOCÊ 2 | NETFLIX 2 | VOO 370: O AVIÃO QUE DESAPARECEU | NETFLIX 3 | SEX/LIFE 2 | NETFLIX 4 | OUTER BANKS 3 | NETFLIX 5 | SEX/LIFE 1 | NETFLIX
Diretor de “Game of Thrones” vai comandar série de “Blade Runner”
O diretor de “Game of Thrones” Jeremy Podeswa foi contratado para comandar o primeiro episódio de “Blade Runner 2099”, minissérie derivada dos filmes de “Blade Runner”, em desenvolvimento na Amazon Prime Video. Indicado ao Emmy quatro vezes por seu trabalho nas séries “Boardwalk Empire”, “Game of Thrones” e “The Pacific”, Podeswa vai trabalhar com o cineasta Ridley Scott. O projeto marcará o retorno do cineasta ao universo de “Blade Runner” depois de dirigir o clássico “Blade Runner: O Caçador de Androides” (1982) e produzir a continuação, “Blade Runner 2049” (2017) – que foi comandada por Denis Villeneuve. A série foi mencionada pela primeira vez em novembro de 2021 pelo próprio Ridley Scott, que na ocasião deu poucos detalhes, mas mencionou que o piloto já estava completamente escrito. O primeiro “Blade Runner” é a adaptação de um conto do escritor Philip K. Dick e se passa numa Los Angeles distópica, onde humanos sintéticos, conhecidos como replicantes, são criados para trabalhar em colônias espaciais. Quando um grupo de replicantes escapa de volta à Terra, um policial (interpretado por Harrison Ford) aceita o trabalho de caçá-los e destruí-los. Já a sequência, “Blade Runner 2049”, acompanha um replicante (interpretado por Ryan Gosling) que descobre um segredo que ameaça desestabilizar a sociedade. O filme trouxe de volta o ator Harrison Ford e ainda contou com as adições de Ana de Armas (“Blonde”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”). Criada por Silka Luisa (“Iluminadas”), que também vai produzir a atração, “Blade Runner 2099” vai se passar 50 anos após os eventos mostrados no segundo filme. Até o momento, não se sabe se algum dos atores envolvidos nos filmes anteriores vai retornar para a série ou se a atração vai contar uma história nova, como fez a animação “Blade Runner: Black Lotus”, do canal Adult Swim. “Blade Runner 2099” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. A nova série será o segundo longa-metragem dirigido por Scott a ganhar adaptação para o streaming. O criador de “Fargo” e “Legion”, Noah Hawley, está desenvolvendo há mais de um ano uma série baseada em “Alien” para a plataforma Hulu (Star+ no Brasil), igualmente com produção da Scott Free, a produtora do cineasta. Assista abaixo aos trailers de “Blade Runner: O Caçador de Androides” e “Blade Runner 2049”.
Produtor chama Jenna Ortega de tóxica após atriz falar mal da equipe de “Wandinha”
O produtor Steven DeKnight (criador de “Spartacus”) chamou Jenna Ortega de “tóxica” após a atriz falar mal dos produtores e roteiristas da série “Wandinha”, que ela estrelou. O caso aconteceu no dia 6 de março, quando Ortega participou do podcast “Armchair Expert with Dax Shepard”. Na ocasião, a atriz afirmou que muitas vezes precisou intervir nos roteiros da série e fazer mudanças de última hora nas falas e atitudes da sua personagem. Segundo Ortega, ela fez isso porque se sentia “muito, muito protetora” em relação a sua personagem. “Não acho que já tive que impor minha opinião no set da maneira como tive que fazer em ‘Wandinha’, porque é tão fácil cair nessa categoria, especialmente com esse tipo de série”, disse Ortega. “Tudo o que ela faz, tudo o que eu tive que interpretar, não fazia sentido para a personagem dela. Fazer parte de um triângulo amoroso não fazia sentido”. “Houve momentos no set em que eu até me tornei quase anti-profissional, em um sentido, quando eu comecei a mudar as falas”, continuou ela. Ortega contou que, quando isso acontecia, “eu tinha que sentar com os roteiristas e eles perguntavam: ‘Espere, o que aconteceu com a cena?’ E eu tinha que explicar por que não podia fazer certas coisas”. A revelação de Ortega arrancou alguns elogios, por supostamente ilustrar o comprometimento dela com o papel. Porém, essa não foi a percepção de DeKnight. Embora o produtor não tenha envolvimento com “Wandinha”, ele foi marcado numa publicação no Twitter falando sobre esse caso, e resolver dar a sua opinião. Segundo o responsável por séries como “Spartacus” e “Demolidor”, esse tipo de atitude não deve ser elogiada, uma vez que ela “claramente cagou publicamente dos showrunners/roteiristas” Alfred Gough e Miles Millar. DeKnight publicou uma sequência de tuítes em que explicou que Ortega poderia ter abordado as suas dúvidas em relação à personagem de uma maneira muito mais profissional. “Ela é jovem, então talvez não saiba disso (mas deveria). Ela também deveria se perguntar como se sentiria se os showrunners dessem uma entrevista e falassem sobre o quão difícil foi trabalhar com ela e como ela se recusou a seguir o material”. “Este tipo de declaração é mais que arrogante e tóxica”, continuou ele. “Eu amo o trabalho dela, mas a vida é muito curta para lidar com pessoas assim nessa indústria”. Depois da entrevista polêmica – e outras anteriores, com tom similar – , Jenna Ortega foi promovida a produtora da 2ª temporada de “Wandinha”. This kind of statement is beyond entitled and toxic. I love her work, but life’s too short to deal with people like this in the business. — Steven DeKnight (@stevendeknight) March 7, 2023 Doubtful since she clearly shit on the showrunners/writers publicly. https://t.co/3gtB0pOIEl — Steven DeKnight (@stevendeknight) March 11, 2023
“The Last of Us” bate recorde de audiência e supera “A Casa do Dragão”
O último episódio da 1ª temporada de “The Last of Us” bateu o recorde de audiência da série, visto por 8,2 milhões de telespectadores em todas as plataformas da HBO nos Estados Unidos. Com isso, o crescimento do público ao longo da temporada foi de 74,5% maiores, desde os 4,7 milhões que assistiram à estreia da série em janeiro até a exibição da season finale no domingo (12/3). A emissora também contabilizou toda a audiência da atração desde seu lançamento – incluindo reprises e exibição estendida em streaming – para revelar que “The Last of Us” teve uma média de 30,4 milhões de telespectadores desde sua estreia, superando os 29 milhões de “A Casa do Dragão”. Em toda a história da HBO, a audiência cumulativa da série pós-apocalíptica só perde para a temporada final de “Game of Thrones”, que teve uma média superior a 44 milhões de espectadores em 2019. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).
“Three Pines” é cancelada após apenas uma temporada
A Amazon Prime Video cancelou “Three Pines”, série criminal estrelada por Alfred Molina (“Homem-Aranha Sem Volta para Casa”), após apenas uma temporada. A notícia foi confirmada pela showrunner Emilia di Giorlamo, a escritora de material de origem Louise Penny e a estrela Elle-Máijá Tailfeathers no Instagram. Tailfeathers descreveu a notícia como “difícil de processar” e disse que, como atriz indígena, ela “nunca pensou que teria a oportunidade de ser a protagonista de um programa como este”. O programa foi elogiado por seu retrato diferenciado dos povos e questões indígenas. “Estou chocada e chateada. Como qualquer programa, [‘Three Pines’] teve dores de crescimento, mas só ficaria cada vez melhor”, acrescentou A série trazia Alfred Molinacomo o inspetor-chefe Armand Gamache, um detetive da polícia canadense que vai investigar uma morte bizarra numa cidade rural idílica e tediosa, mas ao chegar lá