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    Coordenador de efeitos de Titãs morre durante cena de ação da série

    18 de julho de 2019 /

    O coordenador de efeitos especiais da série Titãs morreu após a preparação de uma cena de ação dar errada nesta quinta-feira (18/7). Segundo apurou a revista americana Variety, o pedaço de um carro que seria usado na cena de um episódio da 2ª temporada acabou se soltando e atingiu Warren Appleby em cheio. A produção foi interrompida. “Estamos com o coração partido e devastados com a morte de nosso estimado colega, o coordenador de efeitos especiais Warren Appleby, depois de um acidente que ocorreu em uma instalação de efeitos especiais durante a preparação e teste de uma sessão”, disse um porta-voz da Warner Bros. “Warren era amado por todos que trabalharam com ele durante uma impressionante carreira de 25 anos em televisão e filmes”, acrescentou. “Os produtores executivos, junto com todos da família ‘Titãs’, Warner Bros. Television Group e a DC Universe desejam expressar nossas mais sinceras condolências e sincero apoio à família e aos amigos de Warren neste momento tão difícil”. Warren tinha no currículo filmes premiados e blockbusters, como “It: A Coisa” e “A Forma da Água”, além de séries de terror como “The Strain” e “Hemlock Grove”. Ele terminou o trabalho em dois longas que chegam em breve aos cinemas, a continuação “It: Capítulo Dois” e a comédia “Aprendiz de Espiã”.

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  • Série

    Sob Pressão deve ganhar 4ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    A Globo ficou sob pressão do público e da crítica após anunciar que a 3ª temporada da série médica “Sob Pressão”, protagonizada por Marjorie Estiano e Júlio Andrade, encerraria o programa. Foram muitas reclamações, apontando que se tratava da melhor série do canal. A pressão deu certo. Segundo apurou a coluna de Flavio Ricco no UOL, a decisão foi revertida e haverá continuidade da série, que encerra sua 3ª temporada na próxima quinta-feira (25/7). O problema é que uma possível 4ª temporada não deverá ir ao ar antes de 2021, porque a Globo não encomendou roteiros com antecedência, prevendo realmente cancelar a produção. No hiato, o elenco irá se dedicar a outros projetos, na própria Globo ou em outros canais. Marjorie Estiano, por exemplo, será uma das estrelas da mini-novela (chamada de supersérie) “O Selvagem da Ópera”, escrita por Maria Adelaide Amaral e baseada na vida do compositor Carlos Gomes. A Conspiração Filmes, que produz “Sob Pressão”, e o cineasta Andrucha Waddington (diretor também do filme que originou a série) terão assim um ano inteiro para desenvolver os novos episódios antes do começo das gravações. Apesar dessas informações, vale destacar que nenhum anúncio oficial foi feito sobre o destino da série.

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  • Série

    The Walking Dead ganha pôster e data de estreia da 10ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o primeiro pôster e a data de estreia da 10ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem destaca os três protagonistas que sobraram na atração, Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride). O detalhe é que os próximos episódios também devem trazer a despedida da intérprete de Michonne da série. Ainda não há muitos detalhes sobre a a trama, mas o trailer deve ser revelado na sexta (19/7), durante a Comic-Con Internacional. A estreia foi marcada para 6 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” é transmitida pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2.

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  • Série

    Tarantino prepara série derivada de Era uma Vez em Hollywood

    18 de julho de 2019 /

    Quentin Tarantino quer produzir uma série derivada de “Era uma Vez em Hollywood”. E já escreveu cinco roteiros, com planos de completar mais três. Intitulada “Bounty Law”, a atração seria a materialização da série fictícia estrelada por Rick Dalton, o personagem interpretado por Leonardo DiCaprio no filme. “Depois de assistir diferentes séries de faroeste e tudo mais, eu realmente entrei no clima de ‘Bounty Law’. Eu comecei a realmente gostar da ideia de Jake Cahill como um personagem. Eu comecei a amar estes roteiros faroeste de meia hora”, comentou o diretor, em entrevista ao site Deadline. Como resultado, ele escreveu “cinco episódios diferentes para uma série preto e branco e de meia hora de western, ‘Bounty Law'”. Insistindo numa produção em preto e branco, para passar a ideia “de época”, Tarantino não imagina a série nas redes de televisão, mas mencionou que ela poderia ser lançada num canal pago ou plataforma de streaming. “Eu não me importaria em fazer para a Netflix, mas gostaria de filmar em filme. Showtime, HBO, Netflix, FX. Me agrada a ideia de construir esta mitologia de ‘Bounty Law’ com o personagem Jake Cahill”. Questionado se o projeto já está pronto para ser oferecido ao mercado, ele tenta tergiversar, mas confirma o interesse, inclusive, em dirigir os episódios. “Eu não estou planejando isso, mas também tenho o rascunho para outros três episódios. Então devo escrever mais três e fazer. Dirigir cada episódio”. O único problema é que ele terá que reescalar o protagonista. “Não consigo imaginar Leonardo querendo fazer isso. Colocar outra pessoa no lugar? Se ele quiser fazer, seria ótimo”. Nono filme de Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood” se passa em Los Angeles no ano de 1969 e acompanha Rick Dalton (DiCaprio), astro de série de TV e seu dublê de longa data, Cliff Booth (Brad Pitt), que lutam para chegar a Hollywood. O destino decadente da dupla contrasta com a ascensão da vizinha de Rick, a atriz Sharon Tate (Margot Robbie), casada com o cineasta Roman Polanski. Mas a felicidade dela não vai durar muito, pois é 1969 e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”) começou a aparecer em sua vizinhança. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (também de “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), , a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, sem esquecer cinco dos “Os Oito Odiados”, Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth e Bruce Dern. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. Ambientado em

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    Netflix cancela Ela Quer Tudo, primeira série de Spike Lee

    18 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou o cancelamento da série “Ela Quer Tudo” (She’s Gotta Have It), de Spike Lee, após duas temporadas e 19 episódios. Em um comunicado, Ted Sarantos, diretor de conteúdo da Netflix, afirmou que “Spike Lee é um dos maiores cineastas de todos os tempos e estamos felizes por ele ter trazido ‘Ela Quer Tudo’ para a Netflix. Embora esta seja a nossa última temporada, estamos muito orgulhosos de que ela estará em nosso serviço durante anos”. Mostrando que a decisão de encerrar a série não foi de comum acordo, Spike Lee disse que tentará levá-la para outra emissora. A atração é baseada no filme de mesmo nome de 1986, que foi primeiro longa-metragem da carreira do cineasta, rodado em duas semanas por apenas US$ 175 mil. Mas amplia, atualiza e extrapola a trama, centrada em Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco traz DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. O próprio Spike Lee criou a série e dirigiu todos os episódios, que estrearam com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas não agradaram tanto em sua 2ª temporada, lançada em maio com 67% de críticas positivas.

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  • Série

    Amazon anuncia minissérie sobre a Seleção Brasileira na Copa América

    18 de julho de 2019 /

    A Amazon Prime Video anunciou nesta quinta (18/7) a produção de sua primeira série original brasileira. Mas não se trata de uma obra de ficção. Intitulada “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, a série documental registra os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América 2019. Em comunicado, a Amazon promete um “olhar inédito e exclusivo do drama e da animação vividos pela equipe do Brasil nos bastidores do campeonato”. A produção será disponibilizada em mais de 200 países e territórios, dentro da franquia de “realities” esportivos “All or Nothing”, que lançou minisséries sobre o Manchester City, os times de futebol americano Dallas Cowboys e Carolina Panthers, a equipe McLaren, da Fórmula 1, e a seleção de rugby All Blacks, da Nova Zelândia. “A premiada série ‘All or Nothing’ mostra as histórias de técnicos e jogadores, e para nós é um prazer poder trabalhar com a seleção brasileira e entregar uma experiência única para nossos assinantes”, diz James Farrell, Diretor de Conteúdo Internacional da Amazon Originals, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Agents of SHIELD vai acabar na 7ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    Nem todas as notícias da Comic-Con International são o que os fãs de quadrinhos gostariam de ouvir. Nas primeiras horas do evento realizado em San Diego, nos Estados Unidos, a Marvel anunciou que a série “Agents of SHIELD” vai acabar em sua 7ª temporada, que irá ao ar no ano que vem. A má notícia foi dada pelo chefe de TV da Marvel, Jeph Loeb. “Quando você sabe o que está fazendo, você pode tomar maiores riscos, de vida ou morte. Essas opções repentinas agora estão à nossa disposição, já que não precisamos planejar o que acontecerá na próxima temporada”, disse Loeb, jogando a bomba no site Deadline, minutos antes de entrar no palco da sala H do Centro de Convenção de San Diego, onde encontrará fãs frustrados, ao lado de integrantes do elenco da série, como Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward. Será o início da celebração da despedida de “Agentes of SHIELD”. “A temporada 6 é deslumbrante, isso é o que posso dizer. O lado amargo é que vai acabar. Mas é uma celebração, ainda tem coisas para acontecer. Vocês precisam ver como será!”, diz Loeb. Para ele, o importante é que a série conseguirá terminar em seus próprios termos, sem ser encerrada abruptamente antes dos planos. Apesar de ter surgido como primeiro derivado televisivo do Universo Cinematográfico da Marvel, faz tempo que nenhum personagem dos filmes aparece na série, como Nick Fury (Samuel L. Jackson), por exemplo. Mas Loeb sugere que isso deve mudar para a despedida. “Vocês vão ter de esperar para ver”. “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração que sairão da programação da rede ABC na próxima temporada. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.

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  • Etc

    Comic-Con chega a sua 50ª edição como síntese da indústria cultural americana

    18 de julho de 2019 /

    A Comic-Con está completando 50 edições nesta quinta (18/7) em San Diego, nos Estados Unidos. E meio século mudou tudo em sua organização, assim como na própria indústria do entretenimento que ela reflete. Imagine que nos primeiros anos de sua existência o evento atraía apenas leitores e artistas de quadrinhos, que discutiam exclusivamente os temas das publicações da época. Não havia Comic Con de Nova York, de Chicago ou aquela do Brasil que tem nome inglês. Hollywood nem chegava perto de suas portas. E quem frequentava ainda era zoado como nerd. O império comercial erguido com apoio de empresas de cinema, TV, brinquedos e games torna difícil lembrar que a primeira Comic-Con reuniu apenas algumas dezenas de pessoas no subsolo de um hotel barato do centro de San Diego em março de 1970 para discutir quadrinhos. Foi ideia de um letrista de quadrinhos desempregado de 36 anos, Shel Dorf, e de cinco amigos adolescentes, que queriam falar sobre seus personagens e revistas favoritos. Dorf já tinha participado de convenções precursoras em sua cidade natal, Detroit. E aproveitou seu conhecimento para originar a primeira Comic-Con. O nome oficial do evento inaugural foi Golden State Comic-Con e reuniu 100 pessoas durante algumas horas do dia 21 de março de 1970. Os organizadores se empolgaram com o “sucesso” e cinco meses depois, em agosto, realizaram uma Comic-Con de fôlego, com três dias de duração, com participação do escritor de sci-fi Ray Bradbury e do mestre de quadrinhos Jack Kirby, que serviu de embrião para o formato atual do evento. O resultado rendeu três vezes mais “sucesso”: 300 espectadores. A partir de 1973, o evento abandonou o “Golden State” e passou a ser conhecido como San Diego Comic-Con. Mas seu crescimento manteve-se gradual. O ponto de virada veio em 1976, quando um assessor da Lucasfilm enviou cartazes e outros itens para promover o novo filme da produtora (então) indie, chamado “Guerra nas Estrelas”. O que inspirou essa iniciativa foi o lançamento da adaptação em quadrinhos do roteiro original, editada pela Marvel antes da estreia do longa. A simples presença dos cartazes originou boca-a-boca, num dos primeiros casos de “marketing viral”, que ajudou a lotar os cinemas e serviu para a Comic-Con identificar que o público dos quadrinhos era o mesmo dos filmes de ficção científica. Hollywood prestou atenção, especialmente com o lançamento de “Superman, o Filme” em 1978. E os próprios organizadores perceberam que podiam abrir seu foco para além dos quadrinhos, mirando outras convenções bem-sucedidas da cultura pop, como os eventos relacionados à série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) – os primeiros a reunir atores, equipe criativa e fãs dispostos a comprar material relacionado a uma série, além de inspirar seus frequentadores a usarem os uniformes de seus personagens favoritos, dando origem ao cosplay. A parceria com o cinema começou tímida. Mas o lançamento de “Batman” (1989) intensificou a relação. Hollywood percebeu o potencial comercial dos quadrinhos e desse público-alvo. Os frequentadores até mesmo deixaram de ser chamados de nerds. Viraram geeks (nerds “especializados”). E a convenção se agigantou. Mudou de hotéis e universidades para o Centro de Convenções de San Diego em 1991. Para redimensionar a nova etapa, também alterou seu nome. Transformou-se em Comic-Con International. Na década de 1990, a programação passou a dar mais destaque aos estúdios e redes de televisão que aos próprios quadrinhos, graças ao investimento dos grandes conglomerados de mídia em patrocínio. Logotipos de cinema e TV passaram a diminuir o espaço dos estandes de gibis usados. E participações de astros e cineastas se tornaram mais concorridas que os eventos dos artistas da Marvel e da DC. Ao entrar nos anos 2000, a Comic-Con passou a ser frequentada até por sex symbols que os nerds originais jamais imaginariam ver em suas bancadas, como Megan Fox, Scarlett Johansson e Kristen Stewart. Mas a popularização trouxe complicações nada geeks: filas longas, corredores abarrotados e um comercialismo desvairado. Os pequenos lojistas de quadrinhos, que sustentaram o começo do evento, agora nem sequer podem participar devido aos custos elevados. Embora a convenção continue a trazer os artistas da Marvel, da DC e até indies, quem ganha atenção da imprensa são outros nomes, como Arnold Schwarzenegger, Patrick Stewart e o elenco da série “Game of Thrones”, cuja presença no evento deste fim de semana já atrai centenas de repórteres e cobertura intensa da TV. Esta concentração de mídia faz parte de outra transformação da Comic-Con nos últimos anos, reconfigurada como uma espécie de porta-voz de projetos da indústria cultural americana. Desta quinta até domingo, várias novidades serão anunciadas pelas empresas de entretenimento dos Estados Unidos, aproveitando a atenção – que hoje é mundial – no evento. A expectativa é especialmente elevada em torno da volta da Marvel à Sala H do Centro de Convenções de San Diego, após pular a Comic-Con do ano passado. Até agora reticente em relação a seus próximos filmes, o estúdio presidido por Kevin Feige deve finalmente oficializar as produções de sua chamada Fase 4. Por outro lado, a ausência dos estúdios Warner, Sony e Universal, que optaram por ignorar a atual edição, indica que os superpoderes da Comic-Con já foram maiores. A proliferação de Comic Cons (sem hífen) tem pulverizado verbas e planos de marketing, o que contribui para a banalização do conceito original e reflete a guerra por conteúdo exclusivo em curso na indústria. A Disney já teve a ideia de fazer a sua própria Comic Con, a D23, e a Netflix vem ensaiando algo parecido. São sinais de mudanças e evolução no negócio das convenções de entretenimento. O que antes era um esforço amador de nerds adolescentes, é cada vez mais identificado como ferramenta profissional de publicidade no mundo das ativações e pop-ups.

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    Série da Batwoman ganha novos pôsteres

    17 de julho de 2019 /

    A rede The CW divulgou novos pôsteres da série “Batwoman”, que trazem a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme preto e vermelho da heroína da DC Comics. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão live-action de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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    Mr. Robot ganha primeiro teaser de sua temporada final

    17 de julho de 2019 /

    O canal pago USA Network divulgou o teaser da 4ª e última temporada da premiada “Mr. Robot”, que concluirá a série após hiato de dois anos em sua exibição. A prévia mostra o protagonista Elliot Alderson (Rami Malek) sendo questionado sobre se valeu a pena tudo o que fez. A decisão de encerrar a série foi tomada pelo criador da atração, Sam Esmail. Cada vez mais envolvido com diferentes projetos, ele chegou a considerar um quinto ano, mas conforme discussões com os roteiristas avançaram, a conclusão lógica foi estender a quantidade de episódios da 4ª temporada para encerrar a série sem prolongar demais o encaminhamento da conclusão. “Desde o primeiro episódio, já tinha a nossa conclusão em mente – e, ao planejar esta 4ª temporada, decidi que era hora de realizá-la. Ninguém na equipe criativa, incluindo o pessoal da emissora USA, queria dizer adeus, mas todos nós respeitamos a jornada de Elliot o bastante para não arrastá-la além de seu final inevitável. Por isso, a 4ª temporada será o nosso último capítulo. Aos fãs da série: obrigado pelos últimos anos, e mal posso esperar para dividir a última temporada com vocês”, disse Esmail em comunicado. “Mr. Robot” ajudou o canal USA a ganhar prestígio em meio ao competitivo mercado de séries dos Estados Unidos. O protagonista, Rami Malek, venceu um Emmy pela atuação na 1ª temporada – antes de conquistar seu Oscar por “Bohemian Rhapsody”, enquanto o coadjuvante Christian Slater conquistou um Globo de Ouro. Com 12 episódios, dois a mais que a temporada passada, “Mr. Robot” voltará durante a temporada de outono nos Estados Unidos (entre setembro e novembro). No Brasil, a série é exibida no canal pago Space.

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    Três astros de Game of Thrones indicados ao Emmy não foram inscritos pela HBO

    17 de julho de 2019 /

    “Game of Thrones” quebrou o recorde de indicações ao Emmy com 32 nomeações por sua 8ª e última temporada. Deste total, dez indicações foram para os intérpretes da série. Mas o detalhe é que três dos nomeados não foram inscritos pelo canal pago HBO na premiação. Alfie Allen (Theon Greyjoy), Gwendoline Christie (Brienne de Tarth) e Carice van Houten (Melisandre) inscreveram-se por conta própria, após a HBO não considerar suas performances ao enviar para os organizadores do Emmy a lista dos candidatos da série que acreditava ter maior capacidade de obter reconhecimento da Academia de Televisão. A HBO confirmou que não incluiu o trio com o resto do elenco para a consideração da Academia, mas cada um deles, por meio de seus representantes, foi em frente e pagou individualmente a taxa de US$ 225 pela inscrição para se candidatar ao prêmio. Allen foi indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em uma Série de Drama, Christie para Melhor Atriz Coadjuvante em uma Série de Drama e van Houten para Melhor Atriz Convidada em uma Série de Drama. Não é incomum que artistas se inscrevam por conta própria para serem levados em consideração pelo Emmy. Entretanto, é incomum que essas inscrições resultem em indicações. A HBO privilegiou os intérpretes de maior destaque em sua lista oficial, inscrevendo Kit Harington na disputa de Melhor Ator, Emilia Clarke como Melhor Atriz, Nikolaj Coster-Waldau e Peter Dinklage como Atores Coadjuvantes, e Lena Headey, Sophie Turner e Maisie Williams como Atrizes Coadjuvantes. Todos eles conquistaram indicações. A decisão de inscrever uns e não outros reflete o fato de o elenco ser numeroso e também o receio de um excesso de candidatos dividir votos e, assim, diminuir as chances individuais de cada um aos prêmios. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, não há ressentimentos entre os que foram esnobados e conseguiram indicações e a HBO, que precisará lidar com a inevitável pulverização de votos em muitos candidatos da série – o que tende a ajudar aos concorrentes das outras atrações.

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    Negan deve ser solto e enfrentar os Sussurradores na 10ª temporada de The Walking Dead

    17 de julho de 2019 /

    Negan deve recuperar sua liberdade e se integrar à comunidade de Alexandria na 10ª temporada de “The Walking Dead”. Sua suposta redenção foi confirmada pela showrunner da série, Angela Kang, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. “Tivemos um ano inteiro com [Negan] em sua cela” disse Kang. E após ele resgatar Judith e o cachorro de Daryl na 9ª temporada, “começamos a lidar com a próxima etapa de como as coisas estão” para o ex-líder dos Salvadores. “Acho que as pessoas que querem que libertemos Negan encontrarão alguma satisfação”, acrescenta. É certeza que o ex-vilão vivido por Jeffrey Dean Morgan desempenhará um papel fundamental no conflito da 10ª temporada contra os Sussurradores, os novos malvadões da série. Mas se a trama seguir a história dos quadrinhos de Robert Kirkman, muitos ainda ficarão em dúvida sobre suas reais intenções. A própria Kang reconhece que, apesar das mudanças de comportamento, Negan não é exatamente um santo. “Ele não é um herói”, diz ela. “Ele é, na melhor das hipóteses, um anti-herói. Definitivamente, há uma escuridão nele que o mantém no limite”. A 10ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em outubro, em dia ainda não divulgado.

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    A.P. Bio é “descancelada” por nova plataforma de streaming

    17 de julho de 2019 /

    Dois meses depois de ser cancelada pela rede americana NBC na reta final de sua 2ª temporada, a série de comédia “A.P. Bio” foi resgatada por uma nova plataforma de streaming. A ironia é que se trata do serviço ainda sem nome da Comcast, dona da própria NBC. “A.P. Bio” é a segunda série exclusiva anunciada para a plataforma da Comcast, que vai reunir produções da Universal Pictures, NBC, USA Network, Syfy e Sky, e deve ser lançada em 2020. A outra atração confirmada é “Angelyne”, drama desenvolvido por Sam Esmail (“Mr. Robot”), que será estrelado por Emmy Rossum (“Shameless”). Criada por Michael Patrick O’Brien (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”), “A.P. Bio” gira em torno de um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que após perder o trabalho dos seus sonhos se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. O elenco também incluiu Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”).

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