“Venom: Tempo de Carnificina” é maior estreia do ano no Brasil
A estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” foi vista por quase 900 mil espectadores e registrou a maior bilheteria de 2021 no Brasil: mais de R$ 16 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. A produção também ajudou a lotar os cinemas brasileiros, que atingiram seu maior público do ano. Ao todo, 1,18 milhão de pessoas gastaram R$ 21,3 milhões em ingressos de cinema entre quinta e domingo (10/10) no país, segundo levantamento da consultoria Comscore. Antes disso, apenas a estreia de “Viúva Negra” tinha atraído mais de 1 milhão de espectadores. No fim de semana de seu lançamento, em julho passado, 1,17 milhão de pessoas compraram ingressos. O segundo filme mais assistido do fim de semana foi o novo “007”, que teve público muito inferior. Apenas 171 mil pessoas acompanharam a segunda semana de exibição de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que rendeu R$ 3,7 milhões nas bilheterias. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais, de acordo com a Comscore, e a confirmação do recorde de “Venom: Tempo de Carnificina”. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 7-10/10:1. Venom 2. 007 3. Patrulha Canina4. Shang Chi 5. Ainbo – A Guerreira da Amazônia6. Poderoso Chefinho 27. A Casa Sombria8. Fátima – A História de Um Milagre9. Croods 210. Pedro Coelho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021 #venom "Venom – Tempo de Carnificina" distribuído pela @SonyPicturesBr bateu recorde de #bilheteria neste final de semana no Brasil. O #filme foi exibido exclusivamente nos #cinemas e já arrecadou +R$ 16 milhões, colocando o título como Top 1 entre as maiores estréias deste ano — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021
“007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias
“007 – Sem Tempo para Morrer” desembarcou na América do Norte com uma arrecadação de US$ 56 milhões no fim de semana. Foi um desempenho abaixo das estimativas do mercado e da expectativa criada pela estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” na semana passada (US$ 90,1 milhões), mas valeu o 1º lugar nas bilheterias e, ao somar-se ao faturamento internacional, fez o filme ultrapassar os US$ 300 milhões em todo o mundo. As projeções da MGM previviam que a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond renderia US$ 60 milhões em seu lançamento doméstico, especialmente após três adiamentos e o sucesso do filme no exterior, onde foi lançado com antecedência há duas semanas. Mas enquanto filmes de super-heróis como “Venom: Tempo de Carnificina” são consumidos por um público mais jovem e destemido em relação à covid-19, a franquia “007” sempre atraiu uma média etária de 35 anos, demografia que ainda tem relutado em retornar aos cinemas durante a pandemia. Os US$ 56 milhões de “007 – Sem Tempo para Morrer” não são nem de longe um desastre. Trata-se da quinta maior estreia norte-americana da era da pandemia e foi realmente alimentada por um público diferente da continuação de “Venom”. Enquanto 36% dos que compraram ingressos para ver James Bond nos EUA tinham mais de 45 anos, esta faixa correspondeu a apenas 9% do público do super-herói. Mas há ainda um outro fator de impacto na bilheteria. Mais longo de todos os filmes de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer” tem quase três horas de duração, o que reduz o número de vezes que pode ser exibido por sala e por dia, diminuindo proporcionalmente a quantidade de ingressos comercializada para suas sessões. Para fazer frente a este desafio, o estúdio ampliou a distribuição, colocando o longa em 4,4 mil cinemas, o lançamento mais amplo da franquia, num esforço para impedir números menores. De todo modo, os filmes do espião britânico sempre tiveram maior apelo internacional que doméstico. Isto não mudou com a pandemia. Só neste filme de semana, o longa arrecadou mais US$ 89,5 milhões em 66 países diferentes, chegando a um total de US$ 257,4 milhões fora dos EUA – e isto sem a China. Com a contabilidade americana, o valor global chega a US$ 313,3 milhões. “Venom: Tempo de Carnificina” caiu para o 2º lugar com US$ 32 milhões em seu segundo fim de semana nos EUA e Canadá. Com isso, atingiu um total doméstico de US$ 141,7 milhões, um excelente desempenho de dez dias. Com uma estratégia de lançamento conservadora para não enfrentar “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Duna” no mercado internacional, a Sony começou a exibir o filme apenas neste fim de semana no exterior, arrecadando US$ 24,8 milhões em 13 países, para um total internacional inicial de US$ 43,9 milhões. A distribuição foi basicamente centrada na América Latina, onde a produção faturou US$ 20 milhões, a melhor arrecadação do estúdio na região durante a pandemia. Juntando com os valores norte-americanos, a soma chega em US$ 185,6 milhões mundiais. A MGM também emplacou o 3º lugar nos EUA e Canadá com a animação “A Família Addams 2”, que faturou US$ 10 milhões no fim de semana para atingir um total doméstico de US$ 31,1 milhões em 10 dias. O Top 5 norte-americano se completa com “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 4,2 milhões) e o prólogo da série “Família Soprano”, “The Many Saints of Newark” (com apenas US$ 1,5 milhão).
