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  • Filme

    Homem-Aranha: De Volta ao Lar supera Mulher-Maravilha em bilheteria mundial com ajuda da China

    11 de setembro de 2017 /

    “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” teve sua estreia na China no último fim de semana e superou expectativas, com uma arrecadação de US$ 70,8 milhões em seus primeiros três dias. Para se ter noção, os valores representam a terceira maior abertura de filme de super-herói no mercado chinês, atrás apenas de “Vingadores: A Era de Ultron” (2015), que fez US$ 115 milhões, e “Capitão América: Guerra Civil” (2016), com US$ 93 milhões. Com isso, o longa chegou a um total de US$ 495 milhões de bilheteria internacional e um total mundial de US$ 823 milhões, tirando a coroa de “Mulher-Maravilha” como o filme de super-herói de maior faturamento mundial de 2017. A produção da heroína da DC Comics fez US$ 816 milhões mundialmente. Para completar, o longa também se tornou o segundo mais bem-sucedido da franquia do Homem-Aranha. Apenas “Homem-Aranha 3” (2007), dirigido por Sam Raimi, rendeu mais: US$ 890 milhões há dez anos. O detalhe é que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ainda está em cartaz, inclusive no Brasil, e sua totalização ainda não encerrou.

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  • Série

    Remake de Xena não vai mais acontecer

    27 de agosto de 2017 /

    O remake da série clássica “Xena: A Princesa Guerreira” não foi adiante. A rede NBC desistiu do projeto e nem sequer encomendou um piloto da atração. A desistência aconteceu diante do roteiro apresentado. “Olhamos para o material e decidimos que não faremos o reboot”, disse Jennifer Salke, presidente de entretenimento da emissora, para o site The Hollywood Reporter. Apesar de ter rejeitado a versão atual, ela diz que o canal está aberto a retomar a série de outra forma. “Eu nunca diria nunca, pois é um título amado. Mas o projeto atual está morto.” O roteiro rejeitado foi escrito por Javier Grillo-Marxuach (séries “Lost”, “Helix” e “The 100”), que abandonou a produção em abril, citando “diferenças criativas”. Sua história pretendia deixar claro o envolvimento lésbico entre Xena e Gabrielle. “Não há por que refazer ‘Xena’ sem explorar um relacionamento que só podia ser mostrado de forma implícita durante os anos 1990”, ele escreveu no Tumblr. A série teria novas atrizes nos papéis principais, mas contaria com algum envolvimento de Lucy Lawless, a intérprete original de Xena, além de produção dos criadores da série clássica, o cineasta Sam Raimi e seu parceiro Robert Tapert (que é casado com Lawless). “Xena: A Princesa Guerreira” teve seis temporadas, 134 episódios e foi exibida nos EUA entre setembro de 1995 e junho de 2001.

