Sindicato dos Produtores dos EUA inicia processo para expulsar Harvey Weinstein
O sindicato de produtores de cinema e TV dos Estados Unidos (PGA, na sigla em inglês) decidiu iniciar o processo de expulsar seu membro mais poderoso, Harvey Weinstein, alvo de um escândalo de abuso sexual que se estende por cerca de quatro décadas. A diretoria do sindicato decidiu “por unanimidade iniciar o procedimento para acabar com a participação” do outrora magnata de Hollywood. Mas, ao contrário da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que o expulsou sumariamente, o PGA dará oportunidade para Weinstein se defender. “O senhor Weinstein terá a oportunidade de responder (às acusações) antes que o sindicato tome uma decisão em 6 de novembro”, informou a entidade em comunicado. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica. Ele também deve enfrentar um processo criminal. Saiba mais sobre o escândalo aqui.
Morgan Freeman será homenageado pelo Sindicato dos Atores com troféu pela carreira
Morgan Freeman será homenageado com um prêmio por sua carreira na próxima cerimônia do Sindicato de Atores de Hollywood (SAG), marcada para o dia 21 de janeiro. “Alguns atores passam toda a carreira esperando o papel perfeito. Morgan nos mostrou que a verdadeira perfeição é a contribuição que um ator dá para o seu papel”, disse a presidente do SAG, Gabrielle Carteris. De acordo com Carteris, seja como chofer (em “Conduzindo Miss Daisy”, 1989), assassino convicto (em “Um Sonho de Liberdade”, 1994) ou assistente em um ginásio de boxe (em “Menina de Ouro”, 2004), Freeman descobriu as “almas” e a “personalidade” de todos seus personagens. Em sua longa filmografia, Freeman viveu personagens históricos, como Nelson Mandela (em “Invictus”, 2009), e até o próprio Deus (“Todo Poderoso”, 2003). Ele foi indicado cinco vezes ao Oscar, mas só ganhou um troféu da Academia, como Melhor Ator Coadjuvante por “Menina de Ouro”, que também lhe rendeu seu único SAG Award. Outros astros homenageados pelo Sindicato de Atores com um troféu em reconhecimento às suas brilhantes carreiras incluem Debbie Reynolds, Rita Moreno, Dick Van Dyke, Betty White, Julie Andrews, Clint Eastwood e Sidney Poitier.
Greve evitada: Roteiristas de Hollywood terão aumento e séries diminuirão de tamanho
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) chegou a um acordo provisório com representantes dos estúdios de cinema e televisão, o que evitou uma greve que poderia ter paralisado a produção de filmes e programas de TV. No novo contrato definido nesta terça-feira (2/5), as partes combinaram que as temporadas de televisão serão mais curtas – um tema importante desde o advento dos serviços de streaming – e haverá um aumento de 15% nos royalties (conhecidos como residuais) de TV. A novidade foi divulgada no site do WGA como uma grande conquista. “Esse resultado e essa determinação são um testamento de sua coragem e sua fé em nós como seus representantes”, diz o texto do sindicato. Os membros ainda têm que aprovar o pacto. O sindicato possui 9 mil integrantes e já tinha realizado uma votação para determinar se entraria em greve caso não conseguisse avanços significativos em suas negociações. Com os membros favoráveis a grave, a data-limite para uma proposta do estúdio era esta terça-feira. O foco das negociações foi justamente a diferença entre os números de episódios de séries da TV paga e streaming e as produções das grandes redes. O sindicato diz que seus membros, que são pagos por episódio, sofreram uma redução média de 23% na renda nos últimos três anos pelo aumento de número de séries “curtas”. Tradicionalmente, as séries a TV aberta duram 22 capítulos, enquanto a média da TV paga e streaming são 13 episódios. O acordo prevê aumento de pagamento por episódio, compensado com a diminuição do número total de capítulos nas grandes redes, e foi fechado com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão, que representa as gigantes do entretenimento Comcast Corp, Walt Disney, CBS, Viacom, Time Warner Inc. e Twenty-First Century Fox Inc. Se uma greve fosse convocada, o primeiro impacto seria visto pelo público nos talk shows de fim de noite da TV americana, que usam equipes de roteiristas para criar piadas sobre temas atuais. A última greve do WGA ocorreu entre 2007 e 2008 e durou 100 dias. As redes de TV exibiram reprises e mais reality shows, os cronogramas de produção de filmes foram atrasados e o prejuízo para a economia do Estado da Califórnia foi estimado em US$ 2,1 bilhões, com cerca de 37 mil pessoas perdendo o emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken.
