PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Série

    Veja uma cena da 2ª temporada de Luke Cage que cita Game of Thrones

    25 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou uma cena da 2ª temporada de “Luke Cage”. A prévia traz o herói vivido por Mike Coulter caminhando pelas ruas do Harlem, enquanto a população reclama que ele não toma providências para resolver os problemas do bairro. Vendo que Cage não se impõe, um rapaz brinca que, se tivesse os poderes dele, fazia “drakaris” e mandava fogo em cima de todo mundo – numa referência a “Game of Thrones”, que faz o protagonista pausar de descrença. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 22 de junho.

    Leia mais
  • Série

    Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores ganha primeiro vídeo

    25 de maio de 2018 /

    O canal pago americano SyFy divulgou a primeira prévia de “Deadly Class”, nova série que adapta quadrinhos. A produção é de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que comentam a adaptação no vídeo, acompanhados pelo criador dos personagens, Rick Remender, que assina o roteiro do piloto da atração. Publicada pela Image Comics, “Deadly Class” acompanha os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987, que é apresentada rapidamente entre os comentários dos executivos. O elenco teen inclui Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”). Já os adultos destacam Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”), Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”) e o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”). A direção do piloto aprovado foi realizada pelo cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). A série passada ainda não tem previsão de estreia, mas marca uma tendência recente na SyFy, que tem investido em atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton” e “Happy!”, duas de suas mais recentes produções.

    Leia mais
  • Série

    Emilia Clarke revela já ter gravado a cena final de Daenerys em Game of Thrones

    25 de maio de 2018 /

    A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” ainda está longe da encerrar sua produção, mas a atriz Emilia Clarke revelou, numa entrevista à revista Vanity Fair, que já gravou as cenas finais de Daenerys Targeryen na série. Sem adiantar spoilers, ela acabou transmitindo um certo ar de melancolia ao comentar o final de sua personagem. “(A cena) me ferrou”, disse ela. “Saber que esse será o sabor final que Daenerys deixará na boca das pessoas…” A declaração deixou muitos fãs aflitos, que ainda ligaram o fato de a atriz fazer sua cena final nesta altura da produção como sinal de morte da Mãe dos Dragões. Entretanto, as gravações não seguem a ordem dos episódios e as cenas que restam a ser produzidas ainda devem envolver a atriz. O que significa que Daenerys pode chegar viva ao final da série. Ainda sem data de estreia prevista, “Game of Thrones” só vai voltar em 2019 no canal pago HBO. Suspense.

    Leia mais
  • Série

    Episódios “bônus” de Lucifer ganham 12 fotos inéditas

    25 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou 12 fotos dos dois episódios inéditos de “Lucifer”, anteriormente gravados para a 4ª temporada, que serão exibidos como bônus da série. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores episódios já feitos para a série e temia que o cancelamento os deixasse no limbo. Como a série não terá 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar os episódios prontos para exibi-los como um especial de duas horas. São episódios com histórias completas, que não seriam exibidos no começo da temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do último episódio. De todo modo, ambos trazem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer) onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Este episódio ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos, na próxima segunda (28/5) nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia para esta “coda” no Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.

    Leia mais
  • Série

    Série de comédia Baskets é renovada para a 4ª temporada

    24 de maio de 2018 /

    O canal pago americano FX renovou a série “Baskets”, do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber Não Case”), para sua 4ª temporada. Em comunicado, o co-presidente de programação original do canal, Eric Schrier, ainda elogiou a equipe de produção. “‘Baskets’ continua a empolgar graças à equipe criativa dos sonhos liderada por Jonathan Krisel e Zach Galifianakis, e não poderíamos estar mais felizes em encomendar uma 4ª temporada para ser exibida no próximo ano. Cada temporada nos aproxima da família Baskets e sua busca pela vida, amor e glória de palhaçadas. Nossos agradecimentos aos produtores e ao elenco por fazer de Baskets uma alegria tão grande de se ver.” Criada pelos comediantes Zach Galifianakis (trilogia “Se Beber, Não Case!”) e Louis C.K. (série “Louie”) e o diretor-roteirista Jonathan Krisel (série “Portlandia”), “Baskets” marcou a volta de Galifianakis à TV após o cancelamento de “Bored to Death” em 2011, na qual era coadjuvante. A série correu risco de sair do ar devido ao envolvimento de Louis C.K. em sua produção. Após ser acusado de assédio e assumir o comportamento, o produtor perdeu vários contratos. De todas as suas produções, especiais, filmes, pilotos, séries e projetos encaminhados, apenas “Better Things” e agora “Baskets” vão continuar em frente, mas sem seu envolvimento. Galifianakis estrela a série como os gêmeos Chip e Dale Baskets, mas o grande destaque do elenco é o veterano ator Louie Anderson, que vive sua mãe, Christine Baskets, papel que lhe rendeu um prêmio Emmy em 2016. Na trama, a família tenta manter viva a tradição circense dos palhaços, nem que seja em rodeios.

