Katee Sackhoff vai estrelar nova série sci-fi, uma década após Battlestar Galactica
A atriz Katee Sackhoff está voltando para a ficção científica, uma década após viver Starbuck na cultuada série “Battlestar Galactica” (2004–2009). Ela vai estrelar uma nova série sci-fi da Netflix, intitulada “Another Life”. Na trama, ela viverá Niko Breckenridge, uma astronauta numa missão espacial para explorar a existência de uma inteligência alienígena, por meio da investigação de um artefato misterioso, que leva sua equipe a cortejar um perigo inimaginável e uma viagem possivelmente sem volta. A série é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias Grace”). A Netflix encomendou uma temporada de 10 episódios, que ainda não tem previsão de estreia, mas só deve ser disponibilizada em 2019. Por enquanto, apenas Sackhoff foi confirmada no elenco. Atualmente, ela ainda pode ser vista como a supervilã Amunet Black na série “The Flash”, após coestrelar “Longmire” (2012–2017) por seis temporadas – até o final do ano passado.
Voz de Spock ressoa em vídeo da 2ª temporada de Star Trek: Discovery
A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro vídeo da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que revela o começo das gravações. A prévia mostra bastidores da produção, com designs de figurinos, cenários e maquiagens de alienígenas, além de vozes de personagens e trechos em que os atores aparecem concentrados para iniciar os trabalhos. Os melhores detalhes são os sonoros, já que, entre as vozes do elenco atual, ressoam três gravações dos anos 1960, com as vozes de Jeffrey Hunter, intérprete do Capitão Pike no primeiro piloto de “Star Trek” de 1964, e Leonard Nimoy, o Sr. Spock, que tem duas falas clássicas reproduzidas – da 1ª e da 2ª temporada da série original. Os dois personagens vão ganhar novas versões na 2ª temporada “Star Trek: Discovery”. Enquanto Spock aparecerá ainda criança, interpretado por um ator ainda não revelado, Christopher Pike será vivido por Anson Mount (o Raio Negro de “The Inhumans”). Muito se especulava a respeito da participação de Spock, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista de “Discovery”. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. O diretor Jonathan Frakes (também conhecido como o Comandante Riker de “Star Trek: A Nova Geração”) já revelou que a série atual vai seguir a cronologia cinematográfica. Foi ele quem contou que Spock aparecerá como um menino na série, no segundo episódio da 2ª temporada. Resta saber, então, quem formará a tripulação da Enterprise comandada por Pike. No piloto clássico, o segundo oficial em comando, chamado apenas de Número 1, era interpretado por Majel Barrett, esposa de Gene Roddenberry, criador da franquia. Ela também viveu a Enfermeira Chapel na série clássica e foi a voz do computador de todas as séries e filmes pré-reboot de 2009. “Star Trek: Discovery” ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.
Humoristas do Saturday Night Live apresentarão o prêmio Emmy 2018
Os comediantes Colin Jost e Michael Che, que integram o programa humorístico “Saturday Night Live”, vão apresentar o Emmy Awards 2018, premiação da Academia de Televisão dos Estados Unidos, que acontece em setembro. Eles foram escolhidos por seu próprio chefe, Lorne Michaels, o criador do programa de esquetes, que irá produzir a cerimônia deste ano para a rede NBC. Jost e Che são os âncoras do segmento “Weekend Update” do “Saturday Night Live”, que satiriza os noticiários de TV. A cerimônia do Emmy também deverá contar com outros membros do elenco de “Saturday Night Live”, que experimenta um renascimento, mais de 40 anos após sua estreia, graças a esquetes de tom político, que satirizam o governo Trump. No ano passado, o “SNL”, como também é conhecido, venceu novos prêmios Emmy, inclusive o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante (Kate McKinnon) e Ator Coadjuvante (Alec Baldwin), além de Melhor Série de Esquetes e Variedades. Os indicados ao Emmy 2018 serão anunciados em 12 de julho e os vencedores serão apresentados em 17 de setembro em Los Angeles.
