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  • Etc,  Série

    Diana Rigg (1938 – 2020)

    10 de setembro de 2020 /

    Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.

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  • Série

    Trailer revela participação de Kit Harington na 2ª temporada de Criminal

    2 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou os pôsteres e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Criminal”. A série policial britânica, passada no cenário restrito de uma sala de interrogatórios, investigará quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção. Os suspeitos são interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), que também são os destaques dos pôsteres. O trailer mostra cada um deles sendo interrogados por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. A criação de Jim Field Smith e George Kay, que antes fizeram a minissérie britânica “Stag” (2016), estreia seus novos episódios no dia 16 de setembro.

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  • Série

    Des: David Tennant é serial killer em trailer de minissérie britânica

    30 de agosto de 2020 /

    O canal britânico ITV revelou o primeiro teaser de “Des”, minissérie em que David Tennant (“Doctor Who”) vive um serial killer. A atração se baseia em fatos reais e conta a história de Dennis Nilsen, serial killer que matou mais de uma dezena de meninos e adolescentes entre as décadas de 1970 e 1980 no Reino Unido. Dividida em três capítulos, a trama vai mostrar a prisão e o julgamento de Nilsen e será apresentada sob o ponto de vista de três personagens: o próprio assassino, o detetive inspetor-chefe Peter Jay (interpretado por Daniel Mays, de “Rogue One”) e o biógrafo do criminoso, Brian Masters (Jason Watkins, de “The Crown”). Com direção de Lewis Arnold (“Misfits”, “Humans” e “Broadchurch”), “Des” estreia em setembro, em dia ainda não determinado. Brand new true crime drama #Des, starring David Tennant, @DanielMays9 and @Jason__Watkins. Coming this September to @ITV and @ITVHub. #AllNewITV pic.twitter.com/HrqeUyGm2p — ITV (@ITV) August 23, 2020

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  • Série

    His Dark Materials: 2ª temporada ganha novo trailer legendado

    28 de agosto de 2020 /

    A HBO divulgou um novo trailer legendado da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que leva a protagonista para novos mundos. A prévia é mais violenta que o esperado, ao adaptar o segundo livro da saga conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada na temporada, devido à pandemia de coronavírus (saiba mais). A 2ª temporada estreia em novembro, em dia ainda não anunciado.

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  • Série

    Utopia: Série sobre pandemia da escritora de Garota Exemplar ganha novo trailer legendado

    18 de agosto de 2020 /

    A Amazon divulgou novos pôster, fotos e trailer legendado de “Utopia”, série baseada numa atração britânica de mesmo nome e adaptada pela romancista Gillian Flynn, autora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à minissérie “Objetos Cortantes”. O material revela a data de estreia, além de mostrar que a versão americana acrescentou personagens novos, sem alterar muitos detalhes da atração original. O mais interessante é a forma como a trama ganhou apelo atual, ao abordar uma pandemia que ataca o sistema respiratório. Isto foi ligeiramente modificado da série original britânica, criada por Dennis Kelly e exibida em 2013 no Channel 4, e acabou coincidindo com a disseminação da covid-19. Como a trama envolve teorias de conspiração, vira um prato cheio para quem defende que a pandemia atual foi originada num laboratório. A série gira em torno de um grupo de fãs de quadrinhos que descobrem uma conspiração sobre a disseminação de vírus epidêmicos nas páginas de “Utopia”, sua graphic novel favorita, cujo autor e artista acabou internado num hospício após surtar durante sua criação. A constatação torna os fanboys alvos de uma organização sinistra, mas a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do artista, que está desaparecida há anos, fugindo de assassinos em seu encalço. O elenco destaca John Cusack na primeira série de sua carreira. Ele interpreta o Dr. Kevin Christie, um gênio carismático da biotecnologia, que quer mudar o mundo por meio da ciência. O personagem não existe na série original, mas a descrição sugere um dos principais vilões da história. Seu filho na adaptação será vivido por Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). Além deles, Jessica Rothe (“A Morte Te Dá Parabéns”) também participa num papel não existe na série original, como expert em quadrinhos. O resto do elenco destaca Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“The Handmaid’s Tale”), Desmin Borges (“You’re the Worst”) e o menino Javon “Wanna” Walton como os fãs de “Utopia”, Sasha Lane (“Hellboy”) como Jessica Hyde, a filha do artista, Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”) como uma menina que vai se envolver na fuga dos fanboys, Christopher Denham (“Billions”) como Arby, o assassino no encalço dos fugitivos, e Rainn Wilson (“The Office”) como um virologista negligenciado, que volta a ficar em evidência diante de uma nova epidemia mundial de gripe. Originalmente desenvolvida para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), a série acabou na Amazon com produção de Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes” (Sharp Objects, 2018). A estreia foi marcada para o dia 25 de setembro em streaming.

