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  • Música

    Gorillaz mostra nova formação em clipe ao estilo de série animada clássica

    15 de setembro de 2018 /

    A banda animada Gorillaz lançou um novo clipe, “Tranz”, como sempre dirigido por Jamie Hewlett, o desenhista oficial dos músicos. Mais simples dos clipes recentes da banda, chega a lembrar um semento musical de série animada dos anos 1960 – como “A Turma do Archie” e “Os Hardy Boys” – , registrando apenas os músicos tocando seus instrumentos. Mas há algumas intervenções que fazem a diferença, como o uso de massinhas em cenas pontuais, em especial no desfecho, que mostra o cantor 2-D (Damon Albarn) derretendo quando a música acaba. O clipe também confirma a substituição do baixista do grupo, num crossover inusitado. Quem acompanha 2-D, a guitarrista Noodle (agora loira!) e o baterista Russel Hobbs é ninguém menos que Ace, o ex-líder da Gangue Gangrena da série animada de “As Meninas Superpoderosas”. Este é o primeiro vídeo em que Ace aparece oficialmente tocando baixo no lugar de Murdock, o músico original, que na historinha da banda está atualmente preso. Ace já tinha aparecido antes, mas sem o instrumento. Por curiosidade, a banda e a série do Cartoon Network já se referenciaram algumas vezes no passado. 2-D, o vocalista, apareceu com uma camiseta estampada com o rosto do supervilão Macaco Louco no CD “G-Sides”. E o longa-metragem das Meninas Superpoderosas mostrou a propaganda de um show da banda no jornal de Townsville. A “mudança de formação” parece ter impactado o som da banda, já que “Tranz” lembra uma combinação de new wave e gótico dançante dos anos 1980 A música faz parte do sexto álbum do grupo, “The Now Now”, lançado no final junho.

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  • Música

    Kristen Stewart causa furor no novo clipe da banda Interpol

    15 de setembro de 2018 /

    A banda Interpol está com disco novo, “Marauder”, seu sexto álbum, e a faixa de abertura ganhou um clipe em que Kristen Stewart (“Personal Shopper”) seduz, provoca, pisa em cima e cospe fora corações. O vídeo de “If You Really Love Nothing” tem direção de Hala Matar, uma curtametragista com prestígio entre as estrelas de Hollywood, que estreia na nova mídia, e é ambientado numa espécie de bar-restaurante underground de Nova York, onde o spaghetti é servido em mesas mal-iluminadas e compartilhadas com estranhos, em meio à fumaça de cigarros (todos fumam!) e show de rock ao vivo. É para lá que Kristen Stewart leva seu acompanhante ingênuo, papel interpretado por Finn Wittrock (de “American Horror Story”), que fica boquiaberto com a facilidade com que ela pula o balcão do bar, literalmente, para pegar todos os homens do lugar, da cozinha ao banheiro misto. E enquanto ainda está atordoado, ele é tolhido pela onda de violência que precede o desfecho niilista, em que Kristen empurra com seus saltos o motorista de um carrão milionário para sair de lá acelerando e sorrindo, seguida por um vira-lata. Uau! “Marauder” foi lançado em agosto e “If You Really Love Nothing” é o terceiro single do álbum.

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  • Filme

    Taron Egerton aparece com dois visuais diferentes para viver Elton John nas filmagens de Rocketman

    12 de setembro de 2018 /

    O ator Taron Egerton (“Kingsman”) foi flagrado por paparazzi com dois visuais distintos durante as filmagens de “Rocketman”, em que interpreta o músico Elton John. Numa das sequências de fotos, em que está mais cabeludo, ele aparece ao lado do ator Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop. O elenco da produção também inclui Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.

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  • Música

    Mr. Catra (1968 – 2018)

