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  • Música,  Série

    Maior sucesso da banda Plain White T’s vai virar série

    7 de agosto de 2018 /

    O hit “Hey There Delilah”, da banda Plain White T’s, vai virar série. A banda formou uma parceria com a Lively McCabe Entertainment e a Primary Wave para desenvolver uma comédia dramática baseada em seu single de sucesso sobre um relacionamento de longa distância. Os produtores, incluindo o líder da banda Tom Higgenson e o dramaturgo Jeremy Desmon, descrevem o projeto como um conto de fadas contemporâneo que expande a história contida na música. Lançada em 2006, a canção conta a história de um flerte de longa distância entre um cantor e compositor iniciante e uma estudante universitária de Nova York. O compositor se compromete a escrever uma música para a jovem na noite em que se conhecem e essa promessa muda suas vidas de formas inesperadas. “Já faz mais de uma década desde que ‘Hey There Delila’ foi lançada, e as pessoas sempre me perguntam sobre a música. Muitas pessoas realmente se conectam com essa canção, e eu estou muito orgulhoso disso”, disse Higgenson, em comunicado. “Estou muito animado por ter a oportunidade de dar a uma nova geração a chance de formar sua própria conexão com a música e se apaixonar por sua história através deste novo projeto.” Higgenson concebeu o conceito para a série em parceria de Jeremy Desmon, um especialista em peças musicais, que levou para o teatro uma versão do filme cultuado “Um Som Diferente” (1990). Ainda em estágio inicial, o projeto está sendo levado para canais e plataformas de streaming pela Lively McCabe Entertainment. Confira abaixo o clipe original da música.

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  • Filme

    Atriz de Jurassic World será mãe de Elton John em cinebiografia

    28 de julho de 2018 /

    A atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vai interpretar a mãe do músico Elton John na cinebiografia “Rocketman”. Ela se junta no elenco a Taron Egerton (“Kingsman”), que vive o cantor em sua juventude, Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, seu fiel parceiro de composição, e Richard Madden (“Game of Thrones”), intérprete de John Reid, o empresário de longa data do artista. O cantor teve uma relação complicada com a mãe, Sheila, que morreu em dezembro de 2017. Os dois estiveram brigados desde 2008, após uma mudança na equipe de empresários causar tensão entre eles, mas retomaram contato alguns meses antes da morte dela, aos 90 anos de idade. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (“Voando Alto”), e irá acompanhar Elton John desde o começo da carreira até o ponto alto de seu sucesso, com o lançamento do sétimo disco de estúdio, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme da banda Queen desfila coleção de hits, figurinos e segredos em novo trailer

    17 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos oficiais e o segundo trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. E além de resumir a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, a prévia finalmente aborda a homossexualidade do cantor, em duas cenas breves e em sua recusa em comentar sua vida pessoal, durante uma entrevista. Na vida real, ele era fanático por sua privacidade e nunca assumiu que era, no mínimo, bissexual. Para quem não lembra, o cantor só confirmou ser HIV positivo um dia antes de morrer. O vídeo também chama atenção por apresentar diversos hits da banda, inclusive cenas de gravação da música que lhe dá título, e pela variedade de figurinos e penteados do elenco, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Alice Braga divulga primeira foto dos bastidores do filme Eduardo e Mônica

    16 de julho de 2018 /

    A atriz Alice Braga (da série “Queen of the South”) anunciou o começo das filmagens de “Eduardo e Mônica”, seu próximo filme brasileiro, baseado na música de mesmo nome do Legião Urbana. Sem dar maiores detalhes, ela publicou uma imagem de um cabideiro com os figurinos de sua personagem, Mônica, e de Eduardo, que será vivido por Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”). Apesar das filmagens já terem começado, o restante do elenco ainda não foi divulgado. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. A direção está a cargo de um “especialista” em Legião Urbana, René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Produzido pela Gávea Filmes e Barry Company, “Eduardo e Mônica” deve estrear no primeiro semestre de 2020. Uma publicação compartilhada por Alice Braga (@alicebraga_oficial) em 16 de Jul, 2018 às 4:57 PDT

