Vaza o áudio do final da temporada de The Walking Dead
O fórum The Spoiling Dead Fans, dedicado a discutir “The Walking Dead”, vazou o áudio de 10 minutos de duração da cena final da 6ª temporada. Trata-se do discurso de introdução Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan, que culmina na morte de um personagem. O fato é que o canal pago AMC, que exibe a série nos EUA, iniciou uma ofensiva contra o site, conseguindo bloquear sua página no Facebook. O canal também lançou uma blitz para apagar todas as cópias dos áudios que se propagaram pela internet. Portanto, nem adianta procurar mais. Detalhe: era real. Intitulado “Last Day on Earth”, o final da temporada vai ao ar no próximo domingo (3/4), com 1h30 de duração e transmissão simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
2ª temporada de Sense8 terá cenas gravadas na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo
A 2ª temporada de “Sense8” terá cenas gravadas durante a Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, informou a SPCine, empresa municipal criada para fomentar a atividade audiovisual na capital paulista. A 20ª edição do evento acontecerá no dia 29 de maio, na Avenida Paulista. Vale lembrar que a 1ª temporada incluiu gravações em evento lésbico de San Francisco (San Francisco Dyke March), envolvendo a atriz transgênero Jamie Clayton, que interpreta Nomi, e Freema Agyeman, que vive sua namorada Amanita. Jamie Clayton, por sinal, já se manifestou no Twitter, dando a entender que participará das gravações paulistas. “Prepare-se Brasil!”, ela escreveu. De acordo com o coordenador internacional da SPCine, Eduardo Raccah, cidades como Madrid e Buenos Aires também foram cotadas para ganhar as gravações, que acontecerão em São Paulo. Ele se encontrou com o produtor Bill Bowling em março para acertar os detalhes das filmagens, que terão coprodução nacional da O2 Filmes. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 1ª temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue. A 2ª temporada de “Sense8” começou sua produção em março e ainda não tem previsão de estreia. A série é exibida no serviço de streaming Netflix.
Visita de Flash ajuda Supergirl a atingir uma de suas maiores audiências nos EUA
A série “Supergirl” experimentou uma de suas maiores audiências nesta semana, na rede americana CBS, graças à visita do super-herói Flash, vindo não só de outra dimensão (como explicado na trama) como também de outro canal. O episódio do primeiro encontro dos personagens dos quadrinhos rendeu 7,2 milhões de telespectadores ao vivo, um aumento de 38% na audiência em relação ao capítulo anterior de “Supergirl” e o maior público da série desde fevereiro, além de registrar 1.7 pontos na demografia cobiçada pelos anunciantes – o público entre 18 e 35 anos. O desempenho representou a segunda maior audiência da noite de segunda-feira (28/3) nos EUA, atrás apenas do popular programa “The Voice” – por sinal, exibido no mesmo horário de “Supergirl”. Intitulado “World’s Finest” (os melhores do mundo), mesmo nome de uma revista de grandes duplas dos quadrinhos da DC (Batman e Superman foram seus principais protagonistas), o episódio foi de uma fofura marcante, muito bem escrito por Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, e representou o 18º da temporada inaugural de “Supergirl”, que ainda não teve sua renovação confirmada. Apesar da história cruzar com a trama atual da série “The Flash”, Supergirl não irá aparecer na atração do velocista escarlate, que é exibida nos EUA na rede CW. “The Flash”, por outro lado, já se encontra renovada para sua 3ª temporada. As duas séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Famke Janssen pode estrelar série derivada de The Blacklist
A atriz holandesa Famke Janssen, intérprete original de Jean Grey no filmes do “X-Men” e protagonista da trilogia “Busca Implacável”, pode estrelar uma série derivada de “The Blacklist”. De acordo com o TVLine, a rede NBC, que está desenvolvendo o projeto, introduzirá a personagem da atriz num episódio de “The Blacklist”, já programado para ir ao ar em 12 de maio nos EUA. Ela interpretará Susan “Scottie” Halsted, mas não há outras informações oficiais a respeito de sua aparição. Não faltam, porém, boatos. Para começar, Ryan Eggold, que interpreta Tom em “The Blacklist”, também entraria no spin-off. Por sinal, a relação de seu personagem com “Scottie” seria similar à dinâmica entre Liz e Red em “The Blacklist”. Fontes do site The Hollywood Reporter sugerem que ela seria a mãe de Tom. Outro personagem da série original que pode aparecer no spin-off é o vilão Mr. Solomon. O ator Edi Gathegi fechou contrato para participar do novo programa caso este seja aprovado pela emissora. “The Blacklist” é a segunda série de maior audiência da NBC, atrás apenas da estreante “Blindspot”, e já se encontra renovada para sua 4ª temporada. Atualmente, Famke tem participação esporádica em “How to Get Away With Murder”, que está em sua 2ª temporada, e diversos filmes em desenvolvimento, tanto na Europa quanto nos EUA.