George R.R. Martin anuncia que não terminará Os Ventos de Inverno em 2018
Pelo jeito, “Game of Thrones” vai terminar antes de George R.R. Martin concluir “The Winds of Winter” (Os Ventos de Inverno), sexto livro da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que deu origem à série. O autor George R. R. Martin confirmou que a obra, penúltima prevista para a saga, não será lançada este ano. A revelação foi feita pelo escritor em um comunicado para divulgar seu novo livro, “Fire and Blood”, sobre a história da dinastia Targaryen (a família de Daenerys). “Não, o inverno não está chegando… Não em 2018, pelo menos”, escreveu Martin. “Vocês vão ter que continuar esperando por ‘The Winds of Winter’. Vocês poderão, porém, voltar a Westeros”. O autor encerra o comunicado dizendo que irá voltar a trabalhar em “Winds of Winter”. A frustração dos fãs com o atraso da obra já dura anos. O último livro da saga, “A Dança dos Dragões”, saiu em 2011, mesmo ano em que a HBO estreou “Game of Thrones”. A partir da 6ª temporada, exibida em 2016, a série ultrapassou a história dos livros – o que revoltou uma parcela dos leitores. Muitos fãs da saga de Martin se recusam a ver a série para não saber spoilers do próximo livro. Entretanto, “The Winds of Winter” nunca fica pronto. E o escritor já disse que ele não encerra a narrativa, prometendo outro livro “em seguida”. De todo modo, a trama literária deverá contar uma história muito diferente da vista na TV, já que Martin é o autor original e não fará adaptação do trabalho dos roteiristas da série, responsáveis por concluir a atração televisiva em prazos também elásticos. “Game of Thrones” vai se encerrar apenas em 2019, pulando 2018, apesar de produzir apenas seis episódios em sua 8ª e última temporada.
The 100 volta com recorde de audiência e episódios ganham data de estreia no Brasil
A série sci-fi “The 100” estreou sua 5ª temporada com audiência recorde na noite de terça (24/4) nos Estados Unidos. O episódio intitulado “Eden” foi visto por 1,4 milhão de telespectadores ao vivo na rede americana CW. Não parece muito, mas foi o maior público da série em mais de dois anos, desde fevereiro de 2016. Já o resultado de 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) foi o mesmo da estreia da temporada passada – a média da 4ª temporada foi 0,34 ponto e 955 mil telespectadores. Os novos episódios também ganharam data de estreia no Brasil. O canal pago Warner vai começar a transmitir a atual temporada em 4 de junho, quando ela estiver na metade nos Estados Unidos.
Cara Gente Branca: Trailer legendado da 2ª temporada vira do avesso piadas de temática racial
A Netflix divulgou cinco fotos novas, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que vira do avesso piadas sobre equívocos e preconceitos raciais. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.
Here and Now: Nova série do criador de True Blood é cancelada pela HBO após uma temporada
O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série “Here and Now” após sua 1ª temporada, que teve seu último episódio exibido em 10 de abril. Criada por Alan Ball, responsável por dois dos maiores sucessos do canal, “True Blood” e “Six Feet Under”, a série se provou um fracasso de público e crítica. A produção teve apenas 24% de aprovação no site Rotten Tomatoes e uma média de público em torno dos 370 mil telespectadores. Em comunicado, a HBO declarou que “após uma análise cuidadosa, decidimos não seguir com uma segunda temporada de Here and Now. Agradecemos a Alan por sua dedicação com esse programa inovador, e estamos ansiosos para conferir o seu próximo projeto”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. “Here and Now” girava em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e uma filha biológica. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ter visões. O elenco era liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e incluía os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”).
Os Simpsons: Dublador de Apu afirma que pode abandonar personagem após controvérsia
A polêmica evolvendo o personagem Apu, devido à forma preconceituosa como os indianos são retratados na série animada “Os Simpsons”, fez o ator Hank Azaria, que dubla Apu, afirmar que pode deixar o papel. Durante entrevista ao “Late Show” de Stephen Colbert, na noite de terça (24/4), ele revelou ter refletido sobre o assunto e disse estar disposto a deixar de dublar o personagem, abrindo espaço para um dublador indiano, além de pedir roteiristas indianos na série. “Eu pensei muito nisso. Muito mesmo. E meus olhos foram abertos. Eu acho que o mais importante é escutar as pessoas de origem indiana neste país e suas experiências. Ouvir as vozes deles significa incluí-los na sala dos roteiristas. Eu realmente quero ver indianos e pessoas do sul da Ásia nas salas de roteiro, informando em que direção o personagem pode seguir”, afirmou Azaria, que também dubla outros 30 personagens, entre eles Moe e o chefe de polícia Wiggam. “Eu estou perfeitamente disposto a sair e ajudar a fazer uma transição para algo melhor. Espero que ‘Os Simpsons’ façam isso. É o que eu sinto que é a coisa certa a fazer agora”, afirmou ele. O tratamento dado a Apu já rendeu até um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”, em que o comediante Hari Kondabolu questionou tanto o estereótipo indiano, quanto o fato de ele ser dublado por alguém imitando o sotaque dos asiáticos. A resposta veio num episódio de “Os Simpsons” exibido no começo de abril, que só piorou a situação. Na trama, Lisa dizia: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamene incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Veja abaixo a entrevista com Hazaria, que aborda a controvérsia.
