Cléo Pires vai estrelar comédia romântica do roteirista de Pequeno Segredo
A atriz Cléo Pires vai voltar a estrelar uma comédia romântica após dois filmes dramáticos (“Operações Especiais” e “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e a série de terror “Supermax”. Ela fará par com Igor Angelkorte (minissérie “Nada Será Como Antes”) em “Todo Amor”. Com roteiro e direção de Marcos Bernstein (roteirista de “Central do Brasil” e “Pequeno Segredo”), o filme aborda relações amorosas de um médico (Angelkorte) que passou um ano fora do Brasil trabalhando na África, de onde trocou correspondência com sua ex-cunhada (Pires), achando que se tratava da ex-namorada. A confusão, logicamente, rende o romance prometido pelo título. A produção está sendo patrocinada por Lojas Americanas e Americanas.com. As filmagens tem início marcado para o dia 15 de novembro, visando um lançamento em 2017.
Cinquenta Tons Mais Escuros: Marketing do filme usará realidade virtual para colocar fãs no quarto vermelho
O diretor James Foley revelou que gravou cenas de realidade virtual (RV) com o casal de “Cinquenta Tons Mais Escuros” para o marketing do filme. Durante uma mesa-redonda nos estúdios da Paramount, ele disse ter ficado fascinado pela experiência, a ponto de prever que este será o futuro do cinema. Para ele, trabalhar num cenário de 360 graus fornece a “libertação máxima” tanto para o ator como para o diretor. “Acredito que o cinema vai mudar para a RV porque ela é uma extensão da linguagem visual. Assistir ao material gerado por essa nova tecnologia ajudou a expandir minha mente”, disse o diretor. Foley explicou como funcionou o processo de gravações de VR no cronograma das filmagens. “Depois que terminávamos as filmagens do dia, os atores ficariam um pouco mais e as pessoas ligadas à realidade virtual recriavam as cenas que fizemos para o longa”, revelou. A intenção dessas gravações é colocar os espectadores dentro do polêmico quarto vermelho, ao lado de Anastasia Steele e Christian Grey, interpretados respectivamente por Dakota Johnson e Jamie Dornan. “Temos bastante material de marketing para produzir os bastidores do longa”, acrescentou. “Cinquenta Tons Mais Escuros”, a continuação do romance erótico “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), estreia em fevereiro nos cinemas.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças pode virar série
O cultuado filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” pode ganhar uma versão para a TV, informou o site The Hollywood Reporter. A produtora Anonymous Content, responsável pelo filme original e pelas séries “True Detective” e “Mr. Robot”, está desenvolvendo a adaptação em parceria com a Universal TV. O projeto ainda está em seus estágios iniciais e, por enquanto, só tem fechada a participação do produtor Steve Golin, que produziu o filme de 2004. Antes de ser oferecida no mercado, a adaptação precisa definir um roteirista e negocia com Zev Borow (séries “Forever” e “Chuck”) para escrever o episódio piloto. A trama original, que rendeu um Oscar para seus roteiristas, Michel Gondry (também diretor do filme), Charlie Kaufman e Pierre Bismuth, acompanhava um casal, vivido por Jim Carrey e Kate Winslet, que, após terminar o namoro, resolve apagar as memórias do seu relacionamento. Algo em voga no futuro próximo em que a história acontece. Entretanto, sem lembrarem do que passaram, os dois acabam se atraindo novamente.
