Samuel L. Jackson diz ter descoberto que Capitã Marvel é um prólogo pela internet
O ator Samuel L. Jackson só foi descobrir que “Capitã Marvel” é um prólogo na internet, apesar de estar escalado em seu elenco. Durante a Comic-Con, a Marvel revelou que o filme será ambientado nos anos 1990 e, nesta época, Nick Fury ainda não usava seu tapa-olho. “Eu não sabia até ler sobre isso online. Estou bem, posso trabalhar com meus dois olhos. Será mais fácil de aprender minhas falas”, brincou o ator, em entrevista ao site Fandango. Veja abaixo. Além do ator, o filme até agora só tem confirmada sua protagonista, Brie Larson, que viverá a nova heroína da Marvel. Também foi revelado que a trama lidará com alienígenas da raça skrull – capazes de assumir a forma de qualquer pessoa. “Capitã Marvel” tem roteiro de Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e será dirigido pelo casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Parceiros de Jogo” (2015), “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia só vai acontecer em março de 2019. Samuel L. Jackson On Having Two Eyes In Captain Marvel Why Samuel L. Jackson is excited for Nick Fury to use both his eyes in Captain Marvel. Publicado por Fandango em Quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Hayley Atwell quer voltar a viver Peggy Carter no filme da Capitã Marvel
O anúncio de que o filme da “Capitã Marvel” será passado nos anos 1990 animou pelo menos uma intérprete já estabelecida no universo Marvel. Em entrevista ao site Nerdist, Hayley Atwell revelou que isto permitiria uma aparição de Peggy Carter na trama e que adoraria poder participar do longa. “Sim, eu adoraria e eu amo a Brie Larson. Acho que, como vocês sabem, como Peggy morre com 96 anos, ela vive muito, então eu poderia ter emprego para sempre”. A atriz se refere ao destino de sua personagem, que morre de velhice em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Por enquanto, apenas outro personagem do universo cinematográfico da Marvel, Nick Fury (Samuel L. Jackson), foi confirmado na produção, que marcará a estreia de Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) como super-heroína dos quadrinhos. A estreia de “Capitã Marvel” só vai acontecer em março de 2019.
Samuel L. Jackson vai estrelar sua primeira série
O ator Samuel L. Jackson vai protagonizar a sua primeira série live action. Ele terá o papel-título em “Old Man”, desenvolvida por Jonathan E. Steinberg, co-criador de “Black Sails”. Segundo o site Deadline, a maioria das plataformas de streaming e canais de TV paga dos Estados Unidos já fizeram ofertas para produzir a atração. Criada por Steinbarg com base no livro homônimo do autor de suspense Thomas Perry, “Old Man” centra-se no viúvo Dan Chase (Jackson), um aposentado de Vermont com um segredo obscuro. Há 35 anos, eles era um oficial da inteligência do exército, que participou de uma operação mal sucedida na Líbia. Desde então, escondeu-se, tentando escapar das pessoas que o querem morto. Pois é quando acha que finalmente está seguro que se vê novamente na mira dos inimigos. A produção será a 4ª série de Steinberg, que participou das criações de “Jericho” na CBS, “Human Target” na Fox e “Black Sails” no canal pago Starz. A única experiência anterior de Jackson como protagonista de série foi numa animação, dublando o papel-título da versão americana de “Afro Samurai” (2007). Envolvido numa dezena de projetos simultâneos, ele será visto em breve na continuação de “Fragmentado”, intitulada “Glass” como seu personagem, em “Vingadores: Guerra Infinita”, “Os Incríveis 2” e no filme da “Capitã Marvel”.