    Leia mais
  • Série

    Série médica Code Black é cancelada na 3ª temporada

    24 de maio de 2018 /

    A rede americana CBS cancelou a série médica “Code Black”. O anúncio foi feito pelo criador do programa, Michael Seitzman, através de uma publicação no Twitter. Seitzman agradeceu aos fãs e disse que teve grande satisfação em realizar “Code Black”, avisando ainda que os melhores episódios da série ainda não foram exibidos na temporada. “Esperamos que os vejam e gostem deles. Nós os fizemos para vocês”, concluiu. “Code Black” está atualmente na metade de sua 3ª e agora última temporada. Nos anos anteriores, a continuidade da série sempre foi definida na última hora, flertando desde o início com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda estava no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Com a perda de mais 700 mil nos primeiros episódios do novo ano, a decisão foi tomada. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), “Code Black” evocava o clássico “Plantão Médico/E.R.”, ao girar em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. Na tentativa de levantar sua audiência, a atração sofreu algumas alterações criativas desde a estreia, chegando a mudar parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. Dear #CodeBlack fans, the sad news came today that we were cancelled. It's been a true joy to make this show and watch your response every week. Thank you for all of your passion. Truly, our best episodes have yet to air. We hope you'll watch and enjoy them. We made them for you. — Michael Seitzman (@michaelseitzman) May 24, 2018

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Jeffrey Tambor é acusado de assédio verbal e intimidação no set de Arrested Development