Patty Duke (1946 – 2016)
A atriz Patty Duke, que venceu o Oscar e teve uma série com seu nome antes de se tornar adulta, morreu na terça-feira (29/3), após sofrer complicações de uma infecção causada por uma perfuração no intestino. Ela tinha 69 anos. Patty nasceu Anna Marie Duke em Nova York, em 1946, e interpretou diversas nova-iorquinas ao longo de sua trajetória, que iniciou muito cedo. Ela ganhou o pseudônimo Patty ainda criança, aparecendo com este nome em seus primeiros trabalhos de 1954, aos oito anos de idade, quando começou a fazer pequenas participações em filmes, telenovelas e diversos teleteatros. A mudança foi exigência de seus empresários, que achavam “Anne Marie” pouco artístico. Os empresários, o casal John and Ethel Ross, não cuidavam apenas de sua carreira. O pai de Patty era um taxista alcoólatra e sua mãe sofria de depressão. Quando a menina tinha seis anos, a mãe teve um surto e expulsou seu pai de casa. Aos oito, a entregou aos cuidados do casal Ross, que passou a cuidar dela, mas não necessariamente de forma amorosa, transformando-a numa máquina de ganhar dinheiro. Forjaram currículo, mentiram sua idade e, quando ela se provava difícil de lidar, a viciaram em álcool. Tudo isto está em sua autobiografia. A criança tinha um talento evidente, que já se manifestava aos 12 anos, quando passou a se destacar em produções de diferentes gêneros, como o drama “A Deusa” (1958), a sci-fi “Quarta Dimensão” (1959) e a comédia “Feliz Aniversário” (1959). No mesmo período, ela fez sua estreia na Broadway, estrelando a peça “The Miracle Worker”, na qual deu vida a Helen Keller, uma garota cega, surda e muda. A peça fez enorme sucesso e ficou em cartaz por dois anos. O papel de Helen Keller acabou sendo, de forma precoce, o ponto alto de sua carreira. Em 1962, aos 16 anos, ela foi escalada para revivê-lo em “O Milagre de Anne Sullivan”, drama dirigido por Arthur Penn, no qual sua personagem precisava de ajuda constante da incansável professora Anne Sullivan (Anne Bancroft, que também atuou na peça). Por seu desempenho, Patty venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e se tornou, na época, a pessoa mais jovem a conquistar um prêmio da Academia. O Oscar a deixou tão famosa que ela ganhou uma série com seu próprio nome, “The Patty Duke Show”. O título foi escolhido antes que a rede ABC soubesse qual seria trama. A ideia era criar uma atração para a estrelinha ascendente, o que quer que fosse. O fato é que, até então, não existiam programas estrelados por garotas da idade de Patty na televisão. Assim, para decidir sobre o que seria a série, o produtor-roteirista Sidney Sheldon (também criador de “Jeannie É um Gênio”) levou a jovem para passar uma semana com sua família. Na curta convivência, Sheldon reparou que Patty tinha dois lados distintos (mais tarde, ela seria diagnosticada com bipolaridade), o que lhe deu a ideia de criar uma trama sobre duas adolescentes idênticas. Na série, Patty vivia uma nova-iorquina moderna, que passa a conviver com sua prima idêntica (também interpretada pela atriz), vinda da Europa. Embora fossem iguais fisicamente, as duas não podiam ter gostos mais diferentes. E a confusão que suas semelhanças causavam alimentava a maioria das piadas do programa. “The Patty Duke Show” durou três temporadas, entre 1963 e 1966, e marcou época, inaugurando um filão que atualmente responde por boa parte da programação de canais