Novo trailer da 2ª temporada de Sense8 revela a existência de novos sensates
A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Sense8”. A prévia foca no conflito entre os protagonistas e a organização secreta que os caça, com destaque para Will, o personagem policial interpretado por Brian J. Smith, que resolve confrontar a manipulação mental do vilão conhecido como Sussurros (Mr. Whispers, vivido por Terrence Mann). Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. Mas, diante do tamanho da organização que os persegue para fins escusos, fica claro que eles não devem ser os únicos sensates existentes, e a última sequência revela justamente uma luta múltipla entre dois grupos de 8 em 1 sensates. A estreia da 2ª temporada, com cenas gravadas em São Paulo, está marcada para esta sexta (5/5) na plataforma de streaming.
Ryan Gosling e Harrison Ford ilustram dois pôsteres da continuação de Blade Runner
A 20th Century Fox divulgou dois pôsteres da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982), que destacam individualmente os personagens de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de androides, e Harrison Ford, o Blade Runner original. Intitulado “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama, o filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do filme de 1982. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), o filme vai acompanhar a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.
The Handmaid’s Tale vira maior sucesso da Hulu e é renovada para 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu anunciou a renovação da série sci-fi distópica “The Handmaid’s Tale”, que teve seus primeiros episódios disponibilizados na semana passada. A atração vai retornar para uma 2ª temporada em 2018. Como a Netflix e outros serviços de vídeo sob demanda, a Hulu não divulga informações de audiência, mas a estreia de “The Handmaid’s Tale” foi um sucesso retumbante entre a crítica, com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de ter conquistado grande repercussão nas redes sociais. Mesmo sem dar números, a Hulu afirma que a estréia da série foi assistida por mais espectadores do que qualquer outra de seu catálogo. “A resposta que tivemos de ‘The Handmaid’s Tale’ em apenas uma semana desde sua estréia foi absolutamente incrível”, disse Craig Erwich, diretor de conteúdo original da Hulu, em um comunicado. “‘The Handmaid’s Tale’ é exatamente o tipo de narrativa emocionante e estimulante que queremos trazer para os telespectadores.” Para a Hulu, que tem investido fortemente em conteúdo original nos últimos dois anos, a série é a primeira que gera tanta atenção quanto as produções de seus concorrentes mais famosos, Netflix e Amazon. Tudo indica que “The Handmaid’s Tale” atrairá para a plataforma o mesmo tipo de atenção que “House of Cards” e “Transparent” trouxeram para seus rivais. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e traz Elizabeth Moss como a protagonista Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”).
Bruno Fagundes diz não ter receio de beijo gay na série Sense8
O ator Bruno Fagundes (novela “Meu Pedacinho de Chão”) fez sua estreia internacional numa pequena cena da 2ª temporada da série “Sense8″, que chega ao Netflix na sexta-feira (5/1). Sua aparição é curta, mas marcante. Ele aparece numa sequência rodada em São Paulo, beijando outro homem. Apesar de beijos gays ainda serem raros – e alguns diriam controversos – na TV brasileira, o filho do veterano Antonio Fagundes (o eterno Rei do Gado) não teve receio em fazer a cena. “Receio nenhum. Como ator, sou uma ferramenta para dar vida a todo e qualquer personagem e, assim, honrá-lo, respeitá-lo e defendê-lo com todo meu empenho e profissionalismo”, ele disse, em entrevista ao UOL. Enquanto “Sense8” e até produções da TV aberta americana como “How to Get Away with Muder” mostram abertamente beijos e sexo gay, os canais brasileiros ainda se mostram muito conservadores em relação a esse tipo de cena. Na opinião de Bruno, essa diferença de tratamento nos dois países passa pela educação. “Infelizmente, a educação no nosso país é deficitária – assim como cultura, saúde etc — quando comparada à dos EUA. Portanto, o diálogo sobre questões primordiais para a sociedade fica em segundo plano. Não é só uma questão de machismo ou da sociedade em que estamos inseridos. Nos EUA, desde muito cedo se fala disso, de uma forma bastante aberta e natural. O entretenimento lá absorve e traz às claras um reflexo real e necessário do que é, hoje, o mundo. Infelizmente, por aqui isso se torna alvo de preconceito, ignorância, ódio e tabus”, avalia. Por isso, ele acha que “Sense8” pode ajudar a quebrar preconceitos. “Acho a série necessária e atribuo o grande sucesso à forma corajosa como as Wachowskis contaram cada uma daquelas histórias, enfrentando tabus de forma audaciosa, com bom gosto e respeito”. “No final das contas, elas focaram no que é realmente importante: a humanidade, a compreensão e união de cada um daqueles personagens”, continua. “Quando o público entende quem são aquelas pessoas e todas as suas dores, que são praticamente as mesmas para todos nós como seres humanos, a orientação sexual fica quase irrelevante. Precisamos olhar para dentro, para o que realmente importa”. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 1ª temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue. A 2ª temporada teve gravações em vários lugares do mundo, inclusive em São Paulo, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2016/05/sense8-veja-fotos-e-videos-da-gravacao-da-serie-na-parada-de-orgulho-lgbt-de-sao-paulo/”>durante a Parada de Orgulho LGBT do ano passado.
