The Blacklist: Comercial do último episódio do ano promete revelar quem é o pai de Liz
A rede americana NBC divulgou o comercial do fall finale de “The Blacklist”, o último episódio antes do hiato de fim de ano da série. A prévia repete a promessa feita pela divulgação do começo da 4ª temporada, prometendo finalmente revelar quem é o pai de Elizabeth ‘Liz’ Keen (Megan Boone). Para comprovar a intenção, ainda mostra Alexander Kirk (Ulrich Thomsen), que se apresentou com pai da personagem no arco atual, perguntando ao supervilão Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader) se é ele quem realmente é o pai de Liz. Focada no mistério da paternidade de Elizabeth ‘Liz’ Keen (Megan Boone), a 4ª temporada perdeu quase um 1 milhão de espectadores por episódio, mesmo assim “The Blacklist” permanece um dos maiores sucessos da NBC. E por isso vai ganhar um spin-off na próxima midseason, centrado em Tom Keen (Ryan Eggold), cuja trama já foi delineada em episódios da própria “The Blacklist”. A série voltará a ser exibida apenas em 5 de janeiro nos EUA. No Brasil, ela faz parte da programação do canal pago AXN.
Star: Trailer da nova série musical do criador de Empire revela antecipação da estreia
A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “Star”, série musical que reforça a parceria do canal com o cineasta Lee Daniels (criador de “Empire”). A prévia resume a trama, sobre três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato, além de revelar a data de exibição. O trio central de protagonistas é formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacam, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que fará participação especial como ela mesma. O piloto foi dirigido pelo próprio Daniels, que criou a série em parceria com o roteirista Tom Donaghy (“A História de Um Bad Boy”). Originalmente programada para próxima midseason, que começa em janeiro nos EUA, a estreia da série foi antecipada e agora acontecerá logo após o último capítulo de “Empire” antes do hiato de fim de ano – em 14 de dezembro nos EUA.
Série Black Mirror vira realidade com um aplicativo criado pela Netflix
A Netflix criou um site inspirado no primeiro episódio da 3ª temporada de “Black Mirror”, que permite que você avalie pessoas e saiba sua nota, baseada em avaliações de outros. No site “Rate Me”, você pode avaliar um conhecido, mandar uma mensagem pra ele e também saber qual a nota que estão te dando. Intitulado “Queda Livre” (Nosedive, em inglês), o episódio que inspirou a brincadeira se passa no futuro, quando as pessoas usam um aplicativo para avaliar os outros, amigos ou desconhecidos, dando notas para as pessoas – desde um caixa de supermercado até quem encontrar na rua. Segundo a assessoria de imprensa da Netflix no Brasil, o site é criação da equipe de redes sociais americana do serviço de streaming, que divulgou o aplicativo na página oficial de “Black Mirror” no Facebook. “Black Mirror” foi criada pelo produtor britânico Charlie Brooker em 2011. As duas primeiras temporadas e um especial de Natal foram exibidos pelo Channel 4 do Reino Unido, mas a nova temporada é uma exclusividade da Netflix. Don’t you want to know what everyone thinks about you? RateMe is now available. Publicado por Black Mirror em Segunda, 7 de novembro de 2016
UnReal: 3ª temporada inverterá trama da série com pretendente feminina
A 3ª temporada da série “UnReal” vai trazer uma mulher como protagonista de seu reality show fictício, “Everlasting”. A novidade foi revelada pelas atrizes Shiri Appleby (intérprete de Rachel) e Constance Zimmer (Quinn), durante um evento live no Facebook. Assim, a produção do canal pago americano Lifetime vai deixar de ser um olhar crítico aos bastidores do sucesso “The Bachelor” para mirar seu cinismo em direção a “The Bachelorette”. As duas primeiras temporadas giraram em torno dos tumultuados bastidores de um reality show, em que candidatas disputavam um homem para namorar. A 1ª temporada destacou um aristocrata britânico falido, enquanto a 2ª trouxe um astro negro do futebol americano, ambos interessados em usar o programa como ferramenta de relações públicas. Na inversão do novo arco, a pretendente será uma milionária do Vale do Silício chamado Serena, que será disputada por vários bonitões, entre eles um bombeiro, um surfista, um banqueiro e um dançarino. A 3ª temporada, porém, não contará com uma das criadores da série. Marti Noxon (roteirista-produtora de “Buffy”, “Mad Men” e “Glee”) deixou a função de showrunner após brigar com sua parceira, Sarah Gertrude Shapiro, que criou o curta indie premiado “Sequin Raze” (2013), no qual a série é baseada. O Lifetime ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios.
