Mumuzinho compartilha primeira foto dos novos Trapalhões
Mumuzinho compartilhou em seu Instagram a primeira foto que reúne o elenco dos novos “Trapalhões”. Os atores que estarão no remake posaram para o clique ao se encontrem em um workshop preparatório para as gravações. A foto reúne Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), Bruno Gissoni (novela “Babilônia”), Gui Santana (ex-“Pânico”), Mumuzinho (“Esquenta!”) e o cantor Nego do Borel – que vão interpretar personagens inspirados em Didi, Dedé, Zacarias, Mussum e Tião Macalé, respectivamente. Para evitar confusão, Lucas e Bruno serão Didico e Dedeco, uma vez que Renato Aragão e Dedé Santana, o Didi e o Dedé originais, também vão marcar presença nos novos episódios, como tios dos jovens. A Globo ainda não anunciou a data de estreia do programa, que tem direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”), mas a expectativa é que entre no ar no segundo semestre deste ano. Mais um dia de workshop com essas feras. #remake #ostrapalhoes Uma publicação compartilhada por Mumuzinho (@mumuzinhoc) em Mai 11, 2017 às 7:53 PDT
Nelson Xavier (1941 – 2017)
Grande ator brasileiro, Nelson Xavier morreu na madrugada desta quarta-feira (10/5) aos 75 anos, em Uberlândia, Minas Gerais. Ele vinha fazendo tratamento de um câncer em uma clínica na cidade e faleceu após o agravamento de uma doença pulmonar. Na ocasião do falecimento, estava acompanhado por amigos e familiares. Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Em mais de cinco décadas de carreira, marcou época na TV e no cinema, especialmente nos papéis de Lampião e Chico Xavier – que lhe renderam experiências quase transcendentais, conforme costumava dizer. Mas a carreira começou no teatro, ainda nos anos 1950. Ele participou do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos de artes cênicas de seu tempo, atuando em peças históricas, como “Eles Não Usam Black-Tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube” (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente como a Gente” (1959), de Roberto Freire, e “Julgamento em Novo Sol” (1962), de Augusto Boal. Com o golpe militar de 1964, a ditadura passou a censurar o tipo de teatro político que ele desenvolvia. Isto o levou a buscar outras vias de expressão. Ao começar a fazer TV, chegou a acreditar que sua timidez não lhe permitiria sucesso. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, ele contou ao site Memória Globo. Sua primeira participação na Globo foi como o personagem Zorba, na novela “Sangue e Areia” (1967), de Janete Clair. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma carreira prolífica no cinema. Fez mais de 20 filmes até o fim da ditadura, no começo dos anos 1980, entre eles os clássicos “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra, “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, “O ABC do Amor” (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, “É Simonal” (1970) e “A Culpa” (1972), de Domingos de Oliveira, “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, o blockbuster “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto, “A Queda” (1978), que co-escreveu e co-dirigiu com Ruy Guerra, vencendo um Urso de Prata no Festival de Berlim, e a versão cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981). Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista Visão, onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro. Seis anos após estrear na TV, conseguiu seu primeiro grande papel, em “João da Silva” (1973). Mas foi apenas em 1982 que sua carreira televisiva decolou, ao estrelar a primeira minissérie da Globo, “Lampião e Maria Bonita”, dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida do mais lendário criminoso da história do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, e seu grande amor trágico. A adaptação reimaginava Lampião e Maria Bonita como Bonnie e Clyde tropicais. O desempenho brilhante o consagrou como o melhor intérprete do líder do cangaço já visto em qualquer tela, a figura definitiva de um personagem icônico, a ponto de levar o personagem ao cinema, estrelando logo em seguida a comédia “O Cangaceiro Trapalhão” (1983) com os Trapalhões. Nelson também participou das minisséries “Tenda dos Milagres” (1985) e “O Pagador de Promessas” (1988), textos famosos que já tinham sido levados ao cinema. E fez diversas novelas, entre elas “Sol de