“Only Murders in the Building” vira série de comédia mais vista da Hulu
A série “Only Murders in the Building”, estrelada por Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short, tornou-se a comédia mais assistidas da Hulu desde o lançamento da plataforma. Apesar de não revelar nenhum número de visualização específico, como é praxe nos streamings da Disney, a Hulu informou que o resultado vem do “número total de usuários distintos e individuais que assistiram a qualquer episódio da série” em sua estreia, disse um porta-voz. “Only Murders in the Building” estreou na terça passada (31/8) e junta os comediantes veteranos Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez nos papéis de três vizinhos obcecados por documentários criminais que, quando um morador de seu prédio é assassinado, veem-se em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, mas que acaba lhes colocando em risco. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”) e além do trio famoso também inclui Amy Ryan (“The Office”), Aaron Dominguez (“Shaft”), Nathan Lane (“Modern Family”) e até o cantor Sting no elenco. Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. O lançamento no Brasil também aconteceu na terça-feira com a inauguração da plataforma Star+, que é a equivalente nacional da Hulu. Veja abaixo o trailer oficial legendado da série feito para o novo serviço de streaming.
Trailer legendado anuncia série com Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short na Star+
A plataforma de streaming Star+ (Star Plus) divulgou o primeiro trailer legendado de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. A prévia explica a premissa e revela o tom divertido da atração. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir, quando um morador de seu prédio é assassinado. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, colocando-os em risco, mas também em contato com vizinhos famosos como Sting, que segundo Selena é o cantor do U2. Os três astros dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto, dia em que a Star+ estreia no Brasil. No Brasil, a expectativa era de um lançamento na plataforma Star+, que deveria estrear aqui na mesma data, mas o serviço rival Starzplay conseguiu impedir o uso do nome Starplus e o futuro deste projeto da Disney está agora nos tribunais brasileiros.
Série com Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short ganha novo trailer divertido
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou um novo trailer de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. A prévia explica a premissa e revela o tom divertido da atração. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir, quando um morador de seu prédio é assassinado. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, colocando-os em risco, mas também em contato com vizinhos famosos como Sting, que segundo Selena é o cantor do U2. Os três astros dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto nos EUA. No Brasil, a expectativa era de um lançamento na plataforma Star+, que deveria estrear aqui na mesma data, mas o serviço rival Starzplay conseguiu impedir o uso do nome Starplus e o futuro deste projeto da Disney está agora nos tribunais brasileiros.
Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short investigam crime em trailer de série
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros também dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto nos EUA. As atrações da Hulu serão disponibilizadas na plataforma Star+, que também será lançada em agosto no Brasil.
Série que junta Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez ganha primeiro teaser
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou a data de estreia e o primeiro teaser de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros também dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto.
Steve Martin mostra bom humor após se vacinar em Nova York
O ator e comediante Steve Martin (“O Pai da Noiva”) compartilhou no Twitter que recebeu a vacina contra covid-19 no fim de semana, na cidade de Nova York. Ele elogiou a organização da campanha e agradeceu à ciência, mas também aproveitou para demonstrar seu bom humor, brincando com a própria idade. “Tenho boas e más notícias. Boa notícia: acabei de ser vacinado! Má notícia: só me deram a vacina porque eu tenho 75 anos!”, ele postou, acrescentando: “A operação na cidade de Nova York foi suave como seda, e a Guarda Nacional foi uma anfitriã perfeita. Obrigado a todos, e obrigado à ciência”. A postagem gerou muitas interações com os fãs, que estão curiosos com o processo de vacinação. Questionado sobre como conseguiu ser vacinado tão rapidamente, Martin reforçou que sua única vantagem foi ser velho. “Eu me inscrevi on-line em um site do governo de Nova York (me desculpe, não me lembro exatamente o endereço), e depois esperei na fila no Javits Center”. Por fim, o comediante voltou a brincar sobre ainda não ter sentido nenhum efeito colateral. “Neste momento, não estou sentindo nenhum ‘cefeito rolateral'”. Steve Martin será visto a seguir na primeira