Star Wars: O “império contra-ataca” em novo trailer e fotos de O Despertar da Força
Cada trailer parece mais vibrante que o anterior. E o novo comercial de “Star Wars: O Despertar da Força” não é exceção, usando o tema imperial de Darth Vader, que John Williams imortalizou em “O Império Contra-Ataca” (1980), para destacar as novas ameaças ao despertar da Força evocado no título, com destaque para os vilões Kylo Ren (Adam Driver), Capitão Phasma (Gwendoline Christie) e a voz do Líder Supremo Snoke (Andy Serkis), cuja aparência ainda não se manifestou em nenhum material promocional. Também foram divulgadas três novas fotos, via revista Empire, que dedicou uma edição especial ao filme. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), “Star Wars: O Despertar da Força” estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Diretor Francis Lawrence quer continuar a franquia Jogos Vorazes
Apesar do título nacional, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” pode não representar o final da franquia sci-fi juvenil. Em entrevista ao site Yahoo! Movies, o diretor Francis Lawrence (de “Em Chamas” e “A Esperança – Parte I” e “O Final”) se disse disposto a explorar um pouco mais a distopia dos “Jogos Vorazes”. Ele faz apenas uma exigência para dirigir novos filmes da franquia: as tramas precisam ser escritas por Suzanne Collins, a autora dos três livros que foram esticados nos quatro longas estrelados por Jennifer Lawrence. O estúdio Lionsgate, responsável pela adaptação, já tinha manifestado, anteriormente, o desejo de continuar a filmar o mundo de Panem. E o próprio Lawrence confirmou, em entrevista à MTV, que os planos estavam sendo discutidos. “Todo mundo está pensando nisso e falando sobre isso. Eu só acho que é preciso ter cuidado ao se adentrar nesse mundo”, disse ele. “Você precisa ter certeza de que tem algo a dizer. É preciso que sejam criados novos personagens que sejam tão interessantes quanto Katniss. É algo complicado, mas eu definitivamente estou aberto a conversar sobre isso. Todo mundo ama esse mundo e suas ideias”.
Continuação de Alien pretendia trazer de volta a menina de Aliens – O Resgate
Após ter sua presença confirmada no projeto de “Alien 5”, o ator Michael Biehn revelou que não voltaria sozinho para a franquia. Em entrevista ao site Icons of Fright, o intérprete do Cabo Hicks em “Aliens – O Resgate” contou que a continuação contaria com a presença de Newt, a menina que ele e Ripley (Sigourney Weaver) salvaram no filme de 1986. A personagem reapareceria como uma mulher adulta de 27 anos. O ator explicou que o objetivo do diretor e roteirista Neill Blomkamp (“Elysium”), ao recuperar a personagem vivida por Carrie Henn aos 9 anos de idade, seria uma forma de renovar a franquia com uma nova protagonista em futuras sequências. “Eu sei que toda atriz em Hollywood vai querer interpretar esse papel, pois é realmente um passagem de protagonismo entre Sigourney e essa atriz mais jovem que interpretaria Newt”. Tanto Hicks quanto Newt se tornaram personagens muito populares após “Aliens – O Resgate”, a ponto de terem aparecido na primeira história em quadrinhos derivada da franquia, que, na época, era uma continuação direta do filme – escrita por Mark Verheiden (futuro roteirista de “Battlestar Galactica”) em 1988. O problema é que “Alien 3” (1992) resolveu matar os dois fora de cena, na viagem espacial até o planeta prisão em que Ripley, a única sobrevivente, desperta. Muitos fãs ficaram inconformados com o destino da dupla. Até que, sem alarde, Hicks reapareceu na franquia, resgatado no game “Colonial Marines” (2013), outra continuação em mídia diferente de “Aliens – O Resgate” (escrita por Bradley Thompson e David Weddle, ambos também de “Battlestar Galactica”). O game apresentava uma explicação convincente para justificar sua sobrevivência e, mais importante, chegou a ser considerado parte oficial da cronologia de “Aliens”. Blomkamp pretendia oficializar este status. Quando apresentou para a Fox seus planos para realizar “Alien 5”, o diretor sugeriu que o longa seria uma continuação direta do filme de 1986. “Eu quero que esse filme seja literalmente um irmão genético de ‘Aliens’, então seria ‘Alien’ (1979), ‘Aliens’ e esse filme”, ele disse, em entrevista, após ter o projeto aprovado. Os planos, porém, foram interrompidos logo em seguida pelo estúdio, que decidiu adiar indefinidamente o projeto de “Alien 5” para priorizar “Alien – Covenant”, a sequência de “Prometheus” (2012), dirigida por Ridley Scott. É que ambos os filmes tratam do mesmo universo. Enquanto a história de “Prometheus” serve de prólogo para o primeiro “Alien”, o filme de Blomkamp seria a continuação da franquia. Como o estúdio também anunciou que “Prometheus” será uma trilogia, é possível que o projeto de “Alien 5” demore para sair do papel. Para complicar mais, um eventual fracasso de “Alien – Covenant” pode até desencorajar a Fox a manter seu interesse na franquia.
