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  • Série

    Séries Making History e Son of Zorn são canceladas após uma temporada

    13 de maio de 2017 /

    O canal Fox anunciou oficialmente os cancelamentos das séries estreantes “Son of Zorn” e “Making History”. Ambas eram produzidas pela dupla Phil Lord e Chris Miller (diretores de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”) e tinham como característica a inclusão de elementos de ficção científica em suas tramas de comédia. Lord e Miller estrearam como produtores de TV com outra atração focada no mesmo nicho, “O Último Cara da Terra” (The Last Man On Earth), que foi renovada para sua 4ª temporada. Mas o choque de gêneros não foi tão bem-sucedido nas séries mais recentes. “Son of Zorn” teve mais público, mas, após uma estreia promissora diante de 6,1 milhões de telespectadores, desabou para 1,5 milhão. O motivo da queda não é segredo: a série era medíocre, com apenas 57% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por sua vez, “Making History” foi a atração de pior audiência da temporada na Fox, ainda que consistente em sua média de 1,5 milhão de telespectadores. Por isso, a aprovação da crítica, com 92% de aplausos no Rotten Tomatoes, pouco adiantou. Criada por Eric Appel (roteirista da série “Pretend Time”), “Son of Zorn” misturava animação com atores reais, acompanhando o cotidiano de um guerreiro lendário, cujo visual animado lembrava He-Man. A trama girava em torno do personagem (dublado por Jason Sudeikis, de “Uma Família do Bagulho”), em suas tentativas de se conectar com o filho e a ex-mulher, que eram interpretados por atores de carne e osso. Mas arranjar um emprego normal e se encaixar na vida suburbana acaba se provando uma experiência mais desafiadora do que as guerras em seu distante planeta natal, Zephyria. O elenco de carne e osso era composto por Cheryl Hines (série “Suburgatory”), Johnny Pemberton (“Anjos da Lei”), Tim Meadows (humorístico “Saturday Night Live”) e Artemis Pebdani (série “Scandal”). “Making History” foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e fazia humor com a premissa da viagem no tempo. A trama acompanhava Adam Pally (série “The Mindy Project”), que inventa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que o desastre se consolide, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado e logo os três se veem revisitando diferentes períodos históricos. Sua audiência foi bastante prejudicada pelo fato de seu lançamento ter ocorrido na midseason, após outras séries estreantes de viagem no tempo terem saturado a premissa.

