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    Cancelamento Cultural: Globo desiste de série sobre crime do goleiro Bruno

    10 de março de 2020 /

    A patrulha politicamente correta comemora seu primeiro cancelamento cultural importante no Brasil. A Globo desistiu de produzir uma série sobre o crime do goleiro Bruno, condenado por assassinar Eliza Samúdio, modelo com quem teve um filho, após pressão da escritora de novelas Gloria Perez e da mãe da vítima. A produção estava em fase embrionária, mas deveria ser protagonizada por Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), dirigida por Amora Mautner (“Assédio”) e escrita por Lucas Paraizo (“Sob Pressão”). Para este projeto, a emissora chegou a adquirir os direitos do livro “Indefensável – O Goleiro Bruno e a História de Morte de Eliza Samúdio”, lançado em 2014. Após descobrir o projeto da Globo, Gloria Perez usou seu perfil no Twitter para reclamar. “Oi? Só pode ser piada! E de mau gosto!”, ela postou em resposta a uma reportagem sobre a produção. A repercussão negativa ganhou força após a divulgação de que a primeira cena da produção teria cachorros da raça rottweiler devorando o corpo de Eliza, simulando parte do crime. Vale lembrar que Perez também é mãe de uma vítima de feminicídio e reage com extrema sensibilidade ao tema. Mas muitos também esquecem que uma das séries mais premiadas dos últimos tempos abordou uma história real com muitos paralelos em relação ao caso de Bruno. Lançada em 2016, “The People v. OJ Simpson: American Crime Story” contou a história de um atleta famoso dos EUA que teria matado a ex-mulher e, pior do que aconteceu no Brasil, se safado na justiça americana. O canal pago FX jamais cogitou cancelar a produção. O resultado foram 13 prêmios Emmy (o Oscar da televisão), inclusive como Melhor Série Limitada. Mais que isso: lançou outra temporada de “American Crime Story” em 2018, focada em novo assassinato famoso: o do estilista Gianni Versace, enfrentando a ira da poderosa família italiana. “The Assassination of Gianni Versace” voltou a vencer 13 troféus no Emmy, entre eles, novamente, o de Melhor Série Limitada. Nenhuma das duas temporadas glorificou os crimes ou os assassinos. Ao contrário, ajudou a denunciar o machismo, a impunidade gerada pela fama e pelo dinheiro e até a má vontade da polícia em investigar certos casos que, como diria o governo Bolsonaro, são de minorias. Tudo indica que a série sobre o assassinato de Eliza Samúdio faria parte de uma iniciativa da Globoplay para dramatizar crimes brasileiros famosos, que será inaugurado por uma minissérie centrada no assassinato da vereadora Marielle Franco – contra a qual não há registro de protesto da turba politicamente e seletivamente correta. É um filão que sempre fez sucesso na imprensa nacional, mas ainda permanece pouco explorado no audiovisual. “O Assalto ao Trem Pagador” (1962), “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), “O Caso Cláudia” (1979), que inclusive retrata um feminicídio, o recente “O Sequestro do Ônibus 174” (2002) e a própria série “Assédio” (2018), da Globo, são exemplos de produções brasileiras do gênero “true crime”, que na próxima semana receberá mais dois exemplares, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o caso de Suzane von Richthofen. Mas talvez o mais importante de todos esses filmes venha a ser o vindouro “Ângela”, de Hugo Prata (“Elis”), que pretende contar a história do assassinato da socialite Ângela Diniz, a “Pantera de Minas”, pelo “playboy” Doca Street em 1976, a história mais famosa de feminicídio do país, que ao usar a tese da “defesa da honra” em seu julgamento deu origem ao movimento “quem ama não mata” e à primeira grande mobilização de mulheres contra a violência doméstica no Brasil. Os politicamente corretos serão contra esse conteúdo?

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    Falcão e o Soldado Invernal tem gravações paralisadas devido ao coronavírus

    10 de março de 2020 /

    A Disney paralisou as gravações da série “Falcão e o Soldado Invernal” em Praga, por conta da epidemia de coronavírus. O projeto estava sendo filmando em Atlanta (EUA), onde a Marvel Studios filmou a maioria de seus filmes, mas a Disney transferiu a produção para a capital da República Tcheca na semana passada. Nesta terça (10/3), todo o elenco e a equipe foram instruídos a voltar para Atlanta. A decisão de paralisar as gravações foi tomada depois que o Ministério da Saúde tcheco fechou escolas e impôs outras restrições a eventos e viagens. Também hoje, o Festival Internacional de Cinema de Praga foi cancelado. O estúdio não informou se a série continuará a ser gravada em nova locação, nem se a previsão de estreia para agosto de 2020, na plataforma Disney+ (Disney Plus), será mantida. “Falcão e o Soldado Invernal” aborda o legado do Capitão América e continua a história do filme “Vingadores: Ultimato”, mostrando o que aconteceu após Sam Wilson, o Falcão, receber o escudo de Steve Rogers. Além do Falcão (Anthony Mackie), Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga de sucessor do Capitão. Mas a série vai introduzir ainda um terceiro postulante, John Walker, o Agente Americano – vivido por Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho dos atores Kurt Russell e Goldie Hawn. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos heróis citados, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”.

