Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle
A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
Série Nightflyers é cancelada após 1ª temporada
O canal pago SyFy cancelou a série “Nightflyers”. Apesar de contar uma história relativamente completa, os contratos com o elenco e a equipe de produção previam uma 2ª temporada, que não será mais produzida. Baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”), a série recebeu críticas muito negativas – apenas 34% de aprovação no site Rotten Tomatoes – e teve pouco público na televisão – vista por cerca de 400 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, o que não correspondeu ao investimento feito pelo canal. Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo Syfy, que, para cobrir parte dos custos, vendeu os direitos de exibição internacional para a Netflix – plataforma que a lançou no Brasil. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês nos últimos 50 anos. Na trama, às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco incluía Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chegou ao streaming em 1 de fevereiro.
The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada
A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
James Cameron revela que o casal protagonista de Avatar terá uma filha na continuação
Amargando o fraco desempenho de “Alita: Anjo de Combate”, o cineasta James Cameron resolveu mudar o assunto para sua próxima produção, adiantando alguns detalhes sobre a sequência de “Avatar”. Em entrevista à revista Empire, Cameron revelou que os protagonistas Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) terão uma filha na continuação. A criança de oito anos de idade terá um papel importante na trama, de acordo com o diretor, fornecendo o ponto de vista do espectador para a difícil relação do casal. “Há uma cena de três páginas em que Jake e Neytiri discutem”, revelou Cameron. “É uma disputa familiar entre eles, e é muito crítica para a história. Eu acabei filmando a cena toda do ponto de vista da filha deles, que espia tudo debaixo de uma estrutura”. O cineasta ainda adiantou que Jake passará por “uma montanha-russa de emoções” durante as próximas sequências. Ao todo, a franquia terá mais quatro filmes, além do longa original de 2009. Duas das novas produções, por sinal, já estão com as filmagens adiantadas. “Tem sido difícil para Sam. Nós filmamos as duas primeiras sequências juntas, então ele teve que ir a alguns lugares sombrios com o personagem”, disse o Cameron. Ele ainda esclareceu que as filmagens de “Avatar 2” e “Avatar 3” ainda não terminaram. “Nós finalizamos as partes de captura de performance, dos personagens digitais, que é a maior parte do filme. Mas as cenas com atores em carne e osso ainda vão demorar quatro ou cinco meses”, concluiu.
Intérpretes de Aquaman e Thanos vão se encontrar no remake de Duna
A refilmagem de “Duna” deixou seu elenco superpoderosos com a escalação de Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Jason Momoa (o “Aquaman”). Eles se juntam a uma constelação de estrelas de Hollywood, que já inclui e Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Brolin vai viver Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul Artreides (papel de Chalamet). O personagem foi interpretado por Patrick Stewart no filme de 1984. E Momoa será Duncan Idaho, um especialista em espadas que é o braço direito do Duque Leto Atreides (papel de Oscar Isaac), pai do jovem protagonista. Adaptação do clássico literário de Frank Herbert, a trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Love, Death & Robots: Série animada dos diretores de Deadpool e Clube da Luta ganha trailer para maiores
A Netflix divulgou o trailer com textos em português de “Love, Death & Robots”, uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A prévia tem muito sangue, sexo, monstros e violência. Também revela a variedade de estilos, qualidade do visual e que sua classificação, realmente, é para maiores. Serão 18 histórias ao todo, incluindo tramas sobre “laticínios conscientes, soldados lobisomens e robôs enlouquecidos”, segundo a sinopse oficial. Em comunicado, Miller disse que “Love, Death & Robots” é o seu “projeto dos sonhos”. “Combina o meu amor pela animação e por histórias incríveis. Filmes da meia-noite, quadrinhos, livros e revistas de fantasia me inspiraram por décadas, mas eles foram relegados à cultura marginal dos geeks e nerds dos quais eu fazia parte. Estou muito contente que o panorama criativo finalmente tenha mudado o suficiente para que a animação com temas adultos se torne parte de uma conversa cultural mais ampla.” A estreia da série vai acontecer em 15 de março em streaming.
