Cinemas recebem nova sci-fi de Steven Spielberg e a biografia de Edir Macedo
A programação da semana destaca a nova sci-fi de Steven Spielberg, uma fantasia grandiosa da Disney e a hagiografia de Edir Macedo, todos candidatos a blockbuster – o filme do fundador da Igreja Universal já arrasa quarteirões, com 4 milhões de ingressos vendidos antecipadamente e ocupação de 1.108 salas. Lembrando que o circuito cinematográfico brasileiro é de pouco mais de 3 mil telas e que há outros filmes muito bem sucedidos em cartaz, cabe a pergunta: tem espaço para tudo isso ao mesmo tempo? A Record está buscando uma alternativa com exibições itinerantes de “Nada a Perder” para somar à blitz da pré-venda, supostamente responsável por já ter esgotado os ingressos desse fim de semana. A popularidade do filme é impressionante, e tende a ser incensada, porque é o único aspecto visível da produção para a imprensa. Só os amigos e funcionários da Record foram convidados a assistir ao longa antes da estreia, por isso o lançamento chega aos cinemas sem críticas. Foi escondido da imprensa, talvez como estratégia para não colocar tudo a perder. Mas há relatos de que teria sido finalizado apenas na semana passada, o que realmente dificultaria sessões antecipadas. Rumores também dizem que o filme tem o maior orçamento da história do cinema brasileiro, superando os R$ 25 milhões, e recorde de figurantes, mobilizando 30 mil pessoas numa única cena. Mas os gastos teriam sido contrabalanceados com contratos internacionais – já estaria negociado em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A trama se estende por três décadas e inclui a fundação da Igreja Universal do Reino de Deus e a compra da rede Record. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Superproduções de Hollywood Se o filme de Edir Macedo é um mistério, a nova sci-fi de Steven Spielberg já foi aprovada pela crítica norte-americana. “Jogador nº1” teve premières aplaudidas e elogios rasgados da imprensa geek, por sua capacidade de transformar nostalgia em fonte de referências, com recorde de easter eggs espalhados na tela. Mas também houve ponderações – as animações de seu mundo virtual são antiquadas, a ação do mundo real menos interessante, etc. – , que evitaram a unanimidade e a multiplicação exagerada de exclamações de obra-prima. Mesmo assim, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa que marca a volta de Spielberg à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Já “Uma Dobra no Tempo” não se desdobrou como a Disney planejava. O êxito de “Pantera Negra” pode ter canibalizado o interesse no longa. Afinal, a fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. O fato é que a filmagem do clássico literário de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay (“Selma”) implodiu nas bilheterias dos Estados Unidos, atingindo “apenas” US$ 76,3M (milhões) em três semanas. O valor não correspondeu às expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para a Disney, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho está à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome – Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) vivem coloridas mulheres místicas – , o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 41% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). Curto-circuito feminino O excesso de superproduções não chega a esgotar completamente o circuito, que ainda traz cinco lançamentos limitados, três deles de ficção e dirigidos por mulheres. O grande filme da pequena lista é “Zama”, coprodução brasileira que foi escolhida para representar a Argentina na busca de uma indicação ao Oscar 2018. Drama épico de Lucrecia Martel ambientado na época da colonização, o longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Mas, nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), entretanto não filmava há nove anos. “Zama” venceu o prêmio da crítica no Festival de Havana, apareceu em 4º lugar na lista dos melhores filmes de 2017 da revista Sight & Sound (publicação oficial do British Film Institute) e ainda disputa 11 categorias na premiação da Academia Argentina e 8 indicações ao Prêmio Platino. Até o Rotten Tomatoes aprovou, com 86% de avaliação positiva. “Deixe a Luz do Sol Entrar” também traz uma cineasta renomada atrás das câmeras, a francesa Claire Denis, frequentadora assídua dos grandes festivais europeus. A surpresa é que, desta vez, a diretora de dramas pesados como “Chocolate” (1988), “Noites Sem Dormir” (1994), “35 Doses de Rum” (2008), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013) opta pela leveza. O filme