Siren: Série de sereias assassinas ganha foto do elenco e teaser em clima de terror
O canal pago Freeform divulgou um teaser e a primeira foto do elenco de “Siren”, uma série juvenil sobre sereias. O teaser aposta no clima de terror, para mostrar as criaturas marinhas da produção de forma muito diferente daquelas vistas em “H2O: Meninas Sereias”, na animação “Pequena Sereia” e em outras histórias românticas. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”) e Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), além de Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”) em papéis recorrentes. Criação de Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”), “Siren” só vai estrear em 29 de março nos Estados Unidos.
Filme dos Jovens Titãs em Ação! ganha trailer dublado em português
A Warner divulgou a versão dublada do trailer da animação “Os Jovens Titãs em Ação! nos Cinemas”. O filme leva para a tela grande o desenho do Cartoon Network, inspirado no grupo de heróis adolescentes da DC Comics. A prévia revela que o tom é infantil como o público original da produção, com direito à indefectível piada de peido que as crianças adoram – e que a maioria dos lançamentos infantis incorpora. A versão em inglês pode ser conferida abaixo, para comparar com a dublagem original, que conta com Khary Payton (o Ezekiel da série “The Walking Dead”) como Ciborgue, além das vozes de Kristen Bell (série “The Good Place”) e Will Arnett (“Arrested Development”). O filme não deve ser lançado com legendas no Brasil. “Os Jovens Titãs em Ação! nos Cinemas” foi escrito e dirigido por Aaron Horvath, criador da série dos Jovens Titãs, e estreia em 26 de julho no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Bradford Dillman (1930 – 2018)
Morreu Bradford Dillman, que fez diversos filmes de prestígio e produções cultuadas, como “Fuga do Planeta dos Macacos” (1971), “Nosso Amor de Ontem” (1973) e “Piranha” (1978). Ele faleceu na terça (16/1) em Santa Monica, na California, devido a complicações de pneumonia, aos 87 anos. Dillman nasceu em 14 de abril de 1930, em São Francisco, e passou seus verões em Santa Barbara, atuando em produções teatrais locais. Após servir como oficial na Guerra da Coréia, ele entrou no lendário Actors Studio, de Lee Strasburg, junto com James Dean e Marilyn Monroe. E de lá fez sua estreia na Broadway em 1956, com a peça “Longa Jornada Noite Adentro”, pelo qual foi premiado como melhor ator do ano, o que lhe rendeu um contrato com o estúdio 20th Century Fox. Ele iniciou a carreira cinematográfica em 1958, como coadjuvante no drama “Um Certo Sorriso” (1958), de Jean Negulesco, e no filme de guerra “Três Encontros com o Destino”, de Philip Dunne, e recebeu o Globo de Ouro como o estreante mais promissor daquele ano. Sua carreira ganhou ainda mais impulso quando ele estrelou o suspense “Estranha Compulsão” (1959), ao lado de Dean Stockwell. O filme de Richard Fleischer recriava o famoso caso de Leopold e Loeb, dois estudantes de direito que mataram um colega para provar que poderiam cometer o crime perfeito. A história também tinha inspirado “Festim Diabólico” (1948), de Alfred Hitchcock. Mas a versão de Fleischer foi mais premiada, rendendo um troféu compartilhado de Melhor Ator a Dillman, Stockwell e Orson Wells no Festival de Cannes. O começo retumbante lhe encheu de trabalho. No ano seguinte, foi a Londres filmar o suspense “Círculo de Decepção” (1960), seu primeiro papel de protagonista, e se apaixonou no set por sua colega de trabalho, a modelo e atriz Suzy Parker. Os dois casaram e viveram juntos até a morte dela, em 2003. Em ascensão, também estrelou a cinebiografia de “São Francisco de Assis” (1961), do mestre Michael Curtiz. Mas, a partir daí, tomou uma decisão inusitada para a época, passando a fazer participações em atrações televisivas. Ele apareceu em mais de uma centena de séries, chegando até a ter um papel recorrente como um padre em “Dr. Kildare”, além de viver um vilão em um episódio duplo de “O Agente da UNCLE” que