Star Trek introduz romance do futuro entre personagens trans e não binário
Conhecida por seu pioneirismo em representatividade e inclusão desde os anos 1960, a franquia futurista “Star Trek” materializou seu primeiro casal formado por personagens não-binário e transexual. O episódio desta semana da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, intitulado “Forget Me Not”, trouxe à tona a história da nova tripulante Adira, vivida por Blu Del Barrio, com a revelação de seu relacionamento com o falecido namorado Gray Tal, vivido por Ian Alexander, que os fãs de “The OA” devem lembrar pelo papel de Buck Vu. O detalhe é que os intérpretes se identificam exatamente como os personagens, como não binário (sem identidade sexual definida) e transexual (com identidade definida após transição sexual). Disponibilizado no Brasil pela Netflix na sexta (6/11), o episódio se focou na busca das memórias perdidas de Adira e levou a nave Discovery ao planeta da raça Trill, considerada uma metáfora para a transexualidade desde que foi introduzida na franquia nos anos 1990 – em episódios de “Star Trek: A Nova Geração” e principalmente “Star Trek: Deep Space Nine”. Numa aventura que também serviu de alegoria para a aceitação dos diferentes, Adira se apresentou como a primeira pessoa humana capaz de carregar o simbionte que até então apenas os Trills eram capazes de compartilhar. Tudo graças a seu amor por Gray, que morreu em seus braços logo após receber o simbionte conhecido como Tal. Mas este não foi o fim de seu romance. Ao recuperar as memórias dos antigos hospedeiros de Tal, numa cerimônia nas grutas de Trill, a rebatizada Adira Tal retorna à Discovery sofrendo um efeito colateral inesperado, que ela esconde dos demais tripulantes: a capacidade de ver, ouvir e interagir com Gray. Em entrevista à revista Variety, o produtor executivo Alex Kurtzman disse que esta história está longe de terminar, e que Del Barrio e Alexander permanecerão na série na 4ª temporada – que recentemente iniciou sua produção em Toronto, no Canadá. “É uma longa história com eles”, garantiu Kurtzman. O produtor acrescentou que a vontade de expandir a representação da identidade de gênero no programa também coincidiu com o desejo dos roteiristas de contar “uma grande história de amor” na 3ª temporada, e as duas ideias se fundiram. “Parecia uma maneira muito interessante de fazer isso”, diz ele. Tanto Del Barrio quanto Alexander são creditados como cocriadores dos personagens. Sem roteiristas trans na equipe, os responsáveis pelas histórias pediram ajuda aos intérpretes para escolher como eles gostariam de ver os personagens retratados, desde a escolha do pronome feminino para Adira, porque Del Barrio disse que foi assim que se identificou antes de se assumir não binária – o que só ocorreu após sua escalação para o papel – até a ausência de detalhes sobre o fato de que Gray passou por uma transição sexual. “Eu acho que absolutamente deveriam haver personagens trans que simplesmente existem, e eles não precisam necessariamente se explicar ou aparecer como trans para o público”, disse Alexander para a Variety.
Star Trek: Discovery é renovada para 4ª temporada
No dia em que seus novos episódios chegaram na Netflix – e um dia após o lançamento nos EUA – , a CBS All Access anunciou ter renovado “Star Trek: Discovery” para sua 4ª temporada. Foi a renovação mais rápida da produção, que é responsável por revitalizar a franquia “Star Trek” e viabilizar sua expansão na plataforma de streaming. Graças a seu sucesso, a CBS All Access já estreou mais três séries do mesmo universo e tem outras duas em desenvolvimento. Além disso, a empresa já deixou claro que pretende utilizar essa popularidade para conquistar mais espaço no mercado, a partir da estratégia de crescimento internacional que inclui a mudança de seu nome para Paramount+ em 2021. A estreia da atual temporada, que fez um reboot da trama ao levar os tripulantes da Discovery para uma viagem de quase mil anos no futuro, também recebeu os maiores elogios da produção desde seu lançamento em 2017. A nota registra 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com a oficialização de sua continuidade, o começo da produção da nova temporada foi marcado para 2 de novembro, mas a data de estreia ainda não foi determinada. Em uma entrevista ao podcast Top 5 do site The Hollywood Reporter neste mês, o produtor Alex Kurtzman disse que tinha o futuro da franquia “Star Trek” mapeado até 2027, e que “Discovery” seguiria como o carro-chefe desse universo. Agora, os fãs estão ansiosos pela estreia do primeiro spin-off da série, “Star Trek: Strange New Worlds”, estrelado por Anson Mount, Ethan Peck e Rebecca Romijn após aparecerem em “Discovery” como a tripulação original da nave Enterprise – interpretando personagens do piloto original de “Star Trek”, produzido em 1964. Outro spin-off, “Section 31”, que seria estrelado por Michelle Yeoh, também está em desenvolvendo na plataforma. Além de “Discovery”, a CBS All Access ainda exibe “Star Trek: Picard”, que é continuação da série dos anos 1980 “Star Trek: A Nova Geração”, a comédia animada “Star Trek: Lower Decks” e a antologia “Short Treks”. Veja abaixo o vídeo do anúncio da renovação.
