Pennyworth: Alfred enfrenta a psicodelia no trailer da 3ª temporada
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Pennyworth”, que avança no tempo para mostrar o futuro mordomo de Batman numa trama psicodélica do final dos anos 1960, enfrentando uma droga capaz de controlar mentes, além de supervilões. “Pennyworth” acompanha a juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) e mostra como ele se envolveu com Thomas Wayne (Ben Aldridge) e Martha Kane (Emma Paetz), os futuros pais de Batman. Desenvolvida por Bruno Heller, criador de “Gotham”, a série iniciou sua trama na Inglaterra do começo dos anos 1960, mas terá um salto de cinco anos nos novos episódios, que assumem maior influência de 007 – ou melhor, das paródias de 007 da época. Até as invenções de Lucius Fox (Simon Manyonda) ganham maior equivalência aos gadgets de Q. Os novos episódios estreiam em 6 de outubro.
“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” para sua 2ª temporada. A série agradou a crítica, atingindo 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com um reinvenção considerada até melhor que a “Pretty Little Liars” original, graças à elementos de terror slasher introduzidos pelo criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, e sua parceira de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A trama gira em torno de um grupo de garotas adolescentes atormentado por um agressor desconhecido por culpa de segredos de suas mães. Refletindo a tendência dos últimos anos, o elenco é mais diversificado que o da série de 2010, destacando Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente Tabby (Kinney), a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases – o que alinha a atração ao estilo referencial de “Pânico” – enquanto as protagonistas tentam descobrir quem é o misterioso A. “Estamos muito orgulhosos da incrível resposta da crítica e dos fãs recebida por ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max. “Os espectadores abraçaram nossa nova geração de Liars, além de Roberto e Lindsay, brilhantemente sombrios e cheios de terror, nesta franquia icônica. Junto com [as produtoras] Alloy e Warner Bros. Television, estamos entusiasmados em continuar o legado de ‘Pretty Little Liars’.” Com a renovação, “Um Novo Pecado” se tornou o primeiro derivado da série original a ir além da temporada inaugural. Adaptação de best-seller de Sarah Shepard, “Pretty Little Liars” durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform – além de deslanchar a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das belas mentirosinhas originais. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Por isso, a HBO Max decidiu buscar outros criadores para comandar o terceiro spin-off. Roberto Aguirre-Sacasa e Lindsay Calhoon Bring comemoram com entusiasmo a renovação. “Estamos muito animados para continuar contando histórias com nosso incrível grupo de pequenas mentirosas – explorando suas amizades, seus romances, seus segredos e seus status de supremas rainhas do grito!”, disseram em comunicado conjunto. “Agradecimentos eternos aos fãs que abraçaram esta nova versão de terror de ‘Pretty Little Liars’ – que continuaremos, é claro – bem como aos nossos parceiros da HBO Max, Warner Bros. Television e Alloy Entertainment. Como Tabby diria, ‘há uma sequência a caminho!’” Só não há previsão de estreia para os novos episódios. Veja abaixo um vídeo com alguns dos momentos assustadores da 1ª temporada, divulgado junto do anúncio da renovação nas redes sociais. Foi aqui que pediram renov🅰️ção de #PLLUmNovoPecado? Pois fiquem calmos, porque nossas meninas vão voltar pra segunda temporada 🖤 https://t.co/El2n3gWGKA — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) September 7, 2022
Kate Walsh estará na 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”
