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    Spielberg recria cena de Jurassic Park em trailer de Jogador Nº 1

    15 de março de 2018 /

    A Warner liberou um novo trailer de “Jogador Número 1”, filme dirigido por Steven Spielberg que chega aos cinemas no final do mês. Ainda sem legendas, a prévia mostra mais do Oasis, o ambiente virtual onde se passa a maior parte da ação, e que é um desenho animado digital. O destaque fica por conta da recriação de uma cena de “Jurassic Park”, que mostra um T-Rex perseguindo um carro. O longa, que marca a volta de Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Pré-estreia de Jogador Nº 1 é aplaudida de pé e internet se curva a Steven Spielberg

    12 de março de 2018 /

    O retorno de Steven Spielberg à ficção científica, “Jogador Nº 1”, teve sua primeira exibição oficial no domingo (11/3), durante o Festival SXSW, nos Estados Unidos. E, mesmo com direito a problemas técnicos, que paralisaram a sessão, o público e a crítica presente aplaudiram de pé a exibição, correndo logo em seguida para seus celulares para beijar a mão do mestre. Todos os comentários nas redes sociais foram elogiosos, assim como algumas das primeiras críticas publicadas. A revista Forbes foi ao extrema para afirmar que se trata de uma “obra-prima instantânea”. De acordo com diversos comentários, o excesso de referências à cultura pop dos anos 1980 e 1990 não se torna distrativo, mas envolvente. E ninguém abordou o fato de as animações computadorizadas parecerem datadas. Como em “Avatar”, o escurinho do cinema propiciou um ambiente de imersão capaz de envolver completamente o público e fazê-lo mergulhar na proposta. Ao citar uma luta de personagens clássicos da sci-fi, como o Gigante de Ferro e o Mechagodzilla, a revista Variety sintetizou a reação. “Toda vez que uma criatura dessas aparece, é muito legal. O filme conta uma história que tira o fôlego e tem relativa coerência, em uma explosão de elementos da cultura pop.” Mas enquanto geeks enlouqueceram com o filme, parte significativa da crítica achou que há muito barulho por nada – a nota no Rotten Tomatoes registra esta divisão, com cotação medíocre. Mas esta é outra história para mais adiante, conforme aumentar a quantidade de críticas publicadas. “Jogador Nº 1” é é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). O filme estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Standing ovation for Spielberg after the #ReadyPlayerOne premiere. “That was probably the greatest anxiety attack I’ve ever had,” he said, alluding to the screening’s technical difficulties (truth is, it actually only made the crowd more excited) #SXSW pic.twitter.com/FxYMfk7LZf — Bryn Elise Sandberg (@brynsandberg) March 12, 2018 “Aplausos em pé para Spielberg depois da pré-estreia de ‘Jogador Nº 1’. ‘Este foi provavelmente o maior ataque de ansiedade que eu já tive’, ele disse, aludindo aos problemas técnicos da exibição (na verdade, isso só deixou o público mais excitado)” – Bryn Elise Sandberg, revista The Hollywood Reporter. #ReadyPlayerOne is classic Steven Spielberg. It’s got the references, the ferocious effects and the great ‘80s soundtrack, sure, but also the charm, the heart, the humor and a fantastic Alan Silvestri score. I loved it & so did this #SXSW crowd. Be excited for it! pic.twitter.com/xwPOGwXDxd — ErikDavis (@ErikDavis) 12 de março de 2018 “Jogador Nº1 é um clássico de Steven Spielberg. Tem as referências, os efeitos ferozes e a ótima trilha sonora dos anos 1980, claro, mas também tem o charme, o coração e o humor, além de composições fantásticas de Alan Silvestri. Eu amei, e o público do SXSW