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  • Filme,  Música

    Paulo Miklos vai viver cantor de banda punk em filme de suspense

    15 de julho de 2018 /

    O cantor Paulo Miklos vai viver um roqueiro punk em seu próximo filme no cinema. O personagem é o protagonista de “O Homem Cordial”, suspense psicológico que está sendo rodado em São Paulo desde o início do mês, sob a direção de Iberê Carvalho (“O Último Cine Drive-In”) “Nunca fiz um papel tão próximo de mim, disse Miklos, em entrevista ao jornal O Globo, durante filmagem na sala de shows Credicard Hall, lugar em que ele fez muitas apresentações com a banda Titãs. “É interessante poder emprestar para o personagem algo da minha vida e da minha experiência. A gente sempre empresta, claro, mas neste caso vai ser um choque para quem me acompanha como músico. Até porque tem uma inversão de expectativas. É muito legal poder ‘brincar’ com isso”. Miklos começou a atuar – e bem – , em 2002, no filme “O invasor”, de Beto Brant, e desde então vem mantendo uma carreira paralela nas telas, em filmes tão diferentes quanto “Estômago” (2007), “É Proibido Fumar” (2009) e “Carrossel: O Filme” (2015). Em “O Homem Cordial”, a banda punk fictícia liderada por Miklos, a Instinto Radical, volta aos palcos após anos de separação para um show de reunião. Mas em meio à apresentação, o público começa a hostilizar o personagem e o grupo, que traz entre seus integrantes os atores e músicos Bruno Torres, Theo Werneck e Mauro Schames. “Na verdade, a esta altura, ninguém sabe o por que da reação agressiva do público”, explicou o diretor, que também assina o roteiro em parceria com o uruguaio Pablo Stoll (“Whisky”). “Aos poucos, no entanto, o espectador vai se dando conta de que aquilo tem a ver com algo que aconteceu antes e acabou se espalhando pela internet e pelas redes sociais”. Na história, o protagonista se vê no centro de uma polêmica, após um vídeo de celular flagrá-lo no cenário em que um policial militar foi morto. O filme acompanha o roqueiro em uma jornada pela noite de São Paulo, onde ele vai enfrentar as consequências de uma sociedade cada vez mais radicalizada e extremamente polarizada. “O espectador vai acompanhar o meu personagem”, disse Miklos, ainda para O Globo. “Vai se identificar com ele e, ao mesmo tempo, vai desenvolver uma visão crítica dele. Não é um herói que você segue cegamente, é alguém que a gente vai descortinando e descobrindo coisas a partir do seu olhar. E também vão julgá-lo, como as pessoas que estão ao redor dele. É sobre isso, na verdade que estamos falando também”. A ideia do filme foram vídeos que se espalharam pela internet em 2015, mostrando um menino quase ser linchado em Copacabana por turistas e banhistas que o acusaram de ter participado de arrastões na praia. Já apreendido pelos guardas municipais, o menino continuou levando tapas e socos, antes de ser protegido para sair do local numa viatura. Ao “É um tema que me parece muito urgente”, contou Carvalho na mesma entrevista. “Em uma das edições recentes do Festival de Cannes, o Pedro Almodóvar disse que, se tivesse filhos, ficaria muito preocupado, por conta da onda reacionária que o mundo vai enfrentar nos próximos anos. Fiquei assustado porque achava que era localizado, mas fiquei pensando onde isso vai parar. Foi quando eu tive a certeza de que o meu filme seria sobre isso”. Ou seja, sobre a influência da internet e das redes sociais na mobilização de pessoas para o bem ou, na maior parte do tempo, para o mal.

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  • Música

    Clipe da banda Angra chama atenção por participação da cantora Sandy

    14 de julho de 2018 /

    A banda Angra divulgou seu novo clipe de heavy metal, que traz uma participação curiosa: a estrela do filme de terror “Quando Eu Era Vivo” (2014), também conhecida como a cantora romântica Sandy. A música “Black Widow’s Web”, revelada no começo do ano no disco “Omni”, já dava o que falar pela parceria com a cantora e no clipe ela incorpora o visual que, nos bastidores da gravação, ganhou o apelido de “gótica suave” e de “Sandy Trevosa”. Além de Sandy, o clipe conta com a aparição de outra vocalista, fazendo os vocais guturais. É a canadense Alissa White-Gluz, da banda Arch Enemy, que tem a voz e o visual mais ousados da produção. O clipe, porém, ganhou um trecho a mais de Sandy. Durante uma pausa na música, a cantora declama frases sobre vaidade, em inglês soturno. Antes do lançamento, Sandy contou que o filho, Theo, de quatro anos, aprovou sua participação. “Ele amou, porque ele é muito metaleiro, ele é fã do Sepultura e agora tá virando fã do Angra também”. Angra e Sandy já haviam trocado elogios pela parceria inusitada. “Foi um prazer participar dessa música do Angra que tem um sentido muito importante nos dias de hoje. Não foi só a música que me atraiu, mas toda a ideia da letra, a questão da ‘viúva negra’ como uma analogia com as mídias sociais. Quando o Rafael (Bittencourt, guitarrista) me trouxe essa ideia, fiquei super empolgada em poder fazer parte. Adoro desafios e amo ter oportunidades de fazer coisas que, talvez, as pessoas não esperem de mim artisticamente. Espero que o público goste, eu fiquei bem feliz com o resultado”, postou Sandy em seu Facebook. “Ter a Sandy foi uma das coisas mais especiais, porque ela é uma das grandes cantoras do Brasil e uma pessoa que foi muito amável, receptível, que está disposta a se arriscar”, disse Rafael Bittencourt, ao UOL. Curiosamente, o diretor do clipe, Leo Liberti, convive com artistas desses dois extremos musicais, assinando vídeos para Megadeth e Sérgio Reis.

