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  • Filme

    Diretor comemora final das filmagens de Jurassic World: O Reino Está Ameaçado

    10 de julho de 2017 /

    O diretor espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) comemorou no Twitter o final das filmagens de “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, postando um gif divertido do ator Chris Pratt rebolando no primeiro filme. Além de Pratt, estão confirmados os retornos de Bryce Dallas Howard e BD Wong, que repetirão seus papéis do blockbuster de 2015, além de Jeff Goldblum no papel de Ian Malcolm, protagonista do primeiro “Jurassic Park” (1993). “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado” chega aos cinemas em junho de 2018. This is a wrap for Jurassic World: Fallen Kingdom! What a journey! Thank you to everyone that made it possible. #JurassicWorldFallenKingdom pic.twitter.com/dtMsNDvZwP — JA Bayona (@FilmBayona) July 9, 2017

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  • Filme

    Surgem as primeiras fotos dos bastidores do filme de Han Solo

    10 de julho de 2017 /

    Surgiram as primeiras imagens de Alden Ehrenreich no set de “Han Han Solo: Uma História Star Wars” (título provisório), longa derivado de Star Wars que mostrará o mais famoso contrabandista da galáxia antes dos eventos do filme original de 1977. Nas fotos, marcadas com logotipo do site TMZ, Ehrenreich aparece ao lado de Chewbacca, o personagem de Woody Harrelson e uma atriz que aparenta ser Emilia Clarke. A dificuldade para identificar as pessoas se deve à baixa resolução das imagens. Há também um vídeo do cenário, que não mostra nenhum ator conhecido. De todo modo, as cenas flagradas faziam parte das filmagens realizadas pelos diretores Phil Lord e Christopher Miller, que trabalharam no longa por cinco meses, antes de serem substituídos por Ron Howard pela Lucasfilm. O primeiro spin-off da franquia, “Rogue One: Uma história Star Wars”, também passou por turbulências e, segundo atestam fontes de bastidores, mudanças similares, com a substituição de Gareth Edwards (“Godzilla”) por Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) em refilmagens extensivas. A diferença é que Edwards não foi demitido publicamente e os problemas foram resolvidos nos bastidores. Apesar das turbulências, a data de estreia continua mantida em maio de 2018.

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  • Filme

    O Círculo é tão constrangedor que deveria virar meme

    8 de julho de 2017 /

    Lançado em 2013, o romance ficcional “O Círculo”, de Dave Eggers, fez fama criticando e, em alguns momentos, demonizando com veemência os grandes conglomerados da web (Apple e Google em primeiro plano, mas sobra farpas para o Facebook também no livro) numa trama simplista que utilizava a narrativa com o intuito de alertar o público sobre algumas questões realmente importantes do mundo moderno, como superexposição nas redes sociais e controle midiático através de dados liberados sem cerimônia por internautas como você e eu. Trazido para o cinema com direção de James Ponsoldt (“O Maravilhoso Agora”) e um elenco de respeito (a nova querida de Hollywood, Emma Watson, o duas vezes vencedor do Oscar Tom Hanks e Bill Paxton, em seu último filme – até o cantor Beck faz uma ponta), “O Círculo”, porém, tropeça na incompetência de um roteiro que não tem foco certo e recheia a trama de obviedades absolutamente dispensáveis, de uma direção de atores vergonhosamente ineficaz (Emma Watson já provou ser uma ótima atriz, mas não consegue dar brilho a um personagem que teria tudo para ser interessante, mas foi desenhado de forma tão confusa que nem mesmo a atriz parece entendê-lo) e de uma mensagem tão banal que chega a constranger o público. James Ponsoldt, que divide o roteiro junto com o autor Dave Eggers, tinha temas importantes em mãos, e conseguiu fazer deles péssimo entretenimento, péssimo cinema e péssima crítica social. Sério concorrente ao Framboesa de Ouro 2017, “O Círculo” é tão constrangedor que os executivos da Apple, Google e Facebook devem estar gargalhando de Hollywood.

