The Walking Dead: World Beyond estreia com críticas negativas
A crítica reprovou a ampliação do universo de “The Walking Dead”. A nova série passada no apocalipse zumbi, “The Walking Dead: World Beyond”, foi recebida com avaliações negativas pela imprensa americana. A atração, que estreia neste domingo (4/10) nos EUA, ficou com apenas 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A revista Variety publicou a crítica mais favorável, ainda assim destacando que “não é uma série perfeita”. O que agradou a publicação foi a “vontade de reinventar, de examinar genuinamente um recanto desse universo que ainda não foi tocado”, recomendando aos fãs da franquia que “vale a pena experimentar” seus episódios. Já as publicações especializadas TV Guide e TV Line foram menos magnânimas. A primeira afirma que “The Walking Dead: World Beyond” é um spin-off “desnecessário” e que só funciona “às vezes”, enquanto a segunda declara que seus personagens são “estereótipos escritos nos termos mais simples”. Além disso, as reviravoltas não são sutis e não acrescentam nada de novo à saga. “Provavelmente, é perfeito para jovens telespectadores mais interessados em dramas [adolescentes] do que em zumbis”. A CNN reforçou que a série parece teen, refletindo o fato de sua trama seguir quatro adolescentes, “como um versão do Disney Channel de uma série zumbi, mas sem as músicas pegajosas”. E a Entertainment Weekly deu o tiro de misericórdia. “Sério, alguém estava pedindo por isso? Os adolescentes já têm seu próprio programa de zumbis, chamado ‘The Walking Dead'”. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama realmente acompanha um grupo de jovens, que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no mundo exterior, adentrando o apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), o galã LGBTQIA+ Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). A série tem previsão de estreia no Brasil com um dia de atraso, às 22h de segunda-feira (5/10) no canal pago AMC. Veja abaixo um vídeo de apresentação da atração.
Elizabeth Tulloch revela começo das gravações protegidas de Superman & Lois
Atriz Elizabeth Tulloch compartilhou uma foto dos bastidores de “Superman & Lois” para anunciar o começo das gravações da nova série de super-heróis do Arrowverso e revelar que todos estão seguindo orientações de saúde para se preservar diante da pandemia de covid-19. A imagem apresenta a intérprete de Lois junto de seu marido da ficção, Tyler Hoechlin (Clark/Superman), e os filhos crescidos, Jordan Elsass (Jonathan) e Alexander Garfin (Jordan), todos usando máscaras de proteção. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Curiosamente, Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. Nesse encontro, também foi revelado que ele teve filhos com Lois (Erica Durance). Ver essa foto no Instagram Reunited with my boys! 😍😍😍 @tylerhoechlin @alexgarfin @jordanelsass @cwsupermanandlois #thekents Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 2 de Out, 2020 às 11:29 PDT
Vídeo com cenas inéditas e depoimentos apresenta Walking Dead: World Beyond
O canal pago AMC divulgou um novo vídeo da série “Walking Dead: World Beyond”, com cenas inéditas e depoimentos do elenco e dos produtores apresentando a atração. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama vai acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no mundo exterior, adentrando o apocalipse zumbi. Esta atração se diferencia das outras duas do universo “The Walking Dead” por ter duração limitada, com apenas duas temporadas confirmadas. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a suspensão da pós-produção (efeitos, edição) adiou o lançamento, que agora vai chegar em 4 de outubro nos Estados Unidos e um dia depois no Brasil.
