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  • Etc,  Filme,  Série

    John Hurt (1940 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu o ator inglês John Hurt, que marcou a história do cinema e da TV com personagens icônicos. Ao longo da carreira, ele enfrentou alienígenas e ajudou Indiana Jones, caçou espiões e foi caçado pelo Big Brother, viajou no tempo na Tardis e fabricou a varinha mágica de Harry Potter, deixando uma filmografia memorável de mais de cinco décadas de papéis inesquecíveis, vindo a falecer na sexta (27/1) em sua casa, em Norfolk, no interior da Inglaterra, aos 77 anos, após uma longa luta contra um câncer de pâncreas. Sua longa carreira começou nos anos 1960, com pequenos papéis em filmes como “O Homem que Não Vendeu sua Alma” (1966), “O Marinheiro de Gibraltar” (1967), “O Irresistível Bandoleiro” (1969) e “À Procura do Meu Homem” (1969), mas só foi se destacar na década seguinte por uma série de escolhas ousadas, a começar pelo papel de vítima do caso real de “O Estrangulador de Rillington Place” (1971) e o de canibal em “O Carniçal” (1975). O ponto de virada, porém, aconteceu na TV, no telefilme “Vida Nua” (1975) sobre a vida de Quentin Crisp. O escritor que exibia sua homossexualidade com orgulho, andando maquiado pelas ruas, era uma figura popular na Inglaterra, mas Hurt foi aconselhado por seus agentes a não vivê-lo na TV. Disseram que ficaria marcado como gay e nunca mais trabalharia novamente. Hurt ignorou os avisos e estrelou sua primeira obra como protagonista. Como resultado, ganhou seu primeiro reconhecimento da Academia britânica, o BAFTA de Melhor Ator. E, empolgado, assumiu em seguida um papel ainda mais controvertido, como o imperador Calígula na minissérie “Eu, Cláudio” (1976). O destaque obtido nas duas obras levou o diretor Alan Parker a escalá-lo em “O Expresso da Meia-Noite” (1978), como um prisioneiro viciado numa cadeia turca. A interpretação magistral lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e o seu segundo prêmio BAFTA. O papel pelo qual é mais lembrado, porém, não lhe rendeu troféus, mas fez sua popularidade atingir as estrelas. Em 1979, ele seguiu o diretor Ridley Scott para a morte certa, a bordo de uma nave espacial. Hurt foi a primeira vítima do que viria a se tornar uma franquia, dando “luz” ao terror de “Alien” (1979), literalmente com suas entranhas. A cena em que sua barriga explode, para o surgimento de um bebê alienígena, entrou para a história do cinema. Tornou-se tão famosa que rendeu até paródias – inclusive com o próprio Hurt revivendo o papel do astronauta Kane em “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), de Mel Brooks. Sua segunda e última indicação ao Oscar veio logo em seguida, desta vez na categoria de Melhor Ator, sob a maquiagem pesada de “O Homem Elefante” (1980), de David Lynch. Para viver John Merrick, Hurt precisou demonstrar capacidade de se comunicar sob as próteses que o deformavam, realçando seu enorme talento para transmitir emoções. Consagrado, foi coadjuvar o western épico “O Portal do Paraíso” (1980), de Michael Cimino, uma das obras mais caras da época. O fracasso do projeto faliu o estúdio United Artists e até hoje rende discussões apaixonadas entre cinéfilos. Mas representou o fim de uma era para o cinema americano. Não por acaso, os próximo trabalhos do ator em Hollywood foram comédias de estilo besteirol, vivendo Jesus Cristo em “A História do Mundo – Parte I” (1981), de Mel Brooks, e um policial gay em “Dois Tiras Meio Suspeitos (1982), de James Burrows. Após estrelar o suspense “O Casal Osterman” (1983), do mestre Sam Peckinpah, Hurt voltou a filmar com cineastas ingleses, rodando o thriller “O Traidor” (1984), com Stephen Frears, e a sci-fi “1984” (1984), com Michael Radford. Seu retorno à ficção científica novamente marcou época, dando à história clássica do Big Brother de George Orwell sua versão definitiva, com uma cenografia retrô, que entretanto não podia ser mais visionária. Hurt continuou se destacando também em produções de época, como “Incontrolável Paixão” (1987), passada na África colonial e dirigida por Radford, e “Escândalo: A História que Seduziu o Mundo” (1989), de Michael Caton-Jones, sobre um affair entre uma stripper e um ministro britânico nos anos 1960. Sua filmografia seguiu crescendo. Entre comédias americanas ligeiras como “Este Advogado É Uma Parada” (1987) e “Rei Por Acaso (1991), e dramas britânicos sérios, como “Terra da Discórdia” (1990), de Jim Sheridan, e “Uma Nova Chance” (1994), de Chris Menges, também encontrou espaço para um terror B, como “Frankenstein – O Monstro das Trevas” (1990), realizado por ninguém menos que Roger Corman, uma sci-fi sofisticada, como “Contato” (1997), de Robert Zemeckis, e um blockbuster épico, como “Rob Roy: A Saga de uma Paixão” (1995), de Caton-Jones. O século 21 ampliou sua galeria de blockbusters, com participações nas franquias “Harry Potter” (2001-2011) e “Hellboy” (2004-2008), na adaptação de quadrinhos “V de Vingança” (2005), na aventura “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), e mais recentemente no premiado suspense “O Espião Que Sabia Demais” (2011) e na sci-fi “Expresso do Amanhã” (2013). A voz rouca, capaz de soar serena ou ameaçadora, também lhe rendeu diversos trabalhos de dublagem e narração, em obras tão distintas quanto a versão animada de “O Senhor dos Anéis” (1978), de Ralph Bakshi, “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, e até “Dogville” (2003) e “Manderlay” (2005), de Lars Von Trier – sem esquecer a voz do dragão da série “As Aventuras de Merlin” (2008-2012). Entre seus últimos papéis, estão participações nas séries “Doctor Who” em 2013, como o personagem-título, e “The Last Panthers” (2015), além do filme “Jackie” (2016), indicado ao Oscar 2017. Incansável, Hurt deixou três filmes inéditos e trabalhava no quarto, a cinebiografia de Winston Churchill, “The Darkest Hour”, quando faleceu. Sua excepcional filmografia foi reconhecida com um BAFTA especial pela contribuição excepcional para o cinema britânico em 2012, além da distinção de ter sido nomeado cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II em 2015. Na mesma época, anunciou que lutava contra o câncer. John Hurt possui ainda a distinção de ter sido o ator que mais morreu em cena, na história do cinema. Mas sua lembrança permanecerá viva eternamente em papéis que encantaram gerações, e continuarão encantando por anos a fio. Nas redes sociais, os diversos artistas que se manifestaram sintetizaram suas homenagens basicamente numa palavra-chave: “Inspiração”.