foi adaptado para o cinema. Onipresente na telinha, Dillman deixou sua marca em “Mulher-Maravilha”, “Mod Squad”, “São Francisco Urgente”, “James West”, “Missão Impossível”, “O Sexto Sentido”, “O Homem de Virgínia”, “Têmpera de Aço”, “A Ilha da Fantasia”, “As Panteras”, “O Incrível Hulk”, “Barnaby Jones”, “Galeria do Terror” e em muitas outras produções. Ao mesmo tempo, manteve-se presente no cinema, estrelando os suspenses “Obsessão de Amar” (1965) e “A Noite Convida ao Crime” (1968), o filme de guerra “A Ponte de Remagem” (1969), seu primeiro terror, “Balada Para Satã” (1971), e sua primeira sci-fi, “Fuga do Planeta dos Macacos” (1971). Voltou a trabalhar num filme premiado em “Nosso Amor de Ontem” (1973), no qual interpretou o melhor amigo de Robert Redford. Segundo a filha do ator, a obra foi a que melhor captou a essência de Dillman, particularmente durante a cena em um barco, quando os dois atores relembram suas vidas e os melhores momentos do passado. O filme venceu dois Oscars, por trilha e música original. Dillman também coestrelou dois longas da franquia “Dirty Harry” com Clint Eastwood, “Sem Medo da Morte” (1976) e “Impacto Fulminante” (1983). E se especializou em filmes de desastre com ataques de animais. Ele estrelou três produções do gênero: “Praga Infernal” (1975), “O Enxame” (1978) e o clássico “Piranha” (1978). O ator ainda participou de dois novelões televisivos, “Falcon Crest” (num arco entre 1982 e 1983) e “Dinastia” (em 1984), antes de embarcar em diversos filmes B que estagnaram sua carreira. Seu último trabalho foi um telefilme: “O Coração da Justiça” (1992), dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto.
John Wick 3 terá retornos de Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Common e Ruby Rose
A produção de “John Wick 3” começou a definir seu elenco e, segundo apurou o podcast The Hashtag Show, já definiu os retornos de alguns atores do filme anterior. Além de Keanu Reeves, que vive o personagem-título, estarão de volta Laurence Fishburne (Bowery King), Common (Cassion) e Ruby Rose (Ares). O filme também pretende introduzir novos personagens, e o principal antagonista será vivido por Hiroyuki Sanada, que já trabalhou com Keanu Reeves no filme “47 Ronis” (2013). A produção ainda procura uma mulher para viver a protagonista feminina. E há rumores de que esta personagem pode ganhar seu próprio spin-off. A direção estará novamente a cargo de Chad Stahelski, que comandou os filmes anteriores. As filmagens começarão em 1 de março em Nova York, com cenas adicionais previstas para a Espanha e a Rússia. A ideia é encerrar as filmagens antes que Stahelski e Reeves voltem suas atenções para a série baseada no universo de John Wick. Intitulada “The Continental”, a série vai se passar no hotel visto nos filmes e está sendo desenvolvida para o canal pago Starz. A estreia de “John Wick 3” está marcada para março de 2019 nos Estados Unidos.
Britannia: “Game of Thrones britânico” ganha trailers com batalhas épicas
A Sky Atlantic divulgou o pôster e novos trailers da série épica “Britannia”, que mistura fantasia sobrenatural e batalhas grandiosas, ao estilo de “Game of Thrones”. Passada no ano 43 depois de Cristo, a série gira em torno do conflito entre os invasores do império romano e os habitantes da ilha que os romanos chamam de Britannia, liderada por mulheres guerreiras e druidas poderosos. Escrita e criada pelos irmãos Jez Butterworth (“007 Contra Spectre” e “No Limite do Amanhã”) e Tom Butterworth (de “A Última Legião”, sobre o mesmo período), a série destaca em seu elenco David Morrissey (o Governador de “The Walking Dead”), Kelly Reilly (a Mary Watson de “Sherlock Holmes”), Mackenzie Crook (o Ragetti dos filmes “Piratas do Caribe”), Eleanor Worthington-Cox (a versão menina da princesa Aurora em “Malévola”) e Ian McDiarmid (o Imperador Palpatine da franquia “Star Wars”). Com dez episódios, “Britannia” estreia em 18 de janeiro no Reino Unido, e tem distribuição internacional do serviço de streaming da Amazon.