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    Resgatada do cancelamento, One Day at a Time ironiza a Netflix

    10 de março de 2020 /

    O Pop TV antecipou a primeira cena da 4ª temporada de “One Day at a Time”, série que o canal pago americano “salvou” do cancelamento, após ser dispensada pela Netflix. O vídeo mostra logo nos primeiros segundos uma alfinetada na plataforma de streaming, ironizando sua programação após o cancelamento. “E aí, já decidimos o que vamos assistir?”, pergunta a personagem Penelope (Justina Machado) ao entrar na sala onde sua família a espera. “Não. Não tem nada mais de bom na Netflix”, responde o filho Alex (Marcel Ruiz). A piada, entretanto, também vale para a própria Pop TV, que na semana passada cancelou três de suas cinco séries originais – e a quarta acaba em 7 de abril. Antes de terminar, a prévia de um minuto ainda introduz a participação especial de Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”), na pele de um pesquisador de censo demográfico. Ao contrário do que acontecia na Netflix, a nova temporada de “One Day at a Time” terá seus episódios disponibilizados semanalmente na TV americana. A estreia está marcada para 24 de março e não há expectativa de transmissão no Brasil. Allow us to reintroduce: The Alvarezs. 😂 Here's your first look at the season premiere of #ODAAT, returning March 24th on @PopTV! pic.twitter.com/LSquYoZOWQ — One Day at a Time (@OneDayAtATime) March 10, 2020

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    Estreia de Orange Is the New Black levanta audiência da Band

    9 de março de 2020 /

    A rede Band registrou aumento de 27% de sua audiência com a estreia da série “Orange Is the New Black”, produção premiada da Netflix, na noite de sábado passado (7/3). A emissora exibiu os dois primeiros episódios da série de forma consecutiva, das 23h às 0h40, e marcou 3,2 pontos no Ibope, tirando público dos canais rivais, principalmente da rede Record (que caiu 10% no horário). A atração que mais sofreu com a estreia foi “Chicago Fire”. Normalmente líder de audiência, a série de bombeiros americanos registrou 3,8 pontos, numa queda de 12% em comparação ao sábado anterior, quando teve média de 4,3. “Orange Is the New Black” é a primeira série da Netflix a ter uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 e acompanhava a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Por enquanto, apenas a 1ª temporada de “Orange Is the New Black” tem exibição confirmada na Band.

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    Perdidos no Espaço é renovada e cancelada pela Netflix

    9 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) para sua 3ª temporada. E também seu cancelamento. A próxima será a última temporada. A notícia foi dada com muita cara de pau nas redes sociais. “Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes”, disse um post da plataforma sobre o final da série. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, lançada em 24 de dezembro, graças a efeitos visuais de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. Infelizmente, a Netflix não tem demonstrado interesse em prolongar muito as histórias de suas produções, em contraste com as atrações que importa da TV, que, ao serem exibidas em streaming, lideram sua audiência – como “Friends”, de 10 temporadas, ou “The Office”, de 9. A série renovada e cancelada é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas mesmo esta também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original também durou três temporadas. A diferença é que, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, a nova versão deve dar um final para a viagem da família Robinson, algo que a produção dos anos 1960 nunca ofereceu aos fãs. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi marcada. Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes: Perdidos no Espaço foi renovada pra sua terceira e última temporada. pic.twitter.com/WOpn76n3HP — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 9, 2020

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    Astro de Timeless viverá Drácula em novo projeto de série

    9 de março de 2020 /

    O ator croata Goran Visnjic, que estrelou a série “Plantão Médico” (E.R.) e recentemente foi o anti-herói de “Timeless”, viverá o vampiro Drácula no piloto da série “The Brides”, em desenvolvimento na rede ABC. Como indica o título, o projeto é mais focado nas três noivas de Drácula e é apresentado como uma “reinvenção contemporânea e sexy” das personagens icônicas com “fortes elementos de horror”. Para quem não sabe, as “noivas” foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. O piloto foi encomendado em janeiro passado, mas o projeto na verdade é antigo. A premissa chegou a ser apresentada para a rede americana NBC em 2015, que na época não se interessou. Mas, desde então, o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, se tornou um dos produtores-roteiristas mais bem-sucedidos da WBTV (Warner Bros. Television), autor de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”. A premissa do projeto é que as três noivas de Drácula não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama irá mostrar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Gina Torres (“Suits”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) já foram escaladas como duas das noivas, Cleo e Lily, a mais velha e a mais nova, respectivamente. O papel da noiva do meio, Renée, ainda não foi preenchido. O elenco também conta com Chris Mason (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), no papel de um magnata que confronta Cleo, e Sophia Tatum (“I Am Not Ok with This”) como uma modelo que cruza o caminho de Renée.

