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  • Música

    Jamie Dornan teria rejeitado US$ 1,5 milhão para fazer nu frontal em Cinquenta Tons Mais Escuros

    15 de janeiro de 2017 /

    O ator Jamie Dornan teria rejeitado um bônus de quase US$ 1,5 milhão de dólares para rodar cenas de nudez frontal em “Cinquenta Tons Mais Escuros”, apurou a revista de celebridades Star. Segundo a publicação, o estúdio chegou a oferecer o controle criativo total da cena, mas o intérprete de Christian Grey optou por não mostrar seu pênis para o público. Já Dakota Johnson não viu problema nisso e aparecerá mais desinibida em cena. Ela chegou a dizer, numa entrevista: “Ninguém quer ver sutiã e calcinha”, defendendo as cenas eróticas de sua personagem. Os dois filmaram completamente nus as cenas mais quentes, mas a produção do filme deveria tomar cuidado para registrar apenas o bumbum do ator pelas câmeras. Curiosamente, em entrevistas mais recentes, Dornan tem sido evasivo sobre o que realmente foi filmado. Aparentemente, nem ele tem muita certeza sobre o que o filme mostrará na tela. “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 9 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    A Bela e a Fera ganha novas fotos

    13 de janeiro de 2017 /

    A revista Total Film divulgou quatro novas fotos de “A Bela e a Fera” – escuras, em baixa resolução e com logotipo sobre as imagens – , que voltam a destacar Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela, Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera e Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston. A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e a estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    John Legend e Ariana Grande vão regravar a premiada música tema de A Bela e a Fera

    13 de janeiro de 2017 /

    A canção que os cantores John Legend e Ariana Grande vão gravar em parceria para o filme “A Bela e a Fera” foi revelada. A Disney informou que se trata justamente da premiada música-tema da produção. Composta por Alan Menken e Howard Ashman, a música “The Beauty and the Beast” venceu o Oscar de Melhor Canção Original em 1992, assim como o Grammy de Melhor Dueto do ano. Na animação, a canção foi entoada Angela Lansbury. Mas a versão mais conhecida é a que entrou no disco, gravada por Celine Dion e Peabo Byson. Esta versão foi lançada na trilha sonora oficial da animação, que venceu o Grammy. A nova filmagem de “A Bela e a Fera”, agora com atores, contará com regravações das principais canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria de “Aladdin” (1992). Um dos comerciais mais recentes da produção chegou, inclusive, a destacar uma canção entoada pela atriz Emma Watson, intérprete da Bela. A direção de “A Bela e a Fera” é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia do filme está marcada para o dia 16 de março no Brasil e a trilha sonora chegará nas lojas no dia 10 de março. Por sinal, o disco já está em pré-venda nos EUA.

