CW oficializa séries de Batwoman, Katy Keene e Nancy Drew
A rede The CW aprovou três de seus pilotos, encomendado a produção de temporadas inaugurais para as novas séries “Batwoman”, “Katy Keene” e “Nancy Drew”. Todas são baseadas em IPs (sigla em inglês de propriedades intelectuais) conhecidas, como tem sido prioridade dos canais e plataformas na disputa (cada vez mais acirrada) pela audiência. Duas das produções são spin-offs. A personagem-título de “Batwoman” chegou a ser introduzida no crossover “Elseworlds”, que juntou três séries de super-heróis da DC Comics exibidas pelo CW. E “Katy Keene” se passa no mesmo universo de “Riverdale”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose (“Megatubarão) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Como a série vai se passar em Gotham City, também apresentará alguns personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para completar, a direção do piloto aprovado foi realizada por Marcos Siega, que no ano passado emplacou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. “Katy Keene” é baseada nos quadrinhos homônimos, que são publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. Mas ganhará uma roupagem mais moderna. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, ela será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A série traz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) como a personagem-título e também contará com Ashleigh Murray repetindo seu papel de Josie, de “Riverdale”. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, que também lançou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. Por fim, “Nancy Drew” é a nova encarnação da detetive mirim criada na literatura juvenil em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em cinco filmes (o mais recente é de 2007, com Emma Roberts no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A versão da CW mostrará uma Nancy Drew mais velha. Mas não tanto, acompanhando a personagem como uma jovem adulta de 18 anos – ou seja, “Veronica Mars”. O projeto foi escrito por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e vai mostrar Nancy após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia familiar a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato fantasmagórica – enquanto sua investigação revela segredos mais profundos do que jamais imaginou. A produção é de Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla de “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy será interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. Ela terá companhia de Freddie Prinze Jr. (o Fred nos filmes live-action de “Scooby-Doo”), que viverá seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”) e Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Além desses projetos, o canal tinha outros três pilotos para avaliar. Embora não tenha sido imediatamente aprovado, “Glamourous” foi colocado “em contenção”. Ou seja, a CW quer avaliar melhor e, por via das dúvidas, mantém elenco e equipe sob contrato por mais tempo. A comédia de Jordon Nardino (roteirista de “Quantico” e “Star Trek: Discovery”) acompanha um adolescente que recusa rótulos de gênero e acaba arranjando emprego na indústria de cosméticos. Ben J. Pierce (“Guidance”) tem o papel principal, num elenco com John Barrowman (“Arrow”), Peyton List (“Light as a Feather”) e a veterana Brooke Shields (“Jane the Virgin”). Apesar do IP forte, o projeto de “The Lost Boys”, adaptação do filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, não atendeu às expectativas da CW, que encomendou a produção de um segundo piloto para a próxima temporada. Isso significa que os executivos da rede gostaram da ideia, mas não de sua execução. Tyler Posey (“Teen Wolf”) tinha o papel principal, porém são esperadas mudanças no elenco. Já o spin-off de “Jane the Virgin”, intitulado “Jane the Novela”, foi totalmente descartado.
Professor Xavier aparece no trailer da última temporada de Legion
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer da 3ª (e última) temporada de “Legion”, série derivada do universo dos “X-Men”, criada por Noah Hawley (“Fargo”). A prévia continua o clima esquizofrênico que caracteriza a atração, ao mergulhar ainda mais na cabeça de David Haller (Dan Stevens), cada vez mais desconectado da realidade, posando de messias, enquanto embarca numa jornada de supervilão. O vídeo mostra David recrutando uma mutante chamada Switch (Lauren Tsai), que é capaz de viajar no tempo, para impedir que Syd (Rachel Keller) e Amahl Farouk (Navid Negahban) o matem – um assassinato que já aconteceu. E ainda apresenta o pai do protagonista, ninguém menos que o Professor Charles Xavier. O papel será representado por Harry Lloyd (o irmão de Daenerys em “Game of Thrones”), que aparece rapidamente no trailer testando uma versão inicial do Cérebro. “Legion” também traz em seu elenco Aubrey Plaza, Bill Irwin, Amber Midthunder e Jeremie Harris. A estreia dos novos capítulos foi marcada para o dia 24 de junho nos Estados Unidos.