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  • Série

    A Duquesa: Nova série de comédia da Netflix ganha primeiro trailer

    17 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer da série “A Duquesa” (The Duchess), projeto da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”). Ela criou, estrela e produz a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Percebendo que a menina é melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. O problema são os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide convencer seu maior inimigo a conceber a criança com ela: o pai “perdedor” de Olive. Katherine Ryan assinou contrato para dois projetos com a Netflix. O primeiro, o especial de stand-up “Glitter Room”, foi exibido no ano passado. Já a série estreia em 11 de setembro. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne.

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  • Filme,  Série

    Small Axe: Série de filmes de Steve McQueen sobre luta racial ganha primeiro trailer

    10 de agosto de 2020 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Small Axe”, que apresenta a “série” como uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo foi divulgado no domingo (9/8), data em que se completou 50 anos do evento que ele retrata. Todos os filmes abordarão a luta racial no Reino Unido entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro vai se chamar “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970. Naquele mês, negros e imigrantes sul-asiáticos marcharam juntos em direção a delegacias de polícia, denunciando a brutalidade dos oficiais contra as comunidades não-brancas britânicas. Nove dos líderes ativistas acabaram presos, incluindo os três sócios do restaurante Mangrove, cuja invasão pela polícia foi o estopim para os protestos. O julgamento marcou época. O elenco destaca Letitia Wright (a Shuri de “Pantera Negra”) como líder dos ativistas que protestam contra o racismo policial, além de Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Malachi Kirby (“Raízes”), Rochenda Sandall (“Line of Duty”), Jack Lowden (“Duas Rainhas”), Sam Spruell (“The Bastard Executioner”), Gershwyn Eustache Jr. (“Britannia”) e Gary Beadle (“No Coração do Mar”). Apropriadamente, o título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Small Axe” é uma coprodução entre a Amazon e a ABC, e os outros filmes da coleção são intitulados “Lovers Rock”, “Alex Wheatle”, “Education” e “Red, White and Blue”, que é estrelado por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “Mangrove” deveria ter sido exibido no cancelado Festival de Cannes. Agora vai abrir o Festival de Nova York, junto com “Lovers Rock” e “Red, White and Blue”, no dia 25 de setembro. A previsão é que eles sejam lançados logo em seguida na BBC e na Amazon.

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  • Série

    Domina: Série da Roma Antiga com astro de Game of Thrones retoma gravações

    1 de agosto de 2020 /

    A rede de TV paga europeia Sky reiniciou sua produção mais cara na Itália: a série “Domina”, passada na Roma antiga. As gravações começaram neste fim de semana no histórico estúdio da Cinecittà, localizado na própria Roma, com um elenco encabeçado por Liam Cunningham (Davos em “Game Of Thrones”), Kasia Smutniak (“Dolittle”) e Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”). A produção está empregando uma variedade de medidas preventivas contra o coronavírus, com o objetivo de realizar as gravações rapidamente e conseguir lançar a série em 2021. Escrita por Simon Burke (roteirista de “Fortitude”) e dirigida por Claire McCarthy (“Ophelia”), a atração vai narrar as lutas pelo poder da Roma antiga a partir de uma rara perspectiva feminina. O elenco também inclui Matthew McNulty (“Misfits”), Christine Bottomley (“The End of the F***ing World”), Colette Tchantcho (“The Witcher”), Ben Batt (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Enzo Cilenti (“Free Fire”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”). “’Domina’ é uma série marco para a Sky Italia e a Sky Studios, e por isso estamos satisfeitos por ter a produção reiniciada na Cinecittà nesta semana”, disse Nils Hartmann, diretor de produções originais da Sky Italia. “Na Europa, a Sky Studios está de volta à produção há dois meses. Durante esse período, aprendemos lições valiosas de nossas outras produções para garantir que voltemos aos sets de maneira segura diante da covid-19″, completou.

