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    Diretor de Doutor Estranho fará piloto da série baseada no filme Expresso do Amanhã

    22 de maio de 2017 /

    O cineasta Scott Derrickson, especialista em terror que dirigiu o blockbuster “Doutor Estranho”, entrou na série “Snowpiercer”, baseada na sci-fi sul-coreana “Expresso do Amanhã”. Ele vai assinar o piloto e dividir a produção do projeto, junto dos cineastas Bong Joon Ho e Park Chan-wook, respectivamente diretor e produtor do filme original. Em desenvolvimento para o canal pago americano TNT, a série terá como base a graphic novel francesa de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette, que inspirou o filme. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo, que erradicou quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa o próprio movimento para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. A adaptação está a cargo do roteirista Josh Friedman, que escreveu “Guerra dos Mundos” (2005), a série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” (2008-2009) e está envolvido com as continuações de “Avatar” (2009). O elenco da série, porém, não deve ser tão especular quanto o da produção cinematográfica. O primeiro nome divulgado é Daveed Diggs (série “The Get Down”), que viverá um novo personagem em relação ao filme: Layton Well, um “passageiro que mal consegue sobreviver às condições terríveis da parte de trás do trem”, de acordo com a descrição oficial da produção. Para quem não lembra, a versão de cinema foi estrelada por Chris Evans (“Capitão América: Guerra Civil”), Jamie Bell (“Ninfomaníaca”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Octavia Spencer (“A Série Divergente: Convergente”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), Alison Pill (“Zoom”), Ewen Bremner (“Jack – O Matador de Gigantes”) e Ed Harris (série “Westworld”), além dos sul-coreanos Sang Kang-ho e Ko Ah-sung, que trabalharam com o diretor em “O Hospedeiro” (2006). Vale lembrar que o filme acabou envolvido numa grande polêmica nos EUA, porque o produtor Harvey Weinstein pretendia cortar 20 minutos do longa para exibi-lo no país, além de desejar adicionar narrações, descaracterizando completamente a produção. Mesmo sendo sua estreia em Hollywood, Bong Joon-Ho não aceitou, protegido por cláusulas contratuais. Por conta disso, a Weinstein Company atrasou o lançamento nos países de língua inglesa em mais de um ano. O reflexo dessa briga respingou até no Brasil, onde o filme só foi chegar dois anos após quebrar recordes de bilheterias na Coreia do Sul. Por conta disso, Bong Joon Ho não se cansa de elogiar a Netflix, que lhe deu liberdade total para fazer seu novo filme, “Okja”, exibido no Festival de Cannes. O piloto precisará ser aprovado pelo TNT para ganhar encomenda de temporada e virar série. Além deste, Derrickson também vai dirigir o piloto da série de terror “Locke & Key”.

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    Paralelos entre Alien: Covenant e Blade Runner evidenciam que os filmes existem no mesmo universo

    21 de maio de 2017 /

    Uma revelação bombástica da produção de “Prometheus” (2012) acabou cortada da produção e só foi aparecer como extra do lançamento em DVD e Blu-ray. O segredo era que o prólogo de “Alien” (1979), na verdade, era uma continuação de “Blade Runner” (1982). Todos os três filmes citados tem em comum o mesmo diretor, Ridley Scott, que decidiu aproximar as duas franquias com uma ligação oblíqua que as coloca no mesmo universo compartilhado, ao estilo dos filmes da Marvel. Nos extras de “Prometheus”, foi revelado que Peter Weyland (interpretado por Guy Pearce), o visionário criador da empresa Weyland, que envia naves ao espaço e constrói robôs de aparência humana perfeita, tinha sido discípulo de Eldon Tyrell (Joe Turkell), o CEO da Tyrell Corporation, criadora dos replicantes de “Blade Runner”. Ou seja, os androides da franquia “Alien” seriam evoluções das criações de “Blade Runner”. Em “Alien: Covenant”, a trama reforça essa conexão. Mas, novamente, sem explicitá-la. Numa cena do filme, um dos robôs vividos por Michael Fassbender tem o corpo perfurado por um dos tripulantes da Covenant e repete a mesma frase, dita no mesmo tom por Roy Beatty (o replicante vivido por Rutger Hauer) para Rick Deckard (Harrison Ford) quando é ferido de forma similar em “Blade Runner”: “Este é o espírito!” Isto é o máximo que pode ser revelado sobre os dois momentos sem dar spoilers maiores que os já apresentados. Mas faz imaginar se “Blade Runner 2049” também terá algum easter egg de “Alien”.