Sindicato dos Roteiristas dos EUA decide entrar em greve
Vai parar tudo. Mais de 96% dos membros do WGA (Writers Guild of America), o sindicato dos roteiristas de cinema, rádio e televisão dos EUA, votaram pela realização de uma greve em protesto contra as produtoras americanas de séries e filmes. Mas não vai parar agora. A paralisação está marcada para iniciar em 2 de maio, quando o atual contrato do sindicato e a entidade patronal AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) se encerra. Até lá, as negociações continuam. E o sindicato vai usar a perspectiva da greve para pressionar os produtores. “Estamos empenhados em chegar a um acordo que mantenha a indústria funcionando”, divulgou a AMPTP em comunicado. “A greve de 2007 machucou a todos. Escritores perderam mais de US$ 287 milhões, negócios foram cancelados e muitos roteiristas tomaram empréstimos para compensar suas despesas.” Segundo a revista Variety, o apoio atual dos membros da WGA, de cerca de 96%, é maior que o registrado na greve de 2007, que contou com aval de 90% de seus então 5.507 associados. Agora, 6.310 cédulas foram emitidas. A greve de uma década atrás durou 100 dias, entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008, atrasando cronogramas de filmes e séries. Quem sentiu mais foram as produções televisivas. As séries tiveram temporadas abreviadas ou estreias adiadas, sendo substituídas por uma proliferação de reality shows – parindo, sem querer, “Keeping up with the Kardashians”. A paralisação também provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Como antes, os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Por conta disso, o sindicato pede aumentos nas remunerações mínimas e sobre os direitos dos roteiros na tentativa de compensar estas mudanças na produção de séries de TV. O objetivo é igualar estruturas de pagamento para aqueles que trabalham em programas da TV paga e streaming, nos quais os valores permanecem inferiores aos pagos pelas redes de TV tradicionais. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). O sindicato também exige aumento nas contribuições para plano de saúde por parte das empresas.
Sindicato dos Roteiristas ameaça nova greve uma década após parar Hollywood
Dez anos após paralisarem Hollywood, os roteiristas americanos estão ameaçando entrar em nova greve. Em 2007, eles cruzaram os braços por 100 dias, comprometendo a produção de séries e filmes. E este ano as negociações não estão avançando. A Aliança de Produções Televisivas e Cinematográficas (AMPTP), representante dos estúdios e produtoras, e o Sindicato dos Roteiristas da América (WGA) estão disputando inúmeras questões, desde o aumento de salário até benefícios trabalhistas. Se não entrarem em acordo até 1º de maio, uma nova greve será inevitável. Os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Ao contrário do que alegam as produtoras, a proliferação de séries também rendeu queda nas receitas por aumentar a concorrência. Há sempre alguém disposto a fazer o mesmo serviço por pagamento menor. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). Outro ponto em discussão é a ascensão da Netflix e da Amazon, que não entraram na pauta em 2007. Com um volume grande de produções, ambas tem lançado uma grande quantidade de séries. Mas seu modelo de trabalho é diferente dos concorrentes, e a longo prazo rende menos. Isso acontece porque as plataformas de streaming não licenciam suas produções. Ao contrário das grandes redes, que após a exibição das séries vendem os episódios para canais de TV paga dos próprios Estados Unidos, de outras partes do mundo e para plataformas de streaming, as séries da Netflix e da Amazon são distribuídas no mundo inteiro pelas próprias companhias, sem render percentual extra algum para os roteiristas, como acontece nas negociações das redes. A WGA alega que os roteiristas recebem uma parte ínfima do caminhão de dinheiro despejado pela Netflix e Amazon nas produtoras e estúdios. Por isso, uma das prioridades da nova rodada de negociações sindicais é fazer com que os estúdios mudem e aumentem a taxa de repasse. Os estúdios, desta vez, podem se mostrar menos intransigentes, uma vez que a paralisação de dez anos atrás provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Por conta daquela greve, a maioria das séries de 2007 teve temporadas abreviadas ou estreia adiada, rendendo grandes prejuízos, mas também fazendo proliferar os reality shows. A principal consequência foi o nascimento de “Keeping up with the Kardashians”, que popularizou a família mais famosa da era dos reality shows.
