Filme inspirado em lenda urbana da banda The Smiths define elenco
A história do garoto que amava The Smiths a ponto de invadir uma rádio armado para exigir que tocassem as músicas da banda vai mesmo virar filme. A produção já definiu o elenco, que irá trazer dois jovens integrantes do elenco de “Boyhood”, Nick Krause e Ellar Coltrane (o próprio “boy”), além da revelação de “American Honey” Sasha Lane, a já veterana adolescente Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”) e o fortão Joe Maganiello (“Magic Mike”). Maganiello será o “refém” e é quem está ajudando a tirar o projeto do papel, como produtor executivo. O filme é basicamente uma encenação do hit “Panic” de 1986, em que os Smiths conclamavam seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois deste lançamento, a letra inspirou um fã incondicional de 18 anos a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, esta história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 finalmente será mostrada nos cinemas, e com o título de outra música famosa dos Smiths, “Shoplifters of the World”. A verdade, porém, é que há mais lenda que realidade nessa história. Foi o próprio cantor dos Smiths, Morrissey, quem começou a espalhar o mito, contando detalhes em entrevistas e até em sua biografia. Mas, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos que teria cometido o crime se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia no estacionamento da rádio. Apesar de armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Os policiais acreditavam que só mesmo um louco poderia adorar – naquela época e naquele lugar – aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e ainda por cima liderada por um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O roteiro e a direção da versão lendária do fato real estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E, para completar, o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. As filmagens vão começar no fim do ano. Além deste longa, há outro filme sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011), e estrelada por Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”).
Série criada pelo diretor de Quase Famosos, Roadies é cancelada no fim da 1ª temporada
A série “Roadies”, primeira incursão televisiva do cineasta Cameron Crowe, de “Jerry Maguire” (1996) e “Quase famosos” (2000), foi cancelada depois de apenas uma temporada. O canal pago americano Showtime decidiu não renovar a atração. Escrita e dirigida por Cameron, a série focava o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama acompanhava uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, durante a divulgação original, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. O elenco era cinematográfico e incluía Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”) e Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”). O cancelamento representa um raro fracasso na carreira de seu produtor, que também é um cineasta famoso: J.J. Abrams, criador das séries “Lost” e “Fringe” e diretor de “Star Trek” (2009) e “Star Wars — O despertar da força” (2015) Num post em seu site, Crowe comentou o fim da empreitada: “Sou grato ao Showtime e a J.J. Abrams pela oportunidade da 1ª e única temporada de ‘Roadies’. Minha cabeça ainda está girando pela satisfação de trabalhar com esse elenco e equipe épicos. Apesar da gente ainda ter mil histórias para contar, esse trabalho acaba com uma história completa de dez horas sobre músicas e amor”, escreveu o cineasta. A crítica não foi tão autocomplacente. Com apenas 36% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série foi considerada uma decepção crítica, além de nunca ter conquistado muito público, assistida em média por 300 mil pessoas ao vivo. “Roadies” foi a segunda série sobre o mundo do rock que não emplacou em 2016, após “Vinyl”, da HBO, produzida por Martin Scorsese e Mick Jagger, também ser cancelada ao término de sua temporada de estreia.
White Stripes “ressuscita” em clipe do diretor Michel Gondry
A banda White Stripes foi “ressuscitada” brevemente pelo clipe de “City Lights”. Na verdade, apesar de inédita, a gravação é antiga e faz parte do novo disco acústico do guitarrista e cantor Jack White, dedicado a material de seu arquivo. Para o clipe, o músico voltou a trabalhar com o diretor Michel Gondry (“Besouro Verde”). “City Lights” é o quinto vídeo do cineasta francês para canções do White Stripes e, assim como em “Fell In Love With A Girl”, não inclui os integrantes da banda. Gondry filmou o vídeo por conta própria, sem orçamento, a partir de uma premissa bem simples, registrada num take contínuo de câmera parada. A cena mostra uma pessoa fazendo desenhos no vidro do box de um chuveiro, enquanto toma banho, aproveitando o vapor para sobrepor uma sucessão de imagens, que se estende por quase cinco minutos. A música foi composta na época do disco “Get Behind Me Satan”, de 2005, mas permaneceu inédita até reaparecer na compilação “Acoustic Recordings 1998 – 2016”, lançada na semana passada.