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  • Filme

    Colossal transforma monstro gigante em metáfora do feminismo

    8 de julho de 2017 /

    Como um filme com uma premissa tão boba pode render discussões relevantes e profundas? À primeira vista, “Colossal” é sobre uma mulher com uma estranha ligação com um monstro gigantesco que ataca Seul (!) Numa análise superficial, temos mais um filme estranho no mercado, aparentemente sem pé nem cabeça, que vai desagradar muita gente acostumada com o cinema comercial de Hollywood e ganhar status de cult graças aos poucos e bons admiradores sedentos por algo diferente numa indústria que não dá muito espaço para projetos criativos. O diretor espanhol Nacho Vigalondo, por sinal, parece só fazer filmes cults. Ele é especialista em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Desta vez, inclusive, optou por escalar um ator fantasiado para atacar a capital da Coreia do Sul, em vez de efeitos visuais de última geração. Não é apenas nisso que o filme se difere dos blockbusters de monstros gigantes tradicionais. Para começar, seu ritmo é lento. Talvez Nacho Vigalondo se preocupe demais em se distanciar do tom ágil da maioria das produções atuais. Mas isso também combina com o momento da protagonista, que está se recuperando de um baque e ninguém supera problemas de uma hora para outra. David Lynch disse certa vez que filmes devem ser sentidos e não entendidos. Enfim, temos mais um caso aqui que comprova a teoria. “Colossal” estabelece suas próprias regras para quem se dispõe a embarcar nessa viagem e, simpatizando com Gloria – e não é difícil se pegar encantado pela personagem de Anne Hathaway (“Interestelar”) –, a tarefa de acreditar nas loucuras vistas na tela torna-se facilmente aceitável, resultando em um filme estranhamente divertido. Por vezes, duro. Até porque nunca será confortável ver homens desrespeitando e batendo em mulheres. Ao mesmo tempo, após reviravoltas muito bem construídas, a catarse gerada pela volta por cima de Gloria recompensa qualquer espectador que tenha o mínimo de juízo. “Colossal” é uma história quase que inteiramente narrada sob o ponto de vista da protagonista. O que também influencia na forma como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), principal parceiro de Anne Hathaway em cena, é retratado. Ele fala demais, a ponto de alguns de seus diálogos parecerem monólogos, de tão cansativos. Mas é assim que Gloria o vê, num olhar propositalmente patético em relação aos homens dessa história. O filme oferece a oportunidade, a quem enxerga além das entrelinhas, de notar que toda a esquisitice narrativa, incluindo a criatura, é uma metáfora “colossal” da tentativa de Gloria superar seus problemas, originados não pela bebida, como o início sugere, mas sim por relacionamentos com homens frouxos e descontrolados. O “monstro” liberado pela moça pode ser uma consequência da submissão e anos de maus tratos dos machistas, que simplesmente não conseguem compreender ou controlar o bicho. Não é melhor aceitar que essa é a proposta de “Colossal”? Ora, qual seria o sentido da trama se a levássemos ao pé da letra? Uma mulher levanta seu braço esquerdo numa cidadezinha do interior dos EUA e o monstro em Seul repete seu movimento? Fazendo sentido ou não, o importante é “Colossal” ser mais um exemplar da tendência (necessária) de empoderamento feminino na indústria cinematográfica. Graças a sua esquisitice, “Colossal” não agradará a todo mundo, mesmo com uma atuação inspirada de Anne Hathaway, que também assina como produtora executiva. Mas quem se arriscar a enfrentar seu monstro, pode descobrir que criaturas gigantes também refletem a luta do feminismo na sociedade contemporânea atual.

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  • Série

    Veja 15 fotos e 15 minutos de Salvation, nova série apocalíptica do diretor de A Múmia

    8 de julho de 2017 /

    A rede americana CBS divulgou 15 fotos e os primeiros 15 minutos de “Salvation”, sua nova série limitada de verão. A sci-fi apocalíptica tem 10 episódios e gira em torno dos esforços da humanidade para sobreviver ao impacto de um asteroide. Este “Armageddon” televisivo foi originalmente desenvolvido em 2013 com roteiro de Matt Wheeler (“Hawaii Five-O”), mas só saiu do papel agora devido ao envolvimento dos produtores Alex Kurtzman (o diretor de “A Múmia”) e Peter M. Lenkov, ambos também de “Hawaii Five-0”. Repaginada pelos produtores, a série ganhou um novo roteiro de Elizabeth Kruger e Craig Shapiro (ambos de “Necessary Roughness”), que gira em torno da descoberta, por um estudante e um especialista em tecnologia, de um asteroide em rota de colisão com a Terra. Os dois se unem a um membro do baixo escalão do Pentágono para descobrir uma forma de evitar a destruição do planeta e garantir o futuro da humanidade. O piloto tem direção do cineasta espanhol Juan Carlos Fresnadillo (do ótimo filme de zumbis “Extermínio 2”) e o elenco inclui Santiago Cabrera (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jennifer Finnigan (série “Tyrant”), Charlie Rowe (série “Red Band Society”), Ian Anthony Dale (série “Hawaii Five-0”), Jacqueline Byers (série “Roadies”) e Dennis Boutsikaris (série “Quantico”). A estreia está marcada para quarta-feira (12/7) nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Pôster revela o título nacional da continuação de Jurassic World

