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    Legends of Tomorrow: Maisie Richardson-Sellers se despede da série

    6 de junho de 2020 /

    O final da 5ª temporada de “Legends of Tomorrow”, exibido na terça (2/6) nos EUA, marcou a despedida da atriz inglesa Maisie Richardson-Sellers da série. Presente desde a 2ª temporada, primeiro como a heroína Vixen, da Sociedade da Justiça dos anos 1940, e depois como a deusa punk transmorfa Charlie, a atriz se despediu da produção para participar de novos projetos – o primeiro deles é a continuação de “A Barraca do Beijo”, na Netflix. O destino da personagem da atriz foi revelado no último capítulo, que será exibido neste domingo (7/6) no Brasil, durante uma maratona da reta final da série no canal pago Warner – portanto, tudo a seguir é spoiler. Após a derrota da ameaça da temporada, Charlie decide ficar na Londres dos anos 1970 e retomar sua carreira como cantora da banda punk The Smell – onde seus colegas viajantes do tempo a encontraram no começo da temporada anterior. A atriz confirmou que a cena representava sua saída da série em um post nas redes sociais. “Obrigado por seu amor e apoio sem fim. Amaya e Charlie me deram muita alegria nos últimos 4 anos, e vocês são os fãs mais gentis, generosos e inclusivos que um programa poderia esperar. Nunca mudem. Mal posso esperar para compartilhar os projetos que estou criando no momento. Amo todos vocês”, ela escreveu. Veja o post original abaixo. Thank you for your endless love and support. Amaya and Charlie have brought me so much joy these past 4 years, and you are THE MOST kind, generous, inclusive fan base a show could hope for. Never change. I can’t wait to share the projects I’m currently creating. Love you all ❤️ — Maisie R-Sellers (@maisie_rs) June 3, 2020

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    Fox renova The Resident e Last Man Standing

    20 de maio de 2020 /

    A rede Fox anunciou a renovação das séries “Last Man Standing” e “The Resident”, que vão, respectivamente, para suas 9ª e 4ª temporada. Ambas as atrações são produzidas pela 20th Century Fox Television, que a Disney adquiriu ao comprar os estúdios da Fox. “‘The Resident’ e ‘Last Man Standing’ são partes importantes da Fox, e estamos muito satisfeitos por eles voltarem na próxima temporada”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em comunicado. “Queremos agradecer a todos os escritores, atores, diretores, produtores e equipes talentosas por ambos os programas e, é claro, aos nossos amigos e parceiros de produção na 20th Century Fox Television.” “Last Man Standing” tem uma média de 8 milhões de espectadores, incluindo o público multiplataforma, e é a série de comédia mais assistida da Fox, enquanto “The Resident” atrai 10 milhões de espectadores multiplataforma e está entre os 10 dramas televisivos mais vistos entre os espectadores de 18 a 34 anos nos EUA. As duas séries se juntam a uma pequena lista de originais live-action já renovados na Fox. Além delas, o canal só oficializou as voltas de “9-1-1” e seu spin-off “9-1-1: Lone Star”. Por outro lado, renovou todas as suas séries animadas – “Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “Bob’s Burgers”, “Bless the Harts” e “Duncanville”. Apesar de ser a mais longeva, a 9ª temporada de “Last Man Standing” será apenas a terceira exibida na Fox, após a rede resgatar a série estrelada por Tim Allen, que foi cancelada pela ABC em 2017, após seis temporadas. Considerada uma comédia conservadora, “Last Man Standing” destoava do tom inclusivo das séries de famílias modernas da ABC, encontrando seu público natural na rede que lançou a Fox News. Já “The Resident” sobreviveu ao excesso de séries médicas lançadas recentemente – “New Amsterdam” na NBC e “The Good Doctor” na ABC – para se estabelecer entre os líderes de audiência do canal.