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  • Série

    His Dark Materials: Participação de James McAvoy foi cortada pela pandemia

    24 de julho de 2020 /

    A pandemia de coronavírus foi responsável por reduzir a presença de James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) na 2ª temporada de “His Dark Materials”. Durante o painel da série na Comic-Con@Home, os produtores contaram que o ator quase não vai aparecer nos novos episódios, porque o capítulo que lhe daria destaque não conseguiu ser gravado e foi inteiramente descartado após a suspensão da produção devido a covid-19. O episódio seria o oitavo da temporada e contava uma narrativa independente, que não faz parte do livro “A Faca Sutil”, em que a 2ª temporada se baseia. O roteirista Jack Thorne contou que teve a benção do escritor Philip Pullman para incluir esta história na série, que serviria para explicar o que Lord Asriel (papel de McAvoy) estava fazendo, após sumir na anomalia da 1ª temporada, até reaparecer na 3ª – adaptada do livro “A Luneta Âmbar”. A produtora executiva Jane Tranter acrescentou que foi uma “sorte incrível” que aquele tenha sido o único episódio que faltava quando a paralisação foi decretada. “Isso significava que poderíamos finalizar a pós-produção nos sete episódios que compõem ‘A Faca Sutil’ e deixar apenas o episódio autônomo de Asriel de lado”, explicou. “Talvez no futuro possamos revisitá-lo. Mas, essencialmente, nossa adaptação de ‘A Faca Sutil’ foi completamente concluída.” Falando ao podcast da revista Empire, McAvoy confirmou sua ausência da maior parte da trama. “Por causa do bloqueio, mal vou estar na 2ª temporada”, ele afirmou. Devido ao corte, a 2ª temporada de “His Dark Materials” terá apenas sete episódios, um a menos que o primeiro ano da produção. A saga do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. A versão televisiva, que vai adaptar os três livros, é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida. A HBO anunciou apenas uma previsão para o outono americano – entre setembro e novembro.

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  • Filme

    Phoebe Waller-Bridge voltará a fazer par com Andrew Scott na série His Dark Materials

    23 de julho de 2020 /

    A HBO aproveitou o painel de “His Dark Materials” na Comic-Con@Home para anunciar que Phoebe Waller-Bridge entrou na 2ª temporada da série. Trata-se de uma participação vocal. Mas vai permitir o reencontro da atriz com seu par em “Fleabag”, Andrew Scott. Ela fará a voz de Sayan Kötör, a daemon de John Parry, personagem de Scott. No universo da série, todas as pessoas têm um “daemon”, ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Assim, os dois voltarão a formar um “par”. Baseada na saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida. A HBO anunciou apenas uma previsão para o outono americano – entre setembro e novembro.

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  • Série

    His Dark Materials: Trailer da 2ª temporada revela novos mundos

    23 de julho de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que leva a protagonista para novos mundos. Baseada na saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida, mas o vídeo abaixo dá uma estimativa, anunciando o lançamento para o outono americano – entre setembro e novembro.