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  • Filme

    O monstro de Alien Covenant não é o que se espera – e nem o filme

    12 de maio de 2017 /

    Embora a imprensa, no geral, esteja fazendo pouco caso, “Alien: Covenant” não é filme a se menosprezar. No gênero ficção científica, consegue o status de acima da média. Decepcionante sim é ele ser dirigido por Ridley Scott. Quando se trata de Scott, a expectativa sempre é grande. Não que ele mereça crédito de confiança, mas criou-se uma aura mítica em torno de seu nome, por conta de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) e “Blade Runner” (1982), que talvez tenha colocado o diretor num patamar muito mais alto do que ele possa entregar. “Alien – O Oitavo Passageiro” e “Blade Runner” são dois filmes seminais, feitos um seguido do outro, e que trouxeram para o cinema dois pesadelos soturnos, contrapontos perfeitos a diversão e escapismo a que George Lucas e Steven Spielberg promoviam como tendência. Scott preferia o mistério, o estranhamento, e, mais que tudo, a desorientação do homem frente a um futuro complexo demais para entender. Os olhos do replicante no começo de “Blade Runner” tenta abarcar toda a extensão da Los Angeles de 2019, e se prostra frente ao mar de prédios, luzes e carros voadores. Essa perplexidade que nem o homem-máquina é capaz de processar, provoca um desconforto, uma aflição metafísica. A mesma razão leva os tripulantes da Nostromo, no primeiro “Alien”, a serem reticentes na busca e captura do visitante clandestino pelos corredores da nave, que, aliás, é escura e sinistra como uma caverna do principio dos tempos. Havia mesmo no Scott, daquela época, uma vontade de fazer filmes que escapassem ao controle da análise, e que revelassem a existência de uma realidade indizível do mundo. Parece viagem? Pois era a viagem do diretor, e ele não estava nem um pouco preocupado com o eco servil do poder financeiro do cinema. Mas isso tudo é passado. Os tempos mudaram e o mistério, o estranhamento por trás do “velho” “Alien” já não tem vez. “Alien: Covenant” é um filme que busca certezas. O espectador recebe uns chacoalhões, toma uns bons sustos, visita um planeta inóspito, enfrenta feras babonas e, no fundo, não quer escapar das convenções. Anseia por um terreno seguro. De olho na bilheteria e nas planilhas de sua produtora, a Scott Free, o diretor dá o que eles pedem. É tudo muito bem feito, com aquele apuro visual que o realizador aprendeu a vender como grife. Só falta uma trama bem amarrada e um desenvolvimento coerente e, se possível, inteligente. A inteligência dá as caras na abertura. Acena-se para uma reflexão filosófica sobre a natureza divina. Verdade que, para não correr riscos, o conceito será rapidamente abandonado. Mas está lá, desenvolvido enquanto o espectador se ajusta na poltrona e saboreia sua pipoca. O prólogo mostra o nascimento do personagem central de “Prometheus” (2012), o andróide David (Michael Fassbender). Ele abre os olhos e se vê, de pé, vestido de branco, em uma sala vasta e elegante, enquanto seu criador, Peter Weyland (Guy Pearce), provoca-o com perguntas oblíquas. O robô perceptivo já pode identificar uma estátua de Michelangelo, o mobiliário medieval em torno deles, e os acordes de um clássico de Richard Wagner. Ele foi programado para reconhecer e apreciar milhões de coisas, antes mesmo de tomar consciência da vida. Então a conversa se encaminha para um nó. Vida? O que é vida? Uma questão puxa a outra, num bombardeio de perguntas que só cessam quando David percebe a certeza única de sua existência. Ele sabe que o cientista o criou. Essa lógica, contudo, pertence ao mundo robótico. Mas quem criou o cientista? Em seguida, saltamos para 10 anos após os eventos de “Prometheus”, para a nave de colonização Covenant fazendo o seu trajeto através do espaço. Centenas de passageiros dormem numa viagem que levará