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  • Música

    Muse revela homenagem ambiciosa a filmes dos anos 1980 em oito clipes de sci-fi e terror

    9 de novembro de 2018 /

    A banda Muse revelou mais três clipes de seu ambicioso projeto videográfico, que cria acompanhamentos visuais para a maioria das faixas do álbum “Simulation Theory”. Apesar de o disco também ter sido lançado neste sexta-feira (9/11), os vídeos extraídos desse trabalho começaram a surgir em fevereiro e já somavam cinco clipes. Os novos lançamentos se juntam ao material anterior para completar um arco narrativo que presta homenagem aos filmes adolescentes, de terror e ficção científica dos anos 1980. Todos os vídeos foram dirigidos por Lance Drake, um videomaker de Los Angeles que já fez trabalhos para Miike Snow e Twin Shadow, e são repletos de referências. Veja se descobre as citações aos filmes “Footloose”, “Tron”, “Critters”, “De Volta para o Futuro”, “Max Headroom”, “Blade Runner”, “O Garoto do Futuro” (Teen Wolf), “Garotos Perdidos”, “A Volta dos Mortos-Vivos”, “Caça-Fantasmas”, “Procura-se Rapaz Virgem”, “Mad Max”, “Cyborg: O Dragão do Futuro” e ao clipe de “Thriller”, de Michael Jackson, entre muitos outros – e com direito a inclusão de ícones do período, como fitas K7, VHS, câmeras de vídeo e videolocadoras. As histórias compartilham uma tênue continuidade, que pode ser atestada pela presença do ator Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) e alguns coadjuvantes em mais de um clipe. O curioso é que o fiapo de trama não segue a ordem das faixas do disco. Veja abaixo todos os oitos clipes de “Simulation Theory” em sua cronologia narrativa. Como o último vídeo é um resumão, praticamente um fecho da história, não está claro se haverá novos clipes, já que ainda há três faixas do disco sem acompanhamento visual.

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  • Filme

    Bohemian Rhapsody supera expectativas com US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte

    4 de novembro de 2018 /

    A estreia de “Bohemian Rhapsody” superou as expectativas, conquistando US$ 50 milhões nas bilheterias da América do Norte e US$ 141 milhões em todo o mundo neste fim de semana. Trata-se da segunda maior estreia de uma cinebiografia musical no mercado norte-americano, atrás apenas dos US$ 60 milhões de “Straight Outta Compton: A História do NWA”, lançada em 2015. O filme sobreviveu a bastidores tumultuados para conseguir sua façanha. O diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Além disso, as críticas se dividiram, com 56% de aprovação no Rotten Tomatoes. Embora com aplausos para a interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury, grande destaque do longa, a cinebiografia foi considerada muito superficial. Produzida pelos músicos da banda, deixou as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e preferiu destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen foram servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. O bom desempenho do filme também marcou a segunda maior abertura da Fox no ano, atrás de “Deadpool 2” (US$ 125,5 milhões), e serve de canto de despedida do estúdio como produtora independente. Os próximos lançamentos da Fox já devem ser distribuídos pela Disney. A própria Disney ficou em 2º lugar com “O Quebra – Nozes e os Quatro Reinos”, fábula infantil destruída pela crítica (34% no Rotten Tomatoes), que abriu em sentido oposto ao de “Bohemian Rhapsody”, muito abaixo das expectativas, com US$ 20 milhões, depois de custar US$ 125 milhões de produção. Trata-se da pior estréia doméstica da Disney em mais de dois anos, excluindo documentários. Mas isto não é o mais alarmante. Todos os lançamentos de 2018 do estúdio Walt Disney Pictures deram prejuízo, mostrando como o conglomerado depende da Marvel. Os demais foram “Uma Dobra no Tempo” e “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”. Assim, a expectativa está agora voltada para “O Retorno de Mary Poppins”, que chega aos cinemas em 20 de dezembro. Outra estreia ocupou o 3º lugar: “Nobody’s Fool”, novo filme de Tyler Perry estrelado por Tiffany Haddish, que fez US$ 14 milhões. O valor também representa uma das piores aberturas da carreira do diretor, mas as críticas se mantiveram na média – negativa – com execráveis 25%. Com isso, “Nasce uma Estrela” caiu para o 4º lugar e “Halloween” desabou, saindo do 1º para o 5º lugar em sua terceira semana em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 50m Total EUA e Canadá: 50m Total Mundo: US$ 141,7m 2. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 20m Total Mundo: US$ 58,5m 3. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá: US$ 14m Total Mundo: US$ 14,2m 4. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 11,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 293,9m 5. Halloween Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 150,4m Total Mundo: US$ 229,6m 6. Venom Fim de semana: US$ 198,6m Total EUA e Canadá: US$ 198,6m Total Mundo: US$ 541,5m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 77,4m Total Mundo: US$ 192,6m 8. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 82,4m 9. Fúria em Alto Mar Fim de semana: US$ 3,5m Total EUA e Canadá: US$ 12,9m Total Mundo: US$ 21,5m 10. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 23,4m Total Mundo: US$ 25,5m

