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    People of Earth é cancelada após ser renovada para a 3ª temporada

    10 de junho de 2018 /

    Considerada uma das melhores comédias atuais dos Estados Unidos, “People of Earth” foi cancelada pelo canal pago TBS, após receber encomenda de novos episódios O anúncio da 3ª temporada aconteceu em setembro, junto às renovações de “Wrecked” e “Guest Book”, e a decisão de não produzir os episódios só foi comunicada após todos os capítulos terem sido escritos e as gravações estarem prestes a começar. Com 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “People of Earth” girava em torno de um grupo de pessoas que compartilham experiências de abdução alienígena. Um jornalista cético de Nova York decide investigar a história e fazer uma reportagem em tom de deboche, até perceber que tudo era verdade. O criador da série, David Jenkins, disse ter sido surpreendido com o fim da série no Twitter, mas ao compartilhar a notícia seu tom foi de agradecimento aos fãs. “Acabei de descobrir que o TBS cancelou ‘People of Earth’. Obrigado para todos que são fãs da série e curtiram essa gentil e amável piração da ficção. Foi uma honra compartilhar este programa com vocês. Vamos fazer de novo em breve. Amo vocês”, escreveu Jenkins no Twitter, confirmando o cancelamento. Just got word last night: TBS has cancelled People of Earth. Thank you to everyone who was a fan of the show and enjoyed its gentle, amiable sci-fi weirdness. It was an honor sharing this show with you. Let's do it again soon. Love you all. https://t.co/QViyRi0RNF — David Jenkins (@david_jenkins__) June 8, 2018 Season three, which is already written, will not be shot. Season two is the last season. https://t.co/MNRlecLAQJ — David Jenkins (@david_jenkins__) June 8, 2018

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    Kidding: Trailer da série revela visual fabuloso do reencontro de Jim Carrey e Michel Gondry

    7 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, de onde saiu há 23 anos, após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Mais que isso, a série também marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere ao trailer uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando sua família passa por uma crise. O ótimo elenco também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey), e estreia em 9 de setembro nos Estados Unidos.

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    Younger é renovada para sua 6ª temporada

    6 de junho de 2018 /

    O canal pago americano TV Land anunciou a renovação da série de comédia “Younger” para sua 6ª temporada, junto da estreia da 5ª temporada. A comédia romântica estrelada por Sutton Foster e idealizada por Darren Star, criador de “Sex And The City”, é o carro-chefe do canal e tem crescido de audiência a cada temporada. Ela saltou de uma média de 560 mil telespectadores em 2016 para 735 mil no ano passado. Além disso, seu season finale foi visto por 825 mil, um dos maiores públicos já registrado pela TV Land. “‘Younger’ exemplifica o melhor da comédia romântica e a cada temporada o programa atinge novos níveis criativos e de audiência. Estamos honrados em continuar trabalhando com o brilhante Darren Star e esse elenco incrível, liderado pela Sutton Foster. A nova temporada é excelente e estamos entusiasmados com o que está por vir para esses amados personagens”, disse Kevin Kay, presidente da TV Land, CMT e Paramount Network em comunicado. A importância da série para a estratégia de crescimento da emissora é tanta que essa não é a primeira vez que ela é renovada para uma próxima temporada antes mesmo da estreia da atual. Adaptação do romance homônimo de Pamela Redmond Satran, “Younger” acompanha Liza (Sutton Foster), uma mãe solteira de 40 anos que finge ter menos de 30 para conseguir e manter um emprego. Mas além de se esforçar para parecer mais nova, ela também tem que se adaptar à juventude dos dias de hoje. O elenco ainda conta com Miriam Shor (série “The Good Wife”), Hilary Duff (série “Lizzie McGuire”), Peter Hermann (série “Law & Order: SVU”), Molly Bernard (“Sully”), Charles Michael Davis (série “The Originals”), Nico Tortorella (série “The Following”) e Debi Mazar (série “Entourage”).

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    3ª temporada de Insecure ganha teaser da HBO

    4 de junho de 2018 /

    A HBO divulgou um teaser da 3ª temporada da série “Insecure”, que traz a atriz e criadora da série, Issa Rae, improvisando um rap no espelho. “Insecure” adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) criada e estrelada por Issa Rae e traz a atriz como uma jovem que enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. Os novos episódios de “Insecure” estreiam no dia 12 de agosto.