pagos como Nickelodeon, Disney Channel e Freeform (ex-ABC Family): as séries de meninas. Fez tanto sucesso que Patty recebeu indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e também se lançou como cantora. Mas quando completou 18 anos, ela rompeu com os empresários exploradores e quis renegociar seu contrato, fazendo exigências que levaram um impasse e ao fim inesperado da atração, mesmo com boa audiência. Apesar de gravada em preto e branco, “The Patty Duke Show” continuou no ar em reprises ao longo das décadas, chegando a experimentar uma redescoberta em 1988, quando passou a integrar a programação do canal Nickeledeon. As reprises mantiveram a popularidade da produção, a ponto de gerar um telefilme de reencontro, 33 anos após seu cancelamento. Exibido em 1999, o telefilme mostrava as primas casadas, com filhos e até netos. Com o fim de sua série, Patty decidiu priorizar sua carreira cinematográfica. Ela já tinha estrelado seu primeiro filme como protagonista, a comédia adolescente “Uma Lourinha Adorável” (1965), como uma moleca andrógina, dividida entre a vontade de ser um menino, para ter mais liberdade e fazer esportes, e a primeira paixão colegial. Mas seu primeiro longa após “The Patty Duke Show” acabou seguindo na direção oposta, numa escolha arriscada, com o objetivo de mostrá-la adulta. Patty escandalizou ao decidir estrelar “O Vale das Bonecas” (1967). Na adaptação do romance trash de Jacqueline Susann, ela interpretava uma jovem estrela da Broadway que se viciava em drogas, fazia sexo casual, destruía lares e precisava ser internada para reabilitação. O filme era um dramalhão tão grande que virou cult, ao ser considerado um dos piores melodramas já feitos. Para reafirmar que era uma jovem moderna, ela também estrelou “Uma Garota Avançada” (1969), no qual se rebelava contra os planos de casamento de sua família, abandonando o lar para abraçar o estilo de vida boêmio do Greenwich Village, em Nova York. Mas os papéis de adulta não lhe renderam o mesmo sucesso da adolescência. Durante os anos 1970, ela se viu alternando participações em diversas atrações televisivas, como “Galeria do Terror”, “O Sexto Sentido”, “Havaí 5-0”, “Os Novos Centuriões”, “Police Woman” e “São Francisco Urgente”, com filmes B, como o terror “Sob a Sombra da Outra” (1972) e o desastre sci-fi “O Enxame” (1978). Em 1979, ela voltou à trama que a consagrou, estrelando uma versão televisiva de “O Milagre de Anne Sullivan”, desta vez no papel da professora, comprovando como o tempo tinha passado. Patty havia se tornado adulta demais até em sua vida pessoal, passando por três casamentos frustrados e um relacionamento polêmico com Desi Arnaz Jr., filho de Lucille Ball e Desi Arnaz, quando já tinha 24 anos e ele ainda era menor de idade. O escândalo quase destruiu sua carreira quando ela engravidou em 1971, e as revistas de fofoca especulavam que o pai podia ser o ator de 17 anos. Mas ela rapidamente se casou com John Astins (o Gomez da série “Família Addams”), registrando a criança como filho dele. O jovem cresceu para se tornar um hobbit, Sean Astin, astro da trilogia “O Senhor dos Anéis”. Patti ainda teve outro filho com John Astins, mas o casamento terminou em divórcio em 1983. Após esse período tumultuado, a atriz tentou retomar a carreira televisiva, estrelando quatro séries de curta duração. A que foi mais longe teve uma temporada completa de 22 episódios: a sitcom “It