Divino Amor: Sci-fi brasileira tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
Depois de ter encantado a crítica americana no Festival de Sundance 2019, a sci-fi brasileira “Divino Amor”, dirigida pelo pernambucano Gabriel Mascaro (“Boi Neon”), arrancou elogios dos críticos europeus em sua exibição no Festival de Berlim. O êxtase coletivo resultou em cotação máxima no site Rotten Tomatoes, um aval entusiasmado de 100% de aprovação. Descrevendo o país do futuro, “Divino Amor” se passa em 2027, após uma combinação de Estado e religião tornar os brasileiros profundamente conservadores. Neste futuro, o Carnaval perdeu a primazia para a maior festa brasileira, a do Amor Supremo, uma espécie de rave cristã que marca a espera pela segunda vinda de Jesus. Além disso, os funcionários públicos precisam passar por scanners que determinam o estado civil de cada um, e quem tiver crise deve se consultar com um pastor a qualquer hora do dia, em um drive-thru ao estilo do MacDonald’s. Estrelado por Dira Paes (“Redemoinho”) e Julio Machado (“Joaquim”), o filme participa da Berlinale na prestigiosa Mostra Panorama. “Um profundo questionamento cinemático sobre a natureza da alma conflitada do Brasil”, descreveu o site IndieWire em sua análise. “Mascaro realizou uma parábola futurista arrepiante que ressoa muito além de seus créditos finais, em suas reflexões sobre a fé”, destacou o site Ion Cinema. “Ele nunca soa forçado em seus comentários sobre evangelismo e burocracia inflexíveis, mas suas críticas são tanto inteligentes quanto inescapáveis”, ponderou o site Screen Daily. “Ultrapassando os limites da exploração da fé, o filme de Gabriel Mascaro provavelmente provocará uma controvérsia muito séria no Brasil, mas… é muito mais complexo do que seus aspectos mais imediatos e os momentos carnais sugerem”, ponderou o site Cineuropa. “Lindamente fotografado e produzido, impressionantemente bem interpretado e com muitas coisas fascinantes em mente, este filme é a prova definitiva que Mascaro, aos 35 anos, é um dos dos mais audaciosos e talentosos cineastas brasileiros de sua geração”, rasgou a revista The Hollywood Reporter. “Se a distopia-discoteca fosse um subgênero, o filme seria seu ápice… A nova era do cinema de protesto brasileiro começa aqui, e ‘Amor Divino’ deu o pontapé inicial com sapatilhas de dança”, decretou a revista Variety. Com a reação exacerbada, “Divino Amor” capitaliza uma aprovação internacional que tem sido rara para o cinema brasileiro nos últimos anos. E que é fundamental para impulsionar candidatos à disputa do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O detalhe é que dificilmente o governo Bolsonaro aprovaria crítica tão contundente a seus valores como representante do país, o que pode manter o baixo nível da seleção em 2020. Até os americanos perceberam as referências. “‘Divino Amor’ chega logo após Bolsonaro ter abolido o Ministério de Direitos Humanos do Brasil para formar o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos sob direção da pregadora evangélica rigorosamente anti-aborto Damares Alves – uma iniciativa que não soaria fora de lugar em uma fantasia sombria como esta”, escreveu a revista Variety.
Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta
A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.