Top 10 das séries online destaca volta de Star Trek: Discovery
Num fim de semana com muitas estreias da Netflix, a série mais esperada é uma continuação, a 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que basicamente reinventa a atração. A lista ainda inclui dramas adolescentes, comédias, um terror francês de época e animações, incluindo um anime clássico japonês. Confira abaixo as 10 séries que movimentam o streaming neste fim de semana. Star Trek: Discovery | EUA | 3ª Temporada A produção que revitalizou a franquia “Star Trek” avança no tempo em seus novos episódios, mais exatamente 930 anos no futuro, para levar a nave Discovery a uma época em que a Federação dos Planetas Unidos – e tudo que a tripulação conhece e acredita – não existe mais. Seu desafio passa a ser resgatar os antigos valores de paz, fraternidade e prosperidade de sua origem histórica num tempo de distopias e desilusão – que serve de analogia para o mundo atual. A viagem no tempo também muda a perspectiva da série, que começou como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, fazendo sua cronologia avançar para além até de “Star Trek: Pìcard”. Este recurso narrativo abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, livrando-os das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico nunca antes abordado na saga intergaláctica. Com capítulos disponibilizados semanalmente às sextas, um dia após a exibição nos EUA, a temporada chega ao streaming com as críticas mais positivas já recebidas pela atração (100% no Rotten Tomatoes), trazendo ainda a bordo os primeiros personagens trans e não-binário do universo trekker. Disponível na Netflix Grand Army | EUA | 1ª Temporada Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a nova série dramática adolescente da Netflix acompanha alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles está a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e ao buscar justiça ocasiona rupturas na escola. O realismo da abordagem de vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying, recebeu muitos elogios da crítica americana. Com 83% de aprovação, a série é uma rara e bem-vinda exceção na programação da plataforma, repleta de produções sobre adolescentes de mentirinha vivendo crises superficiais e romances de Sessão da Tarde. Além disso, seu elenco de jovens estreantes está cheio de revelações. Disponível na Netflix La Révolution | França | 1ª Temporada Terror de época, a série reconfigura a Revolução Francesa como uma trama de pseudos vampiros-zumbis. O protagonista é uma figura real, o médico Joseph-Ignace Guillotin (Amir El Kacem, de “Comboio Furioso”), cujo nome é associado à invenção da guilhotina, mas que na trama é responsável por descobrir o vírus estranho que infecta a aristocracia, transformando os nobres em canibais de sangue literalmente azul, após o rei Louis XVI realizar rituais profanos em busca da perpetuação eterna do Ancien Régime. A série foi criada por Aurélien Molas (“Trauma”) e tem escala épica, locações históricas, figurino caprichado e elenco numeroso, mas nenhuma intenção educativa. Disponível na Netflix Alguém Tem que Morrer | México | Temporada Única Estrelada por Carmen Maura (“Volver”), atriz espanhola de vários filmes de Pedro Almodóvar, a minissérie é ambientada nos anos 1950 e acompanha uma família tradicional e conservadora, que vive de falsas aparências. A trama envolve a volta do filho Alejandro à casa dos pais, que planejam apresentar-lhe à noiva num casamento arranjado. Entretanto, eles são surpreendidos quando o rapaz chega acompanhado por um misterioso bailarino, que causa tumulto no cotidiano da família. Carmen Maura é a matriarca da família e o elenco também destaca Alejandro Speitzer (de “Desejo Sombrio”) como o protagonista e Ester Expósito (de “Elite”) como sua noiva. Por curiosidade, os dois são um casal na vida real. Criada por Manolo Caro (o criador de “A Casa das Flores”), a atração tem apenas três episódios. Disponível na Netflix Distanciamento Social | EUA | Temporada Única Produzida pela produtora-roteirista Jenji Kohan (criadora da série “Orange is the New Black”), a comédia realizada no auge da pandemia conta histórias passadas durante a quarentena, registrando a interação do elenco com companheiros de isolamento e também por meio de videoconferências. A ideia é similar a antologia “Amor e Sorte”, da Globo, inclusive no detalhe dos casais reais (Becky Ann Baker e Dylan Baker, por exemplo), mas com mais Zoom. São oito episódios independentes com narrativas que enfatizam conversas por celular e webcam