Um Homem Só consegue ir além do pastiche da comédia fantástica
Bem como a maioria de nós, Arnaldo (Vladimir Brichta, de “Muitos Homens Num Só”) é um sujeito sufocado por um cotidiano banal, não encontrando em suas tarefas padronizadas algum respiro para repensar o que o importuna e qual a melhor maneira de agir. Os seus incômodos vão desde um casamento no piloto automático com Aline (Ingrid Guimarães, numa personagem ainda mais antipática que a Nena de “Um Namorado Para Minha Mulher”) até o emprego burocrático no qual o único alívio é a amizade com Mascarenhas (Otávio Muller, de “O Gorila”). Ao usar o banheiro privativo do seu trabalho, Arnaldo ouve uma conversa sobre uma clínica secreta capaz de clonar pessoas. O intento do procedimento é fazer com que a cópia assuma as funções do original enquanto este recebe uma segunda chance para viver uma outra possibilidade. A única regra é que as duas versões jamais devem se cruzar: caso infringida, a cópia deverá ser imediatamente eliminada e o original reassumir o seu posto. A princípio, Cláudia Jouvin, diretora de primeira viagem e roteirista com vasta experiência em produções televisivas e cinematográficas, parece fazer nada mais que um pastiche de comédia e fantasia, como “O Homem do Futuro” (2011) realizou com “De Volta ao Futuro” (1985). O teor fantástico da premissa se mostra sem qualquer complexidade e as coisas parecem rumar para um romance de pegada hipster com a entrada de Josie (Mariana Ximenes, “Uma Loucura de Mulher”), uma jovem tresloucada que trabalha em um cemitério de animais com a sua “tia” Leila (Eliane Giardini, de “Olga”), que é, na realidade, a ex-companheira de sua falecida mãe. Ledo engano. O diferencial de “Um Homem Só” já começa pelo tratamento visual e cenográfico. Premiado no penúltimo Festival de Gramado, o diretor de fotografia argentino Adrian Teijido (série “Narcos”) transforma uma cidade ensolarada como o Rio de Janeiro no ambiente mais lúgubre imaginável, algo que reverbera ainda mais com a direção de arte de Claudio Amaral Peixoto e Joana Mureb (que trabalharam juntos em “Qualquer Gato Vira-Lata”), conferindo no acúmulo de objetos nas residências de cada personagem um sentimento de apego por algo que já partiu, seja uma pessoa ou uma ambição de vida. Há também outra virtude em “Um Homem Só” e ela deve ser creditada totalmente à Cláudia Jouvin. A diretora e roteirista carioca tem um domínio de seu material, comprovado não somente pelas surpresas que prega na segunda metade do filme, mas principalmente ao não abrir nenhuma concessão no ato final. É como se Jouvin sustentasse o discurso de que não há mágica capaz de camuflar a nebulosidade de nossas escolhas. Um ceticismo em forma de um risco que vai fazer muita gente sair de cabeça baixa do cinema, mas que fortalece a nossa singularidade como indivíduos que não podem ser duplicados.
Lembranças de um Amor Eterno exacerba romantismo melodramático
Alguns filmes têm uma pegada tão sentimental que é até compreensível que cheguem a irritar alguns espectadores. Ainda mais os de hoje, que são menos tolerantes a sentimentalidades. Pode ser muito bem o caso de “Lembranças de um Amor Eterno” (2016), novo trabalho de Giuseppe Tornatore (“O Melhor Lance”). O filme é um exemplar perfeito de um cinema canceriano por excelência (algo que não se via desde “Rocky Balboa”, de Sylvester Stallone), derramando romantismo exacerbado por todos os lados e com personagens trocando juras de amor, ainda que a situação em si seja bastante complicada para os dois. Até o símbolo do caranguejo aparece em pelo menos duas vezes no filme, seja isso uma coincidência ou não, intenção ou não do diretor. Mas há também a questão do guardar, da força das palavras de afeto, seja em cartas, seja em vídeo. Com a impossibilidade do amor físico dos personagens, o que sobra são as cartas – no caso, ou principalmente, os e-mails recebidos numa tentativa de enfrentar a morte até o último respiro de vida. Outra coisa que pode incomodar, até mesmo para aqueles que curtem a proposta estética do filme, é o clima carregado que fica no ar, como um luto prolongado. Tornatore leva o tema do amor impossível – pelo menos o amor carnal e presente – a um novo patamar. Aqui não é exatamente uma família que impede o amor do casal, como em Romeu e Julieta, para citar um exemplo clássico, mas algo maior. E esse algo maior é desafiado pelos personagens. E embora seja um filme que fala sobre questões existenciais ligadas à física, à ciência, há também uma carga de mistério e de espiritualidade, ainda que apareça de maneira quase sutil. É especialmente tocante a primeira sequência, quando o casal de amantes vivido por Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”) e Olga Kurylenko (“Oblivium”) está se beijando e se abraçando calorosamente antes de se despedirem. Há, naquele momento, um descompasso entre os dois discursos. Ele quer que ela lhe conte um segredo; ela quer focar no amor físico, fala que quer uma camisa dele para sentir o seu cheiro quando dormir. Aquele amor adquire um tom de urgência poucas vezes impresso no cinema recente. Lembremos que a atriz ucraniana já esteve em uma espécie de filme-ensaio sobre o amor, no arriscado “Amor Pleno” (2012), de Terrence Malick. E ela tem uma aura de beleza e um olhar que passa uma melancolia que combina com esse tipo de papel. No caso do filme de Tornatore, vemos Amy, sua personagem, quase sempre desolada, em busca de migalhas deixadas pelo amor de sua vida. Pequenas mensagens, pequenos e-mails rápidos, mas que demonstram uma paixão intensa daquele homem por ela. O fato de ele saber tudo sobre ela, onde estaria em determinado momento, é um indicativo de que o mundo dele girava em torno dela, por mais que os encontros fossem escassos para tão grande amor. Pra completar, o filme ainda conta com trilha sonora do grande Ennio Morricone, este senhor de quase 90 anos que ainda está ativo e fazendo temas tão lindos. A presença da música do maestro é fundamental para a construção deste melodrama que não tem medo de ser melodrama. Algumas notas até lembram o que o músico fez em parceria com Tornatore em sua obra mais conhecida, “Cinema Paradiso” (1988). São dois artistas mais uma vez tratando da saudade. Mas muitos cinéfilos vão sentir é saudades de “Cinema Paradiso”, após o novo trabalho.