Takes Two”, na qual interpretou a mãe de dois futuros astros televisivos, os jovens Anthony Edwards (o Dr. Mark Greene de “Plantão Médico/E.R.”) e Helen Hunt (a Jamie Buchman de “Louco por Você/Mad About You”). As outras séries foram “Hail To The Chief”, em 1985, na qual interpretou a primeira mulher presidente dos EUA (durou 7 episódios), “Karen’s Song”, em 1987, como uma mãe divorciada (a filha era Teri Hatcher, de “Desperate Housewives”) que se envolve com um homem muito mais jovem (em 13 capítulos), e, por fim, o drama “Amazing Grace”, em 1995, como uma ex-alcoóltra que se torna pastora de uma igreja (5 episódios). Entre 1985 e 1988, ela foi eleita presidente do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG, na sigla em inglês), chegando a comandar uma greve que conseguiu melhorar salários e condições de trabalho para os dubladores de animações. O período coincidiu com o ressurgimento das comédias adolescentes no cinema americano, o que lhe rendeu seu último papel de destaque no filme “Willy/Milly” (1986), como a mãe de uma moleca que, por meio de mágica, virava hermafrodita – uma versão extrema da ideia de “Uma Lourinha Adorável” (1965). Em 1987, ela publicou sua autobiografia, tornando-se a primeira celebridade a se assumir bipolar (ou maníaca-depressiva, como ainda se chamava a condição na época). A experiência a inspirou a virar ativista por melhores condições de saúde mental nos EUA, defendendo tratamentos de distúrbios de personalidade. Após contar sua história em livro, Patty estrelou “Call Me Anna” (1990), uma telebiografia de sua própria vida, intitulada com seu nome de bastimo. Ela ainda apareceu nas comédias “Por Trás Daquele Beijo” (1992), “Nos Palcos da Vida” (2005) e no filme religioso “A História de Oseias” (2012), estrelado por seu filho Sean Astin, além de diversos telefilmes – entre eles, “Luta Pela Vida” (1987), como mulher de Jerry Lewis. Nos últimos anos, experimentou uma fase de redescoberta, recebendo uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e convites para participar de várias séries, como “Glee” e “Drop Dead Diva”. Ela também se tornou uma das poucas atrizes a aparecer nas duas versões de “Havaí 5-0”, ao estrelar um episódio do remake. A melhor participação, porém, ficou reservada para seu último papel, num episódio de “Liv e Maddie” exibido em 2015 no Disney Channel. Na ocasião, ela interpretou duas personagens idênticas, evocando “The Patty Duke Show”: a avó e a tia-avó gêmeas da protagonista Liv (Dove Cameron). Uma bela homenagem para sua despedida das telas. “Eu te amo, mãe”, resumiu Sean Astins, ao informar aos fãs sobre a morte de Patty. “Que atriz!”, lembrou o apresentador Larry King. “Obrigado, Patty, por tudo que nos deu”, manifestou-se a própria Academia.
Vampiro 40°: Terror brasileiro ganha pôster e trailer
A produtora de Luiz Carlos Barreto divulgou o pôster e o trailer de “Vampiro 40°”, terror brasileiro derivado da série “Vampiro Carioca”, do Canal Brasil. Não bastassem as comédias, até o terror é televisivo neste país. A prévia, que tem vampiros traficantes, “mafiosa” japonesa e muitas vamps, nem procura enganar, assumindo que o negócio é trash. Dirigido por Marcelo Santiago (“Lula, o Filho do Brasil”), “Vampiro 40°” é estrelado pelo elenco da série, que inclui o cantor Fausto Fawcett, Renata Davies e Otto Jr, além de Marcos Winter (série “Magnífica 70”). A estreia está marcada para 2 de junho.