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    Séries The Purge e Treadstone são canceladas

    13 de maio de 2020 /

    O canal pago USA Network cancelou as séries “The Purge” e “Treadstone”, como parte de (mais) uma mudança de foco de sua programação. Daqui pra frente, a emissora deve se concentrar em reality shows. Por ironia, as duas produções canceladas tinham sido incentivadas por uma mudança de estratégia anterior. A encomenda das séries seguiu orientação da chefia do conglomerado Comcast para que seus diversos canais explorassem franquias existentes na biblioteca de filmes da Universal Pictures. “The Purge” era derivada da distopia sci-fi “Uma Noite de Crime” e “Treadstone” uma continuação do thriller de espionagem “Jason Bourne”. Ambos tinham uma média de 500 mil telespectadores ao vivo e em torno de 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os fãs devem ter sentido mais o cancelamento de “Treadstone”, que deixou a história sem fim. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), “Treadstone” tinha muitos personagens e tramas paralelas, além de um elenco fenomenal, encabeçado por Jeremy Irvine (o jovem Sam de “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Brian J. Smith (o Will de “Sense8”), Tracy Ifeachor (“Quantico”), Omar Metwally (“The Affair”), Gabrielle Scharnitzky (“Devils”), Emilia Schüle (“Berlin Station”), Michelle Forbes (“Powers”), Patrick Fugit (“Outcast”) e a sul-coreana Hyo Joo Han (“Road Trip USA”). De quebra, um de seus diretores era Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. Por sua vez, “The Purge” foi criada por James DeMonaco, diretor e roteirista dos filmes originais, e chegou a ser a série mais vista do canal no ano passado, com 2,3 milhões de telespectadores por episódio. Em seu último episódio, a atração chegou a contar com participação de Ethan Hawke, repetindo seu papel do longa que lançou a franquia em 2013. As duas séries eram disponibilizadas no Brasil pela Amazon. Seus cancelamentos se juntam ao fim de “Dare Me”, disponibilizada na Netflix brasileira como “Não Provoque”, ao encerramento de “Briarpatch”, que deve se limitar ao formato de minissérie, e à conclusão da premiada “Mr. Robot”, finalizada em dezembro após dar prestígio efêmero ao canal. Conseguindo mais audiência com programas de lutas e produções baratas, o canal ainda precisa decidir o destino de “The Sinner”, após três temporadas. Por enquanto, apenas “Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada por Alice Braga, tem sua continuidade assegurada, após ser renovada para a 5ª temporada.

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    Quibi encalha e fundador da plataforma culpa coronavírus

