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  • Série

    Star Trek: Discovery é renovada para a 3ª temporada

    27 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma CBS All Access renovou “Star Trek: Discovery” para sua 3ª temporada. O anúncio acompanha a chegada da série à metade de seu segundo ano, que se estenderá até o fim de abril. A estreia dos novos episódios, em janeiro, foi responsável pelo maior pico no número de assinantes do serviço de streaming da CBS. Mas, desde então, o voo da Discovery não tem sido dos mais tranquilos. A produção perdeu ritmo e entrou em rota crítica, culminando numa troca de capitães. Os showrunners responsáveis pela primeira metade da temporada foram afastados em meio à produção e o criador Alex Kurtman (diretor de “A Múmia” e roteirista de “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”) precisou assumir sozinho a série. Por isso, além do anúncio da renovação, o CBS All Access também confirmou que Michelle Paradise (roteirista-produtora de “The Originals”) vai dividir com Kurtzman as responsabilidades de showrunner da 3ª temporada. Ela começou a escrever “Star Trek: Discovery” durante a mudança de rota e os três episódios que assinou ainda não foram exibidos. “Ela tem um senso muito bom de personagem e história”, elogiou Kurtzman em comunicado oficial. “Seu ímpeto e seu foco criativo já se tornaram parte insubstituível da nossa equipe e do legado de ‘Star Trek'”. A renovação reflete o investimento do CBS All Access na franquia de ficção científica. Além de novos episódios para continuar a exploração da série principal, a plataforma vai produzir uma nova atração centrada no Capitão Picard, de “Star Trek: A Nova Geração” – que será novamente vivido por Patrick Stewart – , um spin-off de “Discovery” com a Capitã Georgiou, personagem de Michelle Yeoh, e uma série de animação de “Star Trek” desenvolvida por Mike McMahan (um dos roteiristas de “Rick and Morty”). No Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    The OA: Série sci-fi da Netflix ganha trailer da 2ª temporada

    27 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “The OA”, série sci-fi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”). A prévia aprofunda a mistura de suspense e ficção científica, ao mostrar a protagonista despertando em outra dimensão e um novo mistério em torno de uma adolescente desaparecida. A 2ª temporada vai estrear 27 meses após os episódios inaugurais – e Marling frisa isso, ao dizer que está em 2016 na prévia. A demora tem a ver com o preciosismo da produção, já que todos os episódios são dirigidos pelo cocriador, o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). O elenco também inclui a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”) e a cantora Sharon Van Etten, mas o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”) faleceu entre a produção das duas temporadas. Os novos oito episódios, chamados de “Parte 2”, serão disponibilizados na plataforma de streaming em 22 de março.

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  • Série

    Altered Carbon: Vídeo revela que Anthony Mackie e Simone Missick vão estrelar 2ª temporada

    26 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix anunciou o elenco principal da 2ª temporada de “Altered Carbon”, por meio de um vídeo da produção. E além de confirmar o novo protagonista, antecipado em julho passado, o vídeo revela a participação de Simone Missick, a Misty Knight da série “Luke Cage”. Veja abaixo. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”) na 1ª temporada, Takeshi Kovacks será interpretado por Anthony Mackie, que vive o Falcão nos filmes dos Vingadores da Marvel. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks da temporada inaugural, que explicam como a mesma pessoa pode aparecer com aparências tão diferentes. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os atores Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão voltar a seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Além de Simone Missick, as novidades incluem Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada.