Renata Sorrah será dona de boate em série passada nos anos 1970
Renata Sorrah vai estrelar uma nova série após a recente “Filhas de Eva”, lançamento de março da Globoplay. Ela entrou em “Rio Connection”, produção da Globo em parceria com a Sony, em que viverá Cassandra, dona de uma boate carioca da década de 1970. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a atriz já começou a preparação e está fazendo as provas de figurino e caracterização. A trama segue uma quadrilha europeia que usou o Rio de Janeiro como conexão para o tráfico de heroína durante os anos 1970. Marina Ruy Barbosa, atualmente no ar na reprise da novela “Império”, tem um dos papéis principais como uma mulher ligada ao tráfico. A direção é de Mauro Lima, que já abordou o tema no filme “Meu Nome Não É Johnny” (2008), e o elenco ainda inclui Bruno Gissoni (“Socorro, Virei uma Garota!”), Maria Casadevall (“Coisa Mais Linda”), Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”) e Carla Salle (“Onisciente”). Um detalhe chama atenção na produção. Como faz parte de um acordo com a Sony para lançamento internacional, a série será falada em inglês, levando o elenco a intensificar os estudos da língua.
Trailer mostra volta de “Resident Evil” aos cinemas
A Sony divulgou fotos, o primeiro pôster e o trailer de “Resident Evil: Bem-Vindos a Raccoon City”, filme que reinicia nos cinemas a franquia baseada nos games da Capcom. Sem uma nova Alice, porque a personagem popularizada por Milla Jovovich nos filmes anteriores nunca fez parte dos games, o filme é um recomeço completo, baseado nos dois primeiros games. A personagem principal é Claire Redfield, que investiga uma conspiração da Umbrella Corporation responsável por transformar Raccoon City no marco zero de uma epidemia zumbi durante os anos 1990. Baseada nos dois primeiros games, o longa traz Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Claire e Chris Redfield, Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine e Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy, protagonistas clássicos dos jogos, que em março completaram 25 anos. Já os vilões são vividos por Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção zumbi. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer oficial em versões legendada e dublada em português.
“Hotel Transilvânia 4” será lançado em janeiro pela Amazon
A Amazon Prime Video anunciou a nova data de estreia de “Hotel Transilvânia: Transformonstrão”. O quarto longa da franquia animada não será exibido nos cinemas, chegando direto ao streaming em 14 de janeiro em todo o mundo. O filme foi adquirido pela plataforma após ter sido adiado várias vezes pela Sony, devido à pandemia de covd-19. Segundo apurou a revista Variety, o negócio teria custado mais de US$ 100 milhões. “Hotel Transilvânia” tem sido uma franquia de sucesso monstruoso para a Sony. Os três primeiros filmes arrecadaram mais de US$ 1,3 bilhão nos cinemas desde 2012. Mas o aumento de casos de covid, impulsionados pela variante delta altamente contagiosa, que infecta predominantemente pessoas não vacinadas, tornou a exibição de produções para crianças insustentável, devido à falta de vacinação em menores de 12 anos. Anunciado como o “capítulo final” da franquia, “Hotel Transilvânia: Transformonstrão” também não contará com o dublador principal dos longas anteriores. Responsável por dar voz a Drácula nos três primeiros filmes, Adam Sandler ficou de fora do novo lançamento. Em seu lugar, entrou Brian Hull (“Pup Star: Feliz Natal”), que já tinha sido a voz de Drácula no curta “Pets Monstruosos”, disponibilizado em abril na internet. E ninguém explicou qual foi o motivo da troca. Por sinal, o quarto longa é dirigido por Derek Drymon e Jennifer Kluska, que fizeram o curta mencionado. A estreia estava marcada para esta quinta (7/10) no Brasil, mas ao ir para o streaming o lançamento sofreu mais um adiamento. Outro detalhe é que o anúncio da Amazon para a imprensa brasileira trouxe o título original do filme em inglês, “Hotel Transylvania: Transformania”, então não está claro se ele será modificado após mudar de mãos. Veja abaixo o trailer do filme dublado em português pela Sony.