Clayne Crawford responde acusações de causar problemas nas gravações da série Máquina Mortífera
Após Clayne Crawford ser denunciado por diversos sites por supostamente causar problemas nas gravações da série “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator veio à público comentar os rumores de que ele poderia ser responsável pelo cancelamento da produção. O intérprete do policial Martin Riggs na série baseada nos filmes da franquia “Máquina Mortífera” assumiu ter sido repreendido durante as gravações, mas não vestiu a carapuça de vilão, sugerida pelas reportagens. Leia abaixo a íntegra da declaração que o ator postou em sua conta pessoal no Instagram. “É verdade que fui repreendido duas vezes durante a última temporada de ‘Máquina Mortífera’. A primeira repreensão foi porque eu reagi com raiva contra condições de trabalho que senti que não eram seguras ou favoráveis ao bom trabalho, sob o comando de um diretor convidado e assistente de direção, que, por sua vez, ficaram com raiva da minha reação. Eu estive nos Recursos Humanos, pedi desculpas pela minha parte do conflito e completei a terapia indicada pelo estúdio em outubro. Até compartilhei uma parte considerável do meu pagamento com uma das partes envolvidas, de acordo com as instruções do estúdio. A segunda reprimenda aconteceu apenas algumas semanas atrás, durante o episódio que eu estava dirigindo. Um ator no set se sentiu inseguro porque um fragmento de um efeito especial o atingiu. Foi um evento infeliz, que aconteceu apesar de todas as precauções e procedimentos que estavam sendo seguidos. Eu assumo a responsabilidade pelo incidente, porque eu estava no comando do set. Eu absolutamente amo, respeito e cuido da minha equipe e elenco e nunca colocaria intencionalmente tantos empregos em risco. Além disso, eu amo o processo de fazer cinema e televisão. Eu aprecio e respeito o trabalho de todos os envolvidos. É preciso uma comunidade para fazer acontecer e lamento muito se a minha paixão por fazer um bom trabalho alguma vez tenha feito com que alguém se sentisse menos à vontade no set ou se sentisse menos do que apreciado pelos seus esforços. Por fim, peço desculpas a toda a equipe e elenco por qualquer atenção negativa que ‘Máquina Mortífera’ esteja recebendo por causa desses incidentes. Tenho muito orgulho em tratar todos na minha vida com dignidade e gentileza. Sou muito grato pelo meu trabalho e trabalho muito duro nisso. Eu tenho a responsabilidade de fazer um bom trabalho para meus colegas de trabalho, minha família e meu estado de origem, e mais especialmente para os fãs. Espero que eles fiquem comigo e com a série.” Forgive my delayed response. #truth Uma publicação compartilhada por Clayne Crawford (@claynecrawford) em 24 de Abr, 2018 às 12:53 PDT
Perdidos no Espaço teria o dobro do público de Altered Carbon na Netflix
“Perdidos no Espaço” fez uma boa decolagem no espaço das séries de streaming da Netflix. Segundo pesquisa da empresa de medições Nielsen, a nova produção da plataforma atraiu 6,3 milhões de internautas nos primeiros três dias de lançamento, no início deste mês. A empresa de medição de números de audiência descobriu que a série foi muito “maratonada” – com quase 1,2 milhão de pessoas tendo assistido ao episódio final da série ainda nesses três primeiros dias. Além disso, nas primeiras 72 horas de lançamento (entre 13 e 15 de abril), os assinantes assistiram a uma média de 2,5 horas de “Perdidos no Espaço”. Isto é muito, seria quase o dobro da outra série sci-fi badalada da Netflix neste ano, “Altered Carbon”, que em seus três primeiros dias foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Entretanto, não é um “Stranger Things”. A estreia da 2ª temporada de “Stranger Things” teria sido vista por 15,8 milhões de pessoas nos primeiros três dias de lançamento nos Estados Unidos, segundo apuração anterior da Nielsen. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste séries em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste o conteúdo da plataforma em aparelhos móveis.
Série The Path é cancelada ao final da 3ª temporada
O serviço de streaming Hulu cancelou a série “The Path” no final de sua 3ª temporada. A notícias foi compartilhada no Twitter por sua criadora, Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”). “Embora seja triste que ‘The Path’ esteja acabando, me sinto cheia de gratidão e orgulho. Foi um presente poder contar histórias desafiadoras e emocionantes por três temporadas neste mundo muito estranho e único. O calibre de talento e paixão que todos os que trabalharam nesse programa trouxeram – dos meus parceiros Jason Katims e Michelle Lee, os executivos do Hulu, os escritores, atores, diretores, designers e equipe – foi algo para se contemplar, e para o qual eu sou muito grata”, ela escreveu. A atração acompanhava os seguidores de uma seita controvertida e girava em torno da crise de fé do casal formado por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”). O elenco ainda destacava Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, além de Emma Greenwell (série “Shameless”) e Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”). E nos últimos episódios ainda contavam com Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”). O último episódio foi disponibilizado em 28 de março e serve agora como final da série.