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  • Filme

    A Criada reúne surpresas, reviravoltas e tensão sexual num filme arrebatador

    12 de janeiro de 2017 /

    Cineasta com uma assinatura visual já consolidada e reconhecida, Park Chan-wook é também um mestre na arte de manipular o público, direcionando-o por vezes a territórios que os despistam quanto a grande história que está se costurando. Se em sua estreia em inglês, “Segredos de Sangue” (2013), as influências hitchcockianas renderam um belo e perturbador registro sobre o surgimento da psicopatia, com “A Criada” Chan-wook regressa à Coreia do Sul levando de sua estadia ocidental um romance da britânica Sarah Waters para fazer o seu “Azul é a Cor Mais Quente” (2013). Claro que a associação com o filme de Abdellatif Kechiche, que também disputou a Palma de Ouro em Cannes, ressoa somente na voltagem erótica. Já levado para a tevê em formato de minissérie com Elaine Cassidy, Sally Hawkins e Imelda Staunton no elenco, o texto original de “Fingersmith” é revirado por Chan-wook, cercando de perversão a premissa falsamente folhetinesca de uma jovem, Sook-hee (a promissora estreante Kim Tae-ri), persuadida pelo Conde Fujiwara (Ha Jung-woo, de “O Caçador”) a ser a criada de Lady Hideko (Kim Min-hee, de “Certo Agora, Errado Antes”), com quem pretende se casar e herdar toda a sua fortuna. Ao preparar o terreno para Fujiwara agir, Sook-hee se vê simpatizando com Lady Hideko, principalmente ao investigar o poder que o tio Kouzuki (Cho Jin-woong, de “Um Dia Difícil”) exerce sobre a sua vida. Mesmo de origens distintas e exercendo papéis sociais opostos, uma atração mútua se manifesta a partir de pequenas ações físicas que desencadeiam o desejo sexual de ambas. Como o tenso auxílio que Sook-hee presta ao readequar um dente de Lady Hideko que a incomoda enquanto chupa um pirulito – mais sugestivo, impossível! Como bem provou em sua trilogia da Vingança (“Mr. Vingança”, “Oldboy” e “Lady Vingança”), Park Chan-wook se diverte trabalhando com aparências, fazendo que o espectador descarte todo um raciocínio construído após uma boa demanda de tempo. Não é diferente em “A Criada”, tirando da manga uma surpresa narrativa, na metade da projeção, que fará tudo recomeçar praticamente do zero. Ou melhor: ofertará o privilégio de perseguir um novo ponto de vista, que dará um sentido muito mais amplo para todo o contexto. De todos os cineastas contemporâneos atraídos por narrativas não lineares, o sul-coreano é o que melhor as domina, usando o flashback não como uma ferramenta para mastigar os dados que devem preencher as lacunas sobre os históricos de personagens, mas para mostrar como o passado destes é essencial para redimensioná-los. Isso se aplica principalmente à Lady Hideko, ocultando um meio de vida tão doentio que o melhor a fazer é deixar o espaço para a imaginação. Acima de todo esse jogo entre criaturas dissimuladas, é incrível como “A Criada” ainda assim consegue ser tão verdadeiro no amor atípico que encena. Encontrar o fator humano em um freak show é um desafio, porque nenhuma violência é mais intensa e explícita do que o choque entre dois corpos que se desejam. Sem ninguém esperar, Park Chan-wook entrega o romance mais arrebatador dos últimos tempos.

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  • Música

    Ariana Grande e John Legend estão trabalhando numa música para a trilha de A Bela e a Fera

    12 de janeiro de 2017 /

    Ariana Grande e John Legend estão trabalhando juntos numa música para a trilha sonora do filme “A Bela e a Fera”. A novidade veio à tona após a cantora divulgar uma foto em estúdio nas redes sociais, e em seguida a mesma imagem aparecer no perfil oficial do filme no Instagram. Clicando na imagem, é possível ler os nomes de John Legend e Beauty and the Beast (o título original do longa em inglês). Veja abaixo. “A Bela e a Fera” será um musical como a animação original dos anos 1990. Um dos comerciais mais recentes da produção chegou, inclusive, a destacar uma canção entoada pela atriz Emma Watson, intérprete da Bela. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). Até o momento, não há outras informações sobre como a parceria de Ariana Grande e John Legend entrará na história, mas, como o filme já se encontra em pós-produção, é bem provável que a canção seja usada na abertura ou apenas durante os créditos finais. A direção de “A Bela e a Fera” é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ? Uma foto publicada por Ariana Grande (@arianagrande) em Jan 10, 2017 às 2:50 PST #Repost @arianagrande ・・・ ? Uma foto publicada por Beauty and The Beast (@beautyandthebeast) em Jan 10, 2017 às 3:06 PST

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  • Música

    Emma Watson canta no novo comercial legendado de A Bela e a Fera

    9 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo comercial legendado de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando que quer muito mais que uma vida no interior. Também foi divulgada a versão brasileira do novo pôster da produção, que pode ser conferida abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo pôster de A Bela e a Fera destaca o elenco central