John Lithgow entra na nova versão da série Perry Mason
O ator John Lithgow, vencedor do Emmy por seu papel como Winston Churchill na série “The Crown”, entrou no elenco da nova versão da série clássica “Perry Mason”, produzida por Robert Downey Jr. (“Os Vingadores”) para a HBO. Ele se junta a outros dois vencedores do Emmy, Matthew Rhys (protagonista de “The Americans”), que vive o célebre advogado do título, e Tatiana Maslany (protagonista de “Orphan Black”), intérprete da Irmã Alice, uma freira que prega pelo rádio. Lithgow interpretará Elias Birchard “EB” Jonathan, descrito como um advogado no ponto mais baixo de sua carreira e um empregado semi-regular de Mason. Mentor e figura paterna para Mason, EB começa a série recebendo o tipo de caso que ele não vê há anos: uma investigação de alto nível envolvendo um caso de sequestro infantil. Personagem literário do escritor Erle Stanley Gardner, “Perry Mason” já rendeu sete filmes, entre 1934 e 1940, e uma série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr. Originalmente exibida entre 1957 e 1966, a produção televisiva fez tanto sucesso que continuou a render telefilmes até os anos 1990. A maior diferença da nova versão para as anteriores é que ela apresentará “Perry Mason” como um drama de época passado nos anos 1930, época dos primeiros livros de Gardner. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr. e sua esposa Susan Downey, que adquiriram os direitos do personagem e chegaram a considerar uma adaptação cinematográfica. A série terá direção de Timothy Van Patten, que assinou o primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.
Série do filme O que Fazemos nas Sombras é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia vampírica homônima (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), para a 2ª temporada. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Já a série sofreu várias mudanças, além da locação e do elenco. Para começar, os protagonistas não são três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Atualmente em seu quinto episódio (metade da 1ª temporada), a série vem atraindo cerca de 500 mil telespectadores ao vivo.
HBO deleta copo de café “viral” em episódio de Game of Thrones
A HBO discretamente jogou no lixo digital o copo de café exibido por acidente no episódio “The Last of the Starks”, de “Game of Thrones”, que foi ao ar na noite de domingo (5/5). A presença de um copo de Starbucks no grande salão de Winterfell, durante a celebração da vitória contra o Rei da Noite, foi flagrada pelo público e se tornou viral nas redes sociais, rendendo diversas piadas. A própria HBO brincou com o assunto, ao emitir um comunicado reconhecendo o erro. “O latte que apareceu no episódio foi um erro. Daenerys pediu um chá de ervas”, diz o texto bem-humorado. Entretanto, quem procurar pelo copo na versão do episódio disponível para streaming na plataforma HBO Go não vai mais encontrá-lo. O anacronismo foi deletado da cena. Um representante da HBO confirmou que a produção usou efeitos visuais para tirar a gafe das exibições atuais e futuras do episódio.
Netflix vai produzir série sobre os crimes do apresentador de TV Wallace Souza
A Netflix anunciou a produção de uma série documental sobre Wallace Souza, ex-apresentador de TV e deputado, que foi preso por orquestrar mortes e produzir cenas de crime para passar em seu programa na televisão. Apesar do tema, o projeto não é brasileiro, mas das produtoras britânicas Caravan e Quicksilver. O título original também é em inglês, “Killer Ratings”, uma expressão de duplo sentido que se refere a números “matadores” (altos) de audiência, mas também um trocadilho com assassinatos. Wallace Souza chamou atenção com o programa “Canal Livre”, que apresentava em Manaus. A atração ganhou fama por encontrar cenas de crime e exibi-las antes de a polícia ter chegado ao local – como no filme “O Abutre”. Após investigação, Souza passou a ser acusado de encomendar mortes e criar cenas de crime, com o intuito exclusivo de mostrá-las no programa. Um ex-segurança do apresentador o acusou de ser chefe de uma organização criminosa. O apresentador também foi deputado, mas acabou cassado no final de 2009 e expulso do PP depois de ser acusado pela Polícia Civil de mandar matar traficantes de drogas para aumentar a audiência de seu programa de TV. Acabou preso por suspeita de ligações com crimes, incluindo formação de quadrilha, tráfico de drogas e homicídio. Durante sua defesa, alegou inocência. Souza morreu em 2010, vítima de parada cardíaca e infecção generalizada. A produção de “Killer Ratings” entrevistou pessoas ligadas ao programa de Souza, amigos, parentes e fontes policiais, e promete mostrar cenas inéditas do “Canal Livre”. A direção é de Daniel Bogado, que já ganhou diversos prêmios por seus documentários para o Channel 4 britânico, especializando-se na cobertura de conflitos africanos. “O que eu achava que sabia sobre Wallace Souza se mostrou ser só o ponto de partida de uma história extraordinária. Quando procuramos a fundo, vimos que os eventos eram de deixar queixos caídos, dignos de um roteiro de Hollywood”, afirmou Bogado. A série documental terá sete episódios e ainda não possuiu previsão de estreia.