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  • Música

    Morrissey lança clipe de cover de The Pretenders

    3 de novembro de 2018 /

    O cantor Morrissey lançou o clipe do seu cover de The Pretenders, “Back on the Chain Gang”. A música é geralmente cantada ao vivo pelo vocalista e ganha vídeo à tempo de preparar os fãs brasileiros para seus shows no Rio e São Paulo, que acontecem, respectivamente, em 30 de novembro e 2 de dezembro. O músico promove o seu 11º álbum, “Low In High School”, lançado em novembro, que vai ganhar uma nova versão em dezembro, com a inclusão de “Back On The Chain Gang”. E não deixa de ser irônico que Morrissey apareça de guitarra em punho no clipe, tocando o cover dos Pretenders. Afinal, após o fim de The Smiths, o guitarrista Johnny Marr passou a tocar, por um breve período, na banda liderada por Chrissie Hynde. Veio inclusive ao Brasil como músico dos Pretenders em 1988. Aproveite e relembre abaixo como Johnny Marr tocava a mesma música.

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  • Música

    Neil Young assume casamento com Daryl Hannah em divulgação de novo clipe

    1 de novembro de 2018 /

    Ao divulgar um novo clipe ao vivo de “Ohio”, em apoio à luta dos estudantes americanos pelo desarmamento da população, o cantor Neil Young acabou confirmando seu casamento com a atriz Daryl Hannah (de “Sense8” e clássicos como “Blade Runner” e “Splash!”). O clipe tem direção de Daryl Hannah e registra um show do cantor. Além de mostrá-lo de guitarra em punho, o vídeo destaca uma tela do cenário com projeções de imagens de 1970, lembrando o assassinato de estudantes que inspirou a canção original de Crosby, Stills, Nash & Young, e cenas dos massacres atuais nas escolas americanas, enfatizando o protesto dos jovens contra as leis que facilitam acesso às armas de fogo. Em seu site oficial, Young aproveitou para se manifestar. “Nós estamos com eles. Eles são a gente. Nós somos eles. Isso já acontece há tempo demais. Minha esposa Daryl e eu fizemos esse vídeo para que vocês reflitam”. Desde agosto, especulava-se que Young, de 72 anos, e Hannah, de 57, que namoravam desde 2014, estavam casados. No início deste ano, Daryl Hannah estreou como diretora com “Paradox”, um faroeste pós-apocalíptico estrelado por Young e pelo também músico Willie Nelson, disponibilizado pela Netflix.