Fãs de Counterpart protestam contra o cancelamento da série nas redes sociais
Os fãs de “Counterpart” podem ser poucos. Mas são incrivelmente dedicados. E influentes. Roteiristas, artistas e jornalistas então entre os que resolveram protestar contra o canal pago Starz por cancelar a série que, mais de uma pessoa lembrou, obteve 100% de aprovação em suas duas temporadas no site Rotten Tomatoes. A atração estrelada pelo vencedor do Oscar J.K. Simmons vai acabar no próximo domingo (17/2), com a exibição do episódio final de sua 2ª e agora última temporada. Mas o estúdio MRC está negociando um resgate com um serviço de streaming. O problema é que os contratos do (ótimo) elenco venceram no final do ano, quando se encerrou o acordo com o Starz para a produção das duas temporadas, e os atores aceitaram estender seu compromisso até fevereiro apenas, antes de procurarem novos trabalhos. O final não deve resolver a trama do criador Justin Marks (roteirista de “Mogli: O Menino Lobo”), que aborda uma Guerra Fria entre Terras paralelas e lembra a saudosa série “Fringe”. E os fãs estão desesperados, likando perfis das plataformas Netflix, Amazon, Hulu e até o canal pago HBO em posts no Twitter, além de prometerem cancelar suas assinaturas do Starz. A maioria dos comentários reforça os elogios à produção, “melhor série da atualidade” para muitos, e também para o elenco magnífico, encabeçado pelo vencedor do Oscar J.K. Simmons (“Whiplash”), Olivia Williams (“Mapas para as Estrelas”), Harry Lloyd (“Game of Thrones”), Nazanin Boniadi (“Homeland”), Nicholas Pinnock (série “Fortitude”), Guy Burnet (“A Escolha Perfeita 3”), Richard Schiff (“The Good Doctor”), James Cromwell (“O Artista”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”) e a italiana Sara Serraiocco (“Salvo”). A própria atriz Nazanin Boniadi se tornou uma das mais ativas na campanha pelo resgate da atração. Veja alguns dos tuítes originais abaixo. Sad about this news. But w/ 2 seasons certified fresh at ? on Rotten Tomatoes, I’m hopeful that #Counterpart will cross to a more suitable home. In the meantime, don’t miss our season (& possibly series) finale Feb 17. Grateful to @Justin_Marks_, cast/crew for 2yrs of perfection https://t.co/uGZeZk4Udo — Nazanin Boniadi (@NazaninBoniadi) February 11, 2019 I am incredibly upset both seasons are amazing, so @netflix @hulu @PrimeVideo @HBO please save this show and let this team led by @Justin_Marks_ continue to amaze us with their talent #Counterpart pic.twitter.com/cn6B7tTq7x — ♡ (@_harryholic_) February 11, 2019 Say it isn’t so!!! @Counterpart_STZ is one of the best shows on television! #SaveCounterpart https://t.co/vKeyvpPxja — sarah klass (@TheSarahKlass) February 12, 2019 #SaveCounterpart I would love to see @Counterpart_STZ move to @PrimeVideo or @netflix . Wider audience would make this a cult hit. Best show out now! pic.twitter.com/UbB0AOCsIs — CarlPrime (@CarlPrime3) February 6, 2019 #savecounterpart @netflix @PrimeVideo @hbo one of the best shows i've watched in the past couple of years. @STARZ you disappointed me so much. How could you? ? https://t.co/BrA9PVFlmo — Karoline Leandro (@karolleandro09) February 12, 2019 This is an OUTRAGE! @hulu @netflix @amazonstudios @facebook @appletv #SAVECOUNTERPART — Ivan McNabb (@SCOTSPLAY) February 11, 2019 This is my absolute favourite show, it doesn't deserve to go out like this. I don't care who gets it as long as someone picks it up for at least a last season. Worked for #Lucifer. Hey, @netflix #SaveCounterpart — Gee (@boca_iuva) February 11, 2019 @STARZ you have the worst management ever how can you cancel this beautiful most perfectly written series ever? And you didn’t even try to advertise the Show properly! @netflix @PrimeVideo please save this brilliant show please #SaveCounterpart — Serkan (@ClosingTime9) February 11, 2019 @netflix @AmazonVideo #Counterpart needs you!!! #SaveCounterpart — El Seriefilo (@ElSeriefilo) February 11, 2019 This show is too too too good with some really cool people who love working and interactacting with Fans. #savecounterpart #renew #starz don't let greatness go. — Mark Molina (@MarkDFW) February 8, 2019 Please @netflix , please @hbo, don't let #Counterpart disappear. It's one of the best spy-drama-thrillers ever