sobre temas como isolamento, solidão, tédio, amor e até o movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). No elenco, estão alguns atores conhecidos dos fãs de séries, como Mike Colter (o “Luke Cage”), Danielle Brooks (“Orange Is the New Black”), Asante Blackk (“This Is Us”), Peter Scanavino (“Law & Order: SVU”), Guillermo Diaz (“Scandal”) e Oscar Nunez (“The Office”). Disponível na Netflix Athena | Reino Unido | 1 Temporada A série teen britânica de 2018 projetou Ella Balinska e traz a estrela do recente “As Panteras” como uma modelo que, após acabar a carreira com comentários impulsivos, decide entrar numa escola de artes visuais para virar estilista de moda e criar seus próprios vestidos. A trama acompanha sua trajetória na prestigiosa escola que batiza a atração, enquanto faz amizades com os mais diferentes estudantes. Criada por Holly Philips (“Nearly Famous”), a atração tem 26 episódios, uma vibe de “jovens artistas iniciantes” que antecipou “Katy Keene” (disponível na HBO Go) e ainda não foi renovada. Disponível na Globoplay Dando um Tempo com Bert Kreischer | EUA | 1ª Temporada O comediante Bert Kreischer convida amigos para o acompanharem em seu isolamento numa cabana no meio da floresta para cuidar da mente, do corpo e da alma. Disponível na Globoplay 4 Contra o Apocalipse | EUA | 3ª Temporada A adaptação animada dos livros de Max Brallier acompanha os quatro últimos adolescentes da Terra, que vivem numa casa de árvore enfeitada, jogam videogame, empanturram-se de doces e lutam contra zumbis, dragões e monstros variados após o apocalipse. O elenco de dubladores é liderado por Nick Wolfhard, o irmão mais velho de Finn Wolfhard (da série “Stranger Things”) e a lista de convidados inclui vozes monstruosas de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), Catherine O’Hara (a mãe de “Esqueceram de Mim”), Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) e Rosario Dawson (a Claire Temple de “Luke Cage”). Na nova temporada, um breve contato de rádio revela que os protagonistas não são realmente os sobreviventes finais da humanidade. Disponível na Netflix Kipo e os Animonstros | EUA | 3ª Temporada A última temporada da série pós-apocalíptica conclui a trama com 10 episódios, em que a protagonista enfrenta seu inimigo mais assustador: Dra. Emilia, que planeja eliminar as criaturas mutantes para tornar a superfície “segura” para os humanos. Mas Kipo tem uma visão otimista de que todos podem conviver. Para realizar esse sonho, ela deve se apoiar em seus amigos e assumir um papel para o qual pode não estar pronta. Produzida pela Dreamworks Animation, a série é uma criação de Radford Sechrist (desenhista de “Kung Fu Panda 2” e “Como Treinar o seu Dragão 2”) e Bill Wolkoff (roteirista de “Star Wars: Rebels” e “Once Upon a Time”) e destaca em seu elenco de vozes a atriz Karen Fukuhara (“The Boys” e “Esquadrão Suicida”) como Kipo. Disponível na Netflix One Piece | Japão | 1ª Temporada Um dos animes mais famosos de todos os tempos, a produção de 1999 baseada no mangá de Eiichiro Oda chega na Netflix remasterizada e redublada. Só a 1ª temporada tem 130 episódios, que seguem um grupo de piratas liderado por Monkey D. Luffy. O garoto pretende se tornar o Rei dos Piratas e para isso deve encontrar o lendário One Piece, um tesouro escondido capaz de torná-lo imbatível, segundo as lendas. O problema é que ele não é o único atrás da fortuna. O sucesso da série se deve à sua capacidade de alternar ação e melodrama, com temas como família, perda e perseguição de sonhos. Atualmente, já são mais de 900 episódios lançados – sem contar os longas animados – , o que faz de “One Piece” um dos animes mais longos já produzidos. Disponível na Netflix
Kate Mulgrew vai voltar a viver a capitã Janeway em série animada de Star Trek
A atriz Kate Mulgrew, que foi indicada ao Emmy por viver Galina “Red” Reznikov, a cozinheira russa da série “Orange Is the New Black”, vai retomar outro papel marcante de sua carreira. Ela entrou na nova série de animação “Star Trek: Prodigy”, onde vai reviver a capitã Kathryn Janeway. Mulgrew foi a primeira mulher a protagonizar uma série do universo “Star Trek”, estrelando “Star Trek: Voyager” de 1995 a 2001, como a capitã da nave do título. Ela também apareceu brevemente como Janeway no cinema, em “Star Trek: Nemesis” (2002). “Eu investi cada centelha do meu ser na capitã Janeway e mal posso esperar para dotá-la de nuances que nunca fiz antes em ‘Star Trek: Prodigy'”, disse Mulgrew em um comunicado. “Como é emocionante ser capaz de apresentar a essas mentes jovens