Planeta dos Macacos: Vídeo mostra os bastidores do próximo filme da franquia
A 20th Century Fox divulgou o primeiro vídeo de “Planeta dos Macacos: A Guerra”. A prévia mostra um pouco dos bastidores das filmagens, com o diretor Matt Reeves e o ator Andy Serkis (intérprete do macaco Caesar), mas seu objetivo é anunciar uma promoção, que premiará o fã que enviar um vídeo fazendo as melhores macacadas com uma participação no filme. Ainda não há detalhes sobre a história, mas o filme será novamente estrelado por Andy Serkis e contará com a participação de Woody Harrelson (série “True Detective”) como o vilão humano da trama. A estreia está marcada para julho de 2017.
Star Wars: Veja uma cena inédita de O Despertar da Força
A Disney divulgou a primeira cena de “Star Wars: O Despertar da Força” durante a programação da rede ABC, que faz parte de seu conglomerado. A cena mostra a correria dos personagens Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”) e Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”) sob o ataque de caças imperiais. Partes desta sequência já tinham sido vistas, sem diálogos, nos trailers do longa. O sétimo “Star Wars” também terá o retorno de Han Solo (Harrison Ford), da agora General Leia (Carrie Fisher), de Chewbacca (Peter Mayhew), dos robôs C-3PO (Anthony Daniels) e R2-D2 e de Luke Skywalker (Mark Hamill), cuja ausência no material promocional virou o grande mistério da continuação. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Série clássica Perdidos no Espaço vai ganhar remake no Netflix
O serviço de streaming Netflix vai produzir um remake da série clássica “Perdidos no Espaço”. Segundo o site Deadline, a produção despertou o interesse de vários canais, levando-a a ser disputada numa espécie de leilão, com o Netflix dando o maior lance. O novo “Perdidos no Espaço” será um remake, desenvolvido pela dupla Matt Sazama e Burk Sharpless, responsável pelos roteiros de “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e do vindouro “Deuses do Egito” (2016). Os dois trabalham no projeto há um ano, junto da produtora Legendary TV e do produtor Kevin Burns (“Poseidon”), da Synthesis Entertainment, que detém os direitos da atração original. A série clássica foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar uma base num planeta na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O Netflix ainda não divulgou o cronograma da produção nem a previsão para a estreia da nova série.
11.22.63: James Franco viaja no tempo em fotos e teaser de minissérie
O serviço de streaming Hulu divulgou as fotos e o primeiro teaser de “11.22.63”, minissérie estrelada por James Franco (“A Entrevista”). A curta prévia mostra o ator recebendo a missão de viajar no tempo, até os anos 1960, para impedir o assassinato do presidente John F. Kennedy – exatamente a premissa da atração. Desenvolvida por Bridget Carpenter (série “Friday Night Lights”), a minissérie é uma adaptação do romance “Novembro de 63”, de Stephen King (“Under the Dome”), com produção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e direção de Kevin Macdonald (“O Último Rei da Escócia”). O elenco inclui ainda Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”), T.R. Knight (séries “Grey’s Anatomy” e “The Good Wife”), Josh Duhamel (“Transformers”), Daniel Webber (série “Home and Away”), Cherry Jones (série “24 Horas”), Lucy Fry (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”) e Chris Cooper (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”). Com nove episódios, “11.22.63” estreia no Hulu em 15 de fevereiro, a princípio apenas para o público dos EUA.
