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  • Série

    Perdidos no Espaço: Molly Parker entra no remake da Netflix

    28 de setembro de 2016 /

    A atriz Molly Parker (série “House of Cards”) entrou no elenco do remake de “Perdidos no Espaço”, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Segundo o site Deadline, ela viverá Maureen Robinson, a mãe de Judy, Penny e Will. O caçula e a mais velha já foram escalados. O menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) vai viver Will Robinson e a adolescente Taylor Russell terá o papel de Judy. Com a revelação da mãe, fica claro que Judy, interpretada por uma atriz negra, será adotada nesta nova versão. O marido de Maureen também já está definido. O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, será o patriarca da família, John Robinson. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha era substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.

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  • Will and Grace
    Etc,  Série

    Will & Grace: Elenco da série clássica se reúne em vídeo para rir de Donald Trump

    28 de setembro de 2016 /

    Sabe a “volta” de “Will & Grace”, que diversos sites anunciaram como retorno da série, mas a Pipoca Moderna apurou que podia ser propaganda eleitoral de Hillary Clinton? Pois é. O quarteto formado por Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes voltou a se reunir para a campanha da candidata à presidente dos EUA, criando um vídeo bastante fiel ao espírito e visual da série clássica, em que Donald Trump é a vítima da maioria das piadas. O curta, que pode ser conferido abaixo, foi gravado nos cenários originais da atração, exibida entre 1998 e 2006. Isto porque um dos criadores de “Will & Grace”, Max Mutchnick, guardou e preservou tudo. Ele também assinou o roteiro em parceria com o cocriador da série David Kohan. E, para completar, a direção ficou a cargo de James Burrows, responsável por comandar os 188 episódios da produção. O retorno foi nostálgico e deu esperanças de um revival real da série. Atualmente, Eric McCormack está na nova série “Travelers”, que estreia no Netflix em dezembro, Debra Messing participa do remake de “Dirty Dancing”, que será exibido como especial musical de fim de ano na rede ABC, Megan Mullally tem diversos filmes em andamento, além de uma participação na vindoura antologia sci-fi “Dimension 404”, e Sean Hays, que virou um produtor de sucesso, atuará a seguir no especial “Hairspray Live!”, previsto para dezembro na rede NBC.

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  • Will and Grace
    Etc,  Série

    Atores de Will & Grace agitam as redes sociais ao anunciar que “estão de volta”

    26 de setembro de 2016 /

    Os quatro integrantes centrais do elenco da série de comédia “Will & Grace” anunciaram em uníssono em suas contas individuais das redes sociais: “Estamos de volta”. A frase culminou uma movimentação intensa durante o fim de semana, que inclui um vídeo de teaser (veja abaixo) e fotos de bastidores de uma suposta gravação da produção, tudo sugerindo a volta da série. Mas nada, além de “Estamos de volta”, foi realmente anunciado. Nenhum canal ou serviço de streaming assumiu a responsabilidade pela produção. Por isso, alguns sites imaginam que possa se tratar apenas de marketing de apoio da campanha de Hillary Clinton à presidência. Mesmo assim, os fãs estão em polvorosa. Exibida entre 1998 e 2006, a série foi a primeira sitcom a fazer muito, mas muito sucesso ao explorar o universo LGBT. A série de comédia acompanhava o cotidiano de Will, uma advogado gay, e Grace, uma decoradora hetero, que dividiam o mesmo apartamento em Nova York, permanecendo amigos após namorarem na faculdade, quando Will ainda não tinha saído do armário. Além da dupla central, vivida por Eric McCormack e Debra Messing, a série ainda destacava Megan Mullally como a assistente socialite de Grace e Sean Hayes como o amigo “ainda mais gay” de Will. Ao longo de seus oito anos de duração, “Will & Grace” recebeu 83 indicações ao Emmy, vencendo 16 prêmios. De forma rara, todos os seus quatro atores principais venceram um Emmy, fato que só aconteceu com outras duas sitcoms na história do prêmio. O sucesso da série era tanto que ele se manteve entre as 20 atrações de maior audiência da TV americana por metade de seu período de exibição. Também foi a produção de maior audiência entre pessoas dos 18 aos 49 anos de idade entre 2001 e 2005. O que, claro, atraiu várias celebridades para fazerem participações especiais, como Madonna, Elton John, Britney Spears, Cher, Kevin Bacon, Alec Baldwin, Ellen DeGeneres, Patrick Dempsey, Janet Jackson e Jennifer Lopez, entre outras. Não é à toa que há bastante interesse em ver o quarteto de volta. Um vídeo publicado por Debra Messing (@therealdebramessing) em Set 26, 2016 às 10:33 PDT

