Christina Aguilera vai atuar em sci-fi romântica estrelada por Ewan McGregor
A cantora Christina Aguilera (“Burlesque”) entrou na sci-fi romântica “Zoe”, que será estrelada por Ewan McGregor (“T2 Trainspotting”) e Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”). Além dela, a revista Variety também confirmou a inclusão de Theo James (“Divergente”), Rashida Jones (série “Angie Tribeca”) e Miranda Otto (série “24: Legacy”) no elenco do filme, que será dirigido por Drake Doremus (“Loucamente Apaixonados”). Originalmente, Charlie Hunnam deveria estrelar a produção, mas conflitos de agenda abriram a vaga para McGregor. Em “Zoe”, McGregor e Seydoux viverão cientistas de um laboratório especializado em aprimorar e criar os relacionamentos românticos perfeitos. As filmagens começam na próxima segunda-feira (8/5) em Montreal, no Canadá. “Zoe” será a segunda sci-fi do diretor, que há dois anos juntou Kristen Stewart e Nicholas Hoult na distopia romântica “Equals”, inédita nos cinemas brasileiros.
Alicia Vikander vive romance proibido no trailer do drama de época Febre da Tulipa
A Weinstein Company divulgou um novo trailer do drama de época “Febre da Tulipa” (Tulip Fever). A prévia destaca o triângulo amoroso entre o casal formado por Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”) e Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e o pintor vivido por Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), e só para variar acaba entregando demais. Baseado no livro homônimo de Deborah Moggach, o filme se passa em Amsterdam no ano de 1630, época em que a “tulipomania” estava em alta – período em que flores de tulipa atingiram preços exorbitantes. Na trama, a jovem Sophia (Vikander) tem um romance proibido com o artista (DeHaan) contratado por seu marido (Waltz) para pintar o seu retrato. O elenco também inclui Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Tom Hollander (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Holliday Grainger (“Cinderela”), Jack O’Connell (“Invencível”), Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), Matthew Morrison (série “Glee”), Kevin McKidd (série “Grey’s Anatomy”), David Harewood (série “Supergirl”), a socialite britânica Cressida Bonas e a top model Daisy Lowe (“Sob Pressão”). A adaptação foi escrita pelo dramaturgo Tom Stoppard (“Shakespeare Apaixonado”) e a direção é de Justin Chadwick (“Mandela – O Caminho para a Liberdade”). A estreia está marcada para 25 de agosto nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Casey Affleck vira fantasma e assombra Rooney Mara em trailer de drama sobrenatural
A A24 divulgou o pôster e o trailer de “A Ghost Story”, que volta a reunir o diretor David Lowery com os atores Casey Affleck e Rooney Mara, após terem colaborado no belo “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saint, 2013). Sem legendas, a prévia mostra o relacionamento do casal e o que acontece após a transformação de Affleck em fantasma, invisível a todos a seu redor. Para o público, porém, ele aparece como um figura triste e muda, coberta por um lençol branco de desenho animado, incapaz de consolar sua jovem viúva. O trailer também indica que os elementos sobrenaturais da trama são usados como uma metáfora dramática, para registrar a perda, a superação e, com ambas, a inevitabilidade da passagem do tempo. Exibido no Festival de Sundance 2017, “A Ghost Story” arrancou elogios rasgados da crítica americana, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia vai acontecer em 7 de julho nos EUA, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme
A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.