consiste, basicamente, de uma hora e meia de rejeições, nas quais Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), fotografada como uma jovem, busca e afasta pretendentes. A obra tem sua graça e muito charme, como atesta a aprovação de 89% da crítica norte-americana. Foi premiada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e ainda rendeu mais uma indicação ao César de Melhor Atriz para Binoche. Por outro lado, “Madame” não recebeu os mesmos elogios. Trata-se de uma comédia de erros convencional que chama atenção por ser falada em inglês e pelo elenco estrangeiro, com a australina Toni Collette (“xXx: Reativado”) no papel de uma madame que, por superstição, decide que precisa de mais uma mulher para compôr o número de convidados de um jantar fino. Assim, manda uma empregada trocar o uniforme por um vestido de seu closet para fazer figuração. A escolhida é a espanhola Rossy Palma (“Julieta”), velha conhecida dos filmes de Pedro Almodóvar, que acaba encantando um milionário. O mais curioso nessa história de Cinderela é que a madrasta malvada e a fada madrinha são a mesma personagem. Mas o trabalho da diretora francesa Amanda Sthers (“Eu Vou te Fazer Falta”) não passou dos 24% no Rotten Tomatoes. Como sempre, a programação se completa com documentários. “Árvores Vermelhas” é uma produção britânica que revisita o Holocausto, por meio das memórias do pai da diretora Marina Willer e viagem às locações atuais dos antigos cenários de horror na República Tcheca. E “Górgona” retrata a atriz brasileira Maria Alice Vergueiro, com uma extensa carreira nos palcos, que enfrenta dívidas e o mal de Parkinson, sem ter atingido o reconhecimento da indústria cultural.
Jack Black e Cate Blanchett são bruxos no primeiro trailer de O Mistério do Relógio na Parede
A Universal Pictures divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A maior curiosidade deste história de terror para menores é quem está por trás dos planos de dar sustos nas crianças. A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a adaptação será levada para a tela por um time especializado em terror. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos, que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa dos tios. Antiga moradia de um casal de bruxos, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar a bruxa que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos.
Javier Bardem viverá o conquistador espanhol Hernán Cortez em minissérie de Steven Spielberg
O ator Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vai viver o conquistador espanhol Hernán Cortez numa minissérie produzida por Steven Spielberg para a Amazon. O projeto estava originalmente sendo desenvolvido para o cinema e se baseia num roteiro do lendário Dalton Trumbo, cuja luta contra a Lista Negra de Hollywood foi retratada no recente filme “Trumbo” (2015). Escrito nos anos 1960 sob o título “Montezuma”, o filme deveria marcar o reencontro entre o roteirista e o ator Kirk Douglas, após “Spartacus” (1960), mas nunca saiu do papel. O antigo roteiro foi resgatado em 2014, visando um lançamento cinematográfico da DreamWorks, já com Barden no papel de Cortez e Steven Spielberg… como diretor. Não está claro se Spielberg vai agora dirigir a minissérie, produzida pela Amblin, de sua propriedade. Ele não assina um episódio de série há mais de 30 anos, desde a criação de “Amazing Stories” nos anos 1980. O roteiro passou por uma revisão completa de Steven Zaillian, que venceu o Oscar por uma parceria com Spielberg, “A Lista de Schindler” (1993). Zaillian também é o criador da premiada série de antologia “The Night Of”, da HBO. Prevista para quatro episódios, a minissérie vai dramatizar a saga da conquista do México no início do século 16, a partir da chegada da tropa comandada por Cortez no território então dominado pela civilização asteca. Com a dizimação da população indígena e a prisão e morte de Montezuma, o último rei asteca, o território passou a ser dominado pela Espanha. Além de interpretar o personagem principal, Bardem também atuará como produtor executivo da minissérie. “É um privilégio contar essa história épica — que é cheia de drama e conflito dentro desse enorme e histórico espetáculo onde duas civilizações distantes se chocam no auge de seu reinado”, disse Javier Bardem, em comunicado. “O melhor e o pior da natureza humana vem à tona em toda a sua luz e escuridão. Como ator, não há melhor desafio do que servir um projeto tão único que eu sou apaixonado há anos, e estou muito feliz de trabalhar com esse time dos sonhos”, completou. Ainda não há previsão para a estreia.