    7 de julho de 2017 /

    A Universal Pictures revelou o título brasileiro da continuação de “Jurassic World” (2015). “Jurassic World: Fallen Kingdom” virou “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, com um verbo inexistente no original. Repetindo o que aconteceu nos EUA, o título ficou conhecido com a divulgação do primeiro pôster nacional da produção. O cartaz também traz a frase “A vida encontra um meio”, numa referência ao que diz o personagem Ian Malcolm no primeiro “Jurassic Park”: “A vida sempre encontra um meio”. A citação não é gratuita. O filme trará de volta o próprio Ian Malcolm, interpretado pelo ator Jeff Goldblum há 24 anos. Além dele, estão confirmados os retornos de Chris Pratt, Bryce Dallas Howard e BD Wong, que repetirão seus papéis do blockbuster de 2015, cujo faturamento atingiu US$ 1,6 bilhão nas bilheterias mundiais. Em entrevista ao site Collider, o cineasta Colin Trevorrow, que dirigiu “Jurassic World” e produz a sequência, disse que o novo filme será mais do que “pessoas correndo de dinossauros em uma ilha”. Ele abordará “a ganância e as profundezas da depravação que a humanidade alcança para satisfazer suas necessidade de lucro”. Com direção do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”), “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado chega aos cinemas em junho de 2018.

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  • Etc

    Cara Delevingne faz ensaio sexy de temática sci-fi para a GQ britânica

    5 de julho de 2017 /

    A modelo e atriz inglesa Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estampa a capa da edição britânica da revista GQ deste mês. Em suas páginas, ela estrela um ensaio fotográfico sensual no qual lembra “Barbarella” – com um toque de robô sexy de “Metrópolis”. O visual não deixa de ser uma referência ao seu novo papel no cinema, que, como “Barbarella”, também é uma adaptação de quadrinhos espaciais franceses dos anos 1960. Cara vive a heroína Laureline em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. O filme é baseado em quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, e acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. A direção é de Luc Besson (“O Quinto Elemento”) e a estreia está marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. Além das fotos e da entrevista, a publicação também produziu um vídeo com Cara em roupa e peruca sci-fi, que pode ser visto abaixo.

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  • Filme

    Dunkirk será o maior lançamento em 70mm dos últimos 25 anos

    5 de julho de 2017 /

    O diretor Christopher Nolan se juntou a Quentin Tarantino na defesa dos antigos projetores de cinema de 70mm. Após Tarantino conseguir convencer 100 cinemas dos Estados Unidos a exibir “Os Oito Odiados” na bitola clássica das telas gigantescas, Nolan vai levar a projeção de “Dunkirk” em 70mm para 125 salas. A exibição no formato clássico vai na contramão da tendência digital que ocasionou a aposentadoria dos projetores de filmes em praticamente todo o mundo. No Brasil, por exemplo, não existem mais cinemas operando estes projetores, que viveram seus dias de glória com a exibição de épicos como “Ben-Hur” (1959) e “Lawrence da Arábia” (1962). Os cinemas com telas gigantes também deram lugar a templos religiosos, numa mudança de hábitos gerada pela implementação dos multiplexes de shopping centers. “Dunkirk” representará o maior lançamento no formato nos últimos 25 anos, e reflete o esforço de alguns cineastas para salvar o filme – a película de celuloide. Em contraste com a paixão digital de George Lucas, até o final da nova trilogia “Star Wars” será filmado de verdade, em vez de gravado por câmeras digitais, com direção de Colin Trevorrow. A iniciativa tem incentivo da Kodak, que tenta se recuperar do impacto causado pela substituição das máquinas fotográficas por celulares e câmeras de cinema por equivalentes digitais. Os defensores do formato, que também incluem Paul Thomas Anderson, alegam que um filme em 70mm traz imagens mais nítidas e pictóricas, justamente por ser a maior de todas as bitolas cinematográficas (mais larga e com espaço para 6 pistas de som), ao passo que a gravação digital elimina profundidade e deixa a captação parecendo imagem de TV. Claro, o circuito IMAX é composto por salas com telas gigantes, entretanto sua exibição é digital. Por isso, até mesmo nos Estados Unidos, a quantidade de salas disponíveis para exibição de filmes de 70mm é muito restrita. A Kodak espera que o esforço de cineastas de prestígio ajude a criação de um circuito alternativo para o formato, similar ao IMAX, que culminaria com o lançamento de “Star Wars: Episódio IX” em 2019 As exibições especiais de “Dunkirk” vão acontecer a partir de 19 de julho, dois dias antes da estreia oficial na América do Norte. O lançamento no Brasil acontece na semana seguinte, em 27 de julho no circuito tradicional.

