Abaixo de Zero, livro/filme sobre a juventude dos anos 1980, vai virar série
A plataforma de streaming Hulu anunciou que está desenvolvendo “Less Than Zero”, série dramática baseada no famoso romance homônimo de Bret Easton Ellis, um dos best-sellers que definiu os anos 1980, lançado no Brasil como “Abaixo de Zero”. O próprio Ellis se juntou ao roteirista Craig Wright (criador de “Tyrant”) para formatar a série, que vai manter a época original da trama. A produção é oficialmente descrita da seguinte forma: “Passado em Los Angeles no início dos anos 1980, ‘Less than Zero’ se tornou um clássico atemporal. Este romance hipnotizante é um retrato cru e poderoso de uma geração perdida que experimentou sexo, drogas e insatisfação em uma idade muito precoce. Vivem em um mundo moldado pelo niilismo casual, pela passividade e pelo excesso de dinheiro em um lugar desprovido de sentimento ou esperança. Ao voltar para casa para as férias de Natal, Clay reingressa em uma paisagem de privilégio ilimitado e entropia moral absoluta, onde todos dirigem Porches, jantam em restaurantes caros e cheiram montanhas de cocaína. Ele tenta renovar seu sentimentos por sua namorada Blair e por seu melhor amigo do colegial Julian, que está se envolvendo com crimes e heroína. O feriado de Clay se transforma em uma vertiginosa espiral de desespero que o arrasta das festas intermináveis em mansões reluzentes para bares decadentes e clubes de rock underground e também pelo mundo sombrio de LA depois do entardecer.” O filme de 1987 juntava ninguém menos que Robert Downey Jr., Jami Gertz, Andrew McCarthy e James Spader. E foi premonitório para Downey, que tinha a reputação de ser um dos “bad boys” de Hollywood e chegou a ficar um ano e três meses na prisão, após ser condenado por posse de drogas e de dirigir sob influência de drogas em 1996. O ator, claro, reabilitou-se e se reinventou, graças à Marvel, e foi perdoado pelo governador da Califórnia em 2015. Ellis também escreveu uma continuação do livro, publicada em 2010, sem a mesma repercussão. Mas, a esta altura, o escritor já tinha se tornado conhecido por outras obras, especialmente “Psicopata Americano”, que virou filme em 2000, e “Regras da Atração”, em 2002. Nos últimos anos, ele resolveu virar roteirista de cinema, assinando dois filmes trash: o suspense melodramático “Vale do Pecado” (2013), estrelado por Lindsay Lohan e o ator pornô James Deen, e o terror “A Maldição de Downers Grove” (2015), com Bella Heathcote e Lucas Till. Ambos péssimos. Salvo desistência diante do piloto, “Less Than Zero” será a primeira série baseada num livro de Ellis.
