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  • Série

    Premiada no Globo de Ouro, Goliath é renovada para sua 2ª temporada

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Amazon anunciou a renovação da série “Goliath”, criada por David E. Kelley (“Justiça sem Limites/Boston Legal”) e estrelada por Billy Bob Thornton (série “Fargo”). A série que estreou em outubro na plataforma de streaming rendeu a Bob Thornton o Globo de Ouro de Melhor Ator em Série de Drama em janeiro. O elenco também inclui William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil”), Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). Em comunicado, o presidente de conteúdo do Amazon Studios, Joe Lewis, comentou a renovação em comunicado. “A Amazon tem muito orgulho de ‘Goliath’ e da interpretação premiada de Billy Bob Thornton. Programas como este ajudam a elevar a arte de contar histórias. Mal podemos esperar para levar aos nossos assinantes uma nova temporada em breve”. Ainda não foi definida a data de estreia do segundo ano de “Goliath”.

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  • Série

    Novas séries baseadas em Charmed, L.A. Law e Os Garotos Perdidos ficam para 2018

    11 de fevereiro de 2017 /

    Os fãs de séries que aguardam ansiosamente alguns dos projetos anunciados no final do ano passado terão que esperar mais um pouco por pelo menos três títulos de grandes franquias. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, os remakes de “LA Law” e “Charmed” e a adaptação do filme “Os Garotos Perdidos” (The Lost Boys) tiveram seus desenvolvimentos adiados para a temporada de outono de 2018. O motivo foi a grande quantidade de projetos encaminhados para a próxima fall season, aliada à falta de cancelamentos que pudesse abrir brechas na programação televisiva. A rede CW ainda mantém seu interesse nas versões de “Charmed” e “The Lost Boys”, especialmente com o fim de “The Vampire Diaries”. Mas pediu novas versões dos roteiros. Fontes do THR afirmam que a premissa de “Charmed” foi a que menos agradou, mas os executivos do canal creditam isso à falta de tempo da produtora Jennie Snyder Urman, que está ocupada com “Jane the Virgin”. Com mais tempo, ela poderá redesenvolver o projeto, que foi escrito por duas roteiristas de “Jane”, Jessica O’Toole e Amy Rardin, e, ao contrário da trama contemporânea original, será situado nos anos 1970. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Shannen Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. Por sua vez, a versão televisiva do cultuado filme de vampiros “Os Garotos Perdidos” tem produção de Rob Thomas, criador das séries “Veronica Mars” e “iZombie”. E o projeto também tem viés nostálgico. Diferente do filme sobre dois irmãos recém-chegados a uma pequena cidade litorânea repleta de jovens vampiros, a série seria situada nos anos 1960 e centrada nos vampiros, avançando uma década a cada temporada. Como as gravações da 3ª temporada de “iZombie” já acabaram, Thomas tem tempo de sobra para aprimorar o roteiro antes da produção do piloto. Já o remake de “LA Law” foi prontamente recusado pela Fox. Entretanto, o projeto de resgate da série de advogados, que foi sucesso na década de 1980, não será arquivado. A premissa está sendo reescrita por Steven Bochco (após o cancelamento de “Murder in the First”), visando mudar sua estrutura de caso da semana para uma trama mais complexa, de olho no perfil do público da TV paga e dos serviços de streaming. A série original, exibida na NBC, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge, incluindo quatro de Melhor Série Dramática. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, enfatizando as competições entre os advogados dentro da própria firma.