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  • Série

    Detetive da série The Missing vai ganhar seu próprio spin-off

    3 de abril de 2018 /

    A série britânica “The Missing” vai ganhar um spin-off centrado no ex-inspetor Julien Baptiste, o detetive interpretado por Tchéky Karyo, que roubou a cena nas duas temporadas da atração. O personagem francês, que foi o investigador principal no desaparecimento da 1ª temporada de “The Missing” e explorou o retorno surpresa da 2ª temporada, parecia estar morrendo no último episódio. No entanto, se recuperou o suficiente para correr atrás de um novo caso. Desta vez, ele não deve investigar um desaparecimento, por isso os irmãos Jack e Harry Williams resolveram alterar o nome da série para “Baptiste”, como o personagem. O spin-off vai acompanhar Baptiste e sua esposa em uma visita a Amsterdã, quando a chefe de polícia, que por acaso é uma ex-namorada do veterano policial, procura sua ajuda em um caso que o conduz por ruas e canais de Amsterdã até o submundo da capital holandesa. As gravações vão acontecer no final do ano em Amsterdã e na Bélgica, com produção da rede pública britânica BBC. Em declaração no comunicado da produção, Karyo disse que o personagem era “muito querido” para ele. “Estou muito animado por seguir sua jornada até as ruas de Amsterdã e ver que segredos sombrios ele revela dessa vez. Sem dúvida, ele continuará a assumir grandes riscos, tudo em nome da justiça”, acrescentou. O diretor executivo da BBC Piers Wenger acrescentou: “Julien Baptiste – interpretado pelo excepcional Tchéky Karo – é uma das maiores criações dos irmãos Williams e totalmente merecedora de sua própria série. Esta primeira série de Baptiste nos permitirá descobrir mais sobre Julien do que nunca, já que ele cai de pára-quedas no centro de uma história de crime chocante e abrangente”. “Baptiste” só deve estrear em 2019.

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  • Série

    The City and the City: David Morrissey investiga crime interdimensional em trailer de minissérie

    3 de abril de 2018 /

    A BBC divulgou o trailer da minissérie “The City and the City”. A trama de fantasia, baseada no romance homônimo de China Miéville, tem paralelos com “Counterpart”, ao acompanhar o trabalho do inspetor Tyador Borlú (David Morrissey, o governador de “The Walking Dead”) na cidade de Besźel. Quando o corpo mutilado de uma estudante estrangeira é encontrado, Borlú descobre evidências de que ela estaria envolvida nos conflitos políticos que existem entre Besźel e a cidade de Ul Qoma, que ocupa o mesmo espaço físico, mas em outra dimensão. Os moradores de cada cidade estão proibidos de se encontrar. Por isso, a fronteira que separa as duas é policiada pela Brecha, que tem permissão de punir os transgressores. Para solucionar o caso, Borlú terá que cruzar a fronteira entre as duas realidades. Em Ul Qoma, Borlú se une à detetive Qussim Dhatt (a alemã Maria Schrader, de “Deutschland 83”), com quem passa a trabalhar no caso. Neste meio tempo, eles enfrentam as ações de nacionalistas que lutam para destruir Besźel, enquanto pacifistas desejam unir as duas cidades, tornando-a uma só. Desenvolvida pelo roteirista Tony Grisoni (“Atos que Desafiam a Morte”) e dirigida por Tom Shankland (série “O Justiceiro”), a produção ainda inclui em seu elenco Mandeep Dhillon (“Nina para Sempre”), Christian Camargo (série “Dexter”), Ron Cook (“Mrs. Selfridge”), Lara Pulver (“Da Vinci’s Demons”) e Paprika Steen (“Modus”). A minissérie de quatro episódios estreia de 6 de abril na rede britânica BBC Two e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Série Strike Back é renovada para 6ª temporada

    28 de março de 2018 /

    O canal pago americano Cinemax renovou a “Strike Back” para sua 6ª temporada. Trata-se, na verdade, da 2ª temporada após o reboot deste ano. A série acompanha o time de elite militar da Section 20, uma divisão secreta do Departamento de Defesa do Reino Unido, que opera missões de alto risco ao redor do mundo. A versão original de “Strike Back” era uma adaptação do livro homônimo do ex-militar Chris Ryan, foi estrelada por Sullivan Stapleton (hoje em “Blindspot”) e Philip Winchester (“Chicago Justice”) e terminou em 2015 depois de cinco temporadas, mas no ano passado o Cinemax decidiu retomar a produção para marcar um novo perfil de programação. O canal cancelou todas as suas séries de prestígio, como “The Knick” e “Quarry”, para focar exclusivamente em série de ação, com custos barateados por meio de coproduções – no caso, com o canal pago britânico Sky. O reboot de “Strike Back” tem protagonistas femininas e é estrelado por Roxanne McKee (série “Dominion”), Warren Brown (“Luther”), Daniel MacPherson (“The Shannara Chronicles”) e Alin Sumarwata (série “Neighbours”). Os episódios do novo elenco estrearam no dia 2 de fevereiro, nos Estados Unidos. Mas Sullivan e Winchester ainda vão aparecer em dois capítulos, para estabelecer uma continuidade. As participações especiais irão ao ar nos dois últimos episódios da temporada, previstos para 30 de março e 6 de abril nos Estados Unidos.

