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    Star Trek: Sulu será gay no novo filme da franquia espacial

    7 de julho de 2016 /

    O Sr. Sulu será apresentado como gay no próximo filme da franquia “Star Trek”. A novidade foi compartilhada pelo ator John Cho, que interpreta Sulu em “Star Trek: Sem Fronteiras”, numa entrevista ao jornal australiano Herald Sun. “Eu gostei da abordagem, que é de não chamar muito a atenção para isso, pois espero que este seja o caminho que nós, como espécie, vamos seguir no futuro, de não politizar as orientações pessoais”, afirmou Cho. Cho também disse que o roteirista Simon Pegg e o diretor Justin Lin tomaram a decisão de fazer Sulu gay em homenagem a George Takei, o intérprete original do personagem na série dos anos 1960, que hoje tem 79 anos e em 2005 se assumiu gay, sendo casado com um homem na vida real. Assim como Takei, o personagem terá um marido. Além disso, Sulu e seu companheiro serão pais de uma menina adotada. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.

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  • Filme

    Ghost in the Shell: Foto registra encontro de Scarlett Johansson com lendas do anime

    6 de julho de 2016 /

    O estúdio japonês de animação Production I.G divulgou uma foto dos bastidores do filme “Ghost in the Shell”, que mostra três lendas do anime ao lado da atriz Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e do diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). As visitas ilustres são Mamoru Oshii, Kenji Kawai e Kenji Kamiyama, todos ligados à franquia “Ghost in the Shell”. Oshii foi o diretor do filme animado que adaptou os quadrinhos de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) em 1995, Kawai compôs sua trilha sonora e Kamiayama escreveu e dirigiu toda a série “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (da I.G.). A legenda da foto (acima) agradece à equipe e ao elenco do filme pela visita e o respeito demonstrado pelo trabalho dos artistas japoneses. Trata-se de um claro esforço de relações públicas, que tenta suavizar as críticas contra a escalação de Scarlett Johanson no papel principal. Ela, obviamente, não é japonesa como a personagem do mangá e do anime “Ghost in the Shell”, o que gerou protestos, tanto dos fãs da obra quanto de ativistas inconformados com o embranquecimento de papeis de outras raças nos filmes de Hollywood. Além de Johansson, o filme inclui um elenco de multiétnico, com o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o americano Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) e os japoneses Takeshi Kitano (“Zatoichi”), Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”) e Yutaka Izumihara (“Invencível”). A previsão de lançamento é para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Matthew Goode vai estrelar piloto baseado na sci-fi clássica que originou o filme Stalker

    5 de julho de 2016 /

    O canal WGN America encomendou o piloto de sua primeira série sci-fi, “Roadside Picnic”. Trata-se da adaptação da clássica obra homônima dos irmãos russos Arkady e Boris Strugatsky, que já foi transformada em filme, no cultuadíssimo “Stalker” (1979), de Andrei Tarkovsky. A história acontece no futuro próximo, quando a humanidade tenta desvendar os mistérios deixados por alienígenas que visitaram a Terra. Os seis lugares por onde eles passaram são agora conhecidos como Zonas, onde ocorrem fenômenos inexplicáveis. Os governos de diferentes países, com a ajuda das Nações Unidas, tentam manter o controle desses locais, evitando que artefatos sejam levados, o que poderia provocar consequências inesperadas. Isto não impede a ação de caçadores de relíquias alienígenas, conhecidos como “stalkers”, entre eles o protagonista, Redrick “Red” Schuhart, que vende os artefatos no mercado negro e cuja filha sofre preconceito por ter nascido numa dessas Zonas. O ator Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) vai interpretar Red na produção, que foi desenvolvida por Jack Paglen, roteirista de “Transcendence: A Revolução” (2014) e do vindouro “Alien: Covenenant” (2017). A direção do piloto está a cargo de Alan Taylor (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), que também divide a produção com Paglen e Neil Moritz (produtor da franquia “Velozes e Furiosos”). Por enquanto, o WGN America encomendou apenas o piloto, que precisará ser aprovado para a série se materializar na TV.

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  • Filme

    Veja 20 fotos novas de Star Trek: Sem Froteiras

    3 de julho de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou 20 novas fotos oficiais de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam a maioria dos protagonistas: Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov), além da nova integrante do elenco Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que vive a alienígena Jaylah, e o diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”). Ficou de fora apenas o antagonista principal, Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e visto na primeira leva de imagens. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e apenas em 1 de setembro no Brasil.

