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    Charlize Theron treinou com Keanu Reeves, vomitou todos os dias e quebrou dois dentes para estrelar Atômica

    13 de março de 2017 /

    A atriz Charlize Theron revelou detalhes de seu treinamento intenso e as exigências físicas de seu papel em “Atômica” (Atomic Blonde), thriller de ação passado nos anos 1980, ao final da Guerra Fria, que estreia em agosto. Na trama, a atriz vive a assassina implacável Lorraine Broughton, uma espiã inglesa enviada a Berlim para recuperar uma lista de agentes duplos, e carrega a maior parte da ação, em múltiplas cenas de luta que tiveram que ser cuidadosamente coreografadas. Durante sua participação no Festival SXSW, onde o filme dividiu a crítica, ela revelou que contou com “oito treinadores incríveis que basicamente me fizeram vomitar todos os dias, e por isto sou muito grata a eles.” Os efeitos colaterais do treinamento intenso de Theron não pararam por aí. “Eu realmente quebrei dois dentes na parte de trás da minha boca durante uma luta e precisei passar por cirurgia antes de começar a filmar”, disse ela. Sua cara de dor no filme não se deve, portanto, apenas à maquiagem de hematomas prostéticos. “Atômica” tem direção de David Leitch, que teve uma longa carreira como dublê antes de estourar no filme “De Volta ao Jogo” (John Wick, 2014). Graças ao fato de “Atômica” compartilhar a mesma equipe daquele filme, Charlize revelou que acabou treinando com Keanu Reeves, que também se preparava para a continuação “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. “Nós acabamos treinando um com o outro e fazendo exercícios comuns. Foi tudo muito macho”. Curiosamente, Charlize e Keanu já foram casal no cinema, no terror “O Advogado do Diabo”, lançado há 20 anos, e no romance “Doce Novembro” (2001). “Atômica” estreia em 3 de agosto, no Brasil, uma semana após o lançamento comercial nos EUA. Aproveite e confira o primeiro trailer legendado.

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    Charlize Theron arrasa no trailer legendado, violento e sexy do thriller de ação Atômica

    12 de março de 2017 /

    A Universal divulgou o primeiro trailer legendado de “Atômica” (Atomic Blonde), que mostra uma Charlize Theron arrasadora. A prévia recebeu classificação etária para maiores nos EUA, mas chega aqui sem maiores avisos, desfilando pancadaria ultraviolenta e cenas tão sensuais que matariam 007 do coração – ou de inveja. Charlize vive a personagem do título, uma “loira atômica”, que a tradução nacional preferiu deixar menos faustofawcettiana. Quando ela entra no corpo-a-corpo, é para valer, como revelam os hematomas em seu rosto e a pegação com Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), bastante sexy e forte (para o gênero). A trama se passa na época da Guerra Fria, como aponta também a trilha sonora, com clássicos do New Order e do Queen, e acompanha Lorraine Broughton, uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem première neste domingo (12/3) no Festival SXSW, mas a estreia comercial está marcada apenas para 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.

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    Charlize Theron seduz e espanca nas primeiras fotos e pôster do thriller de ação Atômica

    8 de março de 2017 /

    Foram divulgadas as primeiras imagens de “Atômica” (Atomic Blonde), filme de ação estrelado por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) no papel-título. Ela ilustra o pôster da produção e as fotos (via Entertainment Weekly) em que demonstra, entre pancadarias e olhares sedutores, porque se chama “loira atômica” na produção. O filme é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, e traz Theron como Lorraine Broughton, uma espiã britânica enviada para Berlim durante a Guerra Fria para uma missão extremamente perigosa – investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco também inclui James McAvoy (“Fragmentado”), Sofia Boutella (“Star Trek: Sem Fronteiras”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme terá première no Festival SXSW no domingo (12/3), mas a estreia comercial está marcada apenas para 28 julho nos EUA. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Nova foto de A Múmia junta Tom Cruise e Russell Crowe

    26 de dezembro de 2016 /

    A Universal divulgou uma nova foto de “A Múmia”, que junta os atores Tom Cruise (“Jack Reacher: Sem Retorno”) e Russell Crowe (“Noé”). No filme, Crowe interpreta o Dr. Henry Jekyll, do famoso romance gótico “O Médico e o Monstro”, enquanto Cruise vive um personagem novo chamado Nick Morton Na trama, a múmia é uma mulher poderosa (Sofia Boutella, de “Kingsman – Serviço Secreto”), que desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O elenco também inclui Annabelle Wallis (“Annabelle”), Jake Johnson (série “New Girl”) e Courtney B. Vance (série “The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”). O roteiro do reboot foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”), em seu segundo longa na função. Kurtzman também é, ao lado de Chris Morgan (roteirista da franquia “Velozes e Furiosos”), responsável por produzir o relançamento de toda uma nova geração de monstros góticos da Universal, que ganharão diversos outros filmes, integrados num universo compartilhado, ao estilo da Marvel. “A Múmia” tem estreia agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    A Múmia ganha belíssimo vídeo de bastidores legendado