O Espaço Entre Nós: Novo trailer conta todo o filme do adolescente marciano apaixonado
A STX Entertainment divulgou outro desses trailers que contam o filme inteiro. Trata-se do romance juvenil disfarçado de sci-fi “O Espaço Entre Nós”. A prévia conta detalhes, mostra reviravoltas e possivelmente entrega até o final do filme. “O Espaço Entre Nós” é o filho que “Perdido em Marte” nunca teve com “A Culpa É das Estrelas”, um melodrama romântico de doença sobre o único garoto de Marte, que se apaixona por uma jovem pela internet e resolve conhecer a Terra. Claro que isso cobra um preço alto em sua saúde – mas não devido à atmosfera repleta de bactérias e poluentes, que matou os alienígenas de “Guerra dos Mundos”, e sequer afeta o rapaz que nunca a respirou. A culpa, neste caso, não é das estrelas, mas de outro título de filme: Gravidade. E, claro, da tendência mórbida tão em voga dos romances juvenis de doença. O filme traz Asa Butterfield (“Ender’s Game”) como protagonista, Britt Robertson (“Tomorrowland”) como o interesse romântico, além de Carla Gugino (série “Wayward Pines”) e Gary Oldman (“Mentes Criminosas”) como os cientistas adultos benevolentes que tentam salvar sua vida. O roteiro é assinado por Allan Loeb (“Esposa de Mentirinha”) e a direção é de Peter Chelsom (“Hannah Montana – O Filme”), mais acostumados a trabalhar com comédias e sem nenhuma experiência no gênero da ficção científica. A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Lionsgate quer lançar novos filmes da Saga Crepúsculo
Com a dificuldade de emplacar uma nova franquia e amargando fracassos consecutivos, o estúdio Lionsgate já começa a ponderar a volta de sua saga mais lucrativa. Em entrevista ao site Screen Daily, Patrick Wachsberger, copresidente do estúdio, assumiu querer o retorno de “Crepúsculo”, ainda que nada esteja confirmado. “Não é uma certeza, mas uma possibilidade. Tudo depende de Stephenie Meyer. Se ela quiser conta outra história relacionada àqueles personagens, estamos disponíveis”, explicou. O sucesso dos filmes da “Saga Crepúsculo” estimularam a Lionsgate a comprar o estúdio Summit Entertainment, que produziu as adaptações dos livros de Meyer. Mas, por conta própria, também experimentou grandes bilheterias com os quatro longas de “Jogos Vorazes”. Os planos seguiam razoavelmente no rumo, quando o fracasso do terceiro título da “Série Divergente” colocou o futuro da última franquia do estúdio em cheque. Após “Divergente”, a Lionsgate não conseguiu lançar nenhum sucesso que lhe desse confiança de investir em sequências, ainda que tivessem potencial de franquia. E amargou fracassos consecutivos, incluindo “Deuses do Egito” neste ano. Com cinco filmes de orçamentos moderados, a “Saga Crepúsculo” faturou mais de US$ 3,343 bilhões mundialmente. Não é à toa que o estúdio gostaria de retomá-la. Dificilmente, porém, conseguirá reunir o mesmo elenco dos longas originais. A menos que decida encarecer os orçamentos com salários bastante elevados.