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  • Série

    Timeless: Veja o comercial da nova série sci-fi do criador de Supernatural

    3 de julho de 2016 /

    A rede americana NBC divulgou um novo comercial de “Timeless”, série sci-fi criada pela dupla Eric Kripke (criador de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (criador de “The Shield” e “Last Resort”). A prévia mostra rapidamente a premissa, seguindo um trio de viajantes do tempo em perseguição a um criminoso que planeja alterar a história com resultados potencialmente catastróficos. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para viajar de volta no tempo e impedir os planos do vilão. O piloto foi dirigido por Neil Marshall (“Centurião”), cineasta britânico que, nos últimos anos, vem se especializando em séries, como “Game of Thrones”, “Hannibal” e “Black Sails” – todas de visual impactante. A estreia vai acontecer na temporada de outono, em 3 de outubro nos EUA.

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  • Filme

    Star Trek: Cena registra fim de namoro entre Uhura e Spock

    2 de julho de 2016 /

    A Paramount divulgou uma cena de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que registra o fim do namoro entre Uhura e Spock, além dos indefectíveis comentários do Dr. McCoy sobre a falta de sensibilidade do vulcano. O elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Chris Pine (Capitão Kirk), o Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.

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  • Música

    Rihanna vira alienígena no clipe da música do novo Star Trek

    1 de julho de 2016 /

    A cantora Rihanna divulgou em seu canal no YouTube o clipe de “Sledgehammer”, canção criada para a trilha sonora do filme “Star Trek: Sem Froteiras”. Trekker assumida, Rihanna aparece no vídeo de sobrancelhas raspadas e rosto tatuado, como uma alienígena poderosa, capaz de manipular as rochas da superfície de outro mundo e se tornar uma entidade de energia mística, expandindo-se até virar uma constelação no caminho da nave estelar Enterprise. O clipe foi dirigido por Flora Sigismondi, que já trabalhou com David Bowie, Kate Perry e Justin Timberlake, além de ter dirigido o filme “The Runaways – Garotas do Rock” (2010), e o visual é digno de blockbuster, com muitos efeitos visuais. O resultado impressionante também se deve ao uso de câmeras de Imax. Foi a primeira vez que um clipe foi inteiramente rodado com a tecnologia, visando projeção nas telas gigantes das salas especiais. Antes de “Sledgehammer”, apenas o clipe “Hello”, de Adele, usou câmeras de Imax, mas foram apenas em duas cenas. A balada épica foi composta pela cantora Sia e já está disponível no iTunes e no Spotify. A estreia de “Star Trek: Sem Fronteiras” acontece em 22 de julho nos EUA, mas foi adiada para 1 de setembro no Brasil.

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  • Série

    Between: Veja o trailer da 2ª temporada da série sci-fi com Jennette McCurdy

    1 de julho de 2016 /

    O site Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Between”, série teen apocalíptica estrelada por Jennette McCurdy (série “iCarly”). Criada pelo roteirista e diretor Michael McGowan (“Em Busca De Um Milagre”), “Between” é uma espécie de “Under the Dome” adolescente. A trama se passa numa cidade colocada em quarentena, após uma doença misteriosa dizimar todos os seus habitantes adultos, deixando vivos apenas aqueles com menos de 21 anos de idade. A série explora o vazio de poder que resulta quando os adolescentes ficam sozinhos para se defenderem. Fãs da série clássica “Jornada nas Estrelas” vão se lembrar de trama similar, explorada num episódio de 1966 intitulado “Miri”. A 1ª temporada de “Between” teve apenas 6 episódios, com direção de Jon Cassar (série “24 Horas”), exibidos entre maio e junho de 2015, e terminou num momento de reviravolta, com a descoberta do complô responsável pelo vírus e a possibilidade de fuga do cerco. A prévia mostra como a situação evolui para um confronto entre os adolescentes e os militares que impõem a quarentena. A próxima temporada vai incluir mais 6 episódios com estreia em 30 de junho. Mas ao contrário da 1ª temporada, quando os episódios foram disponibilizados semanalmente, junto com sua exibição no canal canadense City, todos os novos capítulos serão lançados ao mesmo tempo, como as demais séries do Netflix.