A atriz Kate Walsh foi confirmada na 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”, retomando seu papel como a Dra. Addison Montgomery, que ela interpretou pela primeira vez em 2005. Para quem não lembra, Addison Montgomery é a ex-esposa de Derek Shepherd (Patrick Dempsey) e tem uma história complicada com Meredith Grey (Ellen Pompeo). A personagem foi introduzida no final da 1ª temporada, numa das cenas de cair o queixo mais famosas do programa. Inicialmente definido como recorrente, o papel acabou se expandindo e se tornou fixo até a 3ª temporada, quando a produtora Shonda Rhimes criou um spin-off centrado em Addison, “Private Practice”. Esta série viu a personagem se mudar para Los Angeles para iniciar uma nova história – que durou seis temporadas. Mas mesmo enquanto estava em “Private Practice”, Walsh ainda aparecia na série principal em crossovers e como atriz convidada. Após o cancelamento do spin-off, ela simplesmente sumiu e até o resgate do ano passado não era vista desde a 8ª temporada. Walsh retornou à “Grey’s Anatomay” na última temporada em um arco de vários episódios, em que repercutiu a morte de seu ex-marido Derek junto à sua ex-cunhada Amelia (Caterina Scorsone) e à viúva Meredith, aparando diferenças do passado. Em uma entrevista da época, Walsh revelou ter adorado voltar a viver Addison após o final de “Private Practice”. “Fiquei muito satisfeito e encantada”, disse, deixando a porta aberta para novas participações. “Ninguém sabe o que o futuro reserva”, apontou. Ela terá uma participação ainda maior na 19ª temporada, começando no terceiro episódio. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” será uma espécie de reboot, com a introdução de vários integrantes novos ao elenco, na forma de novos residentes no hospital da trama. Isto vai acontecer para compensar a redução da participação de Ellen Pompeo, que acertou aparecer em apenas oito episódios nesta temporada para poder estrelar uma minissérie (ainda sem título) na plataforma Hulu. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia em 6 de outubro no canal americano ABC. No Brasil, a série é exibida no canal Sony. Temporadas anteriores de “Grey’s Anatomy” também podem ser vistas nos serviços de streaming Prime Video, Globoplay e Star+.
Tulsa King: Veja o trailer da primeira série estrelada por Sylvester Stallone
A Paramount+ divulgou o trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
House of Hammer: Público flagra “fake news” e série decide deletar foto polêmica
O público descobriu que uma foto exibida na série documental “House of Hammer: Segredos de Família”, apontada como marca de uma suposta mordida de Armie Hammer no corpo de Courtney Vucekovich, é na verdade a imagem de uma tatuagem aleatória encontrada na rede social Pinterest. Vucekovich é uma das ex-parceiras que acusa o ator de comportamento sexual violento, com tendências de psicopatia canibal. Foi ela própria quem forneceu a imagem para a produção da série, disponibilizada na plataforma Discovery+. Após a repercussão, ela se justificou dizendo que foi levada pelo ator a acreditar que se tratava do registro de um hematoma sobre seu corpo. “A marca de mordida mostrada era uma foto enviada por Armie em nosso tópico de texto arquivado e, mais de um ano depois, acreditei que fosse uma foto minha, já que tenho dezenas de fotos retratando seu abuso em meu corpo”, alegou a jovem em comunicado. Após a confirmação de que estaria corroborando “fake news”, a produtora Talos Films, responsável pela série documental, decidiu remover o trecho da série. “Levamos a sério a responsabilidade de representar as histórias das vítimas. Quando novas informações surgiram sobre esta série, começamos imediatamente a investigá-la e faremos as alterações apropriadas o mais rápido possível”, afirmou a produtora, também por meio de comunicado. Esta é a segunda polêmica envolvendo “House of Hammer: Segredos de Família”. A mulher identificada como Effie, que está processando o ator Armie Hammer na Justiça por abuso sexual, acusou os responsável pela produção, Elli Hakami e Julian Hobbs, de “explorar seu trauma e sua dor” na série, e que o material, ao invés de servir de alerta, é nocivo para ela e outras sobreviventes. “A forma como eles estão explorando meu trauma é nojenta. Quando eu grito que ‘não’ e eles continuam, dizendo que não precisam da minha permissão, eles me lembram de Armie”, ela declarou. A série, com três episódios, foi lançada na sexta-feira (2/9) na plataforma Discovery+. Veja o trailer.