Olivia Wilde vai dirigir filme do Aranhaverso da Sony
A Sony Pictures contratou Olivia Wilde para dirigir e desenvolver um projeto secreto baseado em personagem da Marvel. A informação é do site Deadline, que afirma que se trata de uma produção centrada em uma heroína do Aranhaverso, possivelmente a Mulher-Aranha. O estúdio preferiu não comentar a notícia. Mas o Deadline deu a ficha completa da produção. O filme será escrito por Katie Silberman e terá produção de Amy Pascal, a ex-chefe do estúdio que é responsável pelas produções do Aranhaverso. Silberman escreveu a comédia que lançou a nova carreira de Wilde como diretora, a elogiada comédia adolescente “Fora de Série” (2019), e as duas ainda estão juntas em mais dois projetos, o thriller psicológico “Don’t Worry Darling”, que Wilde também vai estrelar, e um filme de Natal na Universal, que, por sinal, tem produção de Pascal. Elas esperam fazer estes filmes antes do longa da Sony/Marvel. A Mulher-Aranha tem sido o alter-ego de vários personagens nos quadrinhos do Homem-Aranha ao longo dos anos, incluindo Gwen Stacy, Mary Jane Watson e Jessica Drew, que foi a primeira a usar o traje da heroína no final dos anos 1970. Já que o conceito está sendo totalmente reformulado por Wilde, não se sabe qual versão o filme vai abordar. O projeto tem sido uma prioridade da Sony desde o início do ano, mas Wilde quase o dispensou, porque sua agenda começou a encher rapidamente. No final, pesou a vontade de dirigir um filme de super-heróis, que marcará a transição completa da estrela, após papéis na série “House” e em “Tron: O Legado” (2010), como uma cineasta do primeiro time de Hollywood.
Walking Dead: World Beyond ganha novas fotos
O canal pago AMC divulgou cinco fotos da série “Walking Dead: World Beyond” com os novos personagens da atração. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama vai acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no exterior, adentrando o apocalipse zumbi. Esta atração se diferencia das outras duas do universo “The Walking Dead” por ter duração limitada, com apenas duas temporadas confirmadas. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a falta de efeitos suspendeu o lançamento. Com a retomada dos trabalhos, ela voltou programação do canal pago, com exibição marcada para 4 de outubro nos Estados Unidos. As data de exibição no Brasil também foi confirmada para outubro. Mas o AMC Brasil ainda não definiu o dia. O canal costuma passar o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original.
Christopher Meloni revela que ainda não viu nenhum roteiro de Law & Order: Organized Crime
Christopher Meloni, que fechou contrato para voltar a interpretar o detetive Elliot Stabler num novo spin-off de “Law & Order”, revelou que ainda não viu nenhum roteiro da série. “Estamos no meio de uma produção pandêmica. Você sabe, tudo é insano”, ele explicou no programa “The Jess Cagle Show”, da rádio SiriusXM. O ator contou que pré-produção de “Law & Order: Organized Crime” tem sido feita de forma remota, devido à pandemia de coronavírus. “Você tem novas regras da cidade e no estado de Nova York, e por boas razões. Além disso, você tem novas regras e regulamentos da Universal e dos sindicatos. É preciso ‘servir muitos mestres’ agora, apenas para garantir que todos estejam seguros, certo? Qual é a nova norma para gravar?’, questionou. Enquanto isso é estabelecido, ele afirmou que os roteiristas ainda estão trabalhando na história. “Esse longo caminho foi para dizer que os roteiristas estão quebrando pedras, tentando descobrir o arco da história, quem são os personagens e como eles interagem, e eu ainda tenho que ver um roteiro”, disse. “Estou trabalhando no meu bronzeado, ok?”, acrescentou, brincando sobre o que tem feito durante a espera para as gravações. Questionado sobre uma possível evolução de seu personagem nesse novo arco narrativo, Meloni concordou. “Uma regressão eu não acho particularmente interessante. Sempre que penso em Elliot, penso que, por mais defeituoso que ele possa ter sido, seu coração estava sempre no lugar certo”, afirmou. “Acho que foi o seu senso de injustiça que trouxe à tona os piores aspectos dele. Acho que a idade, um tom mais suave, talvez não em suas paixões, mas em como ele faz seu trabalho. Acho que ele evoluiu, penso que ele agora está em um bom lugar com sua família, acho que ele está em um lugar muito melhor consigo mesmo em relação ao mundo”, completou. A nova série, desenvolvida pelo veterano produtor Dick Wolf, responsável por todos os projetos da franquia “Law & Order”, foi confirmada em março passado, animando os fãs que lamentaram a saída de Christopher Meloni de “Law & Order: SVU” em 2011, ao final da 12ª temporada. A NBC encomendou uma temporada inaugural de 13 episódios, num acordo que dispensou a gravação de um piloto. Sem previsão de estreia, a série vai mostrar que, após sair da divisão de crimes sexuais, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o público pode esperar um reencontro, via crossover, entre Stabler e a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay). Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Isto aconteceu porque, na ocasião, Meloni não entrou em acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem. Desde que saiu de “SVU”, o ator esteve bastante ocupado, aparecendo em adaptações de quadrinhos, como “O Homem de Aço” (2013) e “Sin City: A Dama Fatal” (2014), e várias séries, entre elas “Underground”, “Wet Hot American Summer”, “Happy!”, “Pose”, “Maxxx” e “The Handmaid’s Tale”. Ele também dubla o Comissário Gordon na série animada “Harley Quinn” (da Arlequina).