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  • Filme

    Bohemian Rhapsody é destaque entre estreias que dividem opiniões

    1 de novembro de 2018 /

    A programa de cinema desta quinta (1/11) está repleta de estreias amplas, algumas bastante esperadas e a maioria divisiva. A começar por “Bohemian Rhapsody”, que narra a trajetória da banda Queen, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, retratando a época com grande variedade de figurinos e penteados. A interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury é o grande destaque do longa, embora a versão chapa branca da biografia, produzida pelos músicos da banda, deixe as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e prefira destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen são servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. Não por acaso, o filme dividiu opiniões da crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas tem expectativa de grande bilheteria em sua estreia na América do Norte, que também acontece neste fim de semana. Com distribuição mais ampla, “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” chega ao Brasil ainda mais cedo, uma semana antes dos Estados Unidos e Canadá. Por coincidência, tanto este quanto o filme do Queen tiveram problemas de bastidores durante sua produção. No caso de “Bohemian Rhapsody”, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já a produção da Disney foi originalmente realizada por Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), mas, após a produção, o estúdio convocou Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) para refilmagens extensas. Assim, os dois compartilham os créditos da adaptação da fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, realizada com grande elenco – Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre), etc. O detalhe é que nem esta solução emergencial impediu o filme de ser rejeitado pela crítica. Tem apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho da comédia “Johnny English 3.0” também está nesse nível, com 32%. A diferença é que já fracassou diante do público em sua estreia norte-americana, no fim de semana passado – embora tenha feito sucesso no Reino Unido, seu país de origem. No filme, Rowan Atkinson vive o espião mais atrapalhado do Reino Unido pela terceira vez e precisa lidar com uma autêntica Bond Girl, a ucraniana Olga Kurylenko, estrela de “007 – Quantum of Solace” (2008), que na trama se mostra fatal demais para o eterno Mr. Bean. A nova aventura, por sinal, repete a premissa de “007 – Operação Skyfall” (2012), quando um ataque cibernético revela a identidade de todos os agentes ativos na Grã-Bretanha, deixando Johnny English como a última esperança do serviço secreto. O plágio é mais ou menos oficial, já que o personagem foi criado pelos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade, que escreveram todos os seis últimos filmes de James Bond. Bem-feitinho, mas também divisivo, o filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador” chega aos cinemas reforçando paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduziu o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votaram em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem polariza opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. O último lançamento controverso da lista, “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Mas enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais brutal que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Há quem considere as cenas de violência explícita contra mulheres menos ofensivas que a narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que ataca suas vítimas – Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), etc. Para ele, os assassinatos são obras de arte. A crítica discordou da tese. O resultado são os mesmos 58% de aprovação de “Bohemiam Rhapsody”, o que significa que o filme tem seus momentos, mas passa longe de ser uma obra prima. Completa a programação um documentário sobre a cantora Elza Soares, em circuito limitado. Confira abaixo os trailers e as sinopses das estreias da semana. Bohemian Rhapsody | EUA | Drama Musical Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos | EUA | Fantasia Clara (Mackenzie Foy), jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho (Morgan Freeman). Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino. Johnny English 3.0 | Reino Unido | Comédia Em sua nova aventura, Johnny English (Rowan Atkinson) é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso. O Doutrinador | Brasil | Ação Um vigilante mascarado surge para atacar a impunidade que permite que políticos e donos de empreiteiras enriqueçam às custas da miséria e do trabalho da população brasileira. A história do homem por trás do disfarce de “Doutrinador” envolve uma jornada pessoal de vingança na qual um agente traumatizado decide fazer justiça com as próprias mãos. A Casa que Jack Construiu | Dinamarca | Suspense Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack (Matt Dillon) mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio (Bruno Ganz) numa jornada rumo ao inferno. My Name Is Now, Elza Soares | Brasil | Documentário Elza Soares, ícone da música brasileira, numa saga que ultrapassa o tempo, espaço, perdas e sucessos. Elza e seu espelho, cara a cara, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, uma fênix, que com a força da natureza transcende e canta gloriosamente.