Moonlight e A Chegada conquistam o prêmio do Sindicato dos Roteiristas
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA surpreendeu ao premiar dois filmes que não estavam entre os favoritos da crítica, na avaliação dos melhores roteiros do ano. “Moonlight – Sob a Luz do Luar” e “A Chegada” foram os grandes vencedores do WGA Awards. O trabalho de Barry Jenkins venceu na categoria de Melhor Roteiro Original derrotando dois candidatos mais incensados, “La La Land – Cantando Estações” e “Manchester à Beira-Mar”. Já a ficção científica roteirizada por Eric Heisserer recebeu a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado, superando “Estrelas Além do Tempo”, “Um Limite Entre Nós”, “Animais Noturnos” e o surpreendente “Deadpool”. Entre os documentários, o vencedor foi “Command and Control”. Também nas categorias televisivas houve surpresas. Quem esperava a vitória de“Game of Thrones” ou “Stranger Things” se surpreendeu com a conquista de “The Americans” entre as séries dramáticas. Já “Atlanta” ganhou duplamente, como Melhor Roteiro de Série de Comédia de Melhor Série Estreante.
Star Trek, Esquadrão Suicida e La La Land são premiados pelo Sindicato dos Maquiadores
O Sindicato dos Maquiadores dos EUA distribuiu seus prêmios aos melhores trabalhos de cinema e televisão no setor. E os filmes premiados foram “Animais Noturnos”, “Esquadrão Suicida”, “Star Trek – Sem Fronteiras”, “La La Land – Cantando Estações” e “Ave, César!”. A quantidade de vencedores reflete a diversidade de categorias. O suspense dirigido por Tom Ford ganhou como Melhor Maquiagem contemporânea, enquanto o sucesso da DC Comics venceu como Melhor Maquiagem de Personagem. O novo “Star Trek” recebeu a estatueta de Melhores Efeitos Visuais de Maquiagem. Já “La La Land” e “Ave, César!” foram premiados por Melhor Penteado em Filme Contemporâneo e Melhor Penteado de Personagem. A disputa do Oscar, porém, concentra todas estas categorias num único troféu, disputado por apenas um filme. Um deles, por ser estrangeiro, sequer concorreu ao prêmio do sindicato. Os indicados ao Oscar 2017 de Melhor Maquiagem e Penteado são “Star Trek: Sem Fronteiras”, “Esquadrão Suicida” e o sueco “Um Homem Chamado Ove”. O Sindicato dos Maquiadores também distribuiu troféus para trabalhos televisivos, que foram vencidos por “Westworld”, “Game of Thrones”, “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” e o reality “Dancing with the Stars”.
La La Land vence prêmio do Sindicato dos Técnicos de Som dos EUA
“La La Land” foi o grande vencedor do prêmio do Sindicato dos Técnicos de Som dos EUA, em sua contínua ascensão na temporada de premiações de Hollwood. O musical de Damien Chazelle é o filme com mais indicações ao Oscar 2017, inclusive nas categorias de Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. O evento da Cinema Audio Society Awards também rendeu troféus para “Procurando Dory” na categoria de animações e “The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and The Silk Road Ensemble” entre os documentários. Na lista de premiados televisivos, os destaques incluíram o impressionante episódio da “Batalha dos Bastardos”, de “Game of Thrones”, “Modern Family” entre as séries de 30 minutos e “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” como melhor som de minissérie.
