Archie Lyndhurst (2000 – 2020)
O jovem ator britânico Archie Lyndhurst, conhecido no Reino Unido por estrelar a série teen “So Awkward”, morreu aos 19 anos de idade após uma “curta doença”. Apesar de revelada nesta quinta (1/10), a morte teria acontecido há alguns dias e a causa exata não foi revelada pelos pais do ator, que pediram à imprensa que respeitasse sua privacidade. O rapaz era filho do também ator Nicholas Lyndhurst, conhecido por estrelar a duradoura série de comédia “Only Fools and Horses” (1981-2003), e da ex-balarina Lucy Smith. Pai e filho atuaram juntos em um episódio de “So Awkward” em 2019. Archie estreou como ator no teatro, aos 10 anos de idade, mas só ficou conhecido após conseguir o papel na série “So Awkward”, da BBC, em 2015. A série acompanha um grupo de estudantes que enfrentam a experiência constrangedora de virar adolescentes e sobreviver ao Ensino Médio. A 6ª temporada foi lançada em agosto no serviço de streaming da emissora. Além da sitcom, Lyndhurst também apareceu na série “Bad Education”, como a versão mais nova do comediante Jack Whitehall, e emprestou sua voz para videogames como “Final Fantasy 14: Heavensward” e “The Secret World”. Whitehall escreveu uma homenagem no Instagram, dizendo que o jovem “nunca será esquecido”. “Archie Lyndhurst entrou na minha vida há quase 10 anos, interpretando uma versão jovem de mim mesmo”, disse ele. “Ele era brilhante, tão talentoso e engraçado. Uma alegria absoluta. Não tenho dúvidas de que ele teria uma carreira longa e ilustre e continuaria iluminando a vida de todos aqueles que o encontraram”.
Estreias online: Ratched e mais 10 séries para maratonar no fim de semana
A Netflix lança nada menos que oito séries nesta semana, juntando na lista produções que adquiriu de outros canais, mas essa grande variedade de conteúdo chega basicamente sem divulgação. A plataforma só se preocupou em chamar atenção para um par de atrações. A mais badalada é “Ratched”, produção de Ryan Murphy estrelada por Sarah Paulson. Os dois são parceiros em vários projetos e “Ratched” lembra, inclusive, um deles: “American Horror Story”. A trama serve de prólogo para “Um Estranho no Ninho”, originalmente um livro de Ken Kesey publicado em 1962, mas mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Mildred Ratched). O público-alvo da plataforma não deve nem saber do que se trata, mas fica a dica de assinar o serviço rival, Amazon Prime Video, para conhecer – a Netflix não disponibiliza o filme no Brasil. “Ratched” é a terceira série lançada por Murphy na plataforma após assinar um contrato milionário de exclusividade. E mantém o padrão de mediocridade – “The Politician” está com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Hollywood” ficou com 57% e “Ratched” estreou com 61% (mas apenas 43% entre os críticos top). Há séries bem melhores, “escondidas” na própria Netflix e também na Globoplay nesta semana – como a animação adulta “Sem Maturidade para Isso” e a 2ª temporada da trepidante “A Divisão”. A programação de lançamentos pode ser conferida com trailers e maiores informações logo abaixo. Ratched | EUA | 1ª temporada A nova produção de Ryan Murphy (“American Horror Story”) conta a origem de uma personagem do filme “Um Estranho no Ninho” (1971). Com clima de “American Horror Story: Asylum”, a série retrata os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata Mildred Ratched, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”), responsável por uma escalada de crimes cometidos impunemente no sistema público de saúde mental ao longo de décadas. No cinema, o papel rendeu um Oscar para Louise Fletcher. Além de Sara Paulson, a atração conta com um grande elenco, que destaca Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). Disponível na Netflix Sem Maturidade para Isso | EUA | 1ª temporada A nova criação de J.G. Quintel, autor de “Apenas um Show” (Regular Show), uma das séries de maior sucesso do Cartoon Network, acompanha um casal que precisa lidar com a difícil experiência de viver como adultos, enquanto passam por mudanças de perspectivas de seus 20 aos 30 anos de idade. Chamada “Close Enough” em inglês, a animação atingiu impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Pena que a Netflix não tenha alardeado o lançamento para seus assinantes. É que a produção foi feita originalmente para a HBO Max e apenas distribuída pela Netflix no mercado internacional. Por sinal, a 2ª temporada já foi encomendada. Disponível na Netflix A Divisão | Brasil | 2ª temporada A elogiada série policial que retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 avança sua trama para mostrar o envolvimento dos policiais com