    24 de maio de 2018 /

    Após ser demitido por assédio sexual em “Transparent”, Jeffrey Tambor está às voltas com nova polêmica, desta vez em “Arrested Development”. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série da Netflix, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica durante as gravações da nova temporada da atração. A situação criou uma saia justa e dividiu o elenco, e após tentar minimizar o clima dos bastidores, os atores Jason Bateman e Tony Hale foram às redes sociais pedir desculpas para a atriz e lamentar seus próprios comportamentos diante das acusações. A acusação veio à tona durante uma entrevista do elenco de “Arrested Development” para o jornal The New York Times, realizada como contraponto a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter que retratava o ator como injustiçado em “Transparent”. Questionados sobre o comportamento do ator em sua série, Jessica Walter admitiu ter tido um problema sério, após ter sido assediada “verbalmente” durante as gravações numa série de “explosões” do ator. “Em quase 60 anos de trabalho, nunca tive ninguém que gritasse comigo daquele jeito em um set. E é difícil lidar com isso”, disse Walter. Bateman defendeu Tambor durante a discussão, dizendo que o comportamento explosivo era “parte de seu processo”, mas Walter discordou. Tony Hale também tentou jogar panos quentes na roupa suja lavada diante da imprensa, ao observar que “todos nós temos nossos momentos”. Mas Walter não aceitou a explicação masculina (“mansplaning”, como brilhantemente taxaram as feministas): “Não é assim. Aquilo foi ruim demais”. Foi então que Bateman insistiu em sua versão de “mansplaning”. Sutilmente qualificando sua colega como chorona, disse que era comum trabalhar com pessoas “difíceis” e que ele tinha queixas “zero”. “Mais uma vez, não quero menosprezar ou desculpar ou qualquer outra coisa, mas na indústria do entretenimento é incrivelmente comum ter pessoas que, entre aspas, são ‘difíceis’. E quando você está em uma posição privilegiada para contratar pessoas, ou tem uma influência em quem é contratado, você faz ligações telefônicas. E você diz: ‘Ei, então eu ouvi X sobre a pessoa Y; me fale sobre isso’. E o que você aprende é o contexto, e você aprende sobre o caráter e aprende sobre hábitos de trabalho, ética no trabalho e começa a entender, porque é um processo muito amorfo, esse tipo de trabalho ferrado que fazemos, você sabe, vida falsa. É uma coisa estranha, e é um terreno fértil para o comportamento atípico, e certas pessoas têm certos processos”. A atriz mais jovem do elenco, Alia Shawkat, que também co-estrelou “Transparent” com Tambor e que já havia apoiado publicamente “as vozes das vítimas”, contrapôs suas colegas masculinos. “Mas isso não significa que seja aceitável. E o ponto é que as coisas estão mudando e as pessoas precisam se respeitar de forma diferente”. Depois da entrevista, as redes sociais lotaram de críticas à defesa de Bateman do comportamento condenável de Tambor. Isto levou o ator a refletir e mudar de tom, assumindo-se “incrivelmente envergonhado” e afirmando lamentar profundamente ter subestimado os sentimentos de sua colega Jessica Walter. “Eu pareço que acho aceitável alguém gritar no ambiente de trabalho. Mas não acho. Parece que estou desculpando Jeffrey. Eu não estou. Parece que eu sou insensível a Jessica, mas eu não sou”, ele escreveu no Twitter. “Eu percebi horrorizado que não tinha noção de como aquele incidente a afetou. Eu estava tão determinado a deixar Jeffrey saber que ele contava com nosso apoio, que subestimei os sentimentos da vítima, outra pessoa que amo muito, e ela estava sentada ao meu lado”. Ele continou: “Este é um grande momento de aprendizado para mim. Eu não deveria ter tentado dar uma explicação masculina ou consertar uma briga, ou fazer tudo ficar bem. Eu deveria ter me focado no que é mais importante. Nunca há qualquer desculpa para abuso, de qualquer forma, de qualquer gênero. E a voz da vítima precisa ser ouvida e respeitada. Ponto.” Tony Hale também foi ao Twitter pedir desculpas por seus comentários e dizer que procurou pessoalmente Walter após a entrevista. “‘Arrested Development’ é uma das minhas famílias”, escreveu Hale. “Independentemente das minhas intenções, está claro que minhas palavras, tanto ditas quanto não ditas, serviram para minimizar a dor de Jessica e por isso lamento muito.” Tambor foi demitido de “Transparent”, série mais premiada da Amazon, no início deste ano depois que sua ex-assistente Van Barnes e sua colega Trace Lysette, ambas transexuais, o acusaram de assédio sexual e agressão. A 5ª temporada de “Arrested Development” estreia na próxima terça (29/5) na Netflix.

    Leia mais
  • Série

    Nova série animada do criador dos Simpsons ganha primeiras imagens

    23 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou as quatro primeiras imagens e a data de estreia de “Disenchantment” (desencantamento), nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. Esta é a primeira produção de Groening em quase duas décadas, desde o lançamento de “Futurama” em 1999. A história é uma fantasia animada para adultos, que se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”. A trama acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, ao lado do amigo Elfo e de um demônio chamado Luci. Ao longo de sua jornada épica, o trio vai se deparar com ogros, trolls, e humanos. O personagens serão dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). Em recente declaração, Groening descreveu “Disenchantment” como um show “sobre vida e morte, amor e sexo, e como continuar rindo em um mundo cheio de sofrimento e idiotas, apesar do que os anciãos, magos e outros idiotas lhe dizem”. A estreia está marcada para 17 de agosto.