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  • Música

    Pabllo Vittar vai parar num planeta cor-de-rosa em clipe inspirado por Barbarella

    26 de fevereiro de 2019 /

    Pabllo Vittar lançou o clipe de “Buzina”, que transforma o cantor numa viajante espacial. Dirigido pela dupla João Monteiro e Fernando Moraes, conhecidos como Os Primos, o clipe traz Pabllo em clima de “Barbarella”, chegando num planeta cor-de-rosa, onde alienígenas dançam coreografias de boy band sul-coreana. Tudo funciona até o ponto em que entra o indefectível comercial desconectado de tudo, uma das piores características dos clipes do cantor. Afinal, apesar de futurista e de outro mundo, a nave de Pabllo processa junk food brasileira do século 21, com direito a close demorado na marca. “Buzina” é a quarta música do disco “Não Para Não” a ganhar clipe – após “Problema Seu”, “Disk Me” e “Seu Crime”. Cada vídeo anterior também foi um comercial.

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  • Série

    Nova versão da série Além da Imaginação ganha primeiro trailer

    23 de fevereiro de 2019 /

    O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro trailer da nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone). E com direito à versão atualizada de sua famosa trilha, que embala trechos nervosos dos vindouros episódios da antologia sci-fi. Entre os detalhe que chamam atenção, destacam-se elementos de um episódio de 1960, que deve ganhar remake – “Nick of Time”, estrelado por William Shatner antes do ator virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. A prévia também dá uma mostra do elenco envolvido no revival, com aparições de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. Além, claro, de Jordan Peele (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Corra!”). A nova versão foi criada e será apresentada por Peele. O ator, roteirista, diretor e produtor aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, que os espectadores irão presenciar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série clássica, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, sua estrutura de um história completa por episódio inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals, ambos com sucesso – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. E, por curiosidade, a versão de 2002 já era apresentada por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A quarta versão de “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS All Access, que não é comercializado no Brasil – mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).

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  • Filme

    John Krasinski e Emily Blunt vão voltar a trabalhar juntos em Um Lugar Silencioso 2

    22 de fevereiro de 2019 /

    John Krasinski e sua esposa Emily Blunt vão bisar a parceria de “Um Lugar Silencioso”, voltando a trabalhar juntos no filme que dará sequência à produção premiada. Segundo apurou o site Deadline, ele não vai aparecer na história, já que seu personagem morreu no original, mas vai voltar a dirigir o longa, que contará novamente com Emily Blunt em seu elenco, além das crianças Millicent Simmonds e Noah Jupe. Terceiro longa dirigido por Krasinski, “Um Lugar Silencioso” marcou a primeira vez que ele trabalhou com sua esposa no cinema. O próprio Krasinski revelou, ainda, a data de estreia da continuação. Ele publicou uma mensagem no Instagram acompanhada por uma imagem do primeiro filme. “É hora de voltar. Parte II. 15/05/2020”, escreveu na legenda, adiantando quando o segundo longa-metragem deverá ser lançado nos Estados Unidos. Veja abaixo. Com um orçamento de US$ 17 milhões, “Um Lugar Silencioso” arrecadou US$ 341 milhões nos cinemas de todo o mundo e venceu vários prêmios, do troféu do Sindicato dos Atores (SAG Award) para Emily Blunt ao Critics Choice de Melhor Filme de Terror/Sci-Fi do ano passado. O longa ainda disputa o Oscar 2019 de Melhor Edição de Som, fato significativo, já que sua trama gira em torno da necessidade de se manter silêncio o tempo inteiro, para evitar o ataque de monstros desconhecidos responsáveis pelo apocalipse. O filme original acompanhou os esforços da família formada por Blunt, Krasinski e seus filhos para sobreviver a esse cenário. E Krasinski chegou a comentar que gostaria de expandir esse grupo no próximo lançamento. Visualizar esta foto no Instagram. …time to go back. #PartII 5-15-20 Uma publicação compartilhada por John Krasinski (@johnkrasinski) em 22 de Fev, 2019 às 10:02 PST