a política, enquanto uma investigadora da corregedoria (Branca Messina) chega para desencavar o passado complicado dos ditos heróis do combate ao crime, vividos por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também lançada como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. Disponível na Globoplay Criminal | Reino Unido | 2ª temporada A série policial britânica de Jim Field Smith e George Kay (“Stag”) se passa no cenário restrito de uma sala de interrogatórios e investiga quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção, interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”). Cada um deles é interrogado por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. Disponível na Netflix Sem Saída | Nova Zelândia | 3 temporadas Odiou que a Netflix cancelou “The Society” e deixou o mistério da série sem fim? A série neo-zelandesa “Sem Saída” tem praticamente a mesma premissa, ao acompanhar adolescentes que se vêem subitamente sozinhos diante do desaparecimento sem explicações de todos os adultos. Até esta semana inédita no Brasil, “Cul-de-Sac” (o título original) chega com suas três temporadas completas, produzidas entre 2016 e 2018, e com um jovem elenco de “revelações”, que inclui a protagonista Greta Gregory e um certo KJ Apa, antes de pintar o cabelo de vermelho e virar Archie Andrews em “Riverdale”. Vale avisar que a série toma um rumo sci-fi radical ao tentar dar respostas em seu final. Disponível na Globoplay Baby | Itália | 3ª temporada Os primeiros episódios renderam polêmica na Itália, por retratarem sexo de menores. Mas a trama é supostamente “baseada em uma história real”. Na verdade, um escândalo que ocupou muitas páginas da imprensa do país, conhecido como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista Benito Mussoloni, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série ficcionaliza a história, acompanhando duas garotas que alternam seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Até que suas atividades deixam de ser um segredo. Nos últimos episódios, as protagonistas Chiara (Benedetta Porcaroli) e Ludovica (Alice Pagani) tem que arcar com as consequências de suas ações. Disponível na Netflix Nas Montanhas da Coruja | Polônia | Parte 2 A série polonesa (Znaki, no original), originalmente produzido para o canal AXN em 2018, acompanha duas investigações paralelas, que envolvem um crime atual e uma conspiração nazista da 2ª Guerra Mundial. Tudo se passa numa cidadezinha que tem sua tranquilidade interrompida por um assassinato chocante, mas que guarda muitas semelhanças com um caso antigo nunca resolvido. Cabe ao comissário Trela (interpretado por Andrzej Konopka) desvendar os segredos obscuros que a cidade guarda. A segunda parte ainda apresenta um novo mistério, por meio de um casal que desaparece sem deixar pistas na região. Disponível na Netflix A Penúltima Palavra | Alemanha | 1ª temporada A comédia alemã encontra humor em lugares improváveis, como na dor do luto e da perda. Quando seu marido morre repentinamente após 25 anos de casamento, a protagonista da atração (Anke Engelke, de “Deutschland 86”) se vê enterrada em dívidas, mas o funeral triste lhe dá uma ideia inesperada. Para o espanto dos filhos, ela acaba encontrando uma vocação e uma nova forma de pagar as contas, virando oradora de velórios. Uma curiosidade da produção é que a premissa foi concebida por Thorsten Merten (“Donbass”), ator que interpreta um agente funerário na série. Disponível na Netflix Grey’s Anatomy | EUA | 16 temporadas A série médica mais duradoura da TV americana desembarca simultaneamente na Globoplay e na Amazon, “furando” a exclusividade da Netflix, que até a 15ª temporada exibia sozinha a criação de Shonda Rhimes em streaming. Para se ter ideia de como a série é antiga, ela foi lançada seis meses após as estreias de “Lost” e “Desperate Housewives” na rede ABC. Para se diferenciar do grande sucesso da época, “Plantão Médico” (ER), Rhimes retratou seus médicos atraentes lidando com o estresse do trabalho com romances durante os plantões, e assim transformou “Grey’s” numa comédia romântica, repleta de namoros, noivados, casamentos e separações. Com o passar do tempo, os personagens originais evoluíram de residentes iniciantes a donos de hospital e a trama se tornou mais dramática, com diversas mortes. Mas o elenco acabou cansando – a lista de baixas inclui Katherine Heigl, Sandra Oh, Patrick Dempsey, Justin Chambers, Chyler Leigh, Eric Dane e muitos outros. Dos residentes que adentraram no Seattle Grace em 2005, somente Ellen Pompeo, intérprete de Meredith Grey (personagem que batiza a produção), segue na trama, junto do antigo chefe