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    Supergirl: Primeira heroína trans da TV vai lutar contra vilão transfóbico

    9 de março de 2020 /

    Depois de introduzir a primeira super-heroína transexual da TV, a série “Supergirl” vai apresentar um vilão transfóbico. O trailer do próximo episódio, intitulado “Reality Bytes”, traz a ameaça do vilão machão, que resolve demonstrar sua insatisfação contra o fato de uma transexual ser considerada heroína. Veja abaixo. No capítulo, após uma colega trans ser atacada, Nia/Sonhadora resolve tomar a frente do caso e deter o criminoso preconceituoso. A personagem Sonhadora (Dreamer, em inglês) entrou em “Supergirl” na temporada passada e é interpretada pela atriz Nicole Amber Maines, que nasceu com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, e se descobriu transgênero aos três anos de idade – mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e virou um marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E também tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. “Supergirl” lhe deu ainda mais visibilidade, mostrando o quão longe pode levar a vontade de usar um vestido cor-de-rosa. O episódio “Reality Bytes”, da 5ª temporada da série, vai ao ar no próximo domingo (15/3) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Batwoman enfrentou a filha do Coringa no episódio mais recente da série

    9 de março de 2020 /

    O episódio mais recente de “Batwoman”, exibido na noite de domingo (8/3) nos EUA, introduziu uma nova vilã com longa história nos quadrinhos: Duela Dent, que é mais conhecida como a filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras, dois dos maiores inimigos de Batman. Ela foi introduzida como heroína nos quadrinhos dos Titãs em 1976, dizendo que queria remediar todo o mal feito pelo pai e pelo tio, mas o reboot de “Crise nas Infinitas Terras” bagunçou sua origem, que se tornou ainda mais complicada pelos reboots seguintes. Em certo ponto, ela foi eliminada pelo Monitor por representar uma anomalia, uma sobrevivente de Terra 3, filha do Coringa e da versão feminina do Duas Caras, ambos super-heróis em sua dimensão. Ela também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até como uma mulher velha, ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A versão apresentada na série reflete a aparição mais recente da personagem, pós-“Novos 52”, como uma psicopata obcecada pelo Coringa, que mutila a própria cara para se parecer com o vilão. Em seu delírio, ela busca fazer uma transfusão de sangue do Coringa para dizer que é sua filha, e tenta obter a pele do rosto do criminoso para usar como máscara. Como curiosidade, Duela tem uma rixa particular com a Arlequina, alimentada pela obsessão compartilhada pelo Coringa e pela inclusão das duas no Esquadrão Suicida. Sua aparição no episódio “Grinning from Ear to Ear”, de “Batwoman”, não deixa claro se a vilã (vivida por Alessandra Torresani) pretende assumir o papel de filha do Coringa, nem mesmo se voltará a aparecer após ser presa pela heroína (Ruby Rose). Mas sua presença proporcionou uma versão feminina do célebre duelo “Batman vs. Coringa” na televisão. “Batwoman” ainda é inédita no Brasil, mas deve chegar junto da plataforma HBO Max, que será inaugurada em maio nos EUA e lançada até o fim do ano na América Latina.

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    Vilão de Game of Thrones vai voltar a atuar após sete anos

    8 de março de 2020 /

    O jovem ator irlandês Jack Gleeson, que ficou conhecido ao interpretar o odiado rei Joffrey em “Game of Thrones”, vai voltar a atuar após hiato de sete anos – desde 2013, quando gravou a morte de seu personagem na série da HBO. Gleeson chegou a cogitar abandonar a atuação, dizendo que tinha perdido o prazer de atuar após as reações radicais despertadas por seu desempenho como Joffrey. Ele aproveitou o tempo longe das telas para completar a faculdade – formou-se em Filosofia e Teologia – e agora vai retomar a carreira numa série de comédia da BBC chamada “Out of Her Mind”. Ainda não há muito detalhes do novo projeto, que tem produção da dupla Simon Pegg e Nick Frost, astros das comédias “Todo Mundo Quase Morto” (2004), “Chumbo Grosso” (2007) e “Heróis de Ressaca” (2013) – também conhecidas como a “trilogia do Cornetto”. A série é criação da comediante britânica Sara Pascoe (“Twenty Twelve”), que promete mudar o formato clássico dos sitcons com “personagens excêntricos, animação e exploração científica”. Ainda não há previsão de lançamento.