Para Steven Spielberg, filmes da Netflix deveriam disputar o Emmy e não o Oscar
Steven Spielberg declarou que filmes da Netflix são telefilmes, em entrevista ao canal britânico ITV. Durante a divulgação de seu novo longa, “Jogador Nº 1”, ele disse que as produções da Netflix deveriam concorrer ao Emmy e não ao Oscar. “Quando você se compromete a fazer um formato para a TV, você faz um filme para TV. Caso seja um bom programa, você merece um Emmy, mas não um Oscar”, afirmou. Para o diretor, o espaço e o orçamento oferecido pelas empresas de streaming tem sido sedutor para jovens cineastas que têm dificuldades em conseguir financiamento para seus filmes ou que precisam disputar espaço em mostras internacionais para conseguir distribuição. Mas nem que os filmes sejam colocados nos cinemas por uma semana, eles devem deixar de ser considerados telefilmes. “Eu não acredito que filmes que recebem qualificações simbólicas e ficam em cartaz por menos de uma semana em alguns cinemas sejam qualificados para serem indicados pela Academia”, acrescentou. A crítica acontece após o filme “Mudbound”, distribuído nos Estados Unidos pela Netflix, ter sido indicado pela Academia na premiação de 2018 e “Icarus” dado ao serviço de streaming o Oscar de Melhor Documentário. Por outro lado, produções da HBO com tanta ou maior qualidade disputam o Emmy. Caso de “Bessie”, da mesma diretora de “Mudhound”, Dee Rees, por exemplo.
Steven Spielberg anuncia data das filmagens de Indiana Jones 5
O diretor Steven Spielberg anunciou que as filmagens do quinto filme de “Indiana Jones” vão acontecer no Reino Unido a partir de abril de 2019. Ele anunciou a data de início das filmagens durante o evento do Empire Awards, que aconteceu em Londres no domingo (18/3). “Sempre vale a pena fazer viajar para cá, onde eu costumo trabalhar com o imenso arsenal de talentos que sai do Reino Unido. Os atores e as equipes, as faíscas, os motoristas – todos que me ajudaram a fazer meus filmes aqui, e continuarão me ajudando a fazer meus filmes aqui quando eu voltar em abril de 2019 para fazer o quinto filme de ‘Indiana Jones’ aqui”, ele discursou. Além do fato de trazer de volta Harrison Ford ao papel do arqueólogo aventureiro, nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado. Em uma entrevista de 2016, o produtor Frank Marshall disse que a trama deve ser uma continuação direta de “O Reino da Caveira de Cristal” (2008), escrito pelo mesmo roteirista, David Koepp. A estreia está marcada para 20 de julho de 2020.
Spielberg recria cena de Jurassic Park em trailer de Jogador Nº 1
A Warner liberou um novo trailer de “Jogador Número 1”, filme dirigido por Steven Spielberg que chega aos cinemas no final do mês. Ainda sem legendas, a prévia mostra mais do Oasis, o ambiente virtual onde se passa a maior parte da ação, e que é um desenho animado digital. O destaque fica por conta da recriação de uma cena de “Jurassic Park”, que mostra um T-Rex perseguindo um carro. O longa, que marca a volta de Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Pré-estreia de Jogador Nº 1 é aplaudida de pé e internet se curva a Steven Spielberg
O retorno de Steven Spielberg à ficção científica, “Jogador Nº 1”, teve sua primeira exibição oficial no domingo (11/3), durante o Festival SXSW, nos Estados Unidos. E, mesmo com direito a problemas técnicos, que paralisaram a sessão, o público e a crítica presente aplaudiram de pé a exibição, correndo logo em seguida para seus celulares para beijar a mão do mestre. Todos os comentários nas redes sociais foram elogiosos, assim como algumas das primeiras críticas publicadas. A revista Forbes foi ao extrema para afirmar que se trata de uma “obra-prima instantânea”. De acordo com diversos comentários, o excesso de referências à cultura pop dos anos 1980 e 1990 não se torna distrativo, mas envolvente. E ninguém abordou o fato de as animações computadorizadas parecerem datadas. Como em “Avatar”, o escurinho do cinema propiciou um ambiente de imersão capaz de envolver completamente o público e fazê-lo mergulhar na proposta. Ao citar uma luta de personagens clássicos da sci-fi, como o Gigante de Ferro e o Mechagodzilla, a revista Variety sintetizou a reação. “Toda vez que uma criatura dessas aparece, é muito legal. O filme conta uma história que tira o fôlego e tem relativa coerência, em uma explosão de elementos da cultura pop.” Mas enquanto geeks enlouqueceram com o filme, parte significativa da crítica achou que há muito barulho por nada – a nota no Rotten Tomatoes registra esta divisão, com cotação medíocre. Mas esta é outra história para mais adiante, conforme aumentar a quantidade de críticas publicadas. “Jogador Nº 1” é é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). O filme estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Standing ovation for Spielberg after the #ReadyPlayerOne premiere. “That was probably the greatest anxiety attack I’ve ever had,” he said, alluding to the screening’s technical difficulties (truth is, it actually only made the crowd more excited) #SXSW pic.twitter.com/FxYMfk7LZf — Bryn Elise Sandberg (@brynsandberg) March 12, 2018 “Aplausos em pé para Spielberg depois da pré-estreia de ‘Jogador Nº 1’. ‘Este foi provavelmente o maior ataque de ansiedade que eu já tive’, ele disse, aludindo aos problemas técnicos da exibição (na verdade, isso só deixou o público mais excitado)” – Bryn Elise Sandberg, revista The Hollywood Reporter. #ReadyPlayerOne is classic Steven Spielberg. It’s got the references, the ferocious effects and the great ‘80s soundtrack, sure, but also the charm, the heart, the humor and a fantastic Alan Silvestri score. I loved it & so did this #SXSW crowd. Be excited for it! pic.twitter.com/xwPOGwXDxd — ErikDavis (@ErikDavis) 12 de março de 2018 “Jogador Nº1 é um clássico de Steven Spielberg. Tem as referências, os efeitos ferozes e a ótima trilha sonora dos anos 1980, claro, mas também tem o charme, o coração e o humor, além de composições fantásticas de Alan Silvestri. Eu amei, e o público do SXSW também. Fiquem animados!” – Erik Davis, do site Fandango. #ReadyPlayerOne is nerdy as all hell but it’s hard to not leave the theater with a huge smile on your face. Pure Spielbergian joy. pic.twitter.com/7ToMQ7uIdL — Frank Pallotta (@frankpallotta) March 12, 2018 “‘Jogador Nº 1’ é nerd pra caramba, é difícil não deixar o cinema com um sorriso no rosto. Pura alegria de Spielberg” – Frank Pallotta, da rede CNN. #ReadyPlayerOne is classic Spielberg fun! What a blast, can’t wait to see it again. Rewards repeat viewings. Tons of great references, visuals and heart. So kick ass it blew the speakers! — Robert Rodriguez (@Rodriguez) 12 de março de 2018 “Jogador Nº 1 é uma diversão clássica de Spielberg. Que elenco, mal posso esperar para ver novamente. Vale ver várias vezes. Várias referências ótimas, visual e coração. É tão animal que quebrou as caixas de som” – Robert Rodriguez, diretor Spielberg just said he makes many films, like The Post, from behind the camera. He made Ready Player One from the audience. That’s the perfect summation of this experience. — Eric Vespe (@EricVespe) 12 de março de 2018 “Spielberg disse que ele faz filmes como ‘The Post’ por de trás da câmera. Ele fez ‘Jogador Nº 1’ da plateia. Este é o melhor jeito de resumir este filme” – Eric Vespe, do site The Know. #ReadyPlayerOne is the most purely entertaining movie Spielberg has done in a long time, possibly since ‘Minority Report.’ #SXSW — Ramin Setoodeh (@RaminSetoodeh) 12 de março de 2018 “Jogador Nº1 é o filme mais puramente divertido que Spielberg fez em um bom tempo, possivelmente desde ‘Minority Report'” – Ramin Setoodeh, da revista Variety TOTALLY engrossed in every second of @readyplayerone. It is one of the most technically brilliant things I have EVER seen. Spielberg is one of the few directors who could orchestrate this kind of visual symphony that SO many people will enjoy. Pretty amazing.? — Grae Drake (@graedrake) 12 de março de 2018 “Fiquei totalmente absorvida em cada segundo de ‘Jogador Nº 1’. É uma das coisas mais tecnicamente brilhantes que eu já vi. Spielberg é um dos poucos diretores que poderiam orquestrar este tipo de sinfonia visual que TANTA gente vai curtir. Realmente incrível” – Grae Drake, do site Rotten Tomatoes. Ready Player One is a whole lot of fun. Those who are stuck in pre-release hate mode better prepare to be disappointed. #sxsw — Scott Weinberg (@scottEweinberg) 12 de março de 2018 “Jogadr Nº1 é muito divertido. Para os que estão odiando antes de ver, preparem para ficar desapontados” – Scott Weinberg, do site Nerdist. I didn’t think I would like #ReadyPlayerOne, but I liked it a WHOLE LOT. I think people cheered and laughed every 2 mins and dang this film was entertaining. So many references, I can’t wait for everyone to see it so we can all talk about it! #sxsw — Beatrice Verhoeven (@bverhoev) March 12, 2018 “Não achei que eu fosse gostar de ‘Jogador No. 1’, mas gostei dele TODO. Eu acho que as pessoas aplaudiram e riram a cada dois minutos deste divertido filme. Tantas referências, mal posso esperar para que todos vejam isso para que possamos falar sobre isso!” – Beatrice Verhoeven, site The Wrap. READY PLAYER ONE feels like Spielberg watched a ton of Luc Besson movies and decided to outdo them. In terms of pure spectacle, it’s the most astonishing thing he’s done. Never underestimate Steve. #SXSW — erickohn (@erickohn) March 12, 2018 “’Jogador Nº 1′ faz parecer que Spielberg assistiu a uma tonelada dos filmes de Luc Besson e decidiu superá-los. Em termos de espetáculo puro, é a coisa mais surpreendente que ele fez. Nunca subestime Steve” – Erickohn, do site IndieWire.