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    Netflix anuncia produção de série brasileira do diretor de Bingo: O Rei das Manhãs

    29 de maio de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de mais uma série brasileira: a comédia dramática “Ninguém Tá Olhando”. A atração será comandada pelo cineasta Daniel Rezende, que dirigiu “Bingo: O Rei das Manhãs”. De acordo com a sinopse oficial, “Ninguém Tá Olhando” vai contar a história de Uli, “um anjo da guarda inconformado com a arbitrariedade das ordens que recebe diariamente e que decide se rebelar”. “‘Ninguém Tá Olhando’ adiciona uma dose de humor ácido a questões complexas da humanidade e explora a relatividade de conceitos como ‘bem’, ‘certo’ e ‘verdade’. A ideia é subverter concepções pré-estabelecidas para refletirmos sobre elas, logo após recuperarmos o fôlego de boas risadas”, afirmou Rezende no comunicado divulgado pela Netflix. A série é a primeira parceria da Netflix com a produtora paulista Gullane, fundada pelos irmãos Caio e Fabiano Gullane. Já Daniel Rezende havia colaborado anteriormente com a empresa americana na direção de dois episódios de “O Mecanismo”, série de José Padilha que teve a sua 2ª temporada confirmada na segunda-feira (28/5). Erik Barmack, Vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix, comemorou a parceria: “O Brasil é um dos nossos principais mercados internacionais e em constante crescimento. Com as primeiras séries nacionais que realizamos, notamos o interesse do brasileiro em consumir ainda mais conteúdo local. Estamos animados para trabalhar com nossos parceiros da Gullane e consolidar nossa colaboração com um talento como Daniel Rezende. ‘​Ninguém Tá Olhando’ apresenta temas que interessam ao nosso público não só no Brasil, mas em todo o mundo, com um olhar crítico e bem-humorado sobre o que é ser humano nos dias de hoje.”​ “Ninguém Tá Olhando” será a sexta série brasileira original Netflix. Além de “3%” e “O Mecanismo”, que já estrearam, a plataforma de streaming prepara o lançamento da sitcom “Samantha!” neste ano, e desenvolve os dramas “Coisa Mais Linda”, sobre a época da bossa nova, e “Sintonia”, uma parceria com o produtor musical Kondzilla, dono do canal brasileiro mais visto no YouTube. Além da série, Rezende também se prepara para dirigir “Turma da Mônica – Laços”, o primeiro filme com atores dos personagens de Mauricio de Sousa.

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    2ª temporada de Cobra Kai terá volta de vilão clássico de Karatê Kid

    25 de maio de 2018 /

    A 2ª temporada de “Cobra Kai”, série do Youtube Red que continua a história dos personagens de “Karatê Kid”, 30 anos depois dos acontecimentos do filme original, marcará o retorno de um dos maiores vilões da franquia: o mestre John Kreese, interpretado pelo ator original, Martin Kove. Depois de uma participação especial na 1ª temporada, Kreese terá um papel recorrente no segundo ano da produção, que será exibido em 2019. No filme de 1984, Keese era o mestre responsável pela academia Cobra Kai. Ele treinou diversos alunos, entre eles o valentão Johnny Lawrence (William Zabka), que é o protagonista da série e ainda não superou sua derrota por Daniel LaRusso (Ralph Macchio) na final do campeonato de caratê. Trinta anos depois, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto Lawrence tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A série estreou no começo do mês no YouTube Red, serviço de streaming pago do portal de vídeos, com um total de 10 episódios de 30 minutos. Os dois primeiros podem ser assistidos gratuitamente, enquanto os seguintes custam R$ 3,90 cada. Todos os episódios têm legendas em português. Já a 2ª temporada vai começar a ser gravada no outono (entre setembro e novembro) para um lançamento em 2019.