série de sua carreira, “Only Murders in the Building”, da plataforma Hulu, que também contará com seu velho amigo Martin Short e a jovem Selena Gomez. Veja as postagens do astro hollywoodiano abaixo. Good news/Bad news. Good news: I just got vaccinated! Bad news: I got it because I’m 75. Ha! The operation in NYC was smooth as silk (sorry about the cliché @BCDreyer!) and hosted to perfection by the US Army and National Guard. Thank you all, and thank you science. — Steve Martin (@SteveMartinToGo) January 17, 2021 I signed up ON line through an NYC dot gov website (sorry I don’t have the exact site), and waited IN line at the Javits Center. https://t.co/Ohp3frxy6i — Steve Martin (@SteveMartinToGo) January 17, 2021 Right now, I’m having no fide resects. https://t.co/SUYyvOexeW — Steve Martin (@SteveMartinToGo) January 17, 2021
Gabrielle Union vai estrelar nova versão de Doze É Demais na Disney+ (Disney Plus)
A Disney revelou que Gabrielle Union (“L.A.’s Finest: Unidas Contra o Crime”) vai estrelar um novo remake de “Doze É Demais” para a plataforma Disney+ (Disney Plus) em 2022. A notícia foi anunciada durante o dilúvio de novidades do Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12). Desenvolvida por Kenya Barris (criador de “Black-ish”) e Jenifer Rice-Genzuk (“Grown-ish”), a nova versão da história vai misturar raças, além de famílias. O remake será centrado num família mista de 12 pessoas. 10 delas são crianças que precisam conviver numa mesma casa, após o casamento dos pais. A filmagem será a terceira versão da comédia familiar. A primeira estreou em 1950 e era baseada na vida real de seu autor, o escritor Frank Bunker Gilbreth Jr. Na ocasião, foi lançada nos cinemas brasileiros como “Papai Batuta”. Já a versão mais conhecida saiu em 2003, estrelada por Steve Martin e dirigida por Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Doze é Demais 2”, em 2005.
Comédia clássica O Pai da Noiva ganha sequência em videoconferência com elenco original
A popular comédia “O Pai da Noiva”, estrelada por Steve Martin e grande elenco em 1991, ganhou uma inesperada Parte 3 nesta sexta (25/9), via videoconferência com os atores originais e vários convidados. O filme já tinha rendido uma sequência oficial em 1995, e a roteirista dos dois longas, Nancy Meyers, escreveu e dirigiu a “Parte 3” como um evento beneficente em prol de uma ONG que alimenta necessitados nos EUA. Gravado via Zoom e disponibilizado no canal da Netflix no YouTube, a continuação contou com apresentação de Reese Witherspoon e praticamente todo o elenco original, incluindo Diane Keaton, Steve Martin, Kieran Culkin, Kimberly Williams-Paisley, Martin Short e George Newbern, com o acréscimo de Ben Platt (“The Politician”) e Florence Pugh (“Viúva Negra”) como as versões adultas das crianças dos anos 1990. A pandemia entrou no enredo, justificando o distanciamento social. Martin apareceu com uma máscara facial e até incentivou sua família a seguir protocolos de segurança. Mas a reunião, como nas tramas cinematográficas, girou em torno de um casamento. Desta vez, quem resolveu casar foi o personagem de Kieran Culkin, Matty Banks, que era uma criança no primeiro filme. Ele anunciou a novidade durante a videoconferência com a “família”, fazendo o pedido à namorada, introduzida no vídeo na pele de Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”). Steve Martin aproveitou a deixa para brincar que, pela primeira vez, não seria o pai da noiva. “Eu não via a hora de ser o pai do noivo, num grande casamento que eu não terei que pagar”. Desejo frustrado, é claro, porque a pandemia acabou transformando o casamento numa cerimônia virtual. “Mais seguro para todos”, afirmou a noiva consciente. Além de Alexandra Shipp, a videoconferência ainda apresentou Robert De Niro (“O Irlandês”) como o pai da noiva, enquanto o personagem de Martin Short, Franck Eggelhoffer, oficiou o matrimônio à distância. Veja abaixo como tudo aconteceu.
Antes Só do que Mal Acompanhado vai ganhar remake com Will Smith e Kevin Hart
A Paramount Pictures encomendou a produção do remake da comédia clássica “Antes Só do que Mal Acompanhado” (Planes, Trains & Automobiles), grande sucesso do diretor John Hughes de 1987. O filme original juntava Steve Martin e John Candy como uma dupla incompatível, forçada a se tornar companheiros de viagem em uma tentativa desesperada de voltar para casa a tempo de passar o Dia de Ação de Graças com a família, depois que seus voos foram cancelados. O remake vai juntar pela primeira vez num mesmo filme os astros Will Smith (“Bad Boys Para Sempre”) e Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”). Além de protagonizarem, Hart e Smith vão coproduzir a refilmagem. A produção também marcará a estreia no cinema de Aeysha Carr, encarregada de atualizar a trama. Ela é roteirista de sitcoms clássicos, como “Eu, a Patroa e as Crianças” e “Todo Mundo Odeia o Chris”, além do atual sucesso “Brooklyn Nine-Nine”. Ainda não há diretor definido, cronograma de filmagens nem previsão de estreia. Aproveite e recorde abaixo o trailer do filme original dos anos 1980.