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Barbara Hale (1922 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu Barbara Hale, atriz da série “Perry Mason” e par romântico, no cinema, de alguns dos principais astros de Hollywood. Ela tinha 94 anos e faleceu na quinta (26/1) em sua casa, em Sherman Oaks, na California. Hale começou a carreira como modelo nos anos 1940, o que levou a um contrato para filmar produções do estúdio RKO, a partir de 1943. Diz a lenda que ela ouviu um diretor de casting fazer uma ligação desesperada em busca de uma substituta para uma atriz que estava doente, e foi assim que estrelou em Hollywood. “Claro que aumentaram a história, porque não era um papel importante e eu tinha só uma frase”, ela contou, anos depois. Mas esse começo modesto não demorou a colocá-la ao lado dos grandes astros da época, como Frank Sinatra (“A Lua a Seu Alcance”, 1943), Robert Mitchum (“A Oeste de Pecos”, 1945), Robert Young (“A Dama da Sorte”, 1946, e “Três é Demais”, 1949), Robert Ryan (“O Menino dos Cabelos Verdes”, 1948) e James Stewart (“Radiomania”, 1950). Os papéis românticos foram diminuindo com o passar dos anos, levando-a a explorar outras vertentes, o que lhe rendeu protagonismo num par de clássicos do cinema noir – “Ninguém Crê em Mim” (1949), de Ted Tetzlaff, e “Alma em Sombras” (1949), de Richard Fleischer – , mas principalmente em diversos westerns B, em que fez par com cowboys clássicos de Hollywood, como Broderick Crawford (“O Sabre e a Flecha”, 1953), Randolph Scott (“O Fantasma do General Custer”, 1956), Joel McCrea (“Na Sombra do Disfarce”, 1953, e “Quando as Pistolas Decidem”, 1957), Jock Mahoney (“Nos Degraus da Glória”, 1957) e até Rock Hudson (“Seminole”, 1953). Ela adorava westerns, porque foi no primeiro que estrelou que conheceu seu futuro marido, o ator Bill Williams, coadjuvante de “A Oeste de Pecos” (1945). Ela aceitou o convite do rapaz para tomar um café e um ano depois já estavam casados. O pai de seus três filhos também foi responsável por demonstrar que fazer séries de TV podia ser prazeroso. Após uma longa carreira cinematográfica, Bill Williams estrelou com sucesso a série “As Aventuras de Kit Carson”, que rendeu mais de 100 episódios entre 1951 e 1955. Em 1957, Hale se juntou ao elenco de “Perry Mason”, uma das séries jurídicas mais influentes da história da TV, no papel de Della Street, a secretária do protagonista interpretado por Raymond Burr. Ela era responsável por alguns insights importantes na resolução dos casos da semana, invariavelmente resolvidos num tribunal. “Quando começamos, ainda havia poucas mulheres na TV retratadas como profissionais, pois eram quase todas donas de casa”, disse Hale, numa entrevista dos anos 1990, sobre o revival da série, “Eu também gostava que ela fosse independente a ponto de não ser casada, porque meu marido, Bill, não precisava me ver casada com outro homem, e nossos filhos não tinham que me ver cuidando de outras crianças”. Pelo papel, Barbara Hale venceu o Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática de 1959. Mas ela participou da série até 1966, aparecendo em todos os 271 episódios produzidos de suas impressionantes nove temporadas. Após o fim de “Perry Manson”, a atriz fez participações em algumas séries, inclusive “Têmpera de Aço”, a nova atração do ator Raymond Burr, e coestrelou o longa “Aeroporto” (1970), como a esposa do piloto vivido por Dean Martin. A produção, que incluía um terrorista a bordo de uma aeronave, gerou um frenesi tão grande que acabou responsável pela tendência dos filmes de desastre. A carreira cinematográfica só incluiu mais um filme relevante, “Amargo Reencontro” (1978), de John Millius, sobre surfistas, em que viveu a mãe de seu filho na vida real, William Katt. Por sinal, ela também fez uma participação num episódio da série que popularizou o filho, “Super-Herói Americano”, em 1982, e ainda atuou ao lado do marido no telefilme “Meu Amigo Lobo” (1976), da Disney. Enquanto isso, “Perry Mason” continuava a ser reprisada com sucesso em diversas estações americanas. A rede CBS tinha tentado se aproveitar disso ao lançar “The New Perry Mason”, uma série com outro elenco nos anos 1970, mas o público não aceitou Monte Markham como Perry Mason e Sharon Acker como Della Street. A novidade foi tão mal recebida que não passou dos 15 episódios. Curiosos para ver como o público reagiria à volta do elenco original, os produtores convidaram Burr e Hale a retomarem seus papéis num telefilme, que foi lançado com toda a pompa como “O Retorno de Perry Mason” em 1985. A produção bateu recorde de audiência. A repercussão foi tanta, que novos telefilmes foram encomendados, num total de 30, rendendo mais uma década de casos resolvidos. Nem a morte de Raymond Burr, em 1993, interrompeu a produção, mas deixou Della Street, a personagem de Hale, como a única que participou de todos casos originais de “Perry Mason”. Notadamente, o último telefilme, exibido em 1995, foi também o último trabalho da carreira da atriz.