uma ideia que elevou o mundo por décadas. Estar no comando novamente será profundamente gratificante de uma nova maneira para mim.” A participação foi anunciada nesta quinta-feira (8/10) durante a Comic Con de Nova York, mas a série animada já vinha sendo mencionada desde julho. Ao contrário das demais atrações do universo trekker, veiculadas na plataforma CBS All Access (Paramount+ a partir de 2021), “Star Trek: Prodigy” será uma produção voltada para crianças e disponibilizada no canal pago Nickelodeon. Desenvolvida pelos irmãos Dan e Kevin Hageman, que venceram o Emmy 2018 como roteiristas da série animada “Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”, “Prodigy” também será a primeira produção com animação em CGI (computadorizada) de “Star Trek”. Na trama, um grupo de adolescentes encontra, por acaso, uma nave abandonada da Frota Estelar e passa a usá-la para viver várias aventuras e dar novo sentido as suas vidas. Não está claro como a capitã Janeway entra neste contexto, mas o produtor executivo Alex Kurtzman deu uma dica. “Esta capitã seguia um padrão diferente de seus antecessores. Esta capitã precisou incorporar um nível desumano de perfeição para ser aceita como ‘boa o suficiente’ pelos céticos, mas mostrou a todos o que isso significava, tornando-se verdadeiramente notável. Não podemos pensar em nenhum capitão melhor para inspirar a próxima geração de sonhadores na Nickelodeon, do que esta”, o produtor disse, em comunicado.
Paramount+ será ampliada com conteúdo da CBS All Access e Showtime no Brasil
A ViacomCBS revelou seus planos para o lançamento internacional da plataforma de streaming CBS All Access. Para começar o serviço será rebatizado de Paramount+ a partir de 2021, buscando se projetar com uma marca estabelecida há 100 anos. O detalhe é que a Paramount+ já existe no Brasil, onde oferece streaming de séries como “Yellowstone”, “The Handmaid’s Tale” e “For Life”, disponíveis no canal pago Paramount. Além do Brasil, uma plataforma com este nome também está em operação em outros países da América Latina e da Escandinávia. A ViacomCBS pretende reformular esses serviços existentes incorporando mais atrações, incluindo as séries da CBS All Access, como “Star Trek: Discovery” e “The Good Fight”, a livraria de filmes da Paramount e o portfolio dos canais da ViacomCBS, como BET, Comedy Central, MTV e Nickelodeon. Mas tem mais. A versão internacional da plataforma ainda terá um bônus em relação à oferta americana. Vai trazer as atrações do canal pago Showtime, como “Shameless”, “Billions” e a vindoura “The Good Lord Bird” – que, nos EUA, continuarão independentes da Paramount+. “Paramount é uma marca icônica e célebre, amada por consumidores em todo o mundo e é sinônimo de qualidade, integridade e narrativa de classe mundial”, disse o CEO da ViacomCBS, Bob Bakish, em um comunicado. “Com a Paramount+, estamos empolgados em estabelecer uma marca global de streaming no segmento de assinatura que se baseará na amplitude e profundidade do portfólio da ViacomCBS para oferecer uma coleção extraordinária de conteúdo para todos os gostos.” A evolução da CBS All Access, lançada em 2014, para a Paramount+ em 2021 será acompanhada por um aumento sensível de conteúdo, chegando a mais de 30 mil títulos, entre séries e filmes. Além disso, novas atrações já estão em produção para a estreia da nova fase. A lista de atrações recém-encomendadas para a plataforma incluem uma versão “true crime” de “Criminal Minds”, batizada de “The Real Criminal Minds”, com episódios documentais sobre casos que inspiraram a série da CBS, uma reinvenção do programa “Behind the Music”, da MTV, que mostrará os 40 maiores artistas dos últimos 40 anos, um revival da sitcom “The Game”, de Mara Brock Akil, que durou nove temporadas na rede CW e no canal BET, uma série de espionagem de Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), chamada “Lioness”, sobre um jovem fuzileiro naval recrutado para fazer amizade com a filha de um terrorista a fim de derrubar sua organização, e uma minissérie baseada em “O Poderoso Chefão”, “The Offer”, desenvolvida pelo produtor-roteirista Michael Tolkin (“Escape at Dannemora”), que dramatizará a experiência de Al Ruddy na produção do famoso e premiado filme de Francis Ford Coppola. Esses projetos se juntam à série infantil “Kamp Koral”, anteriormente anunciada, que será ambientada no mundo do Bob Esponja, um dos personagens mais populares da Nickelodeon. “Com o lançamento global da Paramount+, estamos prontos para nos tornarmos uma empresa tão poderosa em streaming quanto somos na TV”, disse David Lynn, presidente e CEO da ViacomCBS Networks International (VCNI). “Aproveitando a marca icônica da Paramount, a infraestrutura de ponta da ViacomCBS junto com um produção incrível e superdimensionada de conteúdo imperdível, a Paramount+ oferecerá ao consumidor uma experiência excepcional de entretenimento que vai agitar significativamente a indústria de streaming.”