    12 de maio de 2020 /

    O fundador da plataforma Quibi, Jeffrey Katzenberg, assumiu estar lidando com uma decepção diante dos números de pessoas interessadas no seu produto, lançado durante a pandemia de coronavírus. O aplicativo da Quibi teve 1,7 milhão de downloads em sua primeira semana. Mas desde a estreia em 6 de abril, mantém apenas uma base de 1,3 milhão de “usuários ativos”. Graças à baixa demanda, saiu rapidamente da lista dos 50 aplicativos gratuitos mais baixados da Apple Store. Pior que isso: não está nem entre os 100. Atualmente, encontra-se encalhado em 125º lugar. Mesmo com uma campanha que oferece teste gratuito por 90 dias, e prometendo um dos custos mais baixos dos streamings (US$ 4,99 por mês com anúncios), a plataforma não emplacou. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada na segunda-feira (12/5). “Tudo. Mas nós assumimos nossa parte”. O ex-executivo da Disney e criador da DreamWorks Animation disse que o público do Quibi realmente não é “a avalanche de pessoas que queríamos”. “Não é nem perto do que queríamos”, admitiu. Quibi aspirava ser uma Netflix de celular, com conteúdo feito exclusivamente para dispositivos móveis. A proposta faz parte do próprio nome da plataforma, formado pela junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). O nome também foi transformado em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço era apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. Só que as pessoas foram desaconselhadas a usar transportes públicos. E o ambiente de trabalho virou home office. Embora o tempo gasto nas plataformas de streaming tenha disparado à medida que os consumidores se distanciam socialmente, a opção de lazer para quem está em quarentena tem sido assistir filmes e maratonar séries pela televisão e não ver vídeos curtos pelo celular. O sucesso do Quibi dependia, basicamente, de mudar os hábitos de consumo de séries influenciados pela popularização da Netflix, com os “binges” – ou maratonas – de várias horas dedicadas a um mesmo programa. Já era uma opção arriscada, por ir contra um padrão bem-sucedido, e se tornou impraticável diante do aumento do número de horas disponíveis para o público se dedicar ao conteúdo de streaming. A ideia de “filmes em capítulos”, que define a maioria das séries de ficção da empresa, também criou um vício narrativo, ao programar uma situação de perigo a cada 10 minutos, no fim de cada episódio. Nisso, o Quibi se provou mais retrô que moderno, por evocar os antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940 – que batizaram o termo “cliffhanger”. Mas apesar de todo o revés, Katzengerg disse não ter se arrependido de lançar o aplicativo durante o coronavírus. “Se soubéssemos em 1º de março, quando tivemos que tomar a decisão, o que sabemos hoje, eu diria que não era uma boa ideia”, ele ponderou. “Mas estamos produzindo ouro suficiente com o feno que temos, de modo que não me arrependi”. Ele acrescentou: “Minha esperança, minha crença era que ainda haveria muitos momentos intermediários enquanto nos protegíamos em casa… Ainda existem esses momentos, mas não é a mesma coisa. Estamos fora de sincronia”. Katzenberg ainda espera virar o jogo com algumas inovações. Muito criticada por não permitir que assinantes pudessem assistir a seu conteúdo na TV, a Quibi já permite que os usuários do iPhone vejam suas atrações em telas maiores, e a mesma atualização chegará e breve aos usuários do Android. Ao mesmo tempo, a empresa está trabalhando em novas projeções de receita, com margens menores, que já levaram a cortes em seu orçamento de marketing. Só que enquanto o Quibi empaca, outras plataformas novas traçam histórias diferentes no competitivo mundo do streaming. Quando confrontado sobre o sucesso do TikTok, uma plataforma social que também usa vídeos curtos, Katzenberg se mostrou irritado. “É como comparar maçãs com submarinos”, disse ele ao Times. “Não sei o que as pessoas esperam de nós. Como era a Netflix em seus primeiros 30 dias após o lançamento? Para me falar de uma empresa que tem um bilhão de usuários e está se saindo bem nas últimas seis semanas, estou feliz por eles, mas o que diabos isso tem a ver comigo?” O Quibi também está disponível no Brasil, onde chegou sem alarde no mesmo dia em que o serviço foi inaugurado nos EUA.

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    Netflix volta a gravar séries inéditas em plena pandemia