    Leia mais
  • Série

    Richard Gere vai estrelar primeira série dramática de sua carreira

    23 de maio de 2018 /

    O ator Richard Gere (“Chicago”) vai viver seu primeiro papel de protagonista televisivo, como um barão da imprensa na minissérie da BBC “MotherFatherSon”. Desenvolvida por Tom Rob Smith (criador de “London Spy” e cocriador de “American Crime Story”) e com direção do cineasta James Kent (“Juventudes Roubadas”), a atração de oito capítulos é descrita como um psycho-thriller ambientado em sistemas de poder na política, na mídia e na polícia. Na trama, Gere viverá Max, um americano que fez fortuna sozinho e virou um dos nomes mais influentes do país com seu poderoso jornal, agora comandado por seu filho. Entretanto, o rapaz tem um estilo de vida desregrado, enfraquecendo os negócios da família. “Faz quase 30 anos que eu trabalhei na televisão, e estou muito agradecido por esse extraordinário projeto de oito horas com pessoas talentosas e que reflete muito o tempo em que vivemos”, manifestou-se o ator no comunicado da produção. Na verdade, ele participou como narrador de um episódio da série documental “Cosmos: Uma Odisséia do Espaço-Tempo” há apenas quatro anos. E ainda entrou na dramatização de dois episódios da série documental “Freedom: A History of Us” há 15 anos. Antes disso, teve outra pequena participação no telefilme “E a Vida Continua” (1993). Mas a última vez que foi visto num episódio de série dramático já faz bem mais que os 30 anos alegados. Foi em 1976, num capítulo da clássica “Kojak”. Ou seja, há 42 anos. Mesmo assim, nunca integrou elenco fixo de uma série em toda a sua carreira. Ele vai dividir a tela com Helen McCrory (“Peaky Blinders” e franquia “Harry Potter”) e Billy Howle (“Dunkirk”). As gravações de “MotherFatherSon” começarão neste mês em Londres.

    Leia mais
  • Série

    Zachary Levy entra na 2ª temporada de Marvelous Mrs. Maisel

    23 de maio de 2018 /

    Zachary Levy vai voltar a aparecer numa série, após sua passagem pelo curto revival de “Heroes”. O ex-protagonista de “Chuck” e futuro “Shazam!” do cinema terá um papel recorrente em “Marvelous Mrs. Maisel”. Levi vai estrear na 2ª temporada da série de streaming da Amazon como um médico de Manhattan que de repente começa a orbitar o mundo da personagem-título, vivida por Rachel Brosnahan. Detalhes adicionais sobre seu personagem estão sendo mantidos em sigilo. A novidade vem à tona logo após a trama de época criada pelo casal Amy Sherman-Palladino e Daniel Palladino ter sido renovada para sua 3ª temporada, antes da estréia de seu segundo ano. Ainda não há previsão para o lançamento dos próximos episódios.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Clint Walker (1927 – 2018)