também. Fiquem animados!” – Erik Davis, do site Fandango. #ReadyPlayerOne is nerdy as all hell but it’s hard to not leave the theater with a huge smile on your face. Pure Spielbergian joy. pic.twitter.com/7ToMQ7uIdL — Frank Pallotta (@frankpallotta) March 12, 2018 “‘Jogador Nº 1’ é nerd pra caramba, é difícil não deixar o cinema com um sorriso no rosto. Pura alegria de Spielberg” – Frank Pallotta, da rede CNN. #ReadyPlayerOne is classic Spielberg fun! What a blast, can’t wait to see it again. Rewards repeat viewings. Tons of great references, visuals and heart. So kick ass it blew the speakers! — Robert Rodriguez (@Rodriguez) 12 de março de 2018 “Jogador Nº 1 é uma diversão clássica de Spielberg. Que elenco, mal posso esperar para ver novamente. Vale ver várias vezes. Várias referências ótimas, visual e coração. É tão animal que quebrou as caixas de som” – Robert Rodriguez, diretor Spielberg just said he makes many films, like The Post, from behind the camera. He made Ready Player One from the audience. That’s the perfect summation of this experience. — Eric Vespe (@EricVespe) 12 de março de 2018 “Spielberg disse que ele faz filmes como ‘The Post’ por de trás da câmera. Ele fez ‘Jogador Nº 1’ da plateia. Este é o melhor jeito de resumir este filme” – Eric Vespe, do site The Know. #ReadyPlayerOne is the most purely entertaining movie Spielberg has done in a long time, possibly since ‘Minority Report.’ #SXSW — Ramin Setoodeh (@RaminSetoodeh) 12 de março de 2018 “Jogador Nº1 é o filme mais puramente divertido que Spielberg fez em um bom tempo, possivelmente desde ‘Minority Report'” – Ramin Setoodeh, da revista Variety TOTALLY engrossed in every second of @readyplayerone. It is one of the most technically brilliant things I have EVER seen. Spielberg is one of the few directors who could orchestrate this kind of visual symphony that SO many people will enjoy. Pretty amazing.? — Grae Drake (@graedrake) 12 de março de 2018 “Fiquei totalmente absorvida em cada segundo de ‘Jogador Nº 1’. É uma das coisas mais tecnicamente brilhantes que eu já vi. Spielberg é um dos poucos diretores que poderiam orquestrar este tipo de sinfonia visual que TANTA gente vai curtir. Realmente incrível” – Grae Drake, do site Rotten Tomatoes. Ready Player One is a whole lot of fun. Those who are stuck in pre-release hate mode better prepare to be disappointed. #sxsw — Scott Weinberg (@scottEweinberg) 12 de março de 2018 “Jogadr Nº1 é muito divertido. Para os que estão odiando antes de ver, preparem para ficar desapontados” – Scott Weinberg, do site Nerdist. I didn’t think I would like #ReadyPlayerOne, but I liked it a WHOLE LOT. I think people cheered and laughed every 2 mins and dang this film was entertaining. So many references, I can’t wait for everyone to see it so we can all talk about it! #sxsw — Beatrice Verhoeven (@bverhoev) March 12, 2018 “Não achei que eu fosse gostar de ‘Jogador No. 1’, mas gostei dele TODO. Eu acho que as pessoas aplaudiram e riram a cada dois minutos deste divertido filme. Tantas referências, mal posso esperar para que todos vejam isso para que possamos falar sobre isso!” – Beatrice Verhoeven, site The Wrap. READY PLAYER ONE feels like Spielberg watched a ton of Luc Besson movies and decided to outdo them. In terms of pure spectacle, it’s the most astonishing thing he’s done. Never underestimate Steve. #SXSW — erickohn (@erickohn) March 12, 2018 “’Jogador Nº 1′ faz parecer que Spielberg assistiu a uma tonelada dos filmes de Luc Besson e decidiu superá-los. Em termos de espetáculo puro, é a coisa mais surpreendente que ele fez. Nunca subestime Steve” – Erickohn, do site IndieWire.