made. Starz never seemed to be aware of just what a prize they had and now they're throwing it away. — drbc (@DBattistella) February 11, 2019 Huge disappointment, maybe the best show on Starz in my opinion. Definitely on of the best Sci Fi shows on nowadays #counterpart https://t.co/s017hDpNac — Michael Frech (@frechoplex) February 11, 2019 Hey @netflix wanted to tell you about an amazing show called #Counterpart that @starz has stupidly cancelled. Please give this absolutely brilliant show a new home. — Katrina Hunter (@AHuntersGame) February 11, 2019 Hey @Justin_Marks_ who do I email to keep #Counterpart alive?? @netflix @hulu @amazon — Kathryn Balles (@Kaymbee63) February 11, 2019 #Counterpart #Starz This is by far the best television I've ever seen. Please keep it going! — Judi Bourgeois (@jbourg52) February 10, 2019 #counterpart is the best show on television. Maybe @amazon can save it like @ExpanseOnPrime. https://t.co/NqFr7E0cRp — J.A. Weathers (@BigDaddySgtK1) February 11, 2019 This is heartbreaking. I watch every new episode the second after midnight when it’s put up on the STARZ app, to the detriment of my sleep schedule, but it’s always worth it! I love this show and wishing for good news soon. — Annamaria Sofillas (@inmybunk) February 11, 2019 Please let us know if we should be bombarding any particular streaming service!!!!! This cannot be the end for this truly magnificent show! ????Thank you for this masterpiece! @PrimeVideo would be an AMAZING place for #Counterpart! — Maria Moore (@kenseysmom) February 11, 2019 @JeffBezos @Counterpart_STZ just got cancelled. Here is another great opportunity to pick up a ground breaking and critically acclaimed sci-fi show. Help us fans of intelligent sci-fi and #SaveCounterpart. @Justin_Marks_ has made a brilliant show that deserves a home! — Circuit Thief (@CircuitThief) February 12, 2019 @PrimeVideo Starz isn’t picking up #Counterpart for Season 3. This is your chance to grab a smart, well produced show to add to your arsenal of great work. It has a dedicated fan base & a talented cast and crew. #SaveCounterpart — Gail (@pinkys_143) February 11, 2019 @HBO please do this #SaveCounterpart — Muhammad.Owais jan (@oasisjan) February 11, 2019 Oh shit!!!!! #Counterpart — KinecticOne (@KinecticOne) February 11, 2019 Dear @netflix, please give @Counterpart_STZ a new home. It's the best show that's not already on Netflix #Counterpart — Brenna (@mybeliefinbrief) February 11, 2019 Dear @AmazonStudios, please give @Counterpart_STZ a new home. It's the best show that's not already on amazon prime #Counterpart — Brenna (@mybeliefinbrief) February 11, 2019 I’m devastated. I sincerely hope you find a home for this amazing show. Regardless, I’m now a fan of yours. The care & thought crafted into every detail on both sides of the camera of #Counterpart was a viewer’s dream come true. Thank you for everything. ? — Gail (@pinkys_143) February 11, 2019 Starz didn't promote this show the way they should have… if they did it would be talked about in the same vein as Westworld & The Americans, but better! Brilliant, well-made show. The entire cast led by J.K. Simmons did an incredible job. All should be proud. #counterpart — Tali Sky (@TaliSky) February 11, 2019 This is very sad news. Counterpart is the best written show on TV. The show has avid fans. Why couldn't Starz gives us a final season to wrap up the series. I send my Thanks to all the cast and writers. I will miss you all — STEPHEN SANDBERG (@KLAATU777) February 11, 2019 This really sucks! #counterpart is an awesome show! I really hope someone else picks it up as you've done a great job with it! Has me thinking about canceling @STARZ — James Gilkerson (@Jgilkerson405) February 11, 2019 @STARZ Thanks for cancelling a great show like @Counterpart_STZ . Now it makes my decision to never subscribe to your service ever again that much easier. #StarzSucks #SaveCounterpart — Suspended Fanimation (@SuspendedFanim1) February 11, 2019 Looks like I'll be canceling @STARZ after next week. — Joey DaSilva (@joey_lumps) February 11, 2019
Counterpart é cancelada no final da 2ª temporada