    5 de maio de 2020 /

    Com a diminuição de seu estoque de atrações inéditas, a Netflix começa lentamente a voltar a gravar produções originais, mesmo que a pandemia do novo coronavírus ainda esteja longe de ter sido superada. Para isso, a plataforma está adotando diferentes métodos de controle sanitário, entre eles trabalhar apenas nos países que estão retomando as atividades e considerar uma estratégia de segurar elenco e equipe completos das produções numa quarentena durante o período de gravações. Quem explicou a estratégia foi o diretor de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, em artigo publicado no Los Angeles Times, no qual conta como a Netflix está organizando o retorno de suas produções. “As gravações geralmente ocorrem em ambientes reservados, com dezenas de artistas e técnicos trabalhando juntos em prazos apertados. Embora tenhamos que mudar esse processo — em alguns casos dramaticamente — para garantir a segurança de elencos e equipes durante essa pandemia, a natureza fechada dos sets também oferece algumas vantagens. Além disso, eles fornecem um ambiente relativamente controlado, onde podemos rastrear quem entra e sai”, escreveu o responsável pelas séries da Netflix no mundo todo. O executivo explicou que a medida levará em conta a realidade de cada país e deu como exemplo a Suécia, em que existem poucos testes disponíveis. Para realizar gravações naquela localidade, a Netflix deverá colocar todos os atores e funcionários da produção em quarentena por 14 dias e, depois, ficarão isolados nas gravações num período intenso de 11 dias consecutivos de trabalho. Na Islândia, por outro lado, a opção é um pouco diferente, porque o governo ofereceu testes para praticamente todos os moradores. O diretor islandês Baltasar Kormákur (de “Everest”), por exemplo, já está rodando a série “Katla”, drama sobrenatural em oito episódios, adotando como medidas testes frequentes e utilização de seu próprio estúdio na Islândia, onde ninguém entra sem ser testado para covid-19. “Katla” começou a ser gravada antes da pandemia se alastrar pela Europa e, após uma interrupção, voltou a ser gravada há cerca de três semanas com uma equipe reduzida. “Tudo foi feito de uma maneira segura. Sinceramente, acredito que você provavelmente está mais seguro nesse set do que em qualquer outro lugar. Como vivo com quatro filhos, variamos de seis a oito pessoas na minha casa e não tem como ficarem todos presos em casa. Eu acho que por causa da quarentena e das medidas que fizemos no set, ele realmente se tornou um local muito mais seguro”, ele disse em entrevista ao site Deadline. No Brasil, não há previsão de retomada dos trabalhos, graças à disparada de casos confirmados de contaminação e crescimento de mortos diários. Embora o país não tenha sido citado por Sarandos, a plataforma não tem muitas produções nacionais em desenvolvimento. Apenas “Coisa Mais Linda” e “Sintonia” tiveram encomenda de novos episódios anunciadas e não há informações a respeito de novas produções aprovadas. “O negócio de dar vida a histórias na tela baseia-se em parceria e confiança. Só progrediremos se todos que retornarem ao set, estejam na frente ou atrás da câmera, se sentirem seguros em fazê-lo. Sem essa confiança básica, o processo criativo falha”, concluiu Sarandos.

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    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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    Plataforma Quibi estreia em meio à quarentena do coronavírus

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi vai estrear na segunda-feira (6/4) nos EUA – e aparentemente também no Brasil – num cenário completamente diferente do que previam seus idealizadores. Criada para ser uma alternativa “de bolso” da Netflix, a Quibi investiu quase US$ 1,8 bilhão e atraiu pesos-pesados de Hollywood, de Steven Spielberg a Jennifer López, com sua estratégia de programas de curta duração, para se tornar o primeiro serviço de streaming especializado em conteúdo exclusivo para celular. O nome Quibi vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia tentava transformar em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais do lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Entretanto, a inauguração do serviço vai se dar num período em que a maioria da população americana está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries na televisão. Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu serviço está atingindo recordes históricos de audiência. Neste contexto, como fica o projeto de séries com episódios de 10 minutos? É o que o mercado, e especialmente os investidores do Quibi, querem saber. “Honestamente, não sabemos o que esperar”, confidenciou, de forma sincera, a CEO Meg Whitman (ex-CEO da eBay e da Hewlett Packard) ao MarketWatch, em entrevista por telefone na quinta passada (2/4). Dada a circunstância atual, ela disse: “As pessoas ainda têm seus momentos intermediários para se divertir, seja depois da escola em casa ou do Zoom”, ponderou, antes de concluir: “Teremos que esperar e ver”. Whitman foi a primeira contratada de Jeffrey Katzenberg, ex-Disney e fundador da DreamWorks Animation, quando o projeto da Quibi começou a sair do papel. Katzenberg é o verdadeiro responsável pela iniciativa e, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Atraídas pelo célebre executivo de Hollywood e pelos milhões de dólares prometidos, estrelas do cinema e da televisão prepararam várias séries e programas de variedades para a Quibi, desde um reboot da série clássica “O Fugitivo” até um reality de sobrevivência de Zac Efron, que ganhou manchetes após o ator ser hospitalizado. Mas a imprensa já reparou que muitas séries prometidas, algumas ligadas a franquias clássicas, têm na verdade a duração de um filme convencional e passam a impressão de ser longa-metragens fatiados em episódios. De fato, o serviço apresenta essas produções como filmes em capítulos, o que não soa como o atrativo imaginado pelos produtores. Por outro lado, antologias, como a produção de terror “50 States of Fear”, do cineasta Sam Raimi, tendem a funcionar melhor nesse formato por conta de suas histórias curtas completas. Não bastasse o desafio de emplacar uma nova forma de consumo de conteúdo, a Quibi ainda enfrenta uma batalha jurídica para ser lançada e permanecer no ar. O motivo é uma disputa de patentes tecnológicas. Todo o conteúdo da plataforma é produzido em formato vertical e horizontal, mudando automaticamente de um para o outro, conforme a preferência do espectador. A tecnologia e o conceito por trás dessa inovação, pensada no consumo em celular, teria sido desenvolvido por outra empresa, que foi à justiça americana tentar impedir o lançamento da plataforma, alegando roubo de propriedade intelectual. Em seu processo, a empresa Eko denuncia que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi para fechar negócio, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual à apresentada. O caso segue na justiça americana. Por tudo isso, a proposta revolucionária da Quibi chega ao mercado como uma grande incógnita. Para evitar o desapontamento e virar a possível maior vítima comercial do coronavírus, a empresa resolveu oferecer testes gratuitos de 90 dias para seus primeiros assinantes, o que supera ofertas semelhantes da Netflix e da Amazon. Após os primeiros três meses, a assinatura do serviço custará entre US$ 5 e US$ 8 mensais, dependendo da opção preferida – com ou sem anúncios. Veja abaixo o comercial americano do serviço.

