Kirstie Alley, estrela da comédia “Olha quem Está Falando”, morre aos 71 anos
A atriz Kirstie Alley, que ficou famosa com o sucesso da comédia “Olha quem Está Falando”, morreu na segunda-feira (5/12) aos 71 anos, em decorrência de um câncer. A informação foi compartilhada por seus filhos nas redes sociais. “Estamos tristes em informar que nossa mãe incrível, feroz e amorosa faleceu após uma batalha contra um câncer descoberto recentemente. Ela estava cercada por sua família mais próxima e lutou com muita força, deixando-nos com a certeza da sua eterna alegria de viver e das aventuras que vierem pela frente”, escreveram True e Lillie Parker em comunicado. “Por mais icônica que ela tenha sido na tela, ela era ainda mais maravilhosa como mãe e avó”, completaram. Kirstie Alley ficou mais conhecida por comédias, mas chamou atenção pela primeira vez numa sci-fi. Ela viveu uma oficial vulcana à bordo da nave Enterprise no filme “Jornada nas Estrelas 2: A Ira de Khan” (de 1982), que é considerado o melhor filme da franquia espacial. O sucesso do filme a colocou no elenco de sua primeira série, “Missão Secreta” (1983), que só durou uma temporada, mas a impediu de repetir o papel da Tenente Saavik em “Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock” (1984) – acabou substituída por Robin Curtis, que também viveu Saavik em “Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa” (1986). Ela acabou mudando a direção de sua carreira ao entrar na série “Cheers”. Kristie foi contratada para substituir Shelley Long na 6ª temporada e acabou aparecendo em 148 episódios, entre 1987 e 1993, como a nova da gerente do bar Rebecca Howe. O papel lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz de Comédia em 1991. A experiência em “Cheers” a impulsionou como atriz de comédia. Mas o estouro só veio com o filme “Olha quem Está Falando” (1989), narrado pelo ponto de vista de um bebê falante, que comenda a vida e o namoro de sua mãe solteira com um taxista vivido por John Travolta. Foi um sucesso enorme, que rendeu duas continuações: “Olhe quem Está Falando Também” (1990) e “Olhe quem Está Falando Agora” (1993). Ela também estrelou as comédias “Tem um Morto ao Meu Lado” (1990), “A Casa Maluca” (1990), “As Namoradas do Papai” (1995) com as gêmeas Olsen e até “Desconstruindo Harry” (1997), de Woody Allen. E quando se cansou do gênero, fez um clássico do terror: “A Cidade dos Amaldiçoados” (1995), de John Carpenter. No final dos anos 1990, ela voltou para a TV para estrelar a comédia “Veronica’s Closet”, que durou três temporadas entre 1997 e 2000, seguida pela gordofóbica “Fat Actress”, com apenas cinco episódios em 2005, e mais tarde “Kirstie”, com uma temporada entre 2013 e 2014. Entre esses trabalhos, fez várias participações especiais em séries e virou estrela de realities, como “Kirstie Alley Contra a Balança” (de 2010), em que expôs seu drama para perder peso, e até a edição de 2018 de “Celebrity Big Brother”, quando foi vice-campeã. Nesta época, Kristie revelou ser viciada em cocaína há 40 anos e também sua tática para se afastar das drogas: gastar o dinheiro do vício em flores, que presenteava a si mesma. Seus últimos trabalhos como atriz foram um papel recorrente na série “Scream Queens” (2016) e uma participação num episódio de “Os Goldbergs” (em 2019). Seu grande parceiro nos três “Olha quem Está Falando”, John Travolta lamentou a perda da amiga no Instagram. “Kirstie foi um dos relacionamentos mais especiais que já tive. Eu te amo Kirstie. Sei que nos veremos novamente”, disse. Assim como Travolta, a atriz era uma adepta da Igreja da Cientologia desde a década de 1970. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Travolta (@johntravolta)