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    Star Trek: Rihanna se declara trekker em vídeo sobre sua participação na trilha sonora

    30 de junho de 2016 /

    A Paramount divulgou um vídeo com Rihanna, em que a cantora comenta sua participação na trilha sonora de “Star Trek: Sem Fronteiras”. O filme vai incluir sua nova música, “Sledgehammer”, que ganhou uma prévia no mais recente trailer da produção. Mas para Rihanna não foi apenas fazer uma música para um filme qualquer. O vídeo a mostra vestindo a camisa de “Star Trek”, literalmente, enquanto lembra como é fã da franquia desde criancinha, por influência de seu pai. Para a trekker Rihanna, poder participar desse universo é uma verdadeira honra, o que a levou a caprichar ainda mais na escolha e gravação da canção. O filme vai voltar a reunir Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov) em nova luta pela sobrevivência num planeta hostil. Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.

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  • Série

    Netflix encomenda remake da série clássica Perdidos no Espaço

    29 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix encomendou a 1ª temporada do remake da série clássica “Perdidos no Espaço”. O anúncio foi feito por comunicado oficial e revela que a atração terá 10 episódios com produção da Legendary TV, braço televisivo do estúdio Legendary (responsável por “Godzilla” e “Warcraft”). Segundo o comunicado, o remake será “uma história de sobrevivência para marcar época”. “A série original capturou habilmente tanto o drama quanto a comédia, o que a tornou muito atraente para um público amplo”, disse Cindy Holland, vice-presidente do Netflix para produções originais. “A atual equipe criativa da série fará uma versão para o Netflix que deverá apelar igualmente aos fãs que lembram do original com carinho e também para uma nova geração de entusiastas que surgirão em todo o mundo.” O novo “Perdidos no Espaço” será desenvolvido pela dupla de roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, que se especializou em fantasias genéricas de péssima recepção entre a crítica, como “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A série clássica foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake, porém, vai demorar a ser exibido. A previsão do Netflix é apenas para 2018.

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    Independence Day ressurge sem a mesma potência

    29 de junho de 2016 /

    Assim como a Terra, o diretor Roland Emmerich teve 20 anos para se preparar para a volta dos alienígenas em “Independence Day: O Ressurgimento”. Mas como um dos personagens conclui de forma metalinguística na metade do filme, não foi suficiente. Fato: estamos mais velhos desde o primeiro “Independence Day” (1996). Mas não é desculpa para o segundo episódio da (agora) franquia parecer tão velho. E a culpa é do próprio Emmerich. Não pelas soluções fáceis e rápidas que a resistência humana encontra para fazer frente aos alienígenas. Ou pelo filme ser brega, clichê e pregar a mesma diversão escapista de quando os cinemas cheiravam à pipoca e ninguém levava blockbusters a sério. Mas por Emmerich ter estabelecido, com mérito, em 1996, um padrão para destruições em grande escala, que tantos outros aprenderam a copiar. “Independence Day” foi o grande evento cinematográfico dos anos 1990, quando as superproduções podiam ser contadas nos dedos da mão. Há duas décadas, só dividiu atenções com “Twister” e o primeiro “Missão: Impossível”. Hoje, Hollywood lança um filme desse porte quase toda semana. Fica difícil sentir o prazer de se surpreender, de ficar impressionado, quando a destruição do planeta vira o lugar-comum cinematográfico – só neste ano, os efeitos digitais ameaçaram a Terra em “Batman vs Superman”, “X-Men: Apocalipse” e até “As Tartarugas Ninja”. Mas Emmerich não estabeleceu um padrão por acaso. Pode-se falar qualquer coisa dele, menos que o diretor se repita na escala de sua destruição. Os efeitos catastróficos do novo “Independence Day” são diferentes dos vistos em “Godzilla” (1998), que não são iguais aos de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), que por sua vez são diversos em “2012” (2009). Mesmo assim, como espetáculo, é estranho que “O Ressurgimento” pareça maior em suas ambições e, ao mesmo tempo, menor na execução. É visível a intenção de Emmerich em tornar as sequências de ação e destruição ainda mais monumentais, porém com durações mais curtas, talvez por ter a noção de que praticamente tudo foi explorado nesse quesito nos anos anteriores. Mas os esforços digitais, embora muito bem trabalhados, já não impressionam como os resultados alcançados pelo filme original, que mesclou os primórdios da tecnologia usada atualmente com os sempre bem-vindos efeitos práticos. O resultado é que não há uma cena sequer em “O Ressurgimento” que deixe o espectador com o queixo no chão, como aconteceu com a sombra da nave no primeiro filme, o início dos ataques e a clássica explosão da Casa Branca em 1996. Em parte, isso também se deve à tendência iniciada nesta segunda metade da década de 2010: as continuações que copiam o template dos filmes originais. Não que sejam exatamente iguais, como os remakes, mas utilizam a mesma estrutura de roteiro. Foi a principal reclamação em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que copiou a estrutura de “Guerra nas Estrelas” (1977). Tudo bem, porque se você vai copiar, copie dos melhores. Acontece que “Independence Day” não é uma obra tão relevante quanto a que George Lucas criou em 1977. Assim, onde o primeiro longa se inspirava nos filmes B, com pitadas do cinema de Lucas e Spielberg, “O Ressurgimento” se inspira basicamente na obra do próprio Emmerich. No elenco, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Brent Spiner brilham sempre que aparecem, agindo como “mestres” e deixando as cenas de ação para uma nova geração de “aprendizes”. Mas se Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac convencem como substitutos de Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars”, o mesmo não acontece com Jessie T. Usher, Liam Hemsworth (ambos péssimos) e Maika Monroe (a melhor do trio, mas não tão aproveitada quanto os dois rapazes), que nem somados conseguem fazer frente à ausência de Will Smith, que não topou fazer a continuação. Por outro lado, há uma preocupação em transmitir maior tolerância na representação da espécie humana. O mundo que surge no começo do filme é mais harmônico, sem preconceitos raciais e sexuais, após a população mundial perceber que “não estamos sozinhos”. E, pelo jeito, a humanidade precisará se unir ainda mais, porque há um gancho safado no final do longa-metragem para uma continuação. Infelizmente, esta é outra aposta de Emmerich em seu próprio taco que pode gerar frustração, devido às fracas bilheterias.