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    Universal suspende produção de 35 séries, inclusive as franquias Chicago, Law & Order e FBI

    13 de março de 2020 /

    Na reação mais abrangente à pandemia de coronavírus, a NBCUniversal suspendeu a produção na maioria de suas séries de TV, em todas as unidades de produção, que incluem Universal Television, UCP, Universal Television Alternative Studios e First Run Syndication. A paralisação soma cerca de 35 atrações. A lista inclui todos os dramas do produtor Dick Wolf: “Chicago Fire”, “Chicago PD”, “Chicago Med” e “Law & Order: SVU”, na rede NBC, e “FBI” e “FBI: Most Wanted” na CBS. Também será afetada a produção do hit médico “New Amsterdam” da NBC. As séries de “Chicago” têm locações na cidade do título, que registrou o primeiro caso de um integrante de produção de TV com coronavírus – um membro da equipe de “NeXt”, da Fox. Já os “FBI” são gravados em Nova York, onde o governador Andrew M. Cuomo declarou estado de emergência, devido à rápida proliferação do surto. Além da paralisação das séries que estavam em produção, o conglomerado suspendeu o início de todas as gravações previstas para os próximos dias, entre elas das séries “Russian Doll”, da Netflix, e “Little America”, da Apple TV+. Da mesma forma, interrompeu as gravações de novos projetos, como a série limitada “Angelyne”, estrelada por Emmy Rossum na vindoura plataforma de streaming Peackock, e “Rutherford Falls”, com Ed Helms. Sem esquecer reality shows e programas de variedades, como “Kelly Clarkson Show” e “World of Dance”. “A segurança e a saúde de nosso elenco, equipe e funcionários é nossa principal prioridade”, disse a NBCUniversal em comunicado emitido na noite de quinta-feira (12/3). “Sempre que possível, estaremos interrompendo as produções por duas semanas como medida de precaução, período após a qual iremos reavaliar e determinar uma data de início apropriada. Em alguns casos, estamos acelerando os planos para encerrar a produção”. O trecho final se fere aos dramas de Dick Wolf, que estão prestes a encerrar suas temporadas e devem ser dados como finalizados. A ideia é encerrar as produções mais avançadas em seu último capítulo gravado, deixando os episódios que faltaram para exibição no começo da próxima temporada. Essa é uma estratégia que também deve ser empregada pela CBS TV Studios em seus dramas processuais, como a franquia “NCIS”.