Sex&Drugs&Rock&Roll é cancelada na 2ª temporada
O canal pago americano FX cancelou a série “Sex&Drugs&Rock&Roll” ao final de sua 2ª temporada. A atração exibiu seu episódio final no dia 1º de setembro nos Estados Unidos, após a temporada registrar queda significativa de audiência em relação a seu primeiro ano. Criada, produzida e estrelada pelo ator Denis Leary (“O Espetacular Homem-Aranha”), a série girava em torno de um roqueiro de meia-idade (o próprio Leary), cujo comportamento irresponsável nos anos 1990 fez sua banda acabar logo após o lançamento do seu celebrado primeiro álbum. Depois de 20 anos, ele tenta juntar a banda novamente, desta vez para acompanhar a filha que ele negligenciou. A produção também marcou o retorno de Leary para o FX, dois anos após o final da premiada série “Rescue Me”, sobre bombeiros de Nova York traumatizados pelo 11 de setembro de 2001. Em sua 2ª temporada, o progrma registrou a média de 419 mil telespectadores ao vivo. “Sex&Drugs&Rock&Roll” foi a segunda série cancelada pelo FX nos últimos dias, logo após “Tyrant”, que registrava o dobro da audiência.
Documentário sobre a recente turnê latina dos Rolling Stones ganha trailer
Os Rolling Stones divulgaram, em seu canal no YouTube, o trailer de um novo documentário. O que há de diferente desta vez é que o filme retrata a recente turnê da banda britânica pela América Latina. A prévia abre com uma panorâmica da baía da Guanabara, mas seu principal destaque é o primeiro show dos Stones em Havana. Graças ao processo de abertura política de Cuba, o vídeo registra como gerações de fãs puderam mostrar sua apreciação pelos Stones, um gesto que já foi considerado atitude política e proibido pela ditadura de Fidel Castro. Isto mesmo: gostar de rock já foi considerado crime em Cuba. Vale lembrar que, nesta mesma época, a juventude esquerdista brasileira também fazia passeatas de protesto contra a guitarra elétrica. Nada que o tempo e a história não vinguem, ao expor ao ridículo. Intitulado “Olé Olé Olé: A Trip Across Latin America”, o documentário combina shows, bastidores, entrevistas, depoimentos de fãs e reflexão histórica. A première mundial vai acontecer no próximo domingo (18/9), durante o Festival de Toronto, mas ainda não há previsão para seu lançamento comercial.
Frank Jorge canta e estrela clipe da trilha de Nós Duas Descendo a Escada
A produtora gaúcha Rainer Cine divulgou o clipe da música “Me Ajude a Lembrar”, de Frank Jorge, que faz parte da trilha sonora do filme “Nós Duas Descendo a Escada”. O vídeo traz o cantor como um balconista encarregado de levar a escada que as duas do título vão descer, para cima e para baixo pelas ruas de Porto Alegre, com direito à passagens por videolocadora e sala de cinema em que o filme está em cartaz. Rodado em preto e branco, o clipe tem direção e produção de Fabiano de Souza e Milton do Prado, sócios da Rainer. Fabiano, claro, é também o diretor do longa-metragem, que foi editado por Milton. “Nós Duas Descendo a Escada” estreou neste fim de semana em “circuito nacional”: em quatro salas apenas – duas em Porto Alegre e duas em São Paulo.