The Last Ship: 3ª temporada da série de ação apocalíptica ganha trailer
O canal pago TNT divulgou o trailer da 3ª temporada da série de ação apocalíptica “The Last Ship”. Após recapitular explosões, atentados e ameaças biológicas, a prévia revela um novo desdobramento, com o rapto do imediato Mike Slattery (Adam Baldwin, ex-série “Chuck”), uma nova mutação virótica e uma missão de resgate, liderada pelo Comandante Tom Chandler (Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy”), em meio a uma Ásia semidestruída. Produzida pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”), a série acompanha a tripulação de um destroyer da Marinha dos EUA após um vírus dizimar a maioria da população mundial. Após encontrar a cura na 1ª temporada, a missão do comandante Chandler perdeu muito de seu ímpeto, resultado numa queda de 30% de audiência. Mas mesmo com 3 milhões de telespectadores ao vivo, a atração permanece entre as mais assistidas da TV paga americana. Desenvolvida por Hank Steinberg (criador da série “Desaparecidos/Without a Trace”), “The Last Ship” também é estrelada por Rhona Mitra (“Anjos da Noite 3”), Marissa Neitling (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Travis Van Winkle (“Transformers”), Charles Parnell (série “Os Irmãos Aventura”), Tania Raymonde (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), Maximiliano Hernández (“Os Vingadores”), Jocko Sims (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), John Pyper-Ferguson (série “Alphas”), Mark Moses (série “Mad Men”) e Bren Foster (“Operações Especiais”). “The Last Ship” retornará em junho com mais 13 episódios inéditos.
Shemar Moore deixa a série Criminal Minds
O ator Shemar Moore deixou a série “Criminal Minds”. O intérprete do Agente Derek Morgan esteve presente nos 252 episódios da série, até o mais recente episódio, exibido na última quarta-feira (23/3) nos Estados Unidos, que marcou sua despedida. Na trama, após quase morrer, Morgan tem uma conversa séria com a namorada grávida e lhe propõe o casamento, decidindo-se a mudar de vida para se dedicar à família. A rede americana CBS explicou, em comunicado, que a saída do ator se deve a prioridades pessoais. A produtora Erica Messer reagiu à saída com tristeza: “Todos nós que fazemos parte de ‘Criminal Minds’ estamos tristes por dizer ‘até logo’ ao agente Derek Morgan e é ainda mais triste que o nosso amigo Shemar Moore não esteja mais nas gravações conosco. Temos amor e respeito por ele e pela sua escolha, mas isso não significa que não estejamos muito, muito tristes.” “É uma experiência estranha”, Moore diz ao site The Hollywood Reporter. “Eu passei 11 anos com um grupo de pessoas, e é uma coisa estranha me afastar – mas eu fiz isso em meus termos e da maneira certa.” “Criminal Minds” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Série Sense8 terá cenas de sua 2ª temporada gravadas em São Paulo
Após passar por nove cidades e oito países em seu primeiro ano, “Sense8” terá cenas rodadas no Brasil em sua 2ª temporada. A série da Netflix vai incluir gravações na cidade de São Paulo ainda no primeiro semestre de 2016. A novidade foi anunciada pela O2 Filmes, que irá auxiliar na produção local das gravações. O produtor americano Bill Bowling, inclusive, já esteve na sede da empresa em São Paulo para acompanhar os trabalhos de pesquisa e levantamento de locações. Ainda não se sabe quais atores da série visitarão o país, mas a atriz transgênero Jamie Clayton, que interpreta Nomi, já avisou no Twitter: “Prepare-se Brasil!”. Por sinal, ela está atualmente gravando cenas em Mumbai, na Índia. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série também é estrelada por Naveen Andrews (série “Lost”), Brian J. Smith (série “SGU Stargate Universe”), Doona Bae (“A Viagem”), Aml Ameen (série “Harry’s Law”), Tena Desae (“O Exótico Hotel Marigold”), Freema Agyeman (série “Doctor Who”), Max Riemelt (“A Onda”), Tuppence Middleton (“Distúrbio”), Alfonso Herrera (novela “Rebelde”), Erendira Ibarra (série “Capadocia”) e Terrence Mann (série “The Dresden Files”).
Ator de Guardiões da Galáxia vai viver o super-herói Tick em nova série
O ator Peter Serafinowicz, que viveu um dos personagens secundários de “Guardiões da Galáxia” (2014), foi escolhido para viver o “super-herói” Tick em uma nova série desenvolvida para o serviço de streaming Amazon. Personagem de quadrinhos, The Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração está sendo desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). Além de Serafinowicz, a produção também contratou Griffin Newman (série “Vinyl”), como seu parceiro juvenil Arthur Everest, e Valorie Curry (série “The Following”) como Dot, irmã de Arthur. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. O episódio terá direção de Wally Pfister (“Transcendence”). Como de praxe, a Amazon disponibilizará o piloto na internet para ser avaliado pelo público, e apenas após esse feedback determinará se a produção ganhará uma temporada completa.