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  • Série

    Série Rick and Morty vai lançar disco de sua trilha sonora

    13 de julho de 2018 /

    O Adult Swim, bloco adulto do canal pago Cartoon Network, anunciou o lançamento de um disco com a trilha sonora da série animada “Rick and Morty”. Em parceria com a gravadora Sub Pop, o disco deve sair em 28 de setembro e, segundo informação do site NME, além de versão digital, também será lançada em vinil, CD e até em fita cassete como álbum duplo. Com 26 faixas no total, o disco terá composições de Ryan Elder, que cria os temas incidentais da série, e algumas músicas de bandas veteranas da cena indie, como Mazzy Star, Belly, Blonde Redhead e Chaos Chaos, além de músicas inéditas de clipping. e Chad VanGaalen – obviamente contratados da Sup Pop. O projeto segue os planos de lançamento do primeiro festival de rock do canal pago Adult Swim, que vai misturar música e animação em Los Angeles durante o mês de outubro. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. Confira abaixo a tracklist completa do álbum. 1. Rick and Morty Theme Song 2. Jerry’s Rick 3. The Small Intestine Song 4. The Flu Hatin’ Rap 5. African Dream Pop 6. Mazzy Star – “Look on Down From the Bridge” 7. The Rick Dance 8. Goodbye Moonmen 9. Summer and Tinkles 10. Chaos Chaos – “Do You Feel It” 11. Unity Says Goodbye 12. Get Schwifty (C-131) 13. Raised Up (C-131) 14. clipping. – “Stab Him in the Throat” 15. Help Me I’m Gonna Die 16. Let Me Out 17. Chaos Chaos – “Memories” 18. Chad VanGaalen – “Stuttering Light” 19. Alien Jazz Rap 20. Blonde Redhead – “For the Damaged Coda” 21. Fathers and Daughters 22. Belly – “Seal My Fate” 23. Chaos Chaos – “Terryfold” 24. Tales From the Citadel 25. Rick and Morty Score Medley 26. Human Music