Atriz da série clássica Mulher Biônica será mãe de protagonista de Grey’s Anatomy
A atriz Lindsay Wagner, que marcou época como a personagem-título de “A Mulher Biônica” nos anos 1970, foi escalada como mãe de um dos protagonistas da série “Grey’s Anatomy”. Ela viverá Helen Karev, mãe do Dr. Alex Karev (Justin Chamber), no episódio intitulado “Fight For Your Mind”, que irá ao ar em 3 de maio nos Estados Unidos. Após 14 anos, a única vez que a mãe de Karev apareceu foi durante um flackback do começo da atual temporada, em que apareceu em sua juventude. Lindsay Wagner encarnará a personagem após Alex viajar com Jo (Camilla Luddington) para Iowa em busca de sua mãe, de quem não ouve notícias há muito tempo. Vale lembrar que Karev teve uma infância e adolescência traumática, em parte pelos problemas psicológicos de sua mãe, então não será um reencontro fácil. “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Syfy desiste de produzir série baseada em O Ataque dos Vermes Malditos
O canal pago americano SyFy desistiu de transformar o filme “O Ataque dos Vermes Malditos” (Tremors, 1990) numa série. A atração seria uma continuação da história original, estrelada por Kevin Bacon, e contaria com o próprio ator como protagonista. Mas o piloto não foi aprovado. Kevin Bacon compartilhou a má notícia nas redes sociais. “Estou triste de relatar que meu sonho de revisitar o mundo da Perfection não se tornará uma realidade. Embora tenhamos feito um piloto fantástico (IMHO), a rede decidiu não aprovar. Agradeço ao nosso elenco matador e todos nos bastidores que trabalharam tão duro. E sempre fique de olho nos GRABOIDS!”, ele escreveu em seu Instagram. Interessante observar que a ilustração do texto contém uma caixa de bonecos do ator, com a inscrição, em inglês, “Faça uma oferta”, o que pode indicar que a produção será oferecida para outros interessados. Confira abaixo. O longa de 1990, produzido pela Universal Pictures, arrecadou apenas US$ 16 milhões nas bilheterias, mas se tornou cult ao sair em vídeo, a ponto de ganhar cinco sequências. O Syfy chegou a desenvolver uma série com as mesmas criaturas em 2003. Mas, sem Kevin Bacon ou ligação com o filme, “Tremors: The Series” foi cancelada após uma temporada de 13 episódios. “Este é o único personagem que já pensei em reviver”, disse Bacon, quando lançou o projeto. “Eu já cheguei a pensar: onde esse cara acabaria depois de 25 anos? Andrew Miller tem uma visão fantástica e esperamos criar uma série que seja divertida e assustadora para os fãs do filme e pessoas que ainda não o descobriram.” A equipe era ótima. Desenvolvida por Andrew Miller (criador da série “The Secret Circle”), a adaptação incluía, além de Bacon, os atores Hunter Parrish (série “Weeds”), Shiloh Fernandez (série “Gypsy”), Emily Tremaine (série “Vinyl”) e Megan Ketch (série “Jane the Virgin”). E o piloto tinha direção de Vincenzo Natali, responsável pelos filmes de terror “Cubo” (1997), “Splice” (2009) e “Assombrada Pelo Passado” (2013). A trama deveria se passar 25 anos após os eventos do filme, quando Valentine McKee (Bacon) volta a encontrar os vermes gigantes subterrâneos que se alimentam de carne humana. Além de estrelar, Bacon também era coprodutor do projeto, junto da produtora Blumhouse Television. #Tremors Sad to report that my dream of revisiting the world of Perfection will not become a reality. Although we made a fantastic pilot (IMHO) the network has decided not to move forward. Thanks to our killer cast and everyone behind the scenes who worked so hard. And always keep one eye out for GRABOIDS! Uma publicação compartilhada por Kevin Bacon (@kevinbacon) em 27 de Abr, 2018 às 2:50 PDT
Polícia carioca se confunde com gravações e “prende” atores da série Sob Pressão
A série “Sob Pressão” tem fama de ser realista, mas nem os atores esperavam ser confundidos com “suspeitos” numa cena de crime, durante uma ação da Polícia Militar na tarde de sexta-feira (27/4). Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a PM recebeu denúncia de que um ônibus tinha sido sequestrado e incendiado, debaixo de um viaduto na Ilha do Governador, no Rio. Uma viatura correu para lá, aproximou-se e, com grande desenvoltura, rendeu os suspeitos. Só que os policiais estranharam o fato de o rosto de alguns dos “suspeitos” ser bastante familiar. Entre os detidos, estava a atriz Marjorie Estiano, uma das protagonistas do programa, no qual interpreta a doutora Carolina Almeida. A cena do ônibus fazia parte da gravação de um dos episódios da série e todos os abordados eram atores da produção. Uma das séries mais bem-sucedidas da TV brasileira, “Sob Pressão” conta as dificuldades de uma equipe de hospital público do Rio e tem ainda entre os atores principais Julio Andrade, que interpreta o médico Evandro Moreira. Inspirada em um filme homônimo dirigido por Andrucha Waddington, a série está atualmente gravando os episódios de sua 2ª temporada, que contará com elenco reforçado por Humberto Carrão, Julia Shimura e Fernanda Torres, que interpretará a nova diretora do hospital.