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  • Série

    Criadores de Gossip Girl desenvolvem remake da série clássica Dinastia

    27 de janeiro de 2017 /

    A rede americana CW encomendou o piloto de um remake da série clássica “Dinastia”, novelão semanal exibido com enorme sucesso nos anos 1980. A nova versão está sendo desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, os criadores de “Gossip Girl”. Exibida entre 1981 e 1989, a atração acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. Apesar da disputa acirrada entre as duas tramas sobre famílias magnatas, “Dinastia” distinguiu-se ao atingir pico de audiência entre 1984 e 1985, que a tornou o programa de televisão mais visto nos EUA nesse período. Segundo o site The Hollywood Reporter, o elenco do remake de “Dinastia” será mais diversificado que o original. A protagonista Crystal Jennings, interpretada por Linda Evans, por exemplo, agora será uma mulher de origem hispânica. A trama também mudará de perspectiva, centrada justamente no conflito entre Fallon Carrington – filha do multimilionário Blake Carrington – e a sua futura madrasta Cristal – “uma mulher latina prestes a infiltrar-se na poderosa família”, na descrição do site. Além de produzirem a nova versão, Schwartz e Savage vão escrever o episódio piloto ao lado de Sallie Patrick (série “Revenge”). O casal Esther e Richard Shapiro, criadores de “Dinastia”, também estão a bordo do projeto, mas numa posição mais simbólica que executiva. Esther Shapiro tentou relançar a série há cinco anos, mas o projeto não passou da fase do piloto. Se for aprovado, a nova “Dynasty” (título original) pode se juntar a outro remake/reboot/continuação de série clássica no canal CW: “Charmed”, que também está atualmente em desenvolvimento. Anteriormente, o canal já teve versões atualizadas de “Barrados no Baile” (a série “902100”) e “Melrose” (“Melrose Place”).

