Two Lovers and a Bear: Atriz de Orphan Black vive romance e paranoia em trailer de drama canadense
A Entertainment One divulgou o pôster e o trailer de “Two Lovers and a Bear”, drama canadense estrelado por Tatiana Maslany (a estrela de “Orphan Black”) e Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) como um casal que vive em condições extremas no Ártico. A prévia é pouco clara a respeito do motivo de seu autoexílio, inserindo o urso do título original quase como uma metáfora das ameaças que os cercam. E embora gozem de conforto numa pequena comunidade, a paranoia os leva a uma fuga suicida pelas paisagens congeladas. Dirigido pelo canadense Kim Nguyen (do drama indicado ao Oscar “A Feiticeira da Guerra”), o filme recebeu críticas positivas durante sua première na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. A estreia acontece em 7 de outubro no Canadá, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Shailene Woodley vai estrelar comédia romântica do roteirista de Bridget Jones: No Limite da Razão
A atriz Shailene Woodley (“Divergente”) vai estrelar sua segunda comédia romântica. Segundo o site da Variety, trata-se de “No Baggage”, novo filme escrito por Adam Brooks, um especialista no gênero – roteirizou, entre outros, “Wimbledon: O Jogo do Amor” (2004), “Bridget Jones: No Limite da Razão” (2004) e “Três Vezes Amor” (2008). Baseado numa história real, “No Bagagge” vai contar como o primeiro encontro de um casal acabou se tornando uma viagem ao redor do mundo. A história foi contada num texto publicado no site Salon.com. A autora Clara Bensen começou a conversar online com o professor universitário Jeff e, na terceira mensagem, ele perguntou se ela estava interessada em fazer uma viagem experimental. A jornada durou 21 dias, durante os quais os dois conheceram oito países e se apaixonaram. Shailene tem marcado sua carreira com filmes de ação e dramas e indies. Antes de “No Baggage”, seu filme mais leve tinha sido “O Maravilhoso Agora” (2013), uma comédia indie juvenil, em que contracenou com Miles Teller, seu colega na franquia “Divergente” Ainda não há diretor nem data de lançamento definidos.
Ansel Elgort vai viver irmãos gêmeos em drama indie
O ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) terá papel duplo no drama independente “Jonathan”. Segundo o site da revista Variety, ele viverá irmãos gêmeos na produção dirigida pelo estreante Bill Oliver. Na trama, os gêmeos Jonathan e John são completamente diferentes, mas entram num acordo para não ter namoradas, o que poderia causar confusões. O primeiro é um bem-sucedido arquiteto, enquanto o segundo passa os dias dormindo para viver as noites em baladas. E numa dessas noites, acaba se apaixonando. Jonathan, então, decide forçar o irmão a terminar o relacionamento. Mas logo em seguida também começa a se envolver com a mesma garota. As filmagens de “Jonathan” vão acontecer em setembro na cidade de Nova York, mas ainda não há previsão de lançamento.
The Handmaiden: Drama lésbico do diretor de Oldboy ganha 62 fotos e trailer americano
A Magnolia Pictures divulgou 62 fotos, o pôster e o primeiro trailer americano de “The Handmaiden” (Ah-ga-ssi), nova provocação do diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”). A prévia é repleta de momentos fetichistas, que evocam sua temática sexual, além de destacar a reprodução de época e um certo clima de suspense. O filme é uma adaptação do romance lésbico “Na Ponta dos Dedos” da escritora galesa Sarah Waters, mesma autora do livro que inspirou a minissérie britânica “Toque de Veludo” (Tipping the Velvet, 2002) e o filme “Afinidade” (Affinity, 2008), todos de temática lésbica e passados na Inglaterra vitoriana. Park manteve o enredo, mas avançou algumas décadas, mudou a locação e alterou a etnia das personagens. Passada na Coreia nos anos 1930, durante o período de domínio colonial japonês, a trama acompanha Sook-Hee, uma espécie de “Oliver Twist” lésbica, garota órfã de bom coração que mora num cortiço com ladrões e vigaristas, que se vê envolvida num elaborado golpe do baú planejado por um vigarista profissional. O trapaceiro consegue empregar a jovem órfã como criada na casa de uma família japonesa rica, esperando que ela convença Lady Hideko, herdeira de uma fortuna, a casar-se com ele. Seu plano, porém, não conta com o sentimento que surge entre as duas mulheres. Não por acaso, o título de duplo sentido do romance original alude tanto aos dedos leves dos larápios quanto ao prazer sexual provocado por massagens no clitóris. A belíssima Kim Tae-Ri faz sua estreia no cinema, após ser escolhida entre 1,5 mil candidatas, como Sook-Hee, enquanto Kim Min-hee (“Assassino Profissional”) interpreta Lady Hideko. O elenco também inclui Ha Jung-woo (“O Caçador”) e Jo Jin-woong (“O Almirante: Correntes Furiosas”). “The Handmaiden” teve sua première no Festival de Cannes e já estreou na Ásia. O lançamento nos EUA está marcado pra 4 de outubro e, por enquanto, não há previsão para sua chegada ao Brasil.