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  • Toby Stephens
    Série

    Ator da série Black Sails será John Robinson no remake de Perdidos no Espaço

    26 de setembro de 2016 /

    O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, vai comandar outro tipo de nave em sua próxima série. Ele será o capitão da nave espacial Júpiter 2, como o patriarca da família Robinson no remake da série “Perdidos no Espaço”, em desenvolvimento pela Netflix. Stephens irá interpretar John Robinson, personagem que foi vivido por Guy Williams na série clássica dos anos 1960 e por William Hurt na versão cinematográfica de 1998. Junto com Stephens, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) foi escalado como o garoto Will Robinson. A nova família Robinson já contava com a atriz Taylor Russell, contratada na semana passada para o papel de Judy. Havia dúvida sobre se o remake iria trazer uma família Robinson negra, tendo em vista a escalação de Taylor, a primeira atriz contratada. Fica agora a dúvida: ou sua personagem foi alterada de forma a ser adotada ou, dependendo da escalação da mãe, este passou a ser o caso de Will – numa solução mais improvável, à la “Quarteto Fantástico” (2015). A série original foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior e mais reciclado que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.

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  • Série

    Nova versão de MacGyver estreia com recorde de audiência na TV americana

    24 de setembro de 2016 /

    Primeira grande estreia da temporada na TV aberta americana, a volta de MacGyver mostrou que o personagem continua fazendo o impossível diante de situações complicadas. Lançado no pior horário da semana, às 20h de sexta, o reboot da série clássica estourou em audiência, batendo recorde de público na rede CBS. Foram nada menos que 10,9 milhões de telespectadores sintonizados em seu episódio inicial, o que representou a melhor estreia da CBS em mais de uma década – desde “Ghost Whisperer”, em 2005. A sintonia elevada também destruiu o recorde de audiência das sexta-feiras no canal, que pertencia à “Blue Blood”. “MacGyver” surpreendeu até quando comparado com os outros dias da semana e os programas tradicionais da emissora, respondendo pela melhor audiência geral do canal em quatro anos. Mesmo sem agradar a crítica (apenas 22% de aprovação no site Rotten Tomatoes), seu sucesso representou mais um reconhecimento do toque de midas do diretor James Wan (“Invocação do Mal”), que parece ser incapaz de fracassar. Ele voltou às histórias de ação com a série, após estrear no gênero com o filme “Velozes e Furiosos 7” (2005). Mas além de produzir a atração, também deixou sua marca pessoal, dirigindo o primeiro episódio – este que arrebentou a audiência. Redesenvolvido por Peter Lenkov (produtor-roteirista de “Havaii Five-0”), o reboot traz, além do protagonista, diversos coadjuvantes, que formam uma equipe de especialistas – inclusive o especialista em ser “o melhor amigo”. Ou seja, desta vez MacGyver não conta apenas com fita adesiva, chiclete e papel alumínio para enfrentar os perigos do século 21. O elenco traz Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) como uma versão mais jovem de MacGyver, George Eads (série “CSI”) como o fortão e sniper da equipe, Tristin Mays (série “The Vampire Diaries”) como a hacker, Justin Hires (série “Rush Hour”) como o melhor amigo e Sandrine Holt (série “Fear the Walking Dead”) como a chefe da agência secreta, que define as missões da equipe. Ainda não há previsão para a estreia de “MacGyver” no Brasil.