Ator de Três É Demais agradece por ter virado meme no Brasil
O sumido ator Miko Hughes, que era menino na época da série “Três é Demais” (Full House), adorou descobrir que uma antiga foto sua viveu meme no Brasil. A foto do ator na antiga série dos anos 1990 virou símbolo da página Por Que Você Não Amadurece e os memes com a imagem tomaram a internet. “Mais de 300 mil likes em um dia!? Caramba! Muito amor pelo Brasil por terem feito com que eu virasse meme! E eu estou falando isso com ZERO sarcasmo”, escreveu Miko no Instagram, postando a página do Facebook com sua foto. O ator tem hoje 30 anos e ainda atua em algumas produções independentes. Ele interpretou o garotinho Aaron em 12 episódios da série, entre 1990 e 1995, sempre importunando a pequena Michelle (papel das gêmeas Olsen) e os adultos da série. Para quem não lembra, ele também foi o menino protagonista do terror “Cemitério Maldito” (1989) e uma das crianças que infernizou Arnold Schwarzenegger em “Um Tira no Jardim de Infância” (1990). Vale lembrar que “Três É Demais” ganhou continuação na Netflix, chamada “Fuller House”, que retomou os personagens da série original. Até o momento, porém, os roteiristas ainda não convidaram Miko para revelar o que aconteceu com Aaron. Over 300,000 likes in one day!? holy cow!Much love to Brazil for making me a meme! ?? I mean that with ZERO sarcasm ? Uma foto publicada por Miko Hughes (@woeismiko) em Nov 8, 2016 às 12:24 PST
Comédia de sucesso dos anos 1970, Car Wash pode virar série
A comédia musical “Car Wash, Onde Acontece de Tudo” (1976), sucesso dos anos 1970, pode virar série. A rede americana ABC encomendou um piloto baseado no filme ao produtor Will Packer, responsável por “Straight Outta Compton: A História do NWA”. O filme original foi escrito por ninguém menos que Joel Schumacher (“Batman e Robin”) e girava em torno de um grupo multirracial de empregados de um lava-jato de Los Angeles. No elenco, estavam os comediantes Richard Pryor, George Carlin, Garrett Morris e as cantoras Pointer Sisters. A ideia é aproveitar a premissa numa sitcom de 30 minutos sobre uma família de empregados, formada no ambiente de trabalho de um lava-jato. O roteiro será escrito por Robert Horn (“Teen Beach Movie”) e Matt Claybrooks (série “Everybody Hates Chris”), e a direção do piloto ficou a cargo de Kenny Leon (“Hairspray Live”). O piloto precisará ser aprovado pelos executivos da ABC para virar série. Curiosamente, este é o terceiro projeto baseado no início da carreira de Schumacher que inspira remake nos últimos meses. A rede americana CW está desenvolvendo uma série baseada no filme “Os Garotos Perdidos” (1987), enquanto um reboot/continuação do terror “Linha Mortal” (1990) já tem estreia marcada para setembro de 2017. Relembre abaixo o trailer do filme “Car Wash”, ao som de sua famosa música tema, sucesso da cantora Rose Royce.
Série de terror Dead of Summer é cancelada
O canal pago americano Freeform cancelou a série de terror “Dead of Summer”. Não adiantou ser bastante vista nas plataformas digitais. Concebida como uma antologia, a série foi recebida com críticas negativas e pouco público ao vivo, conquistando uma média de 410 mil telespectadores para os 10 episódios de sua 1ª temporada. Ironicamente, a 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas por seu roteiro. Desenvolvida por Adam Horowitz e Edward Kitsis, os criadores de “Once Upon a Time”, em parceria com o roteirista Ian B. Goldberg (também trabalhou da série das fábulas), a atração evocava os clichês da franquia “Sexta-Feira 13” e similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981), especialmente por se passar na década de 1980. A história acontecia em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 experimentam seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. O elenco incluiu Elizabeth Mitchell (séries “Lost”, “Revolution”), Elizabeth Lail (série “Once Upon a Time”), Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”), Paulina Singer (“Gotham”) e Amber Coney (série “Class”).
Os Simpsons previu que Trump seria presidente dos EUA
A série animada “Os Simpsons” brinca muito, mas no fundo fala sério ao retratar o modo de vida americano. Não por acaso, fez muitas previsões que se tornaram realidade. Inclusive que Donald Trump seria Presidente dos EUA. O fato ocorreu num episódio exibido há 16 anos, intitulado “Bart to the Future”, que refletia como seria o futuro dos Simpsons. Na trama, Lisa tinha sido eleita Presidente, herdando um país falido pela administração anterior, após o desastre de ter sido presidido por ninguém menos que Donald Trump. Veja abaixo. No mês passado, o jornal inglês The Guardian falou com o criador da série, Matt Groening, sobre o episódio. “Nós previmos que ele seria presidente no ano 2000, mas é claro que, na época, aquilo era a piada mais absurda que conseguíamos pensar, e isso ainda é verdade. Vai além da sátira”, afirmou. Aproveitando a coincidência, o canal pago brasileiro Fox fará uma reprise especial do episódio na noite desta quarta (9/11), às 21 horas. Renovada para sua 30ª temporada, “Os Simpsons” vai quebrar um novo recorde em 2018, quando se tornará a série com o maior número de episódios da história da TV.
Supergirl: Irmã da super-heroína sai do armário em episódio marcante da série
Aviso: só há spoilers nesse texto. As séries derivadas dos quadrinhos da DC Comics estão apostando na diversidade sexual. Após o Pinguim revelar uma paixão pelo Charada em “Gotham”, mais um personagem assumiu nesta semana sua homossexualidade na TV. No episódio de “Supergirl” que foi ao ar na noite de segunda-feira (7/11) nos EUA, Alex Danvers (Chyler Leigh), a irmã da protagonista, saiu do armário. A revelação aconteceu durante uma conversa de Alex com a detetive Maggie Sawyer, que, assim como nos quadrinhos, também na série é assumidamente gay. Depois de levar um fora da namorada, Maggie achou que Alex a estivesse convidando para um encontro e disse que não tinha percebido que a nova amiga era lésbica. Alex negou, mas, ao fim do episódio, assumiu sua inclinação para a policial. O momento foi marcante, pois representou mesmo um instante de claridade para Alex, que confessou que sempre se esforçou para ser perfeita em todos os aspectos da sua vida, mas nunca conseguia fazer isso na sua vida amorosa. Isto porque nunca quis ter intimidade com ninguém, mas só foi perceber agora que não queria ter intimidade era com os homens que namorava. Por curiosidade, Alex, que não existe nos quadrinhos, chegou a flertar com o magnata/cientista/vilão Maxwell Lord na 1ª temporada, e suspeitamente o personagem vivido por Peter Facinelli sumiu na 2ª temporada. Já Maggie Sawyer namora ninguém menos que Batwoman nos quadrinhos. E, por coincidência, sua intérprete, a atriz Floriana Lima, também viveu uma personagem lésbica em sua série anterior, “The Family”, cancelada após 12 episódios em maio. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, o produtor da série Andrew Kreisberg adiantou que a jornada de Alex, após sair do armário, será um grande tema dos próximos episódios. “Vai ser engaçado, vai ser sério, vai ser romântico, vai ser de partir o coração. Vai ser tudo o que qualquer relacionamento na TV, não importa qual o gênero, deveria ser”. Segundo Kreisberg, o planejamento desta guinada começou no ano passado. “Era algo que tínhamos discutido na última temporada, mas não achávamos que era o momento certo. Mas, entrando nessa temporada, foi natural. Era uma história forte para dar a Alex este ano”, contou. O produtor também revelou que a novidade foi comemorada por todos os envolvidos. “A única dificuldade que tivemos foi criar a melhor história possível. Nós não recebemos nada além de apoio. Todo mundo ficou animado com isso, seja o estúdio, as emissoras, a atriz. Todo mundo tem caminhado na mesma direção e isso é ótimo”. O episódio em que Alex sai do armário foi exibido poucos dias após a organização GLAAD divulgar um relatório que, se por um lado aponta para um aumento de personagens LGBTQ nas séries, constata que as lésbicas estão diminuindo, porque são assassinadas com frequência nas tramas. Atento a essa questão, Kreisberg afirmou que “Supergirl” não tem a intenção de matar nem Alex, nem Maggie. “Elas não vão morrer, nenhuma delas, então realmente não estamos pensando nisso agora”. Para completar, ele garante que tem a intenção de retratar o relacionamento das duas de forma respeitosa. “Queremos contar essa história da forma mais respeitosa, educativa, interessante e cuidadosa possível”.
Amazon vai exibir série estrelada por Julianne Moore e Robert De Niro
A Amazon venceu a disputa pela série do cineasta David O. Russell (“Joy: O Nome do Sucesso”), que será estrelada por dois atores consagrados pelo Oscar, Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e Robert De Niro (também de “Joy”). Segundo o Deadline, o canal pago FX chegou perto de fechar com a atração, mas a Amazon dobrou sua oferta e ficou com o projeto, que será produzido pela The Weinstein Company. A plataforma de streaming vai desembolsar US$ 160 milhões, que bancarão a produção de duas temporadas de apenas oito episódios cada. Cada um dos episódios será escrito e dirigido por Russell. Mas não se sabe o título, o tema, a premissa e nem mesmo quais são os personagens da série. Algumas fontes teriam afirmado se tratar de uma série policial passada nos anos 1990, mas nada foi confirmado. Todos os detalhes estão sendo mantidos sob sigilo. Este será o primeiro projeto televisivo do diretor de “O Vencedor”, “O Lado Bom da Vida”, “Trapaça” e “Joy: O Nome do Sucesso”. Anteriormente, ele chegou a emplacar uma série na rede ABC, chamada “The Club”, mas acabou desistindo na véspera do começo das gravações.
Alicia Silverstone e Mena Suvari vão estrelar série feminista
O canal pago americano TV Land divulgou a foto do elenco (acima) para anunciar a aprovação do piloto e a encomenda da série de comédia “American Woman”, que é ligeiramente baseada na vida da atriz Kyle Richards. Ela foi uma das primeiras vítimas de Michael Myers em “Halloween” (1978) e participou das séries clássicas “Os Pioneiros” e “E.R.”, mas o público americano a conhece mais hoje em dia como uma das “Real Housewives of Beverly Hills”. A trama vai se passar na década de 1970, em meio à revolução sexual e à ascensão do feminismo. A ex-“Patricinha de Beverly Hills” Alicia Silverstone vai estrelar a atração como Bonnie Nolan, uma mãe com duas filhas (Makenna James e Lia Ryan McHugh) que se encontra diante de um mundo inteiramente novo após deixar seu marido. Enquanto se esforça para sustentar sua família, Bonnie também busca deixar a sua própria marca no mundo, junto com suas duas melhores amigas, Kathleen (a ex-“Beleza Americana” Mena Suvari) e Diana (Jennifer Bartels). O problema é que o mundo não está muito disposto a lhes facilitar nada. “American Woman” é uma criação de John Riggi (roteirista de “30 Rock”) e terá produção de John Wells (diretor de “Àlbum de Família” e produtor das séries “E.R.” e “Shameless”). Fofoca: a irmã de Kyle Richards, Kathy Hilton, teria dado piti ao saber que a série será produzida, receando que algumas histórias da época venham à tona. A 1ª temporada terá 12 episódios, mas a data de estreia ainda não foi divulgada.
Criador de Penny Dreadful vai produzir série estrelada por Meryl Streep
John Logan, roteirista dos últimos filmes de 007 e criador da série “Penny Dreadful”, vai continuar no mercado televisivo em seu próximo trabalho. Ele fechou para ser o showrunner de “The Nix”, série limitada que será estrelada pela atriz Meryl Streep (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) e que conta com a produção executiva e direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A série é uma adaptação do livro de mesmo nome, lançado em agosto e escrito por Nathan Hill. Na história, um professor vê sua mãe reaparecer após abandonar a família há décadas, quando cometeu um crime absurdo que provocou um escândalo. Meryl viverá a mãe. Ainda não há canal de TV ligado ao projeto, mas pela equipe é possível imaginar que já existe uma guerra nos bastidores por seus direitos de exibição.
The Big Bang Theory vai ganhar um spin-off centrado na adolescência de Sheldon
Os cocriadores de “The Big Bang Theory”, Chuck Lorre e Bill Prady, estão desenvolvendo um spin-off da série, passado na adolescência de Sheldon Cooper, o personagem de Jim Parsons. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter descrevem o projeto como uma espécie de “Malcolm in the Middle”, centrada na esquisita família Cooper. Nenhum dos integrantes do elenco original da série está envolvido na produção, que pode inclusive substituir “The Big Bang Theory” caso as negociações por renovação gerem um impasse. Atualmente em sua 10ª temporada, a atração paga os salários mais caros da televisão americana e ainda não foi renovada para novos episódios além do ciclo atual. A notícia, porém, não foi confirmada pela rede CBS e a Warner, que produz a atração. Tampouco foi negada. Detalhes adicionais sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo.