Atriz de “Sem Remorsos” vai estrelar nova série “Star Wars”
A atriz Jodie Turner-Smith (“Sem Remorsos”) está finalizando um acordo para se juntar a Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) na próxima série de “Star Wars” da Disney+, “The Acolyte”. A informação é do site Deadline, que apurou a negociação junto de suas fontes na produção. Oficialmente, Stenberg é a única integrante do elenco confirmado até o momento nesse projeto. Mas nem seu personagem é conhecida, o que torna “The Acolyte” a série mais sigilosa de “Star Wars”. Vale lembrar, de todo modo, que o nome acólito já é usado no universo “Star Wars” para designar aprendizes dos Lordes Sith, que demonstram inclinação para desenvolver o lado sombrio da Força. Criada por Leslye Headland (a criadora de “Boneca Russa” na Netflix), a nova série pretende explorar os segredos sinistros e poderes emergentes nos dias finais da República, com ênfase para os aspectos malignos da Força. O fato de os dois primeiros nomes ventilados para o elenco serem de atrizes negras sugere uma declaração de guerra contra o lado sombrio do fandom de “Star Wars”, que tem atacado sistematicamente intérpretes não brancos da franquia. A Lucasfilm não deve estar nada feliz de ver o nome de sua franquia espacial bilionária associada à racismo nas redes sociais. E pode estar querendo virar o jogo, para se tornar sinônimo de inclusão. Jodie Turner-Smith já tem a pele curtida contra reações racistas das redes sociais, após estrelar a série “Ana Bolena: A Rainha”, em que se tornou a primeira intérprete negra da segunda esposa de Henrique VIII.
Netflix fecha acordo em processo de enxadrista citada em “O Gâmbito da Rainha”
A Netflix fechou um acordo com a enxadrista Nona Gaprindashvili após ser processada em US$ 5 milhões por conta de uma frase da série “O Gambito da Rainha”. Os termos do acordo, finalizado nesta terça (6/9), um ano após o início do processo, não foram divulgados. Gaprindashvili, que foi uma das maiores campeãs de xadrez do mundo nos anos 1970, acusou a série de apresentar falsas informações em tom “sexista e de menosprezo” sobre sua carreira. Vencedora de 11 prêmios Emmy, “O Gambito da Rainha” narra a trajetória da enxadrista fictícia Beth Harmon (Anya Taylor-Joy), órfã que eventualmente vence os principais mestres russos nos anos 1960, durante o auge da Guerra Fria. No episódio final da produção, a fala de um comentarista de xadrez menciona Gaprindashvili ao compará-la com a personagem fictícia. “A única coisa incomum sobre ela [Harmon], realmente, é seu gênero. E mesmo isso não é único na Rússia. Há Nona Gaprindashvili, mas ela é a campeã mundial feminina e nunca enfrentou homens”. Segundo o processo aberto pela enxadrista georgiana, “a alegação de que Gaprindashvili ‘nunca enfrentou homens’ é manifestamente falsa, além de ser altamente nojenta, sexista e em tom de menosprezo”. Ela afirma que, em 1968, quando o episódio se passa, ela já havia competido com pelo menos 59 homens enxadristas, incluindo 10 Grandes Mestres. “A Netflix descaradamente mentiu sobre as conquistas de Gaprindashvili pelo propósito barato e cínico de ‘elevar o drama’ por fazer parecer que seu herói fictício conseguiu fazer o que nenhuma outra mulher, incluindo Gaprindashvili, havia feito”, afirmou o processo da enxadrista, que também se queixou de uma segunda questão adicional: a nacionalidade atribuída a ela, na série. “Adicionando insulto à injúria, a Netflix ainda descreveu Gaprindashvili como russa, mesmo sabendo que ela é georgiana, e que os georgianos sofreram sob a dominação russa quando parte da União Soviética, e têm sido atacados e invadidos pela Rússia desde então”, completou a ação da ex-campeã. Em seu processo, Gaprindashvili pleiteou uma indenização mínima de US$ 5 milhões e exigiu que a fala fosse retirada da série. Manifestando-se em comunicado à imprensa dos EUA na época do processo, a plataforma de streaming afirmou: “A Netflix tem o maior respeito pela senhora Gaprindashvili e sua ilustre carreira, mas acreditamos que essa queixa não tem mérito e vamos defender essa posição vigorosamente”. De fato, a Netflix tentou barrar a ação na Justiça, alegando liberdade de expressão. Mas em janeiro um juiz federal rejeitou esse argumento, sustentando que obras de ficção não estão imunes a processos judiciais se difamarem pessoas reais. A Netflix recorreu da decisão ao Tribunal de Apelações do 9º Circuito, mas nesta terça-feira o caso foi arquivado. “As partes estão satisfeitas que o assunto foi resolvido”, disse à imprensa o advogado Alexander Rufus-Isaacs, que representou Gaprindashvili. Um porta-voz da Netflix também disse: “Estamos satisfeitos que o assunto tenha sido resolvido”. Nada mais foi acrescentado. Mas vale conferir nos próximos dias se a fala polêmica continua na série.