“007 – Sem Tempo para Morrer” bate recorde em estreia internacional
“007 – Sem Tempo para Morrer” marcou um novo recorde da pandemia em seu lançamento internacional, tornando-se a primeira estreia de Hollywood a ultrapassar os US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana sem contar ingressos vendidos na China e nos EUA. Ao todo, o filme fez US$ 119,1 milhões em 54 mercados, liderando a bilheteria mundial do fim de semana. O valor foi maior até que a impressionante arrecadação de “Venom: Tempo de Carnificina” na América do Norte, onde o filme da Sony também registrou um recorde da pandemia, com uma abertura de US$ 90,1 milhões. Mesmo com os US$ 13,8 milhões da Rússia, o segundo “Venom” não conseguiu superar o entusiasmo pelo novo “007”. Três vezes adiado pela pandemia, o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto deixou passar seis anos desde “007 Contra Spectre” e só fez crescer a expectativa para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. O público correspondeu com cinemas lotados ao redor do mundo. No Reino Unido e na Irlanda, “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a arrecadar US$ 11,4 milhões só com ingressos vendido no sábado (2/10), maior faturamento já contabilizado num único dia para qualquer filme da franquia, além da maior venda diária da pandemia. O resultado também reflete a maior distribuição já feita para um único filme no Reino Unido, ocupando 772 cinemas. Em sua estratégia para priorizar o mercado internacional – e assim evitar confronto com Venom – , o novo James Bond só vai chegar aos EUA na próxima sexta (8/10), onde a produção da MGM travará uma batalha royale pela liderança com o simbionte da Sony. Vale lembrar que “007 – Sem Tempo para Morrer” não é o único filme lançado com antecedência no exterior. “Duna” completou três fins de semana em cartaz com mais US$ 13,7 milhões de 32 mercados, para também ultrapassar a marca de US$ 100 milhões internacionais. A estreia da sci-fi da Warner Bros. vai acontecer em 22 de outubro nos EUA, um dia depois do Brasil. Outro detalhe importante do mercado internacional é que todos os filmes de Hollywood foram barrados da China para os cinemas locais priorizarem um filme patriótico. Sem competição hollywoodiana, “The Battle At Lake Changjin” bateu vários recordes chineses para se tornar o verdadeiro líder mundial de bilheteria deste fim de semana, com arrasadores US$ 230 milhões contabilizados no país.
“Venom: Tempo de Carnificina” tem maior estreia da pandemia nos EUA
“Venom: Tempo de Carnificina” faturou US$ 90,1 milhões nas bilheterias da América do Norte, tornando-se a maior estreia nos EUA e Canadá desde março de 2020, quando a covid-19 criou restrições e afastou o público dos cinemas. A arrecadação do filme de super-herói da Sony rendeu cerca de US$ 30 milhões acima das expectativas de Hollywood, e ainda se tornou a primeira sequência da era pandêmica a superar o filme anterior, lançado antes da pandemia. O primeiro “Venom” abriu com US$ 80,3 milhões em 2018. O valor é tão alto que também resulta no segundo maior lançamento já feito durante o mês de outubro no mercado norte-americano, perdendo apenas para “Coringa”, que faturou US$ 96 milhões em 2019. “Com desculpas ao Sr. Twain, mas a morte do cinema foi muito exagerada”, disse em comunicado o diretor de cinema da Sony, Tom Rothman, parodiando uma frase famosa do escritor de “Tom Sawyer”, para comemorar o resultado. Graças ao sucesso do longa, a Cinemark, uma das três maiores redes dos EUA, relatou que teve seu maior fim de semana de outubro em todos os tempos. Até a estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, a maior abertura de três dias da pandemia pertencia à “Viúva Negra”, que fez quase US$ 81 milhões, seguida por “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis”, com US$ 75,4 milhões (valor que chegou a US$ 94,7 milhões em quatro dias, com o feriado do Dia do Trabalho). Todas as maiores bilheterias são filmes de super-heróis, especificamente adaptações dos quadrinhos da Marvel. E com o lançamento atual, Venom também ingressou no MCU, estendendo a parceria entre a Sony e a Disney que originalmente se restringia aos filmes