Star Trek: Discovery ganha trailer, pôster e painel virtual com novidades da 3ª temporada
A franquia “Star Trek” realizou uma – pouquíssima divulgada – convenção virtual nesta terça (8/9), em que apresentou várias novidades. Batizado de “Star Trek Day”, o evento teve participação de atores e equipes de produção das séries clássicas e das novas atrações exibidas no serviço de streaming CBS All Access. Entre os painéis divulgados no canal da plataforma no YouTube, o maior destaque ficou por conta da revelação do pôster e do trailer da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que acompanha a comandante Burnham (Sonequa Martin-Green) numa viagem ao futuro, dando sequência aos eventos do final da 2ª temporada. Os novos episódios encontrarão a tripulação da USS Discovery em um período desconhecido, devastado e cheio de incertezas, em que a tripulação se vê como símbolos de uma utopia destruída e assume a missão de restaurar os ideias de fraternidade da agora extinta Federação dos Planetas Unidos. Além do trailer, o painel destacou a introdução de novos personagens na série, com destaque para Cleveland Booker, papel de David Ajala (“Supergirl”), ator presente na discussão, sem esquecer dos novos representantes da comunidade LGBTQIA+: Blu Del Barrio, em seu primeiro papel como um personagem não binário, e Ian Alexander (“The OA”), que viverá um transexual hospedeiro da raça trill. Com 13 episódios, a 3ª temporada estreará no CBS All Access em 15 de outubro, com a exibição de episódios semanais às quintas. No Brasil, a série é distribuída pela Netflix, que costuma disponibilizar os capítulos um dia após a transmissão nos EUA. Veja abaixo a íntegra do painel, o trailer e o pôster de “Star Trek: Discovery”.
Star Trek: Discovery inclui primeiros personagens trans e não binário da franquia futurista
Conhecida por seu pioneirismo em representatividade e inclusão desde os anos 1960, a franquia futurista “Star Trek” anunciou que passará a contar com mais personagens da comunidade LGBTQIA+, introduzindo seus primeiros personagens trans e não binário. A série “Star Trek: Discovery”, principal título atual da franquia e que já tem um casal gay em sua tripulação original, incluirá um personagem não-binário, interpretado por Blu Del Barrio, estreante na atuação, e um trans vivido por Ian Alexander, que os fãs de “The OA” devem lembrar pelo papel de Buck Vu. Blu Del Barrio viverá Adira, oficial que chega à USS Discovery trazendo muita confiança e inteligência ao time. Durante a temporada, Adira vai forjar uma amizade inesperada com o tenente comandante Paul Stamets (Anthony Rapp) e com o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), o casal gay original da produção. Já Ian Alexander será Gray, um jovem caloroso e empático cujo sonho é se tornar hospedeiro da raça alienígena de simbiontes conhecida como Trill. Entretanto, algo acontece para tirar esse plano dos trilhos. Em comunicado, a showrunner Michelle Paradise disse que os roteiristas trabalharam com os atores e com a organização ativista GLAAD para criar personagens que refletissem com respeito a comunidade LGBTQIA+. “‘Star Trek’ sempre teve a missão de dar visibilidade a comunidades pouco representadas, porque acreditamos em mostrar um futuro em que as pessoas não sofrem divisões com base em suas raças, identidades de gênero ou orientações sexuais. Queremos mostrar que isso é possível e alcançável”, disse Paradise. “Estamos muito orgulhosos de trabalhar com Blu, Ian e com a GLAAD para criar estes personagens extraordinários de forma compreensiva e empoderadora.” Del Barrio foi aprovada no teste para viver Adira durante seu último ano na Academia de Música e Arte Dramática de Londres. “Star Trek: Discovery” será seu primeiro crédito como atriz profissional. Alexander, o primeiro transgênero asiático-americano a atuar na TV, além de ter aparecido em “The OA”, da Netflix, também trabalhou no videogame “The Last of Us – Parte II”. A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” tem estreia marcada para 15 de outubro na plataforma americana CBS All Access. A série costuma ser exibida no Brasil um dia após a exibição nos EUA pela Netflix.