Ator de “Pantera Negra” entra no filme da série “Duro na Queda”
O ator Winston Duke, intérprete do formidável guerreiro M’Baku na franquia “Pantera Negra”, entrou na adaptação da série clássica “Duro na Queda” (The Fall Guy), em desenvolvimento pelo estúdio Universal. A série original, estrelada por Lee Majors, foi um sucesso enorme dos anos 1980, exibida durante cinco temporadas entre 1981 e 1986. Naquela produção, o personagem Colt Seavers era um dublê de Hollywood que nas horas de folga atuava como caçador de recompensas. A versão de cinema terá uma premissa diferente. Ryan Gosling (“Agente Oculto”) tem o papel de Colt Seavers, um dublê veterano e pouco requisitado, que volta a trabalhar em um filme com o astro com quem fez seus melhores trabalhos. O problema, no entanto, é que o ator desaparece no meio da produção. Duke interpretará o melhor amigo de Seavers. Ele se junta a um elenco que também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Trem-Bala”) como o astro de cinema, Stephanie Hsu (“Maravilhosa Sra. Maisel”) como sua assistente e Emily Blunt (“Jungle Cruise”) como uma maquiadora protética que compartilha um passado romântico com o dublê. O roteiro foi escrito por Drew Pearce e o filme conta com direção de David Leitch, que anteriormente trabalharam juntos no sucesso “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”. E vale lembrar que, antes de se consagrar como diretor em “John Wick” e “Deadpool 2”, Leitch era justamente um dublê de cinema. A data de estreia está marcada para 1º de março de 2024. Enquanto isso, Winston Duke poderá ser visto na semana que vem nos cinemas, em “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Lembre abaixo a abertura da série “Duro na Queda”.
Aaron Taylor-Johnson entra no filme da série “Duro na Queda”
O ator Aaron Taylor-Johnson (“Trem-Bala”) entrou na adaptação da série clássica “Duro na Queda” (The Fall Guy), em desenvolvimento pelo estúdio Universal. A série original, estrelada por Lee Majors, foi um sucesso enorme dos anos 1980, exibida durante cinco temporadas entre 1981 e 1986. A versão de cinema vai trazer Ryan Gosling (“Agente Oculto”) no papel de Colt Seavers, um dublê de Hollywood que nas horas de folga atua como caçador de recompensas. O elenco ainda destaca Emily Blunt (“Jungle Cruise”) como uma maquiadora protética que compartilha um passado romântico com Seavers (Gosling). Já Taylor-Johnson vai interpretar o astro de cinema que tem Gosling como dublê nas cenas de ação. O trabalho vai marcar um reencontro entre o ator e o diretor David Leitch após o recente “Trem-Bala”. Leitch, por sinal, antes de se consagrar na direção de “John Wick” e “Deadpool 2”, era justamente dublê de cinema. Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, escreveu o roteiro e atua como produtor executivo junto a Gosling e ao criador da série original, Glen A. Larson. A data de estreia está marcada para 1º de março de 2024. Lembre abaixo a abertura da série original.