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    Jeffrey Tambor é acusado de assédio verbal e intimidação no set de Arrested Development

    24 de maio de 2018 /

    Após ser demitido por assédio sexual em “Transparent”, Jeffrey Tambor está às voltas com nova polêmica, desta vez em “Arrested Development”. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série da Netflix, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica durante as gravações da nova temporada da atração. A situação criou uma saia justa e dividiu o elenco, e após tentar minimizar o clima dos bastidores, os atores Jason Bateman e Tony Hale foram às redes sociais pedir desculpas para a atriz e lamentar seus próprios comportamentos diante das acusações. A acusação veio à tona durante uma entrevista do elenco de “Arrested Development” para o jornal The New York Times, realizada como contraponto a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter que retratava o ator como injustiçado em “Transparent”. Questionados sobre o comportamento do ator em sua série, Jessica Walter admitiu ter tido um problema sério, após ter sido assediada “verbalmente” durante as gravações numa série de “explosões” do ator. “Em quase 60 anos de trabalho, nunca tive ninguém que gritasse comigo daquele jeito em um set. E é difícil lidar com isso”, disse Walter. Bateman defendeu Tambor durante a discussão, dizendo que o comportamento explosivo era “parte de seu processo”, mas Walter discordou. Tony Hale também tentou jogar panos quentes na roupa suja lavada diante da imprensa, ao observar que “todos nós temos nossos momentos”. Mas Walter não aceitou a explicação masculina (“mansplaning”, como brilhantemente taxaram as feministas): “Não é assim. Aquilo foi ruim demais”. Foi então que Bateman insistiu em sua versão de “mansplaning”. Sutilmente qualificando sua colega como chorona, disse que era comum trabalhar com pessoas “difíceis” e que ele tinha queixas “zero”. “Mais uma vez, não quero menosprezar ou desculpar ou qualquer outra coisa, mas na indústria do entretenimento é incrivelmente comum ter pessoas que, entre aspas, são ‘difíceis’. E quando você está em uma posição privilegiada para contratar pessoas, ou tem uma influência em quem é contratado, você faz ligações telefônicas. E você diz: ‘Ei, então eu ouvi X sobre a pessoa Y; me fale sobre isso’. E o que você aprende é o contexto, e você aprende sobre o caráter e aprende sobre hábitos de trabalho, ética no trabalho e começa a entender, porque é um processo muito amorfo, esse tipo de trabalho ferrado que fazemos, você sabe, vida falsa. É uma coisa estranha, e é um terreno fértil para o comportamento atípico, e certas pessoas têm certos processos”. A atriz mais jovem do elenco, Alia Shawkat, que também co-estrelou “Transparent” com Tambor e que já havia apoiado publicamente “as vozes das vítimas”, contrapôs suas colegas masculinos. “Mas isso não significa que seja aceitável. E o ponto é que as coisas estão mudando e as pessoas precisam se respeitar de forma diferente”. Depois da entrevista, as redes sociais lotaram de críticas à defesa de Bateman do comportamento condenável de Tambor. Isto levou o ator a refletir e mudar de tom, assumindo-se “incrivelmente envergonhado” e afirmando lamentar profundamente ter subestimado os sentimentos de sua colega Jessica Walter. “Eu pareço que acho aceitável alguém gritar no ambiente de trabalho. Mas não acho. Parece que estou desculpando Jeffrey. Eu não estou. Parece que eu sou insensível a Jessica, mas eu não sou”, ele escreveu no Twitter. “Eu percebi horrorizado que não tinha noção de como aquele incidente a afetou. Eu estava tão determinado a deixar Jeffrey saber que ele contava com nosso apoio, que subestimei os sentimentos da vítima, outra pessoa que amo muito, e ela estava sentada ao meu lado”. Ele continou: “Este é um grande momento de aprendizado para mim. Eu não deveria ter tentado dar uma explicação masculina ou consertar uma briga, ou fazer tudo ficar bem. Eu deveria ter me focado no que é mais importante. Nunca há qualquer desculpa para abuso, de qualquer forma, de qualquer gênero. E a voz da vítima precisa ser ouvida e respeitada. Ponto.” Tony Hale também foi ao Twitter pedir desculpas por seus comentários e dizer que procurou pessoalmente Walter após a entrevista. “‘Arrested Development’ é uma das minhas famílias”, escreveu Hale. “Independentemente das minhas intenções, está claro que minhas palavras, tanto ditas quanto não ditas, serviram para minimizar a dor de Jessica e por isso lamento muito.” Tambor foi demitido de “Transparent”, série mais premiada da Amazon, no início deste ano depois que sua ex-assistente Van Barnes e sua colega Trace Lysette, ambas transexuais, o acusaram de assédio sexual e agressão. A 5ª temporada de “Arrested Development” estreia na próxima terça (29/5) na Netflix.