estrelados por Tom Holland (como o Homem-Aranha). O segundo filme de “Venom” também teve um bom desempenho em seu primeiro mercado internacional. Lançado na Rússia, fez US$ 13,8 milhões, a maior estreia já contabilizada pela Sony nesse mercado e a melhor de qualquer filme durante a pandemia. A estreia no Brasil está marcada oficialmente para quinta-feira (7/9), mas a Sony já começou a fazer pré-estreias pagas do longa no país. Vale reparar que “Venom: Tempo de Carnificina” não teve um grande estreia mundial simultânea para não enfrentar outro blockbuster, “007 – Sem Tempo para Morrer”, que também está batendo recordes de arrecadação no exterior (e vai estrear na próxima sexta nos EUA). Apesar do domínio do lançamento da Sony nas bilheterias, o mercado norte-americano também comemorou o desempenho de “A Família Addams 2”, que registrou a maior estreia de uma animação infantil na era da covid, ocupando o 2º lugar no fim de semana com US$ 18 milhões, apesar de também estar disponível de forma digital, via PVOD, nos Estados Unidos e Canadá. A decisão de lançamento simultâneo foi tomada pela MGM devido a preocupações constantes sobre a variante delta e à falta de vacinação em crianças menores de 12 anos. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” se manteve na 3ª posição, somando US$ 6 milhões a seu total doméstico de US$ 206,1 milhões. Com isso, outra estreia da semana ficou sem ter muito o que comemorar. “The Many Saints of Newark”, prólogo da série “Família Soprano”, vendeu apenas US$ 5 milhões em ingressos e ficou no 4º lugar. Como todos os títulos de 2021 da Warner, o filme foi lançado simultaneamente na HBO Max. Não há previsão para estreia no Brasil. O musical “Querido Evan Hansen”, da Universal, completou o Top 5, caindo 67% em relação à sua estreia na semana passada, para juntar US$ 2,5 milhões. Fracasso de bilheterias, o filme fez ao todo US$ 11,8 milhões em 10 dias. O lançamento no Brasil vai acontecer em 11 de novembro. Para completar, o circuito limitado também comemorou um recorde, graças à performance do terror francês “Titane”, grande destaque do Festival de Cannes deste ano. Lançado em 562 cinemas dos EUA, fez US$ 515 mil para cravar a maior estreia de um filme vencedor da Palma de Ouro não falado em inglês no mercado norte-americano em todos os tempos.
Tom Holland provoca fãs questionando rumores na estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”
O ator Tom Holland resolveu explorar a expetativa dos fãs da Marvel pelo encontro entre Homem-Aranha e Venom nos cinemas com uma mensagem em seu stories no Instagram. Ele postou sobre a estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, que aconteceu na sexta-feira (1/10) nos EUA. “Será que os rumores são verdadeiros?”, escreveu, acrescentando um emoji debochado. Veja abaixo. “Venom: Tempo de Carnificina” tem uma cena pós-créditos importante, que já está sendo debatida à exaustão nas redes sociais e poderá ter consequências em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. Sem dar maiores detalhes, o final do filme abre a possibilidade de Venom aparecer no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A participação faz parte de uma integração negociada entre a Sony e a Disney que permitiu a continuidade da presença do Homem-Aranha no MCU. No Brasil, a estreia do segundo filme de Venom vai acontecer na quinta-feira (7/10), enquanto o terceiro longa do Homem-Aranha tem lançamento marcado para 16 de dezembro.
Cena da continuação de “Venom” mostra criação do vilão Carnificina
A Sony Pictures divulgou uma cena inédita de “Venom: Tempo de Carnificina”, que revela um momento importante do filme: a transformação do serial killer Cletus Kasady em Carnificina, um simbionte alienígena ainda mais destrutivo que Venom. O título da nova adaptação dos quadrinhos da Marvel refere-se justamente ao vilão, cujo versão humana foi introduzida na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como Shriek, namorada do Carnificina nos quadrinhos. A direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo longa de origem de Venom em 2018, e a estreia está marcada para 7 de outubro no Brasil, seis dias após o lançamento na América do Norte.