Selena Gomez vai se juntar a Steve Martin e Martin Short numa série de comédia
A cantora Selena Gomez vai contracenar com dois veteranos da comédia em seu próximo projeto como atriz. A popstar será a protagonista feminina de “Only Murders in the Building”, série de comédia da plataforma Hulu, que também contará com a dupla Steve Martin e Martin Short. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três pessoas (Martin, Short e Gomez) obcecadas por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros vão dividir a produção da série com o roteirista e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016) e “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”.
Reni Santoni (1939 – 2020)
O ator Reni Santoni, que trabalhou em “Dirty Harry” e na série “Seinfeld”, morreu no sábado (1/8) em Los Angeles, aos 81 anos, com vários problemas de saúde que incluíam câncer. O nova-iorquino Santoni era mais conhecido como autor de peças de vanguarda, do circuito off-Broadway, quando interpretou um viciado em “O Homem do Prego” (1964), de Sidney Lumet, em seu primeiro papel de destaque no cinema. Ele virou protagonista logo em seguida, em “Onde Começa o Sucesso” (1966), de Carl Reiner. Baseado num livro de Reiner já levado ao teatro, o filme trazia Santoni como um jovem aspirante a ator, que era escolhido para um trabalho mesmo sem ter experiência. O desempenho foi elogiado pelo célebre e exigente crítico Rober Ebert, mas o filme em geral foi considerado muito fraco, impedindo maior projeção para Santoni, que voltou a viver coadjuvantes em seus trabalhos seguintes, como “A Batalha de Anzio” (1968) e “A Revolta dos Sete Homens” (1969). Um de seus papéis de coadjuvante mais lembrados foi Chico, o parceiro novato do detetive “Dirty” Harry Callahan (Clint Eastwood) no policial clássico “Perseguidor Implacável” (Dirty Harry, 1971). Na trama, ele era emparelhado com o policial durão após o parceiro anterior de Callahan ser baleado, e era sempre ridicularizado por ser um “garoto da faculdade” – tinha nada menos que um diploma em sociologia. Anos mais tarde, Santoni virou parceiro até de Sylvester Stallone em “Stallone: Cobra” (1986). Atuou também como carcereiro do delinquente Sean Penn em “Juventude em Fúria” (1983). E fez muitas comédias, voltando a se juntar ao diretor Carl Reiner em dois filmes: “Cliente Morto Não Paga” (1982), estrelado por Steve Martin, e “Aluga-se para o Verão” (1985), com John Candy. Ele ainda contracenou com Candy no sucesso “Chuva de Milhões” (1985), de Walter Hill, com Robert Downey Jr. em “O Rei da Paquera” (1987), e com Michael J. Fox em “Nova York – Uma Cidade em Delírio” (1988), entre outras produções. Paralelamente, fez muitas participações em séries, incluindo “Havaí 5-0”, “As Panteras”, “Miami Vice” e “CHiPs”, além de ter integrado o elenco fixo de “Manimal” e interpretado papéis recorrentes em “Owen Marshall: Counselor at Law”, “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Midnight Caller”, “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue), “O Desafio” (The Practice) e principalmente “Seinfeld”. Ele apareceu quatro vezes em “Seinfeld” como Poppie, gerente um restaurante italiano que enojava Jerry por não lavar as mãos após ir ao banheiro e mexer na massa. Fora das telas, Santoni teve um longo relacionamento romântico com a atriz Betty Thomas. Os dois se conheceram nos bastidores de “Chumbo Grosso”. Quando Thomas virou diretora, ele acabou aparecendo em pequenos papéis nos cinco primeiros filmes dela – “O Paraíso te Espera” (1992), “A Família Sol, Lá, Si, Dó” (1995), “O Rei da Baixaria” (1997), “Dr. Dolittle” (1998) e “28 Dias” (2000). Seus últimos trabalhos foram nas séries “CSI”, “Grey’s Anatomy”, “Raising the Bar” e “Franklin & Bash”.