Sarah Paulson vai estrelar a continuação de Fragmentado
A atriz Sarah Paulson, das séries “American Horror Story” e “American Crime Story”, vai estrelar “Glass“, a continuação do terror “Fragmentado”. O anúncio foi feito pelo diretor M. Night Shyamalan em seu o Twitter. Veja abaixo. A personagem da atriz não foi revelado. A continuação irá reunir os personagens de “Fragmentado” e “Corpo Fechado” (2000), interpretados por James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Samuel L. Jackson e Bruce Willis. O título é uma referência ao apelido do vilão vivido por Jackson em “Corpo Fechado”, o Sr. Vidro (Mr. Glass). O lançamento está marcado para 18 de janeiro de 2019 e, devido ao elenco, deve ter um orçamento um pouco maior do que os US$ 5 milhões de “Fragmentado”. Vale lembrar que o filme, lançado em janeiro deste ano, rendeu US$ 276,9 milhões em todo o mundo. Incredibly fortunate to round out our iconic cast of actors on #Glass… @MsSarahPaulson will be joining us. #powerhouse — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) July 24, 2017
Filme da Capitã Marvel vai se passar nos anos 1990 e terá alienígenas skrulls
A Marvel revelou diversos detalhes da produção de “Capitã Marvel” durante a Comic-Con, incluindo algumas artes que só foram exibidas para o público presente, mas podem ser vistas, em cliques não oficiais, logo abaixo. Uma delas traz Brie Larson como a heroína. A outra revela os vilões alienígenas da trama. O filme manterá o aspecto mais importante da origem da personagem nos quadrinhos: a luta contra invasores espaciais. Mas as artes revelam a raça skrull e não os kree, como o Capitão Marvel, na história que deu superpoderes para a piloto de caças Carol Danvers. As duas espécies são inimigas mortais nas publicações da Marvel e vivem em pé de guerra interplanetária. Outra novidade importante é que o primeiro filme solo de uma heroína do estúdio vai se passar nos anos 1990. Isto significa que Samuel L. Jackson precisará ser rejuvenescido por computador, já que sua participação como Nick Fury foi confirmada. O fato de ser uma espécie de prólogo de “Homem de Ferro” (o filme que iniciou o universo cinematográfico Marvel) também pode ter influenciado na opção pelos skrulls, já que eles podem assumir a forma de qualquer pessoa, passando-se por seres humanos. Isto explicaria porque os Vingadores não estavam cientes de uma invasão alienígena nos anos 1990. “Capitã Marvel” tem roteiro de Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e será dirigido pelo casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Parceiros de Jogo” (2015), “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia só vai acontecer em março de 2019.
Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson são alvos de tiros e piadas no novo trailer de Dupla Explosiva
A Lionsgate divulgou três novos pôsteres e mais um trailer da comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), que no Brasil será lançada como “Dupla Explosiva”. Na verdade, será o quarto filme lançado com este título no país – sem considerar a série homônima. Embora não seja uma franquia, em todos os filmes com este título, a história acompanha dois parceiros que não querem ser parceiros. Na trama da vez, Reynolds vive um guarda-costas contratado para proteger uma testemunha de um crime. O detalhe é que a testemunha não é indefesa nem gosta de ser protegida. O homem desaforado (Jackson) é um matador profissional, que se tornou alvo de vários outros assassinos. O trabalho evolve sobreviver a muitos tiros, perseguições e explosões, além de piadinhas. O elenco ainda inclui Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Salma Hayek (“O Conto dos Contos”), Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”) e Elodie Yung (a Elektra da série “Demolidor”). O roteiro é de Tom O’Connor (“Fogo contra Fogo”) e a direção de Patrick Hughes (“Os Mercenários 3”), dois especialistas em filmes B, o que, inclusive, é alimentado pela “tradução” nacional do filme. A estreia do quarto “Dupla Explosiva” está marcada para 28 de agosto, dez dias após o lançamento nos EUA.
Samuel L. Jackson vai viver Nick Fury no filme da Capitã Marvel
Os sites de fãs de quadrinhos adiantaram a notícia no começo da semana e os rumores agora foram confirmados pelo Deadline. Samuel L. Jackson vai reprisar seu papel como Nick Fury no filme da Capitã Marvel. O personagem não aparece numa produção da Marvel desde “Vingadores: Era de Ultron”, em 2015. Antes disso, foi baleado e hospitalizado em “Capitão América: O Soldado Invernal” de 2014. Fury deverá fazer seu retorno em “Vingadores: Guerra Infinita”, que também tem a previsão de introduzir Carol Danvers, a Capitã Marvel. Não há muitas pistas sobre como isso irá acontecer, mas sua origem deverá ser bastante alterada em relação aos quadrinhos. Isto se deve pela ausência do Capitão Marvel no cinema e ao fato de a história original ser, ironicamente, muito parecida com a do Lanterna Verde da rival DC Comics. Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Mas demorou para ela virar super-heroína, adotando o nome de Miss Marvel em 1977. A personagem só passou a ser conhecida como Capitã Marvel em 2012, em homenagem ao herói original, que morreu de câncer numa famosa graphic novel de 1982. Capitã Marvel será vivida por Brie Larson, atriz vencedora do Oscar de 2016 por “O Quarto de Jack”. Já o primeiro filme solo de uma super-heroína da Marvel está sendo escrito por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e será dirigido pelo casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Parceiros de Jogo” (2015), “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia só vai acontecer em março de 2019.
Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson formam um Dupla Explosiva em trailer repleto de ação
Foram divulgados novos pôsteres e trailer repleto de tiros da comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), que no Brasil será lançada como “Dupla Explosiva”. Na verdade, será o quarto filme lançado com este título no país – sem considerar a série homônima. Em todos, por sinal, a história acompanha dois parceiros que não querem ser parceiros. Na trama, Reynolds vive um guarda-costas contratado para proteger uma testemunha desaforada (Jackson), que é um matador profissional, alvo de vários outros assassinos. O trabalho evolve sobreviver a muitos tiros, perseguições e explosões, além de piadinhas. O elenco ainda inclui Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Salma Hayek (“O Conto dos Contos”), Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”) e Elodie Yung (a Elektra da série “Demolidor”). O roteiro é de Tom O’Connor (“Fogo contra Fogo”) e a direção de Patrick Hughes (“Os Mercenários 3”), dois especialistas em filmes B, o que, inclusive, é alimentado pela “tradução” nacional do filme. A estreia do quarto “Dupla Explosiva”, que não é parte de uma franquia, está marcada para 28 de agosto, dez dias após o lançamento nos EUA.
Saiba como começou a tradição das cenas pós-créditos nos filmes da Marvel
O Universo Cinematográfico da Marvel costuma ser evocado como referência pela forma como expandiu o conceito de franquias, mas os filmes do estúdio também tiveram outra grande influência na produção cinematográfica recente: a popularização das cenas pós-créditos. Mas tudo começou, quem diria, com John Hughes. Ou melhor, com o jovem Kevin Feige assistindo no cinema “Curtindo a Vida Adoidado” (1986), o clássico adolescentes de Hughes. Em uma entrevista para o site SlashFilm, o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, revelou ter ficado encantado com a primeira cena pós-crédito que viu na vida, em que Matthew Broderick aparecia para avisar a quem ainda estava no cinema que o filme tinha acabado. “Eu sempre gostei desse tipo de coisa quando o vi em ‘Curtindo a Vida Adoidado’ e depois em ‘Mestres do Universo’ (1987). Como um apaixonado por filmes, eu nunca queria que eles acabassem. Eu não queria que a experiência de estar em um cinema acabasse, não importando se o filme era bom ou ruim. Eu sempre ficava até os créditos acabarem e minha mãe me acompanhava. Eu lia todos os nomes e tudo que cada um fazia. Quando chegava no meio dos créditos eu chegava a pensar ‘Será que devo ir ou será que vai ter algo a mais nesse filme? Talvez tenha, vou ficar’. Mas nunca tinha”. E ele se lembrou desse sentimento na hora de decidir o que fazer com o vazamento da curta aparição de Samuel L. Jackson no primeiro “Homem de Ferro” (2008). “A ideia de ter Samuel L. Jackson como Nick Fury surgiu na produção. Samuel L. Jackson estava disposto a fazer o papel, então gravamos secretamente. A cena vazou no outro dia. Com isso, a gente achou que colocar essa cena no meio do filme poderia ser um ponto de distração. Foi aí que decidimos colocar ela no final dos créditos para retribuir às pessoas que, exatamente como eu, esperavam os créditos acabarem. Se você ficasse até o final saberia quem era o Nick Fury e qual o significado dele no universo Marvel”. A cena acabou se tornando muito mais comentada por aparecer no fim do filme, dando início a uma tradição. “A partir disso, virou uma tradição. Às vezes, nós temos a cena pós-crédito pronta durante o desenvolvimento do filme, às vezes durante a produção e às vezes ela só aparece na pós-produção”. Aos poucos, o conceito acabou sendo extrapolado para duas cenas pós-créditos. Depois, três. Até que “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, sucesso mais recente do estúdio, inclui nada menos que quatro cenas pós-créditos. Ou melhor, cinco, contando uma exibida durante os próprios créditos.