Austin Stoker, ator de “Assalto à 13ª DP”, morre aos 92 anos
O ator Austin Stoker, conhecido por estrelar “Assalto à 13ª DP” (1976), morreu na última sexta (7/10), data em que completou 92 anos. Ele faleceu em decorrência de insuficiência renal. Stoker também era conhecido pelas suas participações em clássicos como “A Batalha do Planeta dos Macacos” (1973) e “Aeroporto 75” (1974), além de diversos filmes e séries de TV, numa carreira que se estendeu por mais de 50 anos. Austin Stoker era o nome artístico de Alphonso Marshall, nascido em 7 de outubro de 1930, em Porto da Espanha, capital de Trindade e Tobago. Ele se mudou para Nova York em busca do seu sonho de trabalhar na indústria do entretenimento. Em 1954, Stoker tocou tambores na peça da Broadway “House of Flowers”, escrita por Truman Capote e Harold Arlen, e estrelada por Pearl Bailey (“Amor Sem Barreiras”) e Diahann Carroll (“Claudine”). Ele também fazia apresentações em boates e gravou dois álbuns. Depois de servir no Exército, estudou atuação com a lendária Lee Grant em Nova York e se mudou para a Califórnia. Em 1969, ele conseguiu o seu primeiro papel em um episódio da série “The Mod Squad”. Sua estreia no cinema aconteceu em 1973 em “A Batalha do Planeta dos Macacos”, quinto e último capítulo cinematográfico da saga sci-fi original da 20th Century Fox, onde interpretou o personagem MacDonald, a influência humana positiva do macaco César (Roddy McDowall). Após o filme, ele continuou ligado à franquia ao dar voz a Jeff Allen, um dos protagonistas da série animada “De Volta ao Planeta dos Macacos”, que foi ao ar dois anos depois. O ator começou a se destacar ainda mais ao participar do filme-catástrofe “Aeroporto 75” (1974) e do blaxploitation “Sheba, Baby” (1975), em que viveu o interesse amoroso de Pam Grier. Porém, seu maior papel foi no suspense “Assalto à 13ª DP” (1976), dirigido por John Carpenter, no qual interpretou o policial Ethan Bishop, que precisa liderar um grupo de criminosos, civis e outros policiais no interior de uma delegacia cercada por uma gangue fortemente armada de criminosos, que tentavam invadir o lugar à força. Rodado em apenas 20 dias por cerca de US$ 100 mil, “Assalto à 13ª DP” (1976) foi uma versão de Carpenter para o famoso western “Rio Bravo”, de Howard Hawks, e acabou se tornando cultuadíssimo, a ponto de ganhar um remake embranquecido em 2005, com Ethan Hawke no papel de Bishop. Mas a escalação de um branco como protagonista diluiu toda a discussão racial que a obra tinha despertado na década de 1970. Depois do principal filme da carreira, Stoker não voltou a ter novos papéis importantes, equilibrando a carreira entre longas de baixo orçamento e participações em séries. Na TV, Stoker apareceu em “Kojak” (em 1974), “S.W.A.T.” (1975), “O Homem de Seis Milhões de Dólares” (de 1975 a 1977) e “O Incrível Hulk” (1979), entre outras atrações, e ainda brilhou na clássica minissérie “Raízes” (1977) como Virgil Harvey, o pai da personagem Mathilda (Olivia Cole). Seus últimos créditos como ator foram em “Os 3 Infernais” (2019), dirigido por Rob Zombie, “Double Down” (2020), filme escrito, dirigido e estrelado por Sterling Macer Jr., e “Give Till It Hurts”, comédia de humor negro comandada por Thomas L. Callaway. Veja o trailer de “Assalto à 13ª DP”.
Robert Brown, da série clássica “E as Noivas Chegaram”, morre aos 95 anos
O ator Robert Brown, que estrelou a série clássica “E as Noivas Chegaram”, morreu em 19 de setembro em sua casa em Ojai, na Califórnia, aos 95 anos. Robin Adair MacKenzie Brown nasceu em 17 de novembro de 1926, em Elizabeth, Nova Jersey. Ele era filho do mordomo inglês de Teddy Roosevelt e Sara Roosevelt, respectivamente presidente e primeira dama dos EUA. Depois de servir na Marinha dos EUA, Brown estudou com Lee Strasberg, fundador do Actors Studio, e estreou na Broadway em 1948. Mas acabou entrando na lista negra dos comunistas da indústria de entretenimento dos EUA, ao se recusar a assinar um “juramento de lealdade”, que lhe custou o banimento dos teatros de Nova York. A perseguição política o fez trocar Nova York por Los Angeles, onde reiniciou sua carreira como figurante de filmes e séries. Ele chegou