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  • Filme

    Alien: Covenant estreia em 1º lugar nos Estados Unidos

    21 de maio de 2017 /

    Uma semana após chegar aos cinemas brasileiros, a sci-fi “Alien: Covenant” estreou nos Estados Unidos em 1º lugar nas bilheterias. Mas seu desempenho não foi exatamente o que o estúdio esperava. A produção da Fox fez US$ 36 milhões e por pouco não ficou em 2º lugar, superando “Guardiões da Galáxia Vol. 2” por apenas US$ 1 milhão. O valor representa a terceira abertura da franquia, atrás de “Prometheus” (US$ 51 milhões) e “Alien vs. Predator” (US$ 38,3 milhões). E é especialmente desanimador quando o parâmetro são as bilheterias de outras continuações de clássicos da sci-fi, como “Star Wars” e “Jurassic Park”. Vale observar que, enquanto os recordistas de arrecadação “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World” são continuações, o novo “Alien” é um prólogo. “Alien: Covenant” tem despertado maior interesse no mercado internacional, onde também lidera as bilheterias, o que contribui para seu total mundial de US$ 117,8 milhões. Neste fim de semana, o longa dirigido por Ridley Scott abriu em 1º lugar em mais 19 países. Mas as atenções estão todas reservadas para a China, onde ele só vai estrear em junho. O sucesso ou o fracasso do filme no mercado chinês pode determinar se haverá uma nova continuação na franquia. Scott já vinha falando de seus planos para o filme seguinte, imaginando mais dois ou três longas. Enquanto isso, o projeto de “Alien 5”, que tinha animado os fãs dos filmes originais por resgatar Sigourney Weaver, foi colocado para escanteio pela Fox… “Guardiões da Galáxia Vol. 2” perdeu a liderança do ranking após duas semanas, mas somou mais US$ 35 milhões e ultrapassou a marca de US$ 300 milhões na bilheteria doméstica. Em todo o mundo, o filme soma US$ 732,5 milhões e já se aproxima dos números do longa original, que rendeu US$ 773,3 milhões em 2014. As outras estreias da semana foram produções baratas: um novo romance de adolescentes doentes, “Tudo e Todas as Coisas”, e a comédia infantil “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, quarto filme da franquia, que realiza um reboot com novo elenco. Abriram em 3º e 5º lugares, respectivamente. Com isso, “Rei Arthur: A Lenda da Espada” caiu fora do Top 5 em sua segunda semana de exibição na América do Norte. Registrando US$ 27,2 milhões em 10 dias no mercado doméstico, o filme da Warner orçado em US$ 175 milhões pode render o maior prejuízo do ano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Alien: Covenant Fim de semana: US$ 36 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 117,8 milhões 2. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ US$ 301,7 milhões Total Mundo: US$ 732,5 milhões 3. Tudo e Todas as Coisas Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ 12 milhões Total Mundo: US$ 12 milhões 4. Snatched Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 32,7 milhões Total Mundo: US$ 39,9 milhões 5. Diário de um Banana: Caindo na Estrada Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,2 milhões Total Mundo: US$ 7,2 milhões 6. Rei Arthur: A Lenda da Espada Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 27,2 milhões Total Mundo: US$ 93,4 milhões 7. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 219,8 milhões Total Mundo: US$ 1,2 bilhão 8. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 166,1 milhões Total Mundo: US$ 467,9 milhões 9. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 497,7 milhões Total Mundo: US$ 1,2 bilhão 10. Como se Tornar um Conquistador Fim de semana: US$ 2,2 milhões Total EUA: US$ 29,4 milhões Total Mundo: US$ 29,4 milhões

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    Vídeos de Sense8 revelam bastidores das gravações na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo

    18 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou dois vídeos de bastidores da 2ª temporada de “Sense8”, um deles dedicado à gravação da Parada de Orgulho LGBT de São Paulo. Ambos trazem depoimentos do elenco e mostram a grandiosidade da produção. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 2ª temporada revela mais detalhes desse fenômeno e deixa claro que os protagonistas não são os únicos “sensates” do mundo. Os 10 episódios da 2ª temporada já estão disponíveis na plataforma de streaming.