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  • Filme

    Ótimo vilão impede Homem-Aranha de virar comédia adolescente

    9 de julho de 2017 /

    O novo filme do Homem-Aranha é o segundo recomeço do herói em 15 anos, e o primeiro em parceria com o Marvel Studios, o que, se rompe a conexão com os títulos anteriores do herói, acaba exigindo do espectador um conhecimento de todos os outros lançamentos do estúdio. Afinal, os filmes da Marvel estão 100% conectados. No caso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a principal conexão é com “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que trouxe a primeira aparição do personagem dentro desse universo, e isso já interliga a produção com a trama dos Vingadores. Entretanto, ao contrário do que o marketing sugere, as aparições de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) são apenas pontuais, e o Homem-Aranha lida com situações mais corriqueiras do seu bairro, como ladrões e coisas do tipo. Isto porque, além do pretexto de estabelecer o protagonista num universo em que outros super-heróis existem, o novo reboot tem uma segunda e maior motivação: aproximar mais o herói das histórias de Stan Lee e Steve Ditko, ou seja, representá-lo como um adolescente desajeitado e com pouca popularidade na escola, destacando mais sua turma de colegial. Ironicamente, para cumprir esse objetivo simples, o roteiro opta por complicar, realizando uma simbiose entre o Peter Parker que todos conhecem e a versão Ultimate do personagem, com a inclusão de um melhor amigo, Ned Leeds (Jacob Batalon), que na verdade é um gordinho trazido da versão do universo alternativo criada pelo roteirista Brian Michael Bendis – o personagem original se chama Ganke Lee, que não é nada parecido com o jornalista adulto Ned Leeds das histórias de Stan Lee. O problema é que ele, assim como tantos outros elementos do filme, foram incluídos na trama para fazer o público rir. Fala-se numa suposta influência de John Hughes, mas mesmo a referência explícita de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) não é exatamente eficiente. O humor forçado, aliás, é uma constante em grande parte dos filmes da Marvel, mas se torna ainda mais evidente no primeiro Homem-Aranha do estúdio, escrito por especialistas em comédia (Jonathan Goldstein e John Francis Daley), como as péssimas “Quero Matar Meu Chefe 2” (2014) e “Férias Frustradas” (2015). Para efeito de comparação, “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, fez o público rir sem se esforçar tanto, com muito mais naturalidade. São dois estúdios diferentes e rivais, mas como a distância entre os dois lançamentos foi muito próxima, as diferenças se acentuam. Aliás, as cenas de ação, de pouco impacto, são outro problema que chama atenção. O que, então, funciona em “De Volta ao Lar”? Tom Holland convence como o adolescente que ganhou super-poderes e mal se contém de empolgação. Mas é Michael Keaton quem arrasa no papel do Abutre – uma escalação perfeita, logo após o ator, que já foi Batman, ter interpretado um super-herói alado, “Birdman”, no premiado filme de Alejandro González Iñárritu. Seu personagem está presente nas duas cenas que realmente funcionam no filme: a visita à casa de Liz (Laura Harrier), o interesse amoroso de Peter, e a cena no carro, em conversa com Peter. Ambas trazem elementos de suspense que até então o filme não havia explorado. Na filmografia do diretor Jon Watts, há pelo menos dois filmes dos gêneros suspense e terror, “Clow” (2014) e “A Viatura” (2015), e é bem provável que isso seja o seu forte. Também é possível considerar um acerto a escalação de Marisa Tomei como a Tia May. É inusitado ver uma mulher tão jovem e bonita fazendo o papel de uma personagem representada nos quadrinhos tradicionalmente como uma senhora idosa. Mas a May de Marisa Tomei faz um bom contraponto ao mulherengo Tony Stark, como sugere uma piada/elogio logo no início do filme. Já o que mais destoa é a opção curiosa de incluir uma cota racial na produção e mudar a caracterização de praticamente todos os colegas de escola de Peter Parker. A ideia de inserir o herói num ambiente colegial não é, de maneira alguma, um equívoco. Vendo os créditos finais, com imagens de desenhos parecidos com os de uma criança e ao som de “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones, percebe-se o potencial. Mas juntar esse conceito original de Stan Lee com a alta tecnologia do traje criado para o personagem por Tony Stark, num retcon radical, faz com que Peter Parker pareça às vezes um Homem de Ferro adolescente e atrapalhado. Apesar do entusiasmo palpável que provocou entre os blogueiros de quadrinhos, o resultado é menos empolgante que a impressão dominante na mídia. Ponto central da questão: a luta com o Abutre demora tempo demais para acontecer. E ela é o batismo de fogo do herói. Há outros vilões conhecidos dos fãs dos quadrinhos, mas suas aparições são muito discretas e, no máximo, funcionam como um aperitivo para um segundo filme. Ao final, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” oferece uma longa introdução para o próximo filme, pois não chega a mostrar o Aranha estabelecido como super-herói ou nas situações mais conhecidas dos leitores – não há o ambiente do Clarim Diário. Com isso, fica a obrigação de caprichar mais na sequência. Senão, os pedidos de “volta, Sam Raimi!”, por enquanto tímidos, podem ganhar volume.