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  • Taylor Russell
    Série

    Escalada primeira atriz do remake da série clássica Perdidos no Espaço

    17 de setembro de 2016 /

    O remake da Netflix para a série clássica “Perdidos no Espaço” ganhou seu primeiro nome no elenco. Segundo o site Deadline, a atriz Taylor Russell (série “Falling Skies”) foi contratada para interpretar Judy Robinson, a filha mais velha do casal John e Maureen Robinson. Taylor é uma atriz negra e vai viver a personagem que ficou famosa na interpretação da loira norueguesa Marta Kristen – e encarnada no cinema por Heather Graham. Sua escalação abre a possibilidade de a série ser estrelada por um elenco inteiramente negro – ou ter uma explicação à la “Quarteto Fantástico”, vencedor do troféu Framboesa de Ouro 2016. Parece existir uma orientação para que os produtores apostem na mudança racial de personagens consagrados, como se isso sugerisse inovação, embora poucos tenham a iniciativa, como Rick Berman e Michael Piller tiveram há 23 anos, de criar uma série sci-fi inteiramente nova com um protagonista negro – “Star Trek: Deep Space Nine” não fez escola. Se há uma coisa que não se pode dizer dos criadores do novo “Lost in Space” é que tenham ideias novas. Afinal, Matt Sazama e Burk Sharpless escreveram “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior e mais reciclado que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A série original foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. A previsão é que o remake chegue à Netflix apenas em 2018.

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    Steven Hill (1922 – 2016)

    24 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator Steven Hill, que, durante 10 temporadas, deu vida ao promotor Adam Schiff, da série policial “Law & Order”. Ele faleceu na terça-feira (23/8) aos 94 anos, de causa desconhecida. Filho de imigrantes russos judeus, ele nasceu em Seattle, no ano de 1922, como Solomon Krakovsky. Serviu na marinha durante a 2ª Guerra Mundial e só adotou o nome artístico americanizado após decidir seguir a carreira artística. Seu primeiro trabalho como ator foi na Broadway, com o espetáculo “A Flag Is Born”, em 1946, contracenando com um ainda desconhecido Marlon Brando. Sua estreia no cinema aconteceu em 1950, no noir “A Mulher sem Nome”, estrelado por Hedy Lamarr, e ele conseguiu algum destaque em “A Deusa” (1958), baseado na vida de Marilyn Monroe, além de ter sido dirigido por John Cassavettes em “Minha Esperança é Você” (1963). Mas sua filmografia inicial é insignificante perto da quantidade de séries de que participou no mesmo período. Hill apareceu em dezenas de produções televisivas clássicas, desde “Actor’s Studio” e “Suspense”, ainda em 1949. A lista inclui, entre muitas outras, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Rota 66”, “Os Intocáveis”, “O Fugitivo”, “Cidade Nua”, “Dr. Kildare”, “Ben Casey” e “Couro Cru” (Rawhide), até que ele foi escalado para seu primeiro papel fixo na TV. Em 1966, Hill foi contratado para viver um agente secreto chamado Dan Briggs, líder de uma força tarefa especial, que lidaria com as missões mais, digamos, impossíveis já mostradas na televisão. O nome da série era justamente “Missão Impossível”. Hill estrelou o piloto e comandou a equipe original por toda a 1ª temporada de 28 episódios. Mas o destaque não perdurou, já que o ator, judeu ortodoxo, teve problemas com a produção por se recusar a filmar às sextas-feiras depois das 16h. Na temporada seguinte, seu personagem foi substituído por Jim Phelps, papel do ator Peter Graves, que virou símbolo da série. A frustração com a demissão de “Missão Impossível” o afastou das telas por um longo período. Ele passou o final dos anos 1960 e toda a década seguinte trabalhando em montagens teatrais. Mas voltou com tudo ao cinema nos anos 1980, participando de diversos filmes relevantes, numa lista que alterna sucessos de crítica e blockbusters, e privilegia grandes cineastas. A fase inclui o drama “Esta é Minha Chance” (1980), de Claudia Weill, “Testemunha Fatal” (1981), de Peter Yates, “Ricas e Famosas” (1981), de George Cukor, “Yentl” (1983), de Barbra Streisand, “Jogo Bruto” (1986), de John Irvin, “Perigosamente Juntos” (1986), de Ivan Reitman, “A Difícil Arte de Amar” (1986), de Mike Nichols, “Confissões de um Adolescente” (1986), de Gene Saks, e “O Peso de um Passado” (1988), de Sidney Lumet. O ritmo intenso durou até 1990, quando Hill foi convidado pelo produtor Dick Wolf a voltar ao mundo das séries. Ele virou protagonista de uma nova atração procedimental, sobre polícia, crimes e tribunais, chamada “Law & Order”. A série virou um fenômeno, que rendeu derivados e inspirou inúmeras produções similares, estabelecendo uma fórmula duradoura entre os seriados americanos. Por conta de seu envolvimento com as gravações, Hill fez poucos filmes durante a década. Entre eles, o maior destaque foi “A Firma” (1993), em que representou um lado mais sombrio do judiciário americano, contracenando com Tom Cruise. Ele integrou o elenco de “Law & Order” por 10 temporadas, além de ter aparecido como seu personagem, o promotor Adam Schiff, no spin-off “Law & Order: SVU” em 2000. Naquele mesmo ano, decidiu se aposentar, encerrando sua carreira na franquia que lhe deu seu maior reconhecimento popular.