se depara com uma epidemia de falecimentos com as mais diversas causas. Perplexo com a quantidade de mortes súbitas, beirando o sobrenatural, o detetive logo se depara com segredos há muito enterrados, mas para solucionar o caso precisa enfrentar alguns de seus próprios fantasmas. A produção canadense-britânica era baseada numa franquia literária da escritora Louise Penny e foi desenvolvida pela produtora-roteirista Emilia di Girolamo (“The Tunnel”), com realização da Left Bank Pictures, empresa por trás da premiada série “The Crown”. No Brasil, a série foi disponibilizada pela HBO Max. Veja abaixo o trailer da atração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elle-Máijá Tailfeathers (@ellemaijatailfeathers)
Estreia de “Pânico VI” lidera bilheterias do Brasil
“Pânico VI” liderou as bilheterias do Brasil em seu fim de semana de estreia, levando cerca de 390 mil pessoas aos cinemas para um faturamento de R$ 8,45 milhões. A nova continuação de terror também ficou em 1º lugar nos EUA, onde teve a maior estreia de toda a franquia iniciada nos anos 1990. Em 2º lugar, ficou “Creed III”, protagonizado e dirigido por Michael B. Jordan, que rendeu R$ 4,06 milhões. Líder até a semana passada, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” caiu para o 3º lugar com R$ 3,14 milhões. Outro estreante, “65 – Ameaça Pré-Histórica” fez R$ 2,46 milhões em 4º lugar. E, para completar o Top 5, “A Baleia” foi o drama indicado – e premiado – no Oscar 2023 mais prestigiado pelo público no fim de semana da premiação, com US$ 1,62 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil. 1 | PÂNICO VI | 2 | CREED III | 3 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA | 4 | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA | 5 | A BALEIA |
Oscar Isaac negocia estrelar série do diretor de “Nada de Novo no Front”
O ator Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) está em negociações para estrelar “Helltown”, série dirigida por Edward Berger, responsável por “Nada de Novo no Front”, vencedor de quatro Oscars, incluindo Melhor Filme Estrangeiro. Caso as negociações se concretizem, Isaac vai interpretar o aclamado escritor Kurt Vonnegut, autor de livros cultuados como “Matadouro 5”, “Café da Manhã dos Campeões” e “Cama de Gato”. A série vai se passar em 1969, quando Vonnegut era um escritor que passava por dificuldades que precisava trabalhar como vendedor de carros para poder sustentar a esposa e os cinco filhos. Porém, quando duas mulheres desaparecem e são mais tarde descobertas assassinadas, Kurt fica obcecado por aquele crime e se envolve na caça ao serial killer, ao mesmo tempo que forma um vínculo com o principal suspeito. “Helltown” será baseada no livro homônimo de Casey Sherman. O produtor e roteirista Mohamad El Masri (“Ruptura”) vai atuar como showrunner da atração, que também tem entre seus produtores o astro Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”). Desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video, a série ainda não tem previsão de estreia. Oscar Isaac será visto a seguir no filme “Metal Gear Solid”, adaptação de uma famosa franquia de games, ainda sem data de lançamento.
Elenco de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” volta a se juntar em teaser de série
A plataforma de streaming Disney+ divulgou um easer da série “American Born Chinese”. Sem entrar em detalhes sobre trama, a prévia serve para destacar uma nova reunião de Michelle Yeoh, Ke Huy Quan e Stephanie Hsu, que trabalham juntos no filme vencedor do Oscar “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “A Jogada de Chang”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” estreia em 24 de maio na Disney+.