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  • Filme

    Diretor do premiado terror The Eyes of My Mother vai filmar reboot de O Grito

    6 de julho de 2017 /

    O diretor Nicolas Pesce, do premiado terror “The Eyes of My Mother”, vai reescrever e dirigir o reboot da franquia “O Grito” para a produtora Ghost House Pictures, de Sam Raimi. Segundo o site Deadline, o novo filme é baseado num roteiro de Jeff Buhler (“O Último Trem”) e deverá reiniciar a maldição da mulher e do menino fantasma, criados pelo cineasta Takashi Shimizu no original japonês (“Ju-on”, de 2002). “O Grito” foi o segundo remake de terror japonês a estourar nos EUA. Lançado dois anos após o original – e dois anos após o estouro de “O Chamado” – , faturou US$ 187 milhões em todo o mundo, dando um lucro absurdo, diante de seu orçamento de US$ 10 milhões. O sucesso da produção é considerado um ponto de virada na produção dos terrores baratos americanos, inspirando o surgimento de diversos projetos de baixo orçamento bem-sucedidos. Pesce está atualmente trabalhando na pós-produção de seu segundo longa, o thriller psicológico “Piercing”, estrelado por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). E, por coincidência, este filme é uma adaptação do romance de um autor bem conhecido dos fãs de J-horror: Ryû Murakami, escritor de “Audição” (1999), o filme mais comentado de Takashi Miike, e diretor de “Tokio em Decadência” (1992).

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  • Filme

    Gwyneth Paltrow vai participar de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que terá ao todo seis vilões

    23 de junho de 2017 /

    A Sony divulgou a lista oficial do elenco de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Há novidades na relação, que pode ser conferida na íntegra abaixo, inclusive a revelação de papéis de personagens que ainda não tinham sido oficializados. Entre as novidades, está a volta de Gwyneth Paltrow para a Marvel. Ela vai aparecer como Pepper Potts, a namorada e agora presidente das empresas de Tony Stark (Robert Downey Jr). Também foi revelado que Jennifer Connelly será a voz de Karen, o uniforme tecnológico do herói. Sua escalação rende uma curiosidade: a voz de Jarvis, a inteligência artificial do uniforme do Homem de Ferro, era feita pelo marido da atriz, Paul Bettany. Ele acabou ganhando o papel de Visão em “Vingadores: A Era de Ultron” (2015). Por isso, fãs de quadrinhos já devem imaginar Connelly como Jocasta numa futura produção. Entre os atores anteriormente confirmados, a lista revela que Donald Glover viverá o vilão/herói Gatuno, Michael Mando será o Escorpião e o papel de Shocker terá dois atores: Logan Marshall-Green fará a primeira versão e Bokeem Woodbine a segunda. Somando à trama o Consertador (Michael Chernus) e o Abutre (Michael Keaton), o filme terá ao todo seis vilões, a maior quantidade dentre todos os longas do Homem-Aranha. Para quem tinha esperanças de que a produção optasse por inventar novos personagens, em vez de transformar todos os colegas de escola de Peter Parker (Tom Holland) em pessoas de raça, idades e personalidades diferentes das apresentadas em cinco décadas de quadrinhos, a má notícia é que o elenco fará mesmo os papéis especulados. A única loira contratada, Angourie Rice foi confirmada como uma personagem morena, Betty Brant, a primeira paixão que nunca estudou com Peter nos quadrinhos. O filme também tem Tony Revolori, que é mulato, vivendo o loiro Flash Thompson, a negra Laura Harrier como a loira Liz Allen e o asiático Jacob Batalon como o loiro Ned Leeds. Tudo a ver, como se pode ver. Além deles, Zendaya continua listada apenas como Michelle. Especulações garantem que seu sobrenome é Toomes e ela é filha do Abutre. Caso confirmado, será a única personagem que não existe nos quadrinhos. Mais ou menos. O Abutre tem, sim, uma filha nas publicações da Marvel. Mas ela é adulta e se chama Valeria Toomes, uma agente da SHIELD que esconde sua filiação. O nome de Chris Evans também é listado como Capitão América, mas os trailers já mostraram que sua participação é restrita a um vídeo. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Papel misterioso de Zendaya em Homem-Aranha: De Volta ao Lar pode ter sido descoberto