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    Série de comédia LA to Vegas é cancelada ao final da 1ª temporada

    22 de maio de 2018 /

    A rede Fox cancelou a série de comédia “LA to Vegas” após apenas uma temporada. A notícia do cancelamento foi compartilhada pelo ator Amir Talai via Twitter. “Eu amo vocês, fãs de ‘LA to Vegas’. É por isso que me parte o coração dizer que nossa série não vai voltar”, ele escreveu, acrescentando que não tinha uma explicação oficial, mas que isso pouco importava, porque já estava decidido. “LA to Vegas” tinha uma média de 2,3 milhões de telespectadores e marcava 0,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Criada por Lon Zimmet (produtor-roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”), a série acompanha a tripulação e os passageiros de um voo comercial de ida e volta entre Los Angeles e Las Vegas. O elenco destacava Dylan McDermott (série “American Horror Story”) como o Capitão Dave, Amir Talai (“O Círculo”) como o copiloto, e Kim Matula (série “UnReal”) e Nathan Lee Graham (“Zoolander 2”) como comissários de bordo. O último episódio foi ao ar em 1 de maio nos Estados Unidos. I love you so much #LAtoVegas fans. That's why it breaks my heart to tell you that our show is not coming back. I don't have an explanation for you, but it doesn't actually matter. It's done. I'm gonna miss our #LAtoVegas family so much, and that includes you. pic.twitter.com/vO3sFSiTmi — Amir Talai (@AmirTalai) May 22, 2018

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    iZombie, Jane the Virgin e Crazy Ex-Girlfriend vão acabar na próxima temporada

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW confirmou que “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” foram renovadas para encerrar suas histórias com a exibição de seus episódios finais. E acrescentou “iZombie” à lista das séries que se despedirão dos telespectadores. O anúncio foi feito pela emissora durante a apresentação de sua programação para a temporada de outono nos Estados Unidos – evento chamado de Upfront. As protagonistas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” já haviam vazado que suas séries voltariam para temporadas finais. “Acabei de ligar meu Wi-Fi em nosso voo para Chicago e descobri que ‘Crazy Ex-Girlfriend’ foi renovada para uma temporada final”, tuitou Rachel Bloom num ato falho durante o começo de abril, três semanas depois de Gina Rodriguez compartilhar seus planos de “dirigir mais no próximo ano, durante nossa temporada final”. Apesar de prestigiadas pela crítica e ocasionalmente lembradas em premiações, as duas séries amargam desde a estreia as piores audiências da rede. Em suas mais recentes temporadas, empataram na média de público, assistidas por 630 mil telespectadores ao vivo por episódio. “Jane the Virgin” vai acabar em sua 5ª temporada e “Crazy Ex-Girlfriend” na 4ª. Já “iZombie” se sai um pouco melhor. Atualmente na metade de sua 4ª temporada, vem atraindo 766 mil telespectadores por episódio. Mas criativamente a série se perdeu há duas temporadas, quando a ampliação aritmética de zumbis banalizou sua trama. A protagonista Liv Moore, entretanto, continua adorável, interpretada por Rose McIver, e deixará saudades nos fãs. “iZombie” será a primeira adaptação de quadrinhos da DC Comics cancelada pela CW. Por curiosidade, era a única que não tinha produção de Greg Berlanti – foi criada por Rob Thomas, das cultuadas “Veronica Mars” e “Party Down”. Por outro lado, junta-se a “Constantine” e “Lucifer” na fatura de cancelamentos da Vertigo, a divisão de quadrinhos adultos da DC, da qual apenas “Preacher” sobrevive no ar. A série será encerrada na 5ª temporada, que tem previsão de estreia apenas para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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    Fam: Série de comédia estrelada por Nina Dobrev ganha primeiras fotos