sete anos até chegar em seu planeta destino. Apenas um único tripulante está acordado, o andróide Walter, coincidentemente um robô da mesma série que David (Fassbender também interpreta o personagem). Passa-se uns 50 minutos, antes que esses dois andróides se encontrem num inóspito e misterioso planeta. O primeiro diálogo entre ambos é fabuloso, pela forma como se estudam. Outros encontros virão, e gradativamente os dois robôs se revelarão tão competitivos quanto os humanos que eles criticam. Surpreende o fato que os aliens não são o prato principal do filme. Os técnicos de efeitos até concebem um monstro híbrido mais bizarro que o original, mas a criatura xenomorfa não causa mais grande impacto (seis filmes depois, o que poderia nos assustar?). “Prometheus” já tinha deixado claro que esse bicho papão não impressiona mais. Lá, Fassbender roubou a cena do monstro. Torna a dominar as atenções aqui, agora em papel duplo. O verdadeiro clímax de “Covenant” acontece do confronto desses dois androides. Um espelha o outro, e a briga obviamente é tão balanceada, que fica difícil prever quem sairá vencedor. A frustração do público advém dessa mudança de rumo inesperado. Pagaram esperando ver uma coisa e, pelas indecisões dos roteiristas e do diretor, estão vendo outra. Como se não bastasse, todo o resto do elenco, inclusive a nova mocinha guerreira, vivida por Katherine Waterston (a heroína de Animais Fantásticos e Onde Habitam), são pouco expressivos. Não passam de adereços em volta dos aliens e da dupla de robôs. Pra desculpar a falta de interesse de Scott por eles, somos constantemente lembrados que os tripulantes da Covenant não são soldados ou pessoas treinadas para lidar com emergências; ou seja, não passam de um bando de zé ninguém, que muitas vezes tentam ajudar e cometem trapalhadas. A maior patetada desta equipe ocorre quando aterrissam no planeta. Parece piada. Se a turma do 8º ano do meu filho fosse fazer uma exploração interplanetária, certamente que não se portaria de forma tão estúpida como os colonos. O quê, o nível de oxigênio está bom? Então vamos tirar os capacetes, certamente não existem agentes patogênicos no ar! Isso dá uma boa medida de como começará a contaminação desta vez. Pior em “Alien: Covenant” é constatar que o tempo de Ridley Scott também expirou. Ele será sempre um cineasta lembrado pelos dois filmes supracitados que dirigiu 40 anos atrás. Cabe uma pausa aqui. Um exame frio sobre a filmografia do cineasta, para recapitular o que de verdadeiramente relevante, ele realizou ao longo da carreira. Após “Alien” e “Blade Runner”, há um honroso “Thelma & Louise” (1991), seguido de meia dúzia de filmes medianos ou decepcionantes, e então “Gladiador” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001). Depois, meia dúzia de bombas e, então, “O Gângster” (2007). Finalmente, mais algumas bobagens e finalmente “Perdido em Marte” (2015). A filmografia de Scott parece o gráfico de um paciente terminal: de vez em quando, dá uns picos, gera certa animação, mas em seguida descamba. Um mito se desfaz aqui. É duro admitir, mas se havia alguma vitalidade criativa em Scott, a sobrevida artística está sendo mantida por máquinas. Ele se acomodou na função de artesão. Permanece o incrível bom gosto visual, mas é um diretor que perdeu o senso de ambição, um cineasta à mercê de um time de roteiristas inspirados. Quando encontra um, se sobressai. Como aconteceu em “Perdido em Marte”. Quando não encontra, temos no pior dos casos algo infame como “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) ou, na sorte, algo passável como “Alien: Covenant”. A carpintaria bem feita e, quase toda digital, dá uma enganada, mas, no fim, o filme funciona de soquinho. Avança um pouquinho, para, avança outro, emperra… Resta torcer para que não haja a mesma filosofia por traz da aguardada sequência de “Blade Runner” que Scott produz.