Quadrinhos de “Bloom County” vão virar série animada
A tirinha “Bloom County”, criada por Berkeley Breathed na década de 1980, vai virar uma série animada. A série será desenvolvida pelo veterano Tim Long, produtor de “Os Simpsons”, para a rede americana Fox. “Bloom County” apareceu pela primeira vez em 1980, no jornal estudantil The Daily Texan (com o nome de “The Academia Waltz”) e depois passou para o Washington Post, onde se tornou um fenômeno editorial e foi publicada até o ano de 1989. A tirinha apresentava um comentário ácido a respeito de temas políticos e culturais da sua época, refletidos em quadrinhos por meio de bizarros personagens ficcionais. Os personagens principais de “Bloom County” eram um advogado machista e irresponsável, um gato malhado laranja, imundo e cheio de pulgas (numa paródia clara ao personagem Garfield), um pinguim que se perdeu da sua mãe, um repórter de 10 anos de idade e muitos outros. O sucesso de “Bloom County” foi tão grande que rendeu a Breathed o Prêmio Pulitzer de cartoon editorial, em 1987. Porém, como suas tirinhas apareciam nas páginas de quadrinhos, e não no editorial do jornal, seu prêmio foi desaprovado por muitos dos membros da Associação de Cartunistas Editoriais Americanos. Em 2015, Breathed reviveu seus personagens em publicações no Facebook. O próprio Breathed vai escrever a série animada, em parceria com Long, que será o showrunner da atração. A série “Bloom County” ainda não tem previsão de estreia.
Minissérie sobre Chacina da Candelária ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos da minissérie sobre a Chacina da Candelária, em meio a anúncios de novas produções brasileiras na plataforma. O crime conhecido como Chacina da Candelária aconteceu na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, quando um táxi e um Chevette com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para seus ocupantes atirarem contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo na região. Oito pessoas morreram, incluindo crianças, e as investigações descobriram que os autores dos disparos eram milicianos. Ainda sem título, a produção terá como showrunner o cineasta Luis Lomenha (“Luto como Mãe”), que passou os dois últimos anos trabalhando na produção. A trama vai acompanhar as 36 horas que antecedem a tragédia pelo ponto de vista de quatro crianças. Oriundos de lares desestruturados, esses jovens encontram nas ruas do Rio de Janeiro, e na companhia mútua, uma forma de tocar a vida e, quem sabe, alcançar seus sonhos e viver aventuras – até terem seus futuros interrompidos por uma chacina de repercussão mundial. “A infância é sinônimo de esperança. É o hoje, o amanhã e o depois. Uma sociedade que se silencia diante da morte de crianças pretas é um agrupamento de desumanos, um sodalício que precisa de um novo começo”, afirmou Lomenha em comunicado da plataforma sobre a produção. Para desenvolver o projeto, Lomenha reuniu alguns dos sobreviventes com os roteiristas Renata Di Carmo, João Santos, Luh Maza, Dodo Azevedo e Igor Verde. O detalhe é que, em vez de uma narrativa dramática do evento trágico – como o filme “Fruitvale Station: A Última Parada” – , o roteiro pretende misturar elementos oníricos entra as cenas de drama e ação. A minissérie terá quatro episódios e protagonistas interpretados por jovens negros, que ainda não atuaram no mercado do audiovisual, selecionados após cinco meses de parceria com diversos grupos artísticos da periferia do Rio de Janeiro. Eles contracenarão com artistas consagrados, como o veterano ator Antônio Pitanga e o cantor Péricles, que podem ser vistos nas fotos abaixo, além de Leandro Firmino, Maria Bopp e Stepan Nercessian. A direção dos episódios está a cargo de Luis Lomenha e Marcia Faria (“Me Chama de Bruna”). Os dois também aparecem nas fotos abaixo.