Dane DeHaan, Cara Delevingne e Rihanna ilustram coleção de pôsteres de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
A STX Entertainment divulgou oito pôsteres de personagens de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, sci-fi do francês Luc Besson (“Lucy”, “O Quinto Elemento”). Além dos protagonistas Valérian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”), as artes destacam Bubble, a personagem da cantora Rihanna (série “Bates Motel”), e robôs e alienígenas da trama, baseada nos cultuados quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967. O filme acompanha os exploradores espaciais Valérian e Laureline em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”) e o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.
Ridley Scott revela que Alien 5, que traria Ripley de volta, “nunca verá a luz do dia”
Ridley Scott acabou com as esperanças dos fãs de ver uma continuação da franquia “Alien” dirigida por Neill Blomkamp (“Elysium”). Em entrevista ao site francês Allocine, ele afirmou que o projeto de “Alien 5”, desenvolvido por Blomkamp, “nunca verá a luz do dia”. Ele acrescentou que “nunca houve um roteiro, foi uma ideia que surgiu de umas 10 páginas, mas não evoluiu”. Scott disse que estava envolvido como produtor, mas o projeto não foi para frente “porque a Fox decidiu que não queria fazer esse filme”. O filme de Blomkamp traria de volta Ripley (Sigourney Weaver), heroína da franquia, além de Dwayne Hicks (Michael Biehn) e a menina Newt, personagens de “Aliens – O Resgate” (1986). Tanto Hicks quanto Newt se tornaram personagens muito populares após “Aliens – O Resgate”, a ponto de terem aparecido na primeira história em quadrinhos derivada da franquia, que, na época, era uma continuação direta do filme – escrita por Mark Verheiden (futuro roteirista de “Battlestar Galactica”) em 1988. O problema é que “Alien 3” (1992) resolveu matar os dois fora de cena, na viagem espacial até o planeta prisão em que Ripley, a única sobrevivente, desperta. Muitos fãs ficaram inconformados com o destino da dupla. Até que, sem alarde, Hicks reapareceu na franquia, resgatado no game “Colonial Marines” (2013), outra continuação em mídia diferente de “Aliens – O Resgate” (escrita por Bradley Thompson e David Weddle, ambos também de “Battlestar Galactica”). O game apresentava uma explicação convincente para justificar sua sobrevivência e, mais importante, chegou a ser considerado parte oficial da cronologia de “Aliens”. Blomkamp pretendia oficializar este status. Quando apresentou para a Fox seus planos para realizar “Alien 5”, o diretor sugeriu que o longa seria uma continuação direta do filme de 1986. “Eu quero que esse filme seja literalmente um irmão genético de ‘Aliens’, então seria ‘Alien’ (1979), ‘Aliens’ e esse filme”, ele disse, em entrevista sobre o projeto. Os planos, porém, foram interrompidos logo em seguida pelo estúdio, que decidiu adiar indefinidamente o projeto de “Alien 5” para priorizar “Alien – Covenant”, a sequência de “Prometheus” (2012), dirigida por Ridley Scott. É que ambos os filmes tratam do mesmo universo. Enquanto a história de “Prometheus” serve de prólogo para o primeiro “Alien”, o filme de Blomkamp seria a continuação da franquia. Como o estúdio também anunciou que “Prometheus” será uma trilogia, ficou ainda mais difícil “Alien 5” sair do papel. E agora Ridley Scott oficializa o status da produção, que jamais irá acontecer.