Produtor mineiro ganha Oscar com o filme “Nada de Novo Front”
Teve brasileiro premiado no Oscar 2023. O produtor mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos, recebeu a estatueta na categoria de melhor filme internacional por seu trabalho no drama de guerra “Nada de Novo no Front”. Há cerca de 20 anos, o produtor de cinema belo-horizontino se mudou da capital mineira para Los Angeles, onde reside atualmente, mas nunca deixou de amar o Brasil e a sua cidade natal. “Sou amante do samba, fascinado pela história de Minas, pela gastronomia”, disse ele em entrevista recente ao jornal O Tempo. Em duas décadas nos Estados Unidos, Dreifuss se estabeleceu na indústria cinematográfica e assinou a produção de alguns projetos famosos como “No”, de Pablo Larraín, primeiro longa chileno indicado ao Oscar de melhor filme internacional, em 2013, com Gael García Bernal (“Tempo”), e “Sérgio”, estrelado por Wagner Moura (“Agente Oculto”) e Ana de Armas (“Blondie”), biografia do saudoso diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Com surpreendentes 9 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme, “Nada de Novo no Front” conta a história do jovem soldado alemão Paul (Felix Kammerer), que se alista para lutar na 1ª Guerra Mundial. O roteiro é baseado no romance homônimo do escritor Erich Maria Remarque, lançado em janeiro de 1929. O longa foi um dos maiores vencedores da noite, conquistando quatro categorias: Melhor Filme Internacional, Fotografia, Direção de Arte (Design de Produção) e Trilha Sonora. Daniel Dreifuss recebeu o roteiro de “Nada de Novo no Front” há mais ou menos 10 anos. Originalmente, o filme seria todo falado em inglês e tinha uma pegada mais comercial, com muitas cenas de ação e explosões. A trama focava mais no último dia do conflito, horas antes do armistício do dia 11 de novembro de 1918, às 11h. Depois que o texto passou por outros diretores e produtores, Dreifuss decidiu retomar o projeto com mudanças importantes. “Lutei pela autenticidade que sempre norteou minha carreira. Eu pensei: ‘por que alemães estariam falando em inglês entre si?’. Fui para a Alemanha em 2019 com a ideia de voltar ao texto original e tentar levantar a produção em alemão”, explicou para o jornal mineiro. “Nada de Novo no Front”, cuja direção é assinada por Edward Berger (“Jack”), foi rodado em 2021 e há poucos meses chegou ao streaming como grande aposta da Netflix para a temporada de premiações. Até conseguir financiamento para o filme, Daniel Dreifuss ouviu muitas recusas nos Estados Unidos. Contudo, voltar ao texto original e buscar parceiros na Alemanha tem uma explicação muito particular. “A família do meu pai é toda da Alemanha, da fronteira com a França. Meu avô Max nasceu em 1899, se alistou em 1917 e foi lutar pela Alemanha na 1ª Guerra. Ferido nas costas e no pulmão, foi mandado de volta para a casa. O primo dele é uma das pessoas das quais o filme fala. Ele morreu a 40 horas do fim da guerra. O meu avô, 20 anos depois, foi mandado para uma campo de concentração por ser judeu-alemão”, relatou o produtor. “Quando eu recebi o roteiro, eu sabia que aquelas pessoas existiam na minha vida, existiam em mim. Eu queria honrá-las depois de tantos ‘nãos’ seguidos, de tanta carga negativa. Eu pensava nessas pessoas e continuava no empenho de contar essa história”, ele completa. O seu avô sobreviveu ao terror do nazismo e fugiu para o Uruguai, onde nasceria o pai do produtor, o cientista político e historiador René Dreifuss. Daniel nasceu em Glasgow, em 1978, quando o seu pai fazia doutorado na Escócia. Um ano e meio depois, ele chegou a Belo Horizonte. O produtor fala com saudade de BH. Foi na capital mineira que ele se apaixonou por cinema em sessões no Cine Pathé, no Cine Acaiaca, no Belas Artes e em outros cinemas de rua da cidade, levado por sua mãe, Aurea, ainda quando era criança. Essas memórias acompanham Dreifuss até os dias de hoje, e assim sempre será. Há tantos anos fora do Brasil, o produtor não quer que seus laços com o país se enfraqueçam com o tempo. Amizades, família, culinária, música e visitas pontuais ao país ajudam a manter forte essa relação. Já com o mercado cinematográfico brasileiro, Daniel Dreifuss espera criar uma relação que gere futuros trabalhos: “Gostaria que o Brasil se lembrasse mais que eu sou brasileiro, adoraria levantar projetos no Brasil. Nosso país tem muitos talentos no cinema, diretores interessantíssimos, tem a turma de Recife, dos meus conterrâneos do ‘Marte Um’, da Filmes de Plástico. Espero que eu tenha o privilégio de acabar me conectando mais com a indústria brasileira. Eu vou onde as histórias estão, e elas não têm fronteiras”. “Nada de Novo no Front” tornou-se o filme alemão mais premiado da história do Oscar. E além das quatro estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, o longa também foi o grande vencedor da premiação da Academia Britânica de Artes e Ciências Cinematográficas e Televisivas, vencendo sete BAFTA Awards, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Após o sucesso estrondoso da obra, Daniel relata que atualmente está cheio de novos projetos e trabalha no desenvolvimento de duas minisséries e um filme. E o produtor revela que adoraria ver todas essas obras serem gravadas no Brasil: “Não quero me distanciar do meu país. O Brasil é emocionante”.