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    Netflix vai passar a divulgar Top 10 de séries e filmes mais vistos no Brasil

    24 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta segunda (24/2) que está estendendo ao Brasil – e ao resto do mundo – a divulgação de seu Top 10 de programas mais populares, que permitirá aos assinantes descobrirem quais conteúdos estão sendo mais vistos na plataforma de streaming. A iniciativa foi testada com sucesso no Reino Unido e no México, onde a plataforma publica um ranking semanal há cerca de seis meses. Na verdade, a proposta foi tão bem-sucedida que a imprensa americana passou a repercutir o Top 10 britânico. A ideia é agora oferecer um Top 10 diário. Além de um listão completo com todos os programas, o serviço também oferecerá um Top 10 de séries e outro de filmes. As listas vão aparecer nas abas respectivas de filmes e séries. E os títulos que estiverem bombando também terão uma indicação ao ranking, onde quer apareçam na Netflix. O objetivo é permitir que o usuário possa facilmente ver o que está fazendo sucesso no momento, seja navegando por gênero, por sua lista pessoal ou ao pesquisar por séries ou filmes específicos. Um detalhe curioso é que a Netflix não está chamando seu Top 10 de ranking, mas de “fileira”, provavelmente porque o exemplo apresentado para a imprensa traz os resultados enfileirados horizontalmente. Confira abaixo.

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    Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial

    1 de fevereiro de 2020 /

    A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.

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    InSUBs, uma das equipes de legendas mais tradicionais do Brasil, encerra atividades

    24 de janeiro de 2020 /

    Uma das equipes de legendas mais tradicional do Brasil, a InSUBs, anunciou seu “series finale”. O grupo responsável pelas legendas “não oficiais” de várias séries – baixadas ilegalmente – publicou um post de despedida em seu site oficial, após quase 13 anos de atividades, deixando órfãos os fãs de muitas atrações. Entre tristes e gratos pelo serviço voluntário, diversos consumidores das legendas do grupo lamentaram a perda nas redes sociais. “Tenho perda auditiva e as legendas são fundamentais”, agradeceu um usuário. “Nem todo herói usa capa”, brincou outro, destacando a dedicação dos tradutores para legendar séries inéditas no Brasil. Pioneiro na tradução de séries em larga escala, o InSUBs introduziu diversos fãs brasileiros à séries como “Grey’s Anatomy”, “Mr. Robot”, “American Horror Story”, “Pose”, “The Magicians”, “NCIS”, “The Americans” e diversas produções de super-heróis. Foram, ao todo, mais de 350 produções legendadas em português e mais de 12 milhões de downloads. Tamanho volume gerou impacto não apenas na pirataria. Canais pagos passaram a programar estreias de séries mais rapidamente, para evitar a “concorrência” dos legendadores. Em seu auge, o InSUBs chegou a ter mais de mil colaboradores, mas encerra as atividades com 192 membros, entre tradutores, revisores e administradores. Além da maior agilidade dos canais pagos, a popularização do streaming ajudou a diminuir o interesse na atividade da legendagem, com queda de downloads. Todas as séries e filmes das plataformas digitais, como Netflix, Amazon e Apple TV+, são disponibilizadas simultaneamente em todo o mundo, o que minou a empolgação dos “legenders”, que prosperaram num período em que o mercado era menos globalizado. “Toda história deve ter começo, meio e fim”, diz o texto de despedida da equipe. “A nossa começou com um pequeno grupo de pessoas que estava cansado de esperar meses e meses para que séries americanas fossem disponibilizadas nos canais da TV a cabo brasileira e começaram a se dedicar a este processo fantástico que se chama legendagem. Como é algo voluntário, a renovação da equipe sempre foi muito comum. Pessoas entravam e saíam, outras entravam e ficavam, os legenders antigos viravam revisores, a administração ia se modificando”, continua o texto, antes de concluir com o slogan que ajudou a popularizar. “A realidade é que cada vez menos temos pessoas interessadas em legendar (e te garanto que não é fácil!) e cada vez mais as séries estão saindo com prazos mais curtos em relação à TV americana, seja na TV a cabo ou em streamings como Netflix e Amazon Prime. Resolvemos colocar um ponto final em grande estilo, cumprindo com todos os nossos prazos e ainda prezando pela qualidade, que é InSUBstituível!”