Fallen: Vaza o trailer do “Crepúsculo com anjos”, que fracassou antes de estrear
Vazou o trailer de “Fallen”, adaptação do best-seller juvenil escrito por Lauren Kate. A divulgação não é oficial e emergiu antes que a Relativity Media revisse sua estratégia de marketing, atualmente em curso após o estúdio conseguir superar uma situação de falência em que reavaliou todos os seus lançamentos. Fãs brasileiros do livro, inclusive, já legendaram o vídeo, como se pode ver abaixo. Mas é capaz do longa nunca chegar aos cinemas, pois parece fadado ao fracasso, antes mesmo de estrear. O fato é que o trailer precoce, com imagem em baixa resolução, deixa claro que se trata de um produto trash e datado. A comparação com “Crepúsculo” é evocada pelo próprio vídeo, ao citar nominalmente a franquia dos vampiros, enquanto recria a mesma dinâmica de romance sobrenatural vista no longa estrelado por Kristen Stewart e Robert Pattinson há oito anos. “Fallen” é centrada numa adolescente alienada de 17 anos que chega numa escola nova e se apaixona por um rapaz que cultiva o clichê do “olhar distante” para parecer enigmático. O jeito afetado significa, claro, que se trata de um ser sobrenatural. É, você já viu isto antes. A “diferença” é que aqui os personagens são anjos caídos, que vivem uma história de amor há séculos – e os fãs de “The Vampire Diaries” também vão reconhecer esse detalhe. Assim como as duas franquias de vampiros para adolescentes, “Fallen” faz parte de uma coleção literária que inclui mais três volumes, lançados no Brasil com os títulos de “Tormenta”, “Paixão” e “Êxtase”. Juntos, os livros venderam mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo. O estúdio deve ter salivado quando venceu a concorrência para lançar a saga nos cinemas. Entretanto, o que parecia um pote de ouro há muito virou chumbo. Após a produção ser encomendada, “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos” , “A Hospedeira”, “Dezesseis Luas” e “Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras” fracassaram nas bilheterias, marcando o fim do ciclo. Para se ter noção, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) chegou a ser cogitado como protagonista, mas recusou o papel. O elenco acabou contando com Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2”), Addison Timlin (“Namoro ou Liberdade”), Harrison Gilbertson (“Need for Speed”), Lola Kirke (“Mistress America”), Malachi Kirby (remake da minissérie “Raízes”), Joely Richardson (série “Nip/Tuck”) e Elliot Levey (“Florence: Quem É Essa Mulher?”). Com direção de Scott Hicks (“Um Homem de Sorte”) e roteiro da dupla Nichole Millard e Kathryn Price (“Treinando o Papai”), o filme deveria ter estreado neste mês nos EUA, mas não tem pôster ou trailer oficial. Também não há previsão para seu lançamento no Brasil. Tudo indica que sairá direto em VOD e/ou DVD.
Ben Kingsley vai estrelar e produzir adaptação internacional de O Primo Basílio para a TV
O ator britânico Ben Kingsley vai adaptar para a TV o romance português clássico “O Primo Basílio”, de Eça de Queirós, publicado em 1878. Segundo o site Deadline, Kingsley vai produzir e também terá um papel de destaque na minissérie, interpretando o pseudo-intelectual Conselheiro Acácio. A atração será coproduzida pelas empresas Lavender Pictures, de Kingsley, e a Nevision. Ainda não há emissora ligada ao projeto. No romance, Eça de Queirós investiga a aparente perfeição de um lar burguês na Portugal do século 19 a partir, acompanhando uma dona de casa entediada, Luisa, e o caso que mantém com seu primo, o Basílio do título. Mas o caso desperta suspeitas, e quando uma de suas empregadas descobre provas, começa a chantagear a patroa, que adoece de preocupação, com medo que seu marido descubra tudo. A história já teve várias adaptações. A mais antiga é da época do cinema mudo, uma produção portuguesa de 1923. Mas o romance também foi encenada no Brasil, numa minissérie da Globo de 1988 e numa versão cinematográfica dirigida por Daniel Filho em 2007.