Walking Dead: World Beyond ganha novo trailer legendado
O canal pago AMC Brasil divulgou um novo trailer legendado da série “Walking Dead: World Beyond”, com cenas inéditas e a confirmação da data de estreia no Brasil. “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a falta de efeitos suspendeu o lançamento. Com a retomada dos trabalhos, ela voltou programação do canal pago, com exibição marcada para 4 de outubro nos Estados Unidos. As data de exibição no Brasil também foi confirmada para outubro. Mas o AMC Brasil ainda não marcou o dia. O canal costuma passar o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original. O segundo spin-off da série de zumbis acompanha novos personagens criados por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no exterior, adentrando o apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”).
Final da temporada de The Walking Dead e nova série derivada ganham data de exibição
O canal pago americano AMC anunciou nesta sexta (24/7), durante painel virtual na Comic-Con@Home, as datas de exibição do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e da estreia da nova série “Walking Dead: World Beyond”. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio. O capítulo final, batizado de “A Certain Doom”, chegou a ser gravado antes da suspensão dos trabalhos em séries e filmes devido à pandemia de coronavírus, mas, infelizmente, a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar antes de concluir sua pós-produção. O mesmo aconteceu com “Walking Dead: World Beyond”, que se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA. Com a retomada dos trabalhos, os efeitos que faltavam poderão finalmente ser finalizados. Assim, os dois títulos voltaram à programação do canal pago, com exibição marcada para o mesmo dia: 4 de outubro nos Estados Unidos. A transmissão vai começar com a season finale de “The Walking Dead” e, em seguida, acontecerá a estreia de “Walking Dead: World Beyond”. A ordem pode ser importante, porque o desfecho da temporada da série principal vai reintroduzir Maggie, personagem interpretada por Lauren Cohan, sumida desde antes do salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada, mas esta comunidade pode ser a mesma de onde partem os personagens de “World Beyond”. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. Já o spin-off “Walking Dead: World Beyond” conta uma jornada criada especialmente para a TV por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar novos personagens, jovens que cresceram numa comunidade militarizada e protegida, que resolvem se aventurar pela primeira vez no exterior – também conhecido como apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como a líder da comunidade. As datas de exibição dos dois programas devem ser as mesmas no Brasil, ou pelo menos muito próximas. A Fox tem exibido “The Walking Dead” simultaneamente aos EUA. Mas “Walking Dead: World Beyond” será disponibilizado pelo AMC Brasil, que costuma trazer o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original.
Christopher Meloni e Mariska Hargitay atiçam fãs de Law & Order: SVU com fotos de reencontro
Os atores Christopher Meloni e Mariska Hargitay marcaram seu reencontro na franquia “Law & Order” com fotos compartilhadas no Instagram. Cada um deles postou fotos em que aparecem abraçados para celebrar o retorno de Meloni ao universo criminal criado pelo produtor Dick Wolf. E, aparentemente, confirmando um crossover. “Está valendo”, escreveu Hargitay em um dos posts. Veja abaixo. O ator voltará a viver o detetive favorito dos fãs de “Law & Order: SVU”, o detetive Elliot Stabler, numa nova série da franquia, intitulada “Law & Order: Organized Crime”, atualmente em processo de gravação. E por conta disso deve encontrar a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay) num crossover inevitável. A reunião é facilitada pelo fato de as duas séries se passarem não apenas no mesmo universo, mas na mesma cidade, Nova York. Entretanto, não deve ser uma encontro muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar da divisão de vítimas especiais (crimes sexuais) sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Parceiros e melhores amigos, Benson e Stabler foram os protagonistas de “SVU” em suas 12 primeiras temporadas. O personagem de Meloni saiu da produção após um tiroteio na delegacia, supostamente se aposentando da polícia. Ainda sem previsão de estreia, “Law & Order: Organized Crime” vai mostrar que, após sair da unidade em 2011, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia de Nova York. Enquanto isso, sua antiga parceira continuou à frente de “SVU”. A série estrelada por Hargitay encerrou sua 21ª temporada em abril e se encontra renovada até seu 24º ano. Ver essa foto no Instagram It’s on. Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 6:05 PDT Ver essa foto no Instagram Ladybug on my face n a lady on my arm #hanginWithBenson Uma publicação compartilhada por Chris Meloni (@chris_meloni) em 19 de Jul, 2020 às 8:25 PDT Ver essa foto no Instagram Easy like Sunday mornin… Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 9:55 PDT