    10 de junho de 2017 /

    Quem lembra quando Umberto Gonzales, o fofoqueiro que mais se equivoca no mundo geek, deu o “furo” exclusivo de que Zendaya viveria Mary Jane Watson em “Homem-Aranha: De Volta para Casa”? Na lista de personagens divulgada pela Sony, a atriz aparece listada apenas como Michelle, o que deixou muita gente inclinada a acreditar no boato, já que não há nenhuma Michelle nos quadrinhos do herói. Mas agora o site Comic Book alega ter descoberto o sobrenome desta personagem e ele é inesperado. A fonte citada é um livro que adapta a trama do filme. Nele, a jovem colega de aula de Peter Parker é chamada de Michelle Toomes. Embora não haja nenhuma Michelle Toomes em parte alguma das publicações da Marvel, o filme traz outro personagem com o mesmo sobrenome: Adrian Toomes, mais conhecido como o vilão Abutre. Caso isso se confirme, os roteiristas inventaram uma nova personagem. O Abutre tem, sim, uma filha nos quadrinhos. Mas ela é adulta e se chama Valeria Toomes, uma agente da SHIELD que esconde sua filiação. Se a ideia for realmente apresentá-la como filha do Abutre, será mais uma alteração racial do elenco em relação aos quadrinhos, já que Valeria é caucasiana como o Abutre. O filme também tem Angourie Rice (“Dois Caras Legais”), que é loira, vivendo a morena Betty Brant, Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”), que é mulato, vivendo o loiro Flash Thompson, a negra Laura Harrier como a loira Liz Allen e o asiático Jacob Batalon como o loiro Ned Leeds. Tudo a ver, como se pode ver. A confirmação definitiva do papel de Zendaya virá na estreia de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, marcada para 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Homem-Aranha se diverte com uniforme de mil utilidades em novo trailer do filme

    8 de junho de 2017 /

    A Sony britânica divulgou um novo trailer internacional de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que traz Peter Parker (Tom Holland) se divertindo com seu novo traje, cortesia do inventor milionário Tony Stark (Robert Downey Jr.). A prévia também mostra lutas com o vilão Abutre, vivido por Michael Keaton (“Birdman”). Spoilers antecipados pelo próprio marketing da produção tiraram parte da graça dessas cenas, pois já se sabe que a diversão com o uniforme de mil utilidades não dura muito. Conforme visto num trailer anterior, Stark confisca o traje, fazendo com que Peter recorra a um disfarce caseiro para continuar combatendo o crime, similar ao do Aranha Escarlate nos quadrinhos. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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  • Filme

    Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha novos pôsteres e dois trailers bem diferentes

    24 de maio de 2017 /

    A Sony e a Marvel divulgaram dois novos pôsteres e trailers de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Cada estúdio lançou a sua própria versão do trailer. Os dois vídeos são bem diferentes, mas apenas o da Sony tem legendas, já que o filme será lançado por este estúdio no Brasil. As prévias destacam melhor o vilão Abutre, vivido por Michael Keaton (“Birdman”), e a forma condescendente com que Tony Stark (Robert Downey Jr.) trata Peter Parker (Tom Holland), que ainda não estaria pronto para virar um dos Vingadores. O trailer da Sony ainda dá bastante espaço para Jon Favreau (diretor dos dois primeiros “Homem de Ferro”), que volta a viver o auxiliar de Stark, Happy Hogan. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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  • Filme

    Vídeo de Homem-Aranha: De Volta ao Lar mostra descoberta da identidade do herói

    8 de maio de 2017 /

    A Sony divulgou um novo cartaz e o vídeo de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Exibido nos EUA no intervalo do MTV Movie & TV Awards 2017, o vídeo mostra Ned Leeds, vivido pelo estreante Jacob Batalon, descobrindo a identidade secreta do herói. Há também uma cena no colégio em que a personagem (não Mary Jane) de Zendaya (série “Agente K.C.”) zoa com Peter Parker (Tom Holland). A audiência do programa da MTV deve ter identificado o clima “Teen Wolf” dessa seleção de imagens. Já os leitores dos quadrinhos podem ter ficado ainda mais na defensiva com relação ao personagem de Batalon. Afinal, Ned Leeds foi originalmente introduzido como um repórter adulto – além de magro e loiro – do Clarim Diário. Por outro lado, o tipo físico, a idade, a etnia e até a interação do personagem com o Aranha mostra-se, a cada cena revelada, mais parecida com Ganke Lee, o melhor amigo de Miles Morales, o Homem-Aranha do universo Ultimate. Falha de pesquisa dos roteiristas? Pela ficha corrida, sim. John Francis Daley e Jonathan Goldstein escreveram antes as fraquíssimas comédias “O Incrível Mágico Burt Wonderstone” (2013), “Quero Matar Meu Chefe 2” (2014) e o reboot de “Férias Frustradas” (2015). As duas últimas basicamente mataram suas franquias. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil. Confira também o trailer brasileiro aqui.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Bill Paxton (1955 – 2017)