Quadrinhos clássicos de Valerian serão relançados no Brasil antes da estreia do filme
Antecipando a estreia de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” nos cinemas, os quadrinhos clássicos que inspiraram o filme vão ganhar relançamento no Brasil. Criação do escritor Pierre Christin e do artista Jean-Claude Mézières, as aventuras de “Valerian” acompanham o personagem-título, um viajante espacial do século 28, que atravessa o tempo e o espaço ao lado da sua companheira Laureline, uma camponesa francesa do século 11, que ele salvou em sua primeira missão no passado. Considerado um dos maiores clássicos sci-fi dos quadrinhos europeus e contemporâneo de “Barbarella”, o herói espacial estreou nas páginas da revista Pilote em 1967 e, desde então, rendeu 21 álbuns (graphic novels), sendo o último publicado em 2010. Ao todo, o personagem já vendeu mais de 10 milhões de exemplares e foi traduzido para 21 línguas, tornando-se um marco nas histórias em quadrinhos europeias e da cultura pop. Sua influência, tanto de enredos quanto de design, pode ser sentida em diversos filmes de ficção científica, de “Guerra nas Estrelas” (1977), de George Lucas, a “Avatar” (2009), de James Cameron, passando por “O Quinto Elemento” (1997), de Luc Besson, responsável pela atual adaptação cinematográfica dos quadrinhos. “Eu escrevi duas vezes para o George Lucas em 40 anos. E nunca obtive uma resposta. Ninguém tampouco o ouviu mencionar a influência de ‘Valerian’ uma única vez”, reclamou Mézières, em entrevista ao jornal O Globo. “Se hoje se comenta sobre a influência dos meus desenhos em ‘Star Wars’, é porque eu e alguns amigos jornalistas falamos sobre isso. Mas não passo a vida assistindo a filmes e me perguntando ‘o que roubaram do meu trabalho?’. Sei que foi usado muitas vezes. Mas… Vamos em frente”. Entre as inspirações de “Valerian” em “Star Wars” podem ser citados desde o vilão Darth Vader até a neve Millennium Falcon, sem esquecer o aprisionamento em carbonita de Han Solo. Mas “Valerian” também foi inovador pela forma como abordava certos temas. Dois anos antes da Apolo 11 pousar na Lua, os quadrinhos do herói espacial já incluíam uma preocupação grande com o meio ambiente, antecipando a temática do desenvolvimento sustentável. Sem esquecer a importância de Laureline para o empoderamento feminino. A heroína que não baixava a cabeça e respondia desaforos com arma em punho inspirou milhares de pais a batizarem suas filhas com o nome da personagem, que foi inventado pelos quadrinhos e não existia antes na língua francesa. As histórias clássicas serão disponibilizadas no Brasil em sete volumes, que trarão todas as 21 graphic novels publicadas. O primeiro volume chega às livrarias agora em maio e a a expectativa é que mais dois volumes estejam disponíveis ainda em 2017, em lançamento da editora Sesi-SP. Nos cinemas, Valerian e Laureline serão vividos, respectivamente, por Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A estreia de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” está marcada para 10 de agosto no Brasil. Clique aqui para ver o trailer legendado.
Christina Aguilera vai atuar em sci-fi romântica estrelada por Ewan McGregor
A cantora Christina Aguilera (“Burlesque”) entrou na sci-fi romântica “Zoe”, que será estrelada por Ewan McGregor (“T2 Trainspotting”) e Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”). Além dela, a revista Variety também confirmou a inclusão de Theo James (“Divergente”), Rashida Jones (série “Angie Tribeca”) e Miranda Otto (série “24: Legacy”) no elenco do filme, que será dirigido por Drake Doremus (“Loucamente Apaixonados”). Originalmente, Charlie Hunnam deveria estrelar a produção, mas conflitos de agenda abriram a vaga para McGregor. Em “Zoe”, McGregor e Seydoux viverão cientistas de um laboratório especializado em aprimorar e criar os relacionamentos românticos perfeitos. As filmagens começam na próxima segunda-feira (8/5) em Montreal, no Canadá. “Zoe” será a segunda sci-fi do diretor, que há dois anos juntou Kristen Stewart e Nicholas Hoult na distopia romântica “Equals”, inédita nos cinemas brasileiros.