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    Alienígenas e atriz de The Walking Dead se destacam nos trailers de Star Trek: Discovery

    18 de maio de 2017 /

    A CBS e a Netflix divulgaram o pôster, fotos e os primeiros trailers da aguardada série “Star Trek: Discovery”, resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial, que vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise”. Assim como aquela série, a nova atração também é um prólogo. Os vídeos a situam uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas o contexto de sua participação não é explicado, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), com quem aparece num flashback no planeta Vulcano. Tampouco há justificativa para o conflito com os klingons ou o clima de rebelião de Burnham diante da Capitã vivida por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”). A ênfase fica para os efeitos que materializam naves espaciais e a variedade de maquiagens dos alienígenas. A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento é aguardado para a temporada americana de outono, com distribuição no Brasil via Netflix. At the edge of the universe, Discovery begins. https://t.co/xIWmNDREAb #StarTrekDiscovery pic.twitter.com/xlpH3Oe238 — Star Trek: Discovery (@startrekcbs) May 17, 2017

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  • Série

    The Orville: Trailer apresenta a série de comédia de Seth MacFarlane inspirada em Star Trek

    17 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou as fotos e o primeiro trailer de “The Orville”, nova série de comédia, que dá sequência à tendência da rede americana de apostar na combinação de humor e ficção científica – não deu certo com “Making History” e “Son of Zorn”, mas “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth) foi renovada para a 3ª temporada. Desenvolvida e estrelada por Seth MacFarlane (criador da série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária. Segundo a sinopse, o grupo heterogêneo de exploradores enfrentará desafios cósmicos dentro e de fora da nave, “audaciosamente indo onde nenhum drama cômico jamais foi antes”, parafraseando “Star Trek”. A prévia não faz o menor esforço para esconder sua influência de “Star Trek”, que grita nos designs das naves espaciais, nos figurinos dos uniformes e até na maquiagem dos alienígenas. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (série “Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (série “Castle”) e Peter Macon (série “Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios seguintes inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” será exibida às quintas na temporada de outono nos Estados Unidos.

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    Novo trailer de Planeta dos Macacos: A Guerra mostra batalha final da humanidade

    16 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou mais um pôster e o novo trailer legendado de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que apresenta a grande escala do conflito de seu título, a última batalha da humanidade. A prévia não economiza cenas bombásticas, com direito a muitas balas e explosões, para ressaltar o clima de guerra entre os macacos inteligentes de Caesar (novamente vivido por Andy Serkis) e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). Outro destaque é a presença muda de uma menina humana entre os macacos – chamada Nova, como a personagem do clássico de 1968. A direção está a cargo de Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), e a estreia acontece 3 de agosto, adiada em três semanas no Brasil.

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  • Série

    Série Timeless tem cancelamento revertido e é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A série “Timeless” conseguiu uma façanha, mudando a história de forma real. A atração sobre viajantes do tempo teve seu cancelamento anunciado pela rede NBC, mas em poucas horas os fãs se mobilizaram, lançando uma campanha por seu resgate, inconformados pela interrupção sem uma conclusão. A mobilização sensibilizou a NBC e a rede voltou atrás, anunciando a renovação de “Timeless” para a 2ª temporada. Que cliffhanger de final de temporada! Ao comemorar a reversão do cancelamento, Eric Kripke, um dos criadores de “Timeless”, escreveu no Twitter que sua equipe tinha viajado no tempo para mudar a decisão da CBS, numa referência à trama da série. Além das campanhas dos fãs, “Timeless” liderou uma pesquisa do jornal USA Today sobre quais séries canceladas mereciam ter sido renovadas. Desenvolvida por Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanha um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão. The #TimeTeam went back 3 days, and changed history. @nbc picked us up for 10 episodes. Seriously. Airs next summer. #TimelessRenewed pic.twitter.com/SDkeShlByL — Eric Kripke (@therealKripke) 13 de maio de 2017