Agildo Ribeiro (1932 – 2018)
Morreu Agildo Ribeiro, um dos comediantes de maior sucesso no Brasil. Ele faleceu neste sábado (28/4) em sua casa no Leblon, no Rio de Janeiro, aos 86 anos. O humorista sofria de um grave problema vascular e, após um tombo recente, estava com dificuldades de se manter muito tempo em pé. Nascido em 26 de abril de 1932, Agildo sempre foi associado ao bom humor, tanto que seu apelido era o “Capitão do Riso”. Fez rádio, teatro, cinema, mas ficou mais conhecido com seus inesquecíveis personagens da TV, nos programas “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A…Gildo!” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo (1994) e “Zorra Total”. O talento para a comédia foi desenvolvido ainda no Colégio Militar, com imitações dos professores que faziam muito sucesso entre os colegas, mas não com a direção. Acabou aconselhado a sair da escola. Para frustração do pai, o tenente comunista Agildo Barata, foi fazer teatro. Agildo enveredou pelo teatro de revista e não demorou a se juntar à turma da Cinelândia para aparecer em meia dúzia de chanchadas com Ankito. A filmografia inaugurada com “O Grande Pintor”, em 1955, também incluiu uma comédia de Mazzaropi, “Fuzileiro do Amor” (1956), e uma chanchada da Atlântida, “Esse Milhão É Meu” (1959), com Oscarito. Foram uma dezena de comédias até Agildo participar do thriller americano “Sócio de Alcova” (1962) e da espionagem francesa “O Agente OSS 117” (1965), ambos filmados no Rio e entremeados por um curto desvio pelo cinema dramático – fase que incluiu o clássico criminal “Tocaia no Asfalto” (1962), de Roberto Pires, e o pioneiro filme de favela “Esse Mundo é Meu” (1964), de Sérgio Ricardo. Aos poucos, porém, as comédias voltaram a prevalecer, com participações no clássico infantil “Pluft, o Fantasminha” (1965), o musical da Jovem Guarda “Jerry – A Grande Parada (1967), “A Espiã Que Entrou em Fria” (1967), “A Cama Ao Alcance de Todos” (1969) e “Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva” (1971). Este último marcou época por incluir alguns dos colegas que acompanhariam Agildo por parte da carreira, como os comediantes Costinha e Renata Fronzi, futuros “alunos” da “Escolinha do Professor Raimundo”. Sua estreia na telinha foi numa série da rede Globo, “TNT”, em 1965, no qual interpretava um repórter que narrava a história de três jovens modelos, Tânia (Vera Barreto Leite), Nara (Márcia de Windsor) e Tetê (Thais Muiniz Portinho). Em 1969, virou apresentador do programa “Mister Show”, contracenando com o famoso ratinho fantoche Topo Gigio. Mas foi só nos anos 1970, a partir de “Uau, a Companhia” (1972), que a Globo o escalou em programas de esquetes humorísticas. Agildo virou presença marcante de humorísticos desde então. Emplacou papéis em “Chico City” (1973) e “Satiricom” (1973), mas foi em “Planeta dos Homens” (1976) que estourou, graças ao esquete do professor de mitologia Acadêmico, que possuía um mordomo ao qual chamava de múmia paralítica, toda vez que ele tocava uma sineta. Isso acontecia quando o professor frequentemente desviava-se dos temas das suas aulas e passava a suspirar pela atriz Bruna Lombardi, ou então fazia alguma piada em analogia à situação política do Brasil. Ele também participou de um punhado de pornochanchadas da época e filmou a comédia “O Pai do Povo” (1976), único filme dirigido por Jô Soares, seu colega nos programas da Globo. Mas, ao fim de “Planeta dos Homens”, Agildo tentou se estabelecer como protagonista