Sam Riley negocia viver o vilão da adaptação do mangá Ghost in the Shell
A adaptação do mangá “Ghost in the Shell” entrou em fase final de pré-produção, definindo os intérpretes de alguns personagens chaves. Segundo o site Deadline, o ator britânico Sam Riley (“Na Estrada”) está em negociações adiantadas para interpretar o líder terrorista da trama, com Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) também sendo considerado. O papel seria o do vilão conhecido como The Laughing Man (o homem que ri). O detalhe é que ele não aparece no mangá original nem no anime clássico de 1995, mas na série televisiva “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”. Isso indica que o roteiro deve aproveitar várias fontes da mitologia da franquia. “Ghost in the Shell” foi criado como mangá em 1989 por Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”), um dos maiores mestres dos quadrinhos japoneses, e deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. Trata-se de um thriller futurista, passado em 2029, que acompanha a major Mokoto Kusanagi, a cyborg comandante de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, em luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Considerado um marco da literatura cyberpunk, o mangá de Shirow se tornou tão influente quanto o celebrado “Akira”, de Katsuhiro Otomo. Caso a negociação seja bem-sucedida, Riley ou Pitt se juntarão a Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), que viverá a protagonista da trama, e ao dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), intérprete de seu segundo-em-comando Batou. O nome da personagem de Johansson pode ser alterado, uma vez que a atriz não tem traços japoneses. A direção está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. A primeira versão da adaptação americana foi escrita por Laeta Kalogridis (“Ilha do Medo”) há cinco anos. Mas a Dreamworks não pretende aproveitar esse roteiro, trabalhando com uma nova história de Jonathan Herman (“Straight Outt Compton”) e Jamie Moss (“Os Reis da Rua”). O filme tem data de estreia marcada para abril de 2017 e já possui título nacional: “O Fantasma do Futuro”, mantendo a “tradução” infeliz usada no lançamento do DVD do anime original no Brasil.
Midnight Special: Primeira sci-fi do diretor de Amor Bandido ganha trailer
A Warner Bros. divulgou o pôster e o trailer de “Midnight Special”, primeira ficção científica do cineasta Jeff Nichols (“Amor Bandido”). A prévia acompanha um garoto mantido por adultos com fones de ouvidos e óculos de natação num motel, enquanto notícias de seu rapto são divulgadas na TV. Mas logo as expectativas se invertem, pois quem foge com o menino é seu próprio pai (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”). Ambos são perseguidos devido aos poderes paranormais da criança, que solta luz pelos olhos, num paralelo com a trama de “Chamas da Vingança” (1984). O bom elenco ainda inclui Kirsten Dunst (“Melancolia”), Adam Driver (série “Girls”), Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”), Sam Shepard (“Álbum de Família”) e o jovem Jaeden Lieberher (“Um Santo Vizinho”). “Midnight Special” chega aos cinemas americanos em 18 de março e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Star Wars: Novas fotos e pôster revelam mais do Despertar da Força
A Disney divulgou um pôster para IMAX e várias fotos novas de “Star Wars: O Despertar da Força”. São imagens de bastidores e algumas cenas do filme – estas via a revista Entertainment Weekly – , que destacam os personagens Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”), Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), Poe Dameron (Oscar Isaac, de “O Ano Mais Violento”), o confronto dos novos heróis com o vilão Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”) e o retorno de Han Solo (Harrison Ford), da agora General Leia (Carrie Fisher), de Chewbacca (Peter Mayhew), C-3PO (Anthony Daniels) e até R2-D2. E, novamente, nada de Luke Skywalker (Mark Hamill), cuja ausência já virou o grande mistério da continuação. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Star Wars: Novo comercial destaca Finn e muitas cenas inéditas
A Disney divulgou um novo comercial de “Star Wars: O Despertar da Força”, que destaca o personagem Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”) entre muitas cenas inéditas, mostrando sua interação com Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca (Peter Mayhew). Uma das cenas remete diretamente ao primeiro filme da franquia, com Finn comandando as armas da nave Millennium Falcon, como Luke Skywalker em 1977. Além disso, ainda há novos flashes da luta entre a jovem jedi Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”) e o vilão Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”). Filme mais aguardado do ano, “Star Wars: O Despertar da Força” tem roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), e estreia em 17 de dezembro no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Jogos Vorazes: A Esperança – O Final encerra a franquia sem empolgar