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  • Filme,  Série

    Série Timeless é cancelada e deixa fãs sem final

    11 de maio de 2017 /

    A série de viagem no tempo “Timeless” foi cancelada pela rede NBC, deixando os fãs sem um final, após as reviravoltas e emoções interrompidas do último episódio de sua 1ª e agora única temporada. O criador Eric Kripke (pai de “Supernatural” e “Revolution”) confirmou a decisão da emissora no Twitter, dizendo-se surpreso e perturbado. Os produtores devem tentar colocar a série em outro canal, mas Kripke e o cocriador Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”) indicaram nas redes sociais que não estão otimistas em relação a esse caminho. Apesar da boa recepção da crítica (86% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a série não obteve audiência suficiente para retornar. Após abrir com 7,5 milhões de telespectadores, a atração acabou perdendo mais da metade deste público, e os últimos episódios da temporada estavam registrando 2,9 milhões. Mesmo assim, “Timeless” tinha público em outras plataformas e um grupo de seguidores fiéis. “Timeless” acompanhava um trio de viajantes do tempo que perseguiam um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão.

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  • Filme

    Alien: Covenant ganha sete pôsteres internacionais

    10 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou sete pôsteres internacionais de “Alien: Covenant”, que trazem os personagens de Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”) e a criatura xenomorfa, acompanhados por letreiros em português, japonês, inglês, chinês e coreano. O elenco ainda inclui Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia nesta quinta (11/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Ator de Fear the Walking Dead vai estrelar Avatar 2

    10 de maio de 2017 /

    A produção de “Avatar 2” começou a definir seu elenco. Segundo o site Deadline, o ator neozelandês Cliff Curtis (da série “Fear the Walking Dead”) terá um papel de destaque no filme, como líder dos Metkayina, um clã submarino, confirmando informações anteriores do diretor James Cameron que a sequência mostraria o mar de Pandora. A sequência de Avatar terá diversos cenários aquáticos e Curtis é o primeiro ator escolhido para integrar este núcleo submarino. O elenco também terá o retorno de atores do longa de 2009, como Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang. Os personagens dos dois últimos supostamente morreram na trama original. Novamente dirigido por James Cameron, “Avatar 2” começará a ser filmado no ano que vem para uma estreia em 18 de dezembro de 2020.

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  • Filme

    James Gunn confirma retorno de Ayesha em Guardiões da Galáxia Vol. 3

    9 de maio de 2017 /

    O diretor James Gunn confirmou o retorno de Ayesha em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. A personagem, interpretada por Elizabeth Debicki, aparece no começo do “Vol. 2”, mas os fãs se interessaram mais por uma das cenas pós-créditos do filme, que aponta os rumos que ele pode seguir na continuação. “Eu absolutamente pretendo trazer Elizabeth Debicki de volta. De todos os atores e atrizes com quem já trabalhei, ela é, na verdade, uma das minhas favoritas. Acho que neste filme, entre ela, Pom Klementieff que interpreta Mantis, e Chris Sullivan que interpreta Taserface, eles realmente foram três dos melhores atores com quem já trabalhei e foram todos uma alegria de conviver, portanto eu adoraria lidar com eles novamente”, afirmou o diretor e roteirista, em entrevista ao IGN. Na terceira cena pós-crédito de “Guardiões 2”, Ayesha surge como responsável pela criação do herói Adam Warlock. Nos quadrinhos, a história dos dois personagens é totalmente interligada, ainda que nunca tenham se encontrado. Outra diferença é que Warlock foi quem surgiu primeiro. Ayesha foi introduzida em 1977, numa história do Hulk escrita por Len Wein (criador de Wolverine e do Monstro do Pântano), como uma criação da organização secreta conhecida como Enclave, em sua segunda tentativa (a primeira foi Warlock) para criar um superser sob seu controle. Na época, a personagem era chamada apenas de Ela. Mas, ao se livrar da influência do Enclave, Ayesha não se mostra tão maligna, dedicando sua vida a encontrar Ele (Adam Warlock), com o objetivo de cumprir sua missão de originar uma raça de seres perfeitos. A busca, porém, não tem o resultado esperado, pois Warlock acabou morrendo antes que os dois se encontrassem, numa batalha contra Thanos. Entristecida, ela decide provocar os homens mais poderosos da Terra para decidir quais seriam merecedores de sua companhia. Ao final, ela opta por virar parceira do herói Quasar.