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    Star Trek: Novo trailer com música de Rihanna ganha versões legendada e dublada

    28 de junho de 2016 /

    A Paramount divulgou as versões dublada e legendada do novo trailer de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que apresenta a nova música de Rihanna, “Sledgehammer”, criada para a trilha do filme. O vídeo também resgata cenas do primeiro filme da franquia para introduzir a motivação do Capitão Kirk (Chris Pine), a destruição da Enterprise e a luta pela sobrevivência da tripulação num planeta hostil. Além de Chris Pine (como Capitão Kirk), o elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.

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    Duas produções diferentes vão adaptar 20.000 Léguas Submarinas para o cinema

    27 de junho de 2016 /

    O diretor David Fincher não conseguiu convencer a Disney a investir numa superprodução baseada no clássico sci-fi “20.000 Léguas Submarinas”, que seria estrelada por Brad Pitt. Mas após seu projeto dar em água, duas produções rivais ganharam sinal verde para materializar a famosa aventura marinha de Julio Verne. O cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) já tinha revelado seus planos de adaptar o clássico de 1870, ao compartilhar no Instagram a capa do roteiro que ele escreveu com Dan Studney (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e o estreante Rick Sordelet para o estúdio 20th Century Fox. Agora, surge a notícia que o estúdio francês Wild Bunch se associou a uma empresa chinesa para lançar a sua versão, que será dirigida por Christophe Gans (da recente versão francesa de “A Bela e a Fera”). Segundo o site Deadline, a produção já garantiu distribuição na China, o que poderá afetar os planos da Fox para distribuir seu filme no segundo maior mercado do planeta. Para completar, essa versão começará a ser filmada ao mesmo tempo que a produção americana, entre setembro e outubro. A Disney, por sua vez, não desistiu completamente de filmar a criação de Julio Verne e planeja uma história de origem centrada no Capitão Nemo, que deverá ser dirigida por James Mangold (“Wolverine – Imortal”). Entretanto, este projeto não deve sair da gaveta tão cedo – se é que agora sairá. “20.000 Léguas Submarinas” acompanha a caça de um misterioso monstro marinho que vem atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, trata-se do primeiro submarino do mundo, o Náutilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. O livro já foi adaptado diversas vezes para o cinema, mas até hoje a versão filmada em 1954 pela Disney, com Kirk Douglas (“Spartacus”) e James Mason (“Meninos do Brasil”), permanece insuperável.

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