Entre Idas e Vindas coloca uma simpática comédia romântica na estrada
Quando “Alemão” (2014), o maior sucesso comercial de José Eduardo Belmonte, chegou aos cinemas, o diretor já estava filmando “Entre Idas e Vindas”, que na época tinha um outro nome menos genérico. Em comum, ambos os filmes se aproximam mais do grande público que a maioria dos trabalhos mais autorais do cineasta. A leveza e algumas escolhas frustrantes da trama de “Entre Idas e Vindas” podem até incomodar os fãs de suas obras mais complexas, como “A Concepção” (2005), “Se Nada Mais Der Certo” (2008) e “O Gorila” (2012), mas é difícil não simpatizar com a história. Claro que poderia ser um filme melhor se concentrasse seus esforços apenas na trajetória das quatro mulheres que trabalham com telemarketing, sem forçar a mão no relacionamento amoroso entre a personagem de Ingrid Guimarães (“Pernas pro Ar”) e Fábio Assunção (“País do Desejo”), que aparece em cena com seu filho João Assunção. É justamente aí que reside o principal problema do filme: querer ser quase uma comédia romântica hollywoodiana. Ao menos, o diretor brasiliense tem bom gosto, sabe filmar, e há um trio de mulheres de tirar o chapéu no motor home que pega a estrada apenas para aproximar o casal central: as amigas da protagonista, vividas por Alice Braga (série “Queen of the South”), Rosanne Mulholland (“Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”) e Caroline Abras (“Sangue Azul”). Além do mais, se a intenção é mesmo copiar o estilo do gênero americano, até que Belmonte não fez feio. Como se trata de um filme sobre personagens com dores de relacionamentos, o melhor da trama está justamente nas cenas em que os problemas são confrontados, como nos belos momentos entre pai e filho (o filho quer saber mais de sua mãe, uma mulher que os abandonou há seis anos, mas que o pai não consegue esquecer e por isso vive na fossa). Neste quesito, a melhor cena é a da roda de apostas sobre quem tem a história mais triste. É quando o público é convidado a se solidarizar com cada um dos personagens – embora seja muito difícil comprar a história de Rosanne. De todo modo, é neste momento que o filme se engrandece. A química dos atores funciona muito bem, e por mais que Caroline Abras seja mal aproveitada, cada vez que ela aparece na tela é como se um dia nublado virasse um dia de sol. E não só porque ela é muito bonita, mas por conseguir passar uma sensação radiante. Algumas cenas na praia, filmadas com outras lentes, também são belas e ajudam a tirar o filme do ordinário. No entanto, mesmo com tanta beleza natural (das meninas, do garoto inteligente que se apaixona por uma delas, da natureza, das locações etc.), o romance do casal principal continua sendo a pedra no meio do caminho, fazendo balançar um road movie que tinha potencial para passar mais longe do lugar comum.
Meu Namorado É um Zumbi pode ganhar continuação
A atriz Teresa Palmer (“Caçadores de Emoção: Além do Limite”) revelou, durante sua passagem pela San Diego Comic-Con, que existem planos para uma continuação de “Meu Namorado É um Zumbi”, filme que ela estrelou ao lado de Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) em 2013. “Eu tenho ouvido esses rumores a pelo menos um ano e meio, e por enquanto eles não me abordaram sobre isso. Mas estou cautelosamente otimista, pois acho que eles estão trabalhando no roteiro. Eu adoraria voltar para uma continuação”, comentou. No filme original, Palmer interpretou Julie, uma garota pela qual o zumbi R (Nicholas Hoult) se apaixona. Os dois começam um relacionamento que acaba ajudando a recuperar a humanidade dos mortos-vivos. Por coincidência, o livro “Warm Bodies”, que inspirou o filme, deve ganhar continuação em breve pelas mãos do autor Isaac Marion. A sequência se chamará “The Burning World” e tem previsão de lançamento para fevereiro de 2017.
Max Landis revela estar escrevendo animação de Pepe le Gambá
O roteirista Max Landis (“Victor Frankenstein”) está escrevendo um longa animado de Pepe le Gambá (Pepe le Pew), o gambazinho animado dos Looney Tunes, para a Warner Bros. A confirmação foi feita pelo próprio Landis num vídeo (veja abaixo), em que ele recita trechos de diálogos e jura que o personagem, um conquistador insaciável, encontrará redenção. No vídeo, Landis usa linguagem madura para tratar do personagem infantil, que descreve como polêmico por suas características de perseguidor, chegando a prometer que não fará uma versão animada de “Irreversível” (2002) – o filme de Gaspar Noé com uma cena brutal de estupro de Monica Bellucci. O roteirista confirmou a presença da personagem da gatinha Penélope no longa-metragem, que terá tom de produção romântica francesa, misturado a uma trama policial. Ele cita “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001) e “Conexão Francesa” (1971) como referências. O filme ainda não tem cronograma de produção ou previsão de estreia.