    23 de maio de 2018 /

    Morreu Clint Walker, astro da série clássica “Cheyenne” e um dos “12 Condenados”. O ator americano faleceu na segunda-feira (21/5) em sua casa no interior da Califórnia, aos 90 anos, de um problema cardíaco. Norman Eugene Walker nasceu em 30 de maio de 1927, em Hartford, Illinois. Ele deixou a escola aos 16 anos para encontrar emprego – primeiro em uma fábrica local, depois na marinha mercante. Em 1948 ele se casou com a primeira de suas três esposas, com quem teve uma filha. Aspirando uma vida melhor, a família mudou-se para Las Vegas, onde o jovem arranjou trabalho como segurança no Sands Hotel. Foi lá que o ator Van Johnson, impressionado com seu porte físico, sugeriu que ele explorasse a atuação. O jovem seguiu o conselho e começou a fazer testes para compôr figuração. Até que foi-lhe oferecida a oportunidade de conhecer o lendário diretor Cecil B. DeMille, que preparava a produção de seu último épico, “Os Dez Mandamentos” (1956). Mas a caminho do estúdio, ele viu uma mulher mais velha atrapalhada com seu carro, pedindo ajuda para trocar um pneu. Ele não pensou duas vezes, mesmo que o tempo perdido na boa ação pudesse lhe custar o papel. Quando chegou à reunião, DeMille lhe disse severamente: “Você está atrasado, jovem”. Conforme ele conta esta história, em sua biografia, Walker lembrou-se de pensar: “Uh-oh. Minha carreira terminou antes de começar!” Ele tentou se justificar, explicando que havia parado para ajudar alguém na estrada, sendo inesperadamente interrompido por DeMille. “Sim, eu sei tudo sobre isso. Aquela mulher era minha secretária”. Walker conseguiu um papel um pouco mais destacado, como capitão dos guardas. Isto lhe abriu as portas em Hollywood. E, logo depois, um novo encontro com outra lenda de Hollywood mudou sua vida para sempre. A começar por seu nome. Norman virou Clint por decisão de Jack Warner, da Warner Bros., ao contratá-lo para viver seu primeiro grande papel, Cheyenne Bodie, um cowboy destemido e de bom coração, que acabou enfrentando inúmeros bandidos na televisão. O nome do personagem, por sua vez, era herança da tribo que o criou. Os pais do rapaz foram mortos por índios desconhecidos, mas ele foi encontrado vivo por uma tribo Cheyenne, que o criou dos 10 aos 18 anos, quando ele decidiu retornar para a civilização branca. Apesar de seu passado traumático, Bodie mantinha uma atitude positiva e compreensiva em relação aos nativos americanos, algo ainda pouco comum no gênero conhecido como “bangue-bangue” por ter mais tiros que tolerância. Lançada em 1955, “Cheyenne” foi uma das primeiras séries produzidas pela Warner e a primeira de temática western da TV americana. Parecia até cinema em comparação às demais atrações televisivas da época, tamanho o cuidado tomado pelo estúdio para inaugurar o gênero. A série fez tanto sucesso que virou, de fato, cinema. Dois episódios de 1957 foram reunidos numa edição especial e lançados como um filme nos Estados Unidos. O impacto da produção também inspirou o surgimento de outras séries e, de uma hora para outra, a programação televisiva se viu cercada por um tiroteio de cowboys rivais. Clint Walker não tinha quase experiência como ator quando foi selecionado por Jack Warner para a produção. Tampouco sabia andar a cavalo – aprendeu na marra. Mas tinha um físico e uma estatura imponente, que deixava os demais atores na sombra. Tanto que as cenas de briga de “Cheyenne” costumavam ser difíceis de filmar, porque Walker ocupava toda a tela. Não só era muito alto, com 1,80 metro, mas também tinha um peitoral de fisiculturista. E a série aproveitava ao máximo para enfatizar estas qualidades, filmando-o descamisado em diversas ocasiões, mesmo quando o enredo não pedia. Na época, um crítico do jornal The New York Times chegou a defini-lo como “o maior e mais bonito herói ocidental a montar um cavalo, com um par de ombros capaz de rivalizar com o de King Kong”. “Cheyenne” só não aproveitou seus belos olhos azuis porque era produzida em preto e branco. Mas quando ele apareceu nos primeiros filmes em Technicolor, seu fã-clube aumentou. O ator aproveitou a popularidade da série para estrelar alguns westerns durante as pausas da produção. Assim, projetou-se no cinema. Os filmes da época incluem “O Rifle de 15 Tiros” (1958), “A Lei do Mais Valente” (1959) e “Ouro que o Destino Carrega” (1961), todos dirigidos por Gordon Douglas – e o último coestrelado pelo futuro 007 Roger Moore. Além de viver outros cowboys no cinema, ele também viveu o mesmo cowboy em outras séries. “Cheyenne” deu origem a um universo compartilhado de séries de cowboys da Warner, que incluíam “Bronco”, “Sugarfoot”, “Colt. 45”, “Lawman” e a popular “Maverick”. Body até apareceu num episódio de “Maverick” de 1960, mas a principal ligação das séries se deu por conta de uma personagem vivida por Diane Brewster, que após ser introduzida num capítulo de “Cheyenne” fez quatro aparições em “Maverick”. A série ficou no ar por sete temporadas, até 1963. Ou, mais exatamente, até o fim do contrato de Clint Walker. O ator queria ter saído da produção antes, já que tinha muitos convites para filmar e, durante um impasse na longa negociação com a Warner, chegou até a ser substituído provisoriamente por outro cowboy em sua própria série: Bronco, personagem que depois ganhou um spin-off. Ao sair de “Cheyenne”, ele também decidiu dar um tempo nos papéis de cowboys. Foi fazer uma comédia – que virou clássico – , “Não Me Mandem Flores” (1964), como coadjuvante de Rock Hudson e Doris Day. Estrelou o único filme dirigido pelo cantor Frank Sinatra, o drama de guerra “Os Bravos Morrem Lutando” (1965). Foi parar nas selvas da Índia na aventura “Maya” (1966). E, principalmente, se alistou na missão histórica de “Os 12 Condenados”, o clássico de 1967 que estabeleceu a fórmula dos filmes de anti-heróis, os malvados necessários, reunidos para atingir um objetivo capaz de redimi-los ou matá-los. Nada menos que o esquadrão suicida original. Muito copiado, o filme dirigido pelo mestre Robert Aldrich acompanhava um grupo de militares americanos presos por crimes de guerra, recrutados pelo major vivido por Lee Marvin para atingir um alvo importante atrás das linhas nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. As chances de sucesso eram pequenas, de retornar com vida menores ainda, mas se fossem capazes de realizar o feito, eles teriam as sentenças comutadas e ainda seriam considerados heróis. Ao lado de Clint Walker, toparam a proposta personagens vividos por Charles Bronson, Donald Sutherland, Jim Brown, Telly Savalas, o cantor Trini López e até o cineasta John Cassavetes. Foi um estouro de bilheteria, que ganhou continuações, imitações e até uma série nos anos 1980. Também foi o ponto alto da carreira de Walker, que ao tentar retomar os filmes de cowboy, pensando em reviver seus dias de glória, acabou enveredando por um punhado de produções B que esgotaram seus créditos como ator de cinema. No melhor deles, “O Grande Búfalo Branco” (1977), voltou a contracenar com Charles Bronson. A falta de novos sucessos o fez reaparecer na TV, numa profusão de participações especiais, inclusive como interesse amoroso de Lucille Balle no clássico sitcom “The Lucy Show”. Mas foi como seu velho personagem, Cheyenne Brody, que retomou a atenção do público. Cheyenne Brody reapareceu depois de 30 anos sumido, em plenos anos 1990, em duas oportunidades: num telefilme do personagem “The Gambler” (vivido pelo cantor Kenny Rogers), que reunia diversos cowboys clássicos da TV, e num episódio do revival da série “Kung Fu” de 1995. Esta foi também a última aparição de Clint Walker como ator. Depois disso, ele ainda trabalhou como dublador em “Pequenos Guerreiros” (1998), aventura infantil de Joe Dante, sobre um grupo de soldados de brinquedo criados com tecnologia de ponta que decidem levar sua missão a sério demais. Na produção, ele voltou a se juntar com alguns de seus co-protagonistas de “Os 12 Condenados”.