    6 de dezembro de 2016 /

    A Universal divulgou o primeiro vídeo legendado de bastidores de “A Múmia”. Belamente fotografado, com uma edição refinada e pontuado por diversas cenas inéditas, o vídeo é praticamente uma apresentação da produção, que traz o elenco falando sobre o projeto de resgatar o monstro clássico do estúdio. Enquanto os atores ponderam a intenção do diretor e produtor Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”) de trabalhar em tom de terror, imagens da cenografia grandiosa e até o making of de algumas cenas remetem a um filme de ação. O trailer já divulgado, por sinal, aponta que o filme pende mais para o blockbuster de efeitos atordoantes que a um terror tradicional. Na trama, a múmia é uma mulher poderosa (Sofia Boutella, de “Kingsman – Serviço Secreto”), que desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O elenco também destaca Tom Cruise (“Jack Reacher: Sem Retorno”), Annabelle Wallis (“Annabelle”), Jake Johnson (série “New Girl”), Courtney B. Vance (série “The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”) e Russell Crowe (“Noé”), que vive o Dr. Henry Jekyll. O roteiro do reboot foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman, em seu segundo longa na função. Kurtzman também é, ao lado de Chris Morgan (roteirista da franquia “Velozes e Furiosos”), responsável por produzir o relançamento de toda uma nova geração de monstros góticos da Universal, que ganharão diversos outros filmes, integrados num universo compartilhado, ao estilo da Marvel. “A Múmia” tem estreia agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Trailer de A Múmia revela porque a Universal contratou Tom Cruise para o papel principal

    5 de dezembro de 2016 /

    A Universal divulgou fotos e o primeiro trailer legendado de “A Múmia”. E é um show de feitos visuais, que revela não apenas o renascimento do monstro clássico do estúdio, mas porque o filme é estrelado por Tom Cruise. Conforme a poeira baixa, fica claro que a produção é um blockbuster de ação, com muitas explosões, correrias e desastres, algo que o público se acostumou a ver Cruise protagonizar. Este tipo de abordagem já deu certo para a Paramount em “Guerra Mundial Z”, filme de zumbis mais caro de todos os tempos, estrelado por Brad Pitt. Na trama, a múmia é uma mulher poderosa (Sofia Boutella, de “Kingsman – Serviço Secreto”), que desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O elenco também destaca Annabelle Wallis (“Annabelle”), Jake Johnson (série “New Girl”), Courtney B. Vance (série “The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”) e Russell Crowe (“Noé”), que vive o Dr. Henry Jekyll. O roteiro do reboot foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”), em seu segundo longa na função. “A Múmia” tem estreia agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Tom Cruise enfrenta o terror no primeiro teaser de A Múmia

    1 de dezembro de 2016 /

    A Universal divulgou o pôster e um pequeno teaser de 15 segundos de “A Múmia”, que revela clima sombrio e uma reação de terror de Tom Cruise (“Jack Reacher: Sem Retorno”) diante da criatura-título. Apesar de rápido, o vídeo ainda destaca o visual de Sofia Boutella (“Star Trek: Sem Fronteiras”) como a múmia Ahmanet, a participação de Annabelle Wallis (“Annabelle”) e uma aparição de Russell Crowe (“Os Miseráveis”) como o Dr. Henry Jeckyll. O roteiro foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”). A estreia está agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.  

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    Novo Star Trek é jornada divertida no espírito da série clássica