Personagem de Samuel L. Jackson batiza filme que fará crossover de Corpo Fechado e Fragmentado
O diretor M. Night Shyamalan anunciou no Twitter o título e a data de estreia da continuação de “Fragmentado”. O filme vai se chamar “Glass”, um nome significativo para os fãs do cineasta. O título assume a conexão com “Corpo Fechado” (2000) ao referenciar o apelido do personagem de Samuel L. Jackson naquele filme, “Mr. Glass” (Sr. Vidro). A trama será um crossover entre os personagens de “Fragmentado” e “Corpo Fechado”, conforme o final do filme deste ano aludia. O elenco trará os dois protagonistas de cada filme, Samuel L. Jackson e Bruce Willis da produção clássica, e James McAvoy e Anya Taylor-Joy da mais recente. Ao anunciar a produção, Shyamalan revelou os detalhes. “Terminei o novo roteiro. Demorou 17 anos, mas posso responder à pergunta que mais me fazem: ‘Você vai fazer uma sequência para ‘Corpo Fechado’ ou não?’. Meu novo filme é uma sequência para ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’. Sempre foi meu sonho fazer os dois filmes colidirem neste terceiro”. A estreia, pela Universal Pictures, será em janeiro de 2019. Veja abaixo os tuítes da revelação. Okay. Here we go. Finished the new script. — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 It’s taken 17 years but I can finally answer the #1 question I get, “Are you making a f#&@ing sequel to Unbreakable or what?” — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 My new film is the sequel to #Unbreakable AND #Split. It was always my dream to have both films collide in this third film. — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 The iconic Bruce Willis returns as David Dunn — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 The incomparable @SamuelLJackson will return as Elijah Price/Mr. Glass — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 The virtuoso #JamesMcAvoy returns as Kevin Wendell Crumb, Patricia, Dennis, Hedwig, Barry, Jade, Orwell, The Beast, Heinrich, Norma, Pol- — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 And the prodigy, @AnyaTaylorJoy will return as Casey Cooke — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 And the film is called GLASS… — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017 Universal Pictures will release #Glass on January 18, 2019 all over the world. How’s that for not keeping a secret! — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) April 26, 2017
Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson estrelam trailer do quarto filme batizado de Dupla Explosiva no Brasil
Foram divulgados o pôster e o trailer repleto de tiros, palavrões e gargalhadas de “The Hitman’s Bodyguard”, uma comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), que será o quarto filme batizado como “Dupla Explosiva” no Brasil – sem considerar a série homônima. Na trama, Reynolds vive o guarda-costas do matador profissional interpretado por Jackson, alvo de vários outros assassinos. O trabalho evolve sobreviver a muitos tiros, perseguições e explosões, além da ironia da trilha sonora do filme “O Guarda-Costas” (1992). Até o pôster é uma referência direta à produção estrelada – e cantada – por Whitney Houston. O elenco ainda inclui Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Salma Hayek (“O Conto dos Contos”), Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”) e Elodie Yung (a Elektra da série “Demolidor”). O roteiro é de Tom O’Connor (“Fogo contra Fogo”) e a direção de Patrick Hughes (“Os Mercenários 3”), dois especialistas em filmes B, o que, inclusive, é alimentado pela “tradução” nacional do filme. A estreia do quarto “Dupla Explosiva”, que não é parte de uma franquia, está marcada para 28 de agosto, dez dias após o lançamento nos EUA.
Samuel L. Jackson e Sebastian Stan vão voltar a filmar juntos após Capitão América: O Soldado Invernal
Os atores Samuel L. Jackson e Sebastian Stan, que viveram Nick Fury e Soldado Invernal em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), vão voltar a se juntar no drama político “The Last Full Measure”. Além deles, outro integrante da franquia participará da produção, William Hurt, que interpretou o General Ross em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Segundo o site da revista Variety, o filme terá direção e roteiro de Todd Robinson (“Os Fugitivos”) com filmagens previstas para este mês em Atlanta e Costa Rica. Sebastian Stan viverá um investigador do Pentágono que tenta convencer o Congresso dos EUA a conceder uma Medalha de Honra a uma médico da Força Aérea americana, responsável por salvar a vida de 60 militares durante uma batalha da Guerra do Vietnã. O elenco ainda inclui Christopher Plummer (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Bradley Whitford (série “Trophy Wife”), Michael Imperioli (“Oldboy: Dias de Vingança”) e Linus Roache (série “Vikings”). Ainda não há previsão para a estreia.
Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro
“Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.