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  • Filme

    Utopia: Série distópica da escritora de Garota Exemplar ganha primeiro trailer legendado

    23 de julho de 2020 /

    A Amazon divulgou fotos, pôster e o primeiro trailer legendado de “Utopia”, nova atração distópica, que tem a distinção de marcar o primeiro papel fixo da carreira de John Cusack (“Alta Fidelidade”) numa série. A trama tem apelo atual, ao abordar uma pandemia que ataca o sistema respiratório. Mas, ao contrário do que possa parecer, não foi inspirada pela covid-19. A história é bem anterior, pois “Utopia” é remake da produção britânica de mesmo nome, criada por Dennis Kelly e exibida em 2013 no Channel 4. A versão americana é uma adaptação da romancista Gillian Flynn, autora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à série “Objetos Cortantes” (Sharp Objects, 2018). A trama gira em torno de um grupo de fãs de quadrinhos que descobrem uma conspiração nas páginas de uma continuação perdida de “Utopia”, sua graphic novel favorita. A história jamais tinha sido publicada porque seu autor e artista acabou internado num hospício antes de entregá-la para a editora. Sem saber o perigo que corriam, os fanboys se tornam alvo de uma organização sinistra ao descobrir os manuscritos inéditos e originais, e precisam desvendar seu mistério para salvar suas vidas e, possivelmente, as vidas de todo o mundo. Entretanto, a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do artista, que está desaparecida há anos, fugindo de assassinos em seu encalço. Cusack vai interpretar o Dr. Kevin Christie, um gênio carismático da biotecnologia, que quer mudar o mundo por meio da ciência. O personagem não existe na série original, mas a descrição sugere um dos principais vilões da história. Seu filho na adaptação será vivido por Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). Além deles, Jessica Rothe (“A Morte Te Dá Parabéns”) também participa do remake num papel não existe na série original, como expert em quadrinhos. O resto do elenco destaca Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“The Handmaid’s Tale”), Desmin Borges (“You’re the Worst”) e o menino Javon “Wanna” Walton como os fãs de “Utopia”, Sasha Lane (“Hellboy”) como Jessica Hyde, a filha do artista, Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”) como uma menina que vai se envolver na fuga dos fanboys, Christopher Denham (“Billions”) como Arby, o assassino no encalço dos fugitivos, e Rainn Wilson (“The Office”) como um virologista negligenciado, que volta a ficar em evidência diante de uma nova epidemia mundial de gripe. Originalmente desenvolvida para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), a série acabou na Amazon com produção de Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes”. A produção ainda não tem previsão de estreia. O vídeo avisa apenas que será “em breve”.

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  • Série

    Escritores de Psicopata Americano e Trainspotting farão série sobre indústria de fofocas

    21 de julho de 2020 /

    Dois autores celebrados da literatura contemporânea, o americano Bret Easton Ellis (“Psicopata Americano”) e o britânico Irvine Welsh (“Trainspotting”), vão se juntar para criar uma nova série, sobre os bastidores da indústria midiática da fofoca. Batizada de “American Tabloid”, a série foi encomendado pela produtora britânica Burning Wheel Productions e vai se passar ao longo de décadas, acompanhando a evolução de uma revista semanal até os dias da internet. Segundo os produtores, a atração descreverá a “cavalgada indisciplinada de patifes, vigaristas e palhaços – em outras palavras, jornalistas – que se juntam para mudar não apenas a paisagem, mas o poder da imprensa para sempre, expondo desde boatos escandalosos até marionetes políticos”. “Para fazer justiça à produção, sempre soubemos que precisaríamos de escritores que não se contivessem e fossem muito além do que muitos ousariam”, disse Shelley Hammond, da Burning Wheel, em comunicado sobre o projeto. “Estamos muito satisfeitos por estarmos prestes a contar com o incrível talento de Bret e Irvine. Será a primeira vez que os dois colaborarão profissionalmente – e com o apoio para permitir sua liberdade criativa, nós estão confiantes de que coisas espetaculares vão acontecer”. Apesar do anúncio, os contratos ainda não foram assinados. Os produtores afirmam que estão “positivos” de que o acordo será firmado nas próximas semanas e já preparam um cronograma de desenvolvimento para trabalhar rapidamente. A Burning Wheel Productions concluiu recentemente a produção do longa-metragem “Creation Stories”, sobre a gravadora Creation e seu fundador, o músico e empresário Alan McGee, com roteiro de Irvine. Saiba mais sobre este projeto aqui.

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