Veja três minutos da abertura da série dos heróis Manto e Adaga
O canal pago Freeform divulgou três minutos da abertura da série “Cloak and Dagger”, sua primeira parceria com a Marvel. A prévia mostra o primeiro encontro de Tyrone “Ty” Johnson, o Manto (Cloak, em inglês), e Tandy Bowen, a Adaga (Dagger). Nos quadrinhos originais, os dois jovens, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Entretanto, a sinopse da série é vaga em relação à origem dos herói. Segundo o texto, os dois adolescentes, que cresceram em lugares muito diferentes, carregam o peso de seus recém-adquiridos superpoderes, ao mesmo tempo em que se apaixonam. Tandy pode criar adagas de luz enquanto Tyrone possui a habilidade de fazer com que os outros sejam tomados pela escuridão. Eles rapidamente aprendem que funcionam melhor juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem com que tudo se torne ainda mais desafiador. O elenco é encabeçado por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. Os coadjuvantes incluem Andrea Roth (série “Rescue Me”), Gloria Reuben (série “Mr. Robot”), James Saito (série “Eli Stone”) e J.D. Evermore (série “Rectify). A adaptação está a cargo do roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, data de 2010. A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é apenas para 7 de junho.
Diretor de Legião e Padre prepara série sci-fi juvenil
O diretor e roteirista Scott Stewart, responsável pelos filmes “Legião” (2010), “Padre” (2011) e “Os Escolhidos” (2013), está desenvolvendo uma série sci-fi para o canal pago Freeform. Intitulado “Augs”, o projeto se passa no futuro, quando a sociedade é dividida em duas classes: Augs, os privilegiados consumistas dos últimos aprimoramentos tecno-biológicos, que proporcionam uma visão de realidade aumentada sempre online, e os Norms, os restantes, que se tornaram uma subclasse quase invisível. A trama acompanha Gennifer Wells, uma jovem e ambiciosa Aug que se apaixona por Bodhi Bright, um adolescente misterioso recém chegado na cidade. O único problema é que ele é um Norm, o que faz com que seus amigos e familiares se voltem contra ela. Logo, ela é forçada a fazer uma escolha entre o mundo privilegiado aumentado que ela conhece e o estranho garoto que ela ama, que prefere ver as coisas através de seus olhos “não aperfeiçoados”, como elas realmente são. Mas sua escolha não será fácil, pois forças de ambos os lados conspiram para mantê-los separados. “Augs” é a primeira série criada por Stewart, mas seu filme “Legião” chegou a ganhar uma adaptação televisiva – “Dominion”, que durou duas temporadas no canal pago Syfy, com piloto dirigido pelo próprio cineasta em 2014. Desde então, ele participou da antologia de terror “Holidays” (2016) e dirigiu outro piloto: “Siren”, série de sereias assassinas que estreia em março, justamente no Freeform. Stewart vai escrever, dirigir e produzir o piloto de “Augs”, que ainda precisará ser aprovado para virar série.
Criador de Code Black desenvolve série sobre a juventude de Cleópatra
O canal pago americano Freeform está desenvolvendo sua primeira série de época. Trata-se de uma nova versão de “Cleopatra”, concebida por Michael Seitzman (criador de “Code Black”). A série da famosa rainha do Egito é descrita como uma aventura épica e feminina, e vai acompanhá-la em sua juventude, após ser exilada, para se defender do patriarcado e conquistar seu legítimo direito como herdeira ao trono do Egito. A série acompanhará sua ascensão para se tornar a primeira e única faraó feminina, mas também a mulher mais poderosa de sua época, ao se envolver em um triângulo amoroso que mudou o mapa do mundo para sempre. “Nosso programa é uma história de aventura que se concentra em uma jovem Cleópatra durante o período de sua vida em que ela foi exilada por seu próprio irmão e forçada a mendigar alianças instáveis e adquirir inimigos poderosos, incluindo os deuses e monstros da mitologia egípcia”, disse Seitzman. “É também uma história de amor entre uma jovem e dois homens, o feroz general Julio César e seu protegido, o jovem e rebelde centurião Marco Antônio”. A produção está a cargo de Seitzman e do veterano produtor de cinema Lorenzo di Bonaventura (da franquia “Transformers”). Apesar de Cleópatra já ter rendido muitos filmes, como o clássico de 1963, estrelado por Elizabeth Taylor – e há também um projeto atualmente em desenvolvimento na Sony – , ela nunca teve sua própria série. No máximo, apareceu como personagem periférico em “Rome” (2005-2017), da HBO. Por enquanto, o projeto ainda está em fase de formação de equipe de produção e ainda não recebeu encomenda de temporada.