    8 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo pôster de “A Bela e a Fera”, que volta a destacar Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, mas pela primeira vez traz o grandioso elenco de coadjuvantes. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo comercial de A Bela e a Fera mostra início do romance

    7 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “A Bela e a Fera”, que traz cenas inéditas, focadas no início do romance entre os protagonistas, vividos por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Comercial legendado de Cinquenta Tons Mais Escuros anuncia a pré-venda de ingressos

    6 de janeiro de 2017 /

    A Universal divulgou um novo comercial da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza”, que anuncia o início da pré-venda de ingressos, entre cenas do reencontro romântico entre Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan). Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 10 de fevereiro de 2017, às vésperas do Dia dos Namorados no hemisfério norte. No Brasil, o lançamento acontece seis dias depois, em 16 de fevereiro.

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  • Filme

    Nem carisma de Jennifer Lawrence e Chris Pratt impede Passageiros de se perder no espaço

    5 de janeiro de 2017 /

    Desde Aristóteles, a narrativa ficcional é tradicionalmente conhecida por conter três atos bem definidos. “Passageiros” segue a tradição, mas parece não ter levado em conta que os atos precisam ter coerência entre si. Começando como um filme que parece querer usar a ficção científica para quase entrar em uma discussão filosófica sobre a solidão humana, a obra evolui para um romance com cara de novela e em seguida se entrega a um filme de ação e catástrofe espacial. Três atos. Cada um deles um filme diferente. “Passageiros” tem jeito de típico “filme de produtor”, e isso colocado de forma negativa. Sua premissa interessante – uma falha em uma nave que transportava centenas de humanos em hibernação faz com que um homem seja acordado décadas antes do previsto, condenado a passar o resto da vida sozinho naquela nave enquanto todos dormem – parece ter sido deformada para se tornar veículo para os astros Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”). Então a versão “Náufrago” (2000) ou “Perdido em Marte” (2015) do primeiro ato é tão amaciada pelo jeito malandro do ator/personagem que nunca realmente nos importamos por ele estar naquela situação. Pelo contrário, suas escolhas ao longo da história vão criando uma antipatia que chega até ao relacionamento abusivo quando o romance se desenvolve. Os efeitos especiais impressionam e a cena da piscina em gravidade zero, tão explorada nos trailers, é o que de melhor “Passageiros” tem a oferecer. Mas o filme é cansativo e por vezes sem sentido, apostando na pirotecnia final para disfarçar um roteiro que não sabe para onde ir. Achando que poderia depender exclusivamente do carisma de seus astros, o diretor Morten Tyldum faz três filmes em um só, e nenhum deles é bom. Sem permitir um envolvimento emocional satisfatório com seus personagens e sem se preocupar em tornar crível os problemas enfrentados por estes, “Passageiros” é daquelas viagens chatas que só se salvam graças a uma o outra fala espirituosa do seu companheiro de jornada.