“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” tem muitos problemas, mas o principal deles é exclusivo do Brasil. O filme não foi lançado em 3D nos EUA, contudo é assim que chega aos cinemas brasileiros, que por isso cobram mais caro para exibir uma cópia com perda de cor, contraste e da beleza de sua fotografia em geral, projetada de forma horrendamente escura. Chegamos a um momento em que o 3D deixou de ser uma novidade para virar uma imposição da indústria. Quantas imagens belas perdidas pela ganância do mercado. Isso afeta diretamente o prazer de se assistir ao filme, que, de longe, é o pior da série. A pior estratégia foi mesmo dividir o final da franquia em duas partes, replicando o que foi feito com “Harry Potter” e “Crepúsculo”. Isto rendeu dois filmes fracos, com enredos extremamente frágeis, e não serviu sequer para desenvolver os personagens coadjuvantes, que permaneceram mal delineados. Muitos deles, promissores nos filmes anteriores, chegam a desaparecer ou, pior, implodir. É o caso de Peeta (Josh Hutcherson), que participou junto com Katniss (Jennifer Lawrence) de dois jogos vorazes, experimentando uma aproximação sentimental durante esse processo, mas desde o episódio anterior se mostra mais um estorvo para a trama, não fazendo jus à personalidade forte de Katniss. O possível romance dos dois – há um triângulo amoroso envolvendo Gale (Liam Hemsworth) – não merece torcida nem parece ser comemorado pelo público. As mortes de personagens ao longo do filme também não são sentidas. Esta indiferença é mais mortal que a reação da Capital, pois prejudica o envolvimento do público. Sim, Jennifer Lawrence é maravilhosa e há um elenco de apoio admirável, com nomes como Woody Harrelson, Julianne Moore, Donald Sutherland, Elizabeth Banks, Jeffrey Right, Stanley Tucci e até Philip Seymour Hoffman, em seu último papel, mas destes, apenas Sutherland, como o vilanesco Presidente Snow, inimigo número um de Katniss e de toda a rebelião, vale cada segundo em que surge na tela. Muito pela excelência do ator, mas também pela relação desenvolvida, durante a franquia, com sua jovem adversária. A cena do encontro final dos dois, inclusive, denuncia a simpatia que o grande vilão é capaz de gerar, mas é também uma alternativa um tanto covarde do roteiro, diante do ímpeto vingativo da heroína. Como o consenso é de que o terceiro livro é o pior da trilogia, há que se dar um desconto para os roteiristas Peter Craig (“Atração Perigosa”) e Danny Strong (criador da série “Empire”), além do diretor Francis Lawrence (“Água para Elefantes”). Afinal, o tratamento da tentativa de tomada de poder, pelo grupo de rebeldes, mais parece um videogame de quinta categoria, com direito até a monstros como obstáculos a serem vencidos. É lamentável, porém, que uma franquia que começou com dois filmes tão bem amarrados tenha acabado dessa maneira. Considerando os quatro longas, é possível dizer que até houve um empate. Mas, na verdade, existiu uma clara vencedora: Jennifer Lawrence, que saiu do anonimato indie com o primeiro filme para se tornar a atriz mais bem paga de Hollywood.
Ryan Gosling confirma que estrelará Blade Runner 2
O ator Ryan Gosling confirmou os rumores sobre sua participação em “Blade Runner 2”. Mas embora tenha contado à imprensa que estará presente na nova produção, ele não revelou o nome do seu personagem ou mais detalhes sobre a trama. “Existe um chip dentro de mim e, se eu disser mais alguma coisa, eu vou explodir”, brincou o ator em entrevista ao site Collider. Depois de três décadas de expectativa, a continuação começará a ganhar forma com as filmagens previstas para o começo de 2016, com direção de Denis Villeneuve (“Sicário”). O roteiro foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e Hampton Fancher (autor da primeira adaptação de “Blade Runner”), e a produção está a cargo de Ridley Scott, diretor do longa original. “Blade Runner” foi lançado em 1982 com base num conto do escritor Philip K. Dick. Na época, o longa não teve grande sucesso de bilheterias nem foi reconhecido pela crítica. Mas com o passar do tempo se tornou cultuadíssimo, chegando a ganhar nova edição, com a versão do diretor Ridley Scott, que recuperou o filme das intervenções feitas pelos produtores nos anos 1980. A continuação também contará com participação de Harrison Ford, que voltará a viver o caçador de andróides Rick Deckard. Desta vez, porém, ele não será o protagonista. Segundo Scott, ele deve aparecer apenas no final da trama, que envolverá, justamente, a procura por seu paradeiro.