    17 de maio de 2018 /

    A rede CBS divulgou as primeiras fotos de “Fam”, série de comédia que marca a volta de Nina Dobrev à TV, após o final de “The Vampire Diaries”. “Fam” é diminutivo de “família”, e a série criada por Corinne Kingsbury (roteirista de “Newsroom”) gira em torno de duas irmãs adultas que voltam a viver sob o mesmo teto. A caçula Shannon (Odessa Adlon, da série “Nashville”) resolve se mudar para a casa da meia-irmã Clem (Dobrev), que mora com o noivo (Tone Bell, de “Disjointed”), para escapar de seu desastroso pai. E assim tira o sossego e a privacidade do casal. Não só isso. Quando a irmã se muda, o noivo descobre algumas verdades sobre Clem. Para começar, o pai dela está vivo, embora Clem diga para todos que ele morreu. Os dois não se veem há 10 anos, porque ela o considera uma grande vergonha. E graças à irmã, ela terá que lidar com a desconfiança de quem acreditou na sua mentira, sem contar com a possibilidade do pai aparecer em sua casa. Nina Dobrev saiu de “The Vampire Diaries” em 2015, durante a 6ª temporada da série, mas voltou para participar do episódio final no ano passado. Nos três anos em que ficou ausente da TV, ela equilibrou sucessos e fracasso no cinema, como, respectivamente, o filme de ação “xXx: Reativado” e o terror “Além da Morte”, ambos em 2017. Ela ainda tem quatro filmes em pós-produção. A série de comédia estreia na midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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    Murphy Brown: Vídeo anuncia revival da série clássica como reação à eleição de Donald Trump

    17 de maio de 2018 /

    A rede CBS divulgou um vídeo de apresentação do revival de “Murphy Brown”, que atualiza o público sobre o que aconteceu com os antigos funcionários do programa de notícias (fictício) “FYI” nos últimos 20 anos, e como a eleição de Donald Trump para presidente virou catalisador para o reencontro da turma. Após os depoimentos dos personagens, o vídeo também relembra momentos clássicos da série original – destacando que já nos anos 1990 Murphy fazia piadas contra Trump. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Essa premissa acabou rendendo 17 troféus Emmy para a produção, tornando-a uma das séries mais premiadas da CBS. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o elenco original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco Emmys de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Com ela, retornam Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana), Grant Shaud (Miles Silverberg) e, segundo a prévia, até Dena Dietrich (Phyllis), que fez três participações na série. Além destes, há duas novas adições confirmadas: Nik Dodani (da série “Atypical”) como Pat Patel, um jovem que tem a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21, e Jake McDorman (astro de “Limitless”) como o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se tornou muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Vale lembrar que o intérprete original do menino seguiu carreira de ator, mas os produtores não o convidaram para reprisar o papel porque seu tipo físico se tornou bem diferente do idealizado para o personagem. O Avery mais crescido da série foi vivido por ninguém menos que Haley Joel Osment, que após o fim de “Murphy Brown” foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. O revival vai estrear em setembro nos Estados Unidos.

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    The Neighborhood: Série que junta astro de New Girl e “mãe” de Todo Mundo Odeia o Chris ganha primeiro trailer

    17 de maio de 2018 /

    A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “The Neighborhood”, série de comédia à moda antiga, que tem como premissa uma inversão de papéis. A prévia resume o conflito central, ao exibir a chegada de novos moradores num bairro de classe média habitado por famílias negras. O detalhe é que os Johnsons são brancos simpáticos, o que causa desgosto no patriarca da família da casa ao lado, Calvin, um negro orgulhoso de sua raça, mas, por outro lado, isso diverte seus filhos adultos, que veem no choque cultural uma chance de zoar o pai intransigente. Vale observar que as fotos divulgadas não trazem a família branca. É que o papel principal foi reescalado. Em vez do ator visto no trailer (Josh Lawson, de “House of Lies”), Dave Johnson será vivido por Max Greenfield (da série “New Girl”) nos episódios oficiais – o que significa que o primeiro capítulo precisará ser regravado. Ele se junta a Cedric the Entertainer (o barbeiro Eddie da trilogia “Um Salão do Barulho”), que vive Calvin, Tichina Arnold (a mãe de “Todo Mundo Odeia o Chris”), Sheaun McKinney (série “Vice Principals”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e Marcel Spears (série “The Mayor”). Gravada em estúdio diante de uma plateia, como as sitcoms clássicas, “The Neighborhood” foi criada por Jim Reynolds, roteirista de mais de 100 episódios de “The Big Bang Theory”, e teve seu piloto dirigido pelo veterano James Burrows, responsável por mais de 200 episódios de “Will & Grace”. A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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    Eloísa Mafalda (1924 – 2018)