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  • Série

    Juliette Lewis entra na nova série da criadora de Girls

    19 de março de 2018 /

    A atriz Juliette Lewis, que estrelou recentemente a série “Secrets and Lies” (Segredos e Mentiras), entrou no elenco de “Camping”, nova série de Lena Dunham, a criadora de “Girls”. Ela vai se juntar a Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) e David Tennant (das séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”) na produção da HBO. “Camping” é remake de uma série homônima britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016, e vai narrar, em oito episódios, uma viagem de acampamento para comemorar o aniversário de 45 anos do personagem de Tennant, organizada por sua esposa, vivida por Garner. O problema é que o casal não vai acampar sozinho. O passeio também inclui a irmã delicada da personagem de Garner, seu ex-melhor amigo santinho e um folgado que decide ir no embalo, o que o faz com que o fim de semana teste seu casamento e abra a possibilidade de assassinato, enquanto ainda reserva surpresas com ursos. A adaptação é assinada por Lena Dunham e Jenni Konner, que também produziu e escreveu “Girls”. Além do trio, o elenco também contará com Janicza Bravo (“A Voz de uma Geração”), Arturo Del Puerto (“Independence Day: Ressurgimento”) e Brett Gelman (série “Stranger Things”). As gravações de “Camping” vão começar em Los Angeles nesta primavera (entre março e junho).

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  • Filme

    David Tennant será o marido de Jennifer Garner em série de comédia

    16 de março de 2018 /

    O ator escocês David Tennant (das séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”) entrou no elenco da série de comédia “Camping“. Ele viverá o marido de Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) na produção da HBO. A série vai narrar, em oito episódios, uma viagem de acampamento para comemorar o aniversário de 45 anos de Walt, o personagem de Tennant. O problema é que o casal não vai acampar sozinho. O passeio também inclui a irmã delicada da personagem de Garner, seu ex-melhor amigo santinho e um folgado que decide ir no embalo, o que o faz com que o fim de semana teste seu casamento e abra a possibilidade de assassinato, enquanto ainda reserva surpresas com ursos. A história não é original, mas remake de uma série homônima britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016. A adaptação está a cargo da criadora da produção original, Julia Davis, em parceria com Lena Dunham e Jenni Konner, respectivamente criadora e produtora-roteirista de “Girls”. Este será o segundo remake britânico de Tennant nos Estados Unidos. Ele não teve muita sorte ao protagonizar “Gracepoint”, remake de “Broadchurch”. Neste caso, o ator também estrelava a série original, e o público americano não embarcou na reciclagem. Bastante requisitado, o ator, que pode ser visto atualmente na 2ª temporada de “Jessica Jones”, também dubla a voz original do Tio Patinhas na nova versão de “Ducktales” e vai estrelar a minissérie “Good Omens”, baseada no livro “Belas Maldições” do escritor Neil Gaman. As gravações de “Camping” vão começar em Los Angeles nesta primavera (entre março e junho).

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  • Série

    Requiem: Série britânica de terror ganha trailer legendado da Netflix

    14 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um trailer legendado de “Requiem”, série de terror britânica criada pelo australiano Kris Mrksa (cocriador da série “The Slap”, que ganhou remake americano). A trama gira em torno de Matilda Gray, uma instrumentista erudita de Londres, que, após o súbito suicídio de sua mãe, descobre indícios de que toda sua vida foi uma mentira e que ela pode ter sido raptada ainda bebê de uma família galesa. Mas após viajar à comunidade distante e isolada de seus potenciais parentes biológicos, o mistério se revela um terror gótico, com fantasmas e casas mal-assombradas. “Requiem” é estrelada por Lydia Wilson (do filme “Uma Questão de Tempo” e da série “Ripper Street”) e ainda inclui no seu elenco Joel Fry (série “Game of Thrones”), Tara Fitzgerald (também de “Game of Thrones”), Brendan Coyle (série “Downton Abbey”), James Frecheville (“Invasão de Privacidade”), Sian Reese-Williams (série “Hinterland”), Richard Harrington (também de “Hinterland”), Joanna Scanlan (“Notas sobre um Escândalo”) e Simon Kunz (série “The Last Kingdom”). Com seis episódios, “Requiem” começou a ser exibida em fevereiro pelo canal BBC One e será disponibilizada pela Netflix em 23 de março, após a transmissão do último capítulo no Reino Unido.