a aparecer em “Desafio” (1948) e “Almas Selvagens” (1953) sem créditos, e só após o fim da Caça às Bruxas conseguiu papéis melhores. Seu primeiro, único e último destaque no cinema foi no terror “A Torre de Londres”, dirigido por Roger Corman e estrelado por Vincent Price em 1962. Por outro lado, sua carreira deslanchou na TV, onde fez diversas participações em séries tão diferentes quanto “Caravana”, “Perry Mason” e “Jornada nas Estrelas”, antes de ser escalado em 1968 no papel de Jason Bolt, o mais velho dos três irmãos lenhadores de “E as Noivas Chegaram”. Concebido como um faroeste sem armas, a série dramática acompanhava a vida de pioneiros no interior dos EUA do século 19, quando as cidades começaram a surgir em torno de locais distantes, que atraiam apenas homens. A trama da série criada por N. Richard Nash (roteirista do recente filme “Cry Macho”) foi vagamente baseado na história real das chamadas Mercer Girls, que foram trazidas para a cidade próspera de Seattle na década de 1860 para trabalhar como professoras e inspiraram o musical de Stanley Donen “Sete Noivas para Sete Irmãos” (1954). A série durou duas temporadas até 1970. E depois disso o ator teve poucos destaques na carreira, incluindo o papel de uma estátua que ganhou vida num episódio de “A Feiticeira”. Sua tentativa de estrelar uma nova série no ano seguinte, “Primus”, teve apenas um ano de produção. Ele também apareceu em capítulos de “Mannix”, “Columbo” e “A Ilha da Fantasia”, antes de sumir das telas. Mas poderia ter experimentado uma carreira completamente diferente se tivesse permanecido no outro projeto em que foi relacionado na época de “E as Noivas Chegaram”. Em 1968, Brown foi escalado como o Detetive Steve McGarrett no piloto da série “Havaí Cinco-0” original. Mas algo aconteceu nos bastidores para ele ser substituído por Jack Lord cinco dias antes do início das gravações, por iniciativa do produtor Leonard Freeman. Lord viveu McGarrett até 1980.
“Queer As Folk” é cancelada após uma temporada
A plataforma Peacock cancelou a série “Queer As Folk” após uma temporada. O anúncio foi feito pelo criador Stephen Dunn nas redes sociais durante a noite de sexta-feira (23/9). “É um presente raro nestes tempos, e neste país, poder fazer um show tão destemido e sem remorso quanto ‘Queer As Folk’”, escreveu Dunn no Instagram. “Esta experiência mudou nossas vidas para sempre e estamos muito gratos por ter encontrado esta nova família incrível. Mas hoje recebemos a notícia decepcionante de que não teremos uma 2ª temporada. Sabemos o quanto isso significa para os fãs e, embora estejamos com o coração partido, não faremos mais episódios. Queremos agradecer a todos por assistir e se apaixonar por Brodie, Mingus, Ruthie, Noah, Shar, Julian, Daddius, Bussey, Marvin, Judy e Brenda. Estamos muito gratos pela chance de honrar nossa comunidade e estamos muito orgulhosos deste show. #QueerAsFamily.” A produção era um reboot da série gay clássica dos anos 2000 e acompanhava um grupo diversificado de amigos da cena LGBTQIAP+ de Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. A estreia registrava um massacre promovido por um atirador homofóbico num clube gay, com direito a mortos e feridos. Deu o que falar. Mas aparentemente isso não bastou para garantir audiência. Foi a segunda vez que o título da série britânica de 1999, criada por Russel T. Davies (também responsável pelo revival de “Doctor Who”), foi usado numa adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman fizeram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. A nova versão tinha sido desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) e reunia um grande elenco, formado por Jesse James Keitel (“Big Sky”), Johnny Sibilly (“Hacks”), Fin Argus (“Agents of SHIELD”), Devin Way (“Grey’s Anatomy”), Ryan O’Connell (“Special”), Lukas Gage (“The White Lotus”), Chris Renfro (“Two Dollar Therapy”), Armand Fields (“Work in Progress”), Megan Stalter (“Hacks”) e os veteranos Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Kim Cattrall (“Sex and the City”) e Ed Begley Jr. (“Young Sheldon”). A série foi disponibilizada no Brasil pela plataforma Starzplay. Veja o trailer abaixo.