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    Séries Making History e Son of Zorn são canceladas após uma temporada

    13 de maio de 2017 /

    O canal Fox anunciou oficialmente os cancelamentos das séries estreantes “Son of Zorn” e “Making History”. Ambas eram produzidas pela dupla Phil Lord e Chris Miller (diretores de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”) e tinham como característica a inclusão de elementos de ficção científica em suas tramas de comédia. Lord e Miller estrearam como produtores de TV com outra atração focada no mesmo nicho, “O Último Cara da Terra” (The Last Man On Earth), que foi renovada para sua 4ª temporada. Mas o choque de gêneros não foi tão bem-sucedido nas séries mais recentes. “Son of Zorn” teve mais público, mas, após uma estreia promissora diante de 6,1 milhões de telespectadores, desabou para 1,5 milhão. O motivo da queda não é segredo: a série era medíocre, com apenas 57% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por sua vez, “Making History” foi a atração de pior audiência da temporada na Fox, ainda que consistente em sua média de 1,5 milhão de telespectadores. Por isso, a aprovação da crítica, com 92% de aplausos no Rotten Tomatoes, pouco adiantou. Criada por Eric Appel (roteirista da série “Pretend Time”), “Son of Zorn” misturava animação com atores reais, acompanhando o cotidiano de um guerreiro lendário, cujo visual animado lembrava He-Man. A trama girava em torno do personagem (dublado por Jason Sudeikis, de “Uma Família do Bagulho”), em suas tentativas de se conectar com o filho e a ex-mulher, que eram interpretados por atores de carne e osso. Mas arranjar um emprego normal e se encaixar na vida suburbana acaba se provando uma experiência mais desafiadora do que as guerras em seu distante planeta natal, Zephyria. O elenco de carne e osso era composto por Cheryl Hines (série “Suburgatory”), Johnny Pemberton (“Anjos da Lei”), Tim Meadows (humorístico “Saturday Night Live”) e Artemis Pebdani (série “Scandal”). “Making History” foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e fazia humor com a premissa da viagem no tempo. A trama acompanhava Adam Pally (série “The Mindy Project”), que inventa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que o desastre se consolide, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado e logo os três se veem revisitando diferentes períodos históricos. Sua audiência foi bastante prejudicada pelo fato de seu lançamento ter ocorrido na midseason, após outras séries estreantes de viagem no tempo terem saturado a premissa.

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    O monstro de Alien Covenant não é o que se espera – e nem o filme