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  • Série

    Isaiah Washington não participará da 5ª temporada de The 100

    4 de julho de 2017 /

    O ator Isaiah Washington, intérprete de Thelonious Jaha em “The 100”, não retornará ao elenco da 5ª temporada da série. “Nós fomos incrivelmente afortunados por ter Isaiah Washington em ‘The 100’ nas últimas quatro temporadas”, disse o produtor executivo Jason Rothenberg ao site TVLine. “Ele trouxe muito para o papel de Jaha, e nós adoramos trabalhar com ele”. O personagem de Washington sofreu uma transformação radical ao longo da série. Depois de ter sido despojado de seu título de chanceler, Jaha tornou-se uma alma perdida, eventualmente encontrando a salvação – ou assim ele pensou – através das promessas de uma tecnologia maligna conhecido como ALIE. Após sua derrota, Jaha tentou se redimir, ajudando seu povo a ganhar acesso a um bunker secreto que poderia salvá-los de uma iminente onda de morte nuclear. Ao final da 4ª temporada, a série avançou seis anos no tempo, e o destino de Jaha pode ter sido definido nesse hiato. A explicação só será conhecida com a estreia dos novos capítulos, o que só deve acontecer na midseason, no começo de 2018.

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    Andy Serkis virá ao Brasil lançar o novo Planeta dos Macacos

    3 de julho de 2017 /

    O ator Andy Serkis, intérprete de Caesar na franquia “Planeta dos Macacos”, virá ao Brasil lançar o terceiro filme da trilogia. Ele gravou um vídeo, disponibilizado pela Fox, em que anuncia sua presença na première nacional de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, no final de julho. A data exata ainda não foi confirmada. Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, o terceiro capítulo da franquia sci-fi vai mostrar os símios liderados por Caesar num confronto com um exército humano, comandado por Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A estreia acontece em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Vídeo de Planeta dos Macacos: A Guerra destaca transformação de Andy Serkis

    2 de julho de 2017 /

    A Fox divulgou mais um vídeo de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, dessa vez mostrando a impressionante transformação de Andy Serkis no protagonista Caesar. Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, o terceiro capítulo da franquia sci-fi vai mostrar os símios liderados por Caesar num confronto com um exército humano, comandado por Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A estreia acontece em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Final de temporada de Doctor Who introduz David Bradley como o Doutor original

    1 de julho de 2017 /

    O último episódio da 10ª temporada de “Doctor Who”, exibido neste sábado (1/7) no Reino Unido, introduziu um novo intérprete do personagem-título. Mas ninguém poderia imaginar a surpresa preparada pelos produtores. Peter Capaldi, que vai se despedir do papel no especial de Natal deste ano, encontrou, na cena final, o primeiro Doctor Who. Ou algo parecido. Quem aparece, na verdade, é David Bradley, das séries “Games of Thrones” e “The Strain”, que se anuncia de forma triunfal para Capaldi, quando este se recusa a regenerar e ganhar um novo rosto, bradando que é o Doutor. “Você pode ser um Doutor, mas eu sou o Doutor, o original”, retruca Bradley, num cenário reminiscente de um episódio de 1966, que introduziu os cyberman na série original. Veja a cena no vídeo abaixo. A frase de Bradley é uma referência ao telefilme “An Adventure in Space and Time” (2013). Homenagem aos 50 anos da série, a produção da BBC trazia o ator no papel de William Hartnell (1908–1975), o primeiro intérprete de Doctor Who, para contar a história de bastidores da criação da atração. Assim, a afirmação de Bradley não é totalmente descabida, já que ele viveu o primeiro Doctor Who no telefilme. O ator também foi fotografado no set do especial de Natal, que está sendo gravado neste instante, mas não está claro se ele permanecerá na série na 11ª temporada. Capaldi, porém, não continuará. E há a expectativa de um terceiro Doutor no programa de 25 de dezembro, que deverá ser anunciado em breve pela BBC para protagonizar a série nos próximos capítulos. Mas as mudanças da 11ª temporada não vão se restringir ao protagonista. Chris Chibnall, criador da premiada série “Broadchurch” (que é estrelada pelo ex-“Doctor Who” David Tennant), assumirá o posto de showrunner da atração, substituindo Steven Moffat a partir de 2018. Ele irá repaginar totalmente a série, com novos atores e rumos.

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    Trailer legendado de Planeta dos Macacos: A Guerra destaca novo símio da franquia

    1 de julho de 2017 /

    Fox divulgou a versão legendada do trailer de “Planeta dos Macacos: A Guerra” que destaca o Macaco Mau (Bad Ape). O novo personagem é um chipanzé inteligente, que fugiu de um zoológico e aprendeu a falar observando os humanos. Apesar do nome, ele se mostra bastante simpático. Isto se explica porque quem o batizou foram os humanos que exterminaram os demais macacos de seu zoo. Macaco Mau é interpretado, via captura de performance, por Steve Zahn (“Capitão Fantástico” e “Clube de Compras Dallas”). Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, o terceiro capítulo da franquia sci-fi ainda traz de volta Andy Serkis como Caesar, num confronto com um exército humano, comandado por Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A estreia acontece em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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