    9 de setembro de 2018 /

    Morreu na tarde deste domingo (9/9), aos 49 anos, o cantor e ator Mr. Catra, após luta contra o câncer de estômago. Ele estava internado no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, e faleceu por falência múltipla de órgãos por volta das 15h. Catra deixou três esposas e nada menos que 32 filhos. Mr. Catra nasceu como Wagner Domingues Costa no Rio de Janeiro em 5 de novembro de 1968. Formado em Direito, ele nunca exerceu a profissão, porque começou a fazer música desde cedo, ainda nos anos 1980, com a banda de rock O Beco. Entretanto, foi só na década seguinte, com o funk proibidão, que ele passou a fazer sucesso. O seu primeiro disco como artista individual foi “O Bonde dos Justos”, de 1994, que emplacou o hit “Vida na Cadeia”. Também chamou atenção, nos anos 2000, ao ser indiciado por apologia ao crime por causa da letra de “Cachorro”, um dos seus maiores sucessos. Depois partiu para a paródia, com músicas como “Adultério”, que zoava o sucesso “Tédio” de Biquíni Cavadão. Ele ainda exaltou a religiosidade e a pornografia, muitas vezes em faixas coladas no mesmo disco. Poliglota, falava francês, inglês, hebraico e alemão. E em 2003 revelou outro talento, ao estrear como ator no filmaço “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca. Ele apareceu em mais quatro filmes: viveu rapper em “Quase Dois Irmãos” (2004), figurou em “Maré, Nossa História de Amor” (2007), foi o receptador de “O Roubo da Taça” (2016) e virou Deus em “Internet: O Filme” (2017). Uma filmografia curta, mas, com exceção do último, repleta de filmes bons. No final de 2017, revelou que tinha câncer no estômago. “Na hora é impactante. O primeiro baque, se você não estiver preparado psicologicamente, é fogo. Reuni todo mundo [da família] e falei: ‘não se preocupem’. Não pensei em morrer em nenhum momento”, disse, alguns meses depois, em entrevista ao “Programa do Porchat”. O cantor acreditava que tinha ficado doente por causa do que chamava de “maus hábitos da vida”: falta de descanso, noites sem dormir e péssima alimentação. Mas, apesar da gravidade da situação, nunca deixou de confiar na cura.

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  • Filme,  Música

    Ex-Bond girl vai estrelar cinebiografia da cantora Dusty Springfield

    7 de setembro de 2018 /

    A cantora Dusty Springfield vai ganhar uma cinebiografia, que será estrelada pela ex-Bond girl Gemma Arterton, destaque de “007 – Quantum of Solace” (2008), “Príncipe da Pérsia” (2010) e “Fúria de Titãs” (2010). Intitulado “So Much Love”, o filme mostrará a cantora britânica viajando para a cidade norte-americana de Memphis para gravar um disco que definiria sua carreira, “Dusty in Memphis”. O álbum foi lançado em 1969, expandindo o sucesso de Springfield para além do Reino Unido, graças a dois de seus maiores hits, “Son of a Preacher Man” e “Just a Little Lovin'”. A cantora também teve uma vida pessoal conturbada, que foi motivo de especulação para os tabloides da época. Em 1970, ela confessou em entrevista ao Evening Standard que já havia tido relacionamentos com homens e mulheres. Na verdade, ela sempre foi lésbica, tento várias parceiras conhecidas ao longo da vida, mas nunca saiu publicamente do armário. Por conta disso, foi internada diversas vezes em sua vida devido a casos de automutilação e por seu vício em drogas e álcool. Ela faleceu em 1999, aos 59 anos. O filme marcará a estreia na direção de Phyllis Nagy, que foi indicada ao Oscar pelo roteiro de “Carol” (2015). “Dusty Springfield sempre foi uma de minhas heroínas”, comentou a roteirista em comunicado oficial. “Ela foi uma artista inovadora e brilhante, uma mulher completa e contraditória. Eu mal posso esperar para mostrar sua vida na tela”. O filme ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme,  Música

    Aniversário de Freddie Mercury é lembrado com vídeos do filme Bohemian Rhapsody

    5 de setembro de 2018 /

    A Fox aproveitou que o cantor Freddie Mercury faria 72 anos nesta quarta-feira (5/9) para divulgou dois vídeos do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de sua banda, Queen. Um dos vídeos celebra a data, destacando que ele virou lenda, e outro recria a gravação da música mais icônica da banda, que dá título à produção. O elenco traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Thom Yorke revela primeira música da trilha do remake de Suspiria

    4 de setembro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou a primeira faixa de sua estreia como compositor de trilhas sonoras. Intitulada “Suspirium”, trata-se de uma música de “Suspiria”, remake do terror homônimo de 1977 com direção de Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). A divulgação foi feita no YouTube, com um vídeo criado a partir de cenas de dança do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). O terror se passa numa Academia de Dança elitista e isolada na Alemanha rural, que na verdade é um covil de bruxas. Com esse trabalho, Yorke segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. E apesar de a faixa adiantada trazer o vocal característico do cantor do Radiohead, a maioria das composições criadas para o filme são instrumentais. A faixa também mantém o clima psicodélico da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Legalize Já: Filme sobre a história da banda Planet Hemp ganha primeiro trailer

    28 de agosto de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, que narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 (Renato Góes) e o falecido rapper Skunk (Ícaro Silva). A prévia supera expectativas e até o título genérico-preguiçoso com hífen, mostrando o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, já premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”). A estreia está marcada para o dia 18 de outubro.