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  • Filme

    Hotel Transilvânia 3 e Aranha-Céu chegam aos cinemas

    12 de julho de 2018 /

    A animação “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” e o filme de ação “Arranha-Céu: Coragem sem Limite” são as estreias mais amplas da semana, que registra a menor quantidade de lançamentos do ano. Apenas cinco filmes chegam aos cinemas, sendo que um deles estará em cartaz por apenas um dia. Os dois filmes de shopping center também estreiam neste fim de semana nos Estados Unidos, onde o terceiro “Hotel Transilvânia” fez mais sucesso com a crítica – 69% de aprovação contra os 54% que enquadraram o filme de Dwayne “The Rock” Johnson como genérico e medíocre. O desenho volta a trazer a família de Drácula e sua trupe monstruosa, que são dublados em inglês por Adam Sandler e as criaturas que sempre o acompanham – mais Selena Gomez. Desta vez, porém, a produção troca o hotel do título por férias num transatlântico. E esta não é a única variação da trama original. Com a filha casada, resta ao próprio Drácula, que não namora há 100 anos, ter sua vida romântica explorada. Obviamente, isto envolve uma caça-vampiros. Não é Pixar, mas é divertido como costumam ser as animações de Genndy Tartakovsky (criador de “O Laboratório de Dexter”) para sorte dos pais. Já a premissa de “Arranha-Céu” é um mashup do ataque terrorista de “Duro de Matar” (1988) com o desastre incendiário de “Inferno na Torre” (1974). Graças a situações de vida ou morte a cada dez minutos, o filme engata um ritmo frenético, que joga as leis da física para o ar, dá um salto duplo twist carpado, cai de pé após romper o vidro da janela e sai correndo para a acrobacia seguinte. Na trama, Johnson é um ex-agente do FBI, que, após perder a perna numa explosão, vira consultor de segurança. E durante uma consultoria internacional se vê tendo que salvar sua família de criminosos fortemente armados num arranha-céu em chamas, saltando entre prédios e fazendo diversos malabarismos a dezenas de metros do solo com uma perna prostética. Seu verdadeiro objetivo parece ser mostrar-se capaz de superar tudo o que Bruce Willis e Tom Cruise já fizeram no cinema. E com apenas uma perna. No circuito limitado, entram dois dramas franceses altamente recomendáveis. “Hannah” é uma tour de force de Charlotte Rampling, que venceu a Copa Volpi de Melhor Atriz do Festival de Veneza pelo papel de uma mulher da terceira idade que perdeu tudo quando o marido foi preso, inclusive o amor da família. Tem 89% de aprovação da crítica americana, na média do Rotten Tomatoes. Ainda melhor, “Uma Casa à Beira-Mar” é a história de três irmãos adultos que, diante da perspectiva da morte do pai, voltam a se reunir no restaurante que lhes cabe de herança, ponderando o que fazer, a partir do que eles próprios fizeram de suas vidas. Com direção de Robert Guédiguian (de “As Neves do Kilimandjaro”), tem nada menos que 100% de aprovação. A programação se completa com um documentário da recente turnê da banda Muse, que será exibido apenas nesta quinta (12/7). Para fãs. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para ficar por dentro das estreias desta semana nos cinemas. Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas | EUA | Animação Solitário e infeliz, buscando um novo amor na internet, Drácula é surpreendido com um presente da querida filha: férias em um cruzeiro. Inicialmente resistente à ideia, ele acaba engajado no passeio ao se encantar pela comandante, que, no entanto, esconde um segredo nada amigável. Arranha-Céu: Coragem sem Limite | EUA | Ação Responsável pela segurança de arranha-céus, o veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, Will Ford (Dwayne Johnson), é acusado de ter colocado o edifício mais alto e mais seguro da China em chamas. Cabe ao agente então achar os culpados pelo incêndio, salvar sua família que está presa dentro do prédio e limpar seu nome antes que seja tarde demais. Uma Casa à Beira-Mar | França | Drama Três irmãos se reúnem ao redor do leito de morte de seu pai, que era um dos pilares de toda a família, e agora precisam pensar no que será do pequeno paraíso que ele construiu, em torno de um modesto restaurante à beira-mar. Hannah | França, Itália | Drama Hannah (Charlotte Rampling) é uma mulher de terceira idade que perdeu quase tudo que acreditava ser sua vida e tem que lutar com as consequências da prisão do marido. Muse: Drones World Tour | Reino Unido | Documentário musical A banda Muse apresenta um filme rodado em mais de 130 dias durante diversas apresentações em arenas e estádios ao redor do mundo durante a turnê do seu último álbum, “Drones”. Com palco circular para uma experiência 360º e drones sobrevoando os espaços de apresentações entre o palco e a plateia, a produção oferece uma experiência inesquecível para os fãs da banda.

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  • Etc,  Filme

    Sharon Osbourne revela estar preparando filme e livro sobre seu casamento com Ozzy

    11 de julho de 2018 /

    Sharon Osbourne está trabalhando em um filme e num livro sobre seu casamento com o roqueiro Ozzy Osbourne, cantor do Black Sabbath. O filme estaria em fase de roteiro e será centrado no começo do relacionamento do casal. “Começa no dia em que nos conhecemos, e mostra como nossas vidas tão diferentes foram se juntar”, ela revelou, em entrevista à revista Varity. “Será um filme que vai fazer todo mundo chorar”, garantiu. “Não vai ser o que as pessoas esperam: sexo, drogas e rock n’ roll. Ozzy é muito mais do que isso. Eu odiaria que o filme se tornasse esse clichê”. A empresária, responsável pelo sucesso da carreira solo do marido, afirmou que também prepara um livro focando nos casos extraconjugais de Ozzy. “É sobre a infidelidade, e o que ela faz com as pessoas e com os casais”. Em 2016, o casamento dos Osbournes quase foi por água abaixo quando Ozzy foi pego tendo um caso, e o roqueiro admitiu mais tarde ser um “viciado em sexo”, em suas próprias palavras. No ano passado, Sharon revelou que o marido já chegou a ter seis casos extraconjugais ao mesmo tempo, sem ela saber. Ainda não há data de lançamento ou títulos oficiais para os novos derivados da vida real de “Os Osbournes”.