Kunal Nayyar compartilha foto com Mark Hamill nos bastidores de The Big Bang Theory
O ator Kunal Nayyar interrompeu um hiato de três meses longe do Instagram para postar ao lado de Mark Hamill, nos bastidores das gravações do final da 11ª temporada de “The Big Bang Theory”. O intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars” faz uma participação especial no episódio, por razões ainda desconhecidas, mas que tem a ver com o casamento de (Jim Parsons) e Amy (Mayim Bialik). “Esta é uma foto minha com Mark Hamill, mais conhecido como Luke Skywalker. Quando eu estava crescendo, ele foi o responsável por me ensinar sobre a Força. Cresci acreditando que havia uma energia universal que poderíamos canalizar dentro de nós mesmos e que poderia ser usada para o bem, para a paz, para dominar a mim mesmo”, escreveu Nayyar, que declarou seu amor e sua admiração pelo ator de “Star Wars”. “A maioria de vocês já sabe que Mark está conosco no final da 11ª temporada, e embora eu não possa revelar os motivos pelos quais ele está aqui, posso dizer de verdade que a Força vive e brilha através de seu calor, generosidade e senso de humor. Eu consegui realizar muitos sonhos em ‘The Big Bang Theory’, mas este pode ter sido o maior deles. Eu te amo, Mark, por ensinar a este pequeno garoto indiano que ele também pode se sentir como um Jedi”, completou. O episódio com Mark Hamill e o casamento de Sheldon e Amy vai ao ar no dia 10 de maio nos Estados Unidos, encerrando a 11ª temporada da atração, que já foi renovada para mais um ano de produção. “The Big Bang Theory” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. This is a picture of me and Mark Hamill a.k.a. Luke Skywalker. When I was growing up he was responsible for teaching me about the force. I grew up believing that there was a universal energy that we could channel within ourselves which could be used for good, for peace, for mastering one’s own self. Most of you already know that Mark is joining us for the season 11 finale, and though I cannot reveal the circumstance in which he is involved, I can truly say that the force lives in, and shines through his warmth, generosity and sense of humor. I’ve been able to fulfill many dreams working on The Big Bang Theory but this just may have topped it all. I love you Mark for teaching this little Indian kid, that he too could feel like a Jedi:) Also… hey I’m back on Insta everyone! #love #tbbtseason11 #maytheforcebewithyou Uma publicação compartilhada por Kunal Nayyar (@kunalkarmanayyar) em 24 de Abr, 2018 às 12:13 PDT
The Oath: Série criminal com Sean Bean, Ryan Kwanten e Katrina Law é renovada para a 2ª temporada
O serviço de streaming Crackle renovou a série “The Oath” para sua 2ª temporada, que traz um ótimo elenco numa história ultraviolenta de policiais corruptos. Reminiscente de “The Shield” e “Sons of Anarchy”, dois clássicos modernos da TV americana, a série explora o submundo das gangues de policiais, sociedades corruptas e secretas que fazem de tudo para permanecer impunes. O elenco destaca Ryan Kwanten (o Jason Stackhouse de “True Blood”), Katrina Law (a Nyssa al Ghul de “Arrow”), Joseph Julian Soria (o Marco de “Animal Kingdom”), Cory Hardrict (“Sniper Americano”), Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”), Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”) e Arlen Escarpeta (o príncipe Ess de “The Magicians”), que não voltará na 2ª temporada por conta do destino de seu personagem. A tensão, violência e seu elenco estelar chamaram atenção do público, que teria sido o maior já registrado para uma série do serviço de streaming, segundo revelou Eric Berger, diretor geral da Sony Crackle, durante evento de apresentação da programação de 2018 da plataforma (também conhecido como upfront) nesta terça (24/4) em Nova York. “Nosso público realmente respondeu a essa série autêntica, crua e atraente”, disse Berger. “Estamos ansiosos para dar o próximo passo juntos. ” A série foi criada por Joe Halpin (roteirista de “Havaii Five-0”), que anteriormente trabalhou como policial infiltrado para o departamento de narcóticos em Los Angeles, e tem produção de Curtis Jackson (“Power”), também conhecido como o rapper 50 Cent. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, “The Oath” estreou em 8 de março no Crackle, inclusive no Brasil. Saiba aqui como assistir ao Crackle no país.












