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  • Etc,  Série

    Produtor brasileiro de Me Chame pelo Seu Nome e Ad Astra vai começar a fazer séries

    15 de outubro de 2019 /

    A produtora brasileira RT Features vai entrar no mercado de séries. Após se destacar no mercado americano com filmes premiados, como “Frances Ha” (2012), “A Bruxa” (2015), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e os recentes “O Farol” e “Ad Astra”, a empresa de Rodrigo Teixeira fechou parceria com a produtora americana Anonymous Content, responsável pela série “True Detective”, e a agência de talentos CAA para lançar a RT Television. O novo empreendimento terá sede em São Paulo e será liderado por Bárbara Teixeira, que era diretora de produções originais da Sony Brazil. A empresa vai apostar em conteúdo original e terceirizado. Além disso, a ideia é ter produções em inglês e em português, que serão creditadas duplamente à RT Features e à Anonymous Content, além de parceiros eventuais. A RT Features já desenvolveu uma série derivada do filme “Alemão” – na verdade, uma versão estendida dividida em capítulos – para a rede Globo, que recebeu indicação ao prêmio Emmy Internacional. Ela também é produtora de “A Vida Invisível”, selecionado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2020. “É um privilégio incrível fechar essa parceria com duas companhias que traçaram o caminho para a excelência no espaço de TV internacional”, afirmou Rodrigo Teixeira em comunicado oficial. “Enquanto a identidade artística da RT vai exercer um papel em cada projeto que executarmos, essa parceria vai possibilitar mais inovações criativas, fazendo com que possamos trazer o melhor conteúdo para o público local e o melhor dos criadores brasileiros para o mundo.” A aposta em produção de séries reflete o crescimento da demanda pelo surgimento de novas opções em streaming. Em 2020, Disney+ (Disney Plus) e HBO Max lançarão suas plataformas no Brasil, esquentando o mercado já movimentado por Netflix e Globoplay.

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  • Etc,  Filme

    Brad Pitt conversa com astronauta no espaço para promover Ad Astra

    16 de setembro de 2019 /

    O ator Brad Pitt conversou nesta segunda-feira (19/9), por meio de videoconferência, com o astronauta Nick Hague, que se encontra na Estação Espacial Internacional (ISS), em ato promocional do filme “Ad Astra”, organizado com apoio da NASA, a agência espacial americana. No filme, Pitt interpreta um astronauta que viaja à Lua e a lugares mais remotos do Sistema Solar. No bate-papo bem-humorado, Pitt chegou a perguntar ao verdadeiro astronauta, quem tinha se saído melhor ao viver um homem do espaço, ele ou seu amigo George Clooney em “Gravidade”, lançado em 2013. O astronauta não titubeou e respondeu que Pitt foi melhor. A conversa durou cerca de 20 minutos, e nela Hague contou que teve o privilégio de assistir “Ad Astra” antes do lançamento, e que aprovou a obra, considerando, inclusive, uma fonte de inspiração para novas gerações. “As crianças que hoje assistem esses filmes, são os que nos impulsionarão para o futuro”, garantiu o astronauta. Primeira sci-fi do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), “Ad Astra” é uma coprodução da Fox com a RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, e estréia em 26 de setembro no Brasil, seis dias depois do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o vídeo completo da conversa, disponibilizado na página oficial do YouTube da NASA.

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  • Filme

    O Farol: Robert Pattinson e Willem Dafoe enlouquecem em novo trailer de terror

    10 de setembro de 2019 /

    O estúdio indie A24 divulgou um novo pôster e o segundo trailer do terror “O Farol” (The Lighthouse). A prévia explora o enquadramento, a montagem e a projeção de luz e sombras dos clássicos expressionistas alemães, ao mostrar um mergulho na loucura dos protagonistas. Em preto e branco de forte influência expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do clima, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida. O filme é o segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa”, que assim como o longa de 2015 também é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira Exibido em première mundial no Festival de Cannes, conquistou o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Ad Astra: Veja cena de ação da nova sci-fi estrelada por Brad Pitt