Scott Bakula dia que recusou participação no reboot de “Quantum Leap”
O ator Scott Bakula não vai participar do reboot de “Quantum Leap”, série clássica que ele estrelou na década de 1990 (e que no Brasil ganhou o nome de “Contratempos”). A informação foi divulgada pelo próprio Bakula, numa publicação no seu Instagram. “Não tenho nenhuma conexão com essa nova série, seja na frente da câmera ou atrás dela”, escreveu Bakula na legenda de uma foto da série original. Especulações a respeito do envolvimento do ator circulam desde que o canal americano NBC encomendou o piloto do reboot, em janeiro, e só aumentaram à medida que os atores da nova versão lançaram informações relativas à presença de seu personagem em entrevistas. “Quem sabe?”, disse o novo protagonista, Raymond Lee (“Here and Now”), em entrevista ao site E! News. “Todo mundo que conheço que está envolvido no reboot adoraria vê-lo retornar”, acrescentou Ernie Hudson (“Os Caça-Fantasmas”) ao site TVLine. “Eu sei que o convite foi lançado, mas não sei qual é a resposta dele.” De fato, o convite foi feito, conforme o próprio Bakula admite na sua postagem. Mas foi recusado. “Em janeiro, o piloto foi vendido e um roteiro foi enviado para mim, porque o personagem Sam Beckett estava nele, o que faz sentido, certo? Como muitos de vocês têm me perguntado nos últimos meses: ‘Como vocês pode fazer ‘Quantum Leap’ sem Sam?’ (ou Al, aliás). Bem, acho que estamos prestes a descobrir”, escreveu Bakula. Segundo a sinopse oficial: “Faz 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula) entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e do homem que a criou”. “Essa é a história. Como a série sempre esteve próxima de mim e é querida no meu coração, foi uma decisão muito difícil passar adiante o projeto, uma decisão que perturbou e confundiu tantos fãs da série original. No entanto, a ideia de alguém ‘saltar’ no tempo e viver no lugar de outra pessoa continua sendo um conceito muito atraente e tão digno de exploração, especialmente considerando o estado atual da humanidade. Nesse espírito, estou cruzando os dedos para que esse novo elenco e equipe tenham a sorte de aproveitar a magia que impulsionou o ‘Quantum Leap’ original nos corações e mentes das gerações passadas e presentes. Desejo-lhes boa sorte e bons saltos!”, completou Bakula. Para quem não lembra, “Quantum Leap” durou originalmente cinco temporadas, transmitidas entre 1989 e 1993. Seus episódios acompanhavam um cientista que, após uma experiência, passava a viajar involuntariamente no tempo, “saltando” nos corpos de pessoas de diferentes eras. Além de Bakula no papel principal, o elenco destacava Dean Stockwell, intérprete de um holograma que acompanhava as aventuras do protagonista. Stockwell faleceu em novembro passado, aos 85 anos. Por seus papéis, os dois atores receberam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. O reboot está sendo produzido por Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. E além de Lee e Hudson, o elenco ainda inclui Anastasia Antonia (“Este Jogo Se Chama Assassinato”), Mason Alexander Park (“Sandman”), Jewel Staite (“Family Law”) e Georgina Reilly (“Murdoch Mysteries”). A nova versão de “Quantum Leap” estreia na próxima segunda (19/9) no canal americano NBC. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Scott Bakula (@scottbakula)
Ator diz que foi objetificado e humilhado com cena de nudez em “Gilmore Girls”
O ator Scott Patterson afirmou que a pior experiência de sua carreira foi ter que mostrar seu bumbum na série “Gilmore Girls”. Em um desabafo em seu podcast “I’m All In”, Patterson descreveu a situação como humilhante e disse ter se sentido objetificado na série. “Percebi que isso não era ok e não me fez sentir confortável. Isso me fez sentir envergonhado, na verdade. É irritante ser tratado dessa maneira, porque você está sendo tratado como um objeto. É perturbador e nojento, e eu tive que aguentar essa cena e muitas tomadas”, ele contou. O episódio citado fez parte da 3ª temporada da série clássica. Intitulado “Keg! Max!”, foi ao ar em 2003 na antiga The WB Television Network, que originou a atual rede The CW. Para ele, a intenção da roteirista Amy Sherman-Palladino foi humilhar seu personagem. “É assim que a criadora desse programa [Amy Sherman-Palladino] vê esse personagem. Você pode humilhá-lo e tirar sua dignidade, e ‘tudo bem’. Mas não estava tudo bem comigo”, ressaltou. Ele também comentou a repercussão da cena no dia da gravação. Segundo o ator, todos fizeram comentários no set de filmagens, o que tornou a situação ainda mais incômoda. Patterson ainda argumentou que a nudez não deixa de ser desconfortável apenas por ser feita por homem, e que isso incomodaria qualquer um em seu lugar. “As mulheres objetificarem os homens é tão nojento quanto os homens objetificarem as mulheres. É igualmente prejudicial. Aquele foi o dia mais ofensivo e só porque era 2003 não significa que não teve problema”, apontou.