Passageiros: Trailer legendado de sci-fi mostra Jennifer Lawrence e Chris Pratt sozinhos no espaço
A Sony Pictures divulgou o pôster, seis fotos e o primeiro trailer (em versões legendada e dublada) da sci-fi “Passageiros”, que mostra Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”) e Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) sozinhos no espaço. Na trama, o casal hibernava durante uma grande expedição para outro planeta, até que um problema no computador de bordo fez com que acordassem antes dos demais viajantes e se vissem sozinhos numa grande nave espacial, com 90 anos de jornada para frente. Mas enquanto o defeito encaminha a sci-fi para o romance, a prévia revela que nada foi casual e os dois precisarão impedir a nave de ser destruída, mesmo que isso custe suas vidas. O detalhe final é que o personagem de Pratt tem um segredo que quer confessar antes de ser tarde demais. Só que os produtores já contaram para todos, logo que o projeto foi anunciado. Quem quiser saber, está na internet. Apesar da sinopse se limitar aos dois personagens, o filme também inclui em seu elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”) como um robô, além de Laurence Fishburne (série “Hannibal”) e Aurora Perrineau (“Jem e as Hologramas”), vistos de vislumbre na prévia. Com roteiro de Jon Spaihts (“Prometheus”) e direção do norueguês Morten Tyldum (indicado ao Oscar por “O Jogo da Imitação”), “Passageiros” tem estreia prevista para 5 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Fofoca: Taylor Swift investe em Zac Efron para novo romance hollywoodiano
Nada como uma notícia fútil de celebridade para gerar pageviews. A gente não é imune, mas quem lançou a intriga foi o site da revista americana In Touch, para quem Taylor Swift já escolheu seu próximo alvo em Hollywood. A cantora namoradeira, que depois de levar um monte de foras de famosos está em fase de vingança, dando um monte de foras em famosos, mal partiu o coração de Tom Hiddleston (“Thor”) e já estaria de olho em outro ator: Zac Efron (“Vizinhos”). Uma fonte da publicação garante que Taylor vai com tudo pra cima de Zac. “Os dois estão conversando muito desde que ela terminou com Tom”, disse o fofoqueiro anônimo. “Taylor sempre sentiu uma forte conexão com Zac, mas eles nunca puderam estar juntos, porque sempre estavam saindo com outras pessoas”, completou, entregando o serviço completo. A intriga só não é completa porque não dá maiores detalhes, mas os dois trabalharam juntos durante a dublagem da animação “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012). Para reforçar o boato, a publicação ainda assegura que a cantora já convidou Efron para sair. “Eles ainda não conseguiram marcar nada devido aos seus horários, mas isso vai acontecer em algum momento”, sugere um mui amigo – do ainda não, mas talvez no futuro, quem sabe um dia – casal.
Cinquenta Tons Mais Escuros bate recorde de Star Wars como trailer mais visto do mundo
O trailer de “Cinquenta Tons Mais Escuros”, a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), bateu o recorde de visualizações em 24 horas, sendo visto 114 milhões de vezes entre terça (13/9) e quarta. Segundo os sites Variety e The Hollywood Reporter, o total foi atingido em diversas plataformas, como YouTube, Facebook e Instagram, e supera a antiga marca de 112 milhões que ostentava “Star Wars: O Despertar a Força” (2015). Do total, 39,4 milhões de visualizações foram nos Estados Unidos e Canadá. O Reino Unido aparece com 18,9 milhões. E a maior surpresa é o Brasil foi o terceiro país que mais ajudou nesta conta, com 12,4 milhões. Ironicamente, o trailer não mostra nenhuma cena muito excitante, exibindo uma estética de comercial de perfume masculino, e tem mais conflitos de telenovela, com cenas de brigas e ciúmes, que de romance erótico. Mas, aparentemente, é o que o público quer ver. E o estúdio Universal comemora o fato de ainda haver interesse na franquia, após um hiato maior que o ideal na produção da sequência, que poderia dar tempo para uma reavaliação sob a luz das críticas negativas do primeiro filme, vencedor do troféu Framboesa de Ouro de Pior Filme do ano passado. No segundo filme da franquia, James Foley (série “House of Cards”) assumiu a direção no lugar de Sam Taylor-Johnson, que, durante a produção do longa inicial entrou em choque com a escritora E.L. James, autora dos livros. Como James também é produtora dos filmes, conseguiu empregar seu marido Niall Leonard (telefilme “Hornblower: Loyalty”) como roteirista do longa-metragem, garantindo maior controle sobre a adaptação. “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 10 de fevereiro de 2017, às vésperas do Dia dos Namorados no hemisfério norte. No Brasil, o lançamento acontece seis dias depois, em 16 de fevereiro.
Jane the Virgin: 3ª temporada ganha trailer trágico
A rede americana CW divulgou o trailer completo da 3ª temporada de “Jane the Virgin”. A prévia destaca o romance entre Jane (Gina Rodriguez) e Michael (Brett Dier), retomando a história a partir da tragédia que aconteceu nos minutos finais da temporada anterior. Com a vida de Michael em Risco, Jane aparece aflita, jurando que aquele não será o fim da sua história. Desenvolvida pela roteirista Jennie Snyder Urman, criadora da série “Emily Owens, MD”, “Jane the Virgin” é uma adaptação da novela venezuelana “Juana La Virgen”, que fez grande sucesso na América Latina, inclusive no Brasil, exibida com o título “Joana, a Virgem” pela Record. A série retorna à televisão norte-americana no dia 17 de outubro.