    9 de setembro de 2019 /

    A Fox divulgou um vídeo inédito e dois pôsteres internacionais da sci-fi “Ad Astra”, que no Brasil ganhou o subtítulo “Rumo às Estrelas”. A prévia destaca uma cena de ação intensa, em que astronautas em veículos lunares disputam uma corrida desesperada contra piratas assassinos na gravidade zero da lua. Primeira sci-fi do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), “Ad Astra” traz Brad Pitt como um astronauta que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre e desaparecer misteriosamente. Mudanças na Terra sugerem que ele possa estar vivo e fazendo experiências com consequências catastróficas para a sobrevivência da humanidade. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Liv Tyler (“The Leftovers”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O filme é uma coprodução internacional, que inclui até participação da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. Já o roteiro é do diretor James Gray em parceria com Ethan Gross (da série “Fringe”). “Ad Astra – Rumo às Estrelas” vai estrear em 26 de setembro no Brasil, seis dias depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    O Tradutor, estrelado por Rodrigo Santoro, é candidato de Cuba ao Oscar de Melhor Filme Internacional

    30 de agosto de 2019 /

    Pela primeira vez na História, Cuba indicou um candidato para disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional (categoria que até este ano era conhecida como Melhor Filme de Língua Estrangeira). E a obra escolhida é uma produção estrelada por artista brasileiro. Trata-se de “O Tradutor”, protagonizado por Rodrigo Santoro. No filme, Santoro fala espanhol e russo, dando vida à história real de Manuel Barriuso Andin, pai dos diretores Rodrigo e Sebastián Barriuso, que estreiam na direção de longas. A trama gira em torno de Manuel (Santoro), um professor universitário de literatura russa convocado a trabalhar na ala infantil de um hospital em Havana, que recebeu vítimas do acidente nuclear de Chernobyl. Ele auxilia a comunicação entre os médicos e os pacientes, que foram enviados pela Rússia para receber tratamento em Cuba. Mas o fato de serem crianças o deixa abalado. “O Tradutor” foi exibido no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, lançado em abril passado no Brasil. O candidato do Brasil na disputa por uma vaga é “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz. A lista com todos os candidatos ainda passará pela triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. Os indicados ao Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a premiação está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.

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  • Filme

    A Vida Invisível é o filme escolhido para representar o Brasil no Oscar 2020

    27 de agosto de 2019 /

    O filme “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz, foi escolhido pela ABC (Academia Brasileira de Cinema) para representar o Brasil na disputa de uma vaga no Oscar 2020. O longa escolhido vai concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Internacional (novo nome da categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira) na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta terça (27/8) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Segundo Anna Mulayert, diretora da comissão da ABC, a escolha foi acirrada e se deu por diferença mínima de votos. “Estamos felizes com a qualidade dos filmes inscritos, com três filmes que estiveram em Cannes. Houve uma discussão de alto nível. Não houve unanimidade, embora todos tenham gostado do filme escolhido”, comentou a cineasta. “A Vida Invisível” foi a escolha de cinco votantes, enquanto “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho, foi o 2º colocado com quatro. Muylaert revelou que um grupo de votantes desejava passar uma mensagem política mais forte, escolhendo “Bacurau”, enquanto outros priorizavam a viabilidade do escolhido para o Oscar. Ao contrário deste raciocínio, nos últimos anos, a Academia tem privilegiado escolhas mais politizadas, conforme demonstram as vitórias do iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, em 2017, num protesto contra a política migratória do presidente Trump, o chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, em 2018, a favor da causa LGBTQIA+, e o mexicano “Roma”, de Alfonso Cuarón, em 2019, filmado em preto e branco e centrado numa empregada pobre e descendente de indígenas, num tom de inclusão social. “A Vida Invisível”, porém, também é socialmente engajado, já que sua temática é feminista. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. Os cinco membros que preferiram “A Vida Invisível” citaram preocupações como o levantamento de verba para o lançamento e divulgação de “Bacurau” nos Estados Unidos. Vencedor do troféu de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, o filme de Karim Aïnouz tem produção da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, que já disputou o Oscar de Melhor Filme com “Me Chame pelo Seu Nome”. Além disso, fechou distribuição nos Estados Unidos com a Amazon, que deve investir alto para dar visibilidade à produção. Em setembro, “A Vida Invisível” terá a sua primeira exibição na América do Norte, no Festival de Toronto. A seleção, porém, frustra mais uma vez o cineasta Kleber Mendonça Filho, que novamente apareceu com um filme favorito, “Bacurau”, e voltou a ser preterido. Em 2017, seu filme “Aquarius” perdeu a indicação para “Pequeno Segredo”, de David Shürmann, e, na ocasião, a escolha foi considerada política, devido a um protesto de Mendonça Filho e sua equipe contra o “golpe” (nome dado pela esquerda ao Impeachment de Dilma Rousseff) no tapete vermelho do Festival de Cannes. A atual presidente da comissão da ABC, Anna Muylaert chegou a ridicularizar o “Pequeno Segredo”, chamando-o de “O Pequeno Golpe”, “dirigido por Michel Temer e cia”. Importante destacar ainda que apenas 12 filmes se inscreveram para disputar o Oscar 2020, num período em que cerca de 150 produções nacionais foram lançadas. No ano passado, quando “O Grande Circo Místico” foi escolhido, 22 produções participaram da disputa. A grande diferença causa estranheza. Ainda mais que um dos favoritos, “Amor Divino”, de Gabriel Mascaro, não participou da seleção. Premiado em festivais internacionais e com 100% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes, “Amor Divino” tem potencial mais polêmico que “Bacurau”, ao mostrar o Brasil do futuro como uma nação subjugada pela extrema direita evangélica, que proibiu até o carnaval. Era provavelmente o representante que mais desagradaria Jair Bolsonaro, primeiro presidente brasileiro ativamente envolvido na censura de obras culturais desde a ditadura militar no país. A escolha de “A Vida Invisível” não significa que o filme brasileiro concorrerá ao Oscar. Apenas que este será o título enviado aos organizadores do prêmio para representar o Brasil numa relação de filmes de todo o mundo. A lista completa passará a seguir por uma triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. Os indicados ao Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a premiação está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.