do hospital (James Pickens Jr.) e a principal atendente (Chandra Wilson). Todos os demais personagens entraram em temporadas mais recentes. As duas plataformas vão disponibilizar as 16 temporadas produzidas até o momento, mas enquanto a Amazon lança o lote de uma vez, a Globoplay vai seguir um calendário semanal, começando neste fim de semana com a 1ª e a 16ª temporadas. O mais curioso é que a Netflix não perdeu a atração e também vai lançar a 16ª temporada neste fim de semana. Disponível na Amazon, Globoplay e Netflix Jurassic World: Acampamento Jurássico | EUA | 1ª temporada Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Os pais dos personagens mirins de Jurassic Park/World responderiam “claro que sim” à esta questão. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver crianças lotando o parque jurássico da franquia. A nova animação não é exceção. Previsivelmente, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos, repetindo a premissa de “Jurassic World”. Desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), a animação conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). Disponível na Netflix Jack Whitehall: Travels with My Father | Reino Unido | 4ª temporada Em uma tentativa de estreitar os laços familiares, o humorista inglês Jack Whitehall roda o mundo com o pai careta, Michael, por lugares inusitados e descolados. O quarto ano da produção acompanha a dupla numa viagem pela Austrália – com uma equipe completa de documentaristas a tiracolo para registrar cada momento constrangedor. Disponível na Netflix
Industry: Série da HBO sobre o mercado financeiro ganha primeiro trailer legendado
A HBO divulgou seis fotos e o primeiro trailer legendado de “Industry”, série sobre os bastidores do mercado financeiro. A prévia tem muita tensão, computadores, pílulas e vômitos, indo da celebração dos grandes negócios à depressão pelo mau desempenho e receio de desemprego. Além disso, o vídeo dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold), que acredita que ao seguir carreira nesse setor será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. Criada pelos roteiristas Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), com produção e direção de Lena Dunham (criadora de “Girls”), “Industry” é gravada no Reino Unido e conta com um grande elenco, formado por Myha’la Herrold (“Modern Love”), Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”).
Diana Rigg (1938 – 2020)
Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.
Trailer revela participação de Kit Harington na 2ª temporada de Criminal
A Netflix divulgou os pôsteres e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Criminal”. A série policial britânica, passada no cenário restrito de uma sala de interrogatórios, investigará quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção. Os suspeitos são interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), que também são os destaques dos pôsteres. O trailer mostra cada um deles sendo interrogados por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. A criação de Jim Field Smith e George Kay, que antes fizeram a minissérie britânica “Stag” (2016), estreia seus novos episódios no dia 16 de setembro.
Des: David Tennant é serial killer em trailer de minissérie britânica
O canal britânico ITV revelou o primeiro teaser de “Des”, minissérie em que David Tennant (“Doctor Who”) vive um serial killer. A atração se baseia em fatos reais e conta a história de Dennis Nilsen, serial killer que matou mais de uma dezena de meninos e adolescentes entre as décadas de 1970 e 1980 no Reino Unido. Dividida em três capítulos, a trama vai mostrar a prisão e o julgamento de Nilsen e será apresentada sob o ponto de vista de três personagens: o próprio assassino, o detetive inspetor-chefe Peter Jay (interpretado por Daniel Mays, de “Rogue One”) e o biógrafo do criminoso, Brian Masters (Jason Watkins, de “The Crown”). Com direção de Lewis Arnold (“Misfits”, “Humans” e “Broadchurch”), “Des” estreia em setembro, em dia ainda não determinado. Brand new true crime drama #Des, starring David Tennant, @DanielMays9 and @Jason__Watkins. Coming this September to @ITV and @ITVHub. #AllNewITV pic.twitter.com/HrqeUyGm2p — ITV (@ITV) August 23, 2020
His Dark Materials: 2ª temporada ganha novo trailer legendado
A HBO divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que leva a protagonista para novos mundos. A prévia é mais violenta que o esperado, ao adaptar o segundo livro da saga conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada na temporada, devido à pandemia de coronavírus (saiba mais). A 2ª temporada estreia em novembro, em dia ainda não anunciado.