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    Jogador Nº 1 imita Stranger Things com pôsteres que referenciam filmes dos anos 1980

    10 de março de 2018 /

    Lembra quando “Stranger Things” reciclou diversos pôsteres de filmes dos anos 1980 (e 1970) para divulgar sua 2ª temporada? O marketing da Warner achou que seria uma ideia original fazer o mesmo com “Jogador Nº 1”. Afinal, não é uma série, mas um filme de Steven Spielberg, que dirigiu/produziu vários clássicos da época, portanto… mais legítimo? Enfim, os avatares animados (e não o elenco) de “Jogador Nº 1” ganharam diversos pôsteres que fazem referências a cartazes de filmes clássicos – e de outros nem tanto. Veja abaixo e tente identificar cada um dos títulos originais – para ajudar, um dos longas é na verdade dos anos 1960. O exercício é praticamente um ensaio para a sessão de “Jogador Nº 1”, que, no fundo, é um filme sobre os filmes que você já viu. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Por sinal, estas referências estão entre os pôsteres abaixo. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Novos trailers de Jogador Nº 1 parecem comerciais de óculos de Realidade Virtual

    2 de março de 2018 /

    A quantidade de óculos de VR (realidade virtual) vistos nos novos trailers de “Jogador Nº 1” (Ready Player One) é tão exagerada que surge um comercial. Não será surpresa se o filme for patrocinado por uma fabricante do equipamento. Confira abaixo. O filme que traz o diretor Steven Spielberg de volta à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline e se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual. Graças a tecnologia dos óculos VR, as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar nesse mundo digital. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que isso. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas no “jogo”, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do final do século 20. Por conta disso, o filme é repleto de easter eggs, com citações de filmes, quadrinhos, músicas e videogames. O elenco ainda inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Terceiro Jurassic World é anunciado

    21 de fevereiro de 2018 /

    Ainda faltam quatro meses para a estreia de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mas a Universal Pictures já confirmou a produção da continuação. Ainda sem título definido, o terceiro filme da saga “Jurassic World” entrou no cronograma do estúdio com data de lançamento marcada para 11 de junho de 2021. A data segue o aparente cronograma de produção de um filme novo a cada três anos. A aposta no sucesso de “Jurassic World: Reino Ameaçado” não é descabida. Afinal, o primeiro “Jurassic World” faturou US$ 1,6 bilhão em todo o mundo, retomando a franquia abandonada após três “Jurassic Parks” entre 1993 e 2001. Diretor de “Jurassic World”, Colin Trevorrow permanece a bordo da franquia como produtor e roteirista. Ele também escreveu “Reino Ameaçado” com Derek Connoly. Mas, para o terceiro filme, terá uma nova parceira, Emily Carmichael, roteirista do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”. “É importante para esta franquia que recebemos novas vozes criativas para manter nossa narrativa fresca e vibrante”, disse Trevorrow, em comunicado. “Estou emocionado com a tensão e a beleza que o diretor JA Bayona trouxe para ‘Reino Ameaçado’, e eu sei que Emily adicionará outra camada de emoção ao capítulo final de nossa trilogia”. Quem também continua na franquia é Steven Spielberg, diretor do filme original de 1993 que deu origem à saga e produtor de todos os filmes. O anúncio só não apresentou o nome do diretor do próximo – e pelo visto último – capítulo. Bem mais tangível, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, com direção do mencionado cineasta espanhol JA Bayona (de “Impossível”), materializa seus dinossauros em 21 de junho no Brasil.

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    Jogador Nº 1: Novo trailer e 22 fotos exploram o futuro dirigido por Steven Spielberg

    17 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou um novo trailer e 22 fotos novas de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam cenas de ação intensa, explosões, efeitos visuais e o universo virtual da trama futurista. A prévia mostra melhor acabamento nas sequências de animação digital que os vídeos anteriores, mas mantém a impressão de que o suposto mundo imersivo não supera animações de videogames da década passada, embora, na trama, o Oasis seja o mais moderno dos games já inventados. Claro que sempre há a possibilidade de o escuro do cinema e o 3D interagirem para criar uma ilusão mais convincente, como aconteceu com o mundo virtual de “Avatar” (2009), por exemplo. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Coleção de pôsteres destaca os personagens de Jogador Nº 1