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    Crossover de Fugitivos com Manto e Adaga ganha primeiras fotos

    9 de dezembro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou pôsteres individuais dos personagens de “Fugitivos” (Runaways), e duas fotos do crossover da série com “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger). As duas produções foram recentemente canceladas, mas “Fugitivos” ainda tem 10 episódios inéditos de sua 3ª temporada. Além dos heróis, os pôsteres destacam uma nova vilã, Morgana le Fay, vivida por Elizabeth Hurley (“The Royals”). Criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, Morgana entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem homônima da lenda do Rei Arthur, ela é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage – para quem não lembra, a parceria foi inaugurada em “Gossip Girl”. O cancelamento de “Fugitivos” encerra a atual fase de produção de séries “live-action” da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que sua estrutura foi absorvida pela Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters cinematográficos. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, foi anunciada em outubro. Por conta disso, Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, deve sair da empresa. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, além do fim de “Manto e Adaga” e as temporadas finais de “Agents of SHIELD” e “Fugitivos”, a única série live-action da produtora atualmente em desenvolvimento é o projeto de “Helstrom”, sobre o “Filho de Satã”. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel, que começarão seu trabalho sem nenhuma herança de Loeb. A última temporada de “Fugitivos” estreia na sexta (13/12) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Amazon anuncia a produção de seis séries brasileiras

    4 de dezembro de 2019 /

    O Amazon Prime Video anunciou nesta quarta (4/12) a produção de seis séries originais brasileiras. O pacote inclui realities e tramas de ficção, entre elas uma série produzida por Marcelo D2 sobre as experiências de mães que vivem em favelas, um reality show ao estilo “De Férias com o Ex”, com a participação de Pabllo Vittar, e um drama desenvolvido por Breno Silveira (o diretor de “Gonzaga, de Pai para Filho”). As produções fazem parte da estratégia da Amazon para expandir seu alcance internacional. A plataforma já faz, atualmente, séries originais da Índia, Japão e Austrália. “Desde o lançamento do Prime Video em todo o mundo, a Amazon continua focada em oferecer aos clientes conteúdos locais, impulsionados pelas melhores vozes do país”, disse James Farrell, Head de Desenvolvimento de Conteúdo Internacional do Amazon Prime Video, em comunicado. “Estamos entusiasmados com o anúncio das nossas seis primeiras Originais Amazon brasileiras e muitos outros projetos que seguirão, e por poder fazer parcerias com inúmeros talentos nacionais, entre escritores, diretores, produtores e atores da enorme comunidade criativa deste país, para encantar nossos públicos aqui e ao redor do mundo”. As séries em desenvolvimento são: “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, uma atração documental, anunciada originalmente em julho, que já chega datada, ao focar os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América 2019. O clima da seleção mudou radicalmente desde então. “Soltos em Floripa”, um reality tipo MTV, que junta oito jovens de diferentes lugares do Brasil em uma casa de praia exuberante em Florianópolis, com episódios comentados por um grupo de celebridades encabeçado por Pabllo Vittar. “Dom”, a série dramática criada por Breno Silveira, é novamente (como os filmes do diretor “Gonzaga, de Pai para Filho” e “2 Filhos de Francisco”) uma história de pai e filho. Gira em torno de um pai policial, que acompanhou a guerra contra as drogas desde seu início, e que tem de lidar com um filho entregue ao vício. O pai será vivido por Flávio Tolezani (da novela “O Outro Lado do Paraíso”), enquanto o filho será interpretado por Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”). “Setembro”, uma comédia dramática sobre uma mulher trans, chamada Cassandra, que um dia, recebe uma visita inusitada em seu apartamento: a de um menino que busca o pai que nunca conheceu. A criação das roteiristas Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”) e Alice Marcone (da vindoura “Noturnos”, do Canal Brasil) tem a mesma premissa do filme “Transamérica” (2005). “Lov3”, outra comédia, desta vez criada por Felipe Braga (criador de “Samantha!” e “Sintonia” na Netflix), promete explorar as várias formas de amor e de relacionamentos por meio de três irmãos, cada um deles atravessando um momento diferente de suas vidas. Por fim, ainda há um projeto sem título do cantor Marcelo D2, que retratará a realidade de mães que vivem em favelas.

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