Ben Cross (1947 – 2020)
O ator Ben Cross, que ficou conhecido pelo papel do atleta olímpico Harold Abrahams no clássico “Carruagens de Fogo” (1981), morreu na manhã desta terça (18/8) em Vienna, onde residia, de uma doença não especificada aos 72 anos. Cross teve grandes sucessos no palco e nas telas. Sua estreia nos cinemas foi ao lado de Sean Connery e Michael Caine no filme “Uma Ponte Longe Demais”, de 1977, mesmo ano em que se tornou membro da Royal Shakespeare Company. Ele ficou famoso ao estrelar a primeira montagem do musical “Chicago” em Londres, em 1979, onde interpretou o protagonista Billy Flynn (vivido por Richard Gere nos cinemas). Por isso, também tentou carreira como cantor, lançando várias músicas. O sucesso de “Chicago” o levou ao papel de Harold Abrahams em “Carruagens de Fogo”, filme que contou a história de atletas britânicos nas Olimpíadas de 1924. Embora Cross acreditasse que a história não teria apelo além do Reino Unido, tornou-se um sucesso mundial e acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme. “Um filme como esse muda a vida profissionalmente”, ele disse numa entrevista de 2012 . “De repente, você passa a receber convites para muitos trabalhos, o que é adorável. Mas, desde então, fiz 80 ou 90 projetos, nenhum dos quais teve tanto sucesso.” De fato, muitos de seus filmes seguintes foram abaixo da crítica, empregando-o geralmente como vilão. Num dos mais razoáveis, “Lancelot, o Primeiro Cavaleiro” (1995), enfrentou Richard Gere e Sean Connery, mas ele lutou até com Jean-Claude Van Damme em “A Irmandade” (2001). Também assumiu novas versões de papéis famosos, como no resgate da novela “Dark Shadows”, transformada em série de curta duração em 1991, na qual viveu o vampiro Barbanas Collins. Ele ainda foi Sarek, o pai de Spock, no reboot de “Star Trek”, de 2009. Entre seus últimos trabalhos estão papéis nas séries “Banshee” (2013–2016), “12 Macacos” (2015–2018) e “Pandora” (2019), além de ter interpretado o Príncipe Charles no telefilme “William & Kate: The Movie” (2011). Cross deixou algumas produções inéditas, incluindo o romance da Netflix “Last Letter to Your Lover”, com Shailene Woodley e Felicity Jones, e o terror sobrenatural “The Devil’s Light”, com Virginia Madsen.
Paramount suspende produção de Star Trek do criador de Fargo
A Paramount Pictures decidiu suspender a produção do novo filme “Star Trek”, que seria escrito e dirigido por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”). A decisão reflete uma mudança no comando do estúdio, cinco semanas após a ex-executiva de cinema da 20th Century Fox, Emma Watts, tornar-se presidente do Paramount Motion Picture Group. Fontes da revista Variety indicaram que Watts freou o projeto para obter mais clareza sobre como lidar com o próximo filme da franquia sci-fi, mas acrescentaram que o projeto não foi abandonado. O problema, aparentemente, estaria no tema do longa, que mostraria um vírus dizimando a vida do universo. Diante da pandemia do coronavírus, o tema teria sido considerado sensível. Se este for o caso, a Paramount não deve ter levado em conta que um dos maiores sucessos de VOD durante a pandemia foi o filme “Contágio” (2011). O estúdio também estava desenvolvendo um projeto “Star Trek” com Quentin Tarantino e ainda tentou lançar outro filme em 2018, que seria o primeiro dirigido por uma mulher, SJ Clarkson, com Chris Hemsworth (o Thor) de volta ao papel de pai do Capitão Kirk, visto em “Star Trek” (2009). Nenhum desses projetos saiu do papel. O próximo filme será o 14º da franquia. O último foi “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016.