Verão” (1982), “Voltei pra Você” (1983), “Riacho Doce” (1990), “Pedra sobre Pedra” (1992), “Renascer” (1993), “Irmãos Coragem” (1995), “Anjo Mau” (1997), “Senhora do Destino” (2004) e “Babilônia” (2015). Seu prestígio o levou a trabalhar em produções de Hollywood, integrando os elencos de “Luar Sobre Parador” (1988), de Paul Mazursky, comédia sobre uma republiqueta de bananas, estrelada por Sonia Braga, Richard Dreyfuss e Raul Julia, e “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), de Hector Babenco, drama passado na Amazônia, com Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah e Kathy Bates. Apesar da visibilidade conseguida na TV, as novelas invariavelmente o escalavam para viver coadjuvantes, ainda que marcantes. Por isso, nunca negligenciou o cinema, construindo uma filmografia eclética, que não parou de acrescentar filmes importantes, como “Lamarca” (1994), “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997), “Narradores de Javé” (2003) e “Sonhos Roubados” (2009). Na tela grande, alternou seus coadjuvantes com papéis de protagonista, que lhe renderam muitos prêmios e reconhecimento da crítica. Quando muitos já considerariam a aposentadoria, Nelson atingiu novos picos de popularidade ao estrelar “Chico Xavier” (2010), cinebiografia do médium mineiro dirigida por Daniel Filho. Fenômeno de bilheteria, o longa acabou se tornando o mais importante de sua carreira. “Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas”, afirmou à imprensa na época do lançamento do filme. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”. Assim como acontecera com Lampião, três décadas antes, o ator se tornou tão identificado com o papel que o retomou em outro filme, “As Mães de Chico Xavier” (2011). O reconhecimento da comunidade espírita lhe rendeu ainda participação em “O Filme dos Espíritos” (2011), enquanto a Globo tratou de escalá-lo como um guru na novela “Joia Rara” (2013). Muito ativo no fim da vida, Nelson voltou a trabalhar com um diretor estrangeiro em “Trash: A Esperança Vem do Lixo” (2014), filmado no Rio pelo inglês Stephen Daldry, e estrelou “A Despedida” (2014), de Marcelo Galvão, como amante de Juliana Paes. O desempenho dramático deste filme lhe rendeu o troféu de Melhor Ator no Festival de Gramado, além de prêmios internacionais. Ele ainda fez “A Floresta Que Se Move” (2015), o papel-título de “Rondon, o Desbravador” (2016) e “Comeback”, que estreia dia 25 nos cinemas brasileiros. Em seu último papel, viveu um matador que não consegue se aposentar. O nome do personagem é Amador. Mas Nelson foi um profissional como poucos. Tanto que foi premiado pelo desempenho derradeiro: Melhor Ator no Festival do Rio do ano passado. Melhor Ator até o último trabalho. O ator deixa a mulher, a também atriz Via Negromonte, e quatro filhos. Em seu Facebook, a filha Tereza fez a melhor definição da passagem do pai. “Ele virou um planeta. Estrela ele já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”.
Série de José Padilha sobre a Lava Jato terá Selton Mello no papel principal
A série que o cineasta José Padinha (“Tropa de Elite”) desenvolveu sobre a Operação Lava Jato ganhou título, elenco e já começou a ser gravada. Intitulada “O Mecanismo”, a atração será estrelada por Selton Mello (“O Palhaço”) e Caroline Abras (“Entre Idas e Vindas”), e os coadjuvantes incluem Enrique Diaz (série “Justiça”), Lee Taylor (novela “Velho Chico”), Antonio Saboia (“O Lobo atrás da Porta”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“É Proibido Fumar”), Leonardo Medeiros (“O Vendedor de Sonhos”) e Susana Ribeiro (novela “A Lei do Amor”). Na trama, Selton Mello será um delegado aposentado da Polícia Federal e Caroline Abras interpretará sua discípula, uma agente federal ambiciosa. O roteiro foi escrito por Elena Soarez (“A Busca”) e Sofia Maldonado (documentário “Pelas Janelas”) e os episódios serão dirigidos por Padilha, em parceria com os cineastas Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”). Padilha e Prado ainda dividem a produção. A 1ª temporada terá oito episódios, livremente inspirados nas investigações da Lava Jato, que apura casos de corrupção sistêmica, política e econômica no Brasil, com exibição prevista para 2018 na Netflix. Anunciada há um ano, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming, que também assina a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 3ª temporada.