    15 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam os diversos personagens e seus avatares no universo virtual da trama futurista. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Cinquenta Tons de Liberdade estreia em 1º lugar com a pior bilheteria da trilogia nos EUA

    11 de fevereiro de 2018 /

    A estreia de “Cinquenta Tons de Liberdade” foi a maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. O final da trilogia de melodrama erótico arrecadou US$ 38,8M (milhões) em seus três primeiros dias de exibição. Mesmo assim, o desempenho ficou bem abaixo da abertura dos dois capítulos anteriores baseados na obra de E.L. James. O primeiro “Cinquenta Tons” estreou com US$ 85,1M em 2015, enquanto o segundo fez US$ 46,6M em 2017. Por coincidência, a nota da crítica também se tornou mais rasteira a cada novo lançamento. O novo episódio rendeu apenas 11% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O primeiro filme da franquia (25% no RT) foi o eleito o pior filme de 2015 na votação do troféu Framboesa de Ouro. Já o segundo concorre a bis este ano. Alheio às críticas negativas, o público mundial pagou US$ 136,9M para assistir ao final feliz de Anastasia e Christian Grey, fazendo com que a franquia da Universal atingisse US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo, entre os três títulos. Além deste, o fim de semana ainda teve o lançamento de mais dois filmes nos Estados Unidos e no Canadá, que deixaram o resto do Top 3 no mesmo tom cinzento, sem impressionar a crítica. Em 2º lugar, a produção infantil “Pedro Coelho”, combinação de animação e atores reais, fez US$ 25M, obtendo um início razoável para seu orçamento de US$ 50M. Pouco mais que medíocre para a crítica norte-americana, com 58% de aprovação, o longa chega aos cinemas brasileiros em 22 de março. “15:17: Trem para Paris”, dirigido por Clint Eastwood, ficou com o 3º lugar. Orçado em US$ 30M, faturou US$ 12,6M em seus três primeiros dias. Baseada em uma história real, o filme dispensou astros famosos para trazer os verdadeiros personagens da história, recriando para as telas seu ato de heroísmo. A estratégia do docudrama, entretanto, não impressionou a crítica – teve 21% de aprovação. Estreia no Brasil em 22 de fevereiro. Logo abaixo das estreias, o fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, líder até a semana passada, apareceu em 4º lugar. A produção da Sony arrecadou mais US$ 9,8M em sua oitava semana em cartaz, já acumula US$ 365,6M nas bilheterias domésticas e atingiu US$ 881,7M em todo o mundo. Com isso, ultrapassou “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 334,2M doméstico e US$ 880,2M mundial), o maior sucesso do estúdio no ano passado. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 38,8M Total EUA: US$ 38,8M Total Mundo: US$ 136,9M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 25M Total EUA: US$ 25M Total Mundo: US$ 25M 3. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 12,6M Total EUA: US$ 12,6M Total Mundo: US$ 17,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA: US$ 365,6M Total Mundo: US$ 881,7M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA: US$ 146,52M Total Mundo: US$ 314,2M 6. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 49M Total Mundo: US$ 229,1M 7. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 17,1M Total Mundo: US$ 17,1M 8. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 123M 9. A Forma da Água Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 49,7M Total Mundo: US$ 74,3M 10. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 40,9M Total Mundo: US$ 57M

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    The Post resgata espírito de contestação da Nova Hollywood dos anos 1970

    11 de fevereiro de 2018 /

    Entre o final dos anos 1960 e início dos anos 1970, uma nova geração de cineastas tomou Hollywood de surpresa trazendo frescor para uma indústria que parecia desconectada com a nova geração. Em sua maioria influenciados pelo neorrealismo italiano e pela nouvelle vague francesa, estes diretores imprimiram uma tentativa de autoria em grandes produções e filmes de gênero, gerando clássicos como “O Poderoso Chefão” (1972), “O Exorcista” (1973), “Taxi Driver” (1976) e “A Conversação” (1974). O mais famoso expoente desta “Nova Hollywood” acabou sendo Steven Spielberg que, curiosamente, era o menos devedor aos franceses e italianos, fazendo produções que se inspiravam diretamente em clássicos do próprio cinema produzido nos Estados Unidos. Se na década de 1970 Spielberg poderia parecer um peixe fora d’água entre seus colegas, é interessante perceber como agora eles os referencia em “The Post: A Guerra Secreta”, fazendo um filme com cara dos thrillers políticos da época em que ele já era um diretor estabelecido, mas passava longe deste tipo de produção. Isso porque Spielberg parece compreender o cinema a partir do cinema. Se para contar histórias nos anos 1970 ele se voltava para diretores como John Ford, Alfred Hitchcock e outros tantos da chamada era de ouro de Hollywood, hoje ele remete a seus próprios colegas da época para contar uma história real passada em 1971. É por isso que “The Post” parece ser mais um filme sobre o cinema do período do que um drama realista. Não que isso seja de todo ruim. Acertando no elenco fabuloso, o filme usa Tom Hanks e Meryl Streep para ancorar seu drama político-jornalístico, em torno dos quais orbita um verdadeiro quem-é-quem das séries de TV. A dinâmica entre os atores funciona e o ritmo é bom, apesar de nunca conseguir atingir a mistura de urgência e informação do clássico do gênero “Todos os Homens do Presidente” (1976), para o qual “The Post” funciona como um prólogo (o jornal é o mesmo e os personagens de Hanks e Streep estão nos dois filmes). Contando os bastidores da denúncia que ficou conhecida como os “documentos do Pentágono”, o filme de Spielberg acompanha o vazamento de um relatório confidencial sobre aquilo que todo mundo sabia, mas não tinha como provar: o governo dos Estados Unidos, ao longo de diferentes presidentes e mandatos, tinha conhecimento de que a Guerra do Vietnã era uma empreitada destinada ao fracasso, mas mesmo assim insistiu no conflito, levando à morte de milhares de soldados e civis. Mas “The Post” não é sobre investigação jornalística (muito pelo contrário, já que os documentos literalmente caem nas mãos dos jornalistas), mas sobre escolhas morais. Quando o jornal The New York Times – que deu início às denúncias – é obrigado na justiça a parar de publicar suas matérias, sobra para o Washington Post a oportunidade de dar continuidade a algo que o governo chamava de “traição” e “crime de espionagem”. É aí que Tom Hanks, como o editor Ben Bradlee, e Meryl Streep, como a dona do jornal Kay Graham, brilham em seus dilemas humanos, que passam por medo, culpa e orgulho. “The Post” é sobre o dinheiro impedindo a verdade. Ou melhor, sobre como interesses comerciais se sobrepõem a interesses éticos. Quando se concentra nesta discussão, Spielberg consegue bons momentos de embate de ideias, e a escolha de emular seus colegas transgressores dos anos 1970 cai como uma luva no tema do filme que versa sobre assumir o risco de ser contra o sistema. Mas Spielberg é Spielberg e não resiste a alguns momentos melodramáticos no final, transformando Kay Graham e seu jornal em heróis grandiosos demais, figuras icônicas que não condizem com o realismo – ou estilo realista – que “The Post” parecia desesperadamente querer adotar. Um filme interessante, sobre uma história interessante, mas que pode ganhar interesse ainda maior se visto pelo filtro de uma alegoria metalinguística: Spielberg e George Lucas são comumente considerados os “traidores” da Nova Hollywood e responsáveis indiretos pelo seu fim, ao produzir blockbusters que teriam levado os estúdios a não mais se arriscarem em obras autorais. Um diretor que surgiu em um contexto de rebeldia, mas acabou se tornando um dos grandes representantes do mesmo sistema que sua geração desafiava. Assim como Kay Graham e seu The Washington Post, que veio a se tornar um dos jornais mais conhecidos do mundo. Talvez Spielberg se identifique com a mulher que conseguiu aliar risco com business – não que ele venha se arriscando tanto ultimamente…