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  • Música

    Slipknot volta à ativa no Halloween com lançamento de primeiro clipe em quatro anos

    1 de novembro de 2018 /

    Os loucos escaparam. A banda Slipknot revelou sua primeira faixa inédita em quatro anos, que também ganhou clipe. A data escolhida para a divulgação de “All Out Life” não poderia ser mais temática: o dia do Halloween. O clipe mostra uma fuga em massa de psicopatas mascarados de um ônibus lotado, possivelmente durante o transporte para uma prisão ou hospício, e conduz os alucinados até um galpão onde ocorre, literalmente, um banho de sangue – ou de xarope de framboesa. A direção é de Shawn Crahan, o percussionista do Slipknot, que estreou como cineasta durante o hiato da banda, com a comédia sci-fi “Officer Downe” (2016), destruída pela crítica – 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. “All Out Life” deve fazer parte do próximo álbum da banda de metal pesado. Recentemente, o vocalista Corey Taylor afirmou que estava trabalhando num novo disco de músicas inéditas para 2019, e que o material deve ser seguido de uma turnê mundial. O álbum mais recente da banda é “The Gray Chapter”, lançado em 2014.

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  • Filme,  Música

    Amy Winehouse ganha clipe inédito para divulgar novo documentário

    29 de outubro de 2018 /

    A cantora Amy Winehouse vai ganhar um novo documentário em Blu-ray, “Back to Black”, que inclui cenas inéditas de um show privado, feito em Londres na noite em que ela venceu cinco Grammys. A apresentação, aberta apenas a convidados, aconteceu no dia 10 de fevereiro de 2008, no Riverside Studios, e foi apenas parcialmente exibida na TV, dentro da cerimônia do Grammy. Com o lançamento do Blu-ray previsto para a próxima sexta (2/11) no Reino Unido, a gravadora Eagle Rock divulgou a íntegra de uma música do show como clipe. Trata-se da versão ao vivo de “Love Is A Losing Game”. A gravação integra o que está sendo chamado de “bônus” do lançamento, com subtítulo de “An Intimate Evening In London”. A parte principal do material é dedicado a histórias de bastidores do disco “Back to Black”, segundo trabalho de estúdio de Amy Winehouse. Produzido por Mark Ronson, o disco de 2006 traz inúmeros sucessos, como a música-título, “Rehab” e “You Know I’m No Good”, que catapultaram a cantora ao estrelato, culminando na consagração do Grammy. A trajetória de Amy Winehouse, que morreu de intoxicação alcoólica aos 27 anos em 2011, já rendeu o documentário “Amy” (2015), do britânico Asif Kapadia, vencedor do Oscar da categoria, e há planos para uma cinebiografia com atores, atualmente em desenvolvimento.

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  • Filme,  Música

    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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  • Música

    Playlist: 12 clipes da nova geração do rock feminista

    26 de outubro de 2018 /

    Feministas estão cada vez mais estridentes. E com guitarras, mais barulhentas ainda. A seleção abaixo reúne 12 bandas da nova geração do rock feministas e LGBTQIA+ da América do Norte, Reino Unido e Austrália. A lista inclui garotas com camisetas do Bikini Kill, odes a Ellen Page, palavras de ordem, conclamação a boicotes, tatuagens, solos de guitarra, mosh, rebeldia de botas, minissaias, garotas de cabelos curtos, cabeludas, Beatlemaníacas, riot Grrls, lutadoras, bandeirosas, mães, lésbicas, atitude destroy, #MeToo e #EleNão. 1 Petrol Girls – “Touch Me Again” (Inglaterra) | 2 Dream Wife – “F.U.U.” (Inglaterra) | 3 Skating Polly – “Camelot” (EUA) | 4 Big Joanie – “Fall Asleep” (Inglaterra) | 5 Peach Club – “Bad Bitch” (Inglaterra) | 6 The Menstrual Cramps – “Boycott the Lot” (Inglaterra) | 7 Goat Girl – “The Man” (Inglaterra) | 8 VOIID – “Silly Girl” (Austrália) | 9 Yassassin – “Citizen” (EUA) | 10 Tancred – “Something Else” (EUA) | 11 GRLwood – “Bisexual” (EUA) | 12 Partner – “The ‘Ellen’ Page” (Canadá)

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    Michael Myers toca guitarra em clipe da versão heavy metal de Halloween