    2 de setembro de 2016 /

    Em “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), J.J. Abrams foi criativo ao dar novo fôlego para a franquia e apontá-la para horizontes jamais explorados. Mas esse “Star Trek: Sem Fronteiras”, de Justin Lin, possui algo que os filmes de Abrams não tinha: cara e alma de episódio de série de TV. E isso é “Star Trek”. Antes que os fãs reclamem, não quer dizer que o terceiro filme da fase estrelada por Chris Pine, Zachary Quinto & Cia. seja cópia de um episódio clássico da série, mas é o exemplar que mais se aproxima. É mais leve e otimista, deixando de lado aquela carga emocional pesada do segundo filme de Abrams. É claro que a veia cerebral, científica que marcou a série – um tanto abandonada nos filmes anteriores e neste aqui também – provavelmente não volta mais. Na era dos blockbusters, e em pleno tsunami de adaptações de quadrinhos, Abrams estabeleceu um padrão mais dinâmico e Lin deu sequência. Só que, digamos, com muito mais amor pela coisa. Não dava para ser diferente, afinal este é o filme de 50 anos da série. Quem diria que chegaríamos a meio século de “Star Trek” e viveríamos para contar? Diferente dos “dois primeiros”, “Star Trek: Sem Fronteiras” não mira o futuro da saga. Longe de seguir seu subtítulo à risca, o filme prefere ficar em território conhecido, não inventa tanto e funciona quase como um episódio isolado e redondinho, divertidíssimo para todos e emocionante para os fãs. Basicamente, “Sem Fronteiras” é sobre o Capitão Kirk (Pine) tentando entender sua vocação e lutando para não enlouquecer no meio do infinito em uma jornada nas estrelas de cinco anos a bordo da Enterprise. Também é sobre aceitar que, um dia, todos nós morreremos, e que isso não é tão ruim assim, apenas será a nossa fronteira final. No fundo é sobre nostalgia. O filme pode ir aos cafundós do espaço, mas é quando olha para dentro de seu próprio legado que “Star Trek: Sem Fronteiras” voa alto. Exemplos: prepare-se para engasgar o choro numa fala de Zachary Quinto sobre um personagem. E existe fã neste universo que não sinta na alma qualquer arranhão sofrido pela Enterprise? Mesmo assim, não espere um filme dominado pelo fan service. “Star Trek: Sem Fronteiras” não esquece de onde veio, mas tem ideias próprias. O lado científico agregado pelo criador Gene Roddenberry pode ter sido deixado de lado, mas Justin Lin traz de sua experiência em “Velozes e Furiosos” a força da união da família que escolhemos. Com os laços entre os tripulantes da Enterprise mais apertados e estabelecidos, inclusive na aceitação do outro – observe a cena em que conhecemos a família de Sulu (John Cho) e notamos a admiração no rosto de Kirk – , e com tudo em seu devido lugar, Justin Lin ainda resolve acelerar. Como na franquia de Vin Diesel e Paul Walker, ele pisa fundo na ação. A ponto de “Star Trek: Sem Fronteiras” registrar as batalhas espaciais mais empolgantes da franquia – por sinal, há tempos não se via o uso de música pop tão bem inserido numa narrativa. Claro, não dá para encerrar sem citar a presença magnífica de Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”) como Jaylah, a Neytiri albina que rouba todas as cenas. Que personagem! Ela é peça fundamental no plano de Justin Lin (e dos roteiristas Doug Jung e, claro, Simon Pegg, o Sr. Scotty em pessoa, fã e nerd) de deixar as nossas vidas mais divertidas por duas horas. Numa década em que os blockbusters andam muito sombrios, e com o peso do mundo nas costas, apenas relaxe e aproveite a jornada. Vida longa e próspera, Sr. Nimoy. E Sr. Yelchin.

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    Star Trek – Sem Fronteiras é maior estreia da semana