Versão online da Comic-Con decepciona e reúne pouco público
Primeira tentativa de realizar um grande evento de forma virtual, a versão online da Comic-Con não conseguiu empolgar o público e fracassou em materializar uma versão digital da convenção real. Os organizadores prometeram o melhor dos mundos, uma edição cheia de atrações, gratuita e sem filas. Mas a Comic-Con@Home teve poucas estrelas do mundo do entretenimento e, tragicamente, pouca presença de fãs. Além da baixa visualização dos vídeos disponibilizados, faltaram fãs na própria programação. Maior atrativo de qualquer Comic-Con, os cosplays acabaram esquecidos pelos organizadores, sem aparecer em nenhum vídeo, embora habitualmente sejam as imagens mais associadas à festa geek. Também não houve comércio virtual, um oportunidade perdida para promoções e lançamentos que, em outros tempos, movimentariam fortunas nos corredores do centro de convenções de San Diego. Faltou até programação interativa – e alternativa – , com passatempos temáticos. A Comic-Con@Home se restringiu a uma sucessão de vídeos produzidos com o aplicativo Zoom, reunindo cabeças falantes. E, aparentemente, alguns desses vídeos, apresentados como “lives”, eram pré-gravados. Keanu Reeves, que participou de dois painéis no fim de semana – para divulgar “Bill & Ted: Encare a Música” e comentar os 15 anos de “Constantine” – , acabou sendo a maior estrela do evento, que ainda contou com o elenco do filme “Os Novos Mutantes”, das séries das franquias “Star Trek” e “The Walking Dead”, e um punhado de outras atrações televisivas. Apesar de alardeados 350 painéis online, menos de duas dezenas foram dedicados a filmes e séries. Já as discussões acadêmicas sobre o que representa “A máscara nos quadrinhos de ‘Watchmen'”, “A psicologia da cultura pop de Natal” e “A ciência de ‘Star Trek'” ficaram às moscas. Não por acaso, a grande maioria dos vídeos disponibilizadas na página da Comic-Con Internacional no YouTube registrou menos de 2 mil visualizações. Alguns não conseguiram atrair nem 500 pessoas. A Comic-Con Internacional sempre teve esses debates obscuros, mas eles nunca chamaram tanta atenção quanto em sua versão virtual. O formato do evento “democratizou” a programação, colocando painéis hollywoodianos ao lado de discussões da “academia dos geeks”, sem priorizar destaques. A única divisão oferecida foi a dos dias da semana. Mais assistido de todos os painéis, o encontro de vários intérpretes da série “Vikings”, da 1ª à última temporada, atraiu o interesse de 223 mil pessoas. Só outro vídeo chegou perto desses números: “Os Novos Mutantes”, que reuniu 213 mil pessoas. Este painel foi também o que mais caprichou em novidades. Além de reunir o diretor e o elenco completo, apresentou a primeira cena do filme e um trailer inédito. Nenhum outro momento da programação chegou perto desse volume. Entre os bate-papos mais bem-sucedidos, o debate com Keanu Reeves sobre “Constantine” foi visto por 67 mil e um painel dedicado aos papéis heroicos de Charlize Theron teve 57 mil visualizações. Dentre as séries, depois de “Vikings” o programa mais assistido foi dedicado a “The Walking Dead”, que reuniu 87 mil fãs, seguido por “Fear The Walking Dead”, visto por 72 mil e um painel com diversas atrações do universo “Star Trek”, prestigiado por 64 mil. Outros destaques incluíram a participação do elenco de “The Boys”, com 54 mil visualizações, “His Dark Materials”, com 44 mil, e o curioso empate de público dos painéis de “The 100”, “Wynona Earp” e “What We Do in The Shadows”, com 34 mil espectadores. O dado negativo ficou por conta do desinteresse gerado pelo painel da 4ª temporada de “Van Helsing”, visto por apenas 4 mil pessoas. A falta de grandes atrativos se deveu à ausência de produções da Disney e da WarnerMedia. Os dois conglomerados decidiram dar pouca importância para o evento, porque têm outros planos de divulgação. A Disney tem sua própria “Comic Con”, a D23 Expo, que este ano também deverá ser virtual, e a Warner anunciou sua primeira convenção dedicada às atrações da DC Comics, a DC FanDome, que vai acontecer no dia 22 de agosto. Se a realização da Comic-Con@Home não foi exatamente o que os fãs esperavam, o que acabou se materializando serviu para alertar os “concorrentes” sobre o que precisa ser aperfeiçoado. Além disso, demonstrou para todo mundo que não é caro nem muito difícil organizar uma convenção digital. Sem as dificuldades logísticas para reunir diversos astros num mesmo local, acomodar o público e ainda contar com equipamento sofisticado para exibições especiais, até fãs estão fazendo convenções online. Durante o fim de semana da Comic-Con, aconteceram duas: JusticeCon, dedicada à “Liga da Justiça”, com a presença do diretor Zack Snyder e do ator Ray Fisher (Ciborgue), e #SaveDaredevil, com diversos atores e a equipe da série “Demolidor”. Só a entrevista com Zack Snyder na JusticeCon foi acompanhada por 281 mil pessoas. Ou seja, teve mais público que a atração mais vista da Comic-Con@Home.