HBO revela primeira foto oficial da série do game “The Last of Us”
A HBO divulgou a primeira foto oficial da série “The Last of Us”, adaptação do game pós-apocalíptico da Naughty Dog. A imagem traz os dois protagonistas, mas vistos de costas, sem revelar sua caracterização completa. A série é estrelada por Pedro Pascal (“Mulher-Maravilha 1984”) e Bella Ramsey (“Game of Thrones”) como Joel e Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada no ano passado – , a atração se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus e acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”) e Anna Torv (“Mindhunter”). A adaptação está a cargo de Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia. .@PedroPascal1 e @BellaRamsey são Joel e Ellie em #TheLastOfUs, série original @HBO_Brasil, já em produção. @naughtydog @PlayStation #TLOUDay pic.twitter.com/sW24E1TTw0 — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) September 27, 2021
Veja quatro cenas inéditas de “Venom: Tempo de Carnificina”
A Sony divulgou quatro pôsteres de personagens e antecipou quatro cenas de “Venom: Tempo de Carnificina” em novos vídeos da produção. Entre as prévias, é possível ver um encontro entre Eddie Brock/Venom e Cletus Kasady/Carnificina, além da introdução da vilã Shriek. O título da nova adaptação dos quadrinhos da Marvel refere-se ao vilão Carnificina, introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como Shriek, namorada do Carnificina nos quadrinhos. A direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo longa de origem de Venom em 2018, e a estreia está marcada para 7 de outubro no Brasil, seis dias após o lançamento na América do Norte.
John Boyega será rei de Daomé em épico da diretora de “The Old Guard”
A diretora Gina Prince-Bythewood definiu o principal protagonista masculino de seu próximo projeto, após lançar a adaptação de quadrinhos “The Old Guard” na Netflix. Ela escalou John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como o rei Ghezo de Daomé no épico de ação “The Woman King”, em desenvolvimento para o estúdio TriStar, da Sony. “Sou apaixonada há anos pelo imenso talento de John, mas seu discurso sobre as mulheres negras durante os protestos [do movimento ‘Black Lives Matter’] cimentou meu desejo de trabalhar com ele”, disse Prince-Bythewood em um comunicado. “A descrição do Rei Ghezo diz: ‘Ele anda como se a Terra fosse honrada por seu fardo’. John possui essa profundidade e arrogância inatas, e estou muito animada para colocá-lo na tela”. Escrito por Dana Stevens (“Paternidade”), o filme é inspirado na História de Daomé, um dos estados mais poderosos da África nos séculos 18 e 19, que marcou época por seu poderoso exército formado por mulheres. A personagem principal, que batiza a produção, será vivida por Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”). Ela dará vida à general Nanisca, uma heroína real africana, que comandou a unidade militar das guerreiras que chegaram a ser chamadas de Amazonas pelos colonizadores. A trama vai acompanhar a relação entre a general e sua filha, uma recruta interpretada por Thuso Mbedu (“The Underground Railroad”), que enfrentam juntas os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. O elenco também contará com Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”). As Agojie de Daomé são a inspiração das guerreiras Dora Milaje, vistas nos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Outra curiosidade de Daomé é o que o país foi o primeiro a reconhecer a independência do Brasil em 1822, enviando representantes diplomáticos à corte imperial de Dom Pedro I. Infelizmente, o orgulhoso reino africano acabou conquistado pelos franceses no começo dos anos 1900, passando meio século como colônia, antes de retomar sua independência e virar a atual República de Benim. Ainda não há previsão para as filmagens ou data de estreia da produção.
“Venom: Tempo de Carnificina” tem estreia antecipada no Brasil
A Sony Pictures Brasil anunciou que “Venom: Tempo de Carnificina” vai chegar antes do que estava previsto nos cinemas brasileiros. A produção baseada nos quadrinhos da Marvel teve sua estreia adiantada em uma semana, para o dia 7 de outubro. A decisão reflete mudanças recentes do calendário cinematográfico, como o adiamento de “Top Gun: Maverick” para o ano que vem. Esta foi a quarta alteração da data do filme, mas a primeira que adiantou o lançamento. Mesmo com a antecipação, o longa continua com um atraso de um ano em relação à sua previsão original, marcada para outubro de 2020. Como o adiantamento nos EUA será maior, com duas semanas de antecipação, “Venom: Tempo de Carnificina” vai desembarcar no Brasil seis dias após a estreia na América do Norte. O nome oficial da produção refere-se ao vilão Carnificina, introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek, namorada do Carnificina nos quadrinhos. Já a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo longa de origem de Venom em 2018. Veja abaixo o trailer legendado mais recente da produção.