Roteirista de Tropa de Elite cria série sobre crimes bizarros
A Globo aprovou a produção de uma série sobre um psiquiatra forense que investiga crimes bizarros. Intitulada “Mal Secreto”, a série foi criada por Bráulio Mantovani, roteirista dos melhores filmes sobre crime feitos no Brasil, “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite” (2007). Segundo informações da colunista Mônica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo, o projeto é um dos primeiros trabalhos que saíram da Casa dos Roteiristas – núcleo que a Globo criou para subir o nível dos roteiros da emissora. Ainda não há informações sobre elenco, direção e previsão de estreia.
Novos Trapalhões serão Didico e Dedeco
O remake de “Os Trapalhões” vai trazer os personagens Didico e Dedeco, apurou a coluna de Flávio Ricco no UOL. Isto porque Renato Aragão e Dedé Santana também participarão do programa como Didi e Dedé, os originais. Eles serão os tios dos novos personagens. Didico será interpretado por Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), mas houve uma mudança de última hora no papel de Dedeco. O ator Armando Babaioff (novela “A Lei do Amor”) deixou o elenco por não conseguir conciliar seus outros compromissos com a agenda de gravações do programa e foi substituído por Bruno Gissoni (novela “Babilônia”). O elenco ainda inclui Guilherme Santana (ex-“Pânico”) como Zacarias, Mumuzinho (“Esquenta!”) interpretando Mussum e o cantor Nego do Borel como uma versão de Tião Macalé – do bordão “Nojento”. As gravações estão previstas para começar na próxima semana, com direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”).
Nudez de Sophie Charlote em Os Dias Eram Assim vira trend topic
A nudez da atriz Sophie Charlotte, que mostrou os seios nos três primeiros capítulos da nova série da Globo, “Os Dias Eram Assim”, virou trend topic no Twitter. Na atração, a atriz já tirou a roupa para seduzir o personagem vivido por Daniel de Oliveira, seu marido na vida real, e também em cenas de topless na praia. Com tamanho de novela, a série começa em 1970, no Rio de Janeiro, no dia em que o Brasil venceu a Copa do Mundo e se tornou tricampeão. Por conta do período, Alice, a personagem de Sophie, é meio hippie e libertária, representando as mudanças trazidas pela juventude na época, marcada pela repressão e a censura da ditadura militar. Em entrevista para diversos veículos na véspera das cenas irem ao ar, a atriz se disse à vontade com as cenas de nudez. “O sexo faz parte da vida e a paixão, principalmente na juventude, está muito ligada a isso. Essas cenas estão contando histórias e, se está dentro do contexto da cena, faz sentido para mim”. Veja abaixo algumas das impressões do público registradas em tuítes.
Sérgio Mallandro desenvolve série de humor para a Netflix
Sérgio Mallandro está desenvolvendo uma nova série de ficção para a Netflix. “Estou criando uma série agora para a Netflix. A gente deve começar a gravar depois de julho, com uns 13 ou 15 episódios. O personagem é o Sérgio Mallandro, com as minhas coisas, meus bordões, ‘ié-ié’. É uma história de ficção, mas com meu nome mesmo, com algumas partes do meu cotidiano. Estamos acabando o roteiro agora. É muito interessante. Não pode dar moleza para tristeza, malandragem”, contou, em entrevista ao site Notícias da TV. A nova série, ainda sem previsão de estreia, será o primeiro trabalho televisivo do humorista desde 2015, quando atuou no “Ferdinando Show”, programa humorístico do canal pago Multishow.