    26 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator americano Bill Paxton, que marcou época em grandes produções como “Aliens, o Resgate” (1986), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997) e estrelou a série “Amor Imenso” (Big Love) na HBO. Segundo comunicado da família, ele morreu repentinamente devido a complicações de uma cirurgia, aos 61 anos. Paxton não começou sua carreira em Hollywood como ator. Nos anos 1970, ele trabalhou como carpinteiro e pintor de cenários de diversos filmes B, incluindo produções de Roger Corman. Foi numa delas, “Galáxia do Terror” (1981), que chamou atenção do cenógrafo e diretor assistente James Cameron. Os dois se tornaram grandes amigos e Cameron o convidou a participar de seu segundo filme como cineasta: “O Exterminador do Futuro” (1984). Ele viveu um punk que enfrentava o robô interpretado por Arnold Schwarzenegger logo no começo da trama. No mesmo ano, apareceu no clipe “Shadows of the Night” (1984), de Pat Benatar, e logo começou a demonstrar sua capacidade para roubar cenas, como o irmão mais velho de um dos nerds de “Mulher Nota Mil” (1985), clássico de John Hughes. Mas foi o velho amigo James Cameron quem lhe deu seu primeiro grande papel, como o soldado Hudson, um dos fuzileiros espaciais do cultuado “Aliens, o Resgate”. Indo do egoísmo ao sacrifício pessoal, da covardia ao heroísmo, Paxton construiu um arco tão rico do personagem que sua morte foi uma das mais lamentadas do filme. A cineasta Kathryn Bigelow, na época namorada de Cameron, também se impressionou com o rapaz e o escalou como um vampiro sanguinário em “Quando Chega a Escuridão” (1987), mistura de terror, western e love story rural com idéias inovadoras. Mergulhando no sadismo do personagem, Paxton roubou as cenas e acabou sendo escolhido para ilustrar o cartaz da produção, mesmo não sendo o mocinho. O ator também apareceu num clipe do New Order, “Touched by the Hand of God” (1989), enfrentou os futuros rivais dos Aliens em “Predador 2 – A Caçada Continua” (1990) e acabou se consolidando como um dos coadjuvantes mais requisitados de Hollywood. O período incluiu papéis de destaque em “Marcados Pelo Ódio” (1989), “Os Saqueadores” (1992), “Encaixotando Helena” (1993), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995) e “True Lies” (1994), novamente dirigido por Cameron. Tantos destaques consecutivos abriram caminho para sua transformação em protagonista, que aconteceu no filme de desastre ambiental “Twister” (1996), em que enfrentou tornados com a mesma coragem com que lutou contra Aliens. Ele confirmou ser um dos atores favoritos de James Cameron ao embarcar a bordo de “Titanic” (1997), que bateu recordes de bilheteria mundial. E aproveitou o período de sucesso para dar sequência à carreira de protagonista, estrelando o excelente suspense “Um Plano Simples” (1998), de Sam Raimi, um remake infantil da Disney, “Poderoso Joe” (1998), ao lado de Charlize Theron, e um thriller de alpinismo, “Limite Vertical” (2000). A esta altura, decidiu passar para trás das câmeras, estrelando e dirigindo o terror “A Mão do Diabo” (2001), que conquistou críticas positivas, mas baixa bilheteria. Ele só dirigiu mais um filme, “O Melhor Jogo da História” (2005), no qual escalou seu filho, James Paxton (atualmente na série “Eyewitness”). Mas acabou descuidando da própria carreira de ator. Apostou em produções infantis, como a franquia “Pequenos Espiões” e a adaptação da série de fantoches “Thunderbirds”, que implodiram. E o declínio o convenceu a realizar uma curva estratégica, rumo à televisão. Com o primeiro papel fixo numa série, veio a consagração que lhe faltava. Ele conquistou três indicações ao Globo de Ouro como protagonista de “Big Love”, história de um polígamo, casado com três mulheres diferentes, exibida entre 2006 e 2011. Também se agigantou na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2011), que lhe rendeu sua única indicação ao Emmy, teve uma passagem marcante como vilão em “Agents of SHIELD” (em 2014) e liderou o elenco da minissérie “Texas Rising” (2015). Ao voltar às produções de ponta, relembrou o soldado Hudson na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), na qual voltou a enfrentar alienígenas, desta vez ao lado de Tom Cruise. E ainda teve papel importante no excelente “O Abutre” (2014), filme indicado ao Oscar, com Jake Gyllenhaal. Paxton participava atualmente da nova série “Traning Day”, baseada no filme “Dia de Treinamento”, numa versão do papel que deu o Oscar a Denzel Washington, e poderá ser visto ainda em uma última sci-fi, “O Círculo”, de James Ponsoldt, com Emma Watson e Tom Hanks, que estreia em abril.