    12 de maio de 2017 /

    Embora a imprensa, no geral, esteja fazendo pouco caso, “Alien: Covenant” não é filme a se menosprezar. No gênero ficção científica, consegue o status de acima da média. Decepcionante sim é ele ser dirigido por Ridley Scott. Quando se trata de Scott, a expectativa sempre é grande. Não que ele mereça crédito de confiança, mas criou-se uma aura mítica em torno de seu nome, por conta de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) e “Blade Runner” (1982), que talvez tenha colocado o diretor num patamar muito mais alto do que ele possa entregar. “Alien – O Oitavo Passageiro” e “Blade Runner” são dois filmes seminais, feitos um seguido do outro, e que trouxeram para o cinema dois pesadelos soturnos, contrapontos perfeitos a diversão e escapismo a que George Lucas e Steven Spielberg promoviam como tendência. Scott preferia o mistério, o estranhamento, e, mais que tudo, a desorientação do homem frente a um futuro complexo demais para entender. Os olhos do replicante no começo de “Blade Runner” tenta abarcar toda a extensão da Los Angeles de 2019, e se prostra frente ao mar de prédios, luzes e carros voadores. Essa perplexidade que nem o homem-máquina é capaz de processar, provoca um desconforto, uma aflição metafísica. A mesma razão leva os tripulantes da Nostromo, no primeiro “Alien”, a serem reticentes na busca e captura do visitante clandestino pelos corredores da nave, que, aliás, é escura e sinistra como uma caverna do principio dos tempos. Havia mesmo no Scott, daquela época, uma vontade de fazer filmes que escapassem ao controle da análise, e que revelassem a existência de uma realidade indizível do mundo. Parece viagem? Pois era a viagem do diretor, e ele não estava nem um pouco preocupado com o eco servil do poder financeiro do cinema. Mas isso tudo é passado. Os tempos mudaram e o mistério, o estranhamento por trás do “velho” “Alien” já não tem vez. “Alien: Covenant” é um filme que busca certezas. O espectador recebe uns chacoalhões, toma uns bons sustos, visita um planeta inóspito, enfrenta feras babonas e, no fundo, não quer escapar das convenções. Anseia por um terreno seguro. De olho na bilheteria e nas planilhas de sua produtora, a Scott Free, o diretor dá o que eles pedem. É tudo muito bem feito, com aquele apuro visual que o realizador aprendeu a vender como grife. Só falta uma trama bem amarrada e um desenvolvimento coerente e, se possível, inteligente. A inteligência dá as caras na abertura. Acena-se para uma reflexão filosófica sobre a natureza divina. Verdade que, para não correr riscos, o conceito será rapidamente abandonado. Mas está lá, desenvolvido enquanto o espectador se ajusta na poltrona e saboreia sua pipoca. O prólogo mostra o nascimento do personagem central de “Prometheus” (2012), o andróide David (Michael Fassbender). Ele abre os olhos e se vê, de pé, vestido de branco, em uma sala vasta e elegante, enquanto seu criador, Peter Weyland (Guy Pearce), provoca-o com perguntas oblíquas. O robô perceptivo já pode identificar uma estátua de Michelangelo, o mobiliário medieval em torno deles, e os acordes de um clássico de Richard Wagner. Ele foi programado para reconhecer e apreciar milhões de coisas, antes mesmo de tomar consciência da vida. Então a conversa se encaminha para um nó. Vida? O que é vida? Uma questão puxa a outra, num bombardeio de perguntas que só cessam quando David percebe a certeza única de sua existência. Ele sabe que o cientista o criou. Essa lógica, contudo, pertence ao mundo robótico. Mas quem criou o cientista? Em seguida, saltamos para 10 anos após os eventos de “Prometheus”, para a nave de colonização Covenant fazendo o seu trajeto através do espaço. Centenas de passageiros dormem numa viagem que levará sete anos até chegar em seu planeta destino. Apenas um único tripulante está acordado, o andróide Walter, coincidentemente um robô da mesma série que David (Fassbender também interpreta o personagem). Passa-se uns 50 minutos, antes que esses dois andróides se encontrem num inóspito e misterioso planeta. O primeiro diálogo entre ambos é fabuloso, pela forma como se estudam. Outros encontros virão, e gradativamente os dois robôs se revelarão tão competitivos quanto os humanos que eles criticam. Surpreende o fato que os aliens não são o prato principal do filme. Os técnicos de efeitos até concebem um monstro híbrido mais bizarro que o original, mas a criatura xenomorfa não causa mais grande impacto (seis filmes depois, o que poderia nos assustar?). “Prometheus” já tinha deixado claro que esse bicho papão não impressiona mais. Lá, Fassbender roubou a cena do monstro. Torna a dominar as atenções aqui, agora em papel duplo. O verdadeiro clímax de “Covenant” acontece do confronto desses dois androides. Um espelha o outro, e a briga obviamente é tão balanceada, que fica difícil prever quem sairá vencedor. A frustração do público advém dessa mudança de rumo inesperado. Pagaram esperando ver uma coisa e, pelas indecisões dos roteiristas e do diretor, estão vendo outra. Como se não bastasse, todo o resto do elenco, inclusive a nova mocinha guerreira, vivida por Katherine Waterston (a heroína de Animais Fantásticos e Onde Habitam), são pouco expressivos. Não passam de adereços em volta dos aliens e da dupla de robôs. Pra desculpar a falta de interesse de Scott por eles, somos constantemente lembrados que os tripulantes da Covenant não são soldados ou pessoas treinadas para lidar com emergências; ou seja, não passam de um bando de zé ninguém, que muitas vezes tentam ajudar e cometem trapalhadas. A maior patetada desta equipe ocorre quando aterrissam no planeta. Parece piada. Se a turma do 8º ano do meu filho fosse fazer uma exploração interplanetária, certamente que não se portaria de forma tão estúpida como os colonos. O quê, o nível de oxigênio está bom? Então vamos tirar os capacetes, certamente não existem agentes patogênicos no ar! Isso dá uma boa medida de como começará a contaminação desta vez. Pior em “Alien: Covenant” é constatar que o tempo de Ridley Scott também expirou. Ele será sempre um cineasta lembrado pelos dois filmes supracitados que dirigiu 40 anos atrás. Cabe uma pausa aqui. Um exame frio sobre a filmografia do cineasta, para recapitular o que de verdadeiramente relevante, ele realizou ao longo da carreira. Após “Alien” e “Blade Runner”, há um honroso “Thelma & Louise” (1991), seguido de meia dúzia de filmes medianos ou decepcionantes, e então “Gladiador” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001). Depois, meia dúzia de bombas e, então, “O Gângster” (2007). Finalmente, mais algumas bobagens e finalmente “Perdido em Marte” (2015). A filmografia de Scott parece o gráfico de um paciente terminal: de vez em quando, dá uns picos, gera certa animação, mas em seguida descamba. Um mito se desfaz aqui. É duro admitir, mas se havia alguma vitalidade criativa em Scott, a sobrevida artística está sendo mantida por máquinas. Ele se acomodou na função de artesão. Permanece o incrível bom gosto visual, mas é um diretor que perdeu o senso de ambição, um cineasta à mercê de um time de roteiristas inspirados. Quando encontra um, se sobressai. Como aconteceu em “Perdido em Marte”. Quando não encontra, temos no pior dos casos algo infame como “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) ou, na sorte, algo passável como “Alien: Covenant”. A carpintaria bem feita e, quase toda digital, dá uma enganada, mas, no fim, o filme funciona de soquinho. Avança um pouquinho, para, avança outro, emperra… Resta torcer para que não haja a mesma filosofia por traz da aguardada sequência de “Blade Runner” que Scott produz.