Vídeo de Os Dias Eram Assim registra elenco gravando a música-tema da série
A Globo divulgou um vídeo da gravação do tema de sua nova série, “Os Dias Eram Assim”, que mostra o elenco cantando em estúdio, entre cenas da produção. Os astros que mostram desenvoltura vocal são Sophie Charlotte, Renato Góes, Daniel de Oiveira, Maria Casadevall e Gabriel Leone. Mas a música que dá título à produção na verdade tem outro nome. É “Aos Nossos Filhos”, clássico de Ivan Lins lançado no álbum “Nos Dias de Hoje”, de 1978. Um dos versos da música fala o título da série. Curiosamente, é a segunda vez que a Globo usa esta música numa minissérie. Na voz de Elis Regina, ela foi tema de “Queridos Amigos”, exibida em 2008, que também propunha um painel das gerações dos anos 1970 e 1980. “Os Dias Eram Assim” estreia nesta segunda (17/4).
Veja o trailer e as fotos da série animada com os personagens de Angeli
A Coala Filmes divulgou o trailer e fotos de “Angeli The Killer”, série animada de 13 episódios que o Canal Brasil estreia no próximo sábado (15/4). A série traz os personagens mais marcantes de Angeli, como Rê Bordosa, Skrotinhos, Bob Cuspe, Mara Tara e Wood & Stock, além do próprio cartunista, em curtas de animação com duração de 11 minutos por capítulo. Tudo feito à base de massinhas, numa espécie de “stop motion para adultos”, com muito sexo, drogas e rock’n’roll, característica marcante da obra de Angeli. “Dei alguns palpites em relação ao roteiro para que não fugisse muito do trabalho original, mas é uma livre adaptação da obra”, diz Angeli. O próprio Angeli aparece animado na produção, mas nem todos os personagens são feitos com massinhas. A série também inclui participação da atriz Alessandra Negrini (“2 Coelhos”) no papel de uma Mara Tara gigante, que interage com os bonecos. No elenco de vozes, estão nomes como André Abujamra e Grace Gianoukas, além do próprio Angeli, que dubla sua versão animada. A direção é de César Cabral, que antes fez o curta “Dossiê Rê Bordosa” (2008) e atualmente prepara um longa-metragem sobre o punk Bob Cuspe, previsto para 2018. Angeli The Killer – Trailer from Coala Filmes on Vimeo.
Tony Ramos faz o diabo em teaser e 33 fotos da série Vade Retro
A Globo divulgou 33 fotos e o teaser de sua nova série de comédia, “Vade Retro”, que traz Tony Ramos (“Getúlio”) potencialmente como o diabo. Na prévia, ele aparece andando pelas ruas de São Paulo, causando acidentes por onde passa. Na trama, o personagem se chama Abel Zebu e é um milionário inescrupuloso. A trama também destaca Monica Iozzi (“Superpai”), que vive uma advogada ingênua, contratada para cuidar do processo de divórcio do coisa ruim. O elenco também inclui Maria Luisa Mendonça (série “Magnífica 70”), Juliano Cazarré (“Boi Neon”) e Maria Casadevall (série “Lili a Ex”), entre outros. A série é uma criação do casal Fernanda Young e Alexandre Machado, que já lançaram “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e “O Dentista Mascarado”, entre outras atrações de humor da rede Globo. A produção está a cargo da O2 Filmes e todos os 13 episódios da série são comandados por Mauro Mendonça Filho, que dirigiu as séries “Toma Lá, Dá Cá” (2007) e “Dupla Identidade” (2014), além do remake de “Gabriela” (2012) e a novela “Verdades Secretas” (2015). A estreia vai acontecer ainda em abril.
Sophie Charlote surge provocadora e rebelde na primeira prévia de Os Dias Eram Assim
A Globo divulgou uma bela primeira prévia de sua próxima série, intitulado “Os Dias Eram Assim”. O vídeo traz a atriz Sophie Charlotte provocadora, de minissaia e atitude rebelde, ao som de “Amor”, dos Secos e Molhados. Na trama, a atriz dará vida a Alice, uma jovem que não aceita a vontade dos pais para se casar com Vítor (Daniel de Oliveira, seu marido na vida real), preferindo o romance à beira-mar com Renato (Renato Góes). O vídeo também localiza a trama em 1970, durante a ditadura militar, a comemoração do tricampeonato mundial de futebol e a era hippie. É nessa época em que Renato e Alice se conhecem e iniciam uma história de amor que vai atravessar quase duas décadas e cruzar com eventos históricos importantes do país. Chamada de supersérie, por nenhum outro motivo além de seu tamanho – mais para novela que minissérie – , a produção também conta com Antonio Calloni, Leticia Spiller, Cássia Kis, Susana Vieira, Marcos Palmeira, Maria Casadevall, Julia Dalavia, Carla Salle, Felipe Simas e Gabriel Leone, entre outros. Escrita por Ângela Chaves e Alessandra Poggi, com colaboração de Guilherme Vasconcelos e Mariana Torres, e direção geral de Carlos Araújo, “Os Dias Eram Assim” estreia em 17 de abril.