Jogador Nº 1 imita Stranger Things com pôsteres que referenciam filmes dos anos 1980
Lembra quando “Stranger Things” reciclou diversos pôsteres de filmes dos anos 1980 (e 1970) para divulgar sua 2ª temporada? O marketing da Warner achou que seria uma ideia original fazer o mesmo com “Jogador Nº 1”. Afinal, não é uma série, mas um filme de Steven Spielberg, que dirigiu/produziu vários clássicos da época, portanto… mais legítimo? Enfim, os avatares animados (e não o elenco) de “Jogador Nº 1” ganharam diversos pôsteres que fazem referências a cartazes de filmes clássicos – e de outros nem tanto. Veja abaixo e tente identificar cada um dos títulos originais – para ajudar, um dos longas é na verdade dos anos 1960. O exercício é praticamente um ensaio para a sessão de “Jogador Nº 1”, que, no fundo, é um filme sobre os filmes que você já viu. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Por sinal, estas referências estão entre os pôsteres abaixo. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novos trailers de Jogador Nº 1 parecem comerciais de óculos de Realidade Virtual
A quantidade de óculos de VR (realidade virtual) vistos nos novos trailers de “Jogador Nº 1” (Ready Player One) é tão exagerada que surge um comercial. Não será surpresa se o filme for patrocinado por uma fabricante do equipamento. Confira abaixo. O filme que traz o diretor Steven Spielberg de volta à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline e se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual. Graças a tecnologia dos óculos VR, as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar nesse mundo digital. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que isso. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas no “jogo”, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do final do século 20. Por conta disso, o filme é repleto de easter eggs, com citações de filmes, quadrinhos, músicas e videogames. O elenco ainda inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Terceiro Jurassic World é anunciado
Ainda faltam quatro meses para a estreia de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mas a Universal Pictures já confirmou a produção da continuação. Ainda sem título definido, o terceiro filme da saga “Jurassic World” entrou no cronograma do estúdio com data de lançamento marcada para 11 de junho de 2021. A data segue o aparente cronograma de produção de um filme novo a cada três anos. A aposta no sucesso de “Jurassic World: Reino Ameaçado” não é descabida. Afinal, o primeiro “Jurassic World” faturou US$ 1,6 bilhão em todo o mundo, retomando a franquia abandonada após três “Jurassic Parks” entre 1993 e 2001. Diretor de “Jurassic World”, Colin Trevorrow permanece a bordo da franquia como produtor e roteirista. Ele também escreveu “Reino Ameaçado” com Derek Connoly. Mas, para o terceiro filme, terá uma nova parceira, Emily Carmichael, roteirista do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”. “É importante para esta franquia que recebemos novas vozes criativas para manter nossa narrativa fresca e vibrante”, disse Trevorrow, em comunicado. “Estou emocionado com a tensão e a beleza que o diretor JA Bayona trouxe para ‘Reino Ameaçado’, e eu sei que Emily adicionará outra camada de emoção ao capítulo final de nossa trilogia”. Quem também continua na franquia é Steven Spielberg, diretor do filme original de 1993 que deu origem à saga e produtor de todos os filmes. O anúncio só não apresentou o nome do diretor do próximo – e pelo visto último – capítulo. Bem mais tangível, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, com direção do mencionado cineasta espanhol JA Bayona (de “Impossível”), materializa seus dinossauros em 21 de junho no Brasil.