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  • Filme

    Shonda Rhimes desenvolve nova série jurídica com roteirista de Scandal

    18 de janeiro de 2017 /

    A rede ABC encomendou o piloto de mais uma série em potencial da prolífica e bem-sucedida produtora Shonda Rhimes. Segundo o site da revista The Hollyoowd Reporter, o projeto é uma série dramática de tribunal. Ainda sem título, a série será ambientada no Distrito Sul do Tribunal Federal de Nova York, também conhecido como “The Mother Court” (em português, o “Tribunal Mãe”). Caso vá em frente, a atração seguirá jovens advogados em lados opostos, defensoria e promotoria, tendo de administrar os mais difíceis casos, de grande repercussão e envolvendo gente graúda, e os efeitos desta responsabilidade em suas vidas. O projeto foi criado por Paul William Davies, roteirista de “Scandal” e será produzido por Rhimes e sua parceira Betsy Beers na produtora Shondaland. Se for aprovada, será a sexta série da Shondaland na ABC, após os sucessos de “Grey’s Anatomy”, “Scandal”, “How to Get Away with Murder”, “The Catch” e a vindoura série de época “Still Star-Crossed”, já inteiramente gravada, mas ainda sem previsão de estreia. Detalhe: a produtora tem ainda outros três projetos em desenvolvimento, “Show & Tell” sobre pais de crianças de uma mesma escola, “Lawless”, que é outra série jurídica, e uma série de detetive passada em Miami, ainda sem título.

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  • Conviction
    Série

    Nova série de Hayley Atwell, Conviction está virtualmente cancelada

    10 de novembro de 2016 /

    A rede ABC anunciou que não encomendará novos episódios de “Conviction”, estrelada por Hayley Atwell (ex-“Agent Carter”). Segundo o site Deadline, a opção de renovação para o segundo ano permanece aberta. Entretanto, o aviso de encerramento de uma produção tem sido usado, desde o ano passado, por emissoras americanas que preferem adiar a confirmação de cancelamento. Há vários motivos para isso. O principal é evitar perda maior de audiência, com o desinteresse do público por episódios inéditos de uma série que não terá fim. Por sinal, a ABC não programou tirar a série do ar de uma hora para outra. Uma das séries mais convencionais da temporada, “Conviction” seguia a fórmula do caso jurídico da semana, usada desde que “Perry Mason” fazia sucesso nos anos 1960. Inclusive, já houve uma série jurídica com o mesmo título – e premissa – em 2006. Na trama, Hayley Atwell interpreta uma celebridade, a filha baladeira de políticos que, para evitar ser presa por posse de drogas, é coagida a usar sua fama para uma boa causa, chefiando uma unidade da promotoria federal, dedicada a investigar casos de pessoas condenadas injustamente. Por coincidência, sua personagem também é chamada Carter como a protagonista de sua antiga série, a igualmente cancelada “Agent Carter”. Criada pela roteirista Liz Friedman (“Jessica Jones” e “Elementary”) e a diretora Liz Friedlander (séries “Stalker” e “The Following”), o que “Conviction” tinha de mais interessante é o elenco repleto de rostos conhecidos, que reúne, além de Atwell, os atores Shawn Ashmore (série “The Following”), Emily Kinney (série “The Walking Dead”), Manny Montana (série “Graceland”), Merrin Dungey (série “Once Upon a Time”), Eddie Cahill (série “CSY: NY”) e Daniel DiTomasso (série “Witches of East End”). A série estreou em 3 de outubro nos EUA e, por enquanto, só tem exibição agendada até o oitavo episódio, previsto para 28 de novembro. Mas a ABC afirmou que pretende exibir até o último capítulo produzido – o 13º.

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  • Série

    Amazon revela que Goliath teve a estreia mais assistida de sua plataforma

    6 de novembro de 2016 /

    A Amazon anunciou que a estreia de sua nova série “Goliath” rendeu a maior visualização de sua história. Em comunicado, a plataforma de streaming afirma que “Goliath” foi a produção com mais episódios assistidos de uma vez (binge watch) nos primeiros dias de sua disponibilização, dentre todas as séries exclusivas de seu serviço. Os números, porém, são guardados em segredo. Assim como a Netflix, a Amazon não divulga dados de seu serviço. Lançada em 14 de outubro, “Goliath” reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. O elenco coadjuvante é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). A série foi criada por um especialista em dramas jurídicos, David E. Kelley, que começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada.