Globo teria encerrado “As Five” após cinco anos
A Globo teria concluído a saga de “As Five”. As gravações da 3ª temporada da série foram encerradas no sábado (3/9) e toda a equipe já foi liberada. Segundo informações de fontes próximas à produção, a trama não deixaria brecha para uma continuação, finalizando a história das cinco amigas que se conheceram no colégio e se reencontraram no início da vida adulta. Este seria, por sinal, o motivo por trás do fim do contrato de Cao Hamburger com a emissora. O roteirista e criador de “As Five” escreveu duas temporadas e não teve seu contrato renovado. A série juvenil é derivada de “Malhação: Viva a Diferença”, atração premiada com o Emmy Kids Internacional. Só que sua abordagem é bem mais adulta, ao mostrar o que acontece com as “Five”, as cinco protagonistas da história original – Benê (Daphne Bozaski), Ellen (Heslaine Vieira), Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti) e Tina (Ana Hikari) – , após cada uma seguir um rumo diferente no final da história original, exibida entre entre 2017 e 2018, e recentemente reprisada na rede Globo. Até o momento, apenas a 1ª temporada de “As Five” foi exibida – estreou em novembro de 2020. Apesar de pronta, a 2ª temporada só vai estrear em 2023 em data ainda não revelada. E a 3ª foi gravada inteiramente sem a repercussão do público sobre o segundo ano. Nos episódios inéditos, uma das novidades será o triângulo amoroso formado por Ellen (Heslaine Vieira), Lica (Manoela Aliperti) e Maura (Tamirys O’hanna). As duas amigas se interessarão pela garota, que é colega de trabalho de Ellen.
4ª temporada de “Sintonia” ganha sinopse oficial
A Netflix divulgou a sinopse oficial da 4ª temporada de “Sintonia”. A série foi renovada há apenas três semanas, mas a equipe já está trabalhando na produção. Diz a sinopse: “Depois de sofrer um atentado bem quando tentava uma saída do mundo do crime, Nando vai ter que lidar com as graves consequências impostas sobre seus amigos e família. A conta das escolhas feitas chegou cara para o trio da Vila Áurea, mas sempre há um novo caminho para quem não aceita a derrota e acredita na força da amizade.” A plataforma de streaming também compartilhou uma nova imagem que reúne os três protagonistas da série – Christian Malheiros, Bruna Mascarenhas e Jottapê (veja acima). “Sintonia” é produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). A trama acompanha Nando (Malheiros), Rita (Mascarenhas) e Doni (Jottapê), três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. A 4ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
Atriz de “NCIS” revela ter sofrido AVC
A atriz Pauley Perrette, que por 15 anos interpretou a personagem Abby Sciuto em “NCIS”, até sair em 2018, revelou neste fim de semana que enfrentou sérios problemas de saúde recentemente. Num post publicado no Twitter, ela detalhou sua luta, revelando que teve um AVC (acidente vascular cerebral) grave há exatamente um ano. “Um ano atrás eu tive um grande acidente vascular cerebral. Antes disso, perdi familiares e amigos queridos, papai e depois o primo Wayne. Ainda assim, sou uma sobrevivente após esta vida traumática que me foi dada até agora… E ainda sou tão grata, ainda tão cheia de fé, e AINDA AQUI!”, ela publicou Perrette, compartilhou um vídeo de si mesma junto do post, onde ela disse: “Oh meu Deus, é o aniversário de um ano desde que tive um derrame e ainda estou aqui”. “Sim, eu ainda estou aqui de novo, quantas vezes eu engano a morte?”, continuou, afirmando que também quase morreu de “alergia a tintura de cabelo” e