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  • Série

    Netflix anuncia mais séries europeias de terror e suspense

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix avançou sua invasão à Europa ao descortinar um punhado de novas produções de diversos países do continente, entre elas sua primeira série holandesa. O anúncio foi feito no evento “See What’s Next”, realizado em Roma, que apresentou os projetos novos da Netflix para o mercado europeu. E o que mais chama atenção nos projetos é a quantidade de atrações de terror e suspense, possivelmente um reflexo do sucesso da série alemã “Dark”. A produção holandesa, ainda sem título, será feita em parceria com a produtora local Pupkin, e se passará em Amsterdã. A trama vai contar a história de estudantes que abrem um portal para um mundo demoníaco. Da França virá “Mortel”, criada pelo roteirista Frédéric Bélier-Garcia (“O Adversário”). A série vai retratar adolescentes unidos por uma força sobrenatural. A série italiana “Luna Nera” (ou “Black Moon”, em inglês) é baseada em um manuscrito não publicado de uma mulher acusada de bruxaria no século 17. Foi criada por Francesca Manieri e Laura Paolucci (roteiristas de (“Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo”). Por fim, a nova produção alemã “The Wave” será inspirada no filme de mesmo nome de 2008 – lançado no Brasil como “A Onda” (foto acima). Baseada num caso real, a série vai mostrar adolescentes submetidos a ao experimento de um professor sobre manipulação de massas, que daria origem a movimentos fascistas. Além destas séries, também foram anunciadas duas produções britânicas: “The English Game”, sobre a origem do futebol, escrita por Julian Fellowes (o criador de “Downton Abbey), e “Turn Up Charlie”, comédia estrelada e produzida pelo ator Idris Elba (“Thor: Ragnarok”). A plataforma de streaming anunciou em fevereiro que faria um investimento de US$ 8 bilhões em conteúdo ao longo de 2018 – e não estava brincando.

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  • Série

    Idris Elba vai viver DJ em nova série de comédia da Netflix

    18 de abril de 2018 /

    O ator Idris Elba (“Thor: Ragnarok”) vai produzir e estrelar uma nova série da Netflix, intitulada “Turn Up Charlie”. A série britânica de comédia trará Elba interpretando o Charlie do título, um DJ esforçado e solteirão assumido, que tem uma chance final de sucesso quando relutantemente se torna babá da filha problemática de seu melhor amigo. Escrita por Laura Neal (série “Secret Diary of a Call Girl”), Victoria Asare-Archer (série “Wolfblood”) e a atriz Femi Oyeniran (“Juventude Rebelde”), a comédia possui similaridades com a história de vida de Elba. Ele surgiu como DJ no Reino Unido antes de se tornar uma estrela da TV e do cinema, mas jamais alcançou sucesso explosivo na profissão. Até hoje ele trabalha como DJ por diversão. As gravações de “Turn Up Charlie” começarão em maio no Reino Unido, e serão produzidos 8 episódios de meia hora cada. Essa é a segunda série de comédia criada por Elba. Ele também desenvolveu e estrelará a série “In the Long Run”, interpretando um imigrante de Serra Leoa que vive com a família em Londres por volta de 1985, numa trama livremente inspirada em eventos de sua própria vida. O anúncio da atração foi feito no evento “See What’s Next”, realizado em Roma, que apresentou diversos projetos novos da Netflix para o mercado europeu.

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  • Série

    Criador de Downton Abbey fará série sobre a origem do futebol para a Netflix

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de novas séries europeias, e entre elas se destaca um drama britânico sobre as origens do futebol, que será escrito pelo criador de “Downton Abbey”, Julian Fellowes. A produção inglesa vai se chamar “The English Game” e contará, em seis episódios, a história da criação do futebol moderno, mostrando sua evolução até se tornar o esporte mais popular do planeta. “The English Game” é a terceira série de Julian Fellowes atualmente em desenvolvimento. Ele também criou “The Gilded Age”, sobre a Nova York do século 19, para a rede americana NBC, e “Five Arrows”, sobre a dinastia Rothschild, para o canal pago britânico Sky Atlantic. O anúncio da atração foi feito no evento “See What’s Next”, realizado em Roma, que apresentou diversos projetos novos da plataforma de streaming para o mercado europeu.

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  • Série

    2ª temporada da série alemã Dark ganha primeiras fotos

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix as duas primeiras fotos da 2ª temporada da série alemã “Dark”. As imagens destacam o personagem Jonas Kahnwald, vivido por Louis Hofmann, que continua a investigar os mistérios da trama. A série foi uma das primeiras a demonstrar o apelo global das atrações internacionais da Netflix. “Ficamos surpresos com a resposta a ‘Dark’ e estamos entusiasmados com o fato de nossa história ter sido sucesso em escala global”, disseram em comunicado os criadores da atração, o cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”), durante o anúncio da renovação. “E nossos fãs podem ter certeza de que temos muitas surpresas para a 2ª temporada”, completaram. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos episódios.

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  • Série

    Glow: Lutadoras entram em ritmo de Flashdance em teaser da 2ª temporada

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo da 2ª temporada da série “GLOW”, passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia traz as lutadoras dançando e dublando o hit “Maniac”, de Michael Sembello, lançado em 1983 como tema do filme musical “Flashdance”. Compare abaixo com a versão original. “GLOW” é a segunda série produzida por Jenji Kohan na programação da plataforma. Kohan é a criadora do sucesso “Orange Is the New Black”, mas só produz “GLOW”, que foi criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”). As duas séries tem muito em comum. Ambas são focadas em universos femininos, inspiradas por histórias reais e se tornaram sucessos com ressonância na cultura pop. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significava Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série acompanha uma atriz desempregada, que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um projeto televisivo sobre luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. O elenco inclui Alison Brie (“Community”), Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Com 10 novos episódios, a 2ª temporada estreia em 29 de junho.

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  • Série

    Os Inocentes: Nova série sobrenatural dos produtores de Requiem ganha pôster e trailer legendado

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da nova série sci-fi britânica “The Innocents”, que ganhou tradução nacional literal: “Os Inocentes”. A prévia tem clima conspiratório, com sugestões de experiências secretas e perseguição a uma garota (Sorcha Groundsell, da série “Clique”) capaz de se transformar em outras pessoas. Criada por Hania Elkington e Simon Duric (artista dos storyboards de “Black Mirror”), que estreiam como roteiristas, a trama é descrita como uma história de amor adolescente com reviravoltas sobrenaturais. Segundo a sinopse, o casal Harry (Percelle Ascott, da série “Wizard vs. Aliens”) e June (Groundsell) foge da repressão familiar para ficar junto, mas uma jornada extraordinária de descoberta destrói seu sonho inocente. Os segredos mantidos por seus respectivos pais testam seu amor até o ponto de ruptura, e o dom extraordinário que eles possuem desencadeia uma perseguição por forças poderosas com a intenção de dividi-los para sempre. O elenco também inclui Guy Pearce (“Alien: Covenant”), Katie Clarkson-Hill (série “Guilt”), Sam Hazeldine (série “Requiem”), Laura Birn (“Na Companhia de Estranhos”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “The Last Kingdom”), Trond Fausa (série “Lilyhammer”) e Jason Done (série “Merlim”), entre muitos outros atores nórdicos. A produção é da New Pictures, estúdio com sede no Reino Unido que também realizou “Requiem”, outra série britânica de temática sobrenatural disponibilizada pela Netflix. A atração terá oito episódios, todos dirigidos por Farren Blackburn (“Refém do Medo”), que estreiam em 24 de agosto.

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  • Série

    Aggretsuko: Série da “irmã metaleira” da Hello Kitty ganha trailer legendado

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado do anime “Aggretsuko”. A série animada japonesa é estrelada por uma simpática panda vermelha de 25 anos chamada Retsuko, que tem um trabalho burocrático de estagiária durante o dia, mas a noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal – ela vira Aggretsuko, a versão agressiva de Retsuko. Sua criadora, conhecida apenas como Yeti, descreveu a personagem para a rede CNN como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A artista desenvolveu o design de Aggretsuko para a empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa) japonesa, que tem justamente em Hello Kitty seu maior sucesso. “Aggretsuko” foi concebida para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. “Observamos os trabalhadores do Japão e sentimos gritos vindos do coração. O ambiente de trabalho no Japão virou um problema e muita gente lida com o estresse”, explicaram os produtores pelo desenho, em entrevista à rede BBC. A série animada estreia na Netflix nesta sexta-feira (20/4).

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  • Série

    Ilha de Ferro, com Cauã Reymond, será série mais cara da história da Globo

    18 de abril de 2018 /

    A nova minissérie da Globo “Ilha de Ferro”, atualmente em gravação no Rio, será o maior investimento do canal em produções do tipo. Segundo levantamento da coluna de Flavio Ricco, no UOL, apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo, custou mais de R$ 2 milhões. Além disso, a produção consumirá quase seis meses de trabalho da equipe, que tem gravações agendadas até 12 de maio, para produzir apenas 12 episódios. Uma média de 13 dias para gravar cada capítulo. Protagonizada por Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), a série se passa numa plataforma de petróleo em alto-mar, a Ilha de Ferro do título. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a minissérie tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A programação original da Globo prevê lançar “Ilha de Ferro” primeiro em streaming, antes de realizar a estreia na televisão. A data de estreia ainda não foi divulgada.

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  • Série

    Netflix anuncia produção da Parte 3 de La Casa de Papel

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou que a série “La Casa de Papel” terá 2ª temporada. A notícia foi revelada pelas redes sociais da plataforma, acompanhada por dois vídeos, que curiosamente anunciam a produção como “Parte 3”, após a divisão da 1ª temporada em duas partes. No anúncio disponibilizado no Twitter, a Netflix diz: “Ainda tem muito Bella Ciao pra cantar. #LaCasaDePapel continua”. A atriz Alba Flores (Nairobi) abre o vídeo dizendo: “Já sabemos o que vocês estão esperando, o mesmo que a gente”. Jaime Menéndez Lorente (Denver) emenda: Queremos saber se vocês querem se unir à Resistência”, E Miguel Herrán (Rio) adiciona: “Porque o maior assalto da História ainda não terminou”. Flores completa o jogral: “Há uma terceira parte”. Por fim, surge Álvaro Morte (O Professor) para finalizar: “E só na Netflix”. Um teaser também foi disponibilizado no Instagram. Veja abaixo. Há poucas semanas, o criador da série Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”) tinha afirmado que seria muito difícil continuar a história. Não por crise criativa, mas porque a produção original tinha acontecido há bastante tempo na Espanha e o elenco estava envolvido em outros projetos. Mesmo assim, tinha comentado que, dependendo da repercussão da segunda parte da 1ª temporada na Netflix, isso poderia mudar, com investimento direto da plataforma de streaming. A segunda metade da 1ª temporada foi disponibilizada no dia 6 de abril. E em menos de duas semanas, o interesse pelos episódios fez com que “La Casa de Papel” se tornasse a série mais vista da Netflix entre as não faladas em inglês. Logicamente, a Netflix se interessou por continuar a explorar o filão. E vai produzir sozinha a continuação, que originalmente foi realizada pelo canal espanhol Antena 3. Os novos episódios estão previstos para 2019. Ainda tem muito Bella Ciao pra cantar. #LaCasaDePapel continua. pic.twitter.com/tjneG7JZt3 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 18, 2018 Parece que o Professor tem mais planos em mente. #LaCasaDePapel continua. Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 18 de Abr, 2018 às 1:58 PDT

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  • Etc

    Grupo com fantasias de La Casa de Papel é preso ao tentar entrar em presídio de Pernambuco

    17 de abril de 2018 /

    Um grupo de quatro homens mascarados, imitando o visual dos assaltantes da série “La Casa de Papel”, foi preso nesta terça-feira (17/4) em Abreu e Lima, no Grande Recife, ao tentar entrar num presídio. Eles foram detidos ao causarem tumulto no estacionamento do Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), usando as máscaras de Salvador Dali e os macacões vermelhos que identificam o personagem da série espanhola da Netflix. Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização, a abordagem do grupo foi feita por agentes penitenciários, que encaminharam as quatro pessoas à polícia. Os quatro seriam YouTubers pernambucanos que tentavam gravar uma pegadinha. Um dos integrantes chegou a postar vídeos na noite de segunda (16/4) usando a fantasia. E antes de serem presos, gravaram imagens em frente a uma agência bancária em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Em nota, a Polícia Civil explicou que o grupo entrou no perímetro do presídio portando celulares e causando tumulto no local. Três dos quatro suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de violação de domicílio qualificada (por entrarem contra a vontade expressa em compartimento não aberto ao público), favorecimento real (por terem ingressado com celulares em estabelecimento prisional), falso alarme (por terem provocado tumulto no estabelecimento prisional) e corrupção de menores. O quarto era um adolescente, que após procedimentos de Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) foi liberado. Em nota, o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, recriminou a tentativa de invasão. “É de uma irresponsabilidade inimaginável. Foi uma ação arriscada e que só não teve um final trágico graças a experiência dos nossos agentes penitenciários. Recentemente 21 pessoas morreram numa tentativa de resgate no presídio do Pará. Na ação de hoje o grupo poderia facilmente ser confundido com estes mesmos criminosos”, apontou no texto.

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  • Série

    Criador de Downton Abbey prepara série sobre a família mais rica do mundo

    17 de abril de 2018 /

    Famoso por retratar a aristocracia britânica do começo do século 20 na série “Downton Abbey” (2010-2015), o produtor e roteirista Julian Fellowes prepara outra série de época sobre uma família milionária. Mas desta vez será uma história verídica. Fellowes irá contar a história real da família mais rica do mundo, os Rothschild, uma dinastia de banqueiros que se originou nos guetos judaicos de Frankfurt, na Alemanha, em meados do século 18. O começo humilde, entretanto, virou um império. E a série pretende contar esta evolução, com muitos dos elementos que transformaram “Downton Abbey” em um fenômeno de público e crítica, como ostentação de riqueza, conflitos familiares e guerras. Mas há outra relação do projeto com “Downton Abbey”. O Castelo Highclere, usado como o lar dos protagonistas da famosa série, pertence a herdeiros da filha ilegítima de Alfred de Rothschild, neto do banqueiro fundador da dinastia. A saga dos Rothschild começa ainda na época da Revolução Francesa (1789-1799), quando Mayer Amschel Rothschild deu o pontapé na ascensão da família, acumulando dinheiro no comércio, durante a ascensão da burguesia, mas principalmente com negociações com governos, como em toda história de enriquecimento súbito que se preze. Estrategicamente, Mayer enviou os filhos para cidades-chave da Europa, para criar relacionamentos com políticos e comerciantes. Um deles foi para Paris, durante a revolução. Mas o filho que chegou em Londres foi o mais bem-sucedido. Em 1811, ele fundou na capital inglesa o banco Rothschild, instituição financeira que logo se espalhou pelo mundo. A influência da família se tornou tão grande no Reino Unido que Sir Evelyn de Rothschild, pentaneto de Mayer e presidente do banco durante 21 anos, foi conselheiro financeiro da rainha Elizabeth II. Estima-se que a fortuna pessoal de Evelyn, ainda vivo aos 86 anos, gire em torno dos US$ 20 bilhões. A atração ganhou o nome de “Five Arrows” (Cinco Flechas), referência aos cinco filhos pioneiros do império, e está sendo desenvolvida para o canal pago britânico Sky Atlantic. Desde o final de “Downton Abbey” há três anos, Fellowes tem escrito peças de teatro, mas não abandonou totalmente a TV. Ele também desenvolve outro drama de época para o público americano: “The Gilded Age”, minissérie de dez episódios ambientada na Nova York dos anos 1880, com previsão de estreia para 2019 na rede NBC. “Five Arrows” será a segunda série recente sobre os maiores milionários do mundo. A primeira, “Trust”, do cineasta Danny Boyle, estreou no final de março no canal pago FX, acompanhando a família Getty.

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  • Série

    O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil

    17 de abril de 2018 /

    Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.

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  • Série

    The Walking Dead registra sua pior audiência de final de temporada desde 2010

    17 de abril de 2018 /

    A série “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada com a audiência em queda livre. O episódio final, exibido no domingo (15/4), foi visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, de acordo com a apuração da Nielsen. É o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010, quando o encerramento foi visto por 5,9 milhões. Na ocasião, a série não era tão conhecida. A previsibilidade da história, repleta de idas e vindas, teria frustrado o público, assim como a expectativa de um final anticlimático, sem mortes ou vinganças. Em relação ao final da 7ª temporada, assistido por 11,4 milhões, o desfecho do fim de semana interessou menos 30% de telespectadores. Este foi o legado da passagem de Scott M. Gimple como showrunner da série. Ele se despediu da função no último episódio, tendo “caído para cima”, com uma promoção a um cargo de supervisão da franquia (que inclui a série “Fear the Walking Dead”), após ser alvo de uma petição na internet que pedia sua demissão. Para o lugar de Gimple, o canal pago AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela vai comandar a atração a partir da 9ª temporada, que irá introduzir a ameaça dos Sussurradores, e ainda precisará lidar com uma possível ausência da atriz Lauren Cohan. O impasse sobre a renovação do contrato da intérprete de Maggie continua no mesmo ponto há vários meses, como se não fosse importante resolver logo a questão. No mês passado, o ator Khary Payton, intérprete de Ezekiel, desabafou em seu Instagram, ao lado de uma foto da atriz: “Paguem a mulher”. Maior sucesso da história do canal pago AMC, “The Walking Dead” sofre paradoxalmente com uma sucessão de descasos e decisões controversas para economizar trocados, que teve como ponto mais baixo a demissão de seu criador, o cineasta Frank Darabont, na metade da 2ª temporada.

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