The Last of Us: Produtores planejam dividir segundo game em mais duas temporadas
A 1ª temporada de “The Last of Us” chegou ao fim nesse domingo (12/3), mas a atração parece estar longe de acabar. Em entrevista à revista GQ, os criadores da série, Craig Mazin e Neil Druckmann, confirmaram que a trama de “The Last of Us” deve se estender por mais tempo. Oficialmente, “The Last of Us” foi renovada apenas para a 2ª temporada. Portanto, a expectativa até então era de que o segundo ano da atração fosse adaptar a história contada no jogo “The Last of Us: Part II”. Agora, foi revelado que não é isso que vai acontecer. Mazin foi enfático ao dizer que a próxima temporada não vai contar a história completa. “Não. Sem chance”, disse ele. E Druckmann acrescentou: “É mais de uma temporada”. Lançado em 2020, “The Last of Us: Part II” conta uma história maior e mais complexa do que o primeiro jogo. Existem mais personagens envolvidos, flashbacks e novos cenários. Portanto, a solução encontrada foi dividir essa história em mais temporadas. “Você notou corretamente que não diremos quantas [temporadas]. Mas mais de uma é factualmente correto”, disse Mazin. “É bem possível que haja muito mais infectados mais tarde. E talvez tipos diferentes”, completou ele, respondendo ao questionamento dos fãs sobre a ausência de “zumbis” na série. A trama de “The Last of Us: Part II” traz de volta alguns personagens conhecidos, como Joel (interpretado por Pedro Pascal na série), Ellie (Bella Ramsey), Tommy (Gabriel Luna), Maria (Rutina Wesley), além de acrescentar novos rostos. Uma das principais personagens da “Parte II” é Abby (Laura Bailey), que teve uma pequena participação no final da 1ª temporada da HBO, mas que deve ganhar muito destaque daqui para frente. Ela é creditada como uma das enfermeiras na sala de cirurgia do hospital de Salt Lake City, onde Ellie está sendo preparada para cirurgia. Ela está acompanhada por outra enfermeira e as duas se olham horrorizadas quando Joel invade o local, mata o cirurgião-chefe e foge com Ellie. A 2ª temporada de “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia. Já a 1ª temporada está disponível na HBO Max.
Saiba onde ver e que horas começa o Oscar 2023
A 95ª edição do Oscar vai acontecer neste domingo (12/3) em Los Angeles e não será exibida na TV aberta. A Globo, que transmitiu as últimas edições do prêmio, decidiu cancelar seu acordo de exibição e não mostrará o Oscar nem na Globoplay, como fez no ano passado. O público brasileiro só poderá acompanhar a premiação pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max. A cerimônia, que será realizada no Dolby Theatre com apresentação do comediante Jimmy Kimmel, está marcada para as 21 horas, mas a transmissão nacional vai começar antes, desde as 20h, para acompanhar o tapete vermelho – que na verdade será cor de champanhe neste ano. A versão oficial em português do Oscar será apresentada por Ana Furtado, que será acompanhada pelo crítico Michel Arouca e a atriz Camila Morgado. A transmissão vai acontecer direto de Los Angeles, no Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com o por do sol de Hollywood ao fundo. Além disso, Carol Ribeiro e Aline Diniz estarão a postos no Dolby Theatre para cobrir a chegada dos astros e estrelas. Sem direito a exibir a premiação, o canal pago E! também preparou uma programação especial no tapete vermelho do Oscar, que vai começar ainda mais cedo: a partir das 18h, com participação da atriz Laverne Cox (“Orange Is the New Black”). Além de premiar astros de Hollywood, o evento erá apresentações musicais dos indicados ao Oscar de Melhor Canção Original. São eles: Sofia Carson e Diane Warren por “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), David Byrne, Stephanie Hsu & Son Lux por “This Is A Life” de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022), Rihanna por “Lift Me Up” de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (2022), e M. M. Keeravani e Chandrabose por “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. Infelizmene, Lady Gaga, indicada por “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022), não irá se apresentar. Ela não teve tempo para ensaiar, devido às filmagens da continuação de “Coringa” (2019).