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    Batman: Trailer de nova animação da Warner homenageia o Batman dos anos 1960

    21 de agosto de 2016 /

    A Warner divulgou o trailer e a capa do Blu-ray da animação “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, que homenageia a série clássica do Batman dos anos 1960. O trailer mostra o humor que os fãs podem esperar e, principalmente, as vozes dos atores Adam West e Burt Ward, que viveram Batman e Robin na TV, entre 1966 e 1968. Além deles, a atriz Julie Newmar também participará do reencontro para dublar a Mulher-Gato. O lançamento celebra os 50 anos da série clássica, que revolucionou a TV com um visual de pop art, apesar da má fama que adquiriu entre os fãs dos quadrinhos, por avacalhar os super-heróis. Desde o fim da atração, Adam West e Burt Ward voltaram a se reunir em vários desenhos animados, desde a série “As Novas Aventuras de Batman”, feita pela Filmation em 1977, até nas diversas encarnações dos “Superamigos” nos anos 1980. Ambos apareceram até em “Os Simpsons” como Batman e Robin. E, entre os lançamentos mais recentes, West dublou o pai de Bruce Wayne num episódio da série animada “Batman – Os Bravos e Destemidos” de 2010. A maioria dos intérpretes dos vilões clássicos da atração, porém, já faleceu há muitos anos, entre eles Cesar Romero (o Coringa), Burgess Meredith (o Pinguim), Frank Gorshin (o Charada), Vincent Price (Cabeça de Ovo) e, mais recentemente, a intérprete da heroína Batgirl, Yvonne Craig, cuja personagem foi criada especificamente para a série. Além do vídeo, o cinquentenário da produção também está sendo comemorado com o lançamento de uma nova publicação em quadrinhos, que promove o encontro entre Batman e outros personagens da TV dos anos 1960. O primeiro lançamento foi “Batman ’66 Meets Steed and Mrs Peel”, com os espiões britânicos da série “Os Vingadores”, e em breve chega a história do encontro com “O Agente da UNCLE”. Com roteiro de James Tucker (série “Batman: Os Bravos e Destemidos”) e direção de Rick Morales (“Batman: Ano Um”), ” Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” será lançado em 11 de outubro nos EUA.

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    MacGyver: Novo trailer mostra reboot da série clássica com direção de James Wan

    18 de agosto de 2016 /

    A rede americana CBS divulgou um novo trailer e pôster da nova série “MacGyver”, reboot do grande sucesso dos anos 1980 “Profissão Perigo”. A prévia não aproveita nenhuma cena do primeiro vídeo divulgado em maio. Até o corte de cabelo do protagonista está diferente, mais parecido com o utilizado por Richard Dean Anderson há 30 anos. Isto porque o piloto foi inteiramente refilmado, com novo roteiro e direção do cineasta James Wan (“Velozes e Furiosos 7”). O roteiro do estreante Paul Downs Colaizzo, que desenvolveu o projeto, foi substituído por uma nova abordagem de Peter Lenkov (produtor-roteirista de “Havaii Five-0”). Além de explorar situações exageradas, resolvidas com improvisação e bom-humor, o reboot do reboot passou a incluir diversos coadjuvantes, que formam uma equipe de especialistas – inclusive o especialista em ser “o melhor amigo”. Ou seja, MacGyver não contará apenas com fita adesiva, chiclete e papel alumínio para enfrentar os perigos do século 21. O elenco traz Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) como a versão mais jovem de MacGyver, George Eads (série “CSI”) como o fortão e sniper da equipe, Tristin Mays (série “The Vampire Diaries”) como a hacker, Justin Hires (série “Rush Hour”) como o melhor amigo, e Sandrine Holt (série “Fear the Walking Dead”) como a chefe da agência secreta, que define as missões da equipe. A estreia está marcada para 23 de setembro nos EUA.