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  • Série

    The Leftovers ganha teaser e pôster de sua 3ª e última temporada

    27 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano HBO divulgou o primeiro teaser e o pôster da 3ª temporada de “The Leftovers”, que irá encerrar a série. A arte destaca que “o fim está próximo”. O duplo sentido apocalíptico da mensagem é reforçado na prévia, que confirma o visual barbudo de Justin Theroux, adiantado nas primeiras fotos da temporada. Além disso, o vídeo revela os retornos de parte do elenco, como Carrie Coon, Amy Brenneman, Christopher Eccleston, Scott Glenn e Jasmin Savoy Brown. Aproveitando a oportunidade, Theroux também fez sua própria divulgação, adiantando em seu Instagram uma versão animada do pôster e chamando atenção para a data do retorno da atração. Aclamada pela crítica, “The Leftovers” surgiu como adaptação do livro homônimo de Tom Perrota, mas passou a contar uma história inteiramente original de Perrota e do cocriador Damon Lindeloft (“Prometheus”) em sua 2ª temporada. O final começa ser exibido pelo canal pago HBO a partir de 16 de abril. The end is near. And we know the date. ? #theleftovers @hbo Um vídeo publicado por @justintheroux em Jan 24, 2017 às 10:08 PST

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  • Série

    Flash Negro vai aparecer em Legends of Tomorrow

    27 de janeiro de 2017 /

    O produtor Marc Guggenheim revelou que os universos das séries da DC Comics vão experimentar novas interações em breve, atiçando os fãs com várias dicas de participações especiais na a segunda parte de “Legends of Tomorrow”. Em entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, Guggenheim adiantou que muitos personagens de outras séries aparecerão na reta final da 2ª temporada de “Legends”. Mas deu o nome de apenas um: “O Flash Negro vai aparecer em Legends of Tomorrow”, afirmou, lembrando que o Flash Reverso é um dos vilões da atual temporada da atração. Ou seja, o ceifador irá atrás do responsável por alterar linhas do tempo. Anteriormente, o produtor Andrew Kreisberg já tinha dito que o vilão voltaria em mais de uma série da DC Comics. Nos quadrinhos, o Flash Negro é uma manifestação da Força da Velocidade, e já foi visto em “The Flash” como uma espécie de “dementador”, um espectro voador, atacando Flash e Zoom quando eles romperam a barreira do tempo. O personagem deve voltar como uma encarnação de Zoom, que teria sido transformado em Flash Negro após seu contato com os espectros do tempo no final da 2ª temporada. Há alguns meses, o próprio Kreisberg resolveu estimular esta especulação dos fãs, comentando a forma como Zoom foi apresentado em seus instantes finais, transformando-se numa caveira ao ser ceifado. “Obviamente nós fizemos aquilo no final do segundo ano de propósito”, ele comentou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Nós amamos trabalhar com Teddy Sears (intérprete de Zoom). Ele é um excelente ator e foi parte fundamental do nosso sucesso na 2ª temporada.” Portanto, Teddy Sears deve interpretar o espectro em seu retorno ao universo das séries da DC Comics. Além dele, Guggenheim contou ainda que o final de temporada de “Legends of Tomorrow” contará com a participação de um protagonista de outra série de heróis. E o penúltimo ainda trará participação de um personagem que ninguém espera e que promete “fazer os fãs urrarem de felicidade”. “Não posso ser muito específico sobre isso, mas é uma das coisas mais divertidas que já fizemos na série”, contou. Uma pista da identidade da participação misteriosa já pode ter sido publicada na Pipoca Moderna. Veja aqui quem assinou contrato recente para voltar a aparecer numa série da DC Comics, após seu personagem morrer em “The Flash”.