Globo vai reprisar “Sai de Baixo” em homenagem a Claudia Jimenez
A Globo vai reprisar no domingo (21/8) um episódio da série de comédia “Sai de Baixo” para homenagear a atriz e comediante Claudia Jimenez, que morreu neste sábado (20/8) no Rio de Janeiro por insuficiência cardíaca. O programa irá ao ar após o “Fantástico”, horário em que era exibido durante sua produção original. O anúncio foi feito durante o “É de Casa” deste sábado. O episódio que será reprisado não foi informado, mas deverá ser um dos primeiros do humorístico, pois Claudia saiu logo no começo da atração. Será a segunda vez que a Globo programa o humorístico como homenagem. Em setembro de 2021, a emissora exibiu “Sai de Baixo” no mesmo horário após a morte de Luís Gustavo (1934-2021), o intérprete de Vavá. A atração foi idealizada por Daniel Filho e pelo próprio Luís Gustavo, que vivia chefe de uma família disfuncional e síndico de um edifício no Largo do Arouche, na região central de São Paulo. Claudia Jimenez vivia a empregada desbocada Edileuza, que cuidava do apartamento de Vavá e vivia sofrendo com os desmandos de Cassandra (Aracy Balabanian) e Caco Antibes (Miguel Falabella), mas compartilhava as piadas sobre a burrice da esposa dele, Magda (Marisa Orth) e mantinha um jogo de sedução com o zelador Ribamar (Tom Cavalcanti). No entanto, as piadas com o peso de Claudia causaram problemas nos bastidores. Inconformada com o preconceito que sofria por ser gorda e após brigar nos bastidores com os escritores, Claudia foi demitida da atração logo no seu primeiro ano, quando o humorístico estava no auge de popularidade. “Eu acho que o meu grande erro foi tentar modificar as coisas com as quais eu não concordava”, disse a artista em 1997 após a saída. Miguel Falabella a convidou a reprisar na adaptação cinematográfica do programa, intitulada “Sai de Baixo: O Filme”, mas ela desistiu, após o roteiro do filme de 2019 a lembrar de tudo o que passou nos bastidores do programa. Apesar dos problemas com os roteiristas, a atriz manteve bom relacionamento com os colegas da produção. Em 2011, ela participou da novela “Aquele Beijo”, escrita por Falabella, e reprisou a parceria com a série “Sexo e as Negas” em 2014. Além disso, também contracenou com Marisa Orth na novela “Haja Coração”. Em entrevista ao Gshow, as duas relataram como foi o reencontro na telinha. “Essa sequência chegou a me emocionar, porque a gente viveu uma parceria que era muito boa, sabe? Eu adorei fazer essa cena. Já imagino Miguel [Falabella] assistindo e falando: ‘Olha lá as palhaças!’. Eu tô muito feliz”, disse Jimenez. Falabella foi um dos primeiros a fazer uma homenagem à artista na manhã deste sábado. “A nós, resta a saudade e a responsabilidade de manter viva a memória do seu imenso talento! Te amo! Descanse em paz”, ele escreveu no Instagram. Veja abaixo o trailer da sitcom clássica.