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  • Série

    Goliath: Billy Bob Thornton enfrenta William Hurt em trailer de série jurídica

    18 de outubro de 2016 /

    O Amazon divulgou um novo trailer de “Goliath”, drama jurídico do especialista no gênero David E. Kelley, para lembrar que a série já está disponível na plataforma de streaming. “Goliath” reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. A trama acompanha um advogado de pequenas causas (Thornton) que busca redenção por meio de uma batalha legal contra uma grande firma, a mesma que o demitiu após ele se queimar num caso importante. O elenco feminino é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). Além do elenco cinematográfico, a produção se diferencia das séries anteriores do produtor por acompanhar um único caso durante toda a sua temporada. Isto se deve ao meio em que será lançada. As antigas atrações de Kelley eram dependentes do padrão de tramas procedimentais das grandes redes americanas. Kelley começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada. Os episódios foram disponibilizados no fim de semana nos EUA.

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  • Conviction
    Série

    Conviction: Série jurídica com Hayley Atwell ganha pôster e vídeo de bastidores

    13 de setembro de 2016 /

    A rede ABC divulgou o pôster e um vídeo de bastidores, em que Hayley Atwell (série “Agent Carter”) e seus coadjuvantes explicam a premissa da nova série jurídica “Conviction”. A série promete mostrar, episódio após episódio, um time de advogados tentando livrar o inocente da semana. Apesar do slogan da produção ser “uma nova era de Justiça”, a fórmula segue padrões estabelecidos desde que “Perry Mason” fez sucesso nos anos 1960. Inclusive, já houve uma série jurídica com o mesmo título – e premissa – em 2006. Na trama, Hayley Atwell interpreta uma celebridade, a filha baladeira de políticos que, para evitar ser presa por posse de drogas, é coagida a usar sua fama para uma boa causa, chefiando uma unidade da promotoria federal dedicada a investigar casos de pessoas condenadas injustamente. Por coincidência, sua personagem também é chamada Carter como a protagonista de sua antiga série, a cancelada “Agent Carter”. Criada pela roteirista Liz Friedman (“Jessica Jones” e “Elementary”) e a diretora Liz Friedlander (séries “Stalker” e “The Following”), o que “Conviction” tem de mais interessante é o elenco repleto de rostos conhecidos, que reúne, além de Atwell, os atores Shawn Ashmore (série “The Following”), Emily Kinney (série “The Walking Dead”), Manny Montana (série “Graceland”), Merrin Dungey (série “Once Upon a Time”), Eddie Cahill (série “CSY: NY”) e Daniel DiTomasso (série “Witches of East End”). A estreia está marcada para 3 de outubro nos EUA.

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  • Série

    Goliath: Série jurídica com Billy Bob Thornton e William Hurt ganha novo trailer

    11 de setembro de 2016 /

    O Amazon divulgou um novo poster e o segundo trailer da série “Goliath”, drama jurídico do especialista no gênero David E. Kelley, que reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. A nova atração acompanha um advogado de pequenas causas (Thornton) que busca redenção por meio de uma batalha legal contra uma grande firma, no estilo David contra Golias. Para aumentar o desafio, a empresa é a mesma que o demitiu após ele se queimar num caso importante. O elenco feminino é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). Além do elenco cinematográfico, a produção se diferencia das séries anteriores do produtor por acompanhar um único caso durante toda a sua temporada. Isto se deve ao meio em que será lançada. As antigas atrações de Kelley eram dependentes do padrão de tramas procedimentais das grandes redes americanas. Kelley começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada. A estreia acontece no dia 14 de outubro nos EUA.

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    Doubt: Série jurídica com Katherine Heigl ganha primeiro trailer

    4 de setembro de 2016 /

    A rede CBS divulgou o primeiro trailer de “Doubt”, nova tentativa para Katherine Heigl emplacar numa série, após seu fracassado retorno há dois anos em “State of Affairs”, cancelada com apenas 13 episódios. Em “Doubt”, ela vai voltar a trabalhar com dois produtores-roteiristas de “Grey’s Anatomy”, a série que a projetou e que ela abandonou em 2010 para seguir uma carreira cinematográfica que acabou não dando o resultado esperado. Criação do casal Tony Phelan e Joan Rater (de “Grey’s Anatomy”), a série gira em torno da equipe de uma firma jurídica e destaca a personagem de Heigl, advogada bem-sucedida que acaba se apaixonando por um cliente (Steven Pasquale, da série “Rescue Me”), suspeito de um assassinato brutal. O elenco é eclético e interessante, incluindo ainda a atriz transexual Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), Dulé Hill (série “Psych”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e o veterano Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”). “Doubt” vai estrear durante a midseason, no começo de 2017 nos EUA.