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  • Filme

    Criador da franquia Evil Dead vai voltar a dirigir filme de terror

    17 de fevereiro de 2017 /

    O cineasta Sam Raimi, que após sair da franquia “Homem-Aranha” dirigiu apenas “Oz, Mágico e Poderoso” (2013), está planejando retomar a carreira cinematográfica com um terror. Segundo a Variety, trata-se de um filme sobre o Triângulo das Bermudas. O projeto ainda não teve título e detalhes revelados, exceto pelo fato de se passar na misteriosa área do Caribe onde aviões e navios tem desaparecido ao longo dos anos. A produtora Skydance está desenvolvendo o filme desde 2013. Já há um roteiro escrito por Damian Shannon e Mark Swift (ambos de “Sexta-Feira 13” e “Freddy vs. Jason”), que será reescrito por Doug Miro e Carlo Bernard (criadores da série “Narcos”). Ultimamente, Raimi tem se dedicado à produção, como executivo da série “Ash vs. Evil Dead”, baseada em seus filmes “A Morte do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), e de filmes como “Poltergeist: O Fenômeno” (2015) e “O Homem nas Trevas” (2016).

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  • Filme

    Trailer americano do filme do Homem-Aranha tem o dobro de cenas inéditas

    10 de dezembro de 2016 /

    A versão americana do trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem praticamente o dobro de cenas da prévia divulgada no Brasil – e em todo o mercado internacional. A maioria das sequências inéditas se concentra no cotidiano estudantil de Peter Parker (Tom Holland), praticamente ignorado no outro vídeo, com destaque para sua amizade com o personagem vivido pelo estreante Jacob Batalon. Uma das cenas, inclusive, revela que o amigo nerd descobre a identidade secreta do herói. Também aparecem as musas da trama, Laura Harrier (série “One Life to Live”), Zendaya (série “Agente K.C.”) e muito brevemente Angourie Rice (“Dois Caras Legais”). É importante observar que nenhum desses atores se parece com os papéis que supostamente interpretam. Mas alguns são bastante parecidos com outros personagens dos quadrinhos. Afinal, será que a morena Betty Brant virou loira e passou a se vestir como Gwen Stacy? E Ned Leeds virou asiático, gordo e assumiu, além da aparência, a personalidade de Ganke Lee? Fica a dúvida se a Marvel estaria fazendo uma pegadinha ou se esses “detalhes” são mesmo erros de adaptação, escalação de elenco ou descrições dos personagens. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil. Confira também o trailer brasileiro aqui.

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  • Filme

    Sam Raimi diz que ideia da sequência de O Homem nas Trevas é a melhor que já ouviu na vida

    17 de novembro de 2016 /

    O diretor e roteirista Fede Alvarez começou a trabalhar na sequência do terror “O Homem nas Trevas”. E em entrevista ao site Cinema Blend, o produtor e cineasta Sam Raimi (“A Morte do Demônio”) revelou que já leu o rascunho do roteiro da sequência e amou. “A ideia para a sequência é genial! É apenas a melhor ideia para uma sequência que eu já ouvi na vida. Não estou brincando”, ele afirmou. O segundo filme trará de volta o psicopata cego vivido por Stephen Lang (“Avatar”), mas não foi revelado se Jane Levy (“A Morte do Demônio”), que sobreviveu à chacina do primeiro filme, também voltará. A história dos três jovens que resolvem assaltar a casa de um cego, sem saber que ele era um psicopata, foi uma das maiores surpresas do ano nas bilheterias americanas. Orçado em US$ 9,9 milhões, o filme rendeu US$ 89 milhões só nos EUA, atingindo US$ 152,4 milhões em todo o mundo. Mas a estreia da continuação deve demorar, pois Fede Alvarez está em negociações avançadas para dirigir a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da ex-trilogia “Millennium”, para a Sony.

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