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  • Série

    Seth Rogen vai produzir remake da série inglesa Plebs, comédia passada na Roma antiga

    11 de março de 2018 /

    Seth Rogen e Evan Goldberg estão desenvolvendo mais uma série. Os criadores de “Preacher” e do vindouro “The Boys”, e que também produzem “Future Man” na plataforma Hulu, preparam um remake da série de comédia inglesa “Plebs”. A atração é praticamente uma versão live action do desenho clássico “Os Muzzarelas” (1972). Com a diferença que, em vez de uma família, acompanha o cotidiano de três amigos na Roma antiga, lidando com situações da época num subtexto moderno. A adaptação será uma parceria entre a produtora de Rogen e Goldberg, Point Grey Pictures, e a produtora da série original, Rise Films, sediada em Londres. Ainda não há informações sobre a extensão do envolvimento de Rogen e Goldberg, que estão envolvidos em vários projetos simultâneos, inclusive para o cinema. “Plebs” encontra-se renovado para sua 4ª temporada no Reino Unido, onde é exibido pelo canal ITV.

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  • Filme

    Atriz mirim de Logan vai estrelar série baseada em A Bússola de Ouro

    10 de março de 2018 /

    Os fãs que ficaram frustrados com a falta de continuação do filme “A Bússola de Ouro” (2007) finalmente poderão ver uma adaptação completa da obra do escritor Philip Pulman. A rede britânica BBC anunciou a produção de uma minissérie baseada na franquia literária de Pulman, conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials, no original). A atração será dirigida pelo cineasta Tom Hooper, vencedor do Oscar por “Discurso do Rei” (2010) e responsável também por “Os Miseráveis” (2012) e “A Garota Dinamarquesa” (2014). E já definiu a atriz Dafne Keen, revelação de “Logan” como a feroz mutante Laura (a X-23), no papel da jovem protagonista Lyra. A trilogia de Pullman inclui os livros “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”. Todos os três livros serão abordados na série. Em vez de seguir a tradição da HBO de adaptar um livro por temporada, a BBC pretende contar toda a história das “Fronteiras do Universo” numa única tacada, ao longo de oito episódios. A história acompanha duas crianças órfãs, Lyra (Keen) e Will, entre universos paralelos. “A Bússola de Ouro” apresenta a menina e sua busca por um amigo sequestrado, numa trama que encobre um plano sinistro envolvendo crianças roubadas e um fenômeno conhecido como “O Pó”. É no segundo livro que ela conhece Will, em meio a uma guerra entre mundos que tem sua conclusão na terceira obra. A versão cinematográfica do primeiro livro foi comandada por Chris Weitz, antes dele emplacar o blockbuster “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” (2009). A adaptação era estrelada por Nicole Kidman, Daniel Craig, Eva Green e trazia a estreante Dakota Blue Richards no papel de Lyra. O belo visual da fantasia não foi suficiente para impedir um fracasso de bilheterias. Como curiosidade, o Brasil foi um dos poucos países do mundo em que a produção lotou os cinemas.

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  • Série

    Série de comédia britânica criada e estrelada por Idris Elba ganha primeiras fotos

    7 de março de 2018 /

    O canal pago britânico Sky One divulgou as primeiras imagens de “In the Long Run”, série de comédia criada e estrelada por Idris Elba (“A Torre Negra”). Ambientada na Londres dos anos 1980, a série acompanha a família de Walter Easmon, imigrantes vindos de Serra Leoa. A produção é inspirada na infância de Elba, que interpreta o patriarca. Além dele, estão no elenco Jimmy Akingbola (série “Arrow”), Madeline Appiah (minissérie “Partners in Crime”), Bill Bailey (“Nanny McPhee e as Lições Mágicas”) e Kellie Shirley (novela “EastEnders”). A série estreia no Reino Unido no dia 29 de março.

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  • Filme

    Emma Chambers (1964 – 2018)

    24 de fevereiro de 2018 /

    A atriz inglesa Emma Chambers, conhecida por seu papel na comédia “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999), morreu aos 53 anos de idade na quarta (21/2), mas a notícia só foi divulgada neste sábado por seu agente. As causas da morte foram descritas como “naturais”. “Emma criou uma grande quantidade de personagens e um imenso currículo de trabalho. Levou sorrisos e alegria a muitas pessoas”, disse John Grant, representante da atriz, que estava afastada das telas há 11 anos. Ela só fez duas aparições no cinema. E no mesmo ano, coadjuvando como Honey, a irmã mais nova do personagem de Hugh Grant em “Um Lugar Chamado Notting Hill”, e na comédia de época “The Clandestine Marriage”. Mas se tornou muito popular no Reino Unido por dar vida a Alice Tinker na série “The Vicar of Dibley”, exibida pela BBC de 1994 a 2007. Chambers fez diversas outras séries desde 1988, mas nenhuma foi tão popular quanto “The Vicar of Dibley”, que acabou marcando seu último papel, ao lado da estrela Dawn French (série “French and Saunders”), e lhe rendeu o British Comedy Award. A atriz era casada com o ator britânico Ian Dunn (série “Girls in Love”) desde 1991.