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  • Filme

    Tom Cruise e Emily Blunt vão voltar na continuação de No Limite do Amanhã

    9 de maio de 2017 /

    A ótima sci-fi “No Limite do Amanhã” teve sua continuação confirmada pelo diretor Doug Liman. Em entrevista ao site Collider, ele contou que Tom Cruise e Emily Blunt estão à bordo e ainda revelou o título do novo filme: “Live Die Repeat and Repeat”, uma brincadeira com a capacidade do Tenente Coronel Bill Cage (Tom Cruise) de voltar à vida após morrer. “Temos uma grande história! É incrível! Melhor que a do primeiro filme e olha que eu amo ‘No Limite do Amanhã’. Tom Cruise e Emily Blunt estão muito animados. A grande questão não é mais saber se vamos fazer e sim quando vamos fazê-lo”, afirmou o diretor, salientando que tem ideias de subverter a trama e as continuações de grandes sucessos como um todo. Considerado um dos melhores filmes de ação da carreira de Tom Cruise, o filme arrancou muitos elogios da crítica, mas não foi um grande sucesso de público. Com um robusto orçamento de US$ 178 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos, mas compensou com um ótimo desempenho nos demais países, chegando a um total de US$ 369,2 milhões. Além disso, fez muito sucesso no mercado de home video, o que criou uma expectativa positiva para o estúdio Warner Bros. Aparentemente, foi Tom Cruise quem teve a ideia original da história da sequência e convenceu a todos a voltarem a se reunir. Além dos três citados, o roteirista Christopher McQuarrie, parceiro favorito de Cruise nos últimos anos, vai supervisionar o roteiro, que está a cargo da dupla Joe Shrapnel e Anna Waterhouse (autores de “Race”, cinebiografia do atleta Jesse Owens), além de produzir o filme. O filme original acompanhava o Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e se oferece para treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”. Antes da sequência de “No Limite do Amanhã”, Doug Liman vai lançar o suspense “Feito na América”, também estrelado por Tom Cruise, e filma a ficção científica “Chaos Walking”. Já Tom Cruise será o protagonista da nova versão de “A Múmia”, e está atualmente filmando o sexto “Missão Impossível” com Christopher McQuarry. Emily Blunt, por sua vez, encara o desafio de viver Mary Poppins na continuação do clássico da Disney.

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  • Filme

    Harrison Ford diz que continuação de Blade Runner é “emocionalmente profunda”

    9 de maio de 2017 /

    O novo trailer de “Blade Runner 2049”, que já está na internet, foi apresentado originalmente num evento para a imprensa, nos EUA, realizado na segunda-feira (8/5) com a presença dos atores Ryan Gosling e Harrison Ford. Durante a entrevista coletiva, Ford disse que o novo filme será “emocionalmente profundo” e destacou a primeira cena “complexa” que compartilhou com Gosling durante as filmagens. “Era uma cena sobre todo o ocorrido desde a última vez que vimos meu personagem e a primeira vez que ele é visto neste filme, e as referências que unem estes dois personagens (o de Ford e o de Gosling), que são inesperadamente profundas, emocionalmente profundas e realmente ricas”, comentou. O ator explicou que o novo longa-metragem “reconhece e trata algumas das questões éticas que a tecnologia apresenta hoje em dia” e que a trama explorará tanto os benefícios como as consequências desses avanços. Após retomar outros personagens clássicos de sua carreira como Indiana Jones e Han Solo, Ford também explicou porque decidiu retornar a Rick Deckard, o protagonista do “Blade Runner” original, lançado em 1982. “O personagem se encaixa na história de uma maneira que me intrigou. Há um contexto emocional muito forte e a relação entre meu personagem, Deckard, e o resto me pareceu fascinante. É interessante desenvolver um personagem assim depois de tanto tempo. Foi uma experiência muito gratificante”, comentou. Já Ryan Gosling, que interpreta no filme o novo Blade Runner, oficial K, afirmou que nunca fez parte de um projeto tão ambicioso. “Eu me vi completamente submerso neste universo com o qual cresci. Para mim, a chave foi não demonstrar na câmera o que sentia, porque se supõe que meu personagem está acostumado a essa realidade, embora eu nunca tenha visto cenários assim. Nunca trabalhei em algo nesta escala”, disse o ator canadense. Além dos atores citados, o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A direção é de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e a produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Blade Runner 2049 replica clássico e faz várias revelações