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  • Filme,  Série

    Série Timeless é cancelada e deixa fãs sem final

    11 de maio de 2017 /

    A série de viagem no tempo “Timeless” foi cancelada pela rede NBC, deixando os fãs sem um final, após as reviravoltas e emoções interrompidas do último episódio de sua 1ª e agora única temporada. O criador Eric Kripke (pai de “Supernatural” e “Revolution”) confirmou a decisão da emissora no Twitter, dizendo-se surpreso e perturbado. Os produtores devem tentar colocar a série em outro canal, mas Kripke e o cocriador Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”) indicaram nas redes sociais que não estão otimistas em relação a esse caminho. Apesar da boa recepção da crítica (86% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a série não obteve audiência suficiente para retornar. Após abrir com 7,5 milhões de telespectadores, a atração acabou perdendo mais da metade deste público, e os últimos episódios da temporada estavam registrando 2,9 milhões. Mesmo assim, “Timeless” tinha público em outras plataformas e um grupo de seguidores fiéis. “Timeless” acompanhava um trio de viajantes do tempo que perseguiam um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão.

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  • Filme

    Alien: Covenant ganha sete pôsteres internacionais

    10 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou sete pôsteres internacionais de “Alien: Covenant”, que trazem os personagens de Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”) e a criatura xenomorfa, acompanhados por letreiros em português, japonês, inglês, chinês e coreano. O elenco ainda inclui Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia nesta quinta (11/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Ator de Fear the Walking Dead vai estrelar Avatar 2

    10 de maio de 2017 /

    A produção de “Avatar 2” começou a definir seu elenco. Segundo o site Deadline, o ator neozelandês Cliff Curtis (da série “Fear the Walking Dead”) terá um papel de destaque no filme, como líder dos Metkayina, um clã submarino, confirmando informações anteriores do diretor James Cameron que a sequência mostraria o mar de Pandora. A sequência de Avatar terá diversos cenários aquáticos e Curtis é o primeiro ator escolhido para integrar este núcleo submarino. O elenco também terá o retorno de atores do longa de 2009, como Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang. Os personagens dos dois últimos supostamente morreram na trama original. Novamente dirigido por James Cameron, “Avatar 2” começará a ser filmado no ano que vem para uma estreia em 18 de dezembro de 2020.

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