Utopia: Série sobre pandemia da escritora de Garota Exemplar ganha novo trailer legendado
A Amazon divulgou novos pôster, fotos e trailer legendado de “Utopia”, série baseada numa atração britânica de mesmo nome e adaptada pela romancista Gillian Flynn, autora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à minissérie “Objetos Cortantes”. O material revela a data de estreia, além de mostrar que a versão americana acrescentou personagens novos, sem alterar muitos detalhes da atração original. O mais interessante é a forma como a trama ganhou apelo atual, ao abordar uma pandemia que ataca o sistema respiratório. Isto foi ligeiramente modificado da série original britânica, criada por Dennis Kelly e exibida em 2013 no Channel 4, e acabou coincidindo com a disseminação da covid-19. Como a trama envolve teorias de conspiração, vira um prato cheio para quem defende que a pandemia atual foi originada num laboratório. A série gira em torno de um grupo de fãs de quadrinhos que descobrem uma conspiração sobre a disseminação de vírus epidêmicos nas páginas de “Utopia”, sua graphic novel favorita, cujo autor e artista acabou internado num hospício após surtar durante sua criação. A constatação torna os fanboys alvos de uma organização sinistra, mas a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do artista, que está desaparecida há anos, fugindo de assassinos em seu encalço. O elenco destaca John Cusack na primeira série de sua carreira. Ele interpreta o Dr. Kevin Christie, um gênio carismático da biotecnologia, que quer mudar o mundo por meio da ciência. O personagem não existe na série original, mas a descrição sugere um dos principais vilões da história. Seu filho na adaptação será vivido por Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). Além deles, Jessica Rothe (“A Morte Te Dá Parabéns”) também participa num papel não existe na série original, como expert em quadrinhos. O resto do elenco destaca Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“The Handmaid’s Tale”), Desmin Borges (“You’re the Worst”) e o menino Javon “Wanna” Walton como os fãs de “Utopia”, Sasha Lane (“Hellboy”) como Jessica Hyde, a filha do artista, Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”) como uma menina que vai se envolver na fuga dos fanboys, Christopher Denham (“Billions”) como Arby, o assassino no encalço dos fugitivos, e Rainn Wilson (“The Office”) como um virologista negligenciado, que volta a ficar em evidência diante de uma nova epidemia mundial de gripe. Originalmente desenvolvida para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), a série acabou na Amazon com produção de Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes” (Sharp Objects, 2018). A estreia foi marcada para o dia 25 de setembro em streaming.
A Duquesa: Nova série de comédia da Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer da série “A Duquesa” (The Duchess), projeto da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”). Ela criou, estrela e produz a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Percebendo que a menina é melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. O problema são os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide convencer seu maior inimigo a conceber a criança com ela: o pai “perdedor” de Olive. Katherine Ryan assinou contrato para dois projetos com a Netflix. O primeiro, o especial de stand-up “Glitter Room”, foi exibido no ano passado. Já a série estreia em 11 de setembro. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne.
Small Axe: Série de filmes de Steve McQueen sobre luta racial ganha primeiro trailer
A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Small Axe”, que apresenta a “série” como uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo foi divulgado no domingo (9/8), data em que se completou 50 anos do evento que ele retrata. Todos os filmes abordarão a luta racial no Reino Unido entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro vai se chamar “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970. Naquele mês, negros e imigrantes sul-asiáticos marcharam juntos em direção a delegacias de polícia, denunciando a brutalidade dos oficiais contra as comunidades não-brancas britânicas. Nove dos líderes ativistas acabaram presos, incluindo os três sócios do restaurante Mangrove, cuja invasão pela polícia foi o estopim para os protestos. O julgamento marcou época. O elenco destaca Letitia Wright (a Shuri de “Pantera Negra”) como líder dos ativistas que protestam contra o racismo policial, além de Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Malachi Kirby (“Raízes”), Rochenda Sandall (“Line of Duty”), Jack Lowden (“Duas Rainhas”), Sam Spruell (“The Bastard Executioner”), Gershwyn Eustache Jr. (“Britannia”) e Gary Beadle (“No Coração do Mar”). Apropriadamente, o título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Small Axe” é uma coprodução entre a Amazon e a ABC, e os outros filmes da coleção são intitulados “Lovers Rock”, “Alex Wheatle”, “Education” e “Red, White and Blue”, que é estrelado por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “Mangrove” deveria ter sido exibido no cancelado Festival de Cannes. Agora vai abrir o Festival de Nova York, junto com “Lovers Rock” e “Red, White and Blue”, no dia 25 de setembro. A previsão é que eles sejam lançados logo em seguida na BBC e na Amazon.