The Walking Dead: Norman Reedus revela início das gravações da 10ª temporada
As gravações da 10ª temporada de “The Walking Dead” já começaram. A informação foi compartilhada pelo ator Norman Reedus, intérprete de Daryl, que divulgou em seu Instagram uma foto de bastidores do primeiro dia no set de Atlanta. A imagem traz os assentos de Daryl e Carol (Melissa McBride), que voltam a contracenar nos novos capítulos, após a mudança de ambos para a mesma comunidade. A produção deve durar até o segundo semestre. Ainda não há previsão para a estreia da 10ª temporada, mas geralmente o canal pago AMC reserva o mês de outubro para a série. Os próximos capítulos marcarão a despedida de outro personagem central da trama. Michonne, interpretada por Danai Gurira, terá participação diminuída até sair da história, como aconteceu com Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan) na temporada passada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox. Visualizar esta foto no Instagram. Day 1 ? Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) em 6 de Mai, 2019 às 8:31 PDT
Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série musical do diretor de La La Land
A atriz Amandla Stenberg, conhecida pelo primeiro “Jogos Vorazes” (2012) e o drama “O Ódio que Você Semeia” (2018), será a protagonista feminina da série “The Eddy”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”) para a Netflix. Ela se junta ao ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) no elenco da atração, desenvolvida por Chazelle em parceria com o escritor britânico Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos da produção, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg viverá a filha, chamada Julie. A produção também confirmou Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) como o sócio francês do clube e a atriz polonesa Joanna Kulig – que voltará a demonstrar os dotes vocais vistos em “Guerra Fria” (2018) – no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner. Ainda não há previsão para a estreia.
HBO Go bate novo recorde de reclamações no Reclame Aqui
A plataforma de streaming HBO Go sofreu uma nova queda durante a exibição do último episódio de “Game of Thrones”, no domingo (5/5), gerando quase 1,6 mil reclamações em apenas duas horas no atendimento do serviço Reclame Aqui. O mal funcionamento já virou praxe na hora em que a série é disponibilizada, mas o número de reclamações vem crescendo a cada episódio. O episódio anterior já tinha rendido recorde de reclamações por hora. O novo mais que dobrou o volume de consumidores insatisfeitos. O problema é que a plataforma não suporta o aumento de tráfego das noites de domingo, por causa da procura por “Game of Thrones”, e vem deixando os assinantes na mão. Até agora, quatro episódios da última temporada foram exibidos e todos eles renderam queixas em relação ao serviço de streaming. O Reclame Aqui até produziu um gráfico que registra o crescimento da fúria dos assinantes do HBO Go, que pode ser visto abaixo. Com o crescimento da insatisfação, a nota da HBO caiu ainda mais na avaliação dos usuários. Está marcando apenas 2,3 em 10 pontos possíveis. Péssima. Como ainda faltam dois episódios até a série terminar, o recorde negativo pode aumentar.
Fãs protestam contra destino de Fantasma em Game of Thrones
Além da gafe que rendeu publicidade gratuita para a rede Starbucks, os fãs tuiteiros de “Game of Thrones” encontraram outro motivo para reclamar do episódio “The Last of the Starks”, exibido no domingo (5/5) na HBO. Uma enxurrada de posts condenou o tratamento dispensado por Jon Snow (Kit Harington) a seu lobo Fantasma, fiel companheiro que salvou sua vida e foi abandonado sem maior cerimônia pelo personagem. Jon deixou o castelo de Winterfell sem se despedir nem fazer qualquer carinho no animal, mandando Tormund (Kristofer Hivju) levá-lo embora para a Muralha. Todo ferido e sem uma orelha após a batalha, o bicho lutou bravamente apenas para receber esse tratamento de seu dono. Foi o suficiente para acabar com a moral de “mocinho” de Jon Snow entre os fãs. Eles garantem já não se importar mais com seu destino, pois estaria “morto” para eles. Quando escreveram a cena, os criadores da série David Benioff e D.B. Weiss, não devem ter levado em conta o apego do público a Fantasma, o último dos grandes lobos introduzidos no primeiro episódio da série. Veja abaixo a repercussão negativa da cena, considerando apenas os tuítes em português – mas as reclamações proliferaram em várias línguas. Essa cena me partiu o coração custava nada fazer um carinho no ghost #GameofThrones pic.twitter.com/BmeDF6YyrJ — Lucy Targaryen Stark (@itassias) May 6, 2019 Por mim pode morrer o jon snow, perdeu sua essência como stark. Abandonou o fantasma cara, abraçou todo mundo e não deu nem um agrado pro lobo, além de ser seu melhor parceiro salvou sua vida. Ódio absurdo — Vog, o esquecido (@VogEspanhol) May 6, 2019 OUTRA COISA QUE ME DEIXOU EXTREMAMENTE PUTO FANTASMA POR ACASO VIROU UMA PIADA? JON NÃO DEU NEM SEQUER UM CARINHO ATRÁS DA ORELHA DO BICHINHO — juan da casa lannister (@juandiegx) May 6, 2019 O Jon é o pior desserviço dessa série, primeiro ele mata meu Viserion, depois senta o cu fedido e sujo no Rhaegal e meu Bebê morre, depois abandona e fantasma como se fosse um papel higiênico cagado e ainda mata a Missandei… Vsf tinha que ser homem e hétero — PQPAndrey (@PQPAndrey_) May 6, 2019 Sim, triste com o que jon fez ao fantasma. Está morto por dentro — desativista (@iasdoar) May 6, 2019 Fiquei chateada com o jeito que o Jon tratou o Fantasma, bichinho era tão fiel, eu heim — Dyanna (@dyrender88) May 6, 2019 Detestei! Me lembrei dele na linha de frente na batalha! Foi de cortar o coração. — Lucianna De Cicco (@Luludecicco) May 6, 2019 atenção este cachorro foi adotado e DEVOLVIDO pelo adotanteo motivo? o cara resolveu viajar e não seria uma boa ideia levar o pet, isso depois de ter deixado o bichinho completamente sem cuidados e inclusive com parte da orelha faltando procura-se adoção responsável pic.twitter.com/5UHeyuvRpY — asgardian of the galaxy (@rafaderafaela) May 6, 2019 Esse é o Fantasma. Ele foi abandonado pelo seu dono no meio da neve depois de lutar por ele e acabar machucado. Agora esse cachorrinho ta procurando um lar com muito amor e carinho. Achem um dono pro Fantasma ♡ pic.twitter.com/zoOleLQYVi — #GabiXavier500K (@xgabixavier) May 6, 2019
Gafe! Copo de Starbucks aparece em cena durante Game of Thrones
As redes sociais flagraram uma gafe da produção de “Game of Thrones”. Um copo de café do Starbucks ajudou Daenerys (Emilia Clarke) a se aquecer no frio de Winterfell no quarto episódio da 8ª temporada, exibido no domingo (5/5). O copo apareceu com cerca de 15 minutos de episódio, quando Daenerys (Emilia Clarke), em uma mesa de Winterfell, olha de longe para Jon Snow (Kit Harington), momentos antes de sair do salão em que todos comemoram a vitória sobre o Rei da Noite. Veja a cena abaixo. “Bom saber que Westeros tem café Starbucks”, escreveu um usuário do Twitter. A falha de continuidade acabou até gerando um novo mistério na série. “Como será que a Starbucks escreveu o nome da Daenerys Targaryen no copo?”, quiseram saber vários tuiteiros.
Trailer do penúltimo episódio de Game of Thrones entra em clima de guerra
A HBO divulgou o trailer do penúltimo episódio de Game of Thrones. E a prévia explora o clima da guerra iminente entre as tropas de Daenerys (Emilia Clarke) e Cersei (Lena Headey). Cersei pode ter vencido a primeira batalha, mas Porto Real está cercada, Daenerys ganhou o reforço das forças de Jon Snow (Kit Harington) e está determinada a cumprir o último desejo de Missandei (Nathalie Emmanuel): “Dracarys”. Até Tyrion (Peter Dinklage) parece temer se aproximar da Mãe dos Dragões após os eventos do episódio passado. Em entrevista na quarta-feira (1/5), Emilia Clarke descreveu a Batalha de Porto Real como maior que a luta contra o Rei da Noite. “Encontre a maior TV que você puder”, ela disse, no talk show “Jimmy Kimmel Live”. O diretor é Miguel Sapochnik, responsável pela Batalha de Winterfell e outros episódios épicos – e que venceu o Emmy pela Batalha dos Bastardos. Ainda sem título divulgado, o penúltimo capítulo da 8ª e derradeira temporada de “Game of Thrones” vai ao ar no domingo que vem (12/5) no canal pago HBO.
Criadores de Game of Thrones comentam nova batalha e mortes da série
A HBO divulgou um novo vídeo em que os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, comentam as cenas mais importantes do quarto episódio da 8ª temporada, “The Last of the Starks”, um dos mais longos da série. O título se refere a uma frase dita por Tyrion (Peter Dinklage), que se refere a Bran (Isaac Hempstead Wright) como o último dos Starks. Só que Bran prefere ser o último Jedi – ou o similar Corvo de Três Olhos. Os comentários, curiosamente, não abordam esta passagem. Os produtores, que escreveram esse episódio, abordam outros momentos-chaves – portanto, tudo no vídeo é spoiler – , como detalhes das mortes de personagens e o resultado da primeira batalha entre as tropas de Daenerys (Emilia Clarke) e Cersei (Lena Headey). Com a exibição de “The Last of the Starks”, faltam só dois episódios para o final da série. O próximo vai ao ar no domingo que vem (12/5) no canal pago HBO.