foi vítima de estupro e agressão. Ela não entrou em detalhes, mas corre que esta agressão aconteceu nos bastidores da série e foi responsável por sua saída, mesmo sendo a intérprete mais popular de “NCIS”. Em 2019, meses após sair do programa, ela disse no Twitter que morria de medo de Mark Harmon, protagonista da produção. Ela sugeriu que foi agredida por ele e que, depois de denunciá-lo, acabou demitida da série. Após sua saída do “NCIS”, Perrette estrelou a sitcom “Broke”, que só durou uma temporada. Após o cancelamento em 2020, ela anunciou que estava oficialmente aposentada da atuação. It’s 9/2 One year ago I had a massive stoke. Before that I lost so many beloved family and friends, And daddyAnd then Cousin Wayne Yet still a survivor after this traumatic life I’ve been given so far… And still so grateful,Still so full of faith,And STILL HERE! pic.twitter.com/psHokwiHij — Pauley Perrette (@PauleyP) September 2, 2022
Vítima de Armie Hammer acusa série documental de “explorar seu trauma”
A mulher identificada como Effie, que está processando o ator Armie Hammer na Justiça por abuso sexual, enviou uma nota ao jornal Los Angeles Times em que critica a série documental “House of Hammer: Segredos de Família”, sobre os escândalos da família do ator. Ela acusou os responsável pela produção, Elli Hakami e Julian Hobbs, de “explorar seu trauma e sua dor”, e que o material, ao invés de servir de alerta, é nocivo para ela e outras sobreviventes. Effie, que prefere não dar detalhes de sua identidade, foi a primeira mulher a vir a público com acusações contra Hammer, em 2021. Na época, ela contou a história em seu Instagram, chamado “House of Effie”, e acusou Hammer de tê-la estuprado e de manifestar tendências de psicopata, com preferências canibalescas. O post fez com que dezenas de outras mulheres também relatassem suas experiências traumáticas com o ator. Logo depois surgiram acusações de que Hammer convenceu mulheres a participarem de práticas sexuais inseguras. Uma das mulheres, Paige Lorenze, alega que Hammer marcou uma letra “A” em sua pele usando uma faca, e queria que ela removesse uma costela para que ele pudesse comer. Courtney Vucekovich, que ficou com o ator por alguns meses do ano passado, disse que conviver com Hammer era como namorar Hannibal Lecter — o famoso personagem canibal de “O Silêncio dos Inocentes” e da série “Hannibal”, e que ele também queria fazer churrasco com sua costela. “É extremamente inapropriado explorar um momento tão trágico e vulnerável nas vidas das pessoas, sem preocupações com nosso processo de cura ou privacidade”, declarou Effie em nota enviada ao jornal. Ela conta que chegou a ser abordada pelos produtores para que fosse incluída no documentário, mas recusou. “A forma como eles estão explorando meu trauma é nojenta. Quando eu grito que ‘não’ e eles continuam, dizendo que não precisam da minha permissão, eles me lembram de Armie”, declarou. O documentário usa capturas de tela da conta de Effie no Instagram e até mesmo um vídeo publicado por ela no YouTube. Effie também ficou chateada por sua advogada, Gloria Allred, não tê-la comunicado de que iria participar de “House of Hammer”. Mas a série documental não investiga apenas os abusos cometidos pelo ator, revelando vários segredos de sua família para demonstrar que as práticas envolvendo BDSM, suposto canibalismo e violência remontam a seu bisavô, Armand Hammer, um bilionário da indústria do petróleo. A série, com três episódios, foi lançada na sexta-feira (2/9) na plataforma Discovery+. Veja o trailer.