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  • Etc,  Série

    Mike Connors (1925 – 2017)

    27 de janeiro de 2017 /

    Morreu o ator Mike Connors, intérprete da série “Mannix”, um dos grandes sucessos da TV dos anos 1960 e 1970. Ele faleceu em Los Angeles, aos 91 anos, de leucemia. Connors iniciou a carreira com o pseudônimo Touch Connors no início dos anos 1950, aparecendo em pequenos papéis nos clássicos “Precipícios d’Alma” (1952) e “Geleiras do Inferno” (1953), e logo se tornou um dos coadjuvantes mais utilizados nas primeiras produções baratas do diretor Roger Corman, como “Cinco Revólveres Mercenários” (1955), “O Dia que o Mundo Acabou” (1955), “Mulheres do Pântano” (1956) e “A Onça de Oklahoma” (1957). A variedade de produções do período ainda incluiu outros trash famosos, como “Jaguar” (1956), aventura na selva estrelada por Sabu, “Shake, Rattle & Rock!” (1956), um dos primeiros filmes de rock, com participação dos bluesmen Fats Domino e Big Joe Turner, e o cultuadíssimo “O Poço da Perdição” (Live Fast, Die Young, 1958), sobre garotas rebeldes. Ao mesmo tempo, ele também se juntou à luta de Moisés no clássico “Os Dez Mandamentos” (1956). Buscando se afastar da imagem de delinquente juvenil dos filmes B, passou a fazer participações em séries com seu nome real, Michael Connors. Ele apareceu em inúmeros episódios, especialmente de westerns – como “Paladino do Oeste”, “Maverick”, “Gunsmoke”, “Cavarana”, “Cheyenne” e “Cimarron” – , até se tornar conhecido o suficiente para estrelar sua própria atração. O primeiro protagonismo televisivo veio com “Na Corda Bamba” (Tightrope), na qual viveu um policial infiltrado no crime organizado. A trama marcou época, apesar de ter durado apenas uma longa temporada de 37 episódios em 1959. O cancelamento da atração o levou de volta ao cinema – chegou até filmar uma aventura no Rio, “Operação Paraíso” (1966) – , antes de voltar a protagonizar uma nova série, agora como Mike Connors. “Mannix” o consagrou como grande astro da TV americana. Produção da dupla Richard Levinson e William Link (criadores também de “Columbo” e “Assassinato por Escrito”) em parceria com Bruce Geller (criador de “Missão Impossível”), a série girava em torno dos casos investigados por Joe Mannix, um veterano de Guerra da Coreia transformado em detetive particular. O que o diferenciava dos demais detetives televisivos era que ele usava seus punhos, resolvendo seus casos na base da porrada. Para solucionar o crime da semana, invariavelmente se metia numa briga e, ainda que sempre vencesse, também apanhava muito. A série rendeu impressionantes 194 episódios, com oito temporadas exibidas entre 1967 e 1975, e sua popularidade rendeu até um crossover com a sitcom “Here’s Lucy”, de Lucille Ball – “Mannix” era uma produção da Desilu (empresa do casal Lucille Ball e Desi Arnaz). Mas a atração costuma ser mais lembrada por sua música-tema, uma das melhores da história da TV, composta pelo mestre Lalo Schifrin (também de “Missão Impossível”), que acompanhava uma abertura igualmente memorável, com imagens em tela dividida e cores inspiradas nos quadros de Mondrian. Após o final de “Mannix”, Connors atuou em diversos telefilmes e estrelou uma última série policial, “Today’s F.B.I.”, que durou só uma temporada em 1981. Ele continuou fazendo participações em séries, chegando a aparecer em três episódios de “Assassinato por Escrito”, dos mesmos criadores de “Mannix”, nos anos 1990. E até voltou a viver Joe Mannix na comédia de cinema “Ninguém Sabe Tudo” (2003), antes de encerrar a carreira com uma aparição num episódio de “Two and a Half Men”, em 2007. Connors tinha sido diagnosticado com leucemia há apenas uma semana e morreu cercado pela família, incluindo sua esposa Mary Lou, com quem foi casado por 68 anos. Relembre abaixo a abertura clássica de “Mannix”.

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  • Série

    Série derivada dos X-Men, Legion ganha 20 fotos “psicodélicas”

    26 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano FX divulgou 20 fotos dos personagens de “Legion”, série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. O visual tem forte influência sessentista, dividindo-se entre uma estética mod e iluminação psicodélica. A trama gira em torno de David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), um rapaz atormentado por muitas vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em 8 de fevereiro, com exibição simultânea no Brasil pela Fox. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

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  • Série

    É oficial: Nina Dobrev está confirmada no final de The Vampire Diaries

    26 de janeiro de 2017 /

    Após meses de especulação e agonia entre os fãs, Nina Dobrev finalmente confirmou seu retorno para participar do episódio final da série “The Vampire Diaries”. A atriz postou uma foto do script do último episódio da série com seu nome, intitulado “I Was Feeling Epic” – uma frase dita pela queridinha Lexi (Arielle Kebbel) na 1ª temporada. Veja abaixo. Dobrev deixou a série no final da 6ª temporada em 2015, optando por não renovar seu contrato. Mas sua personagem, Elena Gilbert, não morreu. Ela foi deixada num transe profundo pelo bruxo Kai (Chris Wood), como vingança contra Damon (Ian Somerhaulder), com a condição de só despertar com a morte de Bonnie (Kat Graham). A resolução desse impasse deve marcar o desfecho da atração. “Estou animadíssima por poder encerrar a série do jeito que sempre quisemos, com Nina de volta para nos ajudar a dizer adeus”, disse a showrunner Julie Plec, em comunicado. Ela escreveu o episódio final da série com o co-criador Kevin Williamson (que também é o criador da franquia de terror “Pânico”). No comunicado, Williamson ainda acresceu que “o episódio de despedida será verdadeiramente épico”. O último episódio da série, após oito temporadas, irá ao ar no dia 10 de março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago MTV. I know it's Thursday, but this is not a TBT. #BackOnSet #TVDForever Uma foto publicada por Nina Dobrev (@ninadobrev) em Jan 26, 2017 às 9:19 PST

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  • Série

    Kristen Wiig vai participar da série O Último Cara da Terra

    26 de janeiro de 2017 /

    A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) vai participar da série “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth). Segundo o site TVLine, ela interpretará uma personagem recorrente na 3ª temporada, mas não há mais informações a respeito de seu papel. A participação marcará um reencontro entre a atriz e Will Forte, o astro e criador da série, após trabalharem juntos no humorístico “Saturday Night Live”. Outros astros famosos que já deram as caras em “The Last Man on Earth” incluem Will Ferrell (também ex-“SNL” e “Pai em Dose Dupla”) Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Jon Hamm (série “Mad Man”) e Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”). Atualmente em hiato, “O Último Cara da Terra” retorna com a segunda parte de sua 3ª temporada no dia 5 de março. No Brasil, a série passa no canal pago FX.

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    Bryan Singer vai dirigir o piloto da série dos X-Men para a Fox

    25 de janeiro de 2017 /

    O cineasta Bryan Singer vai dirigir o piloto da nova série dos “X-Men”, que a rede Fox pretende lançar no fim do ano. A informação é do site The Hollywood Reporter. Singer já fazia parte da equipe dos produtores – assim como participa da produção de “Legion”, primeira atração derivada dos quadrinhos de super-heróis mutantes da Marvel. Mas o fato de assumir também a direção significa que o piloto não será barato. Afinal, o diretor está acostumado a transformar os filmes dos “X-Men” em superproduções repletas de efeitos visuais. Este será o terceiro piloto da carreira do cineasta, que anteriormente assinou os episódios iniciais de “House” (2004) e “Battle Creek” (2015). Sua participação já garante que a atração, ainda sem título, seguirá o padrão estético estabelecido nos longa-metragens. Criada por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a série vai girar em torno de uma família que descobre o gene mutante em seus filhos. Forçada a fugir de um governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas, os protagonistas acabam se unindo a um grupo clandestino de mutantes, que precisa lutar para sobreviver. Além de Singer e Nix, a produção ainda conta com os executivos dos filmes, Lauren Shuler Donner e Simon Kinberg, mais os responsáveis pelas séries da Marvel, Jeph Loeb e Jim Chory. Por enquanto, a Fox deu sinal verde apenas para a produção do primeiro episódio, que precisará ser aprovado para virar série. Mas tem sido regra que, quanto maior o investimento, menores são as chances de reprovação. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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    13 Reasons Why: Série teen produzida por Selena Gomez ganha primeiro teaser

    25 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da série “13 Reasons Why”, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a trama gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.

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    Mary Tyler Moore (1936 – 2017)

    25 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz Mary Tyler Moore, estrela da série pioneira que levava seu nome, vencedora de seis prêmios Emmy e indicada a um Oscar de Melhor Atriz por “Gente como a Gente” (1980). Ela faleceu nesta quarta (25/1), aos 80 anos. “Hoje, nosso amada e icônica Mary Tyler Moore faleceu aos 80 anos na companhia de amigos e de seu marido por 33 anos, Dr. S. Robert Levine”, disse sua agente Mara Buxbaum em comunicado. “Uma grande atriz, produtora e apaixonada defensora da Fundação pela Pesquisa da Diabetes Juvenil, Mary vai ser lembrada como uma destemida visionária que transformou o mundo com seu sorriso.” O sorriso marcante da atriz era mencionado na música-tema (“Quem pode ligar o mundo com seu sorriso?”) da série batizada com seu nome. Mas muito antes disso já chamava a atenção na TV. Afinal, sua carreira começou como atriz mirim, em comerciais dos anos 1950. Nascida no Brooklyn, em Nova York, em 1936, Mary se mudou com a família para Los Angeles quando tinha 8 anos. O sonho de infância de virar dançarina acabou se tornando seu primeiro papel, escalada como bailarina em diversas séries e filmes, antes de ter direito às primeiras falas. Ela rodopiou por inúmeras atrações sem chamar atenção, até cair nas graças do produtor Carl Reiner, que lhe deu seu primeiro personagem fixo na série “The Dick Van Dyke Show”. Mary despontou para o estrelato ao interpretar uma dona de casa suburbana, apesar de ter só 25 anos, casada com Dick Van Dyke, 11 anos mais velho que ela. Exibida entre 1961 e 1966, na rede americana CBS, “The Dick Van Dyke Show” também marcou seu primeiro choque com o conservadorismo americano. Afinal, ela aparecia na série de calças capri, em vez de vestidos. Os mais velhos reclamaram. E as calças viraram moda. Sucesso de público, a personagem Laura Petrie lhe rendeu sua primeira indicação ao Emmy em 1963, seguida por duas vitórias na premiação, em 1964 e 1966, que abriram as portas de Hollywood. E foi amor à primeira vista. O famoso sorriso de Mary chegou a roubar as cenas de Julie Andrews na comédia “Positivamente Millie” (1967), seduzir George Peppard em “À Caça de um Clandestino” (1968) e encantar até Elvis Presley em “Ele e as Três Noviças” (1969). A fama atingiu proporções tão grandes que os produtores da rede CBS lhe propuseram um negócio que poucas mulheres poderiam esperar naquela época: sua própria série, com seu nome, com ela própria produzindo, a partir de sua empresa, que ela ainda não tinha. Se o negócio a transformava numa das mulheres mais poderosas da indústria do entretenimento, “The Mary Tyler Moore Show”, que no Brasil foi exibida simplesmente como “Mary Tyler Moore”, também impressionou pela ousadia de sua temática feminista. O título confundia muita gente no Brasil, já que a personagem se chamava Mary Richards. Mas a mensagem não deixava dúvidas: aquela Mary era uma mulher sensacional. Ainda era 1970, e enquanto a maioria das atrizes da TV interpretava donas de casa, Mary era definitivamente solteira e não buscava um marido como objetivo de vida. Ao contrário, sua dedicação era ao trabalho e às amigas, ainda que a descrição da personagem dizia que ela não tinha “sorte no amor”. Primeira mulher independente da TV americana, Mary Richards era uma jornalista recém-chegada na cidade de Minneapolis, que conseguia um emprego numa estação de TV local. Na verdade, era tão incomum ver mulheres trabalhando em redações de telejornais, que Mary foi a primeira profissional feminina do programa fictício da série, e precisou enfrentar muito machismo para ser levada a sério. Sua personagem inclusive cobrava igualdade salarial aos colegas de trabalho do sexo masculino. Mas “Mary Tyler Moore” também mostrava a vida da personagem nas horas de folga, revelando a amizade com a senhoria idiossincrática, a vizinha fashionista e outras mulheres em diferentes estágios de vida, apresentando temas até então inéditos na TV, como – escândalo! – o uso de anticoncepcionais. O programa virou ícone feminista, mas também representou como poucos o zeitgeist da década de 1970. O mais impressionante é que o pioneirismo não espantou o público. Ao contrário, “Mary Tyler Moore” ficou no ar entre 1970 e 1977, rendendo grande audiência e mais prêmios para atriz. Ela concorreu ao Emmy durante todos os anos em que a série foi exibida, vencendo em mais três oportunidades. O sucesso foi tanto, que se desdobrou numa coleção de spin-offs, dedicados à amiga fashionista Rhoda (Valerie Harper), à senhoria Phyllis (Cloris Leachman) e ao editor Lou Grant (Edward Asner). Logo ao final da produção, a atriz despontou no cinema, vivendo uma mãe amargurada pela morte do filho mais velho no drama “Gente como a Gente” (1980), estreia na direção do ator Robert Redford. Pelo papel, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. A produção acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme e Direção, e não falta, até hoje, quem considere estes prêmios um equívoco provocado pelo carisma de Redford, querido em Hollywood – “Gente como a Gente” e Redford venceram simplesmente a obra-prima “O Touro Indomável” e seu cineasta, Martin Scorsese. Em paralelo à produção, Richie, seu filho do primeiro casamento, morreu devido ao disparo acidental de uma espingarda, aos 24 anos. “Gente como a Gente” virou gente como Mary Tyler Moore. E ela sentiu o baque. Seja por qual motivo, o fato é que, o que parecia um começo promissor para sua carreira cinematográfica, acabou dando em nada. Ela teve apenas outro papel de protagonista no cinema, em “Só Entre Amigas” (1986), de Allan Burns, e pouquíssimos trabalhos de coadjuvante. A atriz também não conseguiu emplacar outra série de sucesso, mesmo usando seu nome (“The Mary Tyler Moore Hour” e “Mary”) como chamariz. Entretanto, sempre que a CBS produzia um especial de reencontro do elenco da “Mary Tyler Moore” original, a audiência disparava. Foram vários, entre eles um especial de aniversário de 20 anos, exibido em 1991, e um telefilme de duas horas, “Mary and Rhoda” (2000), que mostrava o que tinha acontecido com as duas grandes amigas, 30 anos depois. O sucesso desta produção rendeu nova reunião com todo o elenco, dois anos depois. A verdade é que a TV continuou cultivando a idolatria da série por anos a fio, a ponto de realizar um reencontro informal há pouquíssimo tempo, com todo as atrizes originais num episódio do sitcom “Calor em Cleveland” (Hot in Cleveland), exibido em 2013. Além de trabalhar como atriz, Mary experimentou colocar em prática o modo de vida que pregava diante das câmeras. Virou uma empresária bem-sucedida, após a companhia que criou para produzir “Mary Tyler Moore” em 1970, a MTM Enterprises, lançar novos sucessos nos anos 1980, como as séries aclamadas “Bob Newhart Show” e “Hill Street Blues”, além de produzir vários espetáculos na Broadway. O negócio foi vendido em 1988 por US$ 320 milhões, quando ela decidiu se “aposentar”. Com o dinheiro, passou a trabalhar apenas por prazer, fazendo o que realmente tivesse vontade. Com o tempo livre, Mary escreveu duas autobiografias, em que revelou os bastidores de sua tumultuada vida pessoal, reconhecendo ser alcóolatra, além de relatar o perigo que isso representava por sofrer de diabetes. Em 2011, ela foi diagnosticada com um tumor no cérebro, passou por uma cirurgia para a retirada de um meningioma – tumor benigno que se desenvolve nas meninges – , e parecia recuperada. A causa de sua morte não foi informada. Relembre abaixo o episódio piloto de “Mary Tyler Moore” e a versão punk rock de Joan Jett para a música-tema da atração.