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    Remake de Amazing Stories é paralisado com saída dos produtores por “diferenças criativas”

    9 de fevereiro de 2018 /

    A primeira série anunciada pela vindoura plataforma de streaming da Apple, o remake de “Amazing Stories” pode não sair do papel. Contratado como showrunner, Bryan Fuller (criador das séries “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”) se demitiu da produção, e com ele também foi embora o produtor Hart Hanson (criador de “Bones”). Ambos alegaram “diferenças criativas”. “Amazing Stories” é a terceira série consecutiva abandonada por Fuller. Ele criou os personagens, o conceito e escreveu os primeiros episódios de “Star Trek: Discovery”, antes de ser pressionado pela CBS a escolher entre aquela série e “American Gods”, que desenvolveu ao mesmo tempo. Após fazer sua opção e a 1ª temporada de “American Gods” ser considerada um sucesso de crítica, Fuller não se acertou com a produtora Fremantle sobre os rumos do segundo ano e preferiu deixar a série. Em relação a “Amazing Stories”, o desenvolvimento ainda era muito inicial e nenhum roteiro chegou a ser entregue. Fuller e Hanson alegaram que nem a Apple nem a produtora Amblin, de Steven Spielberg, criador da “Amazing Stories” original, compartilhavam suas visões para a série. A dupla pretendia atualizar a atração sob um viés mais sombrio de ficção científica, ao estilo de “Black Mirror”, mas Spielberg e a Apple esperavam algo mais leve, como a atração original. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), Clint Eastwood (“Sniper Americano”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. Com a saída dos produtores, o projeto do remake irá recomeçar do zero. Bryan Fuller, por sua vez, vai desenvolver outra série, baseada nas “Crônicas Vampíricas” de Anne Rice.

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    Jumanji surpreende e volta a liderar as bilheterias da América do Norte

    4 de fevereiro de 2018 /

    Após uma semana na liderança, “Maze Runner: A Cura Mortal” perdeu o 1º lugar das bilheterias norte-americanas para o maior campeão do ano, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A produção da Sony retornou ao topo, somando, assim, quatro semanas como líder das bilheterias em 2018. Um feito que demonstra sua enorme popularidade. Os US$ 11M (milhões) arrecadados entre sexta e este domingo (4/2) ajudaram “Jumanji” a cruzar a marca de US$ 350M na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação atingiu US$ 855,7M. Não é à toa que a Sony já aprovou a continuação da comédia fantasiosa. As críticas pouco empolgantes ajudam a explicar porque “Maze Runner: A Cura Mortal” faturou apenas US$ 10M em seu segundo fim de semana em cartaz, mantendo-se apenas por pequena margem à frente do 3º lugar, que foi o único lançamento de sexta (2/2): “A Maldição da Casa Winchester”. Primeiro terror estrelado por atriz Ellen Mirren (“A Rainha”), “A Maldição da Casa Winchester” também teve a distinção de se tornar o filme pior avaliado da carreira da atriz, com apenas 9% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Não por acaso, a distribuidora CBS Films tentou esconder o filme da crítica, que só pôde assistir as sessões após sua estreia. O lançamento do terror no Brasil está marcado para 1 de março. O resto do ranking não trouxe novidades, mas é interessante reparar que “A Forma da Água”, um dos filmes mais premiados do ano e favorito ao Oscar 2018, não fez muito sucesso entre o público norte-americano. Em cartaz há mais de um mês, rendeu apenas US$ 44,5M no mercado doméstico. Embora tenha iniciado sua trajetória em circuito limitado, a fantasia do diretor Guillermo Del Toro está atualmente em exibição em mais de 2,8 mil cinemas – e em 9º lugar no ranking. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 352,6M Total Mundo: US$ 855,7M 2. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 39,7M Total Mundo: US$ 137M 3. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA: US$ 9,2M Total Mundo: US$ 9,2M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA: US$ 37,4M Total Mundo: US$ 271,9M 5. Hostiles Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 21,2M 6. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 67,1M Total Mundo: US$ 107,3M 7. 12 Heróis Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA: US$ 37,3M Total Mundo: US$ 46M 8. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 36,2M Total Mundo: US$ 45,3M 9. A Forma da Água Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 44,5M Total Mundo: US$ 59,2M 10. Paddington 2 Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 36,3M Total Mundo: US$ 195,9M