Jogador Nº 1: Novo trailer e 22 fotos exploram o futuro dirigido por Steven Spielberg
A Warner divulgou um novo trailer e 22 fotos novas de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam cenas de ação intensa, explosões, efeitos visuais e o universo virtual da trama futurista. A prévia mostra melhor acabamento nas sequências de animação digital que os vídeos anteriores, mas mantém a impressão de que o suposto mundo imersivo não supera animações de videogames da década passada, embora, na trama, o Oasis seja o mais moderno dos games já inventados. Claro que sempre há a possibilidade de o escuro do cinema e o 3D interagirem para criar uma ilusão mais convincente, como aconteceu com o mundo virtual de “Avatar” (2009), por exemplo. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Coleção de pôsteres destaca os personagens de Jogador Nº 1
A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destacam os diversos personagens e seus avatares no universo virtual da trama futurista. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Cinquenta Tons de Liberdade estreia em 1º lugar com a pior bilheteria da trilogia nos EUA
A estreia de “Cinquenta Tons de Liberdade” foi a maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. O final da trilogia de melodrama erótico arrecadou US$ 38,8M (milhões) em seus três primeiros dias de exibição. Mesmo assim, o desempenho ficou bem abaixo da abertura dos dois capítulos anteriores baseados na obra de E.L. James. O primeiro “Cinquenta Tons” estreou com US$ 85,1M em 2015, enquanto o segundo fez US$ 46,6M em 2017. Por coincidência, a nota da crítica também se tornou mais rasteira a cada novo lançamento. O novo episódio rendeu apenas 11% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O primeiro filme da franquia (25% no RT) foi o eleito o pior filme de 2015 na votação do troféu Framboesa de Ouro. Já o segundo concorre a bis este ano. Alheio às críticas negativas, o público mundial pagou US$ 136,9M para assistir ao final feliz de Anastasia e Christian Grey, fazendo com que a franquia da Universal atingisse US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo, entre os três títulos. Além deste, o fim de semana ainda teve o lançamento de mais dois filmes nos Estados Unidos e no Canadá, que deixaram o resto do Top 3 no mesmo tom cinzento, sem impressionar a crítica. Em 2º lugar, a produção infantil “Pedro Coelho”, combinação de animação e atores reais, fez US$ 25M, obtendo um início razoável para seu orçamento de US$ 50M. Pouco mais que medíocre para a crítica norte-americana, com 58% de aprovação, o longa chega aos cinemas brasileiros em 22 de março. “15:17: Trem para Paris”, dirigido por Clint Eastwood, ficou com o 3º lugar. Orçado em US$ 30M, faturou US$ 12,6M em seus três primeiros dias. Baseada em uma história real, o filme dispensou astros famosos para trazer os verdadeiros personagens da história, recriando para as telas seu ato de heroísmo. A estratégia do docudrama, entretanto, não impressionou a crítica – teve 21% de aprovação. Estreia no Brasil em 22 de fevereiro. Logo abaixo das estreias, o fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, líder até a semana passada, apareceu em 4º lugar. A produção da Sony arrecadou mais US$ 9,8M em sua oitava semana em cartaz, já acumula US$ 365,6M nas bilheterias domésticas e atingiu US$ 881,7M em todo o mundo. Com isso, ultrapassou “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 334,2M doméstico e US$ 880,2M mundial), o maior sucesso do estúdio no ano passado. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 38,8M Total EUA: US$ 38,8M Total Mundo: US$ 136,9M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 25M Total EUA: US$ 25M Total Mundo: US$ 25M 3. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 12,6M Total EUA: US$ 12,6M Total Mundo: US$ 17,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA: US$ 365,6M Total Mundo: US$ 881,7M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA: US$ 146,52M Total Mundo: US$ 314,2M 6. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 49M Total Mundo: US$ 229,1M 7. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 17,1M Total Mundo: US$ 17,1M 8. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 123M 9. A Forma da Água Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 49,7M Total Mundo: US$ 74,3M 10. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 40,9M Total Mundo: US$ 57M