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    2ª temporada de Aruanas vai abordar poluição ambiental

    8 de março de 2020 /

    A 2ª temporada de “Aruanas”, da Globoplay, já está sendo gravada em São Paulo. Segundo apurou o colunista Flavio Ricco, do Uol, desta vez a série protagonizada por Taís Araújo, Leandra Leal, Débora Falabella, Camila Pitanga e Thainá Duarte vai abordar os problemas causados pela poluição em uma cidade fictícia. Na trama, a jovem atriz Bella Piero (da novela “O Outro Lado do Paraíso”) será uma vítima da poluição de ar pelas micropartículas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em reportagem da revista Galileu, de 2018, mais de 90% das crianças do planeta respiram ar tão poluído que colocam sua saúde e desenvolvimento em risco. Criada e escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, com a colaboração de Carolina Kotscho, “Aruanas” acompanha o trabalho de uma ONG ambiental liderada por mulheres e abordou o desmatamento da Amazônia em sua 1ª temporada. A nova temporada de “Aruanas” também contará com participações de Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) e Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”), e tem gravações agendadas até junho, para lançamento em dezembro deste ano em streaming.

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    Nada Ortodoxa: Série sobre judia em fuga de comunidade radical ganha trailer legendado

    8 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer da minissérie alemã “Nada Ortodoxa” (Unorthodox), baseada no best-seller “Unorthodox”, escrito por Deborah Feldman. A obra original é um livo de memórias que conta como ela fugiu de sua comunidade ortodoxa de judeus hassídicos em Nova York e se mudou para Berlim, sem dinheiro ou lugar para ficar, ao se rebelar contra um casamento arranjado aos 17 anos e as restrições radicais que a impediam de ler e estudar em inglês. A série é uma adaptação que já começa alterando o nome da personagem principal. A atriz isralense Shira Haas (“Foxtrot”) protagoniza a trama como Esther Shapiro. Outros detalhes também foram mudados – na vida real, ela Feldman fugiu com seu filho. Mas a essência é mantida. Ela começa a fazer amigos, conhecer coisas novas e ter experiências que jamais tinha imaginado. Porém, sua comunidade está em seu encalço para “resgatá-la”. A adaptação é assinada pela roteirista americana Anna Winger (criadora de “Deutschland 83”) e a canadense Alexa Karolinski (“Oma & Bella”), com direção a cargo da alemã Maria Schrader (“Stefan Zweig: Adeus, Europa”). A estreia está marcada para 26 de março.

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    Revelação de Projeto Flórida é repórter mirim no trailer da série Home Before Dark

    8 de março de 2020 /

    A Apple divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Home Before Dark”, série inspirada na história real de Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. A personagem é vivida por Brooklynn Prince, a jovem revelação de “Projeto Flórida” (2017). Na trama, a família de Hilde se muda de Nova York para uma pequena cidade à beira de um lago, e, quando chega lá, descobre um mistério que todos na cidade evitam comentar: o desparecimento do menino que era o melhor amigo de seu pai na infância. Querendo ser jornalismo como seu pai, ela resolve investigar o caso por conta própria. Na vida real, Hilde conseguiu novas pistas e trouxe à tona os implicados no assassinato, denunciando-os num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação da repórter-mirim chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e também destaca em seu elenco Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) como o pai da protagonista, além de Abby Miller (“The Sinner”), Joelle Carter (“Justified”) e Louis Herthum (“Westworld”). Com 10 episódios, a série estreia em 3 de abril na plataforma Apple TV+ e já está renovada para sua 2ª temporada.

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    Chuck Norris fará participação especial no final de Hawaii Five-0

    7 de março de 2020 /

    O veterano ator Chuck Norris vai fazer uma participação especial no final da série “Hawaii Five-0”. Na season finale de duas horas de duração, ele vai interpretar um sargento aposentado, chamado Lee Phillips, que ajudará o personagem Lincoln Cole (interpretado por Lance Gross, ex-“MacGyver”) a se esconder das autoridades e proteger seu anonimato. Phillips treinou Lincoln, um sargento condecorado da Marinha dos EUA que trabalha na segurança antiterrorismo da frota. Chuck Norris não aparecia na TV há cinco anos, desde que fez uma pequena participação como ele mesmo na série “Os Goldbergs”, em 2015. Seu último personagem diferente dele próprio tinha sido no filme “Os Mercenários”, O final também trará de volta o vilão do primeiro episódio da série, Victor Hesse, interpretado por James Marsters (o eterno Spike de “Buffy: A Caça-Vampiros”, que recentemente estrelou “Fugitivos”/”Runaways”), além do principal inimigo dos Five-0, Wo Fat, vivido por Mark Dacascos (de “O Pacto dos Lobos” e “Wu Assassins”). O último capítulo da série será exibido em 3 de abril nos EUA. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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