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  • Etc

    Edgar Wright sugere planos para continuação de Em Ritmo de Fuga

    2 de julho de 2018 /

    O diretor Edgar Wright sugeriu que está considerando fazer uma continuação de “Em Ritmo de Fuga”. Em uma mensagem no Twitter, para comemorar um ano de lançamento do longa, o diretor escreveu que “talvez a gente voltar para a estrada em breve”. “‘Em Ritmo de Fuga’ foi lançado há um ano. Tive uma jornada louca com ele nos últimos 365 dias. Então agradeço a todos vocês pelas belas respostas, significa tudo. E, quem sabe, talvez a gente possa voltar para a estrada em breve”, diz o texto, que pode ser conferido na íntegra abaixo. A revelação do projeto de uma continuação veio à tona em dezembro e foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. 'Baby Driver' was released one year ago today. Had a wild ride with it in the last 365 days. so I thank you for all your beautiful responses, it means everything. And who knows, maybe he could get back on the road soon… pic.twitter.com/MgtRlPACau — edgarwright (@edgarwright) June 28, 2018

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  • Filme

    Edgar Wright fará seu primeiro documentário, dedicado à banda Sparks

    26 de junho de 2018 /

    O cineasta Edgar Wright já definiu qual será seu próximo trabalho. Após chamar atenção pela forma como usou a música em seu filme mais recente, “Em Ritmo de Fuga”, ele vai abraçar sua paixão musical com seu primeiro documentário. Wright vai filmar a história da banda Sparks, formada pelos irmãos Ron e Russell Mael no auge do glam rock. A dupla lançou o primeiro álbum de estúdio em 1971, quando ainda morava em Los Angeles, mas só foi estourar nos anos seguintes, já na Inglaterra, com álbuns como ‘”Introducing Sparks”, “Indiscreet” e “Kimono My House”. Seu maior sucesso, o single “This Town Ain’t Big Enough for Both of Us”, chegou ao 2º lugar na lista das canções mais ouvidas no Reino Unido de 1974. O diretor já registrou um show da dupla em Londres, no mês passado, como parte do projeto, e revelou que atualmente está coletando material para o documentário. “Sou fã deles desde quando vi um apresentação no (programa de TV) Top of the Pops em 1979”, disse Wright para o site IndieWire. Veja abaixo um post do diretor sobre as filmagens dos “irmãos Sparks” para o documentário e um vídeo do auge da banda. Was very proud to shoot this @sparks_official concert at the @o2forumktown. What a night. Uma publicação compartilhada por Edgar Wright (@edgarwright) em 24 de Mai, 2018 às 4:37 PDT

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  • Música

    Mesmo demitido, Bryan Singer será único diretor creditado no filme da banda Queen

    17 de junho de 2018 /

    Apesar de ter sido demitido durante as filmagens, o cineasta Bryan Singer será creditado como diretor de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. A razão para este paradoxo é que Singer fez a maior parte do trabalho e seu substituto, Dexter Fletcher, apenas finalizou o que ele deixou incompleto. Pelas regras do Sindicado dos Diretores dos EUA, Fletcher só poderia receber os créditos de direção se refilmasse uma porcentagem significativa do longa, como aconteceu em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que também teve substituição de diretores – a dupla Phil Lord e Christopher Miller foi trocada por Ron Howard. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. A tensão nos bastidores foi exposta quando Singer não voltou para o trabalho após o feriado do Dia de Ação de Graças em 2017. O diretor alegou que enfrentava problemas com doença na família e pediu para só retomar as filmagens após os feriados de fim de ano, mas a Fox optou por dispensá-lo e contratar um substituto para encerrar a produção. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre Singer e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. A estreia de “Bohemian Rhapsody” está marcada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Versão estendida do clássico Nasce uma Estrela revela cena inédita com Barbra Streisand

    15 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou dois vídeos relacionados à versão estendida de “Nasce uma Estrela” (1976), que será disponibilizada com exclusividade pelo serviço de streaming, em sua primeira iniciativa para restaurar e relançar um filme clássico. Um dos vídeos revela uma cena inédita nos cinemas e o outro traz a estrela do título, a atriz e cantora Barbra Streisand, comentando porque o trecho foi cortado na época, e como ela aprendeu a tocar violão especialmente para filmar naquele momento uma versão acústica do hit “Evergreen”. O relançamento aproveita a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, para relembrar o clássico estrelado por Streisand em 1976, A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. A versão estendida do clássico foi disponibilizada nesta sexta (15/6) na Netflix americana, acompanhada por seis especiais de TV da cantora.

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