Protagonistas de Breaking Bad devem aparecer na última temporada de Better Call Saul
“Better Call Saul” deve trazer os dois protagonistas de “Breaking Bad” de volta às telas em sua última temporada. A revelação foi feita pelo showrunner Peter Gould, em entrevista ao site Collider sobre o progresso dos capítulos finais da produção. “Estamos perto de finalizar o quarto episódio e já temos uma ideia sobre os rumos que a história tomará, como terminará e quem pode ou não voltar, como Walter White e Jesse”, afirmou ele. Mas em seguida alertou: “Não queremos nos comprometer muito com isso, porque as coisas mudam. Se a história tomar outros rumos, não traremos esses personagens de volta, mesmo que sejam adorados. Nosso objetivo é ter uma história que faça sentido por conta própria”. Os personagens Walter White e Jesse Pinkman consagraram seus intérpretes, Bryan Cranston e Aaron Paul, com vários Emmys. A história de como o professor de química se junta ao ex-aluno criminoso para fabricar drogas foi contada entre 2008 e 2013 na série “Breaking Bad”. “Better Call Saul” estreou logo em seguida, em 2015, acompanhando a história do advogado da dupla, Jimmy McGill/Saul Goodman (Bob Odenkirk), antes dos eventos da trama original, e vem avançando no tempo até chegar, em sua conclusão, à época de “Breaking Bad”. Jesse ainda voltou recentemente em “El Camino”, filme do ano passado que continuou a história de “Breaking Bad”, com direito a um rápido flashback de Walter. A 6ª e última temporada de “Better Call Saul” deve estrear em 2021 no canal pago americano AMC. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.
ABC desiste das Noivas de Drácula e de spin-offs de Revenge e Thirtysomething
Em fase de definição da programação da próxima temporada, as redes de TV dos EUA anunciaram o descarte de vários projetos. E em meio à atrações originais, a rejeição a três iniciativas derivadas de grifes estabelecidas chamou atenção na lista de cortes da rede ABC. A mais interessante seria um híbrido de sequência e reboot de “Revenge”, grande sucesso de enredo novelesco e criminal estrelada por Emily VanCamp de 2011 a 2015. A nova série deveria seguir uma jovem imigrante latina que chega a Malibu para se vingar de uma dinastia farmacêutica responsável pelo “assassinato de sua mãe bioquímica, a destruição de sua família e uma epidemia global”. O projeto pretendia incluir um dos “personagens favoritos” de “Revenge”: o magnata tecnológico Nolan, vivido por Gabriel Mann, que serviria de mentor para a vingança da jovem. O criador da série original, Mike Kelley, atuaria como produtor executivo na sequência, desenvolvida por Joe Fazzio, que escreveu e produziu vários episódios de “Revenge”. O outro piloto abandonado pela ABC pretendia resgatar “Thirtysomething”, que funcionaria como uma continuação direta do drama de 1987, com participação de vários integrantes do elenco original, ao lado de uma nova geração de trintões, entre eles Chris Wood e Odette Annable da série “Supergirl”. O projeto estava sendo desenvolvido pelos criadores da série dos anos 1980, Marshall Herskovitz e Ed Zwick. Por fim, a ABC interrompeu o desenvolvimento de “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, que pretendia dar uma abordagem de empoderamento feminino para a mitologia vampírica. A série mostraria que as noivas – criadas por Bram Stoker em seu livro clássico de 1897 – não foram exterminadas por Van Helsing e ainda existem nos dias atuais. Desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”, a produção chegou a escalar Gina Torres (“Suits”), Erin Richards (“Gotham”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como as protagonistas. A diferença de “The Brides” para os outros dois projetos é que a ABC não detém direitos sobre seus personagens e seu piloto ainda pode ressuscitar em outro canal ou plataforma de streaming.