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    Série jurídica dos anos 1980, L.A. Law vai ganhar nova versão

    3 de agosto de 2016 /

    A série jurídica “L.A. Law”, sucesso dos anos 1980, vai ganhar uma nova versão. O criador da atração original, Steven Bochco (atualmente à frente de “Murder in the First”), revelou que está desenvolvendo o projeto para a rede Fox, durante uma participação no programa Rich Eisen Show Monday. Ele contou que sempre é convidado a fazer um reboot, mas que só passou a considerar a ideia a quatro meses atrás, quando um dos roteiristas da atração original, Bill Finkelstein, veio com uma proposta interessante. “Eu liguei para os meus amigos na Fox, porque eles têm os direitos da série, e ficaram muito interessados em conversar sobre isso”, disse Bochco. “Então, Billy e eu sentamos juntos e meio que atualizamos ‘L.A. Law’, mostrando como a série seria 30 anos depois”, afirmou o produtor, Bochco adiantou que também pretende trazer de volta alguns membros do elenco original. Isto, obviamente, não inclui Richard Dysart, falecido no ano passado aos 86 anos, e Larry Drake, que morreu em março aos 66 anos, mas pode representar a reunião de rostos bem conhecidos de fãs de séries mais recentes, como Corbin Bernsen (série “Psych”), Blair Underwood (série “Agents of SHIELD”), Jimmy Smits (série “Sons of Anarchy”), Alan Rachins (série “Rizzoli & Isles”), Harry Hamlin (série “Mad Men”) e Susan Dey (série “Third Watch”, mas lembrada por gerações de crianças dos anos 1970 como a musa Laurie Partridge, da “Família Dó-Ré-Mi”). Produzida pelos estúdios Fox, a série girava em torno dos casos de uma grande firma jurídica de Los Angeles. Foi originalmente exibida entre 1986 e 1994 pela rede americana NBC e durou oito temporadas, num total de 171 episódios.

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    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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    Astro da série Chips vira policial de verdade

    7 de julho de 2016 /

    O ator Erick Estrada, que ficou conhecido como o policial rodoviário Frank “Ponch” Poncherello na clássica série Chips (1977-1983), virou policial de verdade nos EUA. A informação foi divulgada pelo próprio ator em seu Twitter. “Agora faço parte do Departamento de Polícia da cidade de St. Anthony. É um dia especial para mim”, escreveu ele, divulgando uma foto de sua formatura, que o mostra prestando seu juramento como policial, aos 67 anos, e outra em frente de uma moto com seu novo uniforme. Estrada foi designado para trabalhar numa força-tarefa de Crimes Virtuais contra Crianças, que tem o objetivo de instruir jovens contra os perigos da internet. Antes, o ex-ator serviu como assistente de xerife em Virginia.

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    Netflix encomenda remake da série clássica Perdidos no Espaço

    29 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix encomendou a 1ª temporada do remake da série clássica “Perdidos no Espaço”. O anúncio foi feito por comunicado oficial e revela que a atração terá 10 episódios com produção da Legendary TV, braço televisivo do estúdio Legendary (responsável por “Godzilla” e “Warcraft”). Segundo o comunicado, o remake será “uma história de sobrevivência para marcar época”. “A série original capturou habilmente tanto o drama quanto a comédia, o que a tornou muito atraente para um público amplo”, disse Cindy Holland, vice-presidente do Netflix para produções originais. “A atual equipe criativa da série fará uma versão para o Netflix que deverá apelar igualmente aos fãs que lembram do original com carinho e também para uma nova geração de entusiastas que surgirão em todo o mundo.” O novo “Perdidos no Espaço” será desenvolvido pela dupla de roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, que se especializou em fantasias genéricas de péssima recepção entre a crítica, como “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A série clássica foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake, porém, vai demorar a ser exibido. A previsão do Netflix é apenas para 2018.

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