Nego do Borel entra no novo Trapalhões, que confirmou a participação de Dedé Santana
Uma das revelações do funk carioca, Nego do Borel fechou contrato com a Globo para participar do novo programa dos Trapalhões. Ele vai interpretar um tipo inspirado em Tião Macalé – do bordão “Nojento”. Será sua segunda investida na carreira de ator, participar de “Malhação” no ano passado. Além dele, Dedé Santana finalmente assinou contrato para participar do programa, como tio do novo Dedé. A demora na confirmação se deu porque o ator não queria ceder seu nome para a emissora usar no remake de “Os Trapalhões” sem que o canal pagasse o que ele desejava. “Ele está parado, sem contrato e precisa ganhar dinheiro. Ele não quer liberar o nome artístico quase de graça”, escreveu o colunista Léo Dias. Para completar, os episódios irão contar com a participação especial dos principais artistas da Globo. Para viver os Trapalhões, a emissora escalou Lucas Veloso (novela “Velho Chico”) no papel de Didi, Armando Babaioff (novela “A Lei do Amor”) como Dedé, Guilherme Santana (ex-“Pânico”) como Zacarias e Mumuzinho (“Esquenta!”) interpretando Mussum. O remake de “Os Trapalhões” terá direção-geral de Frederico Mayrink, da novela “Haja Coração” e o elenco já está em preparação no Projac, diariamente, inclusive com as presenças de Didi e Dedé em alguns dias.
Família de Zacarias acusa Os Trapalhões de abandono
As irmãs de Mauro Faccio Gonçalves, o eterno Zacarias dos Trapalhões, acusaram os demais integrantes da trupe de nunca mais procurarem a família do falecido comediante, nem atenderem suas ligações. A denúncia foi ao ar em entrevista a Geraldo Luis para o programa Domingo Show, da rede Record, que foi ao ar neste domingo (2/4). O intérprete de Zacarias morreu em 1990 em decorrência de uma insuficiência respiratória, aos 57 anos. Desde então, a família diz, o restante da trupe nunca mais apareceu para perguntar se estava tudo bem. “Depois que ele morreu, sumiu todo mundo. Pessoal que ligava para a nossa mãe sumiu. Ela tentou conversar com todos, ninguém atendeu mais. Eles vieram no dia do velório, deram os pêsames, ficaram uma hora mais ou menos e foram embora”, disse Marli Gonçalves. “Nunca mais. Acabou”, completou. O ex-produtor de Zacarias, Carlos Dias, também foi entrevistado para a reportagem e disse que, no fim da vida, o intérprete de Zacarias já não tinha uma boa relação com os ex-colegas de trupe. “Mauro não se dava mais com o Renato Aragão”, contou. Segundo ele, o ator só mantinha relação boa com Mussum. A família do ator vive até hoje em Sete Lagoas, interior de Minas Gerais, onde Zacarias chegou a trabalhar como vendedor de sapatos, funcionário de uma fábrica de café e bancário, antes de começar a carreira de comediante, em 1955. “Ele viveu o tempo que tinha que viver. Veio com a missão de alegrar o povo de Sete Lagoas. Fez muita gente feliz”, disse a irmã Marli no programa. Durante a entrevista, as duas irmãs contaram ainda que, pouco tempo antes de falecer, o comediante já previa que iria morrer, que “estava perto de ir”. Ele faleceu vítima de insuficiência respiratória. De acordo com a família, o comediante estava tomando remédios para emagrecer, mas sem o acompanhamento médico.