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  • Série

    Série teen britânica The End of the F***ing World é renovada para a 2ª temporada

    22 de agosto de 2018 /

    A Netflix e o Channel 4 anunciaram a renovação da série adolescente britânica “The End of the F***ing World” para a 2ª temporada. A atração adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Na 1ª temporada, os dois decidem roubar um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi desenvolvida pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), que voltará a escrever a 2º temporada, e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. Os oito episódios inaugurais “The End of the F**king World” começaram a ser exibidos em outubro do ano passado no Reino Unido e chegaram apenas em janeiro deste ano na plataforma de streaming. O cronograma de estreia da 2ª temporada não foi divulgado.

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  • Música

    Dave Grohl se multiplica para tocar sete instrumentos em clipe-documentário

    11 de agosto de 2018 /

    Dave Grohl lançou um mini-documentário na página da banda Foo Fighters no YouTube. Gravado em preto e branco, “Play” traz depoimentos em homenagem à artistas que dedicam sua vida a um instrumento. Mas a maior parte do vídeo é dedicado a mostrar Grohl registrando a música-título em estúdio, na qual ele toca todos os instrumentos. Ele se multiplica em cena, graças a efeitos de edição. São sete instrumentos e a música dura 23 minutos. Vale lembrar que ele gravou todos os instrumento no primeiro disco do Foo Fighters em 1994, quando ainda não existiam outros membros na banda. Quem for muito fã também pode optar por ver o artista tocando cada um dos instrumentos individualmente no site oficial do projeto – aqui. A faixa já está disponível nas plataformas digitais e será lançada em vinil em 23 de setembro.

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  • Música,  Série

    Maior sucesso da banda Plain White T’s vai virar série

    7 de agosto de 2018 /

    O hit “Hey There Delilah”, da banda Plain White T’s, vai virar série. A banda formou uma parceria com a Lively McCabe Entertainment e a Primary Wave para desenvolver uma comédia dramática baseada em seu single de sucesso sobre um relacionamento de longa distância. Os produtores, incluindo o líder da banda Tom Higgenson e o dramaturgo Jeremy Desmon, descrevem o projeto como um conto de fadas contemporâneo que expande a história contida na música. Lançada em 2006, a canção conta a história de um flerte de longa distância entre um cantor e compositor iniciante e uma estudante universitária de Nova York. O compositor se compromete a escrever uma música para a jovem na noite em que se conhecem e essa promessa muda suas vidas de formas inesperadas. “Já faz mais de uma década desde que ‘Hey There Delila’ foi lançada, e as pessoas sempre me perguntam sobre a música. Muitas pessoas realmente se conectam com essa canção, e eu estou muito orgulhoso disso”, disse Higgenson, em comunicado. “Estou muito animado por ter a oportunidade de dar a uma nova geração a chance de formar sua própria conexão com a música e se apaixonar por sua história através deste novo projeto.” Higgenson concebeu o conceito para a série em parceria de Jeremy Desmon, um especialista em peças musicais, que levou para o teatro uma versão do filme cultuado “Um Som Diferente” (1990). Ainda em estágio inicial, o projeto está sendo levado para canais e plataformas de streaming pela Lively McCabe Entertainment. Confira abaixo o clipe original da música.

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    Atriz de Jurassic World será mãe de Elton John em cinebiografia

    28 de julho de 2018 /

    A atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vai interpretar a mãe do músico Elton John na cinebiografia “Rocketman”. Ela se junta no elenco a Taron Egerton (“Kingsman”), que vive o cantor em sua juventude, Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, seu fiel parceiro de composição, e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. O cantor teve uma relação complicada com a mãe, Sheila, que morreu em dezembro de 2017. Os dois estiveram brigados desde 2008, após uma mudança na equipe de empresários causar tensão entre eles, mas retomaram contato alguns meses antes da morte dela, aos 90 anos de idade. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (“Voando Alto”), e irá acompanhar Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento do sétimo disco de estúdio, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.

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    Bohemian Rhapsody: Filme da banda Queen desfila coleção de hits, figurinos e segredos em novo trailer

    17 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos oficiais e o segundo trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. E além de resumir a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, a prévia finalmente aborda a homossexualidade do cantor, em duas cenas breves e em sua recusa em comentar sua vida pessoal, durante uma entrevista. Na vida real, ele era fanático por sua privacidade e nunca assumiu que era, no mínimo, bissexual. Para quem não lembra, o cantor só confirmou ser HIV positivo um dia antes de morrer. O vídeo também chama atenção por apresentar diversos hits da banda, inclusive cenas de gravação da música que lhe dá título, e pela variedade de figurinos e penteados do elenco, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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