    26 de outubro de 2018 /

    O tema clássico do terror “Halloween”, composto pelo diretor John Carpenter, ganhou um de seus melhores covers. O guitarrista Jason Richardson criou um arranjo heavy metal para a canção, mostrando toda sua virtuosidade técnica. Mas não ficou nisso. Ele extrapolou ao incorporar o tema no clipe de divulgação. No vídeo, Richardson aparece com o macacão e a famosa máscara do psicopata Michael Myers, andando à noite pelos subúrbios de guitarra em punho, pronto a arrancar gritos das cordas metálicas. Completa o visual clássico o registro em VHS, que evoca vídeos das antigas videolocadoras, onde se podia alugar o primeiro filme da franquia. O ex-guitarrista das banda All Shall Perish, Born of Osiris e Chelsea Grin segue atualmente em carreira solo. Por curiosidade, seu primeiro disco individual, lançado em 2016, tinha participação de outro guitarrista famoso, Jeff Loomis, atualmente na banda Arch Enemy. E este detalhe é curioso porque o psiquiatra de Michael Myers em 1978 se chamava… Dr. Loomis. Autor do tema original, Carpenter voltou à franquia para assinar a trilha da nova versão de “Halloween”, que estreou na quinta-feira (25/10) nos cinemas brasileiros.

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    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen ganha novo trailer e vídeo sobre seu legado

    26 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo trailer de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, e um vídeo em que diversos artistas atuais reverenciam seu legado. O trailer resume a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, além de abordar tópicos como a relação do cantor com sua família, a homossexualidade e sua relação complicada com a única mulher de sua vida. O vídeo também chama atenção por apresentar uma variedade de figurinos e penteados, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Diretor de Big Little Lies e Sharp Objects vai filmar história de amor de John Lennon e Yoko Ono

    23 de outubro de 2018 /

    O diretor canadense Jean-Marc Vallée, que foi indicado ao Oscar por “Clube de Compra Dallas” (2013), vai voltar ao cinema após assinar os fenômenos televisivos “Big Little Lies” e “Sharp Objects”. Ele vai filmar a icônica história de amor de John Lennon e Yoko Ono para o estúdio Universal. Ainda sem título oficial, o filme tem roteiro de um especialista em cinebiografias: Anthony McCarten, que também já foi indicado ao Oscar – duas vezes, por “A Teoria de Tudo” (2014) e “O Destino de uma Nação” (2017). A própria Yoko Ono será uma das produtoras, e já cedeu os direitos das músicas de Lennon para a trilha da produção. O casal se conheceu no final dos anos 1960, quando ela era uma artista plástica de vanguarda e ele um dos maiores astros da música mundial com os Beatles. Apontada por muitos como a responsável pela separação da banda, Ono ajudou Lennon a estabelecer sua bem-sucedida carreira solo e identidade como ativista social. Os dois se notabilizaram por protestos criativos contra a Guerra do Vietnã, assunto que polarizava o mundo na época. Após uma breve separação nos anos 1970, o casal reatou o romance e permaneceu inseparável até o assassinato de Lennon, em 1980.

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    Imagine Dragons lança clipe da trilha de WiFi Ralph: Quebrando a Internet

    23 de outubro de 2018 /

    A banda Imagine Dragons divulgou o clipe de “Zero”, música que faz parte da trilha sonora da animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. Dirigido pelo ubíquo Dave Meyers (que fez os últimos clipes de Camila Cabello, Ariana Grande, Kendrick Lamarr, etc), o vídeo traz os integrantes da banda num fliperama, jogando diversos jogos retrôs. Há um pouco de metalinguagem, mas as referências ao filme se limitam a mostrar Sugar Rush, o game de carros de corrida de Vanellope, que é jogado por alguns segundos. “É um filme bastante oportuno, abordando algumas das questões de identidade e solidão exclusivas dessa geração que cresceu com a internet”, comentou o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds. “A luta interna de Ralph pela autoaceitação realmente ressoou conosco, e essa música fala sobre isso”. Além de fazer parte da trilha sonora da animação, a música também estará no novo álbum da banda, intitulado “Origins”, que será lançado em 9 de novembro.

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