O canal pago Starz cancelou a excelente série sci-fi “Counterpart”, causando um terremoto nas redes sociais. Uma das raras produções com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em todos as temporadas, a atração estrelada pelo vencedor do Oscar J.K. Simmons vai acabar no próximo domingo (17/2), com a exibição do episódio final de sua 2ª e agora última temporada. O final não deve resolver a trama, que aborda uma Guerra Fria entre Terras paralelas e lembra a saudosa série “Fringe”. Por conta disso, o estúdio MRC está negociando um resgate com um serviço de streaming, segundo o site Deadline. O problema é que os contratos do (ótimo) elenco venceram no final do ano, quando se encerrou o acordo com o Starz para a produção de duas temporadas, e os atores aceitaram estender seu compromisso até fevereiro apenas, antes de procurarem novos trabalhos, apostando no empenho do MRC. O Starz tinha encomendado duas temporadas direto, como costuma fazer com suas produções, mas optou por não renovar o acordo para um terceiro ano, porque, apesar de bem cotada com a crítica, a série tinha poucos telespectadores – uma média de 224 mil ao vivo e apenas 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. O criador da série, Justin Marks (roteirista de “Mogli: O Menino Lobo”), deu as más notícias no Twitter. “Ei, fãs de ‘Counterpart’, tenho uma notícia triste… A Starz decidiu não renovar nossa série para uma 3ª temporada. Foi um sonho absoluto para este time… nós conseguidos fazer EXATAMENTE a série que queríamos… elenco perfeito, equipe perfeita em dois continentes… e somos muito gratos ao nosso canal pelo tempo que tivemos… ” “Obrigado a todos que fizeram esta jornada tão especial para nós. Seus tuítes, podcasts e intrincadas teorias da conspiração fizeram tudo valer a pena. Dedos cruzados para que nosso maravilhoso estúdio, MRC, possa encontrar uma maneira de manter o sonho vivo! Mas, nesse meio tempo, tem mais um episódio até o final. Vejo vocês no domingo!” “Counterpart” também inclui em seu elenco Olivia Williams (“Mapas para as Estrelas”), Harry Lloyd (“Game of Thrones”), Nazanin Boniadi (“Homeland”), Nicholas Pinnock (série “Fortitude”), Guy Burnet (“A Escolha Perfeita 3”), Richard Schiff (“The Good Doctor”), James Cromwell (“O Artista”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”) e a italiana Sara Serraiocco (“Salvo”). Hey #counterpart fans, a bit of sad news… Starz has decided not to pick up our show for a 3rd season… — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019 It’s been an absolute dream for this team… we got to make EXACTLY the show we wanted to… perfect cast, perfect crew on 2 continents… and we’re so grateful to our network for the time we had… — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019 Thank you to everyone who made this journey so special for us. Your tweets, podcasts, and intricate conspiracy theories have made it all worthwhile. Fingers crossed that our wonderful studio, MRC, can find a way to keep the dream alive! — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019 But in the meantime, one more episode until the end of a chapter. See you Sunday! — Justin Marks (@Justin_Marks_) February 11, 2019
Into the Badlands vai acabar em sua 3ª temporada
O canal pago AMC anunciou que a segunda parte da 3ª temporada de “Into the Badlands” vai encerrar a série. O arco final tem apenas oito capítulos e representa a continuidade da temporada exibida no ano passado. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”), “Into the Badlands” foi considerada uma produção muito cara pelo baixo resultado de sua audiência. A 3ª temporada teve média de 1 milhão de telespectadores ao vivo e 0,34 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Mistura de distopia sci-fi e trama de artes marciais, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, em uma terra controlada por barões feudais que disputam guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai entre ruínas de hotéis, metrôs abandonados e refinarias de petróleo. A temporada final deve concluir a história. Para isso, precisará resolver o mistério sobre o passado de Sunny (Daniel Wu), desvendar a origem da raça superpoderosa de M.K. (Aramis Knight) e consolidar o poder da Viúva (Emily Beecham) nas terras devastadas. A estreia da midseason está marcada para 25 de março. “Into the Badlands” também é exibida no Brasil pelo AMC.