    8 de maio de 2017 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Blade Runner 2049”, que replica o visual do filme de 1982 e até a trilha sonora de Vangelis. Mas também há várias novidades, e não apenas na evolução dos efeitos visuais. Entre elas, destacam-se a revelação dos personagens interpretados por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), um fabricante de replicantes um tanto bizarro, e pela cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), no papel de uma replicante que evoca com Ryan Gosling (“La La Land”) o clímax do primeiro filme, o famoso encontro no terraço chuvoso entre os antagonistas, mas de forma sensual. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A trama gira em torno da investigação de um novo caçador de andróides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. Além dos citados, o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Josh Hutcherson ilustra nova foto da série de comédia sci-fi Future Man

    7 de maio de 2017 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou uma nova foto da série de comédia sci-fi “Future Man”, que será estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”). Assim como a primeira foto, a imagem (acima) traz Hutcherson com visual futurista e de arma em punho. “Future Man” é a mais nova produção da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista” e criadores da série “Preacher”. A atração foi concebida por outra dupla, Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, também produzida por Rogen e Goldberg. A trama gira em torno de Josh Futturman, que é apenas um zelador durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Segundo a sinopse, o personagem de Josh Hutcherson vive com os pais e tem um péssimo emprego no centro de pesquisas de disfunções sexuais Devlin. Após viver uma adolescência repleta de doenças, Josh tornou-se uma pessoa antissocial, com baixa auto-estima e dificuldade de se aproximar das mulheres. A única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Quando o protagonista ultrapassa o último nível, os personagens vão ao mundo real avisá-lo que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento e que ele fora selecionado para viajar no tempo e ajudá-los a salvar o mundo. Como ele não é um herói de verdade, neste ponto a sinopse evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984). O elenco também inclui Eliza Coupe (série “Happy Endings”), Derek Wilson (série “Preacher”), Ed Begley Jr. (“Caça-Fantasmas”) e Glenne Headly (série “The Night Of”). O programa está previsto para estrear no Hulu ainda em 2017.

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  • Série

    Criador de House of Cards prepara série sci-fi sobre a conquista de Marte

    7 de maio de 2017 /

    A plataforma de streaming americana Hulu encomendou a produção de uma nova série sci-fi: “The First” (título provisório), que se passa em um futuro próximo e acompanha a primeira missão tripulada para Marte. O programa é uma criação do roteirista Beau Willimon, o criador de “House of Cards”. Por conta da reputação dessa série, o projeto deve atrair grandes astros do cinema e terá um grande orçamento. “É uma história sobre o espírito humano”, disse Willimon, em comunicado. “Sobre nossa indomável necessidade de alcançar horizontes desconhecidos. Sobre as pessoas que trabalham para a maior conquista pioneira da história humana. E sobre o custo dessa visão, o perigo e sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é necessário para alcançar o objetivo. Como as pessoas comuns e imperfeitas se unem e superam uma infinidade de obstáculos para captar o extraordinário.” “The First” começará a ser gravada no final do ano para uma estreia em 2018 na Hulu.

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  • Filme

    Continuação de Blade Runner ganha novo teaser tenso

    6 de maio de 2017 /

    A Warner divulgou um novo teaser de “Blade Runner 2049”, antecipando o segundo trailer, que será lançado na segunda-feira (8/5). A prévia é tensa, tem narração da personagem de Robin Wright (“Há uma ordem para as coisas. Isso é o que fazemos aqui”), cenas de ação de Ryan Gosling, que aparece surtando e ensanguentado, um vislumbre de Harrison Ford no papel clássico de Rick Deckard, e muitos efeitos visuais. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. O filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original de 1982. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.

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  • Filme

    Novo trailer de Alien: Covenant destaca confronto entre Katherine Waterston e o alienígena

    5 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou um pôster e o novo trailer de “Alien: Covenant” focados na personagem de Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), que aparece de arma em punho prestes a enfrentar o alienígena xenomorfo a bordo de sua nave. Seu destaque vai na contramão da trama do primeiro “Alien” (1979), quando o protagonismo de Ripley, o papel icônico de Sigourney Weaver, revelava-se uma surpresa. O elenco ainda inclui Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”). Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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