    17 de maio de 2018 /

    Morreu Eloísa Mafalda, a Dona Nenê da versão original da série “A Grande Família” e atriz que marcou época na TV brasileira. Ela faleceu aos 93 anos em casa, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (16/5) de causas naturais. A veterana atriz foi, ao longo de meio século de atividade, a grande mãe da TV brasileira, intérprete de inúmeras figuras maternas que embalaram séries e novelas da Globo. Mas Mafalda Theotto, que nasceu em 1924, em Jundiaí, interior de São Paulo, podia ter se tornada famosa por outro talento que possuía e que nada tinha a ver com interpretação. Em 1936, aos 12 anos de idade, foi convidada a integrar o time olímpico brasileiro, como atleta de natação. Porém, seu pai não deixou. Em vez disso, incentivou-a a trabalhar como costureira e auxiliar de escritório nas Emissores Associadas para ajudar nas contas da família. Assim que o irmão conseguiu emprego como locutor de rádio no Rio de Janeiro, ela aproveitou seus contatos para fazer um teste de elenco e acabou estreando nas radionovelas da Rádio Nacional. Ao se destacar com sua voz, ambicionou mais e conseguiu figurar num filme em 1950, arranjando em seguida trabalho como atriz no “Teledrama” da TV Paulista, onde ficou até a emissora ser vendida para a TV Globo. Eloísa Mafalda estrelou a primeira “novela das oito” da Globo, “O Ébrio”, em 1965. E já na época não era uma donzela, com 41 anos. Pela idade, acabou se especializando nos papéis de mãe, quase sempre da classe trabalhadora, da qual Dona Nenê é a maior representante. Isto lhe dava enorme identificação com o público alvo da emissora, as então chamadas “donas de casa”, que tinham nas telenovelas seu principal passatempo. Não por acaso, a maioria de seus personagens se chamou “dona”: dona Consolação (“O Astro”, 1977), dona Mariana (“Paraíso”, 1982), dona Pombinha (“Roque Santeiro”, 1985), dona Delfina (“Meu Bem Querer”, 1991), etc. Mas não eram mulheres fracas. E a mais forte de todas dispensava reverências simbólicas, por ser dona de si mesma: a fantástica cafetina Maria Machadão (“Gabriela”, 1975). Versátil, apesar da insistência com que foi escalada como mãezona, também interpretou papel oposto, como a beata Gioconda (“Pedra sobre Pedra, 1992). Sua última novela foi “O Beijo do Vampiro”, de 2001, onde interpretou mais uma dona de sua galeria: Dona Carmem. Os dramaturgos da emissora a amavam e gostariam que ela fosse mãe eterna de seus personagens. Mas Mafalda decidiu por conta própria se aposentar, porque já na época da última novela encontrava dificuldades para decorar os textos, lutando contra a perda de memória. Mesmo assim, acabou convencida a fazer um curta em 2010 pelo ator (e diretor da obra) Giancarlo Di Tommaso, “Obrigada!”, em que aparecia numa cadeira de rodas. Foi seu último trabalho. Ela fez poucos filmes, embora tenha começado a carreira cinematográfica em 1950, como figurante de “Somos Dois”. Outros trabalhos incluem participações nas antologias “Os Mansos” (1976) e “O Ibraim do Subúrbio” (1976), nos dramas “O Mau-Caráter” (1974), de Jece Valadão, e “Beijo 2348/72” (1990), de Walter Rogério, e na comédia infantil “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), escrita e estrelada por Renato Aragão. Foram muitos papéis, mas ela será sempre lembrada como a Dona Nenê, personagem que virou título até de música dos Titãs. Dona Nenê foi a mãe que simbolizou as famílias brasileiras no pior momento do país, entre 1972 e 1975, fazendo de tudo para manter todos unidos contra as inúmeras adversidades, como crises financeiras e de relacionamento, num Brasil de inflação desenfreada, censura e repressão. Bem diferente do país do remake, que até chegou colorido, quando lançado em 2001.

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