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    Steven Spielberg enviou champanhe aos indicados ao Oscar 2018 de Melhor Direção

    31 de janeiro de 2018 /

    Steven Spielberg não foi indicado ao Oscar 2018 por seu novo filme, “The Post”, mas mesmo assim decidiu homenagear os “rivais”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, ele enviou champanhe e caviar aos cinco indicados à estatueta de Melhor Direção: Guillermo del Toro (por “A Forma da Água”), Christopher Nolan (“Dunkirk), Greta Gerwig (“Lady Bird”), Jordan Peele (“Corra!”) e Paul Thomas Anderson (“Trama Fantasma”). Spielberg já venceu o Oscar de Melhor Direção duas vezes, por “A Lista de Schindler” (1993) e “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), considerados seus dois melhores filmes dramáticos. A cerimônia do Oscar 2018 acontece no dia 4 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados.

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    Maze Runner: A Cura Mortal abre em 1º lugar nos EUA com pior estreia da trilogia

    28 de janeiro de 2018 /

    Após três semanas na liderança das bilheterias, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi superado pela estreia de “Maze Runner: A Cura Mortal” neste fim de semana na América do Norte. A troca de franquias no topo do ranking não significa, porém, uma grande estreia para o terceiro “Maze Runner”. Com US$ 23,5M (milhões), o lançamento teve a pior abertura da trilogia – “Maze Runner: Correr ou Morrer” abriu com US$ 32M em 2014 e “Maze Runner: Prova de Fogo” com US$ 30M em 2015. A escala descendente também se reflete nas avaliações críticas, com a pior nota registrada no site Rotten Tomatoes – 44%, contra 65% e 45% dos dois primeiros. Apesar de ter caído uma posição, o reboot de “Jumanji” continuou acumulando milhões de dólares. Já está com US$ 338M no mercado doméstico e impressionantes US$ 822M em todo o mundo. Não é à toa que a Sony já aprovou a continuação. Neste ritmo, a fantasia infantil pode superar “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 880,2M), o maior sucesso do estúdio no ano passado. O 3º lugar ficou com “Hostiles”, western indie estrelado por Christian Bale, que ganhou lançamento nacional após a abertura limitada de dezembro não resultar em indicações a prêmios. Mesmo assim, fez apenas US$ 12M. As novidades da semana ainda incluem um inesperado 10º lugar para o épico indiano “Padmaavat”. Em exibição em circuito limitado (324 salas), lotou tanto que bateu recorde de arrecadação para uma produção de Bollywood nos Estados Unidos, com 4,2M no fim de semana. O interesse do público se deve à polêmica que o filme enfrenta na Índia, onde sua exibição inspira ameaças de morte e incêndios de cinemas. A atriz Deepika Padukone (estrela de “XXX: Reativado”) teve a cabeça colocada à prêmio por extremistas que a querem morta. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA: US$ 23,5M Total Mundo: US$ 105,5M 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 16,4M Total EUA: US$ 338M Total Mundo: US$ 822M 3. Hostiles Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA: US$ 12M Total Mundo: US$ 12M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 126,4M Total Mundo: US$ 259,5M 5. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA: US$ 58,5M Total Mundo: US$ 83M 6. 12 Heróis Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA: US$ 29,7M Total Mundo: US$ 35,1M 7. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA: US$ 28,5M Total Mundo: US$ 28,5M 8. A Forma da Água Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA: US$ 37,6M Total Mundo: US$ 51,5M 9. Paddington 2 Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 32M Total Mundo: US$ 185,8M 10. Padmaavat Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M

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