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    Conviction: Comercial mostra como a nova série de Hayley Atwell é convencional

    17 de agosto de 2016 /

    Após a tentativa inicial de diferenciar “Conviction”, a rede ABC divulgou um novo comercial na direção oposta, que mostra como a nova série jurídica é similar às demais do gênero. A prévia promete mostrar, episódio após episódio, um time de advogados tentando livrar o inocente da semana. Apesar do slogan da produção ser “uma nova era de Justiça”, a fórmula segue padrões estabelecidos desde que “Perry Mason” fez sucesso nos anos 1960. Inclusive, já houve uma série jurídica com o mesmo título – e premissa – em 2006. O que os outros comerciais mostravam era que, na trama, Hayley Atwell interpreta uma celebridade, a filha baladeira de políticos que, para evitar ser presa por posse de drogas, é coagida a usar sua fama para uma boa causa, chefiando uma unidade da promotoria federal, dedicada a investigar casos de pessoas condenadas injustamente. Por coincidência, sua personagem também é chamada Carter como a protagonista de sua antiga série, a recém-cancelada “Agent Carter”. Criada pela roteirista Liz Friedman (“Jessica Jones” e “Elementary”) e a diretora Liz Friedlander (séries “Stalker” e “The Following”), o que “Conviction” tem de mais interessante é o elenco repleto de rostos conhecidos, que reúne, além de Atwell, os atores Shawn Ashmore (série “The Following”), Emily Kinney (série “The Walking Dead”), Manny Montana (série “Graceland”), Merrin Dungey (série “Once Upon a Time”), Eddie Cahill (série “CSY: NY”) e Daniel DiTomasso (série “Witches of East End”). A estreia está marcada para 3 de outubro nos EUA.

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    Goliath: Nova série jurídica do criador de Ally McBeal, The Practice e Boston Legal ganha trailer

    8 de agosto de 2016 /

    O Amazon divulgou o trailer da série “Goliath”, novo drama jurídico do especialista no gênero David E. Kelley. Além do elenco cinematográfico, a produção se diferencia das séries anteriores do produtor por acompanhar um único caso durante toda a sua temporada. Isto se deve ao meio em que será lançada. As antigas atrações de Kelley eram dependentes do padrão de tramas procedimentais das grandes redes americanas. Kelley começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada. A nova atração acompanha um advogado de pequenas causas que busca redenção por meio de uma batalha legal contra uma grande firma, no estilo David contra Golias. Para aumentar o desafio, a empresa é a mesma que o demitiu após ele se queimar num caso importante. O elenco destaca Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da fábula jurídica, além de um forte elenco feminino liderado por Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). “Goliath” estreia no dia 14 de outubro no Amazon.

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    Suits é renovada para sua 7ª temporada

    5 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano USA Network anunciou a renovação da série “Suits” para sua 7ª temporada. A renovação foi confirmada após a exibição de quatro episódios do sexto ano, que continua registrando ótima audiência para a emissora. Uma das melhores séries jurídicas dos últimos tempos, “Suits” tem uma média de 3 milhões de espectadores por episódio em todas as plataformas. E com a renovação também se tornou a série mais antiga do canal ainda em exibição. Criada por Aaron Korsh (roteirista da série “Notes from the Underbelly”), a atração gira em torno da rotina de uma grande firma de advocacia em Manhattan, liderada pelo advogado Harvey Specter (Gabriel Macht, de “Amor e Outras Drogas”) e seu associado Mike Ross (Patrick J. Adams, de “6 Month Rule”). O detalhe é que Ross não é realmente formado, apenas um sujeito de boa lábia e memória fotográfica. E após cinco temporadas de fingimento, a verdade veio à toa com consequências graves no arco atual. A metade inicial da 6ª temporada se encerrará em 14 de setembro. Depois disso, a série entra em hiato e retorna em janeiro para a leva final de episódios, retornando para a 7ª temporada durante a summer season, possivelmente em julho de 2017. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago TNT e tem quatro temporadas disponíveis na Netflix.

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