Carl Reiner (1947 – 2020)
Lenda do humor americano, Carl Reiner, um dos pioneiros da comédia televisiva dos EUA e responsável por lançar Steve Martin no cinema, morreu na noite de segunda-feira (29/6) em sua casa, em Los Angeles, de causas naturais, aos 98 anos. Com uma carreira de sete décadas, Reiner acompanhou a evolução do humor americano, do teatro de variedades, passando pelos discos de humor até a criação do formato sitcom e a participação em blockbusters modernos. Após escrever piadas para apresentações de Sid Caesar em Nova York e nos programas televisivos “Caesar’s Hour”, que lhe rendeu dois Emmys, e “Your Show of Shows” dos anos 1950, ele criou “The Dick Van Dyke Show”, a primeira sitcom de verdade. E a origem do formato teve início praticamente casual. Reiner vinha sendo convidado a participar de programas de humor e escrever piadas, mas não gostava de nenhum roteiro que recebia. Sua mulher disse que, se ele achava que faria melhor, que então fizesse. E ele fez. Ele escreveu a premissa e os primeiros 13 episódios baseando-se em sua própria vida. E inaugurou um costume novo, ao estabelecer um lugar de trabalho como set de humor, relacionando as piadas à rotina do protagonista no emprego e também em sua casa, com sua mulher e filhos. Era uma situação fixa, que acabou inspirando cópias e originando um novo gênero de humor televisivo – sitcom, abreviatura de “comédia de situação”. Até então então, as comédias se passavam apenas na casa das famílias e, eventualmente, nos lugares em que passavam férias, como em “I Love Lucy”. Pela primeira vez, o humor passou a se relacionar com o cotidiano de trabalho, uma iniciativa que até hoje inspira clássicos, como “The Office”, por exemplo. O roteirista tentou emplacar a série com ele mesmo no papel principal, mas o piloto foi rejeitado. Apesar disso, o produtor Sheldon Leonard garantiu que não tinha desistido. “Vamos conseguir um ator melhor para interpretar você”. Foi desse modo que o escritor de comédias de TV Rob Petrie ganhou interpretação do galã Dick Van Dyke. Isto, porém, fomentou outro problema, quando o ator se tornou maior que o programa, graças a participações em filmes famosos – como “Mary Poppins” (1964) e “O Calhambeque Mágico” (1968) – , razão pela qual “The Dick Van Dyke Show” não durou mais que cinco temporadas, exibidas entre 1961 e 1965. Além do ator que batizava a atração, o elenco ainda destacava, como intérprete de sua esposa, ninguém menos que a estreante Mary Tyler Moore, cujo nome logo em seguida também viraria série. E Reiner, claro, conseguiu incluir em seu contrato a participação como um personagem recorrente. A audiência do programa só estourou na 2ª temporada e de forma surpreendente, numa época em que todos os canais priorizavam séries de western. A atração consagrou Reiner com quatro Emmys e lhe abriu as portas de Hollywood. Consagrado na TV, ele foi estrear no cinema como roteirista de dois longas para o diretor Norman Jewison: “Tempero do Amor” (1963), um dos maiores sucessos da carreira da atriz Doris Day, e “Artistas do Amor” (1965), com Dick Van Dyke. Em seguida, ele resolveu se lançar como diretor. Mas apesar das críticas positivas, “Glória e Lágrimas de um Cômico” (1969), estrelado por Van Dyke, não repercutiu nas bilheterias. O mesmo aconteceu com “Como Livrar-me da Mamãe” (1970), com George Segal. Assim, Reiner voltou à TV, de forma simbólica com uma sitcom chamada “The New Dick Van Dyke Show”, exibida entre 1971 e 1974. Ele tentou emplacar outras séries, como “Lotsa Luck!”, estrelada por Dom DeLuise, que durou só uma temporada, porém a maioria de seus projetos dos anos 1970 não passou do piloto. Por outro lado, a dificuldade na TV o fez tentar novamente o cinema e o levou a seu primeiro êxito comercial como cineasta, “Alguém Lá em Cima Gosta de Mim” (1977), comédia em que o cantor John Denver era visitado por Deus (na verdade, o veterano George Burns). Em 1979, ele firmou nova parceria bem-sucedida com outro comediante iniciante, o ator Steve Martin, a quem dirigiu em quatro filmes: “O Panaca” (1979), “Cliente Morto Não Paga” (1982), “O Médico Erótico” (1983) e “Um Espírito Baixou em Mim” (1984). Reiner ainda escreveu dois destes longas, ajudando a lançar a carreira de Martin, até então pouco conhecido, como astro de Hollywood. A parceria foi tão bem-sucedida que Reiner teve dificuldades de manter a carreira de cineasta após se separar de Martin. Sua filmografia como diretor