de humorísticos, o que levou ao distanciamento de Jô, Chico Anísio e outras estrelas da comédia televisiva brasileira, em sua busca por estrelar seu próprio programa. Entretanto, ao contrário dos dois colegas famosos, sua carreira “solo” não decolou. Enquanto “Viva o Gordo” (1981-87), de Jô Soares, e “Chico Anysio Show” (1982-90) ocuparam a programação da Globo por praticamente uma década, “Estúdio A… Gildo” (1982) não teve a repercussão pretendida e foi cancelado após o primeiro ano. Agildo foi deslocado para programas de humor coletivo, como “A Festa É Nossa” (1983) e “Humor Livre” (1984), que também não emplacaram, embora fossem protótipos do que virou “Zorra Total”. Desencantado, Agildo mudou de canal. Foi para a rede Bandeirantes, onde estrelou “Agildo no País das Maravilhas”, contracenando com fantoches que representavam políticos brasileiros. Foi um sucesso, até os produtores decidirem levar o programa para a rede Manchete em 1989, rebatizando-o de “Cabaré do Barata”. Sem o nome de Agildo, a audiência sumiu. Ele ainda fez um humorístico para a TV portuguesa, “Isto É o Agildo” (1994), mas a atração também foi cancelada ao final de uma temporada. Assim, voltou para a Globo como integrante da “Escolinha do Professor Raimundo”, assumindo o papel de Andorinha. Seu arsenal de “tipos”, porém, ficou guardado até o lançamento de “Zorra Total” em 1999, no qual tirou do baú inúmeros personagens, como Ali Babaluf, Manoel, Chapinha, Professor Laércio Fala Claro, Gaspar, Rubro Chávez, Don Gongorzola e Aquiles Arquelau. Ao mesmo tempo em que fazia o humorístico, Agildo também participou de novelas do canal, como “A Lua Me Disse” (2005) e “Escrito nas Estrelas” (2010), desempenhou um papel importante na série infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo” em 2007, filmou três bons longa-metragens – a sátira “O Xangô de Baker Street” (2001), baseada num livro do velho amigo Jô Soares, o drama criminal “O Homem do Ano” (2003), roteirizado pelo escritor Rubem Fonseca, e a comédia “Casa da Mãe Joana” (2008), de Hugo Carvana – e rodou o país em sucessivos espetáculos de humor teatral. Até que, em 2015, “Zorra Total” virou “Zorra”, numa repaginada completa, marcando o fim de uma era no humor televisivo brasileiro, com a substituição de comediantes veteranos por uma nova geração, que propunha outro tipo de humor, no qual as esquetes de “tipos” seriam ultrapassadas. Agildo resistiu apenas aos primeiros episódios do novo programa, afastando-se da TV em 2016. Em março, ele foi o grande homenageado do prêmio Prêmio do Humor 2018, promovido por Fábio Porchat, ocasião em que deu entrevistas relembrando a carreira e também a vida pessoal, chegando a comentar sobre seus três casamentos – com Consuelo Leandro (“Era ótimo, mas dois humoristas casados não dá muito certo. Tem hora que pede seriedade”), Marília Pera (“A Marília era foda, né?”) e Didi Ribeiro (“Foi o amor da minha vida”), todas já falecidas. O presidente Michel Temer se pronunciou sobre o tamanho da perda sofrida pelo humor brasileiro. “É triste perder um talento do humor do porte de Agildo Ribeiro, que tantas gerações alegrou. Profissional do riso que não perdia a elegância e inteligência jamais. Um mestre. Meus sentimentos à família e amigos”, escreveu no Twitter. “A comédia brasileira perde mais um Grande! Triste pensar num mundo sem as piadas do Agildo. Obrigado por tudo o que fez por nós!”, resumiu Fábio Porchat, o último a lhe render homenagens durante a vida.