Roteirista de “Grey’s Anatomy” vai reviver “Ally McBeal”
Falaram tanto que “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” lembrava “Ally McBeal” que se tornou inevitável. Exatamente duas décadas após a final da comédia romântica de advogados, a rede americana ABC, que faz parte do conglomerado Disney, começou a desenvolver um revival da atração. O projeto está sendo escrito por Karin Gist (roteirista de “Revenge” e “Grey’s Anatomy”) e, segundo o site Deadline, terá uma nova protagonista: uma jovem negra que se junta ao escritório de advocacia da série original após se formar na faculdade de Direito. O site acredita que a jovem seja filha da colega de quarto de Ally McBeal, Renée Raddick, que foi interpretada por Lisa Nicole Carson na série dos anos 1990. A atriz Calista Flockhart, que viveu a personagem-título de 1997 a 2002, período em que foi indicada a três prêmios Emmy, estaria negociando seu retorno em pequenas participações, além de um papel como produtora da nova série. Mas o criador de “Ally MacBeal”, o prolífico produtor David E. Kelley, não terá envolvimento ativo na nova atração, tanto por estar com a agenda cheia de projetos – “Big Star”, “O Poder e a Lei”, “Nove Desconhecidos”, etc – como por decisão própria, para dar mais espaço para Gist explorar os aspectos raciais da nova versão. Os executivos da 20th TV vinham procurando uma forma de trazer “Ally McBeal” de volta há anos, e os esforços foram intensificados após a aquisição dos ativos da Fox pela Disney em 2019 – incluindo a 20th TV – , tendo em vista a forma como a rede ABC prioriza atrações com personagens femininas. Ally McBeal era uma advogada que trabalhava num escritório de advocacia junto com seu ex-amante e a esposa dele, e defendia diferentes casos enquanto procurava por amor e realização profissional. O foco principal da série era a vida romântica e pessoal dos personagens principais, muitas vezes usando os processos judiciais apenas para facilitar encontros no enredo. A atração ganhou o Emmy de Melhor Série de Comédia em 1999. Além de Flockhart e Lisa Nicole Carson, o ótimo elenco da produção incluía Courtney Thorne-Smith, Greg Germann, Jane Krakowski, Peter MacNicol, Gil Bellows, Lucy Liu, Portia de Rossi, a compositora Vonda Shepard, e participações recorrentes de Christina Ricci, da recém-falecida Anne Heche e até Robert Downey Jr. num dos primeiros papéis após seus problemas legais na década de 1990 – e bem antes de seu retorno à carreira de sucesso em “Homem de Ferro”. Ally McBeal transcendeu a televisão para se tornar um fenômeno da cultura pop e gerar memes antes que os memes existissem, graças a seu infame bebê dançante. A série usava fantasia para narrar suas histórias, gerando cenas como flechas disparadas contra a protagonista ao partir seu coração. E continua influente duas décadas após seu fim, com se pode ver por “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. A equipe criativa da atração da Marvel assumiu que usou o programa como uma de suas inspirações. Lembre o trailer da 1ª temporada da série original abaixo.
John Corbett vai reprisar papel de “Sex and the City” em “And Just Like That…”
Um antigo amor vai voltar a aparecer na vida de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Segundo o site Deadline, o ator John Corbett vai retomar o papel de Aidan Shaw, da época de “Sex and the City”, na 2ª temporada de “And Just Like That…”. O personagem é um simpático fabricante de móveis, que pode alegrar a agora viúva, após a morte de Mr. Big (Chris Noth) nos primeiros episódios da série da HBO Max. Junto com Samantha (Kim Cattrall), o personagem de Corbett foi uma das maiores ausências do revival rebatizado de “Sex and the City”. O ator já tinha dito ao site Page Six em 2021 que poderia aparecer em alguns episódios, mas sua participação não se materializou na 1ª temporada, encerrada em fevereiro. Corbett interpretou o namorado intermitente e mais tarde noivo de Carrie nas temporadas 3 e 4 de “Sex and the City”. Eles se separaram duas vezes, a primeira depois que ela confessou ter dormido com Mr. Big – que viria a ser seu futuro marido – , e a segunda vez quando ela não conseguiu se comprometer com a consumação de um casamento. Os dois personagens voltaram a se encontrar na 6ª temporada, quando Aidan revelou que estava casado e tinha um filho pequeno. O destino os reuniu novamente no filme “Sex and the City 2” em um mercado em Abu Dhabi. A dupla compartilhou um beijo apaixonado durante um jantar, mas, como ambos estavam casados na época (e Aidan já era pai de três), Carrie fugiu. Uma reunião de Carrie e Aidan em “And Just Like That…” provavelmente terá que abordar o que aconteceu com a esposa de Aidan. Por curiosidade, Corbett também está reprisando outro personagem amado dos fãs de comédias românticas: Ian Miller de “Casamento Grego”, no terceiro filme da franquia, que acabou de ser rodado na Grécia e ainda não tem previsão de estreia.