Red Hot Chili Peppers revive Embalos de Sábado à Noite em novo clipe
A banda Red Hot Chili Peppers divulgou o clipe de “Go Robot”, que faz diversas referências ao filme musical “Embalos de Sábado à Noite” (1977). No vídeo, o cantor Anthony Kiedis revive os passos de Tony Manero (o personagem de John Travolta) pelas ruas do Brooklyn e acaba numa discoteca de chão iluminado similar à do filme dos anos 1970. O detalhe é que, em vez do terno extravagante da época, Kiedis aparece de forma, digamos, menos formal. Basicamente, trajando um chapéu coco branco, luvas brancas e um protetor de pênis de plástico da mesma cor. Para completar, ele também está pintado totalmente de branco. Porque, claro, é assim que se parecem os robôs. Ou mímicos. Ou robôs mímicos. O resultado é um bizarro mash-up de “Embalos” com “Laranja Mecânica” (1971), visto que o visual do cantor é bastante similar ao de Alex, o delinquente juvenil vivido por Malcolm McDowell na famosa sci-fi. Sem falar na nudez daquele filme. Os demais integrantes da banda também estão presentes, disfarçados com perucas e bigodões, ao estilo do clipe de “Sabotage”, dos Beastie Boys. A direção é da islandesa Thoranna Sigurdardottir, que trabalhou na produção de alguns blockbusters rodados em seu país, como “Lara Croft: Tomb Raider” (2001) e “Noé” (2014), e que estreou como diretora no ano passado, com o curta “Zelos”, premiado em vários festivais internacionais. Já a música não é eletrônica como o título sugere nem tem o batidão dançante que a encenação pretende evocar. É apenas aquele funk de roqueiros que o Red Hot Chili Peppers faz desde o início de sua carreira, embora com menos pegada e sem refrão contagiante.
Playlist: Veja 10 clipes do rock gótico dançante dos anos 1980
Os 10 clipes abaixo relembram as “stranger things” dos anos 1980, que costumavam habitar lugares chamados “Madame Satã” e “Crepúsculo de Cubatão”. A seleção foca o lado mais pop e dançante da era gótica, para não assustar muito as criancinhas. Mas não tem jeito. Basta olhar os penteados da época para gritar: que horror!
Supersonic: Documentário sobre a banda Oasis ganha primeiro trailer
A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Supersonic”, documentário sobre a banda Oasis, produzido pelo cineasta Asif Kapadia, diretor do premiado “Amy” (2015). Repleta de imagens raras, que revivem a era de ouro do Britpop, a prévia mostra o lado brincalhão e a seriedade musical com que a banda encarou sua ascensão nos anos 1990, mas também as brigas e o comportamento destrutivo que levou à sua dissolução, concentrando a história nos dois irmãos que sempre estiveram à sua frente, Liam e Noel Gallagher. O filme tem direção de Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. A estreia está marcada para 14 de outubro no Reino Unido.
Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira
A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.
Ensaio poético de Laurie Anderson faz de Coração de Cachorro um fluxo de maravilhas
Laurie Anderson, uma artista que já trafegou por diversos tipos de arte, inclusive o rock, abre seu coração e expõe, com seu talento, seus sentimentos de luto sobre a perda de sua cachorra, Lolabelle, e sobre outras perdas que a afligiram, de uma maneira ou de outra, como a perda da mãe e o sentimento que atingiu todos os americanos depois do ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. “Coração de Cachorro” é um desses trabalhos singulares, que combina documentário pessoal e animação para adotar um tom ensaístico, lembrando até um pouco o olhar de Jean-Luc Godard em “Adeus à Linguagem” (2014), mas que tem uma identidade bem própria, até por ser mais acessível, com o uso de suas referências intelectuais – a filósofos como Kirkegaarde e Wittgenstein – de forma mais ilustrativa. Não funcionam exatamente como hipertextos, já que o que mais importa é o sentimento das histórias de Anderson. E essas histórias são fascinantes. Não apenas a de Lolabelle, os seus últimos dias na Terra e a