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  • Série

    Once Upon a Time também terá episódio musical

    25 de janeiro de 2017 /

    Depois do anúncio do crossover musical de “The Flash” e “Supergirl”, a série “Once Upon a Time” também prepara o seu episódio musical. De acordo com o site TVLine, a equipe já estaria trabalhando num capítulo especial, com música e coreografia, que deve ir ao ar na segunda metade da 6ª e atual temporada. A ideia de fazer um episódio musical é um desejo antigo dos produtores. O cocriador Edward Kitsis chegou a expressar essa vontade há mais de um ano, na Comic-Con de San Diego de 2015, mas na ocasião confessou que “não sabia nem por onde começar”. Quanto a quem pode ou não cantar, Jennifer Morrison (intérprete de Emma) revelou ao TVLine que praticamente todo o elenco tem experiência em musicais, citando nominalmente Josh Dallas (David/Príncipe Encantado), Ginnifer Goodwin (Mary Margaret/Branca de Neve), Robert Carlyle (Rumple), Lana Parrilla (Regina/Rainha Má) e Colin O’Donoghue (Capitão Gancho). A série presta homenagem aos personagens dos desenhos animados das fábulas da Disney, onde nunca faltaram cantorias. Mas, até o momento, a rede ABC não confirmou os planos para um episódio especial com música e dança. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” retorna em março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Salem
    Série

    Comercial do último episódio de Salem promete o diabo e mostra Marilyn Manson

    24 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano WGN America divulgou o comercial do último episódio da série “Salem”, produção de bruxas do século 17, que chega ao final na quarta-feira (25/1), após três temporadas. Em meio a cenas de sangue, trevas, Marilyn Manson e o próprio diabo, o narrador usa “voz de terror” para afirmar que “todo o inferno se liberta” no capítulo final. Manson entrou na série justamente na 3ª temporada, no papel do “barbeiro/cirurgião” da cidade de Salem, chamado Thomas Dinley. Mas seu relacionamento com os produtores é mais antigo, já que canta a música tema da abertura. A série se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Só que na trama, as bruxas são reais. Malvadas no começo da atração, elas se tornam a última esperança da humanidade para deter os planos do diabo, que as traiu. Em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, o malvado decide simplesmente espalhar morte e destruição. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” foi a primeira série original do WGN America. Seu sucesso permitiu ao canal entrar nesse mercado competitivo com a encomenda de novas produções, como “Manhattan”, que durou só duas temporadas, “Underground” e “Outsiders”.

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