Mogli vence o prêmio do sindicato dos técnicos de efeitos visuais
Mistura de animação com filme de ator, “Mogli, O Menino Lobo” foi o grande vencedor do prêmio anual Sociedade de Efeitos Visuais (VES), o sindicato dos técnicos da categoria, em evento realizado na noite de terça-feira (7/1). A aventura da Disney recebeu cinco troféus, incluindo o prêmio máximo de Melhores Efeitos Visuais em filme, derrotou o líder de indicações “Rogue One: Uma História Star Wars”. É o segundo prêmio de efeitos visuais conquistado pelo filme do diretor Jon Favreau nos últimos dias. No fim de semana, “Mogli” também venceu o Annie 2017 (considerado o “Oscar da animação”) na categoria. “Kubo e as Cordas Mágicas” levou o prêmio de Melhores Efeitos em Animação. Os dois filmes concorrem ao Oscar 2017 de Melhores Efeitos Visuais, ao lado de “Rogue One” e “Doutor Estranho”. Já mas categorias de TV, o episódio épico “Battle of the Bastards” rendeu a “Game of Thrones” cinco vitórias. Além destes prêmios, foram entregues o troféu de Visionário do ano para Victoria Alonso, produtora do Marvel Studios, e o VES Award pela carreira ao vencedor de cinco Oscars e pioneiro em efeitos visuais Ken Ralston (“O Retorno de Jedi”, “Forest Gump”).
Sindicato dos Diretores de Fotografia premia cinegrafista australiano de Lion
O Sindicato dos Diretores de Fotografia premiou Greig Fraser por seu trabalho no drama “Lion – Uma Jornada Para Casa”, em cerimônia realizada no sábado (3/2). Foi a primeira vez que o australiano disputou o ASC Award. Seus concorrentes eram James Laxton (“Moonlight”), Rodrigo Prieto (“Silêncio”), Linus Sandgren (“La La Land”) e Bradford Young (“A Chegada”). Todos eles também estão indicados ao Oscar 2017 na mesma categoria. Com estreia prevista nos cinemas brasileiros para o dia 16 de fevereiro, “Lion” conta a história do indiano Saroo (Dev Patel) que se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Tudo isso quando tinha apenas 5 anos. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica. Nas categorias voltadas para a televisão, “Game of Thrones” e “Mr. Robot” foram os grandes vencedores entre as séries. Já “The Night Of” se sagrou campeão entre as minisséries. O astro Denzel Washington e os diretores de fotografia Edward Lachman, Philippe Rousselot, Bill Garcia e Nancy Schreiber receberam prêmios honorários por toda a carreira.
La La Land vence prêmio dos produtores e coloca uma mão no Oscar 2017
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês) estendeu seu tapete vermelho para “La La Land”, premiando o musical como Melhor Filme do ano na noite de sábado (28/1). A vitória no PGA Awards é praticamente uma antecipação da consagração no Oscar 2017. Desde 2000, as duas premiações só diferiram três vezes, quando “Moulin Rouge!” (2001), “Pequena Miss Sunshine” (2006) e “A Grande Aposta” (2015) venceram o prêmio dos produtores e, digamos assim, os filmes errados (“Uma Mente Brilhante”, “Os Infiltrados” e “Spotlight”) ficaram com Oscar. Nas três ocasiões em que houve divergência, o Oscar optou por filmes que tiveram mais vitórias prévias na temporada e maior quantidade de indicações em sua própria cerimônia. Com recorde de indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, 14 ao todo, “La La Land” é o favorito para o troféu deste ano. Nas demais categorias de cinema, o PGA Awards também distribuiu troféus para candidatos considerados favoritos. “Zootopia” venceu como Melhor Animação, enquanto “O.J: Made in America” foi elenco o Melhor Documentário. Na televisão, “The People v O.J Simpson” ganhou como Melhor Minissérie, repetindo o Emmy, o Globo de Ouro, etc. As ousadias da noite ficaram na definição das melhores séries: “Stranger Things” em Drama e “Atlanta” como Comédia. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do PGA Awards 2017 Melhor Filme La La Land Melhor Animação Zootopia Melhor Documentário O.J.: Made in America Melhor Minissérie ou Telefilme The People v O.J Simpson – American Crime Story Melhor Série de Drama Stranger Things Melhor Série de Comédia Atlanta Melhor Série de Documentário Making a Murderer Melhor Série Digital Comedians in Cars Getting Coffee Melhor Programa Infantil Vila Sésamo Melhor Programa de Competição The Voice Melhor Programa de Variedades Last Week Tonight with John Oliver Melhor Programa Esportivo Real Sports with Bryant Gumbel e VICE World of Sports (empate)
La La Land confirma seu favoritismo com o prêmio do Sindicato dos Editores
O Sindicato dos Editores de Cinema dos EUA (ACE, na sigla em inglês) divulgou os vencedores de seu prêmio anual, os Eddie Awards. A cerimônia, que também homenageou o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), registrou o favoritismo de “La La Land” para o Oscar 2017, com a vitória na categoria de Melhor Edição em Comédia ou Musical. O vencedor da categoria dramática foi a sci-fi “A Chegada”, enquanto “O.J.: Made in America” levou o prêmio como Documentário. Entre as séries, o destaque foi para a fabulosa batalha dos bastardos de “Game of Thrones”, ao lado do piloto de “This Is Us” e da sitcom “Silicon Valley”. Para os mais velhos, edição é o que antigamente se chamava “montagem”. Durante a maior parte do século 20, filmes eram literalmente montados numa moviola (mesa de montagem de película). Isto é, as cenas eram cortadas e coladas em sequência para gerar uma unidade final. Hoje, porém, as sequências são formatadas numa tela de computador, com a ajuda de softwares específicos de edição. Confira abaixo todos os premiados. Vencedores do Eddie Awards 2017 Melhor Edição de Filme de Drama A Chegada – Joe Walker Melhor Edição de Filme de Comédia ou Musical La La Land: Cantando Estações – Tom Cross Melhor Edição de Animação Zootopia – Fabienne Rawley & Jeremy Milton Melhor Edição de Documentário O.J.: Made in America – Bret Granato, Maya Mumma & Ben Sozanski Melhor Edição de Documentário Televisivo Everything is Copy – Bob Eisenhart Melhor Edição de Série de Meia-Hora Silicon Valley: “The Uptick” – Brian Merken Melhor Edição de Série de 1 Hora com Comerciais This is Us: “Pilot” – David L. Bertman Melhor Edição de Série de 1 Hora sem Comerciais Game of Thrones: “Battle of the Bastards” – Tim Porter Melhor Edição de Minissérie ou Telefilme Até o Fim – Carol Littleton Melhor Edição de Série sem Roteiro Anthony Bo
Ryan Reynolds lança vídeo com campanha de Deadpool ao Oscar 2017
Ryan Reynolds lançou a campanha de “Deadpool” ao Oscar 2017. Usando seu Twitter, ele divulgou um vídeo com cenas do filme, em que conta todos os méritos e dificuldades superadas pela produção, das 42 cartas de rejeição da Fox aos 783 milhões de espectadores do filme, passando pelo vazamento do vídeo de teste e sem esquecer dos sete unicórnios mágicos que aparecem na tela. Ironicamente, na época do lançamento ele dizia que “Deadpool” não era filme de Oscar, mas pura diversão. Mas a produção vem se destacando na temporada de premiações, com indicações a prêmios dos sindicatos dos Diretores, Produtores e Roteiristas de Hollywood. Também não fez mal nenhum a arrecadação de mais de U$ 780 milhões. A cerimônia do Oscar ocorre em 26 de fevereiro nos EUA. Os indicados serão divulgados em 24 de janeiro. pic.twitter.com/TNorErkZXf — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) January 13, 2017