Trailer de Animal Kingdom destaca estreia de Dennis Leary na 3ª temporada da série
O canal pago americano TNT divulgou o pôster e um novo trailer da 3ª temporada de “Animal Kingdom”, que apresenta a estreia de Dennis Leary (“O Espetacular Homem-Aranha”) na série, como o pai ausente da família de criminosos. Na trama, ele se aproveita que matriarca, vivida por Ellen Barkin (“Treze Homens e um Novo Segredo”) foi parar atrás das grades para começar a influenciar os filhos. A série é inspirada no filme “Reino Animal” (2010), de David Michôd, mas já ultrapassou a trama cinematográfica. Assim como no filme, o ponto de partida é a chegada do parente mais jovem de uma família de criminosos, Joshua, um garoto de 17 anos que passa a morar com a avó (Barkin) e os tios após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Mas assim que mergulha na rotina familiar, ele descobre que seu novo cotidiano é bancado por atividades criminosas. Além de Ellen Barkin como a matriarca impiedosa, papel que consagrou Jacki Weaver no cinema, o elenco destaca Scott Speedman (franquia “Anjos da Noite”) no papel do brutamontes vivido por Joe Edgerton em 2010, que ficou entre a vida e a morte no final da 2ª temporada – e não aparece no novo trailer. Os demais atores são Shawn Hatosy (série “Southland”), Ben Robson (série “Vikings”), Jake Weary (série “Pretty Little Liars”), Daniella Alonso (série “Revolution”), Molly Gordon (série “Orange is the New Black”) e o jovem Finn Cole (série “Peaky Blinders”) como o protagonista Joshua. David Michôd, que escreveu e dirigiu o filme original, participa da produção, mas o projeto é do roteirista Jonathan Lisco (de “Southland”), com supervisão de John Wells (responsável também pelo remake de “Shameless”). A 3ª temporada estreia em 29 de maio nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.
Vídeo de 3% foca mercado internacional com elenco travando língua em diferentes idiomas
A Netflix divulgou um vídeo da 2ª temporada de “3%”, sua primeira série original brasileira, que tem o objetivo de explorar o alcance internacional da plataforma. O vídeo traz o elenco tentando dizer, em diferentes línguas, que a 2ª temporada já está disponível. Se alguns se saem bem em inglês, espanhol, italiano e até francês, os idiomas alemão, árabe, japonês e zulu travam as línguas dos atores. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo Processo que se aproxima, enquanto acompanha as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Ao serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). Além disso, efeitos visuais e cenografia caprichada sugerem um sensível aumento de orçamento para a produção. Os novos episódios foram disponibilizados nesta sexta (27/4) na plataforma.
Os Simpsons supera Gunsmoke com recorde de série mais longeva da história da TV
A Fox divulgou a abertura especial do próximo episódio de “Os Simpsons”, que celebra um feito histórico. Com a exibição de seu episódio de número 636 no domingo (29/4), Os Simpsons oficialmente vira a série mais longeva da televisão. Mas o vídeo mostra que “Gunsmoke”, a antiga detentora do recorde, com 635 episódios exibidos de 1955 a 1975, não vai desistir do título sem um duelo ao meio-dia. Cabe a Maggie Simpson, o bebê que anteriormente quase matou o Sr. Burns, despachar o delegado Matt Dillon com um tiro certeiro. O recorde vai aumentar ainda mais, já que a série, atualmente em sua 29ª temporada, foi renovada para mais um ano.
Succession: Série dramática do diretor de A Grande Aposta ganha novo trailer
O canal pago HBO divulgou um novo trailer da série “Succession”, produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Apesar da grande ambição demonstrada pelo projeto, em equipe, orçamento e elenco, a prévia não diferencia muito a atração de uma “Empire” no mundo dos negócios financeiros. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.