Ash vs Evil Dead: Novo trailer da 3ª temporada apresenta a filha de Ash
O canal pago americano Starz divulgou um pôster e o novo trailer da 3ª temporada de “Ash vs Evil Dead”, que tem como principal novidade a introdução da filha do protagonista, vivida por Arielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”). A série é uma continuação da trilogia “Evil Dead” original (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ashley J. Williams, o caçador de demônios conhecido simplesmente como Ash. Além de Campbell, a atração inclui em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena” e esposa de Tapert). O terceiro ano estreia no dia 25 de fevereiro nos Estados Unidos.
Heathers: Série baseada na comédia cult Atração Mortal ganha primeiro trailer
O canal pago americano Paramount (antigo Spike) divulgou o trailer de “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). A prévia mostra que os personagens estão muito diferentes, mas as cenas parecem iguais às do filme de 30 anos atrás. Além disso, o vídeo inclui a participação de Shannen Doherty, que estrelou o longa original. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. Já Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, faz apenas uma participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012). “Heathers” será exibida a partir de 7 de março nos Estados Unidos.
Succession: Série do diretor de A Grande Aposta ganha primeiro trailer
O canal pago HBO divulgou sete fotos e o primeiro trailer da série “Succession”, drama produzido e dirigido pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.
Amazon cancela One Mississippi, I Love Dick e Jean-Claude Van Johnson
A Amazon anunciou o cancelamento de três séries de comédia: “One Mississippi”, “I Love Dick” e “Jean-Claude Van Johnson”. Todas contavam com críticas positivas, mas “I Love Dick” e “Jean-Claude Van Johnson” tiveram apenas uma temporada exibida, apesar de estreladas por astros famosos. “I Love Dick” acompanhava um casal, vivido por Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) e Griffin Dunne (“Clube de Compra Dallas”), enquanto suas ideias de amor e monogamia eram desafiadas por um enigmático escritor interpretado por Kevin Bacon (série “The Following”). E “Jean-Claude Van Johnson” trazia Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”) no papel de um astro de filmes das artes marciais, que secretamente também era um espião de verdade. Cancelada na 2ª temporada, o caso de “One Mississippi” é mais controverso, porque a atração acabou envolvida no escândalo sexual do comediante Louis C.K., seu produtor. Baseada na história real da atriz Tig Notaro, a série refletia o reencontro de uma lésbica quarentona com sua família, após anos de distanciamento. Entre a 1ª e a 2ª temporada, uma amiga confidenciou à Notaro ter sido abusada por C.K. A criadora da série exigiu que ele se afastasse da produção e um dos episódios da 2ª temporada incluiu uma cena de masturbação, trazendo para a trama a acusação que ele receberia (masturbar-se diante de funcionárias) algumas semanas depois, durante as denúncias do movimento #Metoo. Louis C.K. confessou que as queixas eram verdadeiras e suas séries foram quase todas canceladas. A Amazon não divulga dados de audiência, nem justificou os cancelamentos das três séries, mas, extra-oficialmente, os principais sites de entretenimento dos EUA receberam informações de que os cortes teriam sido motivados pelo novo perfil buscado para as produções da Amazon, que quer trocar seus queridinhos da crítica por sucessos populares.
O Mecanismo: Série da Netflix inspirada na Operação Lava-Jato ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, apresentada no vídeo como “o maior escândalo de corrupção de todos os tempos”. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, mas altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na série. Em contraste com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a opção por se identificar como ficção visa dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção, criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.