ligação que a diretora faz, de modo fascinante com o “Livro Tibetano dos Mortos”, entre outros momentos memoráveis, mas também as reflexões sobre momentos de sua infância e adolescência, experiências que ela costura de maneira muito sutil e elegante ao longo da narrativa. O processo criativo da diretora pode causar confusão sobre o porquê de determinados assuntos serem abordados, como a questão das câmeras escondidas, do quanto os Estados Unidos guardam de dados sobre todos seus cidadãos, mas aos poucos se percebe o quanto isso se liga com a história de Lolabelle. Ainda assim, algumas coisas ficam um pouco soltas na teia que ela constrói, como a morte de irmãos gêmeos amigos dela. Mas até isso ajuda a passar a ideia de que o filme adota um fluxo de consciência, semelhante ao usado por escritores como Virginia Woolf, James Joyce e Clarice Lispector. Essa fluidez, por sinal, é um dos maiores trunfos do filme. Também a mistura de música (de autoria da própria Anderson, exceto a canção final, de Lou Reed) com poesia escrita e visual é admirável, bem como a delicadeza com que assuntos espinhosos são tratados. O maior exemplo é a relação da diretora com sua mãe. No fim das contas, a reconciliação, a partir de uma forte lembrança de infância, acaba sendo um dos momentos mais líricos e emocionantes do filme. No mais, além de o uso da fotografia e do som serem muito sofisticados, há tanta coisa que o filme ensina ou lembra: sobre o bardo, sobre o olhar dos cães, sobre as lembranças que nós mesmos tratamos de apagar por serem muito dolorosas, e o mais bonito de tudo, sobre a morte ter uma ligação direta com o amor. Por tudo isso, é um trabalho maravilhoso.
Metallica divulga novo clipe após oito anos. E é pancadaria pura
A banda Metallica voltou a fazer barulho com a divulgação de um novo clipe, “Hardwired”. Não há créditos de produção do vídeo, que mostra a banda em preto e branco, em closes que muitas vezes exibem apenas o nada, tamanha a velocidade da execução sonora. A música é pancadaria pura, uma das mais rápidas do repertório da banda, totalmente hardcore e impressionante pelo fato de Lar Ulrich, aos 53 anos, tocar com a disposição de um moleque punk. Robert Trujillo acompanha no baixo com se ainda estivesse em sua antiga banda, Suicidal Tendencies. Mas James Hatfield atesta que se trata de Metallica, com os riffs e a voz gutural mais marcantes do rock, apesar de Kirk Hammett brincar de guitar hero do Deep Purple num solo canastrão. “Hardwired” é a primeira música de “Hardwired… To Self-Destruct”, que, por sua vez, é apenas o terceiro disco da banda neste século, com lançamento previsto para novembro, após oito anos de hiato – desde “Death Magnetic” (2008). O disco será duplo, com 80 minutos divididos por 12 faixas, e produzido em parceria com Greg Fieldman, que já trabalhou com Slipknot, Slayer e com o próprio Metallica no álbum “Lulu”, feito com Lou Reed.
Bon Jovi retorna sombrio no primeiro clipe com a nova formação
A Island Records divulgou o primeiro clipe da “nova formação” de Bon Jovi, com Phil X, que já vinha tocando com a banda desde 2013, no lugar do guitarrista Richie Sambora, e a oficialização do baixista Hugh McDonald, integrante não oficial do grupo há mais de uma década. A mudança de formação renovou o som da banda, que em “This House Is Not For Sale” chega a lembrar seu conterrâneo Bruce Springsteen. Para completar a estranheza, o refrão tem até corinho de fundo e raiva de hardcore melódico – o título é uma metáfora quase punk rock entre a casa simbólica e a banda, que supostamente “não está à venda”. Dirigido pela premiada curtametragista indiana Indrani Pal-Chaudhuri, o clipe também traz uma estética diferente, mais sombria, com Jon Bon Jovi dirigindo por uma cidade vazia e caminhando num cemitério, durante um dia especialmente nublado, antes de adentrar a casa escura em que a banda ensaia a música. “This House Is Not For Sale” também batiza o novo CD do Bon Jovi, que será lançado no dia 21 de outubro.