Souvenir mostra versalidade de Isabelle Huppert
A distribuidora Pandora Filmes fez bem em antecipar a estreia de “Souvenir” para este início de março, poucos dias após o Oscar 2017 e a tour de reconhecimento da atriz Isabelle Huppert na temporada de premiação por sua interpretação em “Elle”. Quem não estava familiarizado com a carreira da francesa, testemunhará a sua versatilidade em um papel totalmente oposto ao de sua memorável Michèle Leblanc. Já seus fãs de longa data poderão desfrutar em “Souvenir” de outra faceta de seu talento: o canto. Aqui, Huppert vive Liliane Cheverny, uma mulher que trabalha silenciosamente em uma fábrica de bolos, sendo responsável por dar o toque final na sobremesa adicionando três ingredientes decorativos. Trata-se de uma rotina padronizada e de desencantos que o cineasta belga Bavo Defurne (“North Sea Texas”) capta com uma câmera rígida em sua exposição dos vazios que rondam Liliane. Os seus dias passam a ganhar tons mais coloridos com a chegada de Jean Leloup (Kévin Azaïs, de “Amor à Primeira Briga”), um novo empregado que de imediato associa Liliane à Laura, uma celebrada candidata do Festival Eurovisão da Canção, que caiu no anonimato após perder uma final para o grupo ABBA – nenhum paralelo com a realidade, pois o grupo sueco, vencedor da edição de 1974, bateu a célebre italiana Gigliola Cinquetti. Pois as suspeitas logo se confirmam e o jovem começa a incentivá-la a voltar a cantar. O que vem a seguir é um relacionamento encenado de modo maduro entre duas pessoas com idades bem distintas, mas Defurne fica devendo no desenvolvimento dos demais aspectos da trama, a exemplo da inconstância dos personagens. Liliane/Laura e especialmente Jean alternam da doçura para a fúria sem muito embasamento dramático, bem como a mãe de Jean, Martine (Anne Brionne), que passa a se comportar de modo nada cordial ao descobrir que há algo sério entre os dois. De qualquer modo, “Souvenir” resulta simpático quando consegue superar as suas disparidades, valendo especialmente pela presença sempre forte de Isabelle Huppert, que entrega uma performance vibrante de “Joli Garçon”, canção de Pink Martini que será a responsável por seu renascimento. Sair da sessão cantarolando será inevitável.
Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados
A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Selena Gomez assume namoro com beijo em The Weeknd diante das câmeras
O romance entre Selena Gomez e The Weeknd está assumidíssimo. Ela nem se importa mais com as câmeras, como se pode comprovar pela foto acima, em que aparece tascando um beijo no namorado numa festa na França. A cantora o encheu de carinhos após o show dele na noite de terça (7/3), em Paris. Os dois estão vivendo uma lua de mel romântica. No início de fevereiro, por exemplo, o casal curtiu uma viagem por Veneza, na Itália. Tanto amor, porém, não passa incólume pelos sites de fofoca, que aproveitam para vender a notícia da gravidez da cantora, atriz e agora também produtora de séries, inclusive já marcando o casamento.
Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos
“A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.
Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama
Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.
Julia Roberts morria de overdose na versão original do roteiro de Uma Linda Mulher
A clássica comédia romântica “Uma Linda Mulher”, estrelada por Richard Gere e Julia Roberts em 1990, poderia ter sido um filme bem diferente, caso seu roteiro original tivesse sido filmado. Durante um encontro com a imprensa em Nova York, no fim de semana, o ex-presidente da Disney e atual CEO da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, confirmou rumores de que o filme originalmente seria para maiores de idade. “Eu não posso te dizer quanto tempo foi gasto em debates sobre esse filme”, disse o executivo. “O roteiro de ‘Uma Linda Mulher’ era para maiores de 18, sobre uma prostituta na Hollywood Boulevard [famosa avenida de Los Angeles]”. O roteirista era J.F. Lawton, que depois escreveu “A Força em Alerta” (1992). E seu roteiro tinha, inclusive, outro título: “US$ 3.000”, uma referência ao valor pago por Robert (Richard Gere) pelo fim de semana com Vivian (Julia Roberts) na história. “A propósito, na versão original, que era bem sombria, eu acho que ela morria de overdose”, continuou Katzenberg, revelando este detalhe pela primeira vez. Já se sabia, pelas cenas deletadas incluídas nos extras do DVD do 15º aniversário da produção, que Vivian era viciada. Parte de seu acordo com Robert previa que ela passasse o fim de semana sem se drogar. “Então, convencer as pessoas de que deveríamos fazer o filme na Disney, e como um conto de fadas, quase um filme de princesa, foi difícil. Muitas pessoas tiveram dificuldade de ver isso. Mas, como dizem, o resto é história”, relembrou.