Io é só mais uma sci-fi fraquinha da Netflix
Graças à ganância do homem e sua exploração infinita da fauna e da flora, a vida na Terra acabou. Não dá mais para respirar e a (parte rica da) humanidade deixou o planeta em busca de um novo lugar para morar. Apenas uma pessoa é deixada para trás. E não estamos falando do robozinho Wall-E, mas de Margaret Qualley (“The Leftovers”). A premissa de “Io” é a mesma de “Wall-E” (2008), mas seu desenvolvimento parte para outro caminho, embora dê em um lugar já muito visitado. Esse nem é o maior problema, afinal é a jornada que importa, mas ela é desenvolvida através de clichês, situações previsíveis e diálogos pobres. Margaret Qualley é Sam, filha de um renomado cientista. Ambos ficaram na Terra para estudarem a possibilidade de reconstrução ou a readaptação do planeta. O resto foi para Io, nome de uma lua de Júpiter. Num belo dia, ela cruza com outro perdido que chega do nada de balão (!). Micah é interpretado por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Guerra Infinita”), que recita Platão para ilustrar o que já estamos vendo em cena, e explica em seguida, novamente, para quem não entendeu o claro significado da reflexão. Até sua ponta em “Homem-Formiga” é mais profunda que toda sua participação em “Io”. E não adianta o diretor Jonathan Helpert encher o filme de paisagens belas ou o cabelo de Sam ao vento, quando nenhuma imagem contribui para traduzir o que ela está pensando nem propõe a dimensão de sua angústia. Em resumo, “Io” é só mais uma ficção científica fraquinha da Netflix, como “Titã”, “Mudo”, “Onde Está Segunda?”, “Spectral”, “O Paradoxo Cloverfield” e “Próxima Parada: Apocalipse”.
Peter Dinklage vai estrelar série pós-apocalíptica do diretor de Planeta dos Macacos
Peter Dinklage já definiu sua próxima série após o fim das gravações de “Game of Thrones”. O intérprete de Tyrion Lannister vai trocar os dragões da fantasia medieval por um futuro pós-apocalíptico em “Last Sons of America”, adaptação dos quadrinhos homônimos para a Netflix. A série é uma produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), que está sendo desenvolvida pelo diretor Josh Mond (“James White”). Publicados pela Boom! Studios nos EUA, os quadrinhos escritos por Phillip Kennedy Johnson e desenhados por Matthew Dow Smith apresentam um futuro similar ao do filme “Filhos da Esperança” (2006), em que os adultos se tornaram estéreis. A diferença é que este problema só afeta os americanos, o que faz com que crianças de outras nacionalidades se tornem a comodidade mais valiosa da economia nacional. Os protagonistas são os irmãos Julian (Dinklage) e Jackie, que vivem na Colômbia, onde tentam convencer famílias a venderem seus recém-nascidos para famílias dos EUA. Quando os dois cometem um grande erro, todo o seu lucrativo negócio pode ir por água abaixo. A história original foi uma minissérie de apenas quatro exemplares. Veja as capas abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a produção.