Jeff Goldblum retomará seu personagem de Jurassic Park na sequência de Jurassic World
Um dos astros do “Jurassic Park: Parque dos Dinossauros” original vai voltar à franquia. O ator Jeff Goldblum foi confirmado em “Jurassic World 2”. Ele voltará a interpretar seu personagem do filme de 1993, o Dr. Ian Malcolm. Além de participar do primeiro filme, Goldblum protagonizou o segundo, “O Mundo Perdido – Jurassic Park”, em 1997. Mas, desde então, seu personagem não tinha sido mais visto. Mesmo assim, sua presença permaneceu na franquia, como atesta um livro atribuído a Ian Malcom, “God Creates Dinosaurs”, que aparece na mesa de trabalho de Lowery, o personagem de Jake Johnson em “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015). Não há detalhes sobre o tamanho de participação de Goldblum, que, no quinto longa jurássico, vai se juntar ao elenco encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, astros de “Jurassic World”. Atualmente em produção em Londres, o novo filme tem direção do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e chega aos cinemas em junho de 2018.
Comercial de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas apresenta o paraíso em outro mundo
A STX Entertainment divulgou o novo pôster e o primeiro comercial americano de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, sci-fi do cineasta francês Luc Besson (“Lucy”, “O Quinto Elemento”). A prévia destaca a localidade do título, descrita como paraíso para os heróis da trama, até começar a ser atacada. Como todo o material divulgado, o destaque são efeitos, que consumiram o maior orçamento da história da produtora francesa EuropaCorp para materializar os cultuados quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967. O filme acompanha os exploradores espaciais Valérian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”), vista brevemente no vídeo. A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.
Will Smith negocia viver um clone de si mesmo no novo filme de Ang Lee
Will Smith negocia estrelar o próximo filme de Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), o thriller sci-fi “Gemini Man”, sobre um assassino que precisa enfrentar a si mesmo, um clone mais jovem e no auge da forma física. Segundo o site Deadline, Lee decidiu se dedicar ao filme porque o projeto que estava desenvolvendo, o drama de boxe “Thrilla In Manila” – sobre a terceira e última luta entre Muhammad Ali e Joe Frazier -, está com dificuldades de sair do papel. O fracasso de seu filme mais recente, o custoso “A Longa Caminhada de Billy Lynn”, tem afastado o interesse dos investidores. Por outro lado, “Gemini Man” está sendo tratado como prioridade pela Skydance, após passar anos parado na Disney, num pacote de projetos do produtor Jerry Bruckheimer (“Piratas do Caribe”). Por enquanto, Smith ainda negocia e o filme não tem cronograma de filmagem. Caso o ator confirme a participação, será um caso curioso de sincronicidade. Lee queria filmar Muhammad Ali e Will Smith viveu o boxeador na cinebiografia “Ali” (2001).
Into the Badlands é renovada para a 3ª temporada com mais episódios
O canal pago AMC anunciou a renovação de “Into the Badlands” para sua 3ª temporada. Além disso, a produção voltará maior. A série, que foi lançada com 6 episódios e cresceu para 10 em sua 2ª temporada, terá 16 capítulos no terceiro ano. Mistura de distopia sci-fi e artes marciais, a trama se passa numa época indeterminada, em uma terra controlada por barões feudais, onde o clima pós-apocalíptico não impede guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai entre ruínas de hotéis, metrôs abandonados e refinarias de petróleo. “A série é diferente de tudo na televisão, atraindo milhões de fãs apaixonados e dedicados”, disse Charlie Collier, presidente da AMC, no comunicado da renovação. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar, os criadores de “Smallville”, a série inclui em seu elenco Daniel Wu (“Viagem à Lua de Júpiter”), Emily Beecham (“Extermínio 2”), Aramis Knight (“Ender’s Game”), Madeleine Mantock (série “The Tomorrow People”), Sarah Bolger (“Renascida do Inferno”), Ally Ioannides (série “Parenthood”), Oliver Stark (“O Aventureiro: A Maldição da Caixa de Midas”), Orla Brady (série “Sinbad”), Stephen Lang (“O Homem nas Trevas”) e, a partir da 2ª temporada, o comediante inglês Nick Frost (“Heróis de Ressaca”). “Estamos gratos e ansiosos de continuar nossa jornada com todos os nossos amigos da AMC. A ideia de fazer uma temporada maior é exaustiva e animadora ao mesmo tempo!”, comentaram Gough e Miller. A série também é exibida no Brasil pelo AMC, canal pago atualmente disponível apenas em pacotes da operadora Sky.