“Duro na Queda” vai virar filme com Ryan Gosling e Emily Blunt
A adaptação da série clássica “Duro na Queda” (The Fall Guy) foi oficializada pela Universal. A produção vai trazer Ryan Gosling (“Agente Oculto”) no papel de Colt Seavers, um dublê de Hollywood que nas horas de folga atua como caçador de recompensas. A série original, estrelada por Lee Majors, foi um sucesso enorme dos anos 1980, exibida durante cinco temporadas entre 1981 e 1986. Além de Gosling, a produção ainda adicionou Emily Blunt (“Jungle Cruise”) em papel não revelado, embora provavelmente seja o da dublê feminina Jody Banks, uma das três personagens principais da trama, que nos anos 1980 foi vivida por Heather Thomas. A direção está a cargo de David Leitch (“Trem-Bala”), que, antes de se consagrar com “John Wick” e “Deadpool 2”, era justamente dublê de cinema. Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, escreveu o roteiro e atua como produtor executivo junto a Gosling e ao criador da série original, Glen A. Larson. A data de estreia foi marcada para 1º de março de 2024. Lembre abaixo a abertura da série original.
Roger E. Mosley: Ator da série “Magnum” morre aos 83 anos
O ator Roger E. Mosley, que viveu o piloto de helicóptero Theodore “TC” Calvin na série de televisão clássica “Magnum”, morreu na manhã deste domingo (7/8) aos 83 anos. A causa da morte não foi revelada. Mosley participou de todos os 158 episódios, da estreia ao capítulo final das oito temporadas de “Magnum”, entre 1980 e 1988. Sua forte ligação com a atração clássica lhe rendeu um convite para aparecer na 1ª temporada do reboot atual, numa participação especial de 2019 como um personagem diferente. Fez tanto sucesso que ainda voltou mais uma vez em 2021, numa nova participação que acabou se tornando sua última aparição nas telas. Depois da “Magnum” original, Mosley foi escalado como protagonista da sitcom “You Take the Kids”, que só durou uma temporada em 1990. Ele também teve papéis recorrentes em “Hangin’ with Mr. Cooper” e “Rude Awakening” durante os anos 1990. Mas com uma carreira iniciada duas décadas antes, sua lista de aparições em episódios eventuais é enorme e variada, incluindo “Barco do Amor”, “Galeria do Terror”, “Kung Fu”, “Kojak”, “San Francisco Urgente”, “Arquivo Confidencial”, “Justiça em Dobro” e “Las Vegas”, entre outras atrações. Já seus créditos cinematográficos datam da era da Blaxploitation – filmes de ação dos anos 1970 estrelados por atores negros e acompanhados por trilha funk – e destacam o cultuadíssimo “The Mack” (1973), além dos dramas biográficos “Leadbelly” (1976), em que viveu o lendário cantor de blues/folk Huddie Ledbetter, e “O Maior de Todos” (1977), cinebiografia de Muhammad Ali, na qual interpretou o pugilista Sonny Liston. Sua filmografia ainda conta com policiais clássicos como “Os Novos Centuriões” (1972) e “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), e as comédias “O Guarda-Costas” (1976), do recém-falecido Bob Rafelson, “A Disputa dos Sexos” (1977), com Burt Reynolds, e “Entre Tapas e Beijos” (1996), com Martin Lawrence.