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  • Filme

    Alita – Anjo de Combate tem ambição demais para seu próprio bem

    20 de fevereiro de 2019 /

    Após duas décadas existindo como filme apenas na cabeça de James Cameron, o mangá cyberpunk “Alita: Anjo de Combate”, de Yukito Kishiro, finalmente ganhou a adaptação hollywoodiana que o cineasta visionário tanto sonhou. Mas dirigido por Robert Rodriguez, porque Cameron anda mais preocupado com as sequências de “Avatar”. Mesmo assim, o resultado (ainda bem) tem muito mais a cara do cineasta de produções monumentais como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro 2” que a do diretor de filmes baratos como “El Mariachi”, “Machete”, “Planeta Terror” e “Sin City”. Rodriguez nunca escondeu que estava fazendo um filme de (escrito e produzido por) James Cameron, o que se pode vislumbrar na megalomania impressa da primeira à última cena, um espetáculo em escala gigantesca que mantém o espectador imerso na ação. A premissa é básica, a trama soa familiar, mas o mérito de Cameron e Rodriguez como contadores de histórias é nunca deixar de envolver o espectador. Não fazem isso por meio do roteiro, que jamais foi o forte de Cameron, que adora diálogos ralos e bregas (I’d give you my heart?), nem somente com os efeitos digitais da turma de Peter Jackson, que são realmente impressionantes (a parte do Motorball é um espanto), nem apenas com as cenas de ação. Mas com uma somatória de elementos. Inclusive, quando abraça uma brutalidade típica do começo da carreira de Cameron (e de Paul Verhoeven, vai), trazendo mais violência para a tela que se espera de um tradicional blockbuster para toda a família. A trama imersiva, os efeitos e a ação também ganham credibilidade devido ao carisma de Rosa Salazar (da franquia “Maze Runner”) como intérprete da personagem principal. Mesmo emprestando seus dotes físicos e artísticos para a captura de movimento dar vida à adorável ciborgue, é sua humanidade como atriz que faz com que o público se importe com Alita; que ria e se emocione com suas descobertas, ora alegres, ora dolorosas, de um mundo que ela esqueceu e no qual possui um papel definitivo que jamais imaginou. Isso desde o momento em que têm seus pedaços encontrados num ferro-velho e reconstruídos por um cientista (Christoph Waltz). Mesmo destruída e com olhos de dimensões irreais – uma homenagem ao mangá original – , ela consegue funcionar, porque Rosa Salazar faz acreditar que ela é real – a ponto de sua interpretação deixar as participações de Jennifer Connelly e Mahershala Ali em segundo plano. Infelizmente, porém, por mais que o esforço seja legítimo, o filme acaba não correspondendo. Resulta em apenas mais uma sci-fi/fantasia genérica feita para virar franquia, ao sucumbir ao impulso atual da indústria para gerar sequels e prequels, numa combinação letal com a megalomania de James Cameron. “Avatar” terá várias sequências, como sabemos, mas o diretor fez do original de 2009 um filme certinho, fechado, completo. É gigantesco tanto na ambição quanto na execução, mas vai direto ao ponto. Como arrebentou nas bilheterias, Cameron teve o sinal verde que queria para continuar a saga. Mas se tivesse naufragado, goste-se ou não, continuaria sendo um filme único. Já “Alita” foi pensada, desde o começo, para ter continuação. Entretanto, seria um filme melhor se Cameron e Rodriguez se concentrassem em desenvolver uma história fechada, focada num arco menor. Em vez disso, a trama, digamos assim, parece ainda estar na metade quando rolam os créditos finais. Com isso, o filme resulta equivocadamente incompleto e preocupado acima de tudo em preparar o público para as continuações. E isso é de uma irresponsabilidade absurda, já que a decisão criativa de explorar a franquia depende do sucesso financeiro, o que as bilheterias da estreia já colocaram em risco.