Rússia avalia banir A Bela e a Fera devido à “propaganda gay”
A Rússia está considerando vetar a exibição do novo filme da Disney, “A Bela e a Fera”, no país. Segundo a rede inglesa BBC, o próprio ministro russo da Cultura, Vladimir Medinsky, disse estar avaliando se a obra infringe a lei que proíbe qualquer “propaganda gay” a menores de idade. A avaliação será feita sob o embalo de manifestações como a do deputado russo Vitali Milonov, que afirmou no sábado (4/3) que o filme faz uma “desavergonhada propaganda do pecado”. A polêmica ecoa uma entrevista de Bill Condon, diretor do filme, na qual ele revelou que “A Bela e a Fera” mostrará “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, apesar de alguns críticos já terem anunciado que a afetação do personagem LeFou, vivido pelo ator Josh Gad, está longe de ser escandalosa. O deputado Milonov pediu ao ministro da Cultura que organize uma projeção especial antes da estreia, a fim de “tomar medidas para vetar totalmente sua exibição, se forem encontrados elementos de propaganda homossexual”. O deputado é um dos principais entusiastas da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. Curiosamente, os ex-comunistas encontram respaldo em suas preocupações num gerente de cinema do interior do Alabama, nos EUA, que também vetou a exibição de “A Bela e a Fera” em nome de Deus e dos bons costumes. “A Bela e a Fera” tem estreia marcada para 16 de março no Brasil.
Diane Keaton e Brendan Gleeson vivem romance da Terceira Idade no trailer de Hampstead
O trailer de “Hamstead” reforça que os opostos se atraem, não há idade para o amor, a justiça sempre prevalece e outros clichês que costumam povoar as comédias românticas. Até a trilha sonora da prévia já foi ouvida antes em outros trailers. Muitas vezes, inclusive. Diane Keaton (série “The Young Pope”) e Brendan Gleeson (“O Guarda”) vivem um romance quando ela, viúva há um ano, envolve-se numa campanha para impedir o despejo do barraco habitado por ele, num terreno cobiçado por incorporadores imobiliários. Ela é sofisticada, ele um brutamontes. Mas depois de brigarem à primeira vista, engolem “Orgulho e Preconceito” pelo inevitável final feliz, por sinal revelado no vídeo, com direito a comemorações. O elenco também destaca James Norton (da minissérie “War & Peace”) como o filho adulto de Keaton. A direção é do inglês Joel Hopkins, que apesar de ter apenas 47 anos já está em sua terceira comédia da Terceira Idade, após “Tinha Que Ser Você” (2008) e “Um Plano Brilhante” (2013). A estreia está marcada para 23 de junho no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento em outros países.
Atriz de Orphan Black vive mulher bipolar em trailer de romance autodestrutivo
O trailer e as imagens do drama indie canadense “The Other Half” mostram a boa química de Tatiana Maslany (vencedora do Emmy pela série “Orphan Black”) com seu namorado da vida real, o ator britânico Tom Cullen (série “Downton Abbey”), além de lembrar como a atriz arrasa ao demonstrar diferentes personalidades. Na trama, ela interpreta uma mulher bipolar que se envolve num romance volátil com um homem autodestrutivo, compartilhando a felicidade e a doença. Estreia na direção do ator Joey Klein (série “12 Monkeys”), “The Other Half” foi um dos destaques do Festival SXSW do ano passado e rendeu uma indicação ao prêmio de Melhor Atriz para Tatiana, na premiação da Academia Canadense de Cinema, que acontece em 12 de março. A estreia nos cinemas americanos está marcado para a véspera da premiação, na sexta-feira (10/3), e não há previsão para seu lançamento no Brasil.