Garry Marshall (1934 – 2016)
Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.
Adam DeVine vai viajar no tempo para conquistar Alexandra Daddario em nova comédia
Os jovens astros Adam DeVine (“A Escolha Perfeita”), Alexandra Daddario (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) e Robbie Amell (série “The Flash”) vão estrelar “When We First Met”, uma comédia romântica de viagem no tempo. Na trama, DeVine interpretará um rapaz que se arrepende de aceitar ser “só amigo” da garota de seus sonhos (Daddario). Após descobrir uma forma de voltar no tempo, ele muda tudo o que aconteceu na noite em que conheceu a amada, desencadeando, claro, um efeito borboleta, que altera a vida de todos a sua volta. O roteiro foi escrito por John Whittington (roteirista do vindouro “LEGO Batman: O Filme”) e a direção está a cargo de Ari Sandel, que já trabalhou com Amell na comédia teen “D.U.F.F. – Você Conhece, Tem ou É” (2015). A produção ainda não tem previsão de estreia.
Tom Hiddleston jura que namoro com Taylor Swift não é golpe publicitário
O ator Tom Hiddleston (“Thor”) defendeu seu namoro com a cantora Taylor Swift para o site The Hollywood Reporter. O assunto veio à tona em meio a uma entrevista sobre a sua primeira indicação ao prêmio Emmy, anunciada nesta quinta-feira (14/7), por seu trabalho na minissérie “The Night Manager”. “A verdade é que Taylor Swift e eu estamos juntos, e estamos muito felizes. Obrigado por perguntar. Essa é a verdade. Não é uma ação publicitária”, ele disse, ao responder uma pergunta sobre o relacionamento. Diante das aparições públicas do casal, que não se constrange em demonstrar seu afeto, surgiu a teoria de que tudo poderia ser uma performance para um videoclipe. Hiddleston, que está na Austrália filmando “Thor: Ragnarok”, seu quarto filme no papel do supervilão Loki, também disse que celebrou muito sua indicação ao Emmy. “É muito especial porque eu adorei interpretar Jonathan Pine. ‘The Night Manager’ foi um dos trabalhos mais desafiadores e satisfatórios da minha carreira como ator”.
Bella Thorne vai estrelar romance sobrenatural pós-apocalíptico
A atriz Bella Thorne (“Alvin e os Esquilos: Na Estrada”) vai estrelar o que parece mais a descrição de um mash-up: um romance sobrenatural pós-apocalíptico. Segundo o site The Hollywood Reporter, a mistureba de estilos vem do livro “Break My Heart 1,000 Times”, de Daniel Waters, que será adaptado para as telas por Jason Fuchs (do carnavalesco “Peter Pan”). A trama acompanha Veronica, jovem que vive em um mundo pós-apocalíptico povoado pelos fantasmas de todos aqueles que morreram. Quando os seres do além misteriosamente tornam-se mais fortes, ela decide investigar a razão junto com um amigo. A direção está a cargo de Scott Speer (“Ela Dança, Eu Danço 4”), que acaba de filmar um romance estrelado por Thorne, “Midnight Sun”, ainda sem previsão de estreia. A adaptação de “Break My Heart 1,000 Times” também não tem data de lançamento agendada.
Table 19: Anna Kendrick se junta aos perdedores em trailer de comédia
A Fox Searchlight divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Table 19”, comédia romântica estrelada por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). O filme gira em torno de uma mesa de convidados de casamento, que reúne as pessoas menos interessantes da festa. Frustrados pela descoberta da dura realidade, o grupo de perdedores resolve dar a volta por cima, com novas amizades e até o começo de um romance. Na trama, Kendrick vive a ex-namorada do padrinho, que, após levar um fora por SMS, tem a presença dispensada da festa, mas resolve ir assim mesmo, e acaba sendo colocada na mesa dos que foram convidados “meramente por cortesia” – interpretadas por Lisa Kudrow (“Vizinhos”), Craig Robinson (“É o Fim”), June Squibb (“Nebraska”), Stephen Merchant (série “Hello Ladies”) e Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”). Com roteiro dos irmãos Jay e Mark Duplass (criadores da série “Togetherness”), e direção de Jeffrey Blitz (“Rocket Science”), o filme tem estreia marcada para 20 de janeiro de 2017 nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil
A Bela e a Fera: Nova versão da fábula com Emma Watson ganha primeiro pôster
A Disney divulgou o primeiro pôster de “A Bela e a Fera”, sua nova adaptação de fábula encantada. A arte destaca a rosa que levou Bela para a mansão da Fera. Assim como “Mogli, o Menino Lobo”, atualmente em cartaz, o filme é uma adaptação com atores de um desenho clássico do estúdio, portanto mais fiel à versão da própria Disney do que à fábula original. Isto o diferencia de outros filmes baseados na história medieval, como a recente adaptação francesa, com Vincent Cassel (“Em Transe”) e Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”). O filme traz Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