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  • Série

    Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

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  • Série

    Série Nightflyers é cancelada após 1ª temporada

    19 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago SyFy cancelou a série “Nightflyers”. Apesar de contar uma história relativamente completa, os contratos com o elenco e a equipe de produção previam uma 2ª temporada, que não será mais produzida. Baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”), a série recebeu críticas muito negativas – apenas 34% de aprovação no site Rotten Tomatoes – e teve pouco público na televisão – vista por cerca de 400 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, o que não correspondeu ao investimento feito pelo canal. Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo Syfy, que, para cobrir parte dos custos, vendeu os direitos de exibição internacional para a Netflix – plataforma que a lançou no Brasil. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês nos últimos 50 anos. Na trama, às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco incluía Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chegou ao streaming em 1 de fevereiro.

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    The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

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    James Cameron revela que o casal protagonista de Avatar terá uma filha na continuação

    18 de fevereiro de 2019 /

    Amargando o fraco desempenho de “Alita: Anjo de Combate”, o cineasta James Cameron resolveu mudar o assunto para sua próxima produção, adiantando alguns detalhes sobre a sequência de “Avatar”. Em entrevista à revista Empire, Cameron revelou que os protagonistas Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) terão uma filha na continuação. A criança de oito anos de idade terá um papel importante na trama, de acordo com o diretor, fornecendo o ponto de vista do espectador para a difícil relação do casal. “Há uma cena de três páginas em que Jake e Neytiri discutem”, revelou Cameron. “É uma disputa familiar entre eles, e é muito crítica para a história. Eu acabei filmando a cena toda do ponto de vista da filha deles, que espia tudo debaixo de uma estrutura”. O cineasta ainda adiantou que Jake passará por “uma montanha-russa de emoções” durante as próximas sequências. Ao todo, a franquia terá mais quatro filmes, além do longa original de 2009. Duas das novas produções, por sinal, já estão com as filmagens adiantadas. “Tem sido difícil para Sam. Nós filmamos as duas primeiras sequências juntas, então ele teve que ir a alguns lugares sombrios com o personagem”, disse o Cameron. Ele ainda esclareceu que as filmagens de “Avatar 2” e “Avatar 3” ainda não terminaram. “Nós finalizamos as partes de captura de performance, dos personagens digitais, que é a maior parte do filme. Mas as cenas com atores em carne e osso ainda vão demorar quatro ou cinco meses”, concluiu.

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    Intérpretes de Aquaman e Thanos vão se encontrar no remake de Duna

    15 de fevereiro de 2019 /

    A refilmagem de “Duna” deixou seu elenco superpoderosos com a escalação de Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Jason Momoa (o “Aquaman”). Eles se juntam a uma constelação de estrelas de Hollywood, que já inclui e Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Brolin vai viver Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul Artreides (papel de Chalamet). O personagem foi interpretado por Patrick Stewart no filme de 1984. E Momoa será Duncan Idaho, um especialista em espadas que é o braço direito do Duque Leto Atreides (papel de Oscar Isaac), pai do jovem protagonista. Adaptação do clássico literário de Frank Herbert, a trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Love, Death & Robots: Série animada dos diretores de Deadpool e Clube da Luta ganha trailer para maiores

    14 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer com textos em português de “Love, Death & Robots”, uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A prévia tem muito sangue, sexo, monstros e violência. Também revela a variedade de estilos, qualidade do visual e que sua classificação, realmente, é para maiores. Serão 18 histórias ao todo, incluindo tramas sobre “laticínios conscientes, soldados lobisomens e robôs enlouquecidos”, segundo a sinopse oficial. Em comunicado, Miller disse que “Love, Death & Robots” é o seu “projeto dos sonhos”. “Combina o meu amor pela animação e por histórias incríveis. Filmes da meia-noite, quadrinhos, livros e revistas de fantasia me inspiraram por décadas, mas eles foram relegados à cultura marginal dos geeks e nerds dos quais eu fazia parte. Estou muito contente que o panorama criativo finalmente tenha mudado o suficiente para que a animação com temas adultos se torne parte de uma conversa cultural mais ampla.” A estreia da série vai acontecer em 15 de março em streaming.

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