Teaser de Star Trek: Discovery anuncia data da 3ª temporada
A plataforma americana CBS All Access divulgou um novo teaser de “Star Trek: Discovery”, que revela a data de estreia da 3ª temporada. Os novos episódios começam a ser exibidos em 15 de outubro nos EUA. Além da data, o teaser ainda destaca a oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) segurando uma bandeira da Federação dos Planetas Unidos. A imagem tem força simbólica porque, ao viajar para 930 anos no futuro, a Discovery vai descobrir que a Federação não existe mais. Assim, aparentemente, caberá à tripulação da espaçonave resgatar os ideais de paz, fraternidade e prosperidade da antiga organização planetária. A viagem no tempo também muda a perspectiva da série, até então situada como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, fazendo sua cronologia avançar para além até de “Star Trek: Pìcard”. Isto abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico nunca abordado na franquia. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix com um dia de diferença em relação à exibição nos EUA. The future is now. Star Trek: Discovery returns October 15 💫 #StarTrekDiscovery #StarTrek https://t.co/FSHC0NbIOF pic.twitter.com/4odsMwUNE2 — Star Trek (@StarTrek) July 27, 2020
Veja a cena de abertura da nova série Star Trek: Lower Decks
A plataforma CBS All Access divulgou a cena de abertura da nova série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela os personagens principais, dublados por Jack Quaid (“The Boys”) e Tawny Newsome (“Space Force”), e o tom de humor da nova série animada passada no universo trekker. Uma parte da prévia já tinha aparecido no primeiro trailer oficial da produção (confira aqui). Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão, sem esquecer a recém-batizada “Star Trek: Prodigy”, outra série animada, voltada para o público infantil do canal pago Nickelodeon. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.
Nickelodeon revela título da primeira série animada infantil de Star Trek
O canal pago infantil Nickelodeon divulgou o título e o logotipo (acima) de sua primeira série da franquia “Star Trek”. Batizada de “Star Trek: Prodigy”, a atração será a primeira animação para crianças derivada da longeva saga espacial. Desenvolvida pelos irmãos Dan e Kevin Hageman, que venceram o Emmy 2018 como roteiristas da série animada “Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”, “Prodigy” também será a primeira produção com animação em CGI (computadorizada) de “Star Trek”. Na trama, um grupo de adolescentes encontra, por acaso, uma nave abandonada da Frota Estelar e passa a usá-la para viver várias aventuras e dar novo sentido as suas vidas. “A missão de ‘Star Trek’ é inspirar novas gerações de sonhadores a construir um futuro mais brilhante”, disse em comunicado Alex Kurtzman, que vai produzir a série e conduz a saga desde o começo da nova leva de filmes, em 2009. “Dan e Kevin criaram uma história que honra este espírito exploratório como nunca vimos antes”. Vale lembrar que a primeira série animada de “Star Trek” não era exatamente para crianças. Cultuadíssima, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original de 1966, além de contar com o elenco original em sua dublagem, servindo como continuação da missão de cinco anos da nave Enterprise. O novo projeto se junta a múltiplas séries trekkers atualmente em produção. Entre elas, há inclusive outra animação, “Lower Decks”, que é destinada aos fãs mais crescidos da saga espacial. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, ela será disponibilizada na plataforma CBS All Access.