encerrou-se na década seguinte, após trabalhar, entre outros, com John Candy em “Aluga-se para o Verão” (1985), Mark Harmon em “Curso de Verão” (1987), Kirstie Alley em “Tem um Morto ao Meu Lado” (1990) e Bette Midler em “Guerra dos Sexos” (1997), o último filme que dirigiu. Enquanto escrevia e dirigia, ele desenvolveu o hábito de aparecer em suas obras. E isso acabou lhe rendendo uma carreira mais duradoura que suas atividades principais – mais de 100 episódios de séries e longa-metragens. As participações começaram como figuração, como em “Deu a Louca no Mundo” (1963) e “A História do Mundo – Parte I” (1981), em que dublou a voz de Deus. Mas o fim de sua carreira de cineasta aumentou sua presença nas telas, a ponto de transformá-lo num dos assaltantes da trilogia de Danny Ocean, o personagem de George Clooney em “Onze Homens e um Segredo” (2001), “Doze Homens e Outro Segredo” (2004) e “Treze Homens e um Novo Segredo” (2007). Também apareceu em várias séries, como “Louco por Você” (Mad About You), “House”, “Ally McBeal”, “Crossing Jordan”, “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men), “Parks & Recreation”, “Angie Tribeca” e principalmente “No Calor de Cleveland (Hot in Cleveland), em que viveu o namorado de Betty White. E ainda se especializou em dublagens, após o sucesso da animação “The 2000 Year Old Man” (1975) que criou com outro gênio do humor, Mel Brooks. Seu último papel, por sinal, foi o rinoceronte chamado Carl, que ele dublou no recente “Toy Story 4” e num episódio da série animada “Forky Asks a Question”, da plataforma Disney+ (Disney Plus), produzido no ano passado. Em 1995, Reiner recebeu um prêmio pela carreira do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA). Em 2009, o mesmo sindicato voltou a homenageá-lo com o Valentine Davies Award, reconhecendo sua influência e legado para todos os escritores, bem como para a indústria do entretenimento e a comunidade artística em geral. Além de sua atividade nas telas, Reiner escreveu vários livros de memórias e romances. Ele se casou apenas uma vez, com Estelle Reiner, falecida em 2008, e teve três filhos, Sylvia Anne, Lucas e Rob Reiner. Este seguiu sua carreira, virando um reconhecido diretor de cinema – autor de clássicos como “Conta Comigo”, “A Princesa Prometida”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro” e “Louca Obsessão”.
Doze É Demais: Elenco original revive cenas da comédia “clássica” de 2003
O elenco quase completo da comédia “Doze É Demais”, uma Sessão da Tarde muito popular de 2003, reviveu seus papéis para uma homenagem à produção e também para alegrar os fãs que estão em isolamento social. “Surpresa! Da família Baker para a sua. Estamos todos juntos nisso”, escreveu a atriz Bonnie Hunt, a “mãe” da família, ao postar no Twitter o vídeo, em que cada ator recria uma cena de seu personagem no filme. O mais divertido é ver como as crianças cresceram, e como os adultos parecem mais jovens. Além de Hunt, participaram do “revival” os atores Hilary Duff, Alyson Stoner, Piper Perabo, Blake Woodruff, Kevin G. Schmidt, Jonathan Jacob, Forrest Landis, e os gêmeos Brent e Shane Kinsman. Os irmãos são os mais jovens, e tinham cinco anos quando o filme foi feito. Já Hilary Duff ainda era uma a estrelinha adolescente da Disney com 15 anos. Ficaram de fora da recriação o patriarca vivido por Steve Martin e o filho mais velho, interpretado por Tom Welling. Para quem não lembra da história, “Doze É Demais” contava a história da numerosa família Baker, que se muda para Illinois após o patriarca Tom (Martin) ser contratado para treinar um time de futebol americano na cidade. As coisas se complicam quando sua esposa Kate (Hunt) parte em uma turnê para promover seu novo livro, deixando-o sozinho para lidar com sua dúzia completa de filhos. Dirigido por Shawn Levy (hoje produtor de “Stranger Things”), o filme era remake de uma produção de 1950 – batizada de “Papai Batuta” no Brasil. A refilmagem foi destruída pela crítica da época (só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas fez bastante sucesso nos cinemas, a ponto de ganhar uma continuação em 2005 (com míseros 5% no Rotten Tomatoes), que ninguém lembra ou faz questão de esquecer. Surprise! From the Baker family to yours. We are all in this together. ❤️👨👩👧👦 #wearefamilyHelp feed families with us: https://t.co/seTtTMoi0Y@NoKidHungry pic.twitter.com/zdNFiV86Jo — Bonnie Hunt (@BonnieHunt_real) May 27, 2020