    Leia mais
  • Série

    Impulse: Série do diretor de No Limite do Amanhã ganha trailer cinematográfico

    23 de maio de 2018 /

    O YouTube Red divulgou o pôster, o segundo trailer e cinco teasers de “Impulse”, série derivada do filme e da franquia literária juvenil “Jumper”. As prévias são muito melhores do que a premissa sugeria. O envolvimento do cineasta Doug Liman no projeto rendeu uma série cinematográfica. O diretor de “A Identidade Bourne” (2002) e “No Limite do Amanhã” (2014) também dirigiu “Jumper” em 2008 e volta à franquia para comandar o episódio inaugural da série, além de assinar a produção. Para quem não lembraq, o filme original acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar do mundo em um instante. Mas ao conhecer Griffin (Jamie Bell), outro jumper, ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. Já a série é focada numa nova geração de jumpers. Enquanto o filme adaptava o primeiro livro de Steven Gould, também chamado de “Jumpers” e escrito em 1992, a atração do YouTube é baseado no terceiro livro, também chamado “Impulse” e publicado em 2013. A trama foi escrita por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (de “Feito na América”, também dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, Henrietta Cole (Maddie Hasson, da série “Twisted”), que prefere ser chamada pelo nome masculino de Henry e sempre se sentiu diferente de seus colegas. Seu maior desejo era escapar de sua cidade pequena. E isto é prontamente atendido, quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. Mas isso não acontece de forma suave, causando catástrofes ao seu redor. O elenco ainda inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”), Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”), David James Elliott (série “Secrets and Lies”) e Callum Keith Rennie (série “Jessica Jones”). A previsão de estreia é para o verão norte-americano, entre junho e agosto.

    Leia mais
  • Filme

    Casal Obama vai produzir séries, filmes e documentários para a Netflix

    22 de maio de 2018 /

    A Netflix anunciou ter fechado um acordo de produção de filmes e séries com uma dupla inesperada de produtores: Barack Obama e Michelle Obama, ex-presidente e ex-primeira-dama dos Estados Unidos. A plataforma não revelou se já há algum projeto em andamento, mas, segundo o comunicado, os Obamas vão produzir séries roteirizadas, séries sem roteiro, séries de documentário, documentários e filmes de longa-metragem. Este é o segundo contrato do casal Obama para desenvolver obras culturais. Em março de 2017, Barack e Michelle assinaram um acordo editorial de valor recorde com a Penguin Random House, que prevê um livro de cada um. Segundo o jornal Financial Times, a editora, que não falou em números, teria oferecido mais de US$ 60 milhões para garantir os direitos de ambas as obras.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie