Resgatada do cancelamento, One Day at a Time ironiza a Netflix
O Pop TV antecipou a primeira cena da 4ª temporada de “One Day at a Time”, série que o canal pago americano “salvou” do cancelamento, após ser dispensada pela Netflix. O vídeo mostra logo nos primeiros segundos uma alfinetada na plataforma de streaming, ironizando sua programação após o cancelamento. “E aí, já decidimos o que vamos assistir?”, pergunta a personagem Penelope (Justina Machado) ao entrar na sala onde sua família a espera. “Não. Não tem nada mais de bom na Netflix”, responde o filho Alex (Marcel Ruiz). A piada, entretanto, também vale para a própria Pop TV, que na semana passada cancelou três de suas cinco séries originais – e a quarta acaba em 7 de abril. Antes de terminar, a prévia de um minuto ainda introduz a participação especial de Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”), na pele de um pesquisador de censo demográfico. Ao contrário do que acontecia na Netflix, a nova temporada de “One Day at a Time” terá seus episódios disponibilizados semanalmente na TV americana. A estreia está marcada para 24 de março e não há expectativa de transmissão no Brasil. Allow us to reintroduce: The Alvarezs. 😂 Here's your first look at the season premiere of #ODAAT, returning March 24th on @PopTV! pic.twitter.com/LSquYoZOWQ — One Day at a Time (@OneDayAtATime) March 10, 2020
Estreia de Orange Is the New Black levanta audiência da Band
A rede Band registrou aumento de 27% de sua audiência com a estreia da série “Orange Is the New Black”, produção premiada da Netflix, na noite de sábado passado (7/3). A emissora exibiu os dois primeiros episódios da série de forma consecutiva, das 23h às 0h40, e marcou 3,2 pontos no Ibope, tirando público dos canais rivais, principalmente da rede Record (que caiu 10% no horário). A atração que mais sofreu com a estreia foi “Chicago Fire”. Normalmente líder de audiência, a série de bombeiros americanos registrou 3,8 pontos, numa queda de 12% em comparação ao sábado anterior, quando teve média de 4,3. “Orange Is the New Black” é a primeira série da Netflix a ter uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 e acompanhava a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Por enquanto, apenas a 1ª temporada de “Orange Is the New Black” tem exibição confirmada na Band.
Perdidos no Espaço é renovada e cancelada pela Netflix
A Netflix anunciou a renovação de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) para sua 3ª temporada. E também seu cancelamento. A próxima será a última temporada. A notícia foi dada com muita cara de pau nas redes sociais. “Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes”, disse um post da plataforma sobre o final da série. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, lançada em 24 de dezembro, graças a efeitos visuais de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. Infelizmente, a Netflix não tem demonstrado interesse em prolongar muito as histórias de suas produções, em contraste com as atrações que importa da TV, que, ao serem exibidas em streaming, lideram sua audiência – como “Friends”, de 10 temporadas, ou “The Office”, de 9. A série renovada e cancelada é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas mesmo esta também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original também durou três temporadas. A diferença é que, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, a nova versão deve dar um final para a viagem da família Robinson, algo que a produção dos anos 1960 nunca ofereceu aos fãs. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi marcada. Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes: Perdidos no Espaço foi renovada pra sua terceira e última temporada. pic.twitter.com/WOpn76n3HP — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 9, 2020
Astro de Timeless viverá Drácula em novo projeto de série
O ator croata Goran Visnjic, que estrelou a série “Plantão Médico” (E.R.) e recentemente foi o anti-herói de “Timeless”, viverá o vampiro Drácula no piloto da série “The Brides”, em desenvolvimento na rede ABC. Como indica o título, o projeto é mais focado nas três noivas de Drácula e é apresentado como uma “reinvenção contemporânea e sexy” das personagens icônicas com “fortes elementos de horror”. Para quem não sabe, as “noivas” foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. O piloto foi encomendado em janeiro passado, mas o projeto na verdade é antigo. A premissa chegou a ser apresentada para a rede americana NBC em 2015, que na época não se interessou. Mas, desde então, o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, se tornou um dos produtores-roteiristas mais bem-sucedidos da WBTV (Warner Bros. Television), autor de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”. A premissa do projeto é que as três noivas de Drácula não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama irá mostrar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Gina Torres (“Suits”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) já foram escaladas como duas das noivas, Cleo e Lily, a mais velha e a mais nova, respectivamente. O papel da noiva do meio, Renée, ainda não foi preenchido. O elenco também conta com Chris Mason (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), no papel de um magnata que confronta Cleo, e Sophia Tatum (“I Am Not Ok with This”) como uma modelo que cruza o caminho de Renée.
Supergirl: Primeira heroína trans da TV vai lutar contra vilão transfóbico
Depois de introduzir a primeira super-heroína transexual da TV, a série “Supergirl” vai apresentar um vilão transfóbico. O trailer do próximo episódio, intitulado “Reality Bytes”, traz a ameaça do vilão machão, que resolve demonstrar sua insatisfação contra o fato de uma transexual ser considerada heroína. Veja abaixo. No capítulo, após uma colega trans ser atacada, Nia/Sonhadora resolve tomar a frente do caso e deter o criminoso preconceituoso. A personagem Sonhadora (Dreamer, em inglês) entrou em “Supergirl” na temporada passada e é interpretada pela atriz Nicole Amber Maines, que nasceu com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, e se descobriu transgênero aos três anos de idade – mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e virou um marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E também tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. “Supergirl” lhe deu ainda mais visibilidade, mostrando o quão longe pode levar a vontade de usar um vestido cor-de-rosa. O episódio “Reality Bytes”, da 5ª temporada da série, vai ao ar no próximo domingo (15/3) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Batwoman enfrentou a filha do Coringa no episódio mais recente da série
O episódio mais recente de “Batwoman”, exibido na noite de domingo (8/3) nos EUA, introduziu uma nova vilã com longa história nos quadrinhos: Duela Dent, que é mais conhecida como a filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras, dois dos maiores inimigos de Batman. Ela foi introduzida como heroína nos quadrinhos dos Titãs em 1976, dizendo que queria remediar todo o mal feito pelo pai e pelo tio, mas o reboot de “Crise nas Infinitas Terras” bagunçou sua origem, que se tornou ainda mais complicada pelos reboots seguintes. Em certo ponto, ela foi eliminada pelo Monitor por representar uma anomalia, uma sobrevivente de Terra 3, filha do Coringa e da versão feminina do Duas Caras, ambos super-heróis em sua dimensão. Ela também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até como uma mulher velha, ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A versão apresentada na série reflete a aparição mais recente da personagem, pós-“Novos 52”, como uma psicopata obcecada pelo Coringa, que mutila a própria cara para se parecer com o vilão. Em seu delírio, ela busca fazer uma transfusão de sangue do Coringa para dizer que é sua filha, e tenta obter a pele do rosto do criminoso para usar como máscara. Como curiosidade, Duela tem uma rixa particular com a Arlequina, alimentada pela obsessão compartilhada pelo Coringa e pela inclusão das duas no Esquadrão Suicida. Sua aparição no episódio “Grinning from Ear to Ear”, de “Batwoman”, não deixa claro se a vilã (vivida por Alessandra Torresani) pretende assumir o papel de filha do Coringa, nem mesmo se voltará a aparecer após ser presa pela heroína (Ruby Rose). Mas sua presença proporcionou uma versão feminina do célebre duelo “Batman vs. Coringa” na televisão. “Batwoman” ainda é inédita no Brasil, mas deve chegar junto da plataforma HBO Max, que será inaugurada em maio nos EUA e lançada até o fim do ano na América Latina.
Vilão de Game of Thrones vai voltar a atuar após sete anos
O jovem ator irlandês Jack Gleeson, que ficou conhecido ao interpretar o odiado rei Joffrey em “Game of Thrones”, vai voltar a atuar após hiato de sete anos – desde 2013, quando gravou a morte de seu personagem na série da HBO. Gleeson chegou a cogitar abandonar a atuação, dizendo que tinha perdido o prazer de atuar após as reações radicais despertadas por seu desempenho como Joffrey. Ele aproveitou o tempo longe das telas para completar a faculdade – formou-se em Filosofia e Teologia – e agora vai retomar a carreira numa série de comédia da BBC chamada “Out of Her Mind”. Ainda não há muito detalhes do novo projeto, que tem produção da dupla Simon Pegg e Nick Frost, astros das comédias “Todo Mundo Quase Morto” (2004), “Chumbo Grosso” (2007) e “Heróis de Ressaca” (2013) – também conhecidas como a “trilogia do Cornetto”. A série é criação da comediante britânica Sara Pascoe (“Twenty Twelve”), que promete mudar o formato clássico dos sitcons com “personagens excêntricos, animação e exploração científica”. Ainda não há previsão de lançamento.
2ª temporada de Aruanas vai abordar poluição ambiental
A 2ª temporada de “Aruanas”, da Globoplay, já está sendo gravada em São Paulo. Segundo apurou o colunista Flavio Ricco, do Uol, desta vez a série protagonizada por Taís Araújo, Leandra Leal, Débora Falabella, Camila Pitanga e Thainá Duarte vai abordar os problemas causados pela poluição em uma cidade fictícia. Na trama, a jovem atriz Bella Piero (da novela “O Outro Lado do Paraíso”) será uma vítima da poluição de ar pelas micropartículas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em reportagem da revista Galileu, de 2018, mais de 90% das crianças do planeta respiram ar tão poluído que colocam sua saúde e desenvolvimento em risco. Criada e escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, com a colaboração de Carolina Kotscho, “Aruanas” acompanha o trabalho de uma ONG ambiental liderada por mulheres e abordou o desmatamento da Amazônia em sua 1ª temporada. A nova temporada de “Aruanas” também contará com participações de Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) e Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”), e tem gravações agendadas até junho, para lançamento em dezembro deste ano em streaming.
Nada Ortodoxa: Série sobre judia em fuga de comunidade radical ganha trailer legendado
A Netflix divulgou fotos e o trailer da minissérie alemã “Nada Ortodoxa” (Unorthodox), baseada no best-seller “Unorthodox”, escrito por Deborah Feldman. A obra original é um livo de memórias que conta como ela fugiu de sua comunidade ortodoxa de judeus hassídicos em Nova York e se mudou para Berlim, sem dinheiro ou lugar para ficar, ao se rebelar contra um casamento arranjado aos 17 anos e as restrições radicais que a impediam de ler e estudar em inglês. A série é uma adaptação que já começa alterando o nome da personagem principal. A atriz isralense Shira Haas (“Foxtrot”) protagoniza a trama como Esther Shapiro. Outros detalhes também foram mudados – na vida real, ela Feldman fugiu com seu filho. Mas a essência é mantida. Ela começa a fazer amigos, conhecer coisas novas e ter experiências que jamais tinha imaginado. Porém, sua comunidade está em seu encalço para “resgatá-la”. A adaptação é assinada pela roteirista americana Anna Winger (criadora de “Deutschland 83”) e a canadense Alexa Karolinski (“Oma & Bella”), com direção a cargo da alemã Maria Schrader (“Stefan Zweig: Adeus, Europa”). A estreia está marcada para 26 de março.
Revelação de Projeto Flórida é repórter mirim no trailer da série Home Before Dark
A Apple divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Home Before Dark”, série inspirada na história real de Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. A personagem é vivida por Brooklynn Prince, a jovem revelação de “Projeto Flórida” (2017). Na trama, a família de Hilde se muda de Nova York para uma pequena cidade à beira de um lago, e, quando chega lá, descobre um mistério que todos na cidade evitam comentar: o desparecimento do menino que era o melhor amigo de seu pai na infância. Querendo ser jornalismo como seu pai, ela resolve investigar o caso por conta própria. Na vida real, Hilde conseguiu novas pistas e trouxe à tona os implicados no assassinato, denunciando-os num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação da repórter-mirim chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e também destaca em seu elenco Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) como o pai da protagonista, além de Abby Miller (“The Sinner”), Joelle Carter (“Justified”) e Louis Herthum (“Westworld”). Com 10 episódios, a série estreia em 3 de abril na plataforma Apple TV+ e já está renovada para sua 2ª temporada.
Chuck Norris fará participação especial no final de Hawaii Five-0
O veterano ator Chuck Norris vai fazer uma participação especial no final da série “Hawaii Five-0”. Na season finale de duas horas de duração, ele vai interpretar um sargento aposentado, chamado Lee Phillips, que ajudará o personagem Lincoln Cole (interpretado por Lance Gross, ex-“MacGyver”) a se esconder das autoridades e proteger seu anonimato. Phillips treinou Lincoln, um sargento condecorado da Marinha dos EUA que trabalha na segurança antiterrorismo da frota. Chuck Norris não aparecia na TV há cinco anos, desde que fez uma pequena participação como ele mesmo na série “Os Goldbergs”, em 2015. Seu último personagem diferente dele próprio tinha sido no filme “Os Mercenários”, O final também trará de volta o vilão do primeiro episódio da série, Victor Hesse, interpretado por James Marsters (o eterno Spike de “Buffy: A Caça-Vampiros”, que recentemente estrelou “Fugitivos”/”Runaways”), além do principal inimigo dos Five-0, Wo Fat, vivido por Mark Dacascos (de “O Pacto dos Lobos” e “Wu Assassins”). O último capítulo da série será exibido em 3 de abril nos EUA. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Flack é cancelada na véspera da estreia da 2ª temporada, junto com mais duas séries em produção avançada
O canal pago americano Pop TV cancelou inesperadamente três das suas cinco séries. Duas delas tinham sido renovadas para 2ª temporada e a terceira, que estava em produção, ainda não havia estreado. Os títulos cancelados foram “Flack”, “Florida Girls” e “Best Intentions”. A decisão foi tomada após a ViacomCBS assumir completamente o controle do canal, que era uma joint venture com o estúdio Lionsgate. Todas as séries canceladas eram feitas por produtoras de fora do conglomerado da rede CBS, incluindo a própria Lionsgate, e seus destinos refletem a linha adotada por Bob Bakish, CEO da ViacomCBS, que em fevereiro determinou priorizar franquias e conteúdo produzido pelo próprio conglomerado. “Nossa estratégia não é gastar mais, mas valorizar nosso conteúdo por toda a nossa vasta base de comunicação”, ele discursou em fevereiro passado. O cancelamento mais chocante foi o de “Flack”. A produção da comédia estrelada por Anna Paquin (de “True Blood”), no papel de uma profissional de relações públicas especializada em resolver escândalos de celebridades, recebe a notícia de que deixaria de ser exibida a uma semana da estreia de sua 2ª temporada, prevista para 13 de março. Renovada para a 2ª temporada, “Florida Girls”, sobre quatro amigas numa cidade litorânea arruinada e cheia de alcoólatras, encontrava-se em fase avançada de gravação dos novos episódios. Já “Best Intentions” estava iniciando seus trabalhos, após ter sido encomendada pelo canal. Os estúdios responsáveis pelas três séries vão agora buscar canais alternativos para exibir o trabalho feito. A 2ª temporada de “Flack” tem garantia de exibição no Reino Unido, já que está toda gravada e é uma coprodução do canal pago britânico UKTV. Mas as demais não tem destino garantido. Para completar, outra série do Pop, “Schitt’s Creek”, vai se encerrar em 7 de abril, ao final de sua 6ª temporada. Com isso, a última série remanescente do canal passa a ser, ironicamente, “One Day at a Time”, que foi resgatada do cancelamento na Netflix. A 4ª temporada e primeira produzida para a TV tem estreia marcada para 24 de março. O desmonte do Pop remete ao que aconteceu recentemente com outro canal do conglomerado ViacomCBS, o TVLand, que atualmente também só tem uma série original no ar, “Younger”. Além dos cancelamentos, a equipe do Pop também encolheu com várias demissões.
Orange Is The New Black: Série premiada da Netflix estreia na Band
A série “Orange Is The New Black”, uma das primeiras produções originais e maiores sucessos da plataforma de streaming Netflix, chega à TV aberta brasileira neste sábado (7/3). A Band vai exibir os 13 episódios da 1ª temporada sem cortes, durante este e os próximos sábados, sempre às 23h. Será a primeira vez que uma série da Netflix terá uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, “Orange Is The New Black” pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Anteriormente, “Stranger Things” chegou a ter um episódio veiculado no SBT, em uma ação comercial da Netflix, que comprou o horário de exibição para promover o lançamento da atração. Desta vez, porém, foi o contrário. A Band adquiriu os direitos de “Orange Is The New Black” para exibir a série integralmente, dentro de sua programação normal. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 na plataforma de streaming, acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling) como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, aprendendo o melhor e o pior da vida de presidiária. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019, mostrando o destino de Piper na conclusão da trama. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Curiosamente, “Orange Is the New Black” não é a primeira série sobre prisioneiras exibida na TV brasileira. O SBT arriscou mostrar a atração australiana “As Prisioneiras” em sua grade dominical, durante 1979, mas jamais completou a trama. Originalmente uma novela, “As Prisioneiras” teve nada menos que 692 capítulos produzidos.