Frontier: Série de western estrelada por Jason Momoa ganha primeiras fotos
O serviço de streaming Netflix divulgou as primeiras imagens de “Frontier”, minissérie de western estrelada por Jason Momoa (“Game of Thrones”) e dirigida pelo cineasta Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”). A atração vai se passar em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto, por sinal, não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que atração está atualmente sendo filmada no Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior – a época da série clássica “Daniel Boone” (1964–1970). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), a minissérie terá seis episódios e ainda inclui em seu elenco Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”) e Allan Hawko (série “Republic of Doyle”). A série chega ao serviço de streaming ainda em 2016, mas ainda não teve sua data de estreia definida.
Riverdale: Turma do Archie pode virar série com atores reais
O canal CW encomendou o piloto de uma série baseada nos quadrinhos e desenhos animados da “Turma do Archie”. A produção está a cargo de Greg Berlanti, que com os sucessos de “Arrow” e “The Flash” vem se especializando em adaptações televisivas de quadrinhos. O piloto foi escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista da série “Glee” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, tornando a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. Intitulado “Riverdale”, o projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo a abordagem para o site The Hollywood Reporter. “É por isso que topamos ir para as sombras com eles”. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem à criação de Vic Bloom e Bob Montana. Os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que acabou se tornando ainda mais popular que a turma original, sobre a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia de Aguirre-Sacasa é incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. A trama, porém, não terá elementos de nostalgia, pois vai se passar no presente, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de Riverdale. A escalação do elenco deve começar nas próximas semanas, e será curioso ver quem viverá o popular estudante Archie Andrews, a garota do lado Betty Cooper e a socialite rica Veronica Lodge, além de todo o elenco de apoio da franquia, inclusive o personagem gay Kevin Keller, recentemente criado nos quadrinhos. Entretanto, a 1ª temporada só será encomendada se o piloto agradar.
The Big Bang Theory pode acabar na próxima temporada
“The Big Bang Theory”, a série de comédia mais popular da TV americana atual, pode acabar na próxima temporada. A informação foi confirmada pelo produtor da série, Steven Molaro, à revista The Hollywood Reporter. “Eu acho que sim. Não posso falar sobre o futuro no nome da equipe, mas certamente essa é uma possibilidade”, ele afirmou. “O fato é que a 10ª temporada pode ser o ponto final”. Questionado sobre se o plano já estava definido, o produtor evitou ser específico. “O que temos em vista é tentar fazer cada um dos episódios melhor do que o outro. Ainda há muitos episódios para serem produzidos. Mesmo se, hipoteticamente, a 10ª temporada for a última, eu não focaria nisso ainda”, completou. Líder em audiência, “The Big Bang Theory” é assistido semanalmente por mais de 17 milhões de telespectadores nos EUA. Esta é a principal razão de sua longevidade, uma vez que nenhuma outra série supera sua popularidade. Os problemas são outros. Principalmente, o alto custo de produção. O elenco inteiro renegociou aumentos de cachês, passando a liderar a lista dos artistas mais caros da TV americana. Além disso, são raras as séries que duram mais de 10 temporadas, devido a estagnação criativa. A ausência da produção nas recentes indicações de melhores do ano, após dominar o gênero por vários anos, já é considerada indicativo de fadiga. Por conta disso, várias situações pendentes entre os personagens tem sido resolvidas nos capítulos mais recentes, como, por exemplo, o casamento de Penny (Kaley Cuoco) e Leonard (Johnny Galecki). Até Sheldon (Jim Parsons) perdeu a virgindade. Mesmo assim, o criador da série Chuck Lorre disse que o final de “Big Bang” ainda não está definido. “Não vou presumir quantos anos a série tem pela frente, porque é ridículo pensar nisso”, acrescentando que o programa “foi além de seus sonhos mais loucos”. A atração vai chegar a seu episódio 200 na nova temporada, que será comemorado com um evento especial, ainda não divulgado.