    1 de setembro de 2016 /

    “Star Trek – Sem fronteiras” finalmente pousa no Brasil. Lançado em julho nos EUA, o filme só agora chega a 686 salas do circuito, incluindo 492 telas 3D e todas as 12 Imax. Terceiro filme do novo elenco da franquia, é também o primeiro desde o reboot sem a direção de J.J. Abrams, que foi atraído pela força de “Star Wars”. Em seu lugar, Justin Lin (franquia “Velozes & Furiosos”) injetou mais ação na franquia e, com auxílio de um roteiro bem equilibrado de Simon Pegg (o intérprete de Scotty), também mais humor, além de introduzir uma nova personagem, a alienígena Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman: Serviço Secreto”), que rouba as cenas. A aventura espacial conquistou a crítica americana, com 83% de aprovação. Mas não saiu do vermelho nas bilheterias, com “apenas” US$ 151 milhões nos EUA. Orçada em US$ 185 milhões, a produção precisa ter bom desempenho internacional para ganhar nova continuação. Mesmo assim, tem um lançamento nacional bem menor que os mais recentes blockbusters que desembarcaram por aqui, inclusive o fracassado “Ben-Hur”. O outro filme americano que chega aos shoppings nesta quinta (1/9) é o terror “O Sono da Morte”. O gênero sempre rende bom público, mas raramente bons filmes. Este não é exceção. O destaque da produção é a presença do ator mirim Jacob Tremblay, revelado em “O Quarto de Jack” (2015), como um órfão que, sem saber, transforma seus sonhos e pesadelos em realidade. Com 30% no Rotten Tomatoes, é um terror para maiores de 14 anos que não assusta ninguém. Em 145 salas. A programação ampla também inclui uma comédia brasileira. Na verdade, são três os lançamentos nacionais da semana, incluindo os títulos de distribuição limitada. Todos são obras de ficção, mas totalmente diferentes uns dos outros. Com melhor distribuição, o besteirol “Um Namorado para Minha Mulher” chega a 414 telas com uma trama típica de comédia brasileira. Ou seja, algo que ninguém jamais faria na vida real. Cansado da mulher chata, o personagem de Caco Ciocler (“Disparos”) decide contratar um homem para conquistá-la e assim conseguir a separação. Mas se arrepende. O problema é que o sedutor exótico (Domingos Montagner, de “Gonzaga: De Pai para Filho”) se apaixona pela mulher do “corno”. A ideia só não é totalmente ridícula por conta da atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), que para encarnar o clichê da mulher chata assume um mau-humor espirituoso, inteligente e divertidíssimo, que vê defeito em tudo e não suporta lugares comuns. Em outras palavras, ela parece crítica de cinema. A direção é de Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena” duas vezes – o filme e a continuação). “Aquarius”, por sua vez, encalha em 85 salas. Sempre foi difícil imaginar a pequena Vitrine Filmes distribuir um blockbuster, mas o diretor Kleber Mendonça Filho, cujo filme anterior, “O Som ao Redor” (2012), abriu em 24 telas, não poderá reclamar de perseguição política, pois a classificação etária caiu para 16 anos. De todo modo, seu marketing de viés político, criado por uma postura intransigente de enfrentamento contra o governo, desde a denúncia em Cannes de que “o Brasil não é mais uma democracia” graças a um “golpe de estado”, até a patrulha ideológica contra um crítico da comissão que vai selecionar o candidato brasileiro ao Oscar, tem um lado positivo, ao mostrar inconformismo em apenas realizar o filme. Ao contrário de muitos colegas de profissão, que parecem se contentar em contabilizar os cheques das leis de incentivo para filmar, sem se posicionar diante da invisibilidade das estreias dramáticas nacionais, Filho quer que seu trabalho seja visto. E nisto tem razão. O bom cinema brasileiro merce ser visto. E “Aquarius” é um bom filme, sim, especialmente pela oportunidade que dá ao público de ver Sonia Braga novamente como protagonista, aos 66 anos de idade. É o resgate de uma carreira que estava restrita, nos últimos anos, a pequenas aparições em séries americanas ruins. Seu desempenho evoca a performance consagradora de Fernanda Montenegro em “Central do Brasil” (1998). São papeis completamente diferentes, mas que conduzem e humanizam suas narrativas. Entretanto, pela politização que o cineasta quis dar ao lançamento, é preciso observar mais atentamente a ironia da trama, que mostra Clara, a personagem de Braga, enfrentando as investidas de uma construtora que quer demolir o antigo edifício onde mora, muito bem localizado em Recife, para construir um novo empreendimento. Embora seja fácil puxar a analogia do “golpe” sofrido por Dilma Rousseff num embate contra as forças econômicas, é mais sutil perceber que, na vida real, empresas como a que representa o “mal” no filme foram responsáveis por financiar o projeto populista, alimentado por propinas, corrupção política e construções superfaturadas, que destroçou o patrimônio do país e de todas as Claras do Brasil, nos últimos 13 anos. O fato é que o cinema militante não reflete sutilezas, tanto que só um drama brasileiro recente foi capaz de evitar as armadilhas do maniqueísmo e do proselitismo para retratar um quadro mais complexo da situação política, econômica e social do país: “Casa Grande” (2014), de Fellipe Barbosa. Quanto mais o tempo passa, melhor e mais representativo aquele filme se torna do Brasil contemporâneo. Ocupando 15 telas, a terceira estreia nacional é “Rondon, O Desbravador”, de Marcelo Santiago (por coincidência, codiretor do mitológico “Lula, o Filho do Brasil”) e do estreante Rodrigo Piovezan. Pode-se até considerá-lo o oposto político de “Aquarius”, por apresentar um ufanismo como não se via desde o auge da ditadura militar. Cinebiografia do Marechal Rondon, que desbravou as florestas brasileiras para levar o telégrafo (a internet do final do século 19) ao sertão, o longa evita todas as polêmicas possíveis para apresentá-lo como herói, responsável pela integração pacífica dos índios na civilização brasileira. Claro que sua defesa da ocupação do país “do Oiapoque ao Chuí” levou à desapropriação de terras indígenas, iniciou o desmatamento em massa, realocou tribos e as infectou com doenças, mas nada disso é relatado pela trama, que parte de um encontro fictício do velho militar (Nelson Xavier, de “Chico Xavier”) com um jornalista para recordar seus grandes feitos. O pôster, com bandeira tremulando e continências militares, ilustra perfeitamente o estilo de Educação Moral e Cívica da produção. A programação se completa com dois lançamentos europeus limitados, que exploram o humor em tons diversos. “Loucas de Alegria”, do italiano Paolo Virzì (“A Primeira Coisa Bela”), leva a 14 salas a história de amizade entre duas mulheres, que fogem de um hospital psiquiátrico em busca de um pouco de felicidade. Divertido, terno e belo nas doses certas. A menor distribuição da semana cabe a “A Comunidade”, do dinamarquês Thomas Vinterberg (“A Caça”), com exibição em seis telas. É outro ótimo filme, que ironiza o espírito comunal dos anos 1970. A trama parte de um casal típico da década mais liberal de todas, que resolve convidar estranhos a compartilhar de sua casa espaçosa. Quando seu casamento entre em crise, eles têm que lidar com amantes e votações coletivas para determinar como viver no próprio lar. Trine Dyrholm (“Amor É Tudo o que Você Precisa”), intérprete da esposa, foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Berlim deste ano.