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    Brad Pitt vai ao espaço em novos trailers da sci-fi Ad Astra

    22 de agosto de 2019 /

    A Fox divulgou o pôster e o trailer do lançamento em IMAX da sci-fi “Ad Astra”, além de dois comerciais legendados em português, que trazem nova data de estreia e o inevitável subtítulo para o lançamento no Brasil. Primeira sci-fi do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), “Ad Astra – Rumo às Estrelas” traz Brad Pitt em uma missão espacial. As prévias tem clima dramático e terminam em conflito e em desespero. No filme, Brad Pitt como um astronauta que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre e desaparecer misteriosamente. Mudanças na Terra sugerem que ele possa estar vivo e fazendo experiências com consequências catastróficas para a sobrevivência da humanidade. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Liv Tyler (“The Leftovers”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O filme é uma coprodução internacional, que inclui até participação da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. Já o roteiro é do diretor James Gray em parceria com Ethan Gross (da série “Fringe”). “Ad Astra” vai estrear em 26 de setembro no Brasil, seis dias depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novo terror do diretor de A Bruxa ganha trailer tenso com Robert Pattinson e Willem Dafoe

    30 de julho de 2019 /

    O estúdio A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “The Lighthouse” (o farol), segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa” (2015). Em preto e branco de forte influência noir e expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do tempo, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida – veja pausadamente o trailer para perceber uma cena rápida de horror. O filme é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, que também coproduziu “A Bruxa”, e foi premiado em sua estreia mundial no Festival de Cannes com o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Brad Pitt vai ao espaço em novo trailer da sci-fi Ad Astra

    18 de julho de 2019 /

    A Fox divulgou novos pôsteres e trailer da sci-fi “Ad Astra”, primeira sci-fi do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), que traz Brad Pitt em uma missão espacial. A prévia tem clima dramático, com momentos que remetem a “Interestelar” (2014). O roteiro é do próprio Gray em parceria com Ethan Gross (da série “Fringe”). Na trama, Pitt interpreta um astronauta que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre, Na ocasião, chegou a ser dado como morto. Mas mudanças na Terra sugerem que ele passa estar vivo e fazendo experiências com consequências catastróficas para a sobrevivência da humanidade. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Liv Tyler (“The Leftovers”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O filme é uma coprodução internacional, que inclui tem participação da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. “Ad Astra” tem previsão de estreia em 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Brad Pitt vai ao espaço no primeiro trailer legendado de Ad Astra