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    Série sobre a guerra de Troia lidera audiência e vira polêmica racial no Reino Unido

    24 de fevereiro de 2018 /

    A série “Troy: Fall of a City”, produção da BBC sobre a lendária Guerra da Troia, virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais inglesas na última semana. A atração estreou em 1º lugar na audiência no sábado passado (17/2), com 3,2 milhões de telespectadores britânicos ao vivo, mas a repercussão foi muito maior na mídia e nas redes sociais, graças à escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A grande repercussão foi consequência da escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A decisão foi toma em nome da liberdade artística dos produtores, que optaram por anacronismo politicamente correto para retratar personagens descritos como brancos por Homero e retratados em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga dessa forma. As mudanças mais significativas envolveram Aquiles, interpretado por David Gyasi (“Interestelar”), Eneias, vivido pelo “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”), e até Zeus, maior deus dos gregos, representado por Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”) – jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, alegraram os defensores de uma agenda de inclusão, mas frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, a ponto de gerar editoriais sobre o assunto. “Por que a nova série da BBC ‘Troy: Fall of a City’, passada há 1,2 mil anos antes de Cristo, sente a necessidade de nos doutrinar sobre raça e gênero?’, indagou uma manchete do tabloide The Sun. “Controvérsia espreita a escalação do mítico Aquiles com um ator negro no novo épico da BBC”, publicou o site Greek Hollywood Reporter. Os produtores defenderam as escalações em entrevista à revista Variety, afirmando que o “mundo dos mitos” permite “uma liberdade maravilhosa” de casting. “Diversidade está no coração do nosso casting e no coração do que a BBC e a Netflix querem. Isto só é controverso se as pessoas tentam criar uma controvérsia a partir disso”, afirmou Derek Wax, numa frase digna, como diriam os gregos, dos melhores sofistas. Comentários no Twitter lembram que os africanos não tem nenhuma relação com a mitologia grega ou com a história da Grécia antiga. Alguns se disseram “chocados” com a “tentativa da BBC de reescrever a História da Grécia”. Poderia se argumentar que pelo menos os troianos não eram europeus brancos, já que sua cidade ficava na Turquia. Mas a verdade é que até eles eram gregos. A região de Anatólia foi colonizada pelos gregos e pertencia à civilização helênica, compartilhando, inclusive, os mesmos deuses, como descreve o poema épico de Homero. Enquanto alguns se limitaram à discussão histórica, a polêmica também traz à tona argumentos francamente racistas. Nunca falta tampouco quem lembre situação oposta, um filme sobre o Pantera Negra estrelado por um ator branco. Entretanto, antes de “Pantera Negra” existiu “O Fantasma” (1996), herói branco de quadrinhos passados na África. A cultura e a sociedade simplesmente evoluem. Mas a polêmica não é realmente sobre os avanços do presente, mas a respeito do anacronismo representado pela ação afirmativa da escalação. Recriar o passado sob uma ótica politicamente correta pode, em seu extremo, levar à situação-limite de retratar o período da escravidão sem escravos negros. A abordagem inclusiva também falha em respeitar os povos e culturas originais, tendo efeito oposto ao esperado. Criador da série, David Farr defendeu sua opção dizendo que lidou com mitos e não com História factual para justificar suas decisões de elenco. “Ninguém sabe se a versão de Homero, que foi escrita 500 anos depois [da Guerra de Troia], é fiel aos fatos ou se é inteiramente mítica”, ele afirmou, referindo-se ao poema épico “A Ilíada”, de 3,2 mil anos atrás. É bom lembrar que o mesmo poderia ser dito sobre a Bíblia.

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    Carey Mulligan investiga assassinato no trailer legendado da minissérie Collateral

    23 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.

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    Killing Eve: Trailer da nova série estrelada por Sandra Oh explora suspense e humor negro

    22 de fevereiro de 2018 /

    A BBC America divulgou o primeiro trailer de “Killing Eve”, série de suspense estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”). A prévia explora o humor negro, acompanhando um diálogo entre as duas e o comportamento daquela que a outra define como psicopata. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a trama é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno das duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não realiza suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). A estreia está marcada para 8 de abril.

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