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    A Múmia: Tom Cruise e Annabelle Wallis são flagrados em 60 fotos das filmagens

    17 de julho de 2016 /

    Depois das imagens de Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”) como a personagem-título de “A Múmia”, surgiram 60 fotos de Tom Cruise (“Missão Impossível”) e Annabelle Wallis (“Annabelle”) realizando suas partes na mesma cena, rodada nas ruas de Londres. Os dois aparecem cercados de figurantes, enfrentando uma ventania sobrenatural, que é providenciada no set por exaustores gigantes. Na trama, a múmia desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O elenco também inclui Russell Crowe (“Noé”) como o Dr. Henry Jekyll. O roteiro do reboot foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”). “A Múmia” tem estreia agendada para 9 de junho de 2017 nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Star Trek: Veja mais 15 fotos inéditas do novo filme

    16 de julho de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou mais 15 novas de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam Chris Pine como Capitão Kirk, a nova integrante do elenco Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que vive a alienígena Jaylah, e o recém-falecido Anton Yelchin, intérprete do Sr. Chekov. Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e, por causa das Olimpíadas, apenas em 1 de setembro no Brasil. Veja também as fotos anteriormente divulgadas: 5 cenas de ação aqui 20 imagens dos personagens e bastidores aqui Mais 9 fotos aqui E as 5 primeiras cenas divulgadas

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    Star Trek: Cena e pôster IMAX do novo filme destacam a nave Enterprise

    16 de julho de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou o pôster do lançamento em IMAX e uma nova cena de “Star Trek: Sem Fronteiras”. A cena registra a Enterprise sob ataque de uma misteriosa nave alienígena, mostrando boa parte do elenco central na ponte de comando, com destaque para Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Spock) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Já o cartaz sugere que a destruição não será permanente, como tem sido regra na franquia, ao ilustrar a Enterprise alçando voo a partir da superfície de outro planeta. Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e, por causa das Olimpíadas, apenas em 1 de setembro no Brasil.

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    Star Trek: Jennifer Lawrence foi inspiração para nova personagem

    15 de julho de 2016 /

    A atriz Jennifer Lawrence serviu de inspiração para a criação da nova personagem da franquia “Star Trek”, a alienígena Jaylah. Até seu nome foi baseado na estrela da saga “Jogos Vorazes”, nascendo como uma derivação de J-Law, apelido da atriz na mídia. A revelação foi feita pelo ator e roteirista da trama Simon Pegg, durante uma entrevista coletiva nos Estados Unidos. Segundo ele, a personagem evoca o papel vivido por Jennifer em “Inverno da Alma” (2010), drama indie que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar. “Estávamos criando essa personagem muito independente. Mas não tínhamos um nome para ela. Então, costumávamos chamá-la de ‘Jennifer-Lawrence-em-Inverno-da-Alma’. E era um nome longo. Passamos a abreviá-lo aos poucos até chegar em J-Law. Foi então que ela ganhou seu nome oficial: Jaylah”, contou Pegg. A nova personagem é interpretada pela atriz franco-argelina Sofia Boutella, que também se destacou recentemente no filme “Kingsman: Serviço Secreto” (2014). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e, por causa das Olimpíadas, apenas em 1 de setembro no Brasil.

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