    5 de junho de 2019 /

    A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da sci-fi “Ad Astra”, novo filme do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), que traz Brad Pitt em uma missão espacial. A prévia tem momentos de “Gravidade” e “Interestelar”, o que significa que não é um blockbuster repleto de ação como “Armageddon”, embora o apocalipse seja mencionado. O roteiro é do próprio Gray em parceria com Ethan Gross (série “Fringe”). Na trama, Pitt interpreta um astronauta, que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre. O objetivo é impedir que experiências que ele está realizando destruam a Terra. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Liv Tyler (“The Leftovers”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O filme é uma coprodução internacional e tem participação da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. “Ad Astra” tem previsão de estreia em 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Terror do diretor de A Bruxa coproduzido pelo Brasil vence Prêmio da Crítica em Cannes

    25 de maio de 2019 /

    Coprodução brasileira​, o terror “The Lighthouse” (o farol), do americano Robert Eggers (“A Bruxa”), foi o vencedor do Prêmio da Crítica como Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes. Uma das obras mais elogiadas do festival deste ano, o longa atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Rodado em preto e branco, traz Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Aquaman”) como dois sujeitos que têm de cuidar de um farol isolado na região da Nova Inglaterra, no século 19. O clima é gótico e ao estilo dos melhores contos de Edgar Allan Poe. Assim como aconteceu com a “A Bruxa”, filme de estreia de Eggers, “The Lighthouse” tem coprodução da produtora paulista RT Features, de Rodrigo Teixeira. A premiação do longa se soma à vitória de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, do cearense Karim Aïnouz, outra coprodução da RT Features, que foi eleito o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, a mais importante seção paralela do Festival de Cannes, dedicada a filmes mais ousados. Já o Prêmio da Crítica para Melhor Filme da mostra competitiva ficou com “It Must Be Heaven”, do palestino Elia Suleiman, que discute identidade no país do diretor, que muitos dizem não existir. A premiação é iniciativa da Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) e não é considerada um prêmio oficial de Cannes.

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    Primeira foto do novo terror do diretor de A Bruxa junta Robert Pattinson e Willem Dafoe

    27 de abril de 2019 /

    O estúdio A24 divulgou a primeira foto do terror “The Lighthouse” (o farol), que junta os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”). Em preto e branco, a imagem registra a dupla em roupas de época, ao lado do farol do título. Segundo longa de Robert Eggers, diretor do premiado terror “A Bruxa” (2015), vencedor do Festival de Sundance, “The Lighthouse” é ambientado na Nova Escócia, no final do século 19, e irá abordar antigos mitos marinhos. O filme é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, que também coproduziu “A Bruxa”. A première mundial está marcada para a mostra Quinzena dos Realizadores, durante o Festival de Cannes.

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    Chloë Moretz vai estrelar filme baseado em disco clássico de Bob Dylan

    30 de dezembro de 2018 /

    A atriz Chloë Grace Moretz vai retomar sua parceria com Luca Guadagnino em “Blood on the Tracks”, filme baseado no lendário disco de mesmo nome de Bob Dylan. Moretz trabalhou com o diretor no remake do terror Suspiria, lançado em 2018. “Ela é uma ótima atriz, uma pessoa maravilhosa e tem uma família excepcional. Eu tive a oportunidade de trabalhar com ela em ‘Suspiria’, e agora ela já está confirmada no meu próximo filme. Ela terá um papel importante”, afirmou o diretor para o site italiano Bad Taste. O projeto é da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (que produziu “Me Chame pelo Seu Nome”), e tem roteiro de Richard LaGravenese (“Invencível“) escrevesse o roteiro. A trama deve acompanha diversos personagens ao longo da década de 1970, inspirando-se nos temas principais do álbum. Curiosamente, o disco já inspirou um filme antes. Em 2007, o filme “Não Estou Lá”, que faz um apanhado simbólico da vida de Bob Dylan, adaptou os temas de “Blood on the Tracks” durante a passagem com participação de Heath Ledger (“O Cavaleiro das Trevas“). Considerado um de seus melhores discos de Dylan – e, segundo a revista Rolling Stone, o 16º melhor álbum de todos os tempos – , “Blood on the Tracks” foi lançado em 1975. Relembre abaixo as duas músicas mais famosas do disco.

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