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  • Filme

    Sing Street é bela homenagem ao rock dos anos 1980 do diretor de Apenas uma Vez

    5 de janeiro de 2017 /

    É sinal dos tempos que um filme de tão bom nível quanto “Sing Street – Música e Sonho” (2016), que não foi produzido para streaming, vá parar direto na Netflix e similares, longe da tela grande, mesmo concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical e tendo chances de indicação ao Oscar. Trata-se de mais uma deliciosa obra de John Carney, o sujeito que adora musicais e que já juntou o seu amor pelas melodias e pelos relacionamentos nos lindões “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013). “Sing Street – Música e Sonho” segue a mesma linha, num retorno à Irlanda de “Apenas uma Vez”, mas com personagens mais jovens e em uma outra época, a década de 1980, destacando o que ela tem de atraente, inocente e saudosista. Trata-se basicamente da história de um rapaz que resolve montar uma banda de rock por causa de uma garota. E o filme conta essa história com uma simplicidade e uma beleza impressionantes. Como a moça, Raphina, é especialmente linda e sonhadora (Lucy Boynton, que estará no remake de “Assassinato no Expresso do Oriente”), é muito fácil para o espectador se colocar no lugar do jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo, que estará na 5ª temporada de “Vikings”). O processo da composição musical, como nos filmes anteriores de Carney, se mostra até mais interessante do que o próprio resultado, até porque as canções refletem o espírito de bandas influentes do período, a partir dos discos que o irmão mais velho (vivido por Jack Reynor, de “Transformer: A Era da Extinção”) apresenta ao roqueiro aspirante. Assim, se no começo sua banda segue uma linha próxima do Duran Duran, depois, quando ele conhece The Cure, a banda vai modificando o som e a imagem, até chegar ao ponto de ter um estilo próprio, ainda que bastante ligado ao espírito daquela época. Como os anos 1980 foram também a década dos videoclipes, a linguagem do gênero faz parte da identidade da banda e do filme, resultando em cenas muito divertidas. Para começar, a desculpa de Connor para atrair Raphina é que ela seja a modelo de um clipe. E para continuar a vê-la, ele segue produzindo clipes caseiros, realizados amadoramente para cada uma de suas canções. As músicas vão surgindo a partir de sentimentos e situações que acontecem na vida de Conor e mesmo na de Raphina, uma garota que sonha em ir embora para Londres e ter uma vida melhor. O que torna “Sing Street” especial é o modo como ele permite ao espectador adentrar esse mundo de sonho, abrindo um leque de possibilidades infinitas diante de obstáculos igualmente grandiosos, para mostrar que é possível realizar algo que tantos querem e muitos não conseguem por um motivo ou outro: fundar uma banda, conquistar a garota dos sonhos e ir embora com ela. A cena final é tão inacreditavelmente bela que a gente custa a acreditar. “Sing Street” corre atrás de seu sonho e deixa o público sem querer acordar.

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  • Filme

    Veja três novas cenas legendadas da sci-fi Passageiros com Chris Pratt e Jennifer Lawrence

    4 de janeiro de 2017 /

    A Sony Pictures divulgou três novas cenas legendadas da sci-fi “Passageiros”. As prévias mostram Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) descobrindo que está sozinho no espaço e, posteriormente, tentando consertar a nave e precisando ser salvo por Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”), numa cena intensa de efeitos visuais e ação. Na trama, os dois despertam de uma longa hibernação numa nave espacial em jornada para outro planeta. O problema é que acordaram cedo demais, muito antes dos demais tripulantes, com 90 anos de viagem pela frente. Para piorar, qualquer possibilidade de romance terá que sobreviver a uma catástrofe que pode custar suas vidas. Apesar da sinopse se limitar aos dois personagens, o filme também inclui em seu elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”), Laurence Fishburne (série “Hannibal”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e Aurora Perrineau (“Jem e as Hologramas”). Com roteiro de Jon Spaihts (“Prometheus”) e direção do norueguês Morten Tyldum (indicado ao Oscar por “O Jogo da Imitação”), “Passageiros” estreia nesta quinta (5/1) no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Música

    Novo trailer de Cinquenta Tons Mais Escuros destaca a música de Taylor Swift

    4 de janeiro de 2017 /

    A Universal divulgou o novo trailer da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza”, que tem como principal destaque sua trilha sonora: um dueto entre Taylor Swift e Zayn Malik, ex-One Direction. Ainda sem legendas, a prévia acompanha “I Don’t Wanna Live Forever” com cenas divulgadas em trailers anteriores, reeditadas e estendidas para render a duração da música. Mas há algumas novidades breves, especialmente no clímax, onde se dá o confronto entre Anastasia Steele (Dakota Johnson) e uma ex-namorada psicótica (Bella Heathcote, de “Demônio de Neon”) de Christian Grey (Jamie Dornan). Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 10 de fevereiro de 2017, às vésperas do Dia dos Namorados no hemisfério norte. No Brasil, o lançamento acontece seis dias depois, em 16 de fevereiro.

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