Domina: Série da Roma Antiga com astro de Game of Thrones retoma gravações
A rede de TV paga europeia Sky reiniciou sua produção mais cara na Itália: a série “Domina”, passada na Roma antiga. As gravações começaram neste fim de semana no histórico estúdio da Cinecittà, localizado na própria Roma, com um elenco encabeçado por Liam Cunningham (Davos em “Game Of Thrones”), Kasia Smutniak (“Dolittle”) e Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”). A produção está empregando uma variedade de medidas preventivas contra o coronavírus, com o objetivo de realizar as gravações rapidamente e conseguir lançar a série em 2021. Escrita por Simon Burke (roteirista de “Fortitude”) e dirigida por Claire McCarthy (“Ophelia”), a atração vai narrar as lutas pelo poder da Roma antiga a partir de uma rara perspectiva feminina. O elenco também inclui Matthew McNulty (“Misfits”), Christine Bottomley (“The End of the F***ing World”), Colette Tchantcho (“The Witcher”), Ben Batt (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Enzo Cilenti (“Free Fire”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”). “’Domina’ é uma série marco para a Sky Italia e a Sky Studios, e por isso estamos satisfeitos por ter a produção reiniciada na Cinecittà nesta semana”, disse Nils Hartmann, diretor de produções originais da Sky Italia. “Na Europa, a Sky Studios está de volta à produção há dois meses. Durante esse período, aprendemos lições valiosas de nossas outras produções para garantir que voltemos aos sets de maneira segura diante da covid-19″, completou.
His Dark Materials: Participação de James McAvoy foi cortada pela pandemia
A pandemia de coronavírus foi responsável por reduzir a presença de James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) na 2ª temporada de “His Dark Materials”. Durante o painel da série na Comic-Con@Home, os produtores contaram que o ator quase não vai aparecer nos novos episódios, porque o capítulo que lhe daria destaque não conseguiu ser gravado e foi inteiramente descartado após a suspensão da produção devido a covid-19. O episódio seria o oitavo da temporada e contava uma narrativa independente, que não faz parte do livro “A Faca Sutil”, em que a 2ª temporada se baseia. O roteirista Jack Thorne contou que teve a benção do escritor Philip Pullman para incluir esta história na série, que serviria para explicar o que Lord Asriel (papel de McAvoy) estava fazendo, após sumir na anomalia da 1ª temporada, até reaparecer na 3ª – adaptada do livro “A Luneta Âmbar”. A produtora executiva Jane Tranter acrescentou que foi uma “sorte incrível” que aquele tenha sido o único episódio que faltava quando a paralisação foi decretada. “Isso significava que poderíamos finalizar a pós-produção nos sete episódios que compõem ‘A Faca Sutil’ e deixar apenas o episódio autônomo de Asriel de lado”, explicou. “Talvez no futuro possamos revisitá-lo. Mas, essencialmente, nossa adaptação de ‘A Faca Sutil’ foi completamente concluída.” Falando ao podcast da revista Empire, McAvoy confirmou sua ausência da maior parte da trama. “Por causa do bloqueio, mal vou estar na 2ª temporada”, ele afirmou. Devido ao corte, a 2ª temporada de “His Dark Materials” terá apenas sete episódios, um a menos que o primeiro ano da produção. A saga do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. A versão televisiva, que vai adaptar os três livros, é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida. A HBO anunciou apenas uma previsão para o outono americano – entre setembro e novembro.
Phoebe Waller-Bridge voltará a fazer par com Andrew Scott na série His Dark Materials
A HBO aproveitou o painel de “His Dark Materials” na Comic-Con@Home para anunciar que Phoebe Waller-Bridge entrou na 2ª temporada da série. Trata-se de uma participação vocal. Mas vai permitir o reencontro da atriz com seu par em “Fleabag”, Andrew Scott. Ela fará a voz de Sayan Kötör, a daemon de John Parry, personagem de Scott. No universo da série, todas as pessoas têm um “daemon”, ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Assim, os dois voltarão a formar um “par”. Baseada na saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida. A HBO anunciou apenas uma previsão para o outono americano – entre setembro e novembro.