Vida orbita o espaço de Alien e Gravidade
O aspecto positivo de se referenciar uma ou mais obras conhecidas é que o uso de material conhecido permite um diálogo quase metalinguístico com o público, aumentando assim a apreciação do que é apresentado. O lado negativo é que isso também pode sugerir uma comparação de qualidade entre referenciado e referenciador, e em muitos casos esse confronto é injusto, ampliando os pontos positivos do primeiro e apontando os negativos do segundo. É o que acontece com “Vida”, mistura de ficção científica com terror dirigida por Daniel Espinosa (“Protegendo o Inimigo”). Escrito pela dupla Rhett Reese e Paul Wernick (de “Zumbilândia” e “Deadpool”), o longa tem duas grandes referências: “Gravidade” (2013) e “Alien, o 8º Passageiro” (1979). A trama acompanha um time de cientistas a bordo de uma estação espacial que se depara com um organismo unicelular, vindo de Marte, que constitui a primeira prova irrefutável de vida no espaço. O problema é que o ser, batizado de Calvin, evolui rapidamente, se adapta ao ambiente e tem uma necessidade grande de se alimentar e de proteger a sua própria existência, algo que pode representar um problema mundial se ele cair na Terra. A comparação com “Alien” é inevitável, tanto temática quanto narrativamente. À medida que a criatura cresce e ganha força, começa a eliminar cada um dos membros da tripulação, demonstrando inteligência na execução dos seus “planos”. Além do mais, “Vida” também se assemelha à obra de Ridley Scott pela forma como parece introduzir seu protagonista aos poucos naquela história, ascendendo e preenchendo uma vaga que parecia não lhe pertencer à primeira vista. As semelhanças com “Gravidade”, por sua vez, são muito mais estéticas. Espinosa tentou replicar muito do que Alfonso Cuarón fez naquele trabalho que lhe rendeu o Oscar, e as vezes até consegue. É o caso, por exemplo, logo no início do filme, de um plano-sequência para ilustrar a interação da equipe, enquanto apresenta todos os ambientes do interior da nave. Além disso, ambos iniciam a projeção com uma imagem da imensidão do espaço e um pequeno ponto se movimentando em meio às estrelas. Não há nada de errado em fazer referências a outras obras. Alguns realizadores – como Quentin Tarantino – construíram suas carreiras assim. O principal problema de “Vida” é não saber dar, vá lá, vida a esse material. São evidentes os problemas de desenvolvimento, que as obras referenciadas não tinham, ou ao menos sabiam disfarçar muito melhor. Os defeitos são muitos, a começar pela concepção da criatura. Inicialmente apresentado como um organismo formado por “olhos, músculo e cérebro”, Calvin não é um ser muito ameaçador. Mesmo colocando a tripulação em risco, na sua “infância” ele se parece mais com uma versão malvada de “Flubber” (1997). Quando se torna adulto, essa ideia de ele ser todo olhos, músculos e cérebro é abandonada, já que ganha um corpo definido e até um rosto, ainda que continue não sendo tão assustador quanto deveria ser. O roteiro não explica a transformação. Teoricamente, Calvin é um grande cérebro com tentáculos (essa sim seria uma imagem aterrorizante), mas algumas das decisões que o alienígena toma não podem ser explicadas nem por um intelecto superior. Não dá pra entender como um ser até então unicelular consegue decifrar o funcionamento de uma estação espacial, ao ponto de realizar proezas como manipular os trajes dos astronautas. Pode-se imaginar que ele aprendeu sobre aquele lugar ao ler os pensamentos das suas vítimas – como em “Independence Day” –, mas tal explanação não é oferecida. Da mesma maneira, o filme parece querer empurrar o envolvimento emocional com os personagens sem que eles tenham sido propriamente desenvolvidos. Sabemos que um deles (Hiroyuki Sanada) tem um filho recém-nascido, outro era paralítico na Terra (Ariyon Bakare), tem também um prefere ficar no espaço (Jake Gyllenhaal) e não falta o engraçadinho da turma (Ryan Reynolds). Dessa lista, sobraram ainda as personagens femininas interpretadas por Olga Dihovichnaya e Rebecca Ferguson, que apesar de serem mulheres fortes, são ainda menos trabalhadas que seus colegas masculinos. Mesmo diante de material tão limitado, Daniel Espinosa demonstra apuro estético e narrativo que impedem – por pouco – que “Vida” se transforme num desastre espacial completo. Ele cria belíssimas tomadas externas da estação espacial e alimenta o suspense, dando “vida” à produção.