Luke Cage tira onda com treinamento físico de jogadores de futebol americano
A Netflix divulgou um vídeo de “Luke Cage” para coincidir com o início do draft na NFL, o evento em que os jogadores novatos são selecionados para integrar os times da liga profissional de futebol americano, nos Estados Unidos. É comum a quem quer entrar na NFL passar por diversos testes físicos, para mostrar sua força e suas habilidades. E Luke Cage (interpretado por Mike Coulter) tira onda, ao quebrar recordes nos testes de salto em distância e arremesso de pneus. Os comentaristas ficam perplexos, enquanto os fãs do herói registram tudo em seus celulares. O “esforço” serve de aquecimento para a 2ª temporada de “Luke Cage”, que está marcada para chegar à plataforma em junho.
Vídeo anuncia começo da produção da 3ª temporada de Stranger Things
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar o começo da produção da 3ª temporada de “Stranger Things”. O registro em preto e branco traz bastidores da primeira leitura coletiva dos roteiros dos episódios e apresenta os novos atores da série, Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Jake Busey (série “From Dusk till Dawn”) e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), que é filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além de terminar com destaque para Priah Ferguson, intérprete de Erica, a irmã caçula de Lucas (Caleb McLaughlin), recém-promovida ao elenco central. Elwes viverá o prefeito Kline, da cidadezinha de Hawkins, onde se passa a trama. O personagem foi descrito como “bonito, esperto e desprezível… o político clássico dos anos 1980, mais preocupado com sua própria imagem do que com o povo da pequena cidade que ele governa”. Busey será Bruce, um jornalista do jornal local, The Hawkins Post, que tem “moral questionável e um senso de humor doentio”. E Maya dará vida a Robin, uma “garota alternativa”, seja lá o que isso significa. A definição dos irmãos Duffer, criadores da série, provavelmente tem a ver com o gosto musical da personagem, que também é descrita como alguém que odeia seu trabalho, mas fica animada quando descobre um segredo da cidade misteriosa. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “Stranger Things” na Netflix.
Série Sai de Baixo vai virar filme com elenco original
O ator Tom Cavalcanti postou no seu Instagram uma foto de seu reencontro com o elenco da série de comédia “Sai de Baixo” após 30 anos, para a produção do filme baseado na atração. Ele até confirmou o título – bem óbvio – da produção, ao anunciar na legenda: “Vem aí ‘Sai de Baixo – O Filme’!” Cavalcanti, que interpretava o porteiro Ribamar, saiu da série durante sua 3ª temporada, em 1998, e não participou do revival da atração em 2013, no canal pago Viva. De acordo com o jornal O Globo, as filmagens deveriam ter acontecido no ano passado, mas a morte de Márcia Cabrita fez com que mudanças precisassem ser feitas no roteiro, que passou a contar com Claudia Jimenez, a Edileuza. Assim, a produção contará com todo o elenco original da 1ª temporada. Claudia não aparece na foto divulgada, que reúne Cavalcanti com Aracy Balabanian (Cassandra), Luis Gustavo (Vavá), Marisa Orth (Magda) e Miguel Falabella (Caco Antibes), que também vai escrever e dirigir o filme. Ainda não há previsão para a estreia. Vem aí Sai de Baixo o Filme! Uma publicação compartilhada por Tom Cavalcante (@tomcavalcante) em 25 de Abr, 2018 às 2:19 PDT
Yellowstone: Kevin Costner é cowboy moderno em fotos e trailer da série do diretor de Terra Selvagem
O canal pago americano Paramount divulgou 10 fotos e um novo trailer de “Yellowstone”, primeira série estrelada por Kevin Costner (“Homem de Aço”). O ator já tinha trabalhado na minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora faz sua estreia numa atração de longa duração. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada, com estreia marcada para o dia 20 de junho nos Estados Unidos.