Y: The Last Man e spin-off de American Horror Story viram conteúdo de streaming
Mais duas séries que estavam sendo desenvolvidas para a TV, visando lançamento no canal pago FX, vão estrear diretamente em streaming, na seção FX on Hulu, criada para as atrações da emissora na plataforma de conteúdo adulto da Disney. As séries que serão exclusivas do serviço de streaming são a aguardada adaptação de quadrinhos “Y: The Last Man” (“Y: O Último Homem” nas bancas brasileiras) e o spin-off de “American Horror Story”, a antologia “American Horror Stories”, que contará uma história de terror completa por episódio. Lançada no ano passado com as séries “Mrs. America” e “Devs”, a FX on Hulu faz parte de uma estratégia da Disney para valorizar sua plataforma digital e também vai receber em breve “A Teacher”, com Nick Robinson e Kate Mara, e “The Old Man”, estrelada por Jeff Bridges. A mudança foi comunicada nesta segunda-feira (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu. A apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada revelou que a seção FX on Hulu ampliou em 130% o alcance da programação do FX. A alteração de endereço também correspondeu a mais uma reviravolta na longa jornada para trazer “Y: The Last Man” às telas. A produção está em desenvolvimento há cerca de cinco anos e chegou a ter uma foto oficial divulgada em fevereiro de 2019. Mas desde então tudo mudou. O piloto não agradou e a série voltou à estaca zero com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com o FX. No lugar deles, entrou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”), que encomendou mudanças no piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna), visando retirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. Entretanto, as mudanças também levaram à desistência do protagonista previamente escalado, fazendo com que todo o primeiro episódio precise ser inteiramente regravado. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Por outro lado, em streaming o material poderá ser mais ousado. A verdade é que a ideia inicial de adaptar “Y” tem bem mais de uma década e até agora não conseguiu sair do papel. O projeto chegou a ser considerado um possível filme pela Warner em 2007 e foi levado até a HBO, por se tratar de uma propriedade da DC Comics, mas, ao contrário de “Watchmen”, jamais superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados do antigo selo adulto da DC, Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e a desenhista Pia Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand foram as únicas exceções. Quando grupos de mulheres descobrem que ele é o último homem do planeta, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas justamente na plataforma Hulu. Já “American Horror Stories” é um projeto recentíssimo, que veio à tona no mês passado. Com produção de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”), a série trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, em vez de contar uma história por temporada como a série original, terá histórias de horror completas e diferentes em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. As duas atrações ainda não tem previsão de estreia.
Daria: Série animada dos anos 1990 vai ganhar spin-off
O canal pago Comedy Central vai exibir um spin-off da cultuada série animada “Daria”, grande sucesso dos anos 1990 da MTV. Intitulada “Jodie”, a nova atração vai trazer Tracee Ellis Ross (Rainbow Johnson em “Black-ish”) como a voz da personagem principal, Jodie Landon, a amiga de adolescência de Daria, que agora é uma jovem prestes a se formar na faculdade e a entrar no “mundo complicado” dos adultos. O que o cinismo e mau-humor maravilhoso de “Daria” representou para a geração X, em relação ao Ensino Médio, “Jodie” tentará projetar para as provações e atribulações de uma nova geração em vias de iniciar a vida profissional. Segundo a sinopse, a série satirizará a cultura do trabalho das firmas, as lutas da geração Z, o artifício das mídias sociais e ainda abordará temas de empoderamento de gênero e raça, refletindo as questões pessoais e profissionais que as jovens negras enfrentam hoje em dia, sem perder o senso de humor ácido que caracterizou a série original. Para quem não lembra, “Daria” também começou como um spin-off – a personagem surgiu em “Beavis e Butthead” – e sua série durou cinco temporadas, exibida de 1997 a 2002, abordando questões adultas – como raça, gênero, classe e identidade – por meio da sabedoria irônica de seu personagem principal, considerada a feminista fictícia favorita de uma geração de jovens mulheres. “Jodie” está sendo desenvolvida por Grace Edwards, roteirista de “Insecure” e “Unbreakable Kimmy Schmidt”, para a MTV Sudios, e também contará